Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

126
FUNDAMENTOS DE INFORMÁTICA,
MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE
MICROCOMPUTADORES
Fundamentos de Informática,
Montagem e Manutenção
de Microcomputadores
5E
Editora
Aline Palhares
Desenvolvimento de conteúdo,
mediação pedagógica e
design gráfico
Equipe Técnico Pedagógica
do Instituto Monitor
Monitor Editorial Ltda.
Rua dos Timbiras, 257/263 – São Paulo – SP – 01208-010
Tel.: (11) 33-35-1000 / Fax: (11) 33-35-1020
atendimento@institutomonitor.com.br
www.institutomonitor.com.br
Impresso no Parque Gráfico do Instituto Monitor
Rua Rio Bonito, 1746 – São Paulo – SP – 03023-000
Tel./Fax: (11) 33-15-8355
grafica@monitorcorporate.com.br
Em caso de dúvidas referentes ao conteúdo, consulte o
e-mail: informatica@institutomonitor.com.br
Todos os direitos reservados
Lei nº 9.610 de 19/02/98
Proibida a reprodução total ou parcial, por qualquer meio,
principalmente por sistemas gráficos, reprográficos,
fotográficos, etc., bem como a memorização e/ou
recuperação total ou parcial, ou inclusão deste trabalho
em qualquer sistema ou arquivo de processamento de
dados, sem prévia autorização escrita da editora. Os
infratores estão sujeitos às penalidades da lei,
respondendo solidariamente as empresas responsáveis
pela produção de cópias.5ª Edição - Janeiro/2006
Índice
126/�
Apresentação............................................................................................................. 8
Lição.1.–.Um.Pouco.da.História.da.Computação
Introdução............................................................................................................... 11
1..A.Necessidade.de.Calcular............................................................................ 11
2..Evolução.Tecnológica.dos.Computadores................................................... 12
2.1.Primeira.Geração..................................................................................... 12
2.2.Segunda.Geração..................................................................................... 13
2.3.Terceira.Geração...................................................................................... 13
2.4.Quarta.Geração........................................................................................ 13
2.5.Quinta.Geração........................................................................................ 13
3..A.Computação.Hoje.e.no.Futuro.................................................................. 15
Exercícios.Propostos............................................................................................... 16
Lição.2.–.Sistema.Computacional
Introdução............................................................................................................... 17
1..Elementos.de.um.Sistema.Computacional.................................................. 17
2..A.Interdependência.dos.Elementos.............................................................. 18
Exercícios.Propostos............................................................................................... 19
Lição.3.–.Conceito.de.Bit.e.Byte
Introdução............................................................................................................... 21
1..Bit.................................................................................................................... 21
2..Byte................................................................................................................. 21
3..Computadores.de.8,.16.e.32.Bits.................................................................. 22
Exercícios.Propostos............................................................................................... 23
Lição.4.–.Hardware
Introdução............................................................................................................... 25
1..Configuração.do.Micro.................................................................................. 25
2..Periféricos.de.Entrada.de.Dados.................................................................. 25
2.1.Teclado...................................................................................................... 26
2.2.Mouse........................................................................................................ 26
2.3.Scanner..................................................................................................... 27
126/6
○ ○ ○ ○ ○
3. Placas............................................................................................................. 27
3.1 Placa-Mãe ou Motherboard .................................................................... 27
3.2 Placa de Vídeo ......................................................................................... 28
3.3 Placa de Som ........................................................................................... 28
3.4 Modem ..................................................................................................... 28
4. Processador ................................................................................................... 29
5. Memória......................................................................................................... 30
5.1 Memória RAM ......................................................................................... 30
5.2 Memória ROM ......................................................................................... 31
5.3 Memórias Auxiliares ............................................................................... 31
6. Unidades de Disco ........................................................................................ 31
6.1 HD ou Disco Rígido ................................................................................. 31
6.2 Drive de Disquete ................................................................................... 31
6.3 Drive de CD-ROM................................................................................... 31
6.4 Drive de CD-R e CD-RW ....................................................................... 32
6.5 Drive de DVD-ROM................................................................................ 32
7. Periféricos de Saída de Dados ..................................................................... 32
7.1 Monitores de Vídeo ................................................................................. 32
7.2 Impressoras ............................................................................................. 34
Exercícios Propostos ............................................................................................. 36
Lição 5 – Montagem de Microcomputadores
Introdução .............................................................................................................. 39
1. Gabinete ........................................................................................................ 39
2. Placa-mãe ...................................................................................................... 40
3. Encaixando o Processador na Placa-mãe ................................................... 40
3.1 Encaixe do Processador PGA................................................................. 40
3.2 Encaixe do Cooler no Processador de Cartucho ................................... 41
4. Ligação do Cooler na Placa-mãe ................................................................. 43
5. Encaixe da Placa-mãe na Bandeja do Gabinete ......................................... 43
6. Encaixe da Bandeja no Gabinete ................................................................. 44
7. Ligação das Placas ........................................................................................ 44
7.1 Placa-mãe On Board ............................................................................... 44
7.2 Placa-mãe Off Board............................................................................... 45
8. Encaixe das Memórias ................................................................................. 46
9. Instalação doaté	que	ela	
trave	no	soquete.
3.1.1 Encaixe do Cooler no Processador
Passe	pasta	térmica18	sobre	o	núcleo	do	
processador	 de	 forma	 que	 fique	 sobre	 ele	
uma	 camada	 de	 cerca	 de	 2	 mm,	 conforme	
mostrado	na	foto	10.
Para	encaixar	o	cooler,	posicione	a	pla-
ca	de	forma	que	o	soquete	do	processador	
fique	voltado	para	você,	e	encaixe	a	presilha	
do	cooler no	soquete,	conforme	a	foto	11.
Foto 11 - Prendendo a presilha mais próxima do 
cooler na orelha superior do soquete.
O	encaixe	dessa	presilha	deve	ser	feito	
com	muito	cuidado,	pois	há	o	risco	de	que-
brar	o	núcleo	do	processador	(sobretudo	se	
você	estiver	utilizando	um	processador	do	
tipo	AMD).	Se	o	núcleo	for	quebrado,	o	pro-
cessador	ficará	inutilizado,	sem	possibilidade	
de	conserto.
Com	o	auxílio	de	uma	chave	de	fenda	que	
se	encaixe	perfeitamente	na	outra	extremi-
dade	da	presilha,	faça	uma	leve	pressão	de	
forma	a	encaixá-la	no	soquete.	Neste	passo	
o	cuidado	deve	ser	dobrado	nos	processado-
res	da	linha	da	AMD,	ainda	sob	o	risco	de	
quebrar	o	núcleo	do	mesmo.
Foto 12 - Prendendo a presilha inferior com o auxílio da 
chave de fenda.
Para	continuar	a	montagem	de	seu	mi-
cro-computador,	pule	os	subitens	a	seguir,	
e	vá	ao	item	4.
3.2 Encaixe do Cooler no
 Processador de Cartucho
Antes	de	inserir	o	processador	de	cartucho	
na	placa-mãe,	é	necessário	colocar	o	cooler	
sobre	o	processador.	Para	isto	vamos	colocar	
cerca	de	2	mm	de	pasta	térmica	sobre	o	nú-
cleo	do	processador	conforme	a	foto	13.
Foto 9 - Inserindo o Processador PGA e verificando a 
posição dos pinos com a do soquete.
18. Pasta	térmica é um produto que ajuda na dissipação 
do calor gerado pelo processador e facilita o encaixe 
do processador com o cooler.
Foto 10 - Passando pasta térmica sobre o
núcleo do processador.
Presilha 
do cooler
Instituto Monitor
126/42
Obs.: se o seu processador for fechado e 
você não tiver acesso ao núcleo do proces-
sador não será preciso abrir o cartucho. 
Neste caso, pule para o passo 3.2.2.
Pegue	o	cooler numa	das	mãos	e	o	pro-
cessador	na	outra	para	fazer	o	encaixe	dos	
dois,	assim:
•	 introduza	o	cooler	através	dos	4	furos	exis-
tentes	 no	 processador	 tomando	 cuidado	
para	que	eles	 sejam	 inseridos	completa-
mente	no	processador;
•	 mantenha	os	fios	que	saem	das	ventoinhas	
do	cooler	para	cima.
3.2.1 Encaixe da Presilha do Cooler
A	seguir,	colocaremos	a	presilha	no	co-
oler,	encaixando-a	e	fazendo	com	que	trave	
nos	pinos,	conforme	a	foto	15.
Foto 15 - Encaixando a presilha para prender
o cooler no processador.
3.2.2 Encaixe do Conjunto 
 (Processador + Cooler)
 na Placa-mãe
Para	fazer	o	encaixe	do	processador,	le-
vante	as	duas	orelhas	laterais	do	soquete	da	
placa,	fazendo	com	que	elas	fiquem	de	pé.
Verificando	 embaixo	 do	 processador,	
percebemos	que	a	placa	de	encaixe	possui	
uma	fenda,	separando-a	em	duas	partes	di-
ferentes.	Observe	então	que,	no	soquete	da	
placa,	existe	a	mesma	separação	em	tamanho	
compatível	com	o	processador.
Encaixe	 o	 conjunto	 (processador	 +	co-
oler)	 na	 placa-mãe,	 de	 forma	 que	 a	 parte	
pequena	 do	 processador	 corresponda	 com	
a	pequena	do	soquete	e	a	parte	grande	do	
processador	com	a	parte	grande	do	soquete.	
Verifique	a	foto	16.
Foto 13 - Passando pasta térmica no núcleo do 
processador de cartucho (Slot 1).
Foto 14 - Encaixando o cooler e verificando a posição 
dos fios da ventoinha.
Foto 16 - Encaixando o processador de 
cartucho no soquete Slot 1.
Instituto Monitor
126/43
4. Ligação do Cooler na Placa-Mãe
Localize	 pelo	 manual	 da	 placa-mãe	 o	
lugar		correto	da	ligação	do	cooler na	placa.	
No	manual,	você	encontrará	este	item	com	
a	indicação	CPU-FAN.
Obs.: este procedimento deve ser realizado 
caso o cooler possua 3 fios e um conector 
pequeno. Se o cooler	tiver 2 fios e um co-
nector plástico com 4 pinos, este deverá ser 
ligado diretamente no cabo da fonte.
5. Encaixe da Placa-mãe 
na Bandeja do Gabinete
Na	bandeja	do	gabinete,	coloque	os	es-
paçadores	metálicos,	conforme	a	furação	da	
placa-mãe.	
Obs.: a furação que se deve utilizar é recoberta 
por uma camada prateada de solda.
Verifique	 todos	 os	 furos	 e	 coloque	 na	
bandeja	 os	 espaçadores	 necessários	 para	
cada	furo.
Foto 19 - Inserindo os espaçadores
metálicos na bandeja do gabinete,
conforme a furação da placa-mãe.
Com	os	espaçadores	colocados,	posicione	
a	placa	sobre	eles	tomando	o	cuidado	de	não		
raspar	os	 espaçadores	na	parte	 inferior	da	
placa.	O	conector	do	teclado	deve	ser	colocado	
na	mesma	direção	da	furação	das	placas	na	
bandeja	do	gabinete.
Conector do 
Teclado
Furação 
da bandeja 
onde serão 
inseridas as 
placas
Foto 17 - Encaixando o 
conector do cooler na placa-
mãe (processador SLOT1).
Foto 18 - Encaixando o conector 
do cooler na placa-mãe 
(processador PGA).
Foto 20 - Colocando a placa-mãe sobre os espaçadores 
e verificando o alinhamento com a furação da bandeja.
Parafuse	 a	 placa-mãe	 nos	 espaçadores	
que	foram	colocados	na	bandeja.	Não	faça	
muita	força,	um	leve	contato	do	parafuso	é	
suficiente	para	prendê-la	no	local.
Instituto Monitor
126/44
Foto 21- Parafusando a placa-mãe 
nos espaçadores.
6. Encaixe da Bandeja no Gabinete
Nos	gabinetes	AT,	é	possível	tirar	a	fonte	
do	gabinete	para	que	esta	não	atrapalhe	a	
colocação	da	bandeja.	Para	isso,	solte	os	pa-
rafusos	que	a	mantém	fixada	no	gabinete.
Foto 22 - Retirando a fonte do gabinete.
Insira	 a	 bandeja	
no	 gabinete	 cuidan-
do	para	que	o	cooler 
não	encoste	em	nada,	
evitando	danos	ao	pro-
cessador.
Prenda	a	bandeja	
de	volta	no	gabinete,	
parafusando-a.
7. Ligação das Placas
Antes	de	ligar	as	placas	de	som,	vídeo,	
fax,	rede	e	a	controladora,	verifique	corre-
tamente	 no	 manual	 da	 placa-mãe	 o	 local	
onde	elas	serão	inseridas	e	retire	do	gabine-
te	somente	as	aletas19	necessárias	para	não	
ficarem	buracos	abertos	depois	de	montado	
o	computador.
A	seguir,	vemos	a	montagem	de	um	micro	
com	a	placa-mãe	on board.
7.1 Placa-mãe On Board
A	placa-mãe	on board é	fabricada	com	
todas	as	funções:	som,	vídeo,	rede,	etc.	Desta	
forma,	é	necessário	ligar	apenas	os	conecto-
res	onde	serão	ligados	os	periféricos.	Estes	
conectores	chamam-se	bracets.
Foto 24
Bracet superior: 
saída de som, 
entrada de 
som, microfone 
e conector de 
joystick 
Bracet inferior: 
saída serial e 
saída paralela.
Foto 25
Bracet superior: 
bracet de vídeo.
Bracet inferior: 
bracet de rede.
Encaixe	os	bracets,	localizando	a	melhor	
posição	para	cada	um	deles,	ou	de	acordo	com	
a	ligação	do	bracet	na	placa-mãe	(foto	26).
	
19. Aletas: pequenas placas de metal que tampam a 
traseira do gabinete.Foto 23 - Inserindo a bandeja com a 
placa-mãe montada no gabinete
Instituto Monitor
126/45
Obs.: a ligação dos bracets na placa-mãe 
deve ser seguida pelo manual da placa, já 
que cada modelo é diferente.
Parafuse	os	bracets	ao	gabi-
nete,	 para	 não	 desconectarem	
quando	o	usuário	estiver	utili-
zando.
Por	 último,	 conecte	 a	
placa	de	modem	no	soque-
te	reservado	à	ela.
Foto 26 - Encaixando o bracet de vídeo na aleta mais 
próxima da ligação na placa-mãe.
Foto 27 - Parafusando o bracet de vídeo ao 
gabinete.
Foto 28 - Placa de fax-modem,
própria para placa-mãe on board.
7.2 Placa-mãe Off Board
Neste	tipo	de	placa-mãe,	é	necessário	ligar	
cada	uma	das	placas:	rede,	som,	vídeo,	etc.
A	placa-mãe	off board	possui	vários	slots	
para	a	inserção	dessas	placas.
Foto 29 - Placa-mãe off board.
Insira	cada	placa	(fotos	30	a	33)	no	slot	
à	ela	correspondente	(siga	orientações	do	
manual	da	placa-mãe).
Aletas
Ligação 
na placa-
mãe
Bracet
de vídeo
Instituto Monitor
126/46
Placa	de	rede
off board.
Placa	de	som
off board.
Placa	de	vídeo
off board.
Placa	de	fax/modem	
off board.
8. Encaixe das Memórias
Para	fazer	o	encaixe	das	memórias	na	placa-mãe,	você	deve	seguir	os	seguintes	procedimentos:
•	Localize	na	placa-mãe	o	soquete	das	memórias	(na	placa	ou	no	manual	você	encontrará	a	infor-
mação	como	DIMM 1 ou	DDR 1).	Abra	as	orelhas	do	soquete	correspondente	à	memória	1.	
Fotos 30 a 33 - Tabela de placas
Foto 34 - Placa-mãe off board com todas as placas 
inseridas (da esquerda para a direita: 
fax-modem, som, vídeo e rede). 
Na	 foto	 34,	 montamos	 uma	 placa-mãe	
off board	com	as	demais	placas	conectadas	
à	ela	fora	do	gabinete,	para	que	você	possa	
visualizar	melhor	como	ficará	a	montagem	
dessas	placas.
Na	foto	35,	outra	placa-mãe	foi	montada,	
mas	essa	dentro	do	gabinete.
Foto 35 - Microcomputador com placa off board 
montado.
30
31
32
33
Instituto Monitor
126/47
•	Coloque	a	memória	no	soquete	e	encaixe	
fazendo	uma	leve	pressão	sobre	ela.	Quan-
do	o	encaixe	estiver	perfeito,	as	orelhas	se	
fecharão	automaticamente.
9. Instalação do CD-ROM
•	 Remova	 na	 parte	 da	 frente	 do	 gabinete	
as	tampas	plásticas	e,	se	houver,	as	aletas	
atrás	das	tampas	onde	será	inserido	o	CD-
ROM.
Foto 38 - Parte de trás do drive de CD-ROM.
•	 Insira	cuidadosamente	o	CD-ROM,	verifi-
cando	se	ele	não	atingirá	nenhum	compo-
nente	da	placa-mãe.	Caso	isto	ocorra,	mude	o	
CD-ROM	de	posição,	subindo	ou	descendo.
Foto 39 - Inserindo o CD-ROM no gabinete.
•	Parafuse	o	CD-ROM	na	bandeja,	verifican-
do	seu	alinhamento	na	parte	da	frente	do	
gabinete	(não	deixe	o	drive	ir	para	dentro	
nem	para	fora	do	gabinete).
Foto 40 - Cuide para que o drive não fique nem para 
fora nem para dentro do gabinete.
Foto 36 - Inserindo o pente de memória no soquete da 
placa-mãe.
jumper 
master/ 
slave
Foto 37 - Removendo as tampas plásticas para inserir o 
CD-ROM.
•	 Mude	o	jumper localizado	na	parte	de	trás	
do	CD-ROM:	da	posição	MASTER	para	a	
posição	SLAVE.
Instituto Monitor
126/48
9.1 Ligação do Cabo de Som 
na Placa-mãe
O	cabo	de	som	é,	normalmente,	um	cabo	de	
4	vias	que	sai	do	drive	de	CD-ROM,	sendo:
•	 uma	via	branca
•	 duas	vias	pretas
•	 1	via	vermelha
Estas	vias	correspondem	aos	canais	de	
som	direito	e	esquerdo.
Obs.: alguns drives possuem cabo de 3 vias 
apenas.
Localize	no	manual	da	placa-mãe	onde	
deve	ser	ligado	o	CD1	e	ligue	o	cabo	de	som	
na	placa	(foto	41).
Foto 41 - Ligando o cabo de som na placa-mãe
Obs.: se você quiser ligar dois drives de 
CD-ROM no mesmo computador, o segun-
do drive será ligado no CD2 da placa-mãe 
(isto se aplica também ao drive de CD-RW 
e DVD-ROM).
9.2 Ligação do Cabo de Som ao CD-ROM
Localize	atrás	do	CD-ROM	o	conector	
com	a	definição	“RGGL”	e	conecte:	
•	 o	fio	vermelho	na	direção	do	R;
•	 os	dois	fios	pretos	na	direção	do	GG (ou	
um	único	dependendo	do	cabo	de	som);
•	 o	fio	branco	na	direção	do	L.
Foto 42 - Ligando o cabo de som no CD-ROM.
