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DISCIPLINA Psicologia do Trabalho Aluno (a): MATEUS JORLAN CANDIDO DE ARAUJO Data: 02 / 04 / 2025 Atividade de Pesquisa I ORIENTAÇÕES: · Esta Atividade contém 10 questões, totalizando 10 (Dez) pontos. · Para esta atividade o aluno poderá utilizar-se das ferramentas de pesquisas como: internet, artigos científicos, manuais técnicos, livros e literaturas disponibilizadas em nossa biblioteca. · Você deve preencher dos dados no Cabeçalho para sua identificação - Nome / Data de entrega · Ao terminar grave o arquivo com o nome Atividade de Pesquisa (nome do aluno). · A nota será lançada no sistema. · O prazo de correção é de até 07 (sete) dias úteis. · Envie o arquivo pelo sistema em formato digital em PDF ou WORD. BONS ESTUDOS! QUESTÕES 1. Tendo como base a fase da Psicologia Industrial apoiada na busca por eficiência, e em satisfazer apenas os interesses dos grandes empresários. Cite os principais impactos negativos desta fase para os trabalhadores operários. Aumento da Pressão e Estresse 2. Observe a charge a seguir, e relacione-a com a fase conhecida como Psicologia Industrial. O protagonista da charge afirma que, apesar de estar trabalhando a trinta anos, não sabe o que está fazendo, causando transtornos mentais em loop. 3. Por que a valorização do comportamento humano teve papel decisivo no aparecimento da Psicologia Organizacional? Permitiu compreender as relações interpessoais e as dinâmicas de trabalho. 4. Qual a principal diferença entre as fases conhecidas como Psicologia Industrial e Psicologia Organizacional? A psicologia industrial analisa o comportamento dos trabalhadores, enquanto a psicologia organizacional foca na relação entre a organização e o comportamento individual. 5. A fase conhecida como Psicologia do Trabalho sofreu influência de um específico modelo de produção. Que modelo é esse? Caracterize-o. A produção fordista influenciou a Psicologia do Trabalho. O fordismo é caracterizado pela produção em massa e pela divisão do trabalho. 6. Leia atentamente o título da reportagem a seguir: O episódio ocorrido em uma universidade paulista acendeu a discussão sobre o Etarismo, depois que as imagens viralizaram nas redes sociais. Acerca do tema, conceitue e discuta o Etarismo no ambiente de trabalho, destacando seus impactos e propondo maneiras de extinguir esta prática. O etarismo, também conhecido como ageísmo, refere-se ao preconceito e discriminação com base na idade. Essa prática pode ocorrer em diferentes contextos sociais, sendo o ambiente de trabalho um dos mais afetados. Em muitas empresas, profissionais mais velhos enfrentam desafios como dificuldades para conseguir recolocação profissional, falta de oportunidades de crescimento e até exclusão em processos de decisão. Impactos do Etarismo no Ambiente de Trabalho O etarismo no mercado de trabalho pode gerar diversas consequências negativas, tanto para os profissionais quanto para as organizações. Alguns dos impactos mais evidentes incluem: Desvalorização da Experiência – Muitos profissionais com vasta bagagem de conhecimento são preteridos em favor de candidatos mais jovens, sob a falsa crença de que não são adaptáveis às novas tecnologias ou metodologias. Dificuldade de Recolocação – Pessoas acima dos 50 anos frequentemente encontram barreiras para conseguir emprego, mesmo possuindo qualificações e experiências relevantes. Ambiente de Trabalho Desmotivador – A exclusão ou a falta de valorização de funcionários mais velhos pode levar a um ambiente de trabalho desmotivador, reduzindo a produtividade e a colaboração entre gerações. Perda de Diversidade e Inovação – Empresas que não incentivam a inclusão etária perdem a oportunidade de contar com uma equipe diversa, o que poderia impulsionar a inovação e a troca de conhecimentos entre diferentes faixas etárias. Estratégias para Combater o Etarismo Para extinguir o etarismo no ambiente profissional, algumas estratégias podem ser adotadas: Promoção da Cultura de Inclusão – Empresas devem conscientizar seus colaboradores sobre a importância da diversidade etária e os benefícios da troca de conhecimentos entre gerações. Treinamentos e Programas de Capacitação – Investir em cursos e atualizações para profissionais mais velhos pode ajudar a eliminar o mito de que eles não são capazes de se adaptar a novas tecnologias e metodologias. Revisão dos Processos de Recrutamento e Promoção – Empresas devem garantir que os critérios de contratação e promoção sejam baseados em competências e não em idade. Políticas de Retenção de Talentos – Criar programas que incentivem a permanência e valorização de profissionais mais velhos, como mentorias intergeracionais, pode ser uma solução eficaz. Combate a Estereótipos e Discriminação – Campanhas internas de conscientização podem ajudar a desconstruir ideias preconceituosas e incentivar o respeito à diversidade etária. 