Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

Constitucional
TÓPICOS DO EDITAL
1.1. Natureza, conceito e objeto. 1.2. Fontes. 2. Poder constituinte. 2.1. Fundamentos do poder constituinte. 2.2. Poder constituinte originário, decorrente e derivado. 2.3. Reforma e revisão constitucionais. 2.4. Limitação do poder de revisão. 2.5. Emendas à Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil até a Emenda Constitucional n. 128/2022. 3.1. Dos Princípios Fundamentais. 3.2. Dos Direitos e Garantias Fundamentais. 3.2.1. Teoria Geral dos Direitos Fundamentais: histórico, justificativas, características, classificações, gerações, funções, eficácia, titularidade, limitações e restrições, deveres fundamentais. 3.2.2. Direitos Fundamentais em Espécie. Dos direitos e deveres individuais e coletivos. Dos direitos sociais. 3.2.3. Instrumentos de garantia dos direitos fundamentais. 3.3. Da organização do Estado. Da Organização Político-Administrativa. Da União. Dos Estados Federados. Dos Municípios. Do Distrito Federal e dos Territórios. Da intervenção. Da Administração Pública. 3.4. Da organização dos poderes. Do poder legislativo. Do poder executivo. Do poder judiciário. Das funções essenciais à justiça. 3.5. Da segurança pública. 3.6. Da Tributação e do Orçamento. Do sistema tributário nacional. Das finanças públicas. 3.7. Da educação, da cultura e do desporto. Da ciência, tecnologia e inovação. Da comunicação social. Do meio ambiente. Da família, da criança, do adolescente, do jovem e do idoso. Dos índios.
ORGANIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA
· União
· Estados
· DF
· Municípios
Possui soberania: União
Possui autonomia: U, E, DF e M
Características do Federalismo no Brasil
Origem: segregação/desagregação: O poder central (Estado Unitário), é repartido para outros entes. O poder é direcionado do centro para fora (movimento centrífugo).
Concentração de poder: Centrífugo ou descentralizador: É uma tentativa de reação à centralização do poder na esfera federal.
Quanto à homogeneidade da destruição da competência: Simétrico ou homogêneo: Caracteriza-se pelo equilíbrio na distribuição constitucional de competências entre os entes federativos de mesmo grau
Quanto às esferas/centros de competência
Típico, Tridimensional, Tripartite ou de Terceiro Grau: Se constata a existência de três esferas competência: a central (União), a regional (Estados-membros) e a local (Municípios)
Quanto à repartição de competências: Por cooperação: Busca-se o meio termo entre o federalismo dualista e o federalismo por integração. Há uma repartição horizontal de competências, mas algumas delas ficam sob a tutela da União.
Capital federal
Brasília
Territórios federais
· Integram a União
· Criação, transformação ou reintegração – Lei complementar. 
Estados
Os Estados podem:
· Incorporação 
· Subdivisão
· Desmembramento
· Formar novo E ou Território federal
Requisitos:
· Realização de plebiscito: aprovação da população
· Aprovação do C.N. – Lei complementar. 
Municípios
· Criação
· Incorporação
· Fusão
· Desmembramento
Requisitos:
· Lei Estadual
· Consulta prévia com população dos municípios envolvidos – plebiscito
· Estudo de viabilidade municipal – publicado.
Vedações
A todos os entes: U, E, DF e M
· Estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento
· Manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;
· Recusar fé aos documentos públicos;
· Criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si.
1. Os Distritos são unidades administrativas dos municípios.
2. Os municípios constituem as unidades de menor hierarquia dentro da organização político-administrativa do Brasil.
3. O Distrito Federal é a unidade onde localiza-se a sede do Governo Federal e seus três poderes: judiciário, legislativo e executivo.
4. Os Estados constituem as unidades de maior hierarquia dentro da organização político-administrativa do país. 
união
bens da união
1. Atualmente pertencem
1. Vierem a ser atribuídos
1. Terras devolutas – indispensáveis para defesa das fronteiras, fortificações, construções militares, vias federais e preservação ambiental
1. Lagos, rios e correntes de água
· Território do seu domínio
· Banhem + 1 Estado
· Fronteira c/ outros países
· Vão até/ venham de território estrangeiro
· Terrenos marginais
· Praias fluviais
1. Ilhas fluviais e lacustres – limite c/ outros países
1. Praias marítimas
1. Ilhas oceânicas e costeiras – exceto sedes de Município
1. Recursos naturais de plataforma continental
1. Recursos da zona economia exclusiva
1. Mar territorial
1. Terrenos de marinha e acrescidos
1. Potenciais de energia hidráulica
1. Recursos minerais, inclusive os do subsolo
1. Cavidades naturais subterrâneas 
1. Sítios arqueológicos e pré-históricos
1. Terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.
Exploração dos recursos do Petróleo
Participação nos resultados ou compensação financeira – Lei – U, E, DF e M
· Exploração do petróleo e gás natura
· Recursos hídricos – energia elétrica
· Recursos minerais – 
Quando for:
· No território
· Plataforma continental
· Mar territorial
· Zona econômica exclusiva
Faixas de fronteira
· Faixas de até 150 km de largura ao longo das fronteiras terrestres. 