10. Instalação das Unidades de 
Disco
	
10.1 HD
Para	o	 encaixe	adequado	do	HD,	você	
deve	 seguir	 os	 procedimentos	 indicados	 a	
seguir:
•	Verifique	na	traseira	do	HD	se	o	jumper 
está	na	posição	MASTER (se	não	estiver,	
mude-o	para	esta	posição).
•	Coloque	o	HD	na	bandeja	adequada	para	
ele	e	parafuse-o.	
Foto 43 - Parafusando o HD na bandeja do gabinete.
Instituto Monitor
126/49
Obs.: no manuseio do HD devemos tomar 
todo o cuidado possível para que ele não 
caia e não leve pancadas bruscas, caso con-
trário corremos o risco de danificá-lo.
Pegue	o	cabo	do	HD	(cabo	mais	largo).	
Localize	no	cabo	os	dois	conectores	que	estão	
mais	próximos	um	do	outro.	O	conector	desta	
ponta	será	ligado	ao	CD-ROM.
Foto 44 - Cabo de ligação do HD.
•	 ligue	o	conector	da	ponta	no	CD-ROM;
•	 o	conector	mais	próximo	dele,	ligue	no	HD;
•	 o	conector	mais	distante	deverá	ser	ligado	na	
placa-mãe	(localize	o	lugar	através	do	manu-
al	da	placa-mãe,	procurando	por	IDE-1).
10.2 Drive de Disquete de 3½“
Insira	o	dri-
ve de	 disquete	
de	 3½”na	 ban-
deja	 adequada.	
Parafuse	o	dri-
ve,	 verificando	
o	 alinhamento	
com	a	parte	da	
frente	do	gabi-
nete.
Observe	 o	 cabo	 do	 drive	 (o	 cabo	 mais	
estreito).	Localizamos	três	conectores	nele:	
dois	mais	próximos	um	do	outro	e	um	mais	
distante.
•	A	extremidade	dos	conectores	mais	próxi-
mos	(onde	o	cabo	tem	algumas	vias	inver-
tidas)	é	ligada	no	drive.	
A	outra	extremidade	do	cabo	é	ligada	na	
placa-mãe.	Na	indicação	do	manual,	locali-
zamos	o	conector	chamado	Floppy	ou	FDC.
Foto 46 - Cabo de ligação do drive de 3½”.
11. Ligação da Fonte 
É	necessário	ligar	o	conector	de	energia	
da	fonte	na	placa-mãe,	conforme	o	modelo	
do	gabinete,	ou	seja,	no	gabinete	AT,	ligamos	
uma	fonte	AT	(item	11.1)	e	no	gabinete	ATX	
ligamos	uma	fonte	ATX	(item	11.2).
11.1 Fonte AT
Os	 conectores	 de	 energia	 da	 fonte	 AT,	
vêm	com	a	indicação	P8 e	P9.	
Ligue	os	conectores	da	fonte	na	placa-
mãe,	seguindo	orientação	do	manual.	Os	fios	
pretos	dos	conectores	da	fonte	devem	ficar	
juntos	no	meio	do	conector	após	encaixe	na	
placa-mãe.
ligue este 
conector no HD
ligue este conector 
na placa-mãe
ligue este conector 
no CD-ROM
ligue este conector 
na placa-mãe
ligue este conector 
no drive
Foto 45 - Parafusando o drive 
de 3½” na bandeja do gabinete.
Instituto Monitor
126/50
Foto 49 - Ligando o cabo da fonte no HD.
Foto 47 - Ligando a fonte AT na placa-mãe.
Se	a	fonte	for	AT,	pegue	o	cabo	preto	com	
quatro	conectores	que	sai	da	fonte	e	ligue-os	
à	chave	liga/desliga do	gabinete.	Para	uma	
correta	ligação	da	chave,	verifique	a	etiqueta	
que	se	encontra	sobre	a	fonte.	Ela	mostra	a	
forma	 de	 ligação	 dos	 conectores	 coloridos	
na	chave.
11.2 Fonte ATX
A	fonte	ATX	possui	somente	um	conec-
tor	com	20	fios	ligados	a	ele.	Sua	ligação	é	
fácil,	o	encaixe	na	placa-mãe	se	dá	de	uma	
única	forma.
Coloque	a	fonte	de	volta	no	gabinete	e	
	parafuse-a.
Obs.: ao colocar a fonte, tome cuidado para 
que ela não fique em contato com o cooler	
do processador ou para que os fios não fi-
quem encostados na ventoinha do cooler.
Ligue	o	conector	do	botão	 liga/desliga	
que	 deverá	 estar	 identificado	 como	 Power 
Button	ou	Power Switch.
11.3 Outras Ligações da Fonte
Os	conectores	maiores	dos	cabos	da	fonte	
devem	ser	ligados	ao	CD-ROM	e	ao	HD.	O	
conector	menor	dos	cabos	da	fonte	são	uti-
lizados	para	a	ligação	do	drive.
Essa	 ligações	são	todas	feitas	na	parte	
traseira	do	CD-ROM,	HD	e	do	drive	de	dis-
quete,	e	o	encaixe	só	pode	ser	feito	de	uma	
única	forma.	Não	se	esqueça	de	ligar	tam-
bém	o	 cooler do	processador,	caso	ele	tenha	
apenas	2	fios.
11.3.1 Ligação dos Led’s e Botões
No	 gabinete,	 existem	 conectores	 refe-
rentes	a:
•	 Led	do	Power:	luz	que	acende	ao	ligar	o	
computador.
• Led do HD: luz	de	indicação	de	leitura	do	
HD.
•	 Reset:	ligação	deste	botão.
Foto 48 - Ligando os fios do cabo preto
na chave liga/desliga.
Instituto Monitor
126/51
•	 Alto-falante (ou speaker):	ligação	do	dispositivo	de	alto-falante	
da	CPU.
Verifique	no	manual	a	correta	posição	de	ligação	destes	botões,	
e	ligue-os.
12. Indicações Finais
Agora	que	você	já	instalou	todos	os	componentes	necessários,	
faça	uma	verificação	de	todos	os	passos,	feche	o	gabinete	e	para-
fuse-o.
6liç
ão
liç
ão
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/53
○ ○ ○ ○ ○
BIOS, SETUP e
Sistema Operacional
Introdução
Um computador, ainda que corretamen-
te montado, não realiza qualquer tipo de ope-
ração se tiver apenas a parte física. Ele
necessita de outro componente fundamental:
o programa, que podemos considerar a parte
“inteligente” do computador. Nessa lição,
você conhecerá os programas responsáveis
pelas funções básicas a serem executadas por
um microcomputador.
1. BIOS
A BIOS (Basic Input Output System -
Sistema Básico de Entrada e Saída) fica ins-
talada na placa-mãe do microcomputador, e
é responsável por indicar ao processador as
funções primordiais de entrada e saída de
dados.
Algumas funções que devem ser execu-
tadas todas as vezes que ligamos o micro,
como por exemplo o teste de memórias, são
realizadas pela BIOS.
Daí a importância de ativar o funciona-
mento da BIOS do computador, mudando-se
o jumper da placa-mãe, conforme explicado
na lição anterior.
2. SETUP
Antes de iniciar a preparação do HDpara
instalação dos programas, é preciso fazer al-
gumas alterações no SETUP da máquina.
1) Para acessar o SETUP, clique em DEL (ou
delete) durante a inicialização da máqui-
na, quando você vir o aviso HIT DEL IF
YOU WANT TO RUN SETUP.
2) Acesse o menu MAIN. Neste menu, você
deverá verificar a data e hora do sistema e
selecionar as unidades de disco que foram
colocadas na máquina. Para detectá-las,
basta você selecionar o auto-detect em
cada uma das opções de unidades.
3) Será necessário colocar um disco de Boot20
para inicializar sua máquina antes de ins-
talar o sistema operacional. No menu
Boot21, você deve colocar o disquete como
primeira opção de Boot, e o CD (ATAPI CD-
ROM) como segunda opção. O contrário
também é válido. Mas como terceiro Boot,
deve-se colocar o HD, para que a máquina
possa inicializar após a instalação do sis-
tema operacional.
4) Tecle F10 para salvar as alterações e sair
do SETUP.
É importante mencionar que o SETUP de
cada placa-mãe é diferente, por este motivo,
os menus podem ser diferentes de uma má-
quina para outra. Desta forma, deve-se se-
guir o manual da placa-mãe para fazer as
alterações aqui mencionadas. Não é possível
mostrar cada um dos SETUPs de cada uma
das placas-mãe existentes.
20. Disco de Boot - disquete ou CD-ROM que possui os
arquivos essenciais de um sistema operacional, para
inicialização do computador.
21. Boot - é o processo de inicialização do computador.
Instituto Monitor
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/54
○ ○ ○ ○ ○
Com o tempo você terá cada vez menos
dificuldades para mexer no SETUP. Aconse-
lhamos que você o estude, fazendo testes, sim-
plesmente alterando as configurações para ver
o que acontece. Não há motivo para temer, pois
tudo que for alterado no SETUP pode ser des-
feito, sem danificar dados ou o hardware.
3. Sistema Operacional
3.1 Conceito de Software
Software é o nome que se dá a todo pro-
grama de computador. Não é possível espe-
cificar quantos softwares existem hoje no
mercado. O que podemos dizer é que, para
cada área de aplicação, existe pelo menos um
software que atende a sua necessidade. E, se
esse software não existir, pode-se contratar
um programador que o faça.
Inicialmente, é importante entender que,
por mais evoluído e sofisticado que seja o har-
dware do computador, seu desempenho ne-
cessariamente depende de instruções dadas
pelos softwares, que “dizem” ao hardware o
quê e como deve ser feito o processamento.
O software é a parte imaterial de um sis-
tema de computação; é produto da inteligên-
cia humana, destinado a solucionar problemas
de variadas naturezas.
3.2 O Sistema Operacional
É um programa necessário à ativação
e à coordenação dos vários elementos do
hardware. A maioria dos sistemas operacio-
nais são constituídos de rotinas bastante com-
plexas, pois devem levar em consideração
todos os detalhes relativos ao desempenho do
hardware para o êxito do processamento.
O bom desempenho do computador está
diretamente ligado aos recursos do hardware
e à eficiência do sistema operacional utiliza-
do, portanto, é evidente que deve haver um
perfeito equilíbrio entre os dois.
Vale ressaltar mais uma vez que sem um
sistema operacional um computador não fun-
ciona.
Os sistemas operacionais mais importan-
tes são:
• DOS (Disk Operating System): durante
muitos anos, esse foi o sistema operacional
mais popular para PCs. Mesmo hoje, muitos
ainda o utilizam, apesar de suas limitações.
Em PCs mais antigos, com processadores
lentos e de pouca memória, o DOS pode ser
a única alternativa em termos de sistema
operacional, já que os mais modernos exi-
gem hardware mais atualizado.
• Windows 95/98/Millenium(Me): criados
pela megacorporação norte-americana Mi-
crosoft, apresentam vantagens em termos
de facilidade de uso. Ao contrário do Win-
dows 3.1 (versão anterior, que não era um
sistema operacional mas apenas um softwa-
re de gerenciamento), os Windows 95/98/
Me dispensam o DOS, “rodando” como sis-
temas operacionais totalmente autônomos.
Mesmo assim, os Windows 95/98/Me são
capazes de simular o DOS, permitindo a
execução de programas feitos para ele.
• Windows XP: é o sistema operacional criado
pela Microsoft para substituir as versões
95, 98 ou Me do Windows. O Windows XP
apresenta novas telas e menus mais sim-
plificados. Foram aprimorados, nesta ver-
são, a capacidade, desempenho e layout,
além da confiabilidade e segurança. O
WinXP é um sistema operacional de 32-
bits, inclui um sistema de proteção de ar-
quivos, impedindo que arquivos antigos
substituam versões mais atuais. Além disso,
o WinXP grava de CD-R e CD-RW direto
do Windows Explorer, sem necessidade de
softwares adicionais.
• Windows NT/2000: são sistemas operacio-
nais destinados às aplicações profissionais,
como servidor de redes, aplicações cientí-
ficas e de engenharia, e outras que requei-
ram elevada estabilidade e segurança.
Instituto Monitor
126/55
○ ○ ○ ○ ○
• Windows XP Professional Edition: substitui e atualiza o Windows
NT/2000.
• Linux: é um sistema operacional criado em 1991 por Linus Tor-
valds, na Universidade de Helsinky, Finlândia. Este sistema
operacional vem crescendo muito, pois tem o código aberto e
distribuído gratuitamente pela Internet. Seu código fonte é li-
berado como software gratuito, e o aviso de Copyright feito por
Linus descreve detalhadamente isto. Até mesmo ele está proibi-
do de fazer a comercialização do sistema. O código fonte aberto
permite que qualquer pessoa veja como o sistema funciona, cor-
rija problemas ou faça alguma sugestões.
• MAC OS X ou Jaguar: de outra grande corporação norte-ameri-
cana, a Macintosh, é usado no Apple Macintosh. Esta versão subs-
titui o antigo Mac OS 9 e traz, entre outras melhorias, mais de
150 novos recursos e aplicativos como o iChat para mensagens
instantâneas e filtros para e-mails não solicitados.
• Unix:: o sistema operacional Unix foi muito utilizado em redes de
computadores, pois permite que várias pessoas o utilizem simul-
taneamente (multiusuário), arbitrando as várias solicitações para
distribuir os recursos do computador justa e eficazmente. Diversos
programas podem “rodar” simultaneamente (multiprogramação).O
sistema parcela o tempo do computador em uma série de partes e
os aloca entre os vários usuários. O objetivo desta técnica, deno-
minada “tempo compartilhado”, é dar a cada usuário a ilusão de
uso exclusivo da máquina. Cada tarefa a ser executada pelo com-
putador (programas, editoração, etc.) recebe uma fatia de tempo
da CPU da máquina. Portanto, quanto mais tarefas, menor o tem-
po de CPU que cada uma recebe.
Todos estes conceitos demonstram que o sistema Unix é um
sistema operacional complexo e que necessita da figura de um
administrador denominado pelo sistema de “super-usuário”. Este
possui privilégios que os demais usuários do sistema não têm. O
sistema operacional Unix controla os recursos do computador,
faz sua distribuição entre os vários usuários concorrentes, exe-
cuta o escalonamento de tarefas (processos), controla os dispo-
sitivos periféricos conectados ao sistema, fornece funções de
gerenciamento do sistema, e de um modo geral oculta do usuário
final a arquitetura interna da máquina. Isso é realizado através
de uma arquitetura que usa camadas de software projetadas para
diferentes finalidades.
Exercícios Propostos
126/56
○ ○ ○ ○ ○
1 - São funções da Bios:
I. Teste de memórias ao ligar o microcomputador.
II. Botão de inclusão do Sistema Operacional.
III. Indicar ao processador as funções primordiais de entrada e saída de dados.
Estão corretas as afirmações:
( ) a) I, II e III.
( ) b) I e III.
( ) c) I e II.
( ) d) II e II.
( ) e) Todas estão erradas.
2 - O que é um sistema operacional? Dê exemplos.
____________________________________________________________________
________________________________________________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
3 - Por que o S.O. Linux tem se tornado um dos favoritos em empresas?
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
7liç
ão
liç
ão
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/57
○ ○ ○ ○ ○
Formatação de
um Hard-Disk
Introdução
Nesta lição você aprenderá a formatar o
HD de um computador e a instalar o Windows.
Utilizaremos como referência, os procedi-
mentos de instalação do Windows 98. Embo-
ra existam diversos sistemas operacionais,
muitos deles mais atuais que o Windows 98,
partimos do princípio de que, se você souber
fazer a instalação do Windows 98, não terá
dificuldades para fazer a formatação do HD
e a instalação dos sistemas operacionais mais
atuais, já que as melhorias que vêm sendo
implantadas apenas facilitam o trabalho, ex-
cluindo passos e tornando a linguagem mais
acessível.
1. Preparação do HD
Precisamos inicialmente preparar o HD
para uso. Para isso, utilizamos dois progra-
mas: o FDISK, que irá criar uma “partição”,
e o FORMAT, que irá formatar o HD.
1.1 Criando a Partição Primária
• Inicialize o computador colocando em seu
drive um disquete de inicialização do Win-
dows 98 ou superior.
• O sistema operacional será inicializado, até
encontrar o prompt de comando do DOS:
DRIVE:\> ou DRIVE>, onde DRIVE é a le-
tra da unidade em que está sendo carrega-
do o Boot ou sistema operacional. Exemplo:
A:\> ou A> (disquete de drive A).
• Digite na linha de comando do DOS
“FDISK” e pressione enter.
• Na tela inicial do FDISK aparecerá uma
mensagem de suporte a discos com grande
capacidade. Se o seu HD tiver capacidade
acima de 512 Mb, digite S. Caso contrário,
digite N.
• Você visualizará na tela quatro ou cinco
opções no menu, dependendo se você pos-
sui um ou mais HDs instalados no micro.
• Escolha a opção 1: “Criar Partição”.
• Escolha novamente a opção 1: “Criar Par-
tição Primária do DOS”.
• O DOS irá checar a integridade do HD e, ao
terminar, perguntará se você deseja utili-
zar o maior tamanho possível para uma par-
tição do DOS. Responda S.
• O DOS fará novamente a checagem da in-
tegridade do HD e, depois de feita a checa-
gem, exibirá as informações referentes à
partição criada.
• Pressione a tecla ESC até sair do FDISK.
• A última mensagem do FDISK informará
que algumas letras das unidades foram al-
teradas e que você precisa reinicializar o
micro.
• Reinicialize o micro.
Instituto Monitor
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/58
○ ○ ○ ○ ○
• Inicialize novamente com o disquete de
inicialização do win98 ou superior.
1.2 Formatando o HD
Para dar continuidade à formatação,
você deve seguir os passos apresentados
adiante:
• Digite na linha de comando do DOS “FOR-
MAT DRIVE:” (onde DRIVE é a letra cor-
respondente à unidade que se deseja
formatar. Exemplo: FORMAT C:) e pres-
sione enter.
• O FORMAT irá exibir uma mensagem di-
zendo que todos os dados da unidade serão
destruídos. Tecle S para confirmar (certi-
fique-se que você digitou corretamente a
letra do drive que deseja formatar).
• O FORMAT irá apresentar a mensagem
“Formatando (tamanho do HD), Mb”, x %
concluído.
• Concluída a formatação, o FORMAT pe-
dirá o nome do volume da unidade. Digi-
te um nome que relacione aquela unidade
ao dono do computador, ou: “MASTER”.
Obs.: no caso de haver mais de um HD no
micro, sendo este o HD de letra D sugeri-
mos o nome “SLAVE”. Pressione enter
após inserido o nome do volume.
• O FORMAT irá exibir um pequeno resu-
mo a respeito da unidade, dizendo quan-
tos megabytes a unidade possui, o nome
da unidade, etc.
• Agora o HD está pronto para armaze-
nar dados e fazer a instalação do Win-
dows e de outros programas.
2. Instalação do Windows
Siga os passos a seguir para fazer a ins-
talação do win98.
• No prompt de comando do DOS digite “C:”
e pressione enter para acessar o HD prin-
cipal. O seu prompt de comando ficará como
“C:\>_”.
• Digite “MD WIN98” e pressione enter. Com
este comando você criou uma pasta no HD
chamada “WIN98”.
