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Boletim ICMS n° 18 - Setembro2018 - 2ª Quinzena
Matéria elaborada conforme a legislação vigente à época de sua publicação, sujeita a mudanças em decorrência das
alterações legais.
ICMS/SP
APURAÇÃO DO ICMS
Regime Normal. Disposições Gerais
ROTEIRO
1. INTRODUÇÃO 
2. PRINCÍPIO DA NÃO CUMULATIVIDADE DO ICMS
3.REGIME PERIÓDICO DE APURAÇÃO
4. APURAÇÃO DO IMPOSTO. REGRA GERAL
5. PRAZO DE APURAÇÃO DO IMPOSTO
6. CENTRALIZAÇÃO DA APURAÇÃO E DO RECOLHIMENTO DO IMPOSTO
7. OUTRAS FORMAS DE APURAÇÃO
8. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL (EFD)
9. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS (GIA)
10. LIQUIDAÇÃO DO IMPOSTO APURADO
11. APURAÇÃO DO FUNDO ESTADUAL DE COMBATE E ERRADICAÇÃO DA POBREZA
1. INTRODUÇÃO 
Na presente matéria, serão abordados os principais aspectos da apuração do imposto, de acordo com a legislação do
ICMS do Estado de São Paulo, aplicado às empresas do Regime Periódico de Apuração (RPA).
O regulamento do ICMS do Estado de São Paulo, aprovado pelo Decreto n° 45.490/2000 dispõe sobre a apuração do
imposto em seus artigos 85 a 123.
2. PRINCÍPIO DA NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO
O ICMS é não cumulativo, conforme disposto no artigo 59 do RICMS/SP, compensando-se o que for devido em cada
operação ou prestação, apropriando-se o crédito relativo à mercadoria entrada ou à prestação de serviço tomada, desde
que acompanhada de documento fiscal hábil, emitido por contribuinte em situação regular perante o fisco. E ainda, de
acordo com o artigo 61 do RICMS/SP, o contribuinte poderá creditar-se do imposto anteriormente cobrado na operação
ou prestação, em decorrência de suas saídas ou prestações tributadas.
Quando houver alguma hipótese de isenção ou não incidência nas operações ou prestações seguintes, o imposto da
operação ou prestação anterior não poderá ser compensado, devendo este crédito ser anulado, conforme previsto no
artigo 60 do RICMS/SP, relativo às operações ou prestações anteriores, exceto se houver alguma hipótese de
manutenção do crédito prevista no artigo ao qual a mercadoria está inserida no Anexo I deste regulamento.
Tal disposição aplica-se, também, quando houver operação ou prestação sujeita a redução de base de cálculo, devendo
a anulação ser proporcional à parcela correspondente à redução, conforme previsto no artigo 67, inciso VI, do RICMS/SP.
O contribuinte somente poderá manter o crédito integral do imposto em relação às mercadorias isentas, previstas no
Anexo I do RICMS/SP, e das mercadorias com redução da base de cálculo do imposto, previstas no Anexo II do
RICMS/SP, se estiver indicado expressamente no dispositivo legal a referida manutenção.
3. REGIME PERIÓDICO DE APURAÇÃO
No Estado de São Paulo, o contribuinte que efetua o recolhimento do imposto pelo Regime Periódico de Apuração (RPA),
ou seja, regime que neste Estado a periodicidade da apuração é mensal, compensando-se os débitos com os créditos do
imposto, poderá, por opção, centralizar a apuração e o recolhimento do imposto entre estabelecimentos situados dentro
do Estado, conforme disposto nos artigos 87 e 96 do RICMS/SP.
De acordo com o artigo 87 do RICMS/SP, os estabelecimentos enquadrados no RPA deverão apurar os livros Registro de
Entradas, Saídas e Apuração do ICMS, em relação às operações ou prestações efetuadas no período. No entanto, a
referida apuração e os lançamentos pertinentes deverão ser realizados na Escrituração Fiscal Digital ICMS-IPI (EFD),
conforme disposto no artigo 250-A do RICMS/SP e no artigo 1° da Portaria CAT n° 147/2009.
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg00/dec_00/decreto45490_2000.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art85
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art123
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art59
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art61
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art60
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art67
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art67_vi
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo1.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo2.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art87
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art96
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art87
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art250a
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg09/port/portaria147_cat_2009.php#art1
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg09/port/portaria147_cat_2009.php
4. APURAÇÃO DO IMPOSTO. REGRA GERAL
O imposto que deverá ser recolhido, conforme disposto no artigo 85 do RICMS/SP, corresponde a diferença, no período
de apuração, entre o imposto devido sobre as operações ou prestações tributadas e o cobrado relativamente às
anteriores, ou seja, em regra, o imposto devido é a diferença entre o imposto devido pela saída e os créditos efetuados
pelas entradas.