· Defesa território nacional
· Uso e ocupação regulados por lei
COMPETÊNCIAS DA UNIÃO
· Relações com Estados estrangeiros
· Participação em organizações internacionais
· Declarar guerra e celebrar a paz;
· Defesa nacional;
· Permitir trânsito/permanência temporária de forças estrangeiras no território
· Decretar o estado de sítio, o estado de defesa e a intervenção federal;
· Autorizar/fiscalizar a produção e o comércio de material bélico;
· Emitir moeda;
· Administrar as reservas cambiais do País 
· Fiscalizar as operações financeiras, especialmente as de crédito, câmbio e capitalização, bem como as de seguros e de previdência privada;
· Planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social;
· Serviço postal e o correio aéreo nacional;
· Serviços oficiais de estatística, geografia, geologia e cartografia de âmbito nacional;
· Classificação, para efeito indicativo, de diversões públicas e de programas de rádio e televisão;
· Conceder anistia;
· Planejar e promover a defesa permanente - calamidades públicas – Seca/inund.
· Sistema n. recursos hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso
· Diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento básico e transportes urbanos;
· Princípios e diretrizes para o sistema nacional de viação;
· Executar a polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras
· Inspeção do trabalho;
· Áreas e as áreas/condições - exercício da atividade de garimpagem, em forma associativa.
· Proteção e o tratamento de dados pessoais.
Explorar diretamente, por concessão ou permissão os serviços de:
· Telecomunicações
· Radiodifusão sonora
· Instalações de energia elétrica
· Navegação aérea, aeroespacial e a infra-estrutura aeroportuária;
· Transporte ferroviário e aquaviário – portos e fronteiras
· Transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros;
· Portos marítimos, fluviais e lacustres;
Organizar e manter:
· JUD e MP - DF e territórios.
· D.P. – territórios
· PC, PP, PM E BM – DF
instalações e serviços nucleares
Monopólio da pesquisa, lavra, enriquecimento, reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados.
Condições:
· Só para fins pacíficos
· Mediante aprovação do CN
· Regime de permissão – autorizado o comércio e uso de radioisótopos – pesquisa/uso agrícola, industrial e médico. 
· Responsabilidade civil independe de culpa. 
competência privativa - legislação
· Direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;
· Desapropriação;
· Requisições civis e militares – iminente perigo/guerra
· Águas, energia, informática, telecomunicações e radiodifusão
· Serviço postal;
· Sistema monetário e de medidas, 
· Política de crédito, câmbio, seguros etransferência de valores
· Comércio exterior e interestadual;
· Diretrizes da política nacional de transportes;
· Regime dos portos, navegação lacustre, fluvial, marítima, aérea e aeroespacial;
· Trânsito e transporte;
· Jazidas, minas, outros recursos minerais e metalurgia;
· Nacionalidade, cidadania e naturalização;
· Populações indígenas
· Emigração e imigração, entrada, extradição e expulsão de estrangeiros;
· Organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões;
· Organização judiciária, do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios e da Defensoria Pública dos Territórios, bem como organização administrativa destes
· Sistema estatístico, sistema cartográfico e de geologia nacionais;
· Poupança, captação e garantia da poupança popular
· Consórcios e sorteios;
· Normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação, mobilização, inatividades e pensões das polícias militares e dos corpos de bombeiros militares;               
· Competência da PF, PRF e PFF;
· Seguridade social;
· Diretrizes e bases da educação nacional;
· Registros públicos;
· Atividades nucleares de qualquer natureza;
· Normas gerais de licitação e contratação, 
· Defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional;
· Propaganda comercial.
· Proteção e tratamento de dados pessoais. 
Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo.
competência comum – u, e, m
· Guarda da CF, leis, inst. Democráticas e pat. público
· Saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência
· Proteger docs, as obras e outros bens de valor histórico, artístico e cultural, os monumentos, as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos;
· Impedir a evasão, a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico, artístico ou cultural;
· Proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação;        
· Proteger meio ambiente e combater a poluição – qq forma. 
· Preservar as florestas, a fauna e a flora;
· Fomentar agropecuária e organizar o abastecimento alimentar;
· Programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico;      
· Combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização, promovendo a integração social dos setores desfavorecidos;
· Concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios;
· Estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito.
Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a União e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional
Competência concorrente – u, e, DF
  
· Direito tributário, financeiro, penitenciário, econômico e urbanístico
· Orçamento;
· Juntas comerciais;
· Custas dos serviços forenses;
· Produção e consumo;
· Florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa do solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição;
· Proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, turístico e paisagístico;
· Resp. dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico;
· Educação, cultura, ensino, desporto, ciência, tecnologia, pesquisa, desenvolvimento e inovação;          
· Criação, funcionamento e processo do juizado de pequenas causas;
· Procedimentos em matéria processual
· Previdência social, proteção e defesa da saúde;        
· Assistência jurídica e Defensoria pública
· Proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência;
· Proteção à infância e à juventude
· Organização, garantias, direitos e deveres das polícias civis.
§ 1º No âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.         (Vide Lei nº 13.874, de 2019)
§ 2º A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados
§ 3º Inexistindo lei federal sobre normas gerais, os Estados exercerão a competência legislativa plena, para atender a suas peculiaridades.         
§ 4º A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual, no que lhe for contrário.      
1. Os Distritos são unidades administrativas dos municípios.
2. Os municípios constituem as unidades de menor hierarquia dentro da organização político-administrativa do Brasil.
3. O Distrito Federal é a unidade onde localiza-se a sede do Governo Federal e seus três poderes: judiciário, legislativo e executivo.
4. Os Estados constituem as unidades de maior hierarquia dentro da organização político-administrativa do país.
estados
Organização: Constituição estadual + leis.