• Digite “CD WIN98” e pressione enter. Seu
prompt deve mudar para “C:\WIN98>_”.
• Insira o CD do Windows no drive de CD-
ROM.
• Mude a unidade de trabalho para a unida-
de do CD-ROM. Para isso, digite “DRIVE:”,
onde DRIVE é a letra correspondente ao
CD-ROM, e pressione enter. Exemplo:
“D:”.
• Entre na pasta que possui todos os arqui-
vos necessários para a instalação do Win-
dows, digitando “CD WIN98”. Pressione
enter. A pasta irá aparecer também na des-
crição do prompt do DOS, ficando desta for-
ma “D:\WIN98>_”. Vale lembrar que a
letra D corresponde à unidade do CD-ROM.
• Copie todos os arquivos necessários para a
instalação do Windows no HD, escrevendo
no prompt do DOS o seguinte comando
“Copy *.* C: /V”. Esta linha de comando
copia todos os arquivos para o HD e compa-
ra a gravação para ver se a cópia foi feita
corretamente.
• Volte para a unidade do HD (C:) digitando
novamente na linha de comando a instru-
ção “C:” e pressionando enter. Ele irá re-
tornar mostrando o prompt desta forma
“C:\WIN98>_”.
• Digite “INSTALAR” para começar a ins-
talação do Windows 98 (se a sua versão do
Windows for em inglês, digite install).
Instituto Monitor
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/59
○ ○ ○ ○ ○
• O Windows checará todas as unidades de ar-
mazenamento possíveis, através do scandisk.
• Na tela do scandisk, após concluída as ope-
rações de checagem, aparecerá uma men-
sagem dizendo quais unidades foram
checadas e se contêm erros ou não.
• Selecione o botão sair, utilizando as setas
do teclado, e pressione enter.
• O programa de instalação irá sair do scan-
disk, copiará automaticamente alguns ar-
quivos e entrará no programa de instalação
do Windows.
• Na tela do programa de instalação do Win-
dows aparecerá uma mensagem dando as
boas vindas ao usuário e indicando o tempo
normal de instalação. Este tempo pode va-
riar conforme a velocidade de cada micro.
• Clique no botão “Continuar”, utilizando o
mouse, ou pressione enter.
• O programa de instalação irá agora preparar
um assistente de instalação. É so aguardar.
• Após a completa carga do assistente, apa-
recerá uma tela com o contrato de licença
do Windows.
• Selecione a opção “Aceito o Contrato”, uti-
lizando o mouse, clicando na bolinha bran-
ca ao lado da mensagem, e clique no botão
“Avançar”.
• O Windows pede agora a “Chave do Produ-
to”, que nada mais é do que o número de
série do Windows. Leia atentamente o que
está escrito na tela e siga os passos preen-
chendo o número de série nos campos.
• Clique no botão “Avançar” para continuar.
• Aparecerá uma tela do Windows pedindo
para você selecionar a pasta onde será fei-
ta a instalação. O próprio sistema opera-
cional gera uma pasta Defaut chamada de
Windows. Clique no botão “Avançar” para
continuar.
• O assistente de instalação mostra agora as
opções de instalação disponíveis. O Windows
tem como padrão a instalação Típica.Nes-
te assistente existe ainda mais três opções:
a Portátil, que é utilizada para notebooks,
a Compacta, que não instala nenhum dos
componentes opcionais, como jogos,
players de música, etc, e a Personalizada,
na qual você pode escolher os itens que de-
seja que sejam instalados. Vamos deixar
como padrão a opção Típica, e clicar com o
mouse no botão “Avançar”.
• O assistente de instalação pede agora para
que você entre com seus dados e os dados
da empresa, caso esteja instalando o Win-
dows para uso comercial. Preencha os cam-
pos com o nome do responsável pela
máquina e clique no botão “Avançar”.
• O assistente de instalação apresentará in-
formações a respeito dos componentes do
Windows, selecionados conforme o tipo de
instalação escolhida. Você pode aceitar as
opções que ele seleciona: “Instalar os com-
ponentes mais comuns”(recomendável), ou
clicar na segunda opção, para que ele mos-
tre a lista de alterações possíveis. Deixe
como padrão a opção já escolhida e clique
no botão “Avançar”.
• Caso exista uma placa de rede instalada no
micro, o Assistente de Instalação informará
alguns dados para identificar o seu micro na
rede, como: “nome do computador”, o grupo
de trabalho e a descrição do computador.
Caso deseje alterar colocando seus dados,
faça-o e depois clique no botão “Avançar”.
• O assistente de instalação pede agora para
você escolher a sua localidade. O padrão do
Windows, na versão português, já mostra
na lista de países o Brasil. Deixe como está
e clique no botão “Avançar”.
Instituto Monitor
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/60
○ ○ ○ ○ ○
• Será apresentado um informe sobre o disco
de “inicialização do Windows”, que pode
ser utilizado em caso de problemas para
inicializar o micro através do drive A. Cli-
que no botão avançar para continuar.
• O assistente de instalação pede para você
inserir um disquete para criar o disco de
inicialização. Insira o disquete no drive A e
clique em OK, ou clique em “Cancelar”, caso
não deseje criar este disco. Lembre-se: o
disquete deve estar vazio, pois o Windows irá
apagar qualquer arquivo existente no disco.
• Depois de criado o disco, aparecerá uma
mensagem dizendo que o assistente de ins-
talação acabou de criar o disco e pede que
você retire o disquete do drive. Remova o
disquete do drive e clique em OK.
• O assistente de instalação informa, então,
que iniciará a cópia dos arquivos necessá-
rios ao Windows. Clique no botão “Avan-
çar” para iniciar a cópia dos arquivos.
• Serão mostradas algumas telas com as
novidades do Windows que está sendo
instalado. Depois de os arquivos serem co-
piados, o Windows pedirá que todos os dis-
cos das unidades (“CD-ROM” e “drive de
disquete”) sejam retirados. Depois disso,
aparecerá uma mensagem dizendo que o
assistente de instalação irá reinicializar o
micro em 15 segundos, ou clique no botão
reinicializar para não ter que esperar.
• O micro irá reinicializar e depois disso en-
trará novamente no assistente de instala-
ção, onde fará detecções de hardware e de
dispositivos instalados. Aguarde até que
seja solicitado a você para aceitar as pro-
priedades de data e hora. Clique no botão
“Fechar”. O assistente de instalação vai
instalar os programas do menu Iniciar, a aju-
da do Windows, as configurações do MS-
DOS, o ajuste do início dos aplicativos e a
configuração do sistema.
• Será pedida, novamente, a reinicialização
do micro.
• Após reinicializado, o Windows pedirá para
você digitar uma senha. Esta senha é pes-
soal e é utilizada para o acesso ao Windows.
Caso não deseje inserir uma senha, clique
no botão OK.
• O Windows irá detectar alguns hardwares.
Clique no botão “Avançar” quantas vezes
forem necessárias, até que não mais apa-
reça nenhuma mensagem de hardware a ser
instalado.
• O Windows irá abrir e mostrará na tela uma
mensagem de boas vindas, já com a sua área
de trabalho aberta e com os componentes
selecionados instalados.
• A instalação do Windows foi concluída, mas
será necessário instalar os drivers para o fun-
cionamento dos componentes de hardware.
Exercícios Propostos
126/61
○ ○ ○ ○ ○
1 - Para que serve a formatação de um HD?
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
2 - Pegue um HD sem uso e faça a formatação do mesmo, primeiramente criando
uma partição primária. Experimente fazer a instalação de versões mais novas
do Windows, como por exemplo o XP, criando uma partição NTFS.
8liç
ão
liç
ão
126/63
○ ○ ○ ○ ○
Instalação dos
Drivers
Introdução
Nesta lição, você conhecerá os procedimentos básicos para a
instalação de drivers dos elementos de hardware. A correta insta-
lação dos drivers permite reconhecer cada uma das placas inseri-
das no microcomputador e permite o perfeito funcionamento das
mesmas.
1. Instalação dos Drivers
Os 10 passos a seguir, devem ser repetidos para a instalação de
cada um dos drivers controladores de hardware de seu computador:
1º passo: inicialize o Windows;
2º passo: clique no botão Iniciar � Configurações � Painel de 
Controle (figura 1);
Figura 1
Instituto Monitor
126/64
○ ○ ○ ○ ○
3º passo: na janela “Painel de Controle” existem vários ícones. Dê
um duplo-clique no ícone “Sistema” (figura 2). A janela
“Propriedades de Sistema” se abrirá.
4º passo: na janela “Propriedades de Sistema”, clique na guia “Ge-
renciador de Dispositivos”, conforme mostrado na figura 3.
Figura 2
Figura 3
Instituto Monitor
126/65
○ ○ ○ ○ ○
Os drivers que não estiverem instalados corretamente apare-
cerão listados em “Outros Dispositivos”, representados pelo ícone
 . Os drivers que estiverem instalados incompletos, aparecerão
representados por um ponto de exclamação.
Obs.: no caso de nosso computador, mostrado na figura 3, as pla-
cas mais importantes já estão instaladas, por isso os dispositivos
aparecem listados normalmente. Mas, normalmente, as instala-
ções mais importantes a serem efetuadas são:
• Adaptadores de rede: placa de rede.
• Adaptadores de vídeo: placa de vídeo.
• Controladores de som, vídeo e jogo: placa de som (multimídia).
• Modem: placa de fax-modem.
5º passo: abra a lista de dispositivos do ícone e clique com o mou-
se sobre o primeiro item. Em seguida, clique no botão
“Propriedades” e na guia “Driver”. Aparecerá a janela a
seguir (figura 4):
Obs.: a instalação do driver que está sendo mostrado nas figuras
é de um controlador de Joystick22. Entretanto, o procedimento
para a instalação de qualquer driver é sempre o mesmo, inde-
pendente do hardware que estiver sendo instalado. Portanto, siga
o procedimento para a instalação dos hardwares de sua máquina
sem se importar em comparar as figuras mostradas nessa aposti-
la com as telas que aparecem em seu micro.
22. Joystick - Controle de videogame próprio para ser instalado em computadores.
Hardware a
ser instalado
Figura 4
Instituto Monitor
126/66
○ ○ ○ ○ ○
6º passo: clique no botão “Atualizar driver”. Um assistente para
atualização do driver se abrirá (figura 5). Nesta tela, cli-
que no botão “Avançar”.
7º passo: o assistente irá perguntar se você deseja que ele procure
o driver automaticamente ou se você quer determinar o
local onde estará o driver. É recomendável deixar a pri-
meira opção selecionada e clicar em avançar.
8º passo: na janela a seguir, iremos especificar onde queremos que
o assistente procure os drivers de configuração das pla-
cas. Mantenha selecionada a opção “Especificar um lo-
cal” e clique em “Procurar”.
Figura 5
Figura 6
Instituto Monitor
126/67
○ ○ ○ ○ ○
9º passo:a seguir, você deverá inserir no drive de CD-ROM o CD com o
driver das placas.
Se sua placa-mãe for on board, ela virá acompanhada de um
CD com o driver de todos os dispositivos necessários. Assim, bas-
tará colocar este CD no drive, selecionar a letra referente à unida-
de do CD-ROM e procurar a pasta correspondente ao hardware
que você está tentando instalar. Por exemplo, o driver da placa de
rede provavelmente estará em uma pasta identificada como “LAN”;
o driver da placa de som deverá estar na pasta identificada como
“SOUND”, e assim por diante.
Se sua placa-mãe for off board, você deve ter adquirido todas
as placas separadamente, e cada uma delas deve ter sido acompa-
nhada de um CD ou disquete. O procedimento é o mesmo, entre-
tanto, você deverá trocar o CD (ou disquete) para cada item de
hardware que for instalado.
Figura 7
Figura 8
Instituto Monitor
126/68
○ ○ ○ ○ ○
Obs.: se o driver estiver em disquete, clique em ;
se o driver estiver em CD-ROM clique em.
10º passo: localizado um arquivo para a instalação do driver, clique
em OK. O assistente dará continuidade à instalação, co-
piando os arquivos necessários para o funcionamento do
hardware.
Mas pode acontecer de o arquivo selecionado não ser o ade-
quado para a instalação do hardware instalado em seu computa-
dor. Neste caso, a instalação não se completará.
Neste caso, você deve retornar à tela da figura 8 e tentar sele-
cionar outra pasta, onde deverá conter o arquivo adequado para
instalação do hardware.
Obs.: ao completar a instalação de cada driver, reinicialize seu
computador.
Figura 9
Figura 10
.
Instituto Monitor
126/69
○ ○ ○ ○ ○
2. Configuração do Vídeo
Após a instalação de todos os drivers, é necessário configurar
corretamente a visualização da tela. Siga os passos a seguir:
1º passo: na área de trabalho do Windows, clique no botão Iniciar
�Configurações �Painel de Controle, e dê um duplo-cli-
que no botão Vídeo.
2º passo: na tela de “Propriedades de vídeo” que aparece, selecio-
ne a guia “Configurações”.
Figura 11
Figura 12
Instituto Monitor
126/70
○ ○ ○ ○ ○
3º passo: em “Área da tela”, arraste o ponteiro até que, abaixo dele,
apareça “800 por 600 pixels”.
4º passo: na opção “Cores”, clique na seta que abrirá a caixa de
listagem. Nesta caixa selecione e clique sobre a opção
High Color (16 bits).
Figura 13
Figura 14
Instituto Monitor
126/71
○ ○ ○ ○ ○
Figura 15
Obs.: a opção True Colors (32 bits) também pode ser utilizada,
mas algumas placas de vídeo não funcionam bem com esta confi-
guração.
5º passo: clique no botão “Aplicar” para aplicar as configurações.
O assistente de configuração de vídeo irá perguntar se
você deseja reiniciar o computador ou aplicar as configu-
rações sem reiniciar. Selecione a primeira opção e clique
em OK.
Após a reinicialização, o computador estará montado e confi-
gurado. Está pronto para ser entregue ao usuário, que poderá ins-
talar os aplicativos de trabalho e começar a trabalhar.
Exercícios Propostos
126/72
○ ○ ○ ○ ○
1 - Para que servem os drivers?
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
2 - Faça a instalação dos drivers do computador que formatou na lição anterior.
Procure utilizar os assistentes sempre que possível ou, quando necessário, pro-
cure os arquivos de drivers nos sites dos fabricantes das placas do seu micro,
para instalar as versões mais atualizadas.
9liç
ão
liç
ão
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/73
○ ○ ○ ○ ○
Introdução à Rede
de Computadores
Introdução
Com o aumento da aplicação do compu-
tador, temos muitas vezes a necessidade de
trocar informações com outros usuários, com-
partilhar dados e periféricos. Como exemplo,
podemos citar uma impressora que é usada
por vários computadores, um cadastro de
cliente que é utilizado por várias pessoas da
mesma empresa. Temos ainda o uso do cor-
reio eletrônico e da Internet.
Após essa lição você saberá conceituar
rede, reconhecer os diferentes tipos de redes
e a velocidade de transmissão.
1. Teleprocessamento,
Telecomunicação, Teleinformática
Devido aos altos investimentos feitos pe-
las empresas para informatizar seus servi-
ços, é natural que cada uma procure otimizar
o uso dos equipamentos e programas, e assim
extrair todos os benefícios oferecidos pela
tecnologia da informática, colocando a em-
presa em condição de enfrentar a acirrada
competição de mercado.
Atenta aos possíveis benefícios e recom-
pensas, e apesar dos riscos, as empresas es-
tão interconectando seus computadores em
ritmo acelerado.
Antigamente as redes eram de difícil ins-
talação e manutenção, exigindo mão-de-obra
altamente qualificada, utilizando terminais
“não inteligentes” e um servidor dedicado, que
fazia todo o processamento. Atualmente esta
história mudou muito, pois encontramos kits
para instalação de redes que qualquer pessoa
pode utilizar. Os terminais hoje são inteligen-
tes e o servidor pode ser compartilhado.
Por sua vez, o processamento distribuído
a distância continuou tendo seus recursos
tecnológicos em evolução e, atualmente, é
realizado por equipamentos de pequeno e
grande portes.
O processamento distribuído in loco (no
local), pode ser feito utilizando-se linhas
telefônicas de cabos trançados, coaxiais ou
de fibra ótica. O processamento distribuído
a distância, além dos cabos telefônicos, pode
utilizar também microondas e satélites de
comunicação.
Quando o processamento distribuído é
realizado a uma distância entre 100 metros e
10 km, é classificado como rede local (LAN –
Local Area Network). Quando a distância for
superior a 10 km, é classificada como rede a
distância (WAN – Wide Area Network).
O processamento distribuído também é
chamado de teleprocessamento, telecomuni-
cação, teleinformática.
2. Redes a Distância (WAN)
São redes que ligam dois ou mais computa-
dores colocados a distância, desde a distância
existente entre bairros de uma mesma cidade,
até a que separa continentes. Para esse tipo de
rede, utiliza-se comunicação via satélite.
Instituto Monitor
126/74
○ ○ ○ ○ ○
Como os sinais digitais enviados pelo computador tendem a
enfraquecer ao atravessar grandes distâncias, além de estarem
sujeitos a influências de ruídos ou interferências provocadas por
altas tensões, é necessário protegê-los, modulando-os para o for-
mato de sinais analógicos. Para obter-se essa transformação, in-
tercala-se entre o computador-origem e o computador-destino um
modem.
Para otimizar o uso de linhas de processamento a distância,
podem ser utilizados vários recursos complementares, como por
exemplo:
FEP (Front End Processor) – unidade de controle de comunicação
que tem a função de gerenciar a comunicação de dados entre equi-
pamentos.
Multiplexador – pode emitir (assim como receber) sinais para vá-
rios computadores.
COMPUTADOR F.E.P.
MULTIPLEXADOR
MODEM
MODEM
MODEM
MODEM
MODEM
MODEM
MULTIPLEXADOR
CONCENTRADOR
COMPUTADOR
COMPUTADOR
COMPUTADOR
COMPUTADOR
COMPUTADOR
COMPUTADOR
COMPUTADOR MODEM MODEM COMPUTADOR
Sinais Digitais Sinais Analógicos
Instituto Monitor
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/75
○ ○ ○ ○ ○
3. Redes Locais
Os microcomputadores foram desenvolvi-
dos sob o enfoque do uso individual. Dessa
forma os programas, arquivos, banco de dados,
impressoras, etc., somente podiam ser
utilizados por um único micro. Se uma empre-
sa possuísse mais que um micro, ela deveria ter
tantos programas, arquivos, impressoras, etc.,
quantos fossem eles. Isso, além de encarecer o
sistema,constantemente provocava
desencontro entre as informações obtidas,
devido às desigualdades de dados nos arquivos
que nem sempre eram checados ou igualados.
Esta deficiência, que o uso isolado dos
micros apresentava, foi resolvida sendo como
referência o processamento on-line dos main-
frames, criando-se redes locais para micros,
em que os recursos de um computador podem
ser compartilhados por outros.
4. Velocidade de Transmissão
A maioria dos modems permitem aos
usuários selecionar a velocidade de transmis-
são dos bits entre os equipamentos. Depen-
dendo do meio físico utilizado para transporte
dos sinais, a velocidade é importante para a
segurança e integridade dos bits.
Quando se utiliza uma linha telefônica
discada, é recomendado o uso de transmissão
lenta, por volta de 1.200 a 2.400 bps (bits por
segundo), pois esta forma de transmissão está
sujeita a cruzamento de linhas, ruídos
provocados por cabos de alta tensão, etc.