Portanto, deverão ser somados os créditos relativos as entradas, e confrontado com os débitos, relativos às saídas para
verificar se haverá montante a pagar ou saldo credor a transportar para o período seguinte.
De acordo com o artigo 86 do referido regulamento, o estabelecimento de contribuinte obrigado à escrituração fiscal
deverá apurar o valor do imposto a recolher, conforme seu regime tributário.
Atualmente, somente está em vigor o Regime Periódico de Apuração (RPA) no Estado de São Paulo.
Há previsão no artigo 88 do RICMS/SP do Regime de Estimativa, em que o imposto a ser recolhido é determinado pelo
fisco, contudo, o mesmo foi cessado pelo Comunicado CAT n° 116/2000, em relação aos contribuintes que estavam
enquadrados neste regime até 31.12.2000.
Há ainda a possibilidade de o contribuinte optar pelo regime tributário do Simples Nacional, previsto na Lei
Complementar n° 123/2006, desde que atendidos os requisitos previstos na legislação, contudo o foco desta matéria se
direciona às empresas enquadradas no Regime Periódico de Apuração.
5. PRAZO DE APURAÇÃO DO IMPOSTO
A apuração do imposto, conforme artigo 87, § 1°, do RICMS/SP, em regra, será mensal, no último dia do mês.
Contudo, há casos em que o momento da ocorrência do pagamento do imposto ocorre, por exemplo, na data da entrada
ou saída da mercadoria, entre outras situações, conforme hipóteses previstas no artigo 115 do RICMS/SP.
Os valores referidos na apuração do ICMS serão declarados ao fisco através da GIA-ICMS, conforme disposto nos
artigos 253 a 258 do RICMS/SP, e da EFD, de acordo com o artigo 250-A do RICMS/SP, observados, quanto ao imposto
a recolher, os prazos previstos no Anexo IV do RICMS/SP, que será tratado adiante.
6. CENTRALIZAÇÃO DA APURAÇÃO E DO RECOLHIMENTO DO IMPOSTO
As disposições sobre a centralização da apuração e do recolhimento do ICMS estão previstas nos artigos 96 ao 102 do
RICMS/SP.
A centralização do imposto consiste em recolher por um único estabelecimento do mesmo titular o valor devido do ICMS,
de acordo com o artigo 97 do RICMS/SP.
A apuração centralizada envolverá todos os estabelecimentos da mesma empresa localizados no Estado de São Paulo,
de acordo com o artigo 96 do RICMS/SP.
Uma das condições previstas para essa compensação é de que somente se fará entre estabelecimentos enquadrados no
mesmo regime de apuração do imposto, conforme § 1° do artigo 97 do RICMS/SP.
As regras específicas e demais disposições sobre a centralização do imposto estão contidas nas matérias "APURAÇÃO
CENTRALIZADA DO ICMS Considerações Gerais - Parte 1" e "APURAÇÃO CENTRALIZADA DO ICMS Aplicação
Prática - Parte 2", publicadas, respectivamente, nos Boletins ICMS 13/2012 e 15/2012. 
7. OUTRAS FORMAS DE APURAÇÃO
Quando o contribuinte não estiver obrigado a manter escrituração fiscal, o artigo 103 do RICMS/SP dispõe que o valor do
imposto a recolher corresponderá à diferença entre o imposto devido sobre a operação (saída) ou a prestação tributada e
o créditoda respectiva entrada, efetuada com a mesma mercadoria ou seus insumos ou com o mesmo serviço,
observado o disposto no inciso VIII do artigo 115 do regulamento, o qual indica que deverá ser efetuado o recolhimento
no momento da saída da mercadoria, e ainda, conforme § 2° do referido artigo, os documentos fiscais deverão ser
anexados à guia de recolhimento.
No Estado de São Paulo, por entendimento à Resposta à Consulta Tributária n° 15.392/2017, somente estão
dispensados de manter a escrituração fiscal, com exceção do Livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e
Termos de Ocorrências, a empresa de construção civil que seja exclusivamente prestadora de serviços e que não efetue
operações com circulação de mercadorias, conforme disposto no parágrafo único, do artigo 5° do Anexo XI do
RICMS/SP.
