Prévia do material em texto
i CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL – UNINTER ENGENHARIA CIVIL LEONARDO VENÂNCIO SOARES – 2029228 TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO CARMO DO RIO CLARO-MG 2024 ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO LEONARDO VENÂNCIO SOARES TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO DESAFIO ATIVIDADE PRÁTICA APRE- SENTADO A UNIVERSIDADE INTERNA- CIONAL PARA OBSTENÇÃO DO TÍTULO TOPOGRAFIA E GEOPROCESSA- MENTO FRANSCISCO JABLINSKI CASTELHANO / PROFESSOR CARINA PEDROZO / TUTORA ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO CARMO DO RIO CLARO-MG 1. Levantamento de Curvas de Nível. O objetivo dessa atividade é realizar o desenho das curvas de nível por quadricu- lação, visando adquirir agilidade mental e visual do terreno da obra. Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de: • Traçar as curvas de nível do térreo; • Estimar o volume de escavação ou aterramento no terreno. Resolução: Foi realizado o reconhecimento do terreno e identificação do ponto de apoio para su- porte e orientação das leituras para levantamento, definição de onde seria instalado o equipamento para as medições, as medições conforme figuras abaixo geram os dados destacados em Figura 02, que serão base para a solução da questão a e b do enun- ciado. Figura 01 - Terreno e posicionamento do equipamento para medições ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Figura 02 – Resultado do levantamento dos pontos de níveis Conforme instrução do experimento foi realizado análise das cotas identificando o maior e o menor valor: 100,033 e 98,061, tendo as curvas de níveis determina- das pelo método de equidistância, utilizando equidistância de 0,40m (40mm), por ter feito uma quadricula de 30m x 25 m = 750 m². Determinado outro valor, um deles pouco abaixo da cota maior e outro um pouco acima da cota menor (100,000 e 98,010), sem ser outro valor de cota, com isso na base de cálculo de curva usando o valor equidistância adotado, teremos 5 curvas: ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO CURVA COTA 1 100,000 m 2 99,600 m 3 99,200 m 4 98,800 m 5 98,400 m Figura 03 – As 05 cotas e Curvas de níveis Figura 04 - Marcação das cotas Após preencher a quadrícula com todas as cotas do levantamento da figura 02, iniciou-se a análise dos vértices da área da curva iniciando pelo A2, subtraindo a maior cota da menor cota do vértice, a curva 01 (100) inicia-se no segmento A2-A3, então: 100,033 – 99,670 = 0,363 m ou 363 mm ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Calculando a distância gráfica do segmento A2-A3 = 5m, porém em escala 1:100, a distância gráfica é de 50mm. Então: 363 mm / 50 mm = 7,26mm Isso significa que cada mm deste segmento, no papel equivale a 7,26mm da diferença entre cotas. Posteriormente, aplicamos o mesmo método do maior va- lor da cota do vértice a valor da cuva que será representada assim: 100,033 – 10,00 = 0,033 m ou 33 mm 33 mm / 7,26 mm = 4,54 mm O que traduzimos em: a curva 01 (100) passa a 4,54mm de distância da cota 100,033m. deve – se sempre iniciar a contagem a partir da maior cota, que neste caso foi 100,033. Demonstraremos via figura os resultados para cada curva determinando grafica- mente. CURVA VERTICE POSIÇÃO CURVA VERTICE POSIÇÃO CURVA 100 A2-A3 33,000 mm CURVA 98,80 C1-D1 46,810 mm CURVA 100 A2-A1 4,200 mm CURVA 98,80 D1-D2 42,520 mm CURVA 99,60 A1-B1 42,340 mm CURVA 98,80 D2-E2 28,160 mm CURVA 99,60 A2-B2 48,320 mm CURVA 98,80 D3-E3 23,230 mm CURVA 99,60 A3-B3 25,170 mm CURVA 98,80 D4-E4 31,010 mm CURVA 99,60 A3-A4 29,710 mm CURVA 98,80 D5-E5 33,510 mm CURVA 99,20 C1-D1 2,860 mm CURVA 98,80 D6-E6 43,500 mm CURVA 99,20 C2-D2 13,850 mm CURVA 98,80 D7-E7 42,170 mm CURVA 99,20 C2-C3 24,720 mm CURVA 98,40 D1-E1 39,810 mm CURVA 99,20 B3-C3 43,780 mm CURVA 98,40 E1-E2 37,060 mm CURVA 99,20 B4-C4 43,050 mm CURVA 98,40 E2-F2 27,700 mm CURVA 99,20 B5-C5 43,410 mm CURVA 98,40 E3-F3 28,510 mm CURVA 99,20 C5-C6 35,200 mm CURVA 98,40 E4-F4 37,790 mm CURVA 99,20 C6-D6 16,590 mm CURVA 98,40 E5-F5 48,880 mm CURVA 99,20 C7-D7 48,560 mm CURVA 98,40 F5-F6 22,200 mm Figura 05 – Tabela de posicionamento das curvas ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Figura 06 - Representação gráfica das curvas de níveis Utilizando a representação altimétrica em curva de nível alocação de valores quantitativos das curvas mestras. Usando a cota arbitraria 100,00 m como referência determinaremos os volumes de aterro e corte se houver. Utilizando a figura 06, distribuiremos as cotas em pesos, nos permitindo calcular o volume. ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Figura 07 - Divisão dos quadrantes em pesos Peso 01 destacado em vermelho, peso 02 destacado em amarelo e peso 04 destacado em verde, o peso determinar em quantos quadrantes a cota atua. Com isso se monta a seguinte tabela, demonstrada em figura abaixo: Peso 1 Peso 2 Peso 4 100,000 100,033 98.511 99.585 98.978 98,061 99.670 98.393 99.290 98.691 98,488 99.551 98.306 98.965 99.391 99,573 99.448 98.247 98.672 99.171 99.384 98.181 99.531 98.989 99.351 98.305 99.153 98.707 99.606 99.188 98.728 98.771 99.226 99.528 98.971 98.603 99.485 99.154 99.322 99.269 99.061 98.761 ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Peso 1 Peso 2 Peso 4 Soma (A) 396,122 1.782,427 1.981,749 Peso 1,000 2,000 4,000 Soma Peso (B) 4,000 36,000 80,000 Soma x Peso (A x B) = C 396,122 3.564,854 7.926,996 Cota Plana (C / B) = E 99,066 Cota Arbitrária (F) 100,000 Dif (F - E) = G 0,934 Área do terreno (H) 750,000 m2 25 x 30 Volume (G x H) 700,5 m3 Aterro Figura 08 – Tabela demonstrativa de cálculo de volume 2. Método de Levantamento GNS Esta prática irá abordar o posicionamento absoluto por ponto (PPP) no modo está- tico, utilizando um receptor geodésico de dupla frequência instalado no ponto de interesse, realizado a partir de conjunto de observações de sinais de satélites. Além disso, você deverá alcançar conhecimento teórico e prático sobre o método de levantamento GNSS, utilizando a técnica de obtenção de dados de posicionamento absoluto por ponto preciso (PPP) e sua aplicabilidade. Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de: a. Realizar o rastreio orbital de um ponto GNSS em PP; b. Corrigir o posicionamento utilizando os serviços PPP do IBGE; c. Obter coordenadas precisas e conhecer diferentes precisões da posição ao longo do tempo de processamento das órbitas. Resolução: Iniciando o experimento no laboratório virtual conhecendo as ferramentas a serem utilizadas tais como: ❖ Trena; ❖ Receptor GNSS; ❖ Cabo USB; ❖ Computador. ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Iniciamos o experimento fazendo a medição da altura do receptor GNSS, neste caso utilizando uma trena disponível, conforme imagem capturada, de acordo com a medi- ção o receptor GNSS mede 1,71 metros. .Figura 09 - Medição do receptor GNSS Ao retornar a trena para a mesa, liguei o receptor GNSS e coleta de dados por 8 horas, após coleta desliguei o equipamento, levei o recepctor ao escritório e co- nectei ao computador para baixar os dados para análise. Ao visualizar o ar- quivo.tps, selecionei e extrair para Rinex, onde o mesmo demonstra3 arquivos, seguindo orientação compactei os arquivos em formato zip nomeada como eco_24Bo.zip, após isso os dados foram processados pelo IBGE e o relatório obtido; podemos ver em figura 10, sumário do processamento dos marcos: ALX1 e Coordenadas SIRGAS. ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Figura 10 – Experimento método de levantamento GNSS Qual o objetivo de realizar o pós-processamento de dados por PPP? Indique se o objetivo foi alcançado no experimento. Resposta: Ao demonstrar o uso e coletas de tais dados o objetivo é georreferen- ciar as coordenadas coletadas em campo através de processamento preciso e confiável. Foram observadas diferenças entre coordenadas na data de referência do sis- tema (Em 2004.04) e na data do levantamento? Resposta: Sim, conforme imagem abaixo, ouve uma pequena variação nas coor- denadas. Figura 11 – Experimento 3. Instalação do Teodolito eletrônico Este experimento trata dos procedimentos para instalação do teodolito eletrônico. O teodolito eletrônico é um equipamento topográfico capaz de realizar medidas angulares e de distância. Iremos demonstrar como montar o teodolito de ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO forma correta garantindo que as medidas sejam precisas e de qualidade. Como parte das atividades você terá de reconhecer o terreno onde será realizado o levantamento, selecionar o local de instalação e instalar o teodolito. Ao final deste experimento, você deverá ser capaz de: a. Compreender como os dados foram coletados, o que ele signi- fica e onde esses dados se aplicam; b. Selecionar o local de instalação de teodolito; c. Identificar situações de engenharia que demandem serviços to- pográficos executados por meio do teodolito; d. Instalar o teodolito eletrônico e seus adereços corretamente; e. Coletar dados topográficos de forma correta e com erros minimiza- dos Resolução: Iniciando o experimento conhecendo as ferramentas a serem utilizadas tais como: ❖ Estojo de teodolito; ❖ Mira topográfica; ❖ Nível cantoneira; ❖ Sapata topográfica e ❖ Tripé. Conforme passo a passo do experimento o equipamento foi instalado e testado, tendo demonstrado os seguintes dados, conforme a imagem abaixo: ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO ATIVIDADE PRÁTICA EAD UNINTER DISCIPLINA DE TOPOGRAFIA E GEOPROCESSAMENTO Figura 08 – Tabela demonstrativa de cálculo de volume