Se o veículo for uma linha telefônica priva-
tiva, essa velocidade pode subir para 9.600 bps,
mas se forem usados microondas ou satélites,
essa velocidade pode ser de, no mínimo, de 16.000
bps.
Atualmente, com recursos mais evoluí-
dos, é possível atingir uma velocidade maior
que 40 megabits por segundo.
5. Alguns Conceitos Utilizados
Nodo da rede ou Nó de rede: qualquer dispo-
sitivo conectado a uma rede, como computa-
dores (terminais), disk-drive, impressoras,
etc.
Redes homogêneas: são redes que possuem
somente equipamentos de uma mesma famí-
lia de computadores.
Redes heterogêneas: são redes que possuem
equipamentos de padrões distintos.
Servidor: nodo que é utilizado por outros no-
dos; por exemplo, um equipamento que pos-
sui um banco de dados ou um modem para
uso comum.
Cliente: nodo que utiliza ou depende do servi-
dor.
6. Arquitetura das Redes Locais
As arquiteturas das redes variam confor-
me a maneira que os nodos estão conectados
fisicamente à rede. A essa variação dá-se o
nome de topologia.
Existem três topologias básicas e uma
série de topologias híbridas, que nada mais
são que redes formadas por mais de uma to-
pologia básica.
6.1 Topologias Básicas
Topologia estrela (star): possui um nodo cen-
tral (servidor) que, além de centralizar as in-
formações, possibilita a comunicação entre
os demais terminais e periféricos. A desvan-
tagem desta topologia é que, se ocorrer algu-
ma interrupção no servidor, a rede fica
comprometida.
Esta arquitetura é característica das re-
des do tipo cliente/servidor, pois nada pode
ser feito sem o auxílio do servidor.
Instituto Monitor
126/76
○ ○ ○ ○ ○
Topologia em anel (ring): os nodos estão conectados a um condutor
de sinais fechados nos seus extremos. Os dados circulam em uma
direção preestabelecida. Como a tendência natural dos sinais é
perder energia, em cada terminal ou periférico eles vão sendo am-
plificados e remetidos ao nodo seguinte, até encontrar o nodo-des-
tino. Para que isso aconteça, precedendo os dados, é emitido o código
do nodo-destino, o único que acolherá as informações.
Topologia em barramento (BUS): é a mais simples e econômica das to-
pologias. Trata-se de um cabo por onde transitam as informações e onde
estão conectados os nodos. Os sinais transmitidos por um nodo se di-
fundem pela rede até encontrar o nodo-destino. Como o veículo de trans-
porte de sinais é um cabo aberto em suas extremidades, ele permite a
inclusão ou exclusão de nodos, sem prejuízo para a rede. Acoplados às
duas extremidades do cabo, existem terminais denominados casadores
de impedâncias, cuja finalidade está em comunicar um sinal externo ao
sinal da rede e da rede a um externo, sem perda de informação.
MICRO
MICRO
MICRO MICRO MICRO
MICRO MICRO
IMPRESSORA
BANCO
DE
DADOS
BANCO
DE
DADOS
MICRO
IMPRESSORA
MICRO
MICRO MICRO
MICRO
MICRO
MICRO
MICRO
NODO
CENTRAL
IMPRESSORA
BANCO
DE
DADOS
Instituto Monitor
126/77
○ ○ ○ ○ ○
As topologias anel e barramento podem ser incluídas tanto no
tipo de rede cliente/servidor, como no tipo ponto a ponto.
6.2 Modo de Transmissão
Os dados transmitidos por cabo podem ser feitos no modo serial
ou no modo paralelo.
Transmissão Serial: os bits de um byte são transmitidos em se-
qüência, bit a bit, um após o outro. É mais conveniente para longa
distância.
Transmissão Paralela: existem vários fios ligados em paralelo, for-
mando um “chicote”. Normalmente, este chicote tem oito fios, o
que permite que os bits de um byte sejam transmitidos juntos, um
em cada fio, até o destino.
A transmissão paralela elimina o custo com equipamento para
reagrupar os bits e formar o byte, porém, o cabo paralelo custa
bem mais caro. Habitualmente, usa-se a transmissão paralela so-
mente entre a CPU e os periféricos.
A transmissão pode ser assíncrona ou síncrona.
Transmissão Assíncrona: a informação é enviada a qualquer mo-
mento. Cada grupo de oito bits é precedido de um bit start, que
indica o início do byte, e no final do grupo vem um bit stop. Esta
forma de transmissão usa uma velocidade baixa, no máximo 1.200
bauds (unidade de medida da velocidade de transmissão dos da-
dos).
Transmissão Síncrona: tanto o equipamento emissor como o re-
ceptor dispõem de um clock que controla a duração de cada trans-
missão. Esse tempo é constante, de maneira que os bits podem ser
remetidos continuamente, sem separação. Esse modo de transmis-
são pode alcançar velocidades de 2.400, 4.800, 9.600 e 19.200 bauds.
Com relação à direção do fluxo dos dados, existem três modos
de transmissão: simplex, semiduplex e duplex.
Simplex: a transmissão de dados é feita somente em um único sen-
tido. Exemplo: do teclado para a CPU, ou da CPU para a impressora.
SIMPLEX
ESTAÇÃO
RECEPTORA
ESTAÇÃO
EMISSORA
Instituto Monitor
126/78
○ ○ ○ ○ ○
Semiduplex (half-duplex): as informações transitam nos dois sen-
tidos, mas em tempos alternados. Dessa forma, temos, num pri-
meiro momento, a estação 1 como emissora e a 2 como receptora.
No momento seguinte, as funções se invertem.
Este processo de transmissão oferece um custo relativamente
baixo.
Duplex (full-duplex): sistema utilizado geralmente em teleproces-
samento. A comunicação é feita simultaneamente nos dois senti-
dos. Este sistema é rápido e eficiente, mas devido ao seu custo
elevado, causado pelo uso de equipamentos de sistema operacional
sofisticado, não é muito utilizado.
As transmissões semiduplex e duplex podem ser feitas utili-
zando duas ou quatro linhas de comunicação.
7. Protocolos de Rede
São as regras que governam a transmissão de dados, incluindo
inicialização, verificação, endereçamento, coleta e correção de
dados. Podemos também dizer que são a parte do sistema opera-
cional incumbida de ditar as regras de comunicação entre os com-
putadores e dispositivos envolvidos na rede.
Os tipos mais utilizados atualmente são:
TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol): conjun-
to de protocolos em camadas que permitem o uso de aplicações
compartilhadas entre PCs, hosts (computador ou servidor de uma
rede) ou estações de trabalho em ambiente de comunicação de alta
velocidade. É utilizado como padrão para Internet e redes WANs.
SEMIDUPLEX
OU
ESTAÇÃO
1
ESTAÇÃO
2
DUPLEX
ESTAÇÃO
1
ESTAÇÃO
2
Instituto Monitor
126/79
IPX/SPX (Internet Packet Exchange/Sequence Packet Exchange): 
suporta pequenas e médias redes. IPX é o protocolo de comunica­
ção do Novell Netware que cria, mantém e finaliza conexões entre 
dispositivos de rede, tais como estações de trabalho e servidores. 
SPX é o protocolo de comunicação de Netware usado para con­
trolar o transporte de mensagem pela rede.
NetBeui (Network Basic End User Interface): versão avançada do 
protocolo NetBIOS (protocolo de rede normalmente usado para 
redes locais de PC). Possui um frame (estrutura) de transporte for­
malizado, usado por sistemas operacionais de rede como Windows 
para Workgroups e Windows NT/2000.
No Painel de Controle do Windows, em configurações avan­
çadas da rede, devemos selecionar como protocolos IPX/SPX, por 
ser mais simples de definir e proporcionarum melhor desempenho, 
e o TCP/IP, caso você vá utilizar a Internet.
8. Componentes de Hardware
São os equipamentos necessários para a instalação da rede.
8.1 Rede Local (LAN)
Placa de Rede (adaptador): é semelhante a qualquer outra placa 
de interface. Sua instalação é semelhante à insta­
lação de uma placa de modem. Serve para 
converter o fluxo serial de bits da rede 
em sinais paralelos bem comportados 
para o PC. A placa deve ser compatível 
com o sistema operacional da rede esco­
lhida e, para um bom desempenho, deve 
ser conectada a um barramento PCI ou 
VESA.
Fiação: pode ser par trançado, cabo coaxial ou fibra óptica.
Instituto Monitor
126/80
○ ○ ○ ○ ○
Hub: conecta os cabos das placas da rede de maneira a construir
uma rede. Além disso, o Hub isola os diferentes componentes desta
rede de maneira a evitar que problemas em um nó se propaguem
por ela. Os Hubs têm normalmente 8 a 12 portas, sendo que, para
conectar mais nós, empregam-se dois ou mais Hubs.
Switch: a velocidade dos dados dentro de cada rede diminui com o
aumento do número de nós, pois quanto maior uma rede, menor o
tempo disponível para cada nó se comunicar. Uma ponte (switch)
divide a rede em duas ou mais, aumentando a sua velocidade. A
ponte só envia mensagens de uma rede para outra caso a mensagem
se destine a ela. É a solução mais simples quando uma rede começa
a saturar.
Router (roteador): permite a conexão de duas ou mais redes, prin-
cipalmente se estas estiverem afastadas entre si.
8.2 Rede a Distância (WAN)
Terminal Remoto: normalmente é composto por um teclado e um
terminal de vídeo. Também pode ser uma impressora ou outras uni-
dades de entrada/saída de dados.
Modem: enquanto os computadores trabalham com sinais digitais
(1 e 0), os sistemas de telecomunicações (linhas telefônicas, satéli-
tes e outros) trabalham com sinais analógicos. Como você já sabe, o
modem é o componente responsável por converter os sinais digi-
tais dos computadores em sinais analógicos para as linhas de co-
municação e vice-versa.
Meio de Transmissão: pode ser uma linha privativa, fibra óptica, etc.
Exercícios Propostos
126/81
○ ○ ○ ○ ○
1 - As afirmações a seguir referem-se à aplicação de redes nas empresas:
I. Atualmente, são suficientes somente microcomputadores para montar
uma rede corporativa.
II. A montagem de uma rede é difícil e precisa de profissionais altamente
qualificados.
III. Não é possível compartilhar um servidor de dados em uma rede corporativa.
Estão corretas as afirmações:
a) Somente a I.
b) I, II e III.
c) I e III.
d) II e III.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.
2 - Complete
a) Quando o processamento em uma rede ultrapassa uma distância de 10 km,
este tipo de rede é chamada de ___________.
b) Quando o processamento é local, a rede é chamada de ____________.
3 - Relacione as colunas:
a) Redes homogêneas
b) Redes heterogêneas
c) Nó da rede
d) Servidor
e) Cliente
( ) Equipamento com um banco de dados ou
modem para uso comum.
( ) Nó que utiliza ou depende do servidor.
( ) Qualquer dispositivo conectado à uma rede.
( ) Redes que possuem somente equipamentos
semelhantes.
( ) Redes que possuem equipamentos distintos.
126/82
○ ○ ○ ○ ○
4 - Determine a topologia da rede, segundo os desenhos apresentados:
5 - Qual é a diferença entre transmissão síncrona e assíncrona?
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
6 - O que são protocolos de rede?
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
a)
b)
c)
Micro Servidor Micro Micro Impressora
Micro
Micro
Micro
Servidor Micro
Servidor
MicroMicro
Micro Impressora
Micro
a)
b)
c)
Respostas dos Exercícios Propostos
126/83
○ ○ ○ ○ ○
Lição 1
1 - Resposta Pessoal
2 - B / C / E / A / D
3 - Resposta Pessoal. Comentário: A evolução da informática muito contribuiu
para a evolução mundial. Hoje, do seu escritório, você pode, através de um
computador ligado à Internet, controlar o microondas da sua residência, a
máquina de lavar roupas, o ar-condicionado e, até mesmo, com a ajuda de um
circuito de câmeras, ver tudo o que se passa no interior da sua casa em tempo
real.
Esta é uma realidade não apenas de 1º mundo. No Brasil, algumas escolas de
educação infantil já oferecem este tipo de serviço, permitindo aos pais acom-
panhar o desenvolvimento de seus filhos como se estivessem ao seu lado, usan-
do um computador e uma linha telefônica.
Lição 2
1 - F / H / P / S / H
H / S / F / P / P
S / P / H / H / S
2 - O lançamento de um novo software geralmente vem acompanhado do lançamen-
to de uma máquina mais potente para o uso do mesmo ou vice-versa e, ao mesmo
tempo, o peopleware tem que se especializar na utilização do novo produto.
Lição 3
1 - Desativado, representado por Ø e ativado, representado por 1.
2 - C
3 - B / A / C / E / D
Instituto Monitor
126/84
○ ○ ○ ○ ○
Lição 4
1 - B
2 - B
3 - B / C / D / A
4 - C / A / B / D
5 - A placa aceleradora é independente, tendo sua própria memória e processa-
dor, e possibilita a visualização de imagem em alta velocidade. Já a placa on
board vem acoplada à placa-mãe, utilizando memória RAM como memória de
vídeo.
6 - a) Monitor de vídeo
b) Processador
c) Memória RAM
d) Scanner
e) Placa-mãe
f) Placa de som
7 - a) escrita / leitura
b) ROM
c) armazenamento de informações
d) regravável
e) CD´s comuns / CD-R / CD-RW / DVD´s
8 - C / A / B
9 - B / C / B / A
Lição 6
1 - B
2 - É um programa necessário à ativação e à coordenação dos vários elemen-
tos do hardware. Exemplos: DOS, Windows 95/98/ME, Windows XP, Windo-
ws NT/2000, Linux e MAC OS.
3 - Porque o código é aberto e o programa é utilizado gratuitamente pelas empre-
sas. Além disso, pode-se fazer alterações no código fonte da programação, cor-
rigindo problemas ou sugerindo melhorias.
Instituto Monitor
126/85
○ ○ ○ ○ ○
Lição 7
1 - A formatação prepara o HD para uso, criando trilhas e setores que receberão
os dados.
Lição 8
1 - São programas que contém informações para o correto funcionamento dos
elementos de hardware.
Lição 9
1 - A
2 -
a) WAN
b) LAN
3 - D / E / C / A / B
4 - a) Barramento
b) Estrela
c) Anel
5 - Na transmissão síncrona a troca de informações ocorre em tempo real e é
constante. Na transmissão assíncrona, a troca de informações é feita em de-
terminados momentos, não acontecendo em tempo real.
6 - São as regras que governam a transmissão de dados, incluindo inicialização,
verificação, endereçamento, coleta e correção de dados.
Bibliografia
126/86
○ ○ ○ ○ ○
MARTINS, Marcelo Palmieri
Apostila Básica de Unix
download da Internet, site www.assintel.com.br/sites/jpcr
Manual Prático do Hardware
São Paulo, 1ª edição, Editora Escala, 2001.
BASTOS, Arilson.
Manutenção de Monitores de Vídeo
Rio de Janeiro, Editora Seltron, 2001.
TORRES, Gabriel.
Hardware, Curso Completo
Rio de Janeiro, Editora Axcel Books, 1996.
Curso de Eletrônica, Rádio e TV
Instituto Monitor.
Apostila de Fundamentos de Informática
Instituto Monitor.
Webgrafia
do site www.thebox.org.br
do site www.windowsxponline.hpg.com.br
do site www.macnews.com.br
Clube do Hardware: www.gabrieltorres.com
Pesquisa de Avaliação
126 - Fundamentos de Informática,
Montagem e Manutenção de
Microcomputadores
Nome (campo não obrigatório): _______________________________________________________________
No de matrícula (campo não obrigatório): _____________________
Curso Técnico em:
Eletrônica Secretariado Gestão de Negócios
Transações Imobiliárias Informática Telecomunicações
Contabilidade
QUANTO AO CONTEÚDO
1)A linguagem dos textos é:
a) sempre clara e precisa, facilitando muito a compreensão da matéria estudada.
b) na maioria das vezes clara e precisa, ajudando na compreensão da matéria estudada.
c) um pouco difícil, dificultando a compreensão da matéria estudada.
d) muito difícil, dificultando muito a compreensão da matéria estudada.
e) outros: ______________________________________________________
2) Os temas abordados nas lições são:
a) atuais e importantes para a formação do profissional.
b) atuais, mas sua importância nem sempre fica clara para o profissional.
c) atuais, mas sem importância para o profissional.
d) ultrapassados e sem nenhuma importância para o profissional.
e) outros: ______________________________________________________
3) As lições são:
a) muito extensas, dificultando a compreensão do conteúdo.
b) bem divididas, permitindo que o conteúdo seja assimilado pouco a pouco.
c) a divisão das lições não influencia Na compreensão do conteúdo.
d) muito curtas e pouco aprofundadas.
e) outros: ______________________________________________________
Caro Aluno:
Queremos saber a sua opinião a respeito deste fascículo que você acaba de estudar.
Para que possamos aprimorar cada vez mais os nossos serviços, oferecendo um
material didático de qualidade e eficiente, é muito importante a sua avaliação.
Sua identificação não é obrigatória. Responda as perguntas a seguir assinalando
a alternativa que melhor corresponda à sua opinião (assinale apenas UMA
alternativa). Você também pode fazer sugestões e comentários por escrito no
verso desta folha.
Na próxima correspondência que enviar à Escola, lembre-se de juntar sua(s)
pesquisa(s) respondida(s).
O Instituto Monitor agradece a sua colaboração.
A Editora.
QUANTO AOS EXERCÍCIOS PROPOSTOS
4) Os exercícios propostos são:
a) muito simples, exigindo apenas que se decore o conteúdo.
 b) bem elaborados, misturando assuntos simples e complexos.
c) um pouco difíceis, mas abordando o que se viu na lição.
d) muito difíceis, uma vez que não abordam o que foi visto na lição.
e) outros: ______________________________________________________
5) A linguagem dos exercícios propostos é:
a) bastante clara e precisa.
b) algumas vezes um pouco complexa, dificultando a resolução do problema proposto.
c) difícil, tornando mais difícil compreender a pergunta do que respondê-la.
d) muito complexa, nunca consigo resolver os exercícios.
e) outros: ______________________________________________________
QUANTO À APRESENTAÇÃO GRÁFICA
6) O material é:
a) bem cuidado, o texto e as imagens são de fácil leitura e visualização, tornando o estudo bastante agradável.
b) a letra é muito pequena, dificultando a visualização.
c) bem cuidado, mas a disposição das imagens e do texto dificulta a compreensão do mesmo.
d) confuso e mal distribuído, as informações não seguem uma seqüência lógica.
e) outros: ______________________________________________________
7) As ilustrações são:
a) bonitas e bem feitas, auxiliando na compreensão e fixação do texto.
b) bonitas, mas sem nenhuma utilidade para a compreensão do texto.
c) malfeitas, mas necessárias para a compreensão e fixação do texto.
d) malfeitas e totalmente inúteis.
e) outros: ______________________________________________________
Lembre-se: você pode fazer seus comentários e sugestões, bem como apontar
algum problema específico encontrado no fascículo. Sinta-se à vontade!