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art85
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art86
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art88
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg-ant/comunicado116_cat_2000.asp
https://econeteditora.com.br/bdi/lei/06/lei123_complementar_2006.asp
https://econeteditora.com.br/bdi/lei/06/lei123_complementar_2006.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art87
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art87_p1
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art115
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art253
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art258
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art250a
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art96
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art102
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art97
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art96
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art97_p1
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art97
https://www.econeteditora.com.br/boletim_icms/bo-icms-sp/sp-12/boletim-13/icms_sp_apuracao.php
https://www.econeteditora.com.br/boletim_icms/bo-icms-sp/sp-12/boletim-13/icms_sp_apuracao.php
https://www.econeteditora.com.br/boletim_icms/bo-icms-sp/sp-12/boletim-15/icms_sp_apuracao.php
https://www.econeteditora.com.br/boletim_icms/bo-icms-sp/sp-12/boletim-15/icms_sp_apuracao.php
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art103
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art115_viii
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art115
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art115_p2
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/consultas/2017/resp_cons_15392_2017.php
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo11.asp#art5_pu
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo11.asp#anx11-art5
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo11.asp
Já no artigo 105 do RICMS/SP, para os contribuintes que só efetuem operações ou prestações durante períodos
determinados, tais como festas natalinas, juninas ou carnavalescas, entre outros, a apuração do imposto, observado o
disposto nos incisos XI e XII do artigo 115 do RICMS/SP, será feita de forma provisória, pelo fisco, por estimativa do
montante das operações ou prestações, ou pelo contribuinte, na própria guia de recolhimento, quanto à diferença entre o
valor real e o valor estimado. 
8. ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL (EFD)
A Escrituração Fiscal Digital (EFD) é também conhecida como SPED Fiscal, sendo composta pela totalidade das
informações, em meio digital, necessárias à apuração dos impostos referentes às operações e prestações praticadas
pelo contribuinte, bem como outras de interesse das administrações tributárias das unidades federadas e da Secretaria
da Receita Federal do Brasil (RFB), sendo o prazo de entrega desta obrigatoriedade até o dia 20 o mês subsequente da
apuração, conforme disposto no artigo 10 da Portaria CAT n° 147/2009.
No Estado de São Paulo, em regra, todos os contribuintes RPA estão obrigados à entrega mensal da EFD, conforme
disposto no artigo 1°, § 5°, da Portaria CAT n° 147/2009.
Somente há dispensa da entrega da EFD, de acordo com a cláusula segunda do Protocolo ICMS n° 03/2011, ao
estabelecimento de:
a) Microempreendedor Individual (MEI) optante pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos
abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI);
b) Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP) optantes pelo Simples Nacional, salvo o que estiver impedido
de recolher o ICMS por este regime na forma do § 1° do artigo 20 da Lei Complementar n° 123/2006.
Na EFD, conforme Ato COTEPE/ICMS n° 09/2008 e o Guia Prático EFD - Versão 2.0.22, os dados relativos à apuração
desses impostos estão indicados no Bloco E, sob nome de “APURAÇÃO DO ICMS E DO IPI”.
A seguir, seguem os principais registros que se referem à Apuração do ICMS na EFD:
a) Registro E110 (Apuração do ICMS - Operações Próprias) - este registro deve ser apresentado inclusive nos casos de
períodos sem movimento. Neste caso, os valores deverão ser apresentados zerados. Este registro é gerado pelo
sistema, pois é o totalizador dos valores indicados nos demais registros.
b) Registro E210 (Apuração do ICMS - Substituição Tributária) - este registro deve ser apresentado mesmo quando
houver períodos sem movimento, e contempla os valores relativos à apuração do ICMS de substituição tributária. Este
registro também é gerado pelo sistema, pois é o totalizador dos valores indicados nos demais registros.
c) Registro E310 (Apuração do Fundo de Combate à Pobreza e do ICMS Diferencial De Alíquota - Uf Origem/Destino Ec
87/15) - este registro tem por objetivo informar valores relativos à apuração do ICMS - Diferencial de Alíquota e Fundo de
Combate à Pobreza - FCP, por UF origem/destino, mesmo nos casos de períodos sem movimento. Registro obrigatório,
se existir o registro E300 (Período de Apuração do ICMS Diferencial de Alíquota - UF Origem/Destino EC 87/15).
9. GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS (GIA)
No Estado de São Paulo, a declaração que contempla os lançamentos efetuados no livro Registro de Apuração do ICMS
- Bloco E da EFD e tem a finalidade de demonstrar o imposto apurado em cada período, bem como apresentar demais
informações de interesse econômico-fiscal é denominado Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA), a qual deverá
ser entregue mensalmente, conforme artigo 1° do Anexo IV da Portaria CAT n° 92/98.
A pessoa inscrita no Cadastro de Contribuintes do ICMS deste Estado deverá declarar em guia de informação, em forma
e modo estabelecidos pela referida portaria, nos termos do artigo 253 do RICMS/SP:
a) os valores das operações ou prestações realizadas no período de apuração detalhadas por Código Fiscal de
Operações e Prestações (CFOP);
b) o valor do imposto a recolher ou do saldo credor a transportar para o período seguinte;
c) informações relativas ao seu movimento econômico, para fins de fiscalização do tributo;
d) informações relacionadas com a apuração dos índices de participação dos municípios paulistas na arrecadação do
imposto;
e) suas operações interestaduais de entrada ou saída de mercadoria, bem como os serviços tomados ou prestados, com
detalhamento dos valores por Estado remetente ou destinatário;
f) outras informações econômico-fiscais relacionadas com sua atividade, conforme definido pela Secretaria da Fazenda.
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art105
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art115_xi
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art115_xii
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art115
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg09/port/portaria147_cat_2009.php#art10
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg09/port/portaria147_cat_2009.phphttps://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg09/port/portaria147_cat_2009.php#art1
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg09/port/portaria147_cat_2009.php#art1_p5
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg09/port/portaria147_cat_2009.php
https://econeteditora.com.br/bdi/port/protocolos/2011/protocolo_003_icms_2011.php
https://econeteditora.com.br/bdi/lei/06/lei123_complementar_2006.asp#art20_p1
https://econeteditora.com.br/bdi/lei/06/lei123_complementar_2006.asp#art20
https://econeteditora.com.br/bdi/lei/06/lei123_complementar_2006.asp
https://econeteditora.com.br/bdi/ats/at08/ato09_cotepe_icms_2008.php
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg98/port_98/portaria92_cat_1998.asp#anx4_art1
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg98/port_98/portaria92_cat_1998.asp#anexoIV
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/leg-sp/leg98/port_98/portaria92_cat_1998.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art253
Conforme artigo 254 do RICMS/SP, a GIA deverá ser entregue no mês subsequente ao da apuração e até os dias a
seguir indicados, salvo disposição contrário, se houver, de acordo com o último algarismo do número de inscrição
estadual do estabelecimento:
a) finais 0 e 1 - até o dia 11;
b) finais 2, 3 e 4 - até o dia 12;
c) finais 5,6 e 7 - até o dia 13;
d) finais 8 e 9 - até o dia 14.
10. LIQUIDAÇÃO DO IMPOSTO APURADO
O imposto apurado, quando devido, deverá ser recolhido nos prazos previstos no artigo 2° do Anexo IV do RICMS/SP, de
acordo com o Código de Prazo de Recolhimento (CPR) do estabelecimento, conforme indicado abaixo:
a) CPR 1031 - até o 3° dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador;
b) CPR 1090 - até o dia 9 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador;
c) CPR 1100 - até o dia 10 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador ou ao da apuração;
d) CPR 1150 - até o dia 15 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador;
e) CPR 1160 - até o dia 16 do mês subsequente ao da referência;
f) CPR 1200 - até o dia 20 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador;
g) CPR 1210 - até o dia 21 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador;
h) CPR 1250 - até o dia 25 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador;
i) CPR 2100 - até o dia 10 do segundo mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador;
j) CPR 2102 - até o dia 10 do segundo mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador;
l) CPR 1220 - até o dia 22 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador.
Para determinar em qual CPR a empresa se enquadra, observa-se o código de Classificação Nacional de Atividades
Econômicas (CNAE) do estabelecimento e o seu regime de tributação do imposto ou o seu porte econômico, conforme
disposto no artigo 3° do Anexo IV do RICMS/SP. 
Para o imposto retido antecipadamente por substituição tributária, conforme disposto no artigo 3°, §§ 1° ao 5° do Anexo
IV do RICMS/SP, o estabelecimento será enquadrado, de acordo com a mercadoria, em um dos seguintes CPRs:
a) energia elétrica (Convênio ICMS n° 083/2000, cláusula terceira): CPR 1090;
b) álcool anidro, demais combustíveis e lubrificantes derivados de petróleo (Convênio ICMS n° 110/2007): CPR 1100;
c) demais mercadorias, exceto estabelecimento refinador de petróleo e suas bases: CPR 1200.