Competências: todas as que não lhe sejam vedadas. 
exploração de gás
Cabe ao Estado – concessão dos serviços locais de gás canalizado.
Vedada: edição de medida provisória para regulamentar. 
O Estado não pode editar medida provisória.
regições metropolitanas
Instrumento: Lei complementar 
O Estado pode definir, a partir do agrupamento de municípios limítrofes:
· Regiões metropolitanas 
· Aglomerações urbanas
· Microrregiões
Objetivo: integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum.
bens do estado 
· Águas superficiais, subterrâneas, fluentes ou emergentes – exceto decorrentes de obras da União
· Áreas nas ilhas oceânicas ou costeiras – no seu domínio – exceto quando fizer parte da U, M e T
· Ilhas fluviais e lacustres não U
· Terras devolutas não U
deputados 
Quantidade: 3x a representação do Estado na Câmara 
O número de Deputados à Assembleia Legislativa corresponderá ao quádruplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados.
Limite máximo para o cálculo: 12 – acima de 12, não multiplica, mas sim começa a somar a diferença (acima de 36).
Acima de 12 deputados do Estado presentes na Câmara Federal – Acrescenta + 1 deputado até chegar no limite do quantitativo de 36. Ou seja: 12 x 3 = 36, se for 13 deputados, faz 3 x 12 = 36 e acrescenta + 1 deputado, e assim sucessivamente. 
Mandato: 4 anos
Também se aplica aos Dep. Estaduais:
· Inviolabilidade
· imunidades
· remuneração
· perda do mandato
· licença
· impedimentos
· incorporação à FA
subsídio
· Lei de iniciativa da Assembleia.
· Máximo: 75% do valor dos Dep. Federais.
O subsídio dos deputados estaduais será fixado em razão de, no máximo, 75% do estabelecido para os Deputados federais. 
assembléia estadual
Competências:
· Regimento interno
· Polícia
· Serviços adm.
· Secretariais
· Provisão dos cargos
processo legislativo estadual
Iniciativa popular – defina em Lei. 
Mandato: 4 anos
Eleições – 1 domingo (1º turno) e último domingo (2º turno)
Posse: 6 de janeiro 
Perda do mandato de Governador
Assumir cargo público – adm. direta + indireta.
Exceção: posse em virtude de concurso.
subsídios
Instrumento: Lei de iniciativa da Assembleia 
· Governador
· Vice
· Secretários de Estado
A lei que fixa o subsídio dos Secretários de Estado é de competência da privativa da Assembleia. 
DISTRITO FEDERAL
· É vedada a divisão em municípios
· Competências: mesmas do E e M
Organização: Lei orgânica
Votação: 2 turnos 
Interstício: mínimo 10 dias
Aprovação – 2/3 da Câmara
Eleições: Governador, vice e Deputados-distritais – junto com a do Estado. 
segurança pública 
Organizado por Lei federal – Uso das
· PC
· PP
· PM
· BM
DOS TERRITÓRIOS
· Integram a União
· Organização adm. e judiciária = Lei complementar. 
· Podem ser divididos em municípios.
· Contas – submetidas ao CN, com parecer prévio do TCU. 
Por integrar a União, território não é considerado ente – Se a questão falar que a organização político-adm. da RFB compreende a U, E, DF, M e Territórios = INCORRETA. 
A CF expressa a possibilidade de criar territórios, porém a Lei Complementar reguladora ainda nãoexiste.
Territórios federais > 100 mil habitantes
· Nomeação conforme CF – Governador, membros MP e defensor público. 
· Órgãos judiciários – 1 e 2 estância.
Câmara territorial 
Lei determina
· Eleições
· Competência deliberativa 
Municípios
· O município é um dos entes que integram a Federação. 
· É PJ de direito público interno, com natureza de entidade político-administrativa.
· São entes federados atípicos que possuem autonomia política, administrativa e financeira. 
O conceito de autonomia política municipal, para a doutrina, está assentado nas seguintes duas capacidades: auto-organização e autogoverno
Lei orgânica
É o documento fundamental de um município, semelhante à Constituição Federal, mas em âmbito local. Ela estabelece a organização político-administrativa do município, define os poderes e as atribuições dos órgãos municipais, e dispõe sobre os direitos e deveres dos munícipes. A Lei Orgânica é a norma superior do município e deve ser observada por todas as demais leis municipais.
Votação: 2 turnos
Interstício: mínimo de 10 dias 
Aprovação: 2/3 da Câmara
Promulgação: Câmara – Poder legislativo Municipal
Segundo turno de votação: Municípios com mais de duzentos mil eleitores. 
O mesmo procedimento também se aplica para Emenda constitucional da Lei orgânica. 
Não existe:
Vetor/ sanção de Lei orgânica ou E.C. da Lei orgânica – Simetria com U – CF/88.
DF + MUN são regidos por lei orgânica.
Eleição municipal
Prefeito: Mandato 4 anos + 
Vice: Pleito direto/simultâneo
Vereador: 1º/10 – ano anterior ao fim do mandato
Posse: 1/1 do ano subsequente ao pleito – regra geral para o Executivo. 
Máximo de vereadores
Menor: 9 até 15
Maior: 55 > 8 milhões
Regras: 
· Sempre vai ser número ÍMPAR.
· Cresce sempre de 2 em 2. 