PAMD1
Sugestões e comentários
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
1/4
○ ○ ○ ○ ○
1 - Para a montagem do computador deve-se seguir determinados passos:
1. Abrir o gabinete.
2. Passar a pasta térmica no processador.
3. Encaixar a bandeja no gabinete.
4. Instalar as unidades de disco.
5. Retirar a bandeja.
6. Encaixar o cooler.
7. Jumpear a BIOS para “Normal BIOS”.
8. Conectar as demais placas.
9. Encaixar o processador PGA na motherboard.
10. Ligar o cabo do cooler à placa mãe.
11. Encaixar a memória RAM.
Aplicando os princípios de montagem, selecione a seqüência correta:
a) 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11
b) 1 - 5 - 7 - 9 - 2 - 6 - 10 - 3 - 8 - 11 - 4
c) 1 - 2 - 10 - 5 - 7 - 3 - 9 - 11 - 4 - 6 - 8
d) 2 - 4 - 6 - 8 - 10 - 1 - 3 - 5 - 7 - 9 - 11
2 - No CD-ROM usamos três cabos. São eles:
a) Cabo de som, cabo da fonte e cabo de telefone.
b) Cabo da fonte, cabo de dados e cabo de telefone.
c) Cabo de som, cabo da fonte e cabo de dados.
d) Cabo de rede, cabo de som e cabo de dados.
Nome: .....................................................................................................................................................................................
Nº de Matrícula: ................................................................. Nota: .........................................
126 - Fundamentos de Informática, Montagem e
Manutenção de Microcomputadores
••••• PPPPPararararara os alunos matriculados nos cursos ofa os alunos matriculados nos cursos ofa os alunos matriculados nos cursos ofa os alunos matriculados nos cursos ofa os alunos matriculados nos cursos oficiaisiciaisiciaisiciaisiciais, estes exercícios simulados são opcionais.
Caso deseje, eles podem ser enviados aos nossos professores de plantão, que farão a
correção e os devolverão com as devidas observações.
••••• PPPPPararararara os alunos matriculados nos cursos livra os alunos matriculados nos cursos livra os alunos matriculados nos cursos livra os alunos matriculados nos cursos livra os alunos matriculados nos cursos livreseseseses, estes exercícios simulados terão o valor de
provas, realizadas a distância, e devem ser obrigatobrigatobrigatobrigatobrigatoriamentoriamentoriamentoriamentoriamenteeeee enviados para correção. Sua
aprovação lhe conferirá seu Certificado de Conclusão.
••••• O endereço para envio dos exercícios simulados em ambos os casos é:
Caixa Postal 2722 Rua dos Timbiras, 257/263 - Centro
01009-972 - São Paulo - SP 01208-010 - São Paulo - SP
••••• AAAAAtttttenção:enção:enção:enção:enção: para questões de múltipla escolha, existe apenas UMA alternativa correta em cada uma.
ou
Instruções:Instruções:Instruções:Instruções:Instruções:
2/4
○ ○ ○ ○ ○
3 - Para denominar o tipo de rede, uma das formas é a definição da distância. Aponte a distância para:
a) Rede LAN: _________________________________________
b) Rede WAN: ________________________________________
4 - Um fabricante anuncia um monitor de vídeo com a resolução de 1280 x 768 pixels. A característica deste monitor, que pode
ser inferida pelo anúncio é:
a) sua tela pode exibir uma imagem digitalizada com 1280 colunas e 768 linhas;
b) sua tela pode exibir imagens digitalizadas com 1280 pontos por polegadas nas linhas;
c) sua tela exibir imagens digitalizadas com 768 pontos por polegada nas colunas;
d) sua tela pode exibir uma imagem digitalizada com 1280 linhas e 768 colunas;
e) cada ponto da tela pode ter 1280 x 768 cores.
5 - A capacidade de um disco Winchester é de 2 Gb. Sabendo que uma folha de texto tem em média 2 Kb,
a quantidadede folhas de texto que pode ser armazenada no disco é:
a) 1.000.000
b) 100.000
c) 10.000
d) 1.000
e) 100
6 - A figura abaixo mostra um gabinete (CPU) normal de computador.
Os componentes, 1, 2 e 3 da figura são, respectivamente:
a) zip drive, fita de backup, reset;
b) fita de backup, reset, ventilação;
c) disco rígido, zip drive, CD-ROM;
d) CD-ROM, botão liga/desliga, drive 3 1 2;
e) drive 3 1 2, botão liga/desliga, disco rígido.
7 - Os dois meios de transmissão mais empregados em redes locais são:
a) cabo coaxial e infra-vermelho;
b) par trançado e infra-vermelho;
c) par trançado e cabo coaxial;
d) cabo coaxial e enlace de rádio;
e) fibra óptica e enlace de rádio.
8 - A tecnologia empregada nos computadores de terceira geração é a dos (das):
a) Relés
b) Transistores
c) Diodos semicondutores
d) Circuitos integrados
e) Válvulas eletrônicas
9 - A arquitetura do PC-Pentium baseia-se em barramento de:
a) 8 bits
b) 64 bits
c) 32 bits
d) 16 bits
e) 128 bits
3/4
○ ○ ○ ○ ○
10 - A taxa de transferência de uma unidade de CD-ROM de dupla velocidade (2x) é de:
a) 150 Kbps
b) 1200 Kbps
c) 600 Kbps
d) 900 Kbps
e) 300 Kbps
11 - É função da BIOS:
a) guardar informações de aplicativos em andamento;
b) acionar a impressora conectada ao sistema;
c) teste de memórias ao ligar o microcomputador;
d) fornecer dados ao hardware de como deve ser feito o processamento;
e) funcionar como um sistema de código aberto gratuito.
12 - Em geral, o dispositivo que apresenta maior capacidade de armazenamento de dados em um microcomputador é o(a):
a) disco flexível;
b) disco rígido;
c) memória RAM instalada;
d) memória ROM;
e) memória cache instalada.
13 - Quando o computador é desligado, são perdidos os dados contidos no(a):
a) CD-ROM;
b) disco rígido;
c) memória RAM;
d) memória ROM;
e) disco flexível.
14 - No que tange à memória RAM de um microcomputador, podemos afirmar que ela:
a) é a memória de acesso aleatório;
b) é a memória de leitura;
c) é gravada na fábrica;
d) é permanente, ou seja, não-volátil;
e) tem seu conteúdo apagado somente através de programação.
15 - O Sistema Operacional pode ser definido como a interface entre o micro e o usuário e que, através de um conjunto de
programas e arquivos, administra as operações e comandos executados. Entre as suas funções NÃONÃONÃONÃONÃO se inclui:
a) gerenciar os recursos de hardware;
b) gerenciar o tempo de CPU gasto pelos usuários;
c) gerenciar a comunicação via rede;
d) permitir a gravação de arquivos;
e) prover ambiente adequado ao desenvolvimento de programas.
16 - Podemos definir Protocolo de Rede como a(o):
a) linguagem/programa utilizado para se efetivar a comunicação;
b) senha que viabiliza a conexão;
c) software que permite a integração dos equipamentos à rede;
d) hardware que permite o acesso físico do micro à rede;
e) password comum a todos os micros conectados à rede.
4/4
○ ○ ○ ○ ○
17 - Nos microcomputadores atuais, normalmente o microprocessador é:
a) montado num soquete/slot da placa-mãe;
b) a própria placa-mãe;
c) um componente fixo na placa-mãe;
d) montado numa placa de expansão;
e) montado direto num barramento da placa-mãe.
18 - A unidade de medida de resolução de uma impressora é dada em:
a) CPS
b) DPI
c) LPM
d) PPM
e) BPM
19 - Um dos pacotes gráficos mais eficientes e utilizados atualmente é o:
a) Paintbrush
b) Excel
c) Coreldraw
d) Visual Basic
e) Word
20 - Os três serviços oferecidos por estações servidoras de rede local são:
a) arquivo, impressão e comunicação;
b) processamento, impressão e interface gráfica;
c) processamento, escalonamento de tarefas e interface gráfica;
d) processamento, arquivo e escalonamento de tarefas;
e) arquivo, impressão e escalonamento de tarefas.CD-ROM ................................................................................ 47
9.1 Ligação do Cabo de Som na Placa-mãe ................................................. 48
9.2 Ligação do Cabo de Som ao CD-ROM ................................................... 48
10. Instalação das Unidades de Disco ............................................................. 48
10.1 HD .......................................................................................................... 48
10.2 Drive de Disquete de 3½”..................................................................... 49
11. Ligação da Fonte ........................................................................................ 49
11.1 Fonte AT ................................................................................................ 49
11.2 Fonte ATX ............................................................................................. 50
11.3 Outras Ligações da Fonte ..................................................................... 50
12. Indicações Finais ........................................................................................ 51
126/7
○ ○ ○ ○ ○
Lição 6 – BIOS, SETUP e Sistema Operacional
Introdução .............................................................................................................. 53
1. BIOS .............................................................................................................. 53
2. SETUP........................................................................................................... 53
3. Sistema Operacional .................................................................................... 54
3.1 Conceito de Software .............................................................................. 54
3.2 O Sistema Operacional ........................................................................... 54
Exercícios Propostos ............................................................................................. 56
Lição 7 – Formatação de um Hard-Disk
Introdução .............................................................................................................. 57
1. Preparação do HD......................................................................................... 57
1.1 Criando a Partição Primária................................................................... 57
1.2 Formatando o HD .................................................................................... 58
2. Instalação do Windows ................................................................................. 58
Exercícios Propostos ............................................................................................. 61
Lição 8 – Instalação dos Drivers
Introdução .............................................................................................................. 63
1. Instalação dos Drivers .................................................................................. 63
2. Configuração do Vídeo ................................................................................. 69
Exercícios Propostos ............................................................................................. 72
Lição 9 – Introdução à Rede de Computadores
Introdução .............................................................................................................. 73
1. Teleprocessamento, Telecomunicação, Teleinformática ........................... 73
2. Redes a Distância (WAN) ............................................................................. 73
3. Redes Locais ................................................................................................. 75
4. Velocidade de Transmissão.......................................................................... 75
5. Alguns Conceitos Utilizados ........................................................................ 75
6. Arquitetura das Redes Locais ..................................................................... 75
6.1 Topologias Básicas .................................................................................. 75
6.2 Modos de Transmissão ............................................................................ 77
7. Protocolos de Rede ....................................................................................... 78
8. Componentes de Hardware .......................................................................... 79
8.1 Rede Local (LAN) ................................................................................... 79
8.2 Rede a Distância (WAN) ......................................................................... 80
Exercícios Propostos ............................................................................................. 81
Respostas dos Exercícios Propostos ..................................................................... 83
Bibliografia ............................................................................................................. 86
Apresentação
126/�
A informática causou uma verdadeira revolução no sistema de co-
municação e de administração no mundo todo. Hoje, a informática é 
uma importante aliada em qualquer atividade profissional, agilizando 
processos e documentos e proporcionando facilidades no dia-a-dia 
pessoal e empresarial.
As primeiras experiências com a informática no Brasil datam da 
década de 70, com computadores de grande porte, somente utilizados 
por grandes empresas. O sistema de informática era usado para banco 
de dados (relatórios, cartas, cadastro de clientes) e planilhas simples 
(tabelas de cálculos).
A década de 80 registra a primeira grande mudança na informática, 
quando, nos Estados Unidos, foi lançado o computador de pequeno por-
te para uso pessoal, mais conhecido como PC (Personal Computer) ou 
microcomputador, pela pioneira no setor, a IBM. Foi um avanço tecno-
lógico no equipamento, embora todo o sistema de operações (programas) 
tivesse linguagem semelhante à dos computadores de grande porte.
Várias empresas surgiram neste período, fabricando programas cada 
vez mais avançados e específicos para cada atividade empresarial.
Foi a partir de 1985 que outra gigante do setor americano, a Micro-
soft, lançou um programa para o computador PC, capaz de gerenciar 
várias tarefas ao mesmo tempo, como por exemplo processar textos, 
elaborar tabelas e gráficos, ilustrar, agendar, gerenciar bancos de dados, 
entre outras atividades, denominado Windows. Um programa capaz de 
substituir vários equipamentos que normalmente ocupam muito lugar 
na mesa de escritório, como a máquina de escrever, máquina de calcular, 
agenda, arquivo, etc.
O Windows introduziu o conceito de “janelas”, onde cada programa, 
para ser utilizado, possui uma janela que deve ser aberta.
No Brasil, esta tecnologia esteve disponível a partir de 1990, com 
a abertura das importações. Em menos de 10 anos o mercado nacio-
nal avançou quase duas décadas em tecnologia, recuperando o tempo 
perdido, tendo em vista que a indústria nacional de informática estava 
limitada às restrições do governo (reserva de mercado).
Instituto Monitor
126/9
○ ○ ○ ○ ○
A informática, atualmente, está disponível para uso pessoal ou
profissional. Qualquer empresa depende da informática para agili-
zar seu atendimento aos clientes e administrar melhor o dia-a-dia.
Tarefas administrativas como gerenciamento financeiro, contabili-
dade, controle de estoque, relatório de vendas, documentação em
geral, contas a pagar e a receber, distribuição e entrega, telemarke-
ting, folha de pagamento de funcionários, entre outras, necessitam
da informática para garantir agilidade e produtividade.
Outra grande transformação no mercado de informática foi a
criação da “internet”, sistema através do qual as pessoas podem
comunicar-se mundialmente, por meio de uma conexão entre o
computador e uma linha telefônica, via satélite ou rádio.
À medida que os equipamentos ou os programas avançam tec-
nologicamente, umainfinidade de produtos e serviços nascem pa-
ralelamente para dar suporte e melhorar o desempenho de
utilização do computador. Por isso, a informática tem uma lingua-
gem própria, com palavras novas e conceitos bem definidos.
Neste fascículo você irá se familiarizar com esta fantástica
máquina – o microcomputador -, conhecer os fundamentos da com-
putação e os principais programas para usar no seu dia-a-dia pro-
fissional.
Bom estudo!
1liç
ão
liç
ão
126/11
	 	 	 Um	Pouco	de	
	 	 	 História	da	Computação		
Introdução 
É	 importante	 conhecer	 o	 processo	 de	 evolução	 tecnológica	
dos	equipamentos	de	informática	para	que	possamos	lidar	com	
os	diversos	recursos	e	utilidades	de	uma	máquina.	Mas,	mais	que	
isso,	estar	informado	a	respeito	dessa	evolução	torna	o	profissional	
apto	a	compreender	o	raciocínio	humano	que	concebeu	o	que	hoje	
consideramos	uma	máquina	indispensável.
O	objetivo	desta	lição	é	explicar	as	várias	gerações	de	desen-
volvimento	do	computador,	bem	como	suas	características.
1. A Necessidade de Calcular
Já	na	Antigüidade,	o	homem	começou	a	perceber	a	necessida-
de	de	realizar	cálculos	quando,	ao	sair	com	os	seus	animais	para	
o	pasto,	quis	verificar	se	retornava	com	a	mesma	quantidade	de	
animais.	Naquela	época,	para	calcular,	os	homens	comparavam	
seu	rebanho	com	a	quantidade	de	pedras.
Instituto Monitor
126/12
Mas	o	mundo	evoluiu,	e	o	homem	passou	a	precisar,	cada	vez	
mais,	de	máquinas	que	o	ajudassem	a	calcular.	Assim,	surgiram	
diversos	instrumentos	que	auxiliavam	a	realização	de	cálculos.	
Veja	alguns	deles:
2. Evolução Tecnológica dos Computadores
Para	efeitos	de	exposição	de	seu	histórico,	o	desenvolvimento	
dos	computadores	foi	dividido	em	gerações,	sendo	que	cada	ge-
ração	é	caracterizada	por	um	avanço	significativo	na	tecnologia	
aplicada.
2.1 Primeira Geração
Caracterizada	pelo	uso	de	válvulas	na	composição	eletrônica	
de	um	computador,	a	primeira	geração	vai	de	1946	até	1958.
	 	 	
				3.600	a.C.	
		MODELO	 								NOME	DA	MÁQUINA													SURGIMENTO	
	 	 	
	Séc	XVII	
	 	 											
1875	
Máquina	adicionadora	
de	Burroughs
Ábaco
Régua	de	cálculo
Calculadora	de	
Baldwin
1890	
Instituto Monitor
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/13
○ ○ ○ ○ ○
A entrada de dados era feita por fita per-
furada e o uso dos computadores era voltado
para problemas técnicos e científicos com
cálculos de natureza matemática.
2.2 Segunda Geração
Caracterizada pelo uso de transistores,
essa geração vai de 1958 até 1964.
A entrada de dados era feita por cartões
perfurados e, na mesma época, foram intro-
duzidos os leitores de caracteres ópticos e
magnéticos. Eram utilizados também os dis-
cos magnéticos do tipo removível, flexibilizan-
do a capacidade de armazenamento de dados.
As memórias de tambores magnéticos
foram substituídas pelas de núcleo de ferri-
te. Durante esta 2ª geração se iniciam o de-
senvolvimento e a aplicação de linguagem
simbólica (Algol, Fortran e COBOL) em
substituição à linguagem de máquina. Tam-
bém é quando aparecem os primeiros siste-
mas operacionais.
2.3 Terceira Geração
Caracterizada pelo uso de CIs – circuitos
integrados (agrupamento das funções de vá-
rios transistores) – essa geração tem início
em 1964 e se encerra em 1972.
O marco da 3ª geração foi o lançamento
do IBM série 360. A partir daí, surgiu o siste-
ma DOS (Disk Operating System) e houve
aumento significativo na capacidade de ar-
mazenamento. Os custos baixaram e o núme-
ro de unidades comercializadas aumentou.
Foi nesta geração que surgiram a multipro-
gramação (execução de mais de um programa,
utilizando a mesma CPU) e o teleprocessamento
(processamento a distância).
Com a chegada do CI, a principal preo-
cupação dos projetistas passou a ser a dimi-
nuição do espaço físico dos circuitos. Isto
permitiria baixar o preço dos componentes,
além de introduzir significativos ganhos de
desempenho. As diferentes fases da evolu-
ção dessas tecnologias, que permitiram re-
duzir cada vez mais os circuitos, foram
classificadas de acordo com a quantidade
média de transistores contida em um circui-
to integrado.
2.4 Quarta Geração
A quarta geração iniciou-se em meados de
1970, com os circuitos integrados de tecnolo-
gia VLSI (Very Large Scale Integration). Este
tipo de circuito foi apelidado de chip, que sig-
nifica “pastilha”, numa alusão à pastilha de
silício que compõe o circuito integrado.
Foi nesta geração que surgiu o primeiro
microprocessador, o 4004, destinado princi-
palmente a calculadoras eletrônicas.
Até esta geração, a tecnologia de lógica
interna do processador era a CISC (Complex
Instruction Set Computing, ou Computação
por Conjunto de Instruções Complexas).
2.5 Quinta Geração
Uma das principais características desta
geração é a simplificação e miniaturização do
computador, além de melhor desempenho,
maior capacidade de armazenamento e pre-
ços cada vez mais acessíveis.
Alguns acreditam que a tecnologia RISC
(Reduced Instruction Set Computing, ou
Computação por Conjunto de Instruções Re-
duzidas) foi a responsável pelo surgimento
desta geração, porém para muitos ainda es-
tamos na quarta geração.
A tecnologia RISC, surgida em meados dos
anos 80, possibilita maior velocidade ao redu-
zir ao mínimo o número de instruções execu-
tadas pelo processador. Permite a produção
de equipamentos melhores, de tamanhos re-
duzidos e que consomem menos energia.