7. Analise a charge abaixo, e discorra sobre a desigualdade de gênero no ambiente laboral no nosso país. O homem caminha por uma ponte de metal estável, enquanto a mulher enfrenta uma travessia muito mais difícil, com uma ponte precária e cheia de obstáculos. Onde as mulheres enfrentam mais desafios para alcançar os mesmos patamares de sucesso que os homens. Dentre esses desafios, podemos destacar: Diferença Salarial – Mulheres ainda recebem salários inferiores aos dos homens para as mesmas funções e qualificações. Dificuldade de Ascensão – Barreiras invisíveis, como o “teto de vidro”, dificultam a promoção de mulheres para cargos de liderança. Acúmulo de Funções – Muitas mulheres enfrentam a dupla jornada, equilibrando trabalho profissional e tarefas domésticas. Preconceitos e Estereótipos – Existe a visão de que algumas profissões são “masculinas”, dificultando a inserção das mulheres em determinadas áreas. Assédio e Desrespeito – O ambiente de trabalho pode ser hostil para mulheres, com episódios de assédio moral e sexual. 8. Analise o trecho abaixo e comente os principais motivos para a discrepância racial nas grandes empresas. “A diversidade étnico-racial nas empresas brasileiras ainda é um desafio. Apesar de 56% da população do país se autodeclarar preta ou parda, apenas 6,3% dos cargos de gerência e 4,7% dos cargos executivos são ocupados por negros. A situação das mulheres negras é ainda mais desfavorável, pois elas ocupam apenas 1,6% dos cargos de gerência.” Disponível em: https://exame.com/carreira/os-desafios-e-os-avancos-da-diversidade-racial-nas-empresas-brasileiras/ (adaptado). Herança Histórica e Estrutural A escravidão e suas consequências deixaram marcas profundas na sociedade brasileira, dificultando o acesso da população negra à educação de qualidade, ao mercado de trabalho formal e a oportunidades de ascensão social. O racismo estrutural faz com que essas desigualdades sejam reproduzidas ao longo do tempo. Falta de Oportunidades Educacionais e Profissionais O acesso desigual à educação de qualidade impacta diretamente a inserção no mercado de trabalho. A população negra tem menor presença em universidades e cursos técnicos de prestígio, o que reduz suas chances de ocupar cargos de liderança nas empresas. Racismo Institucional Muitas empresas ainda possuem processos seletivos que favorecem candidatos brancos, seja por meio de redes de indicação, exigências excessivas de qualificação ou pela falta de políticas afirmativas. Além disso, há um viés inconsciente que associa liderança e competência a características estereotipadas de pessoas brancas. Barreiras para a Ascensão Profissional Mesmo quando conseguem ingressar no mercado de trabalho, profissionais negros enfrentam dificuldades para serem promovidos. Muitas vezes, são preteridos em processos de crescimento dentro das empresas, seja por preconceito direto, seja pela falta de programas que incentivem a diversidade nos cargos de gerência e direção. Interseccionalidade e Dupla Discriminação das Mulheres Negras As mulheres negras enfrentam um desafio ainda maior, pois lidam com a interseccionalidade do racismoe do machismo. Elas estão entre os grupos mais vulneráveis no mercado de trabalho, com menores salários e menos oportunidades de ascensão profissional. 9. Opine acerca da criação das cotas de inclusão, com a finalidade de aumentar a inclusão de PCDs. Você acredita que se esse tipo de cota não existisse, as PCDs teriam a mesma oportunidade? Não, sem as cotas de inclusão, as Pessoas com Deficiência (PCDs) dificilmente teriam as mesmas oportunidades no mercado de trabalho. Isso porque diversos fatores estruturais ainda impedem sua participação igualitária, como preconceito, falta de acessibilidade e escassez de programas de capacitação específicos. 10. Sugira ao menos uma proposta de enfrentamento para coibir atitudes discriminatórias acerca da diversidade religiosa dentro das empresas brasileiras. Treinamentos e palestras – Empresas podem promover workshops e treinamentos periódicos para conscientizar os funcionários sobre a importância do respeito à diversidade religiosa, combatendo estereótipos e preconceitos. Políticas internas claras – Criar códigos de conduta que proíbam expressamente qualquer forma de discriminação religiosa e estabeleçam sanções para atitudes intolerantes. Ambiente inclusivo – Adaptar o ambiente de trabalho para permitir que diferentes crenças sejam respeitadas, como disponibilizar espaços para oração ou flexibilizar horários em datas religiosas importantes. Canais de denúncia e acolhimento – Criar um canal seguro para que funcionários possam denunciar discriminação religiosa sem medo de retaliação. Disciplina: Psicologia do trabalho - Tipo I image3.jpg image4.jpg image1.png image2.jpg image6.png