	Nº vereadores
	Nº habitantes
	9
	Até 15 mil
	11
	15 a 30 mil
	13
	30 a 50 mil
	15
	50 a 80 mil
	17
	80 a 120 mil
	19
	120 a 160 mil
	21
	160 a 300 mil
	23
	300 a 450 mil
	25
	450 a 600 mil
Faixas de aumento
· 9 a 11: aumenta de 15 em 15
· 11 a 13: aumenta de 20 em 20
· 13 a 15: aumenta de 30 em 30
· 15 a 19: aumenta de 40 em 40
subsídio
PREF + VICE + Secretário – Competência da Câmara (iniciativa + aprovação) – Definição em Lei.
STF: Lei que define ou aprova o subsídio do Executivo Municipal entra em vigor só na legislatura seguinte – próximos 4 anos. 
Aumento do subsídio – Iniciativa da lei é privativa da Câmara.
Subsídio dos vereadores: Fixado pela Câmara – válido para a legislatura seguinte. 
O limite do subsídio é definido com base no quantitativo de habitantes do município:
	Nº habitantes
	% de subsídio
	Até 10 mil
	20%
	10 – 50 mil
	30%
	50 – 100 mil
	40%
	100 – 300 mil
	50%
	300 – 500 mil
	60%
	>500 mil
	75%
Dicas
· Começa em 20%
· Sobe de 10 em 10 até 60%
· O limite máximo é 75% - Mais de 500 mil habitantes.
Remuneração não é só o subsídio. 
Total da despesa com VEREADOR não pode ultrapassar 5% da receita. 
competências do município
1. Legislar sobre interesse local
1. Suplementar Lei Estadual + Federal no que couber
1. Criar, organizar e suprimir distritos – observada a Lei Estadual
1. Criação de municípios
1. Instituir e arrecadar os tributos municipal – Impostos (IPTU + ITBI + ISS), taxas e contribuições de melhoria. 
1. Organizar e prestar serviços de interesse local
1. Inclusive serviço funerário 
1. Inclusive transporte coletivo – serviço essencial
1. De forma direta, por concessão ou permissão 
1. Serviços de saúde
1. Ordenamento territorial local – plano diretor.
1. Proteção patrimônio histórico-cultural local
1. Programas de educação infantil + fundamental – cooperação técnica + $ com E e U. 
Criação de municípios
· Estudo de viabilidade municipal
· Plebiscito
· Lei estadual
· Dentro do prazo decretado em L.C. Federal
S.V. 645: Funcionamento do comércio local. 
Controles da Adm. pública
· Controle interno: Executivo - próprio da Adm. interna.
· Controle externo: Legislativo – Câmara Municipal + auxílio dos TC (Estadual e Municipal, se houver).
Prestação de contas do Prefeito 
Contas → TC + CE + CM → parecer prévio → Julgamento pela Câmara 
O TC não julga, só envia o parecer para a Câmara. 
O parecer do TC pode deixar de prevalecer, por votação de 2/3 dos Vereadores.
Contas do Municípios
Ficam por 60 à disposição do contribuinte, para:
· Exame
· Apreciação
· Questionar legitimidade 
CF/88: é vedada a criação de tribunais de Tribunais, Conselhos ou órgãos de contas municipais. 
crimes do executivo municipal
Os crimes de responsabilidade do Prefeito estão previstos em Lei federal. 
Julgamento do Prefeito
· Crime comum: TJ – Foro por prerrogativa de função.
· Crime de responsabilidade: TJ – Decreto-lei 201/67 – Ex.: Apropriar-se de bens públicas. 
SV 703: A extinção do mandado do Prefeito não impede o processo.
Crimes de responsabilidade
Infração político-administrativas: Julgamento pela Câmara. 
Ex.: Impedir o funcionamento regular da Cãmara.
SV 702: Competência do TJ para crimes de competência da Justiça Estadual. 
Crimes de responsabilidade do Prefeito
· Efetuar repasse superior aos limites 
· Não enviar repasses orçamentários à Câmara até o dia 20 de cada mês
· Enviar repasse menor do que o previsto na LOA
Iniciativa popular
Manifestação de, pelo menos, 5% do eleitorado.
Ação popular - Qualquer cidadão será parte legítima para pleitear a declaração de nulidade dos atos lesivos do patrimônio municipal. 
Teto das despesas do legislativo municipal
	Nº habitantes
	% da despesa do exercício anterior
	Até 100 mil
	7%
	100 – 300
	6%
	300 – 500
	5%
	500 – 3 milhões
	4,5%
	3 – 8 milhões
	4%
	> 8 milhões
	3,5%
Subsídio
· Inclui a remuneração dos vereadores
· Exclui a remuneração dos inativos
Compõe a receita do Município: 
· Receita tributária.
· Transferências constitucionais efetivamente – realizados no exercício anterior. 
Dicas
· Varia de 100 mil a 8 milhões habitantes
· Máximo é 7% e o mínimo é 3%
· O percentual é decrescente
teto de gastos da câmara
A Câmara não pode gastar mais de 70% de sua receita com folha de pagamento, incluindo o subsídio dos vereadores – Não observância = crime de responsabilidade p/ Presidente da Câmara.
Imunidade dos vereadores
Os vereadores possuem imunidade material por suas:
· Palavras
· Votos
· Opiniões
Quando vale a imunidade?
· A partir da posse.
· No exercício do mandato.
· Só na circunscrição – território do município. 
· Possui foro por prerrogativa no TJ do seu Estado, mas não no STJ. 
· As proibições dos vereadores são similares à dos Congressistas.
· A imunidade afasta a ilicitude, nos crimes contra a honra. 