Instituto Monitor
126/14
De maneira geral, podemos, resumidamente, avaliar que os 
primeiros computadores utilizavam circuitos eletromecânicos e 
válvulas. O aparecimento do transistor possibilitou a redução do 
tamanho e da potência consumida, além de, em relação às válvu-
las, ser um dispositivo mais robusto e confiável. Os computadores 
que utilizam a tecnologia do transistor são classificados como de 
segunda geração. 
O domínio da tecnologia da física do estado sólido permitiu a 
integração de vários transistores em uma única embalagem, com 
aproximadamente as mesmas dimensões de um único transistor. 
Surgiram então os circuitos integrados, responsáveis pelo apareci-
mento dos computadores de terceira geração. Estes tinham maior 
potência de cálculo, eram mais rápidos, mais confiáveis e menores 
fisicamente do que seus antecessores de segunda geração.
Atualmente o custo para se integrar dezenas, centenas ou 
milhares de transistores em uma única pastilha é praticamente o 
mesmo. Pode-se falar então na quarta geração de computadores 
pela utilização da integração em altíssima escala (VLSI).
Ao mesmo tempo as telecomunicações se desenvolveram 
enormemente pelo uso da mesma tecnologia. Isto viabilizou a uti-
lização de recursos de telecomunicações aplicados à computação 
e vice-versa. O efeito imediato foi a possibilidade de interligação 
de sistemas de computação, do uso à distância de um computador 
por um ou vários usuários, etc. Atualmente a tecnologia VLSI está 
sendo substituída pela ULSI (Ultra Large Scale Integration).
Escala comparativa
Instituto Monitor
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/15
○ ○ ○ ○ ○
3. A Computação Hoje e no Futuro
Estamos vivendo a Revolução da Informá-
tica. O impacto desta revolução na sociedade
atual pode ser comparado ao provocado pela
Revolução Industrial. Dessa forma, podemos
dizer que a informática domina, de certa ma-
neira, o modo de vida da Humanidade e pode
ser utilizada como estímulo para a manuten-
ção da paz ou para a nossa destruição.
O avanço tecnológico associado ao custo
decrescente dos equipamentos incentiva cada
vez mais a produção de sistemas de compu-
tação cuja aplicabilidade se presta a todas as
áreas do conhecimento humano.Por outro
lado, todas estas áreas requerem a concep-
ção e o desenvolvimento de instrumentos ba-
seados na mesma tecnologia, em princípio
desenvolvida para os computadores.
Os microprocessadores, computadores,
as redes de computadores e os recursos de
telecomunicações, de maneira geral, estão
sendo usados como ferramentas nas mais di-
versas áreas do conhecimento humano, como:
• sistemas automáticos para transações
bancárias;
• sistemas de diagnósticos por computador
(tomografia);
• geração artificial de imagens;
• controle de acervo bibliográfico;
• redes nacionais de processamento de
dados interligando usuários em pontos
remotos;
• ensino;
• planejamento;
• projeções, conferências e simulações;
• entretenimento;
• aplicações domésticas;
• aplicações comerciais;
• automação de escritórios;
• controle de processos industriais;
• controle de processos não-industriais;
• instrumentação.
Dentre os campos mais promissores da
computação estão a inteligência artificial,
projetos assistidos por computador e robóti-
ca. Os resultados já obtidos nestas áreas e os
investimentos em termos de pesquisa e de-
senvolvimento são indicadores que permitem
a contínua evolução desta área.
A inteligência artificial é a ciência que
estuda a razão humana, simulando o compor-
tamento inteligente em computadores.
A área de Projetos Assistidos por Com-
putadores (PAC) também tem tido um gran-
de impulso nos últimos anos. As máscaras
para produção dos circuitos integrados a se-
rem utilizados na construção de computado-
res são geradas por um programa de
computador que auxilia o projetista. Do mes-
mo modo, sistemas de PAC para desenvolvi-
mento de projetos de engenharia, arquitetura,
naves espaciais, etc., têm sido utilizados.
A robótica, associando inteligência arti-
ficial, teoria de controle, computação, instru-
mentação sensora e servo-mecanismo, produz
os robôs industriais utilizados nas linhas de
montagem para dar conta de tarefas execu-
tadas até então pelos homens. A tendência é
substituir o homem nas tarefas repetitivas,
ou naquelas em que o ambiente é hostil ou,
ainda, em tarefas consideradas menos nobres.
Exercícios Propostos
126/16
○ ○ ○ ○ ○
1 - Descreva a necessidade de calcular apresentada ao homem desde os tempos
antigos.
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
2 - Relacione as colunas:
(a) Primeira Geração de Computadores ( ) Transistores
(b) Segunda Geração de Computadores ( ) Circuitos Integrados
(c) Terceira Geração de Computadores ( ) RISC
(d) Quarta Geração de Computadores ( ) Válvulas
(e) Quinta Geração de Computadores ( ) VLSI
3 - “Os recursos atuais de informática e telecomunicações estão sendo usados como
ferramentas nas mais diversas áreas do conhecimento humano.” Escolha uma
das áreas descritas no item 3 desta lição, e faça um comentário sobre o desen-
volvimento da informática e como ela pode ser aproveitada no dia-a-dia.
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
_________________________________________________________________________
2liç
ão
liç
ão
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/17
○ ○ ○ ○ ○
Sistema Computacional
Introdução
A informática não é constituída exclusi-
vamente pelo equipamento. Devemos levar
em consideração também os programas e as
pessoas que dela se utilizam. Ao final desta
lição você será capaz de identificar os ele-
mentos que estão envolvidos em um sistema
computacional e de perceber as relações exis-
tentes entre tais elementos.
1. Elementos de um
Sistema Computacional
Hoje em dia, para quem vive num am-
biente urbano, é difícil imaginar o cotidiano
sem a utilização dos processos automatiza-
dos. Afinal, em todos os lugares existe um
equipamento eletrônico capaz de receber co-
mandos. Esses comandos podem ser dados
nas mais diversas formas. Analisemos alguns
exemplos: a catraca do metrô é um equipa-
mento que recebe o comando de liberação por
meio de um bilhete magnético; outro exem-
plo é o caixa eletrônico do seu banco, que,
além de ler dados do seu cartão magnético,
permite a entrada de informações por meio
de um teclado, como o valor do saque.
Quando olhamos para esses equipamen-
tos, imaginamos apenas uma máquina auto-
suficiente, capaz de nos dar respostas e
resolver nossos problemas, mas dificilmente
lembramos que ela pode quebrar. Quando isso
acontece, percebemos o quanto nos tornamos
dependentes de dispositivos criados pelo ho-
mem.
Calma! Não é o caso de largar os equipa-
mentos de lado e tentar viver sem eles, pois
sabemos que essa dependência também nos
trouxe muitas vantagens. É preciso ver não
só a máquina, mas tudo aquilo que ela nos
possibilita.
Ao observarmos um equipamento, nossa
atenção costuma reter apenas o exterior, a
“casca” de sua parte física. Porém, há outras
partes tão importantes quanto essa. Os três
elementos que compõem o sistema computa-
cional são: hardware, firmware, software e
peopleware.
Hardware vem do inglês hard (duro, fir-
me, sólido) + ware (mercadoria). Na língua
inglesa corrente, este termo refere-se tam-
bém a ferragens, ferramentas. Na informáti-
ca, a terminologia aplica-se a toda e qualquer
parte física do computador: CPU, monitor,
teclado, mouse e os componentes que formam
essas partes.
Firmware vem do inglês firm (firme) +
ware (mercadoria). Refere-se a certas
instruções que o computador/hardware
possui dentro de uma memória chamada
ROM. Essas instruções são determinadas pelo
fabricante e diferenciam um equipamento
dos demais, não podendo ser alterado ou
trocado pelo usuário. Um exemplo de
firmware é a BIOS do computador.
Software vem do inglês soft (macio, suave) +
ware (mercadoria). É utilizado para designar todo
e qualquer programa utilizado no computador.
Instituto Monitor
126/18
○ ○ ○ ○ ○
Peopleware vem do inglês people (pessoa) + ware (mercadoria).
O termo denomina os profissionais da informática em geral.
2. A Interdependência dos Elementos
Embora os avanços tecnológicos do hardware, do software e do
peopleware sejam desvinculados uns dos outros, existe uma inter-
dependência entre as partes.
O lançamento de um novo software geralmente vem acompa-
nhado do lançamento de uma máquina mais potente para o uso do
mesmo ou vice-versa e, ao mesmo tempo, o peopleware tem que se
especializar na utilização do novo produto. Assim segue o merca-
do da informática: cada componente dependendo do outro para sua
evolução.
Exercícios Propostos
126/19
○ ○ ○ ○ ○
1 - Codifique:
(H) para Hardware
(S) para Software
(P) para Peopleware
(F) para Firmware
2 - Explique a interdependência dos elementos da computação.
__________________________________________________________________________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
_____________________________________________________________________
( ) Instruções dentro da memória ROM
( ) Teclado
( ) Analista de Sistemas
( ) Windows
( ) Mouse
( ) Monitor
( ) Editor de Textos
( ) BIOS
( ) Digitador
( ) Operador de Micro
( ) Planilha de Cálculos
( ) Programador
( ) Scanner
( ) Impressora
( ) AutoCad
3liç
ão
liç
ão
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/21
○ ○ ○ ○ ○
 Conceito de Bit e Byte
Introdução
Como será que o computador “entende”
o que escrevemos, já que em seu interior ele
recebe apenas pulsos elétricos? Nesta lição
você compreenderá os conceitos de bit, byte,
kilobyte, megabyte, gigabyte, terabyte.
1. Bit
Devemos ter em mente que dentro do
computador não existem números, letras ou
qualquer outro tipo de símbolo. O que existe
são elementos que, agrupados em conjuntos
de tamanho pré-definido, formam códigos
que o computador interpreta como um
caractere. Esses elementos recebem o nome
de bit.
Bit é um termo formado pela conjunção
das palavras de língua inglesa binary digit;
em português: dígito binário. O bit é um ele-
mento biestável, podendo apresentar somente
dois tipos de estado – desativado ou ativado –
representados, respectivamente, pelos alga-
rismos 0 e 1.
O bit é a menor unidade utilizada na repre-
sentação dos caracteres em um computador, logo
é a menor unidade de informação lógica.
Para representar caracteres são neces-
sários conjuntos de bits. Com esses conjuntos
podem ser feitas combinações com bits desa-
tivados e ativados, de forma a criar códigos
que o computador possa interpretar e reco-
nhecer como letras, números ou outros sím-
bolos.
Esses conjuntos de bits, que pode ser
formados por 8, 16, 32 ou 64 bits, dependendo
do processador e do sistema operacional que
estiverem sendo utilizados, é chamado de byte.
2. Byte
Termo formado pela conjunção das pala-
vras inglesas binary term, para a qual não
existe tradução apropriada.
Para se ter um byte, ele será associado à
“quantidade” de bits com que um processador
trabalha, ou seja, se o seu processador é de 32
bits, isso significa que ele precisa de 32 bits
para entender a informação ou 1 byte. Se um
processador precisa de 32 bits para formar
uma letra, por exemplo, e receber somente
31, tal informação causará um erro no
processamento.
Vejamos como são formados os caracteres
em 8 bits:
A letra “A” é formada por 8 bits, que são:
1 100 0001
 A
Cada um dos 0 e 1 é um bit. Entretanto,
somente os 7 últimos são necessários para for-
mar o caractere. O primeiro bit é o chamado
bit de paridade.
Paridade é o modo de detecção de erro
que assegura que o caractere recebido é o
mesmo caractere transmitido.
Instituto Monitor
126/22
○ ○ ○ ○ ○
Entendendo que 1 byte = 1 caractere, será fácil compreender
as demais medidas:
3. Computadores de 8, 16, 32 e 64 Bits
Dentro de um microprocessador, existem vários circuitos que
armazenam, transportam e processam dados. Quanto maior é o nú-
mero de bits de um processador, mais veloz poderá calcular e pro-
cessar instruções.
Os antigos chips 8086, 80286 operavam com 16 bits. A partir do
386 até os microprocessadores Pentium IV, as operações são reali-
zadas em 32 bits. Daí que surgiram as terminologias “micro de 16
bits”, “micro de 64 bits”, etc.
Exemplo: Suponhamos que um microprocessador de 16 bits pre-
cise realizar a operação 874.596.355 + 568.145.284. Este
microprocessador não pode representar um número tão grande,
por isso, para chegar ao resultado, o processamento terá que ser
feito em várias etapas. No entanto, um processador de 32 bits po-
derá representar este número e realizará a operação em, pelo me-
nos, metade do tempo.
A série Pentium IV já é de 64 bits. Os processadores de hoje em
dia tem o chamado FSB (Front Site Bus), que é um valor de veloci-
dade base no qual o processador troca informações com a memó-
ria. Quanto maior for a velocidade do fsb, mais rápido um dado
trafegará entre memória e processador. Se ele trafegar mais rápi-
do, o processador ou a memória receberá o dado em menor tempo
gerando – se a cpu tiver um bom desempenho – um tempo menor
para processar determinado dado, com isso, um processo por exem-
plo, como iniciar uma aplicação, será feito de modo mais rápido
(resumindo, em tempo menor, o que gera maior desempenho final).
Unidades Abreviação Valor Quantidade Total de bytes
representativo
8 bits
1 Kilobyte
1 Megabyte
1 Gigabyte
1 Terabyte
 1 Byte
1 Kbyte ou KB
1 MByte ou MB
1 GByte ou GB
1 TByte ou TB
1024 bytes
1.048.576 bytes
1.073.741.824 bytes
1.099.511.627.776 bytes
1.024 Bytes
1.024 KBytes
1.024 MBytes
1.024 GBytes
Exercícios Propostos
126/23
○ ○ ○ ○ ○
1 - Quais são os dois estados apresentados pelo bit e como são representados?
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
____________________________________________________________________
2 - Sobre byte, podemos afirmar que:
I. É um conjunto de bits necessário para representar um caractere.
II. É um conjunto de bits, que pode ser formado por 8, 16, 32 ou 64 bits.
III. Equivale ao bit de paridade.
Estão corretas as afirmações:
( ) a) I, II, III.
( ) b) I e III.
( ) c) I e II.
( ) d) Somente a I.
( ) e) Somente a II.
3 - Relacione as colunas:
a) 1 GByte ( ) 1.024 Bytes
b) 1 KByte ( ) 1.024 MBytes
c) 1 MByte ( ) 1.024 KBytes
d) 1 Byte ( ) 1.024 GBytes
e) 1 TByte ( ) 8 bits
4liç
ão
liç
ão
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
○
126/25
○ ○ ○ ○ ○
 Hardware
Introdução
Como vimos na lição 2, o sistema compu-
tacional é dividido em três elementos: hard-
ware, software e peopleware. Agora iremos
explicar detalhadamente quais são as partes
e os componentes do hardware, para que você
conheça melhor o computador.
Ao final desta lição você será capaz de
reconhecer os componentes do hardware e
estará preparado para iniciar a montagem de
um computador.
1. Configuração do Microcomputadores
Um microcomputador é composto essen-
cialmente de um monitor de vídeo, teclado,
mouse e de um gabinete. Dentro deste gabine-
te, estão instalados a placa-mãe, o disco rígido
(HD), os drives (CD-Rom, disquete, DVD, etc.),
as placas controladoras de vídeo, rede e mo-
dem, memória RAM e o processador.
Existem várias configurações de compu-
tadores. Cabe ao usuário escolher a que mais
se adapta às suas necessidades. Por exemplo:
• Se o usuário utiliza programas para edito-
ração eletrônica1/computação gráfica, deve
escolher um processador bem potente, in-
serir bastante memória e utilizar um HD com
bastante espaço. No caso de utilização de ví-
deos (filmes ou animações), é desejável tam-
bém uma placa de vídeo aceleradora, com
bastante memória. Neste caso, deve-se pro-
curar um computador com a configuração
acima do que estiver sendo oferecido no
mercado na ocasião da compra.
• Se o usuário apenas utilizar os programas
de uso cotidiano, editores de textos2 ou pla-
nilhas de cálculos3, envio e recebimento de
e-mails4 e acesso à Internet5, a configura-
ção oferecida pelo mercado na ocasião da
compra será suficiente para a máquina não
ficar obsoleta durante um bom tempo.
A seguir, você entenderá melhor cada um
desses componentes que compõem o hardwa-
re, e poderá decidir sozinho sobre a melhor con-
figuração ao adquirir um microcomputador,
seja para uso pessoal ou de sua empresa.
2. Periféricos de Entrada de Dados6Para se trabalhar com computadores é
preciso dar entrada aos dados que serão pro-
cessados. Essa entrada de dados é feita pelo
usuário através de diversos dispositivos. Veja
os mais comuns:
1. Editoração eletrônica - diagramação de textos, produção
e tratamento de imagens para publicações como jornais,
revistas, livros, material didático, etc.
2. Editor de Texto - software que permite a formatação de
cartas em nível de usuário. (Exemplo: Word)
3. Planilha de cálculo - software que permite que sejam
realizados cálculos de diversas natureza, como por exem-
plo, soma, multiplicação, divisão, subtração, estatístico
etc. (Exemplo: Excel)
5. Internet - rede mundial de computadores, que se comu-
nicam através de um modem conectado à linha telefônica,
via cabo, rádio ou via satélite.
6. Dados - tudo o que é informação do usuário para o com-
putador e do computador para o usuário.
4. E-mail - correio eletrônico. Mensagens que são enviadas,
através da Internet, de um computador para outro.
Instituto Monitor
126/26
2.1 Teclado
É	o	principal	meio	de	entrada	de	dados	
feita	pelos	usuários	de	microcomputadores.	
O	 arranjo	 físico	 das	 teclas,	 fora	 algumas	
de	 uso	 específico,	 corresponde	 ao	 padrão	
mundial	 usado	 nas	 máquinas	 de	 escrever,	
chamado	QWERT.
	 	 	
2.2 Mouses
Com	a	introdução	do	PC	no	mercado	de	
informática,	uma	série	de	produtos	surgiram	
com	a	finalidade	de	facilitar	o	uso	do	equi­
pamento.	Até	então,	as	operações	normais	
de	processamento	e	comandos	básicos	eram	
feitas	apenas	pelo	teclado.
Um	avanço	nessa	área	foi	o	surgimento	
do	mouse,	dispositivo	que	desobriga	o	uso	do	
teclado	para	muitas	operações	básicas	e	ló­
gicas.		O	mouse cabe	na	palma	da	mão	e	tem	
formato	semelhante	ao	de	um	rato	(em	inglês:	
mouse,	daí	o	nome).	É	utilizado	na	maioria	
dos	programas	existentes	atualmente,	sendo	
útil	para	selecionar	opções	dentro	das	telas	
dos	programas,	para	desenhar,	fazer	trata­
mento	de	imagens,	etc.
Em	 sua	 parte	 inferior,	 o	 mouse	 possui	
uma	esfera	que	é	responsável	por	seu	movi­
mento.	Ao	mover­se,	a	esfera	provoca	o	mo­
vimento	de	dois	roletes.	Um	dos	roletes	serve	
para	medir	o	movimento	efetuado	no	eixo	
“x”	(ou	seja,	para	os	lados)	e	o	outro	rolete	
serve	para	medir	o	movimento	efetuado	no	
eixo	“y”	(ou	seja,	para	cima	e	para	baixo).	