Já o estabelecimento refinador de petróleo e suas bases observarão as seguintes disposições:
a) relativo ao imposto retido, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, 80% do seu montante será
recolhido até o 3° dia útil do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador - CPR 1031 e o restante, até o dia 10 do
correspondente mês - CPR 1100;
b) relativo ao imposto decorrente das operações próprias, 95% será recolhido até o 3° dia útil do mês subsequente ao da
ocorrência do fato gerador - CPR 1031 e o restante, até o dia 10 do correspondente mês - CPR 1100.
Para o estabelecimento do refinador de petróleo e suas bases que estejam localizados em outro Estado ou no Distrito
Federal, relativo ao imposto a ser repassado a este Estado, do Convênio ICMS n° 110/2007, o CPR será 1100.
Na hipótese de estabelecimento localizado em outro Estado ou no Distrito Federal inscrito no Cadastro de Contribuintes
do ICMS deste Estado que realizar operações ou prestações destinadas a não contribuinte deste Estado, o imposto
deverá ser recolhido devido a este Estado até o dia 15 do mês seguinte ao da ocorrência do fato gerador no CPR 1150,
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro1-art1a259.asp#art254
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp#art2
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp#art3
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp#art3
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp#art3_p1
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp#art3_p5
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp
https://econeteditora.com.br/icms_sao_paulo/livro6-anexo4.asp
https://econeteditora.com.br/bdi/bc/ant/2000/cv083_00.php
https://econeteditora.com.br/bdi/bc/ant/2000/cv083_00.php#cl3
https://econeteditora.com.br/bdi/bc/b07/cv110_icms_2007.asp
https://econeteditora.com.br/bdi/bc/b07/cv110_icms_2007.asp
de acordo com o artigo 3°, § 6°, Anexo IV do RICMS/SP o código de recolhimento da guia de apuração do imposto, para
as empresas do Regime Periódico de Apuração deste Estado é 046-2, conforme Anexo IX da Portaria CAT n° 147/2009.
11. APURAÇÃO DO FUNDO ESTADUAL DE COMBATE E ERRADICAÇÃO DA POBREZA
O Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (FECOEP), previsto no artigo 56-C do RICMS/SP, refere-se ao
percentual de 2% acrescido na alíquota do ICMS, nas operações cujo destinatário seja consumidor final localizado neste
Estado, mesmo que originado de outra Unidade da Federação, relativo às seguintes mercadorias:
a) NCM 2203 - Bebidas alcoólicas (cerveja e chope);
b) Capítulo 24 - Fumo e seus sucedâneos manufaturados.
O FECOEP foi instituído conforme o previsto no artigo 82 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT)
pela Lei n° 16.006/2015, o qual tem por finalidade, viabilizar para a população do Estado o acesso a níveis dignos de
subsistência.
Os produtos acima indicados, estão sujeitos à substituição tributária neste Estado, conforme disposto nos artigos 289 e
293 do RICMS/SP. Contudo, a responsabilidade pelo recolhimento da substituição tributária é atribuída ao substituto da
operação, em relação as saídas subsequentes.
Portanto, sendo o fabricante por exemplo, o responsável pelo recolhimento do imposto, caso o mesmo efetue venda
diretamente a consumidor final, não será aplicada a substituição tributária nesta operação, no entanto, não dispensa o
recolhimento do FECOEP, devendo este adicional de 2% ser acrescido à alíquota do ICMS e recolhido sobre o valor da
operação.
Para as empresas do RPA, o recolhimento do FECOEP será através da apuração, contudo recolhido separadamente, em
Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (DARE-SP), com o código 104-1 - Fundo Estadual de Combate e
Erradicação da Pobreza (FECOEP), no prazo estabelecido na legislação de acordo como CPR, na data indicada pelo
Anexo IV do RICMS/SP, conforme artigo 56-C, § 3°, do RICMS/SP.
Ressalta-se que, de acordo com o artigo 56-C, § 4°, do RICMS/SP, o FECOEP não poderá ser compensado com
quaisquer outros créditos.
Quanto à apresentação dos dados e valores relativos ao FECOEP na EFD, as informações pertinentes ao lançamento e
os respectivos registros serão detalhadas em matéria específica.
ECONET EDITORA EMPRESARIAL LTDA
Autora: Juliane Agostini
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artigo 184 do Código Penal.
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