Informações retiradas de questões
O município não poderá dar nomes de pessoas vivas a bens e serviços públicos de qqlr natureza. 
Ex.: não pode dar nome de pessoas vivas a prédios públicos, isso foi até uma resolução.
As diretrizes municipais de proteção ambiental serão estabelecidas em Lei.
É vedado ao Município: Usar ou consentir que se use qualquer dos bens ou serviços Municipais ou pertencente à administração indireta ou fundacional, sob seu controle, para fins estranhos à administração. 
Súmula Vinculante 38: É competente o Município para fixar o horário de funcionamento de estabelecimento comercial.
Quando se tratar de instituição bancária, a competência será da União, conforme Súmula 19 do STJ: Súmula 19, STJ: A fixação do horário bancário, para atendimento ao público, é da competência da União.
Horário de banco = cabe à União;
Horário de fila de banco = cabe ao município;
Horário de estabelecimento comercial = cabe ao município.
Sistema constitucional de crises
· Conjunto de normas constitucionais – visa manter o equilíbrio das forças/ordem jurídica.
· Existem no BR desde a Carta de 1824
· Exterioriza-se por meio do E.D. e E.S.
· Objetivo: combater situações insustentáveis + restituir equilíbrio e a estabilidade do Estado. 
· São momentos de crise, em que o próprio texto constitucional autoriza que o Estado adote medidas de repressão, limitando garantias fundamentais. 
Princípios fundantes
· Necessidade: só podem ser exercidosdiante de situação fática grave que tornem imprescindíveis.
· Temporariedade: as medidas excepcionais têm prazo pré-estabelecido na CF.
· Proporcionalidade: E.D. e E.S. devem ser proporcionais aos fatos que justificaram a sua adoção. 
Afronta aos princípios = Golpe de Estado. 
Bizus
 (no alfabeto, o D vem antes do S)
· Defesa Decreta – local DETERMINADO + brando – não precisa autorização prévia CN - 30 + 30 = 60 dias no máximo – controle político posterior.
· Sitio Solicita – APLICAÇÃO GERAL + grave – presi decreta junto com o CN (autoriza) - 30 + 30 + 30... – controle político prévio. 
· Ambos são atos de natureza política. 
Estado de Defesa
Quem decreta? Presidente – ouvido Conselho República (CR) + Conselho defesa Nacional (CDN)
Objetivo: preservar/restabelecer a ordem pública ou paz social. 
Aplicação: locais restritos e determinados. 
Hipóteses de decretação
· Grave e iminente instabilidade institucional
· Calamidade de grandes proporções da natureza
Titularidade
Presidente da República
Requisito
· Audiência prévia CR + CDN – órgãos consultivos do Executivo 
· Não ouvir = Decreto é inconstitucional
· Parecer dos Conselhos é opinativo, não possui caráter vinculante. 
características do decreto
O decreto que instituir deverá determinar:
· Tempo de duração
· Área a ser abrangida
· Medidas coercitivas
Tempo de duração
· Máximo: não > 30 dias.
· Admite 1 prorrogação = período, se persistirem as razões da decretação.
· O prazo inicial de decretação vincula o prazo de prorrogação da medida.
Medidas coercitivas
1. Restrição dos direitos
a) Reunião, ainda que no seio da associação.
b) Sigilo das correspondências.
c) Sigilo das ligações.
2. Ocupação/uso temporário – bens e serviços – igual ao E. calamidade – U responde pelos danos – só se aplica a calamidade de grandes proporções da natureza.
Exemplos de situações em que cabe E.D:
· Greve das instituições de segurança pública
· Rompimento das barragens em Brumadinho
Regras gerais
Prisão por crime contra o Estado 
· Exige comunicação imediata ao Juiz competente + declaração do estado físico e mental do detido no momento da autuação
· Se ilegal = relaxada imediatamente
· É facultado ao preso requerer exame de corpo de delito à autoridade policial
Prisão ou detenção de qualquer pessoa
· Regra: Não superior a 10 dias
· Exceção: Autorização pelo Judiciário
· Vedada a incomunicabilidade do preso. 
Procedimentos após a decretação
· Para decretar ou prorrogar, Presidente precisa enviar em até 24h ao Congresso Nacional.
· CN tem até 10 dias para apreciar o decreto – maioria absoluta para aprovar/reprovar. 
· CN em recesso: Convocação extraordinária em 5 dias. 
Aprovado: CN continua funcionando durante E.D. 
Reprovado: cessa imediatamente o E.D.
estado de sítio – e.s.
O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa 
O Presidente, ouvidos o CR + CDN, pode solicitar ao CN autorização para decretar o E.S.
· Em regra, o E.S. terá abrangência nacional. 
· Exceção: hipótese de comprovada ineficácia de medida tomada no E.D. – aplicação em local determinado. 
Hipóteses de decretação
1. Comoção grave de repercussão nacional 
2. Comprovada Ineficácia de medida adotada durante o E.D.
3. Declaração de Estado de Guerra
4. Resposta à agressão armada estrangeira 
Titularidade
Presidente da República
Requisitos
· Audiência prévia – Conselho da República e Defesa nacional.
· Prévia autorização do CN – maioria absoluta.
· Presidente deve informar os motivos determinantes no pedido. 
características do decreto
O decreto deverá determinar:
· Tempo de duração
· Área abrangida
· Medidas coercitivas – garantias constitucionais suspensas.
Após a publicação do decreto, o Presidente irá designar o executor das medidas. 
Tempo de duração
Máximo: Até 30 dias + n prorrogações de até 30 dias – prazo de decretação não vincula o prazo de prorrogação. 