Na	ponta	desses	roletes	existe	um	disco	
perfurado	que,	por	 sua	vez,	fica	no	centro	
de	um	conjunto	óptico.	Esse	conjunto	óptico	
consiste	em	um	LED	emissor	de	luz	infra­
vermelha	e	um	sensor	de	luz	infravermelha	
localizado	bem	em	frente.	Quando	movemos	
o	 mouse,	 o	 disco	 perfurado	 roda,	 fazendo	
com	que	o	sensor	ora	receba	a	luz	que	está	
sendo	transmitida	pelo	LED,	ora	não.
Assim,	 o	 circuito	 eletrônico	 do	 mouse 
tem	como	saber	quanto	o	mouse	 foi	movi­
do,	pois	ele	“conta”	quantas	vezes	a	luz	foi	
interrompida	­	ou	seja,	quantos	“buracos”	
do	disco	perfurado	passaram	pela	frente	do	
conjunto	óptico.	Por	fim,	o	circuito	eletrônico	
transmite	ao	micro	os	valores	das	 coorde­
nadas	 “x”	 e	 “y”	 do	 mouse.	 Esses	 valores	
serão	 interpretados	 pelo	driver7	 do	 mouse 
no	sistema	operacional8,	que	então	efetuará	
a	ação	correspondente,	como	mover	o	cursor	
para	a	nova	posição	x,y	ou	acionar	alguma	
função,	caso	você	tenha	pressionado	um	dos	
botões	do	mouse.	
Os	 primeiros	 mouses	 eram	 mecânicos,	
isto	 é,	 em	vez	de	usarem	sensores	ópticos,	
utilizavam	contatos	mecânicos	para	efetu­
ar	a	mesma	 tarefa.	Não	era	 raro	 esse	 tipo	
apresentar	mau­contato,	por	isso	os	mouses	
com	sensores	ópticos	passaram	a	ser	os	pre­
feridos.	
Atualmente,	já	é	comum	o	uso	de	mouses	
ópticos	que	dispensam	a	esfera	girante	para	
posicionamento	do	cursor	em	x,y
7.	Driver ­ São programas responsáveis pelo funcionamento 
de cada um dos componentes de Hardware.
8.	Sistema	operacional ­ software indispensável para o fun­
cionamento do computador. É o sistema operacional que 
gerencia os recursos de Hardware e os softwares instalados 
na máquina.
Instituto Monitor
126/27
2.3 Scanner
É	 um	 periférico	 captador	 de	 imagens	
ou	textos.	Funciona	exatamente	como	uma	
máquina	fotocopiadora:	uma	luz	brilhante	
movimenta­se	sobre	a	folha	e	a	luz	refletida	
por	 cada	 ponto	 é	 medida	 e	 quantificada,	
dando	 origem	 a	 uma	 imagem	 correspon­
dente	àquela	contida	na	página	original.	A	
diferença	é	que,	em	vez	de	fazer	uma	cópia	
em	papel,	o	scanner	faz	uma	cópia	na	tela	do	
computador.	 Desta	 forma,	 pode­se	 alterar	
qualquer	texto	ou	imagem.
O	processo	de	captura	da	imagem	é	cha­
mado	de	digitalização.
As	 principais	 características	 de	 um	
scanner	são:
•	Resolução:	como	nas	impressoras,	a	reso­
lução	do	scanner	é	medida	em	dpi	–	dots 
per inch (em	inglês,	dots per inch significa	
pontos	por	polegada).
O	dpi	ótico	é	a	resolução	real	das	imagens	
capturadas	pelo	scanner.	Num	scanner	com	
600x600	dpi	ótico	e	9.600	dpi	máximo,	a	re­
solução	real	do	scanner	é	600	dpi	e	9.600	dpi	
é	a	resolução	máxima	“interpolada”.	
A	interpolação é	um	recurso	no	qual	um	
software,	através	de	algorítimos	matemáti­
cos,	aumenta	a	resolução.	Comparando	uma	
resolução	ótica	com	a	mesma	resolução	in­
terpolada,	a	ótica	tem	melhor	qualidade.	Por	
exemplo,	se	um	scanner	tem	resolução	de	600	
dpi	ótico	e	outro	tem	resolução	de	600	dpi	
interpolada,	o	scanner	de	600	dpi	ótico	terá	
melhor	qualidade	na	imagens	capturadas.	
•	Número de cores:	os	scanners	podem	tra­
balhar	em	preto	e	branco	ou	suportar	até	
milhões	de	cores,	atendendo	satisfatoria­
mente	quem	trabalha	apenas	com	textos	e	
quem	lida	com	diferentes	imagens	gráficas	
de	qualidade	fotográfica.
3. Placas
Feita	 a	 entrada	 de	 dados,	 estes	 serão	
processados.	A	seguir,	veremos	os	elementos	
do	hardware que	 trabalham	no	auxílio	do	
processamento	como	a	placa­mãe.
3.1 Placa-Mãe ou Motherboard
É	 a	 placa	 principal	 do	 computador.	 O	
processador,	as	memórias	e	as	outras	placas	
que	 compõem	 o	 hardware	 são	 encaixados	
nesta	placa.	
A	escolha	da	placa­mãe,	no	ato	da	com­
pra,	é	essencial	para	o	bom	funcionamento	
do	computador.	Faça	pesquisa	de	mercado	
verificando	 os	 modelos	 que	 oferecem	 me­
lhor	desempenho	nos	processadores9.	Além	
disso,	é	importante	procurar	as	placas	que	
oferecem	 facilidade	 para	 realização	 do	
chamado	 upgrade10 dos	 componentes,	 isto	
é,	a	atualização	do	micro	com	um	pequeno	
investimento.
A	motherboard	ou	placa­mãe	vem	com	
um	chipset	para	tornar	a	CPU	parte	de	um	
computador.
9.	Processador	­ processa a troca de dados dos periféricos e 
de outros circuitos existentes. É considerado o “cérebro” 
do computador.
10.	 Upgrade	 ­	 atualização de software ou hardware para 
modelos mais atuais.
Instituto Monitor
126/28
3.3 Placa de Som
Esta placa tem por função processar o 
som proveniente de diversas fontes, como 
microfones, CDs de áudio, etc.
Como o microprocessador12 só manipula 
dados 0 e 1, a placa de som faz a conversão de 
sinais digitais para analógicos, e de analógi-
cos para digitais, para que possamos escutar 
e capturar sons no computador.
Pode ser on-board
3.4 Modem
O modem (modulador/demodulador) é um 
dispositivo capaz de trocar dados remotamen-
te entre computadores via linha telefônica. 
Ele funciona transformando sinais de co-
municação de dados para tons, que poderão, 
dessa forma, ser transmitidos via linha tele-
fônica. O dispositivo receptor recebe os tons 
e faz a conversão no processo inverso.
• Pode ser on-board
3.4.1 Fax Modem
 A placa de fax modem é compatível com 
protocolos de comunicação utilizados pelos apa-
relhos de fax, permitindo a comunicação entre 
computadores e aparelhos de fax, e vice-versa.
3.2 Placa de Vídeo
É a placa responsável pela interface 
entre a CPU11 e o monitor de vídeo. Atual-
mente, existem dois tipos de placas de vídeo, 
as quais são:
3.2.1 Placa de Vídeo Aceleradora
 Esta placa tem sua própria memória e 
seu próprio processador, que possibilita a 
visualização de imagens em alta velocidade 
e em 3D (três dimensões, bastante utilizado 
em jogos).
3.2.2 Placa de Vídeo On-BoardAtualmente, são comuns as placas de ví-
deo on board, ou seja, a placa já vem instala-
da na placa-mãe. Normalmente, estas placas 
possuem o mesmo desempenho das demais 
placas de vídeo, entretanto, elas utilizam a 
memória RAM (veja item 5 desta lição) do 
micro como memória de vídeo. Por exemplo: 
um micro com 128 Mb de memória pode ter 
4 Mb para vídeo e 124 Mb para programas.
Este tipo de placa não é aconselhável para o 
uso em computadores que trabalham com com-
putação gráfica ou jogos. Para o uso do cotidiano, 
este tipo de placa funciona perfeitamente.
11. CPU (Central Processing Unity) Unidade Central 
de Processamento - é a central de processamento 
de dados, ou seja, o gabinete e o hardware interno.
12. Microprocessador - na informática, é o mesmo que pro-
cessador.
• Mencionar velocidade de transmissão é 
em Kbps
Bracet da placa de 
vídeo on board
Instituto Monitor
126/29
4. Processador
O	processador	é	considerado	o	cérebro	do	computador.	É	ele	
que	determina	o	modelo	de	um	computador.	Por	exemplo:	quando	
se	faz	a	pergunta:	“que	computador	você	possui?”,	geralmente	a	
resposta	é	dada	pelo	modelo	do	processador:	“possuo	um	Pentium	
4	de	2.8	Ghz”.
Neste	caso,	Pentium	4	é	o	modelo	e	2.8	Ghz	é	a	velocidade	que	
o	processador	atinge	no	processamento	de	informações.
O	processador,	resumindo	suas	funções,	processa	a	troca	de	
dados	dos	periféricos	e	de	outros	circuitos	existentes	no	compu­
tador,	utilizando	a	memória	como	recurso	no	auxílio	do	proces­
samento	de	dados.
Para	seu	bom	funcionamento,	o	processador	precisa	ter	acopla­
do	a	si	uma	peça	chamada	cooler.	O	cooler	é	um	dispositivo	que	
faz	o	resfriamento	do	processador,	já	que	este	esquenta	bastante,	
chegando	a	temperaturas	elevadas	o	suficiente	para	queimá­lo.	
O	cooler	é	composto	por	uma	peça	de	alumínio	ou	cobre,	sobre	a	
qual	trabalha	uma	ventoinha.	Quando	o	computador	é	ligado,	a	
ventoinha	é	ligada	e	só	pára	quando	o	computador	é	desligado.	Sua	
função	é	deixar	o	processador	na	temperatura	ideal	de	trabalho.	
Assim	ele	pode	ficar	processando	dados	por	dias.
O	cooler	deve	ser	encaixado	sobre	o	processador	e	seu	soquete.	
Para	haver	uma	maior	e	melhor	transferência	de	calor	entre	o	pro­
cessador	e	o	cooler,	é	colocada	uma	pasta	térmica	entre	ambos.
	 Os	processadores	são	comercializados	basicamente	em	dois	
formatos:	OEM	(Original Equipment Manufacturer)	e	In­a­box.	O	
primeiro	é	vendido	fora	da	caixa,	sem	manual,	cooler ou	pasta	tér­
mica,	adequado	para	empresas	integradoras,	isto	é,	empresas	que	
Instituto Monitor
126/30
montam computadores. O preço dos processadores comercializados 
nessa forma é mais barato. Já o modelo In-a-box vem em caixa, 
contendo manuais, certificado de garantia, pasta térmica e cooler. 
5. Memória
Os dados processados são armazenados na memória do compu-
tador. Existem 3 tipos de memórias, conforme a tabela a seguir:
Memória de trabalho
 MEMÓRIA DESCRIÇÃO Exemplo 
RAM (Random Access Memory)
Memória de escrita e leitura de 
acesso aleatório
BIOS13ROM (ReadOnly Memory) Memória somente de leitura
Disquetes, discos-rígidos, 
etc.
Auxiliares ou secundárias Memórias de armazenamento de 
informações
13. Bios - é um firmware responsável por ensinar ao processador as funções primordiais 
de entrada e saída de dados.
5.1 Memória RAM
É a memória principal do computador. Quando um programa 
qualquer está sendo utilizado, ele está sendo lido, escrito e total-
mente manipulado pelo processador na memória. Por esse motivo, 
a quantidade de memória de um micro está diretamente ligada à 
sua performance.
Mas, como se trata de uma memória de escrita e leitura de acesso 
aleatório, ela se apaga ao desligarmos o computador. Por isso, todos 
os dados que foram manipulados na memória RAM devem ser salvos 
em uma memória auxiliar para que possamos reutilizá-los.
Instituto Monitor
126/31
5.2 Memória ROM 
Esta	é	uma	memória	apenas	de	leitura,	
ou	seja,	não	aceita	a	gravação	de	dados,	mas	
apenas	a	leitura	dos	dados	nela	gravados.
A	 memória	 ROM	 contém	 informações	
que	sempre	são	executadas	pelo	computador,	
como,	por	exemplo,	a	contagem	de	memória	
ao	ligar	o	micro.
Os	 programas	 que	 ficam	 armazenados	
na	 ROM	 recebem	 o	 nome	 de	 FIRMWARE	
e	podemos	citar,	 como	exemplo,	o	SETUP	
(veja	lição	6).
5.3 Memórias Auxiliares
Essas	memórias	são	as	unidades	de	dis­
co	que	mantém	gravados	os	programas	e	os	
documentos	que	criamos,	para	que	possamos	
reutilizá­los	 sempre	 que	 desejarmos.	 Este	
tipo	 de	 memória	 será	 detalhado	 no	 tópico	
a	seguir.
6. Unidades de Disco
São	vários	 tipos	de	unidades	de	disco,	
responsáveis	pela	entrada,	saída	e	armazena­
mento	de	dados.	Vejamos	os	mais	comuns:
6.1 HD ou Disco Rígido
É	um	dispositivo	de	armazenamento	de	
dados	 permanente	 e	 de	 grande	 capacida­
de.	O	HD	é	 tido	como	o	principal	meio	de	
armazenamento	de	dados	devido	à	sua	alta	
capacidade	 e	 rápido	 acesso	 para	 gravação	
ou	leitura.
Esse	disco	fica	abrigado	por	uma	caixa	
preta,	e	é	lacrado,	o	que	permite	uma	precisão	
na	leitura	e	armazenamento	de	dados	muito	
maior	que	a	de	disquetes,	por	exemplo.
O	motivo	do	lacre	é	o	fato	de	os	discos	rí­
gidos	girarem	em	uma	velocidade	muito	alta.	
Uma	simples	partícula	de	poeira	em	contato	
com	a	sua	superfície	magnética	provocaria	
um	estrago	 equivalente	ao	de	uma	grande	
explosão.	Por	esse	motivo,	não	se	deve	abrir	
a	caixa	do	disco	rígido.
6.2 Drive de Disquete
O	drive	de	disquete	é	o	elemento	respon­
sável	pela	leitura	e	gravação	de	um	disquete.	
O	processo	de	leitura	e	gravação	é	o	mesmo	
que	o	de	uma	fita	cassete	em	um	tape­deck,	ou	
seja,	através	da	magnetização	e	desmagneti­
zação	da	camada	magnética	do	disquete.
6.3 Drive de CD-ROM
O	drive	de	CD­ROM	é	o	responsável	pela	
leitura	de	CDs	gravados,	sejam	de	dados,	ou	
de	áudio.
A	velocidade	de	leitura	dos	drives	de	CD­
ROM	é	representada	comercialmente	por	“x”	
(velocidades),	ou	seja,	um	CD­ROM	de	32x,	di­
zemos	que	é	de	“trinta	e	duas	velocidades”.	Na	
verdade,	isso	significa	que	a	velocidade	de	leitura	
do	drive	é	de	32	x	150	KB/s14	=	4.800	KB/s.
Instituto Monitor
126/32
6.4 Drive de CD-R e CD-RW
Drive	de	CD­R	(CD­Recordable)	é	a	uni­
dade	de	CD	gravável.	Este	drive	é	capaz	de	
fazer	a	leitura	de	um	CD	comum	e	a	grava­
ção	de	uma	mídia	específica,	chamada	CD­
R	(sua	aparência	é	igual	à	de	um	Compact 
Disk	comum).	Esta	mídia	pode	ser	gravada	
apenas	uma	vez,	não	podendo	ser	apagada	
ou	regravada.
Drive	 de	 CD­RW	 (CD­Rewritable)	 é	 a	
unidade	de	CD	regravável,	ou	seja,	este	drive	
faz	a	leitura	de	CDs	comuns,	é	capaz	de	ler	
e	gravar	CD­Rs,	e	ainda	é	capaz	de	fazer	a	
leitura,	gravação	e	regravação,	se	utilizada	
a	mídia15	específica,	chamada	CD­RW.
As	mídias	CD­RW	não	podem	ser	lidas	
em	qualquer	unidade	de	CD,	mas	apenas	nas	
unidades	que	possuem	um	circuito	chamado	
AGC	(Controle	Automático	de	Ganho).
6.5 Drive de DVD-ROM
O	princípio	de	funcionamento	de	um	drive	
de	DVD	é	semelhante	ao	drive	de	CD­ROM.	A	
diferença	é	que	este	drive	possui	dois	canhões,	
compreendidos	em	uma	única	cabeça	de	leitu­
ra.	Um	canhão	para	fazer	a	leitura	de	imagens,	
e	o	outro	para	fazer	a	leitura	de	sons.
Graças	às	suas	cabeças,	este	drive	faz	a	
leitura	de	CDs	comuns	de	áudio	ou	de	dados,	
de	CD­R	ou	CD­RW	e	de	DVDs.
Entretanto,	 a	 mídia	 DVD,	 que	 possui	
duas	camadas	a	 serem	 lidas,	não	pode	 ser	
lida	nos	demais	drives.
6.6 Combo
Combo	é	o	drive	combinado	com	CD­RW	
e	DVD,	ou	seja,	é	possível	ler	mídias	de	DVDs	
ou	ler	e	gravar	CD,	CD­R	e	CD­RW.
7. Periféricos de Saída de Dados
Após	a	entrada	e	o	processamento	dos	
dados,	o	computador	nos	mostra	os	resulta­
dos	do	processamento	através	dos	periféricos	
de	saída	de	dados.	Vejamos	os	principais:
7.1 Monitores de Vídeo
O	monitor	de	vídeo	é	um	periférico	de	
saída	de	dados.	A	comunicação	com	o	usuá­
rio	se	dá	através	da	tela	do	vídeo.
Os	monitores	foram	melhorando	a	qua­
lidade	desde	o	antigo	monocromático	até	os	
atuais,	que	podem	ser	digitais	ou	até	mesmode	cristal	líquido.
Os	parâmetros	que	definem	a	qualidade	
de	um	monitor	de	vídeo	são	os	seguintes:
•	Pixels:	o	pixel	é	o	menor	elemento	da	ima­
gem.	É,	portanto,	a	menor	área	da	tela	cuja	
cor	e	brilho	podem	ser	controlados.
•	Resolução da tela:	define	a	nitidez	da	ima­
gem	em	uma	tela	e	é	dada	em	função	do	
número	(da	quantidade)	de	pixels.
•	Resolução do caractere16:	um	caractere	é	
apresentado	em	um	determinado	modo	de	
texto,	o	que	significa	que	é	feita	a	ilumi­
nação	de	determinados	pixels	dentro	da	
área	deste	caractere.
•	Resolução em pixels:	o	número	de	pixels 
pode	ser	calculado	dividindo­se	a	dimen­
são	da	tela	pelo	passo	dos	pontos.
•	 Modos de vídeo:	 os	 monitores	 de	 vídeo	
são	capazes	de	operar	em	diversos	modos	
de	vídeo,	sendo	que	cada	um	possui	uma	14.	150	Kb/s	­	era a taxa de transferência das primeiras uni­
dades de CD­ROM que surgiram.