· Comoção grave de repercussão nacional
· Ineficácia das medias do E.D.
Sem tempo de duração – enquanto perdurar Guerra ou ameaça armada estrangeira.
Medidas coercitivas
Medidas em caso de comoção grave ou ineficácia do E.D: 
1. Obrigar permanência em local determinado
2. Detenção fora de prisão
3. Restrição
· Inviolabilidade de Correspondência 
· Comunicação
· Prestar informação à imprensa, exceto pronunciamento parlamentar
4. Suspensão da Reunião
5. Busca e apreensão em domicílio
6. Requisição bens
7. Intervenção nos serviços públicos
As hipóteses de Guerra ou ameaça armada estrangeira podem gerar qualquer medida coercitiva que seja adequada - Ex: Aplicação da pena de morte. 
Procedimentos após a decretação do E.S. 
Se o CN aprovar por maioria absoluta: Presidente decreta o E.S. + CN em funcionamento até o fim da medida. 
Se o CN rejeitar: o decreto não é publicado e não possui validade.
Controle sobre a decretação do E.D. e E.S.
Controle político
Imediato/prévio: CN pode rejeitar o decreto do E.D. ou rejeitar a solicitação do E.S.
Concomitante: CN designa uma comissão com 5 de seus membros para acompanhar e fiscalizar as medidas adotadas durante os Estados de exceção.
Sucessivo/posterior: Presidente envia um relato das medidas aplicadas durante os Estados de exceção para o CN, com especificação + justificativa das providências adotadas.
Controle jurisdicional
Imediato: competência para atuar sobre hipóteses de abuso de poder ou desvio de finalidade, invalidando a medida. 
Concomitante: Juiz pode relaxar as prisões ilegais ocorridas durante o período. Também são analisadas qualquer lesão ou ameaça a direito, excesso ou abuso de poder – princípio da inafastabilidade da jurisdição. 
Sucessivo: cessados os Estados de exceção, cessam também os seus efeitos, sem prejuízo das responsabilidades pelos ilícitos cometidos pelos seus executores ou agentes. 
Mesa do Congresso Nacional
Responsável pela condução dos trabalhos das sessões conjuntas do CN.
Em ambos os estados de exceção, é necessária a existência de uma comissão para acompanhar e fiscalizar as medidas tomadas durante o período de anormalidade.
· É designada pela mesa do C.N., após a oitiva dos líderes partidários. 
· Composta por 5 membros. 
· Cessados – fim dos efeitos
· Presidência: Presidente do Senado Federal
Forças Armadas
· Marinha
· Exército
· Aeronáutica
Pegadinha em questões: A Guarda costeira faz parte da Marinha, logo, compõe as Forças Armadas. 
Os membros das forças armadas são denominados militares.
Autoridade suprema: Presidente da República.
Direção superior: Ministro da Defesa
OBS: Ambos cargos privativos de BR natos. 
São privativos dos militares:
· Título
· Posto
· Uso de uniformes
Graduação: grau do praça
Posto: grau do oficial
Forças auxiliares e reservas do Exército: PM e BM. 
Características
· Instituições nacionais
· Permanentes
· Regulares
· Possuem estrutura própria
Organização
· Hierarquia
· Disciplina
Funções
· Defesa da pátria
· Garantia dos poderes constitucionais
· Garantia da lei e da ordem
Lei complementar
Estabelece normas gerais de:
· Organização
· Preparo
· Emprego
A lei complementar é a responsável por estabelecer as normas gerais para a organização, preparo e emprego das Forças Armadas.
Patentes
Prerrogativas, direitos e deveres. 
Quem confere? Presidente da república
Asseguradas em plenitude aos oficiais da
· Ativa
· Reserva
· Reformados
Oficial das Forças Armadas = é cargo privativo de BR nato. 
Posse do militar em cargos públicos
Cargo civil permanente = transferência para a reserva – com exceção dos cargos privativos de profissionais da saúde. 
Cargo civil temporário, não eletivo = agregado ao respectivo cargo. 
· Promoção só por antiguidade
· Conta o período de serviço para promoção por antiguidade e transferência para a reserva. 
Mais de 2 anos de afastamento, contínuos ou não = transferência para a reserva. 
Atenção!
PM e BM são militares dos Estados – podem acumular os seguintes cargos, desde que com prevalência da atividade militar:
· 2 cargos de professor
· 1 professor + 1 técnico científico
· 2 cargos de profissionais da saúde
Perda da patente – Oficial
Julgado indigno do oficialato+ incompatível
Tempo de paz
· Decisão do tribunal militar
· Caráter permanente
Tempo de guerra
· Tribunal especial
Julgado indigno do oficialato: traição, espionagem, desrespeito a símbolo nacional, roubo simples, furto, pederastia.
Incompatível com oficialato: tentar contra soberania ou gerar conflito contra o BR. 
Condenação do militar
Justiça comum
Pena privativa de liberdade > 2 anos – com sentença transitada em julgado. 
É submetido a julgamento para perda do oficialato. 
Direitos dos militares
· 13º salário
· Férias
· Salário família
· Licença-paternidade
· Assistência ao filho de até 5 anos
· Teto remuneratório
· Proibição de vinculação/equiparação
· Irredutibilidade do subsídio
· Não computação de acréscimos pecuniários
· 2 cargos privativos de profissional de saúde
Lei
· Formas de ingresso
· Limite de idade
· Estabilidade
· Condições de transferência para inatividade
· Direitos e deveres
· Remuneração
Serviço militar obrigatório
Conforme lei 
Serviço alternativo: FA devem atribuir – a quem alegar imperativo de consciência
Requisitos:
· Tempos de paz
· Já alistado
· Alegar imperativo de consciência – crença religiosa, filosófica ou política
Isentos do serviço militar – em tempos de paz
· Mulheres
· Eclesiásticos
Sujeição a outros encargos, que a lei pode atribuir. 
Vedações
· Sindicalização
· Greve
· Filiação à partido político – quando da ativa. (reformado pode). 
Das punições militares
Não cabe HC, em regra – STF (HC 70.648).
Justificativa: hierarquia e disciplina
Não cabe HC em relação ao mérito das punições, o que não impede impetração de HC para exame dos pressupostos de legalidade das medidas adotadas. 
Atenção!
Texto da CF diz que não cabe HC nas punições militares.
STF entende que é possível, no que se refere a legalidade das punições. 
Prisão de militares
Podem ser:
· Disciplinares – decretada administrativamente por autoridade militar com hierarquia superior à do infrator
· Decorrentes de crimes militares – decretada pela Justiça Militar. 
São vedadas as prisões arbitrárias – cabe controle judicial das medidas adotadas.
Segurança Pública
Segurança pública – dever do Estado e direito/responsabilidade de todos. 
Objetivos:
· Preservação da ordem pública
· Preservação da incolumidade das pessoas
· Preservação do patrimônio
Tópicos importantes para provas discursivas:
S.P. visa oportunizar a convivência pacífica e harmoniosa dos indivíduos
Estado como detentor do monopólio do uso da força, cabe a ele garantir a ordem pública.
A atividade-fim das polícias não pode ser terceirizada. 
A segurança pública é um direito social – Garantir o estado de bem estar social é um dever do Estado. 
Todos os órgãos de S.P. tem poder de polícia, mas nem todos os órgãos que tem poder de polícia são órgãos de S.P. (ex: Marinha, Exército, Anvisa)
órgãos da segurança pública
“Rol taxativo – números cláusus”
· PF
· PRF
· PFF
· PC
· PM + BM
· PP federal, estadual e distrital – incluído em 2019. 
A CF não cita a Guarda municipal como Órgão de Segurança pública.
O Art. 144 é considerado norma de observância obrigatória = Estados não podem criar órgãos diversos dos elencados. 
Rol exaustivo com ampliação vedada. 
Não são órgãos de S.P. = GM, Segurança viária, Polícia Judiciária, ABIN, Receita Federal, F.A..
polícia federal
· Órgão permanente
· Estruturado em carreira
· Instituída por lei
· Organizado e mantido pela União
Funções
1. Apurar infrações penais de:
· Ordem política/social.
· Em detrimento de BIS (bens, interesses e serviços) da União, entidades autárquicas e empresas públicas (não entra S.E.M, em regra)
· Repercussão interestadual/internacional – quando exigir repressão uniforme. 
1. Prevenir e reprimir o tráfico, contrabando e descaminho – sem prejuízo da ação fazendária + outros órgãos (Receita federal, PRF também fazem).
1. Polícia:
· Marítima
· Aeroportuária
· Fronteiras
1. Polícia judiciária da União – única função exclusiva da PF.
A PF tem atribuições tanto de polícia ostensiva/adm quando te polícia judiciária. 
Competência da PF x PC
· A competência não é concorrente (as duas podem praticar ao mesmo tempo), mas subsidiária (o que não for da PF é da PC)
· PF em infração de repercussão interestadual - só quando exige repressão uniforme 
Teoria dos poderes implícitos: o MP também tem competência para investigar, sem precisar de provocação. No entanto, são as polícias que possuem a primazia investigatória na apuração dos crimes. 
polícia rodoviária federal
· Órgão permanente
· Estruturado em carreira
· Instituída por lei
· Organizado e mantido pela União
Função:
Patrulhamento ostensivo – Rodovias federais. Mesmas características: PFF – patrulhamento ostensivo das ferrovias federais. 
Para a Jurisprudência, a PRF também tem atuação sob as estradas federais. 
polícia civil 
Dirigidas por Delegado de carreira – Inconstitucional a obrigatoriedade de ser Delegado da Classe final da carreira. 
 
Funções, ressalvadas as competências da U:
· Polícia judiciária - Apuração infrações penais – Exceto militares.
A atuação da PC tem caráter residual. 
Se a questão falar que cabe às PC a apuração de todas as infrações penais, com exceção das militares, a questão está errada – A exceção são as infrações militares + infrações de competência da União. 
· É inconstitucional o foro por prerrogativa para Delegado.
· É inconstitucional norma estadual que prevê independência funcional a delegado de polícia e atribui à PC o caráter de função essencial à Justiça.
· É vedada a greve aos policiais civis, mas pode a sindicalização. 
· Os Estados podem estabelecer idade e tempo de contribuição diferenciado para aposentadorias dos agentes e escrivão da PC – através de Lei Complementar. 
Segundo o STF, compete à polícia civil a apuração de crimes comuns praticados por militares, ou seja, aqueles estranhos à atividade militar.
Para que um crime seja militar, não basta igual tipificação em ambos os códigos penais (CP e CPM). Tem que haver a presença de um dos requisitos constantes no art. 9º do CPM: "em atividade", ou "em razão da matéria", ou "em razão da função", ou ainda "em razão do lugar"
polícia militar
Funções:
· Policiamento ostensivo.
· Preservação da ordem pública.