15.	Mídia	­	na informática, é o termo utilizado para dar nomes 
aos discos de CD, CD­R, CD­RW ou DVD´s.
16.	Caractere	­	é o equivalente a uma letra ou número qual­
quer.
Instituto Monitor
126/33
resolução	específica.	Os	mais	comuns	são	
CGA,VGA	e	SVGA.
	 Varredura:	a	tela	é	varrida	da	esquerda	para	
a	direita,	e	de	cima	para	baixo,	perfazendo	
a	seguinte	contagem	de	pixels por	tela:
•	80	colunas,	com	 largura	de	9	pixels	
cada	uma		720	pixels na	horizontal
•	25	linhas,	com	largura	de	14	pixels	
cada	uma		350	pixels	na	vertical
•	Total:	720	×	350	=	252.000	pixels
À	medida	que	o	 feixe	caminha	da	esquerda	
para	a	direita,	ele	varre	a	linha,	acendendo	ou	
apagando	cada	ponto	colorido	dentro	do	box,	ou	
área	do pixel.	O	número	de	linhas	necessárias	
para	varrer	a	tela	toda	varia	de	200	a	768.
A	varredura	está	intimamente	ligada	à	
resolução:
Resolução vertical = Freqüência horizontal + Freqüência vertical
Um	 monitor	 SVGA	 pode	 operar	 com	
diversas	resoluções	gráficas,	dentre	as	quais	
podemos	citar	as	mais	usadas:
•	 320	×	200,	com	256	cores
•	 640	×	480,	com	16	cores
•	 800	×	600,	com	16	cores
•	 1.280	×	1.024,	com	16	milhões	de	cores
Resolução horizontal = 1 Faixa do sinal de vídeo + Freqüência vertical
Uma	 freqüência	 de	 640×480	 significa	
que	a	tela	é	formada	por	uma	grande	matriz	
de	pontos,	sendo	640	pontos	no	sentido	hori­
zontal	e	480	pontos	no	sentido	vertical.
• Freqüência vertical: é	 a	 velocidade	 com	
que	 cada	 quadro	 (tela)	 é	 escrito.	 Quanto	
maior	a	freqüência	vertical,	menor	será	a	
sensação	de	cintilação.
•	Freqüência horizontal:	é	a	velocidade	em	
que	 as	 linhas	 são	 escritas	 em	 cada	 tela.	
Quanto	 maior	 a	 freqüência	 horizontal,	
	maior	o	número	de	pontos	que	podem	ser	
desenhados	na	tela,	e,	portanto,	melhor	a	
resolução	do	monitor.
7.1.1 Monitores Analógicos × Digitais
Até,	aproximadamente,	o	ano	de	1995,	
os	monitores	que	foram	importados	para	o	
Brasil	 e	 os	 fabricados	 aqui	 eram	 conside­
rados	analógicos.	 Isso	porque	a	 tecnologia	
utilizada	 no	 projeto	 destes	 monitores	 não	
possuía	circuitos	integrados	LSI	(Large Sca­
le Integration	–	integração	em	alta	escala),	
inteligentes	 microcontroladores	 em	 seus	
controles	externos.	Eram	utilizados	poten­
ciômetros	de	grafita,	que	provocavam	ruídos	
e	outras	deficiências	técnicas.
Após	 1995,	 passaram	 a	 ser	 utilizados	
monitores	 com	 características	 especiais,	
utilizando	chips	com	maior	desempenho,	o	
padrão	 	 VLSI	 CMOS,	 microcontroladores	
e	 microprocessadores	 “ASICS”	 (circuitos	
integrados	para	aplicações	específicas),	CIs	
que	atendem	as	exigências	dos	projetos.	No	
que	diz	respeito	à	velocidade	de	operação	e	
dissipação,	eles	são	compatíveis	com	a	nova	
tecnologia	digital	chamada	I2C17.
Algumas	das	características	mais	impor­
tantes	de	um	monitor	SVGA	digital	são:
•	Característica DDC (Display	Data	Channel	
): é	a	interface	analógica	X	digital,	conten­
do	um	microprocessador	e	memórias.
•	OSD (On	Screen	Display):	 indicações	na	
tela,	com	menu.
•	 Plug	 and	 Play (ligar e usar): tecnologia	
surgida	a	partir	do	Windows	95,	que	evita	
que	o	usuário	se	preocupe	com	o	tipo	de	
placa	de	vídeo	e	modo	de	configuração.
•	Controles frontais, do tipo push	button.
•	DPMS (Display	Power	Management	Saving): 
circuito	de	gerenciamento	de	energia.
17. O sistema I2C é do tipo intervias, e utiliza apenas dois fios 
para efetuar todas as comunicações de dados. É usado 
somente em monitores digitais.
Instituto Monitor
126/34
7.2 Impressoras
Impressoras	são	unidades	de	saída	de	dados,	
cujo	suporte	é	o	papel.	O	papel	impresso	pode	
ser	manuseado	por	tempo	indeterminado.
As	impressoras	estão	divididas	em	três	
categorias:	impressoras	de	impacto,	impres­
soras	de	não­impacto	e	impressoras	de	linha	
contínua.
7.2.1 Impressoras de Impacto
As	mais	conhecidas	impressoras	de	impacto	
são	as	impressoras de matriz de tipos (matri-
ciais).	Possuem	cabeça	de	impressão	com	um	
conjunto	de	agulhas	no	seu	interior,	e	os	carac­
teres	são	formados	no	momento	da	impressão.	
Essas	impressoras	têm	uma,	duas	ou	três	
cabeças	de	impressão,	e	podem	imprimir	so­
mente	da	esquerda	para	a	direita,	ou	ir	e	voltar	
imprimindo.	Entre	os	modelos	encontrados,	
existem	as	que	imprimem	80	colunas	e	outras	
para	até	132	colunas.	Esta	variedade	torna	
difícil	estabelecer	a	velocidade	de	impressão	
no	padrão	lpm (linhas	por	minuto,	do	inglês	
line per minute).	As	mais	velozes	imprimem	
aproximadamente	 850	 cps (caracteres	 por	
segundo	­	do	 inglês	character per second).	
Se	imaginarmos	a	impressão	de	uma	folha	
com	80	caracteres	por	linha,	ela	imprimirá	
7,5	linhas	por	segundo,	o	que	equivale	a	dizer	
que	ela	imprime	450	lpm.
A	maior	conveniência	deste	tipo	de	im­
pressora,	além	do	baixo	custo	de	impressão,	é	
a	possibilidade	de	gerar	cópias	carbonadas.
7.2.2 Impressoras de Não-Impacto
As	impressoras	de	não­impacto	utilizam	
técnicas	baseadas	em	reações	químicas	ou	
físicas.	Elas	se	dividem	em:	térmicas,	laser	
e		jato	de	tinta.
a) Impressoras Térmicas	­	existem	dois	tipos	
de	impressoras	térmicas,	as	de	cabeça	com	
matriz	 de	 agulhas	 e	 as	 de	 folhas	 plásticas	
com	cera.	
Na	primeira,	a	agulha	é	aquecida	e,	ao	
contato	 com	 o	 papel	 preparado	 quimica­
mente,	 escurece	 o	 ponto,	 reproduzindo	 os	
caracteres.
Na	segunda,	o	calor	é	transmitido	à	folha	
plástica	nos	pontos	necessários	para	formar	
os	caracteres	desejados.	Esses	pontos	soltam	
a	cera,	que	será	transferida	para	um	papel	
sem	 porosidade.	 Nessa	 impressora	 podem	
existir	até	quatro	fitas	plásticas	com	cera,	nas	
cores	amarela,	ciano,	magenta	e	preta.	
b) Impressoras a Laser ­	além	da	grande	ve­
locidade	de	impressão	e	perfeição	nas	cópias	
obtidas,	muitas	dessas	 impressoras	podem	
imprimir	frente	e	verso	de	uma	folha.
As	impressoras	a	laser	usam	um	processo	
idêntico	ao	das	máquinas	copiadoras	do	tipo	
xerox,	 emitindo	 cargas	 magnéticas	 	 para	
determinados	pontos	do	papel	que,	por	sua	
vez,	atraem	a	tinta	em	pó	com	carga	oposta.	
Em	seguida	o	papel	passa	entre	dois	cilindros	
aquecidos,	que	fundem	a	tinta	ao	papel.
Instituto Monitor
126/35
As	impressoras	laser	utilizam	o	processo	
de	luz	laser	para	criar	as	áreas	de	impressão.	
Para	micros	portáteis,	existem	modelos	
mais	compactos,	com	várias	velocidades	de	
impressão	 e	 de	 recursos.	 As	 mais	 simples	
imprimem	somente	4	ppm (páginas	por	mi­
nuto	­	do	inglês	page per minute)	e	as	mais	
sofisticadas	possuem	recursos	de	impressão	
colorida.
Existem,	também,	impressoras	laser	que	
possuem	memória	própria,	o	que	permite	a	
repetição	do	texto	a	ser	impresso	várias	ve­
zes,	imprimem	frente	e	verso	e	grampeiam	
documentos	 impressos,	 deixando­os	 mon­
tados.	Além	disso,	podem	ser	programadas	
e	operar	independentemente	do	sistema	do	
computador.	A	grande	quantidade	de	linhas	
impressas	por	minuto	é	obtida	porque	a	im­
pressora	não	imprime	linha	por	linha,	mas	
sim	página	por	página.
c) Impressoras a Jato de Tinta - utiliza	tinta	
líquida	de	 secagem	 imediata.	Gotículas	de	
tinta	são	carregadas	eletricamente	e	guiadas	
através	de	placas	até	 formar	o	caractere	ou	
figura	desejada.	Quanto	maiorfor	o	número	
de	gotículas	produzidas	pela	impressora,	mais	
nítida	e	de	melhor	qualidade	é	a	reprodução.
Existem	 impressoras	 jato	de	 tinta	 com	
apenas	uma	cor	ou	coloridas.	Estas	impres­
soras	podem	ser	usadas	por	computadores	de	
qualquer	porte	e	são	muito	procuradas	prin­
cipalmente	por	causa	de	seu	baixo	custo.	Mas	
é	importante	ficar	atento	ao	preço	do	cartu­
cho	de	tinta,	que	é	muito	elevado,	podendo	
chegar	a	80%	do	preço	da	impressora.
Obs.:	muitos	modelos	de	impressoras	de	
não­impacto	 utilizam­se	 de	 mais	 de	 uma	
tecnologia	para	produzir	suas	cópias.	Assim,	
podemos	encontrar	impressoras	que	são	um	
misto	de	jato	de	tinta	com	laser,	ou	térmica	
com	laser.
7.2.3 Impressoras de Linha Contínua
Também	 conhecidas	 como	 plotters,	 as	
impressoras	de	linha	contínua	são	dispositi­
vos	que	têm	como	saída	gráficos	ou	desenhos,	
feitos	em	uma	ou	várias	cores.	Elas	utilizam	
canetas	ou	jato	de	tinta	como	elemento	de	
impressão.
	
Encontrada	em	vários	modelos	com	ca­
racterísticas	diferentes	 (cavalete	e	mesa	de	
diversos	tamanhos),	a	plotter	pode	reproduzir	
desde	figuras	em	formatos	pequenos,	até	dese­
nhos	com	vários	metros	de	comprimento.
7.3 Multifuncionais
As	 impressoras	multifuncionais	desem­
penham	função	de	scanner,	copiadora	e	im­
pressora.	Algumas	multifuncionais	também	
possuem	 fax	 acoplado.	 Essas	 impressoras	
também	 podem	 ser	 adquiridas	 com	 custo	
baixo,	 mas	 o	 custo	 de	 impressão	 pode	 ser	
muito	alto	por	causa	do	preço	do	cartucho	
de	tinta.
Exercícios Propostos
126/36
○ ○ ○ ○ ○
1 - São periféricos de entrada de dados:
a) teclado, impressora e scanner.
b) teclado, mouse e scanner.
c) scanner e monitor de vídeo.
d) mouse e monitor de vídeo.
e) nenhuma das alternativas anteriores.
2 - São funções do mouse:
I. Facilitar o uso do computador.
II. Inserir textos em um editor.
III. Navegar em sistemas com interface gráfica visual.
Estão corretas as alternativas:
a) I, II e II.
b) I e III.
c) I e II.
d) Somente a I.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.
3 - Relacione a coluna do periférico com suas funções:
a) Periférico de saída de dados através da tela ( ) Impressora
b) Periférico de saída de dados em papel ( ) Teclado
c) Principal meio de entrada de dados no computador ( ) Scanner
d) Captador de imagens ( ) Monitor de Vídeo
4 - Relacione as colunas:
a) Placa principal do computador.
b) Placa que faz o processamento de sons.
c) Dispositivo para troca de dados entre
computadores via linha telefônica.
d) Placa reponsável pela interface entre a
CPU e o monitor de vídeo.
( ) Modem
( ) Placa-mãe
( ) Placa de som
( ) Placa de vídeo
126/37
5 - Qual é a diferença entre uma placa de vídeo aceleradora e uma placa on board?
 ________________________________________________________________________
 ________________________________________________________________________
 ________________________________________________________________________
 ________________________________________________________________________
 ________________________________________________________________________ 
 ________________________________________________________________________
6 - Determine o hardware, através das fotos:
7 - Complete:
a) As memórias de ___________ e ___________ de acesso aleatório 
são as memórias RAM.
b) Memória somente de leitura é a memória ____________.
c) Discos rígidos são memórias de ____________________________.
d) CD-RW é a unidade de CD _________________.
e) O DVD-ROM faz a leitura de , , e 
 .
b)
c)
d)
e)
f)
a)
126/38
○ ○ ○ ○ ○
8 - Relacione as colunas:
a) Menor elemento da imagem.
b) É feita a iluminação de determinados
 pixels dentro da área de 1 caractere.
c) Define a nitidez da imagem em uma tela.
9 - Relacione os tipos de impressoras com os modelos:
a) Impressoras de impacto
b) Impressoras de não-impacto
c) Impressoras de linha contínua
( ) Resolução da tela
( ) Pixels
( ) Resolução de caractere
( ) Laser
( ) Plotter
( ) Jato de Tinta
( ) Matricial
5liç
ão
liç
ão
126/39
	 	 	
	 	 	 Montagem	de	
Introdução
Agora	que	você	já	conhece	o	essencial	do	
hardware,	já	pode	trabalhar	com	a	monta-
gem	de	microcomputadores.	Nesta	lição	você	
seguirá	 passo-a-passo	 a	 montagem	 de	 um	
micro.	Mesmo	com	a	atualização	constante	
dos	equipamentos	de	hardware no	mercado,	
os	fundamentos	da	montagem	permanecem	
os	mesmos.	Portanto,	procuramos	não	falar	
sobre	a	configuração	do	computador	que	está	
sendo	montado.	Você	deve	seguir	as	orienta-
ções	já	estudadas	nesta	apostila	para	decidir	
qual	máquina	deverá	montar,	e	procurar	se-
guir	os	manuais	das	placas	e	os	fundamentos	
aqui	demonstrados.
1. Gabinete
Para	a	montagem	ou	manutenção	de	mi-
cro	devemos	seguir	alguns	passos.	O	primeiro	
deles	 é	 a	 abertura	 do	 gabinete,	 conforme	
descrevemos	abaixo:
•		De	posse	de	uma	chave	Phillips,	abrimos	o	
gabinete	do	microcomputador,	conforme	
a	foto	1:
Foto 1 - Abrindo o gabinete e
soltando os parafusos da tampa.
Foto 2 - Gabinete 
padrão AT
Foto 3 - Gabinete
 padrão ATX
•		Existem	dois	tipos	de	gabinete:	os	gabinetes	
modelo	AT	e	o	modelo	ATX.	Os	gabinetes	
modelo	AT	quase	não	são	mais	utilizados	
na	montagem	de	máquinas	novas.
•		A	seguir,	retiramos	a	bandeja	onde	ficará	
presa	a	placa-mãe,	soltando	os	parafusos,	
conforme	a	fotografia	4.	Em	alguns	casos,	
podemos	ter	um	parafuso	embaixo	do	ga-
binete	que	também	prende	a	bandeja.
Foto 4 - Retirando os parafusos que 
prendem a bandeja ao gabinete.
Parafuso do 
gabinete
Parafuso da 
fonte
Instituto Monitor
126/40
Na	maioria	dos	gabinetes	AT,	a	bandeja	
da	placa	não	sai	do	gabinete,	dificultando	um	
pouco	a	montagem	e	manutenção	do	micro.	
Na	maioria	dos	gabinetes	ATX	é	difícil	encon-
trar	uma	bandeja	que	não	saia	do	gabinete.	
	
2. Placa-mãe
O	primeiro	componente	que	será	monta-
do	é	a	placa-mãe.	Retire-a	da	caixa	e,	atra-
vés	do	manual	que	a	acompanha,	localize	o	
jumper da BIOS.
Este	jumper precisa	ser	mudado	para	a	
posição	Normal	BIOS,	uma	vez	que	a	placa,	
sendo	nova,	geralmente	vem	na	posição	Clear	
BIOS.	Nesta	posição,	não	é	possível	ligar	o	
microcomputador	ou,	em	alguns	casos,	pode-
se	ligar	o	micro,	mas	não	será	possível	gravar	
as	alterações	na	BIOS.
Normalmente,	este	jumper está	situado	
próximo	à	BIOS	da	placa.	Se	você	tiver	di-
ficuldade	para	encontrar	este	jumper,	veri-
fique	o	manual	da	sua	placa-mãe.
Foto 5 - Placa-mãe
3. Encaixando o 
 Processador na Placa-mãe
Existem	dois	tipos	de	processadores,	o	de	
pinos (PGA)	(foto	6)	e	o	de	cartucho (Slot1)	
(foto	7).	
Se	a	placa-mãe	e	o	processador	adquiri-
dos	forem	do	tipo	PGA,	siga	os	passos	do	item	
3.1.	Se	o	processador	for	do	tipo	SLOT1,	você	
pode	seguir	diretamente	para	o	item	3.2.
Obs.: para efeito didático, é importante 
que você conheça as diversas variações da 
montagem de micro. Portanto, não pule o 
estudo de nenhum tópico.
3.1 Encaixe do Processador PGA
Para	inserir	o	processador	de	pinos,	le-
vante	a	haste	do	soquete	na	placa-mãe.
Obs.: para levantar a alavanca do soque-
te, faça primeiro uma leve pressão lateral 
para que ela se desencaixe do soquete, só 
então a levante. A alavanca deve estar to-
talmente de pé para um perfeito encaixe do 
processador (no caso da alavanca estar à 
direita do soquete, a pressão deve ser feita 
da esquerda para a direita, caso contrário, 
da direita para a esquerda).
•	 Verifique	por	baixo	do	processador	e	veja	
que	em	um	ou	dois	lados	existem	alguns	
pinos	faltando,	e	verifique	no	soquete	da	
placa	que	não	há	furos	em	uma	ou	duas	
pontas.	Isso	permite	o	encaixe	perfeito.	
•		Insira	cuidadosamente	o	processador	no	
lado	correto	do	encaixe,	sem	fazer	força.	
O	processador	deve	encaixar	suavemente	
no	soquete	(foto	9).
Foto 6 Foto 7
Foto 8 - Levantando a haste do soquete para 
inserir o processador PGA (pinos).
Instituto Monitor
126/41
•		Por	último,	abaixe	a	alavanca

Mais conteúdos dessa disciplina