Vedado a greve + sindicalização.
STF: PM pode realizar flagrantes ou participar de busca e apreensão, quando por ordem judicial. 
Diferença entre PC e PM:
PC: pode sindicalizar
PM: não pode sindicalizar
Corpo de bombeiros
Funções:
· Atribuições definidas em lei.
· Atividades de Defesa civil.
A PM e BM são forças auxiliares e reserva do Exército, e se subordinam, neste contexto, ao Comando do EB.
policias penais
São vinculadas ao órgão administrador do sistema penal da unidade federativa a que pertencem.
Funções:
· Segurança dos estabelecimentos penais. 
Existem PP federal, estadual e distrital. 
· Inserida no rol da Segurança pública pela EC 104/19 - 2019.
· O Secretário de Administração Penitenciária tem autoridade para determinar que a polícia penal, que está vinculada à sua Secretaria, realize a segurança da unidade prisional, especialmente em situações de rebelião.
· Após a EC Nº 104/2019, a Policia Penal é responsável pela segurança do sistema prisional interno e externo.
Pedro Lenza: são policiais adm/ostensiva especial – execução penal. 
subordinação dos órgãos de segurança
São subordinados aos governos dos E, DF e Territórios: 
· PM
· BM
· PC
· PP
guarda municipal
Os municípios podem constituir GM para a proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei.
Não consta expressamente no rol do Art. 144., porém consta no Rol dos integrantes operacionais do SUSP, conforme Artg. 9º da Lei 13.675.
A GM é órgão de Segurança pública – O STF firmou entendimento no sentido de que a GM é órgão de S.P., integrante do SUSP. 
Atualização – RE 608.588, 2025, STF: É constitucional, no âmbito dos municípios, o exercício de ações de segurança urbana pelas GM, inclusive o policiamento ostensivo comunitário, respeitada as atribuições dos demais órgãos de segurança pública – sujeição ao controle externo do MP.
Entendimentosdo STF:
· As GCMs podem atuar como polícia de trânsito, inclusive aplicando sanções de natureza administrativa (multas). 
· Os guardas civis não possuem direito à aposentadoria especial por exercício de atividade de risco. 
· É inconstitucional a limitação do Estatuto do Desarmamento, que condicionava o porte de arma de fogo à quantidade de habitantes do município.
· Todos os integrantes das GM possuem direito ao porte de arma de fogo, em serviço ou fora dele. 
· É constitucional a atribuição às GM do exercício do poder de polícia de trânsito, inclusive imposição de sanções adm. legalmente previstas. 
forma de remuneração
A remuneração dos integrantes dos órgãos relacionados é o Subsídio. 
segurança viária
Segurança viária: exercida para a preservação da ORDEM PÚBLICA e da INCOLUMIDADE DAS PESSOAS e do seu patrimônio nas vias públicas (Incluída por Emenda Constitucional).
- Compreende a educação, engenharia e fiscalização de trânsito, além de outras atividades previstas em lei, que assegurem ao cidadão o direito à mobilidade urbana eficiente;
- Compete, no âmbito dos Estados, do DF e dos Municípios, aos respectivos órgãos ou entidades executivos e seus agentes de trânsito, estruturados em Carreira
· Visam o direito à mobilidade urbana eficiente. 
· Compete aos órgãos ou entidades e seus agentes de trânsito, estruturados em Carreira. 
direito de greve 
· O exercício do direito de greve, sob qualquer forma ou modalidade, é vedado aos policiais civis e a todos os servidores públicos que atuem diretamente na área de segurança pública – isso inclui GM.
· É compatível com o sistema normativo-constitucional vigente, norma estadual que veda a promoção ou a participação de policiais em manifestações de apreço ou desapreço a quaisquer autoridades ou contra atos da Administração Pública em geral. STF. 
· Não há proibição expressa na CF do direito de greve para os Policiais Civis.
Direito de greve + sindicalização para os Militres: Quem veda é a CF.
Direito de greve da PC: quem veda é o STF.
Polícia ostensiva/ADM x polícia judiciária 
Polícia ostensiva/administrativa: ação preventiva – inibe a prática da atividade criminosa
dividida entre União e Estados (Município não tem polícia). Age sobre coisas.
União: PF, PRF, PFF, PPF (Especial)
Estados: PM, BM, PPE
Polícia judiciária: atuação repressiva = após a prática delitiva – visa apurar a materialidade e autoria. (caráter velado, em regra) age sobre pessoas
União: PF
Estados: PC – exceto infrações militares. 
A competência investigativa não é exclusiva das polícias judiciárias, uma vez que o MP também possui prerrogativa para investigar, desde que haja lei regulamentando a investigação em matéria criminal. 
Estado de coisas inconstitucional
Estado de coisas inconstitucional: ocorre quando há um quadro de violação generalizada e sistêmica de direitos fundamentais causado pela inércia ou incapacidade reiterada e persistente das autoridades públicas em modificar a conjuntura, de forma que só a atuação de uma pluralidade de autoridades podem modificar a situação inconstitucional – a responsabilidade é conjunta dos 3 poderes.
Polícia científica
É juridicamente válida a criação, por lei estadual, de órgão da polícia científica que não necessariamente componha a estrutura da PC. 
Isso não desrespeita a taxatividade do rol do Art. 144.
Informativo 1020 STF: Os institutos de criminalística dos Estados podem ser instituídos como órgãos próprios, com autonomia formal, ou integrar os demais órgãos de S.P.
 
image1.png

Mais conteúdos dessa disciplina