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SIMULADO 6 – LITERATURA PORTUGUESA
(9 acertos)
QUESTÃO 1: O Orfismo foi o movimento literário que inaugurou o modernismo em Portugal. Sobre os principais representantes do Orfismo na literatura, assinale a alternativa CORRETA:
A) Florbela Espanca e Almada Negreiros.
B) Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro.
C) José Régio e Eça de Queirós.
D) Miguel Torga e José Saramago.
QUESTÃO 2: No que concerne ao Classicismo português, temos várias questões associadas. Sobre autores representativos desse movimento literário, assinale a alternativa CORRETA:
A) Florbela Espanca e Almeida Garrett.
B) Antero de Quental e Almada Negreiros.
C) Eça de Queiroz e Miguel Torga.
D) Francisco de Sá de Miranda e Luís Vaz de Camões.
QUESTÃO 3: Ao se destacar como um poeta múltiplo, Fernando Pessoa apresenta heterônimos com diferentes linguagens, entre os quais Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Sobre as respectivas tendências de cada um dos dois heterônimos, assinale a alternativa CORRETA:
A) Clássica e simbolista.
B) Romântica e futurista.
C) Neoclássica e modernista.
D) Simbolista e modernista.
QUESTÃO 4: As literaturas de língua portuguesa são compostas atualmente por uma gama de autores e obras distribuídas em diferentes países que foram colonizados por Portugal. No que concerne à constituição de um campo literário português, remetemos ao período do século XII, época em que a sociedade europeia vivia a conhecida Idade Média ou Período Medieval, que dura até meados do século XV. Neste tempo, difundiu-se popularmente o chamado Trovadorismo e suas cantigas.
Nesse contexto, o que diferenciam as Cantigas de Amor e as Cantigas de Amigo?
A) Cantigas de Amor e de Amigo são sátiras diretas e indiretas, isso as diferenciam.
B) As Cantigas de Amor se diferenciam das Cantigas de Amigo pela identificação do “eu lírico” do poeta, que pode aparecer explicitada ou subentendida.
C) Nas Cantigas de Amor, percebe-se o feminino manifestando seus sentimentos, enquanto que nas Cantigas de Amigo é o masculino.
D) A palavra lírica provém de lira, ou seja, um instrumento musical, portanto, uma poesia lírica geralmente era cantada nas cantigas de maldizer.
QUESTÃO 5: A forma fixa caracterizada por versos heroicos ou alexandrinos dispostos em duas quadras e dois tercetos.
A que o exposto se refere?
A) Décima.
B) Oitava.
C) Soneto.
D) Haicai.
QUESTÃO 6: Sobre os grandes gêneros literários, destacamos o conceito de epopeia.
Qual a definição desse gênero?
A) Narrativa centrada.
B) Poema sobre assunto grandioso e heroico.
C) Grande feito heroico e dinâmico.
D) Poema meramente português.
QUESTÃO 7: O trovadorismo foi um movimento literário que se espalhou por quase toda a Europa.
Sobre o local de surgimento desse movimento, assinale a alternativa CORRETA:
A) Roma, capital da Itália.
B) Provença, região meridicional da França.
C) Berlim, capital da Alemanha.
D) Lisboa, capital de Portugal.
QUESTÃO 8: O ensino da literatura na sala de aula, hoje, implica em diversos fatores.
Sobre esses fatores, assinale a alternativa INCORRETA:
A) Escritos em diferentes modalidades da língua – formal, informal, de interação com diferentes portadores de textos.
B) Desenvolvimento de habilidades de leitura.
C) Habilidades de escrever sem especificar os tipos de textos.
D) Compreensão, interpretação de diferentes tipos e gêneros textuais.
QUESTÃO 9: O amor cortesão apresenta um paradoxo: mantém certa aproximação com a moral cristã, no sentido de que transforma a mulher amada em um ser angelical, inacessível, e o amor é transformado em uma religião. No entanto, trata-se de um amor adúltero, o que de certa forma anula a moral cristã nesse aspecto. A chamada erótica cortesã é vista como uma técnica sutil de não amar, uma maneira de não realizar o amor, uma vez que o homem tem medo da mulher diante do qual ele teme sua própria sexualidade. O amor cortês revela uma mulher completamente superior e inacessível e mostra as relações entre o feminino e o masculino, mas o homem é na verdade o dono desse jogo. O ideal é uma coisa, o real é outra. O público a quem se dirigiam poetas e romancistas era constituído de machos celibatários dos quais a cavalaria estava cheia. Alimentando-lhes o ardor, a literatura cortesã torna-se instrumento pedagógico.
Assinale a alternativa CORRETA:
A) Um ideal de amor que ama mais o sentimento do que a sua concretização, ou seja, através do sofrimento o cavalheiro cultua a mulher amada, que tem poder de decidir se esse vive ou morre.
B) Esse tipo de amor pode ser visto também em alguns romances ultrarromânticos, como nas primeiras fases do Romantismo português em autores como Fernando Pessoa.
C) Esse tipo de amor era conhecido como o “amor bandido” ou “uma extrema ilusão da cortesia e romance”.
D) As mulheres cumpriam papel principal nesse período, pois podiam escolher seus maridos e opinar em quaisquer circunstâncias, mesmo no âmbito familiar restrito, tinham voz e vontade.
QUESTÃO 10:
Observe a cantiga de maldizer abaixo:
CANTIGA DE MALDIZER
Maria Mateu, daqui vou desertar.
De cona não achar o mal me vem.
Aquela que a tem não ma quer dar
e alguém que ma daria não a tem.
Maria Mateu, Maria Mateu,
tão desejosa sois de cona como eu!
Quantas conas foi Deus desperdiçar
quando aqui abundou quem as não quer!
E a outros, fê-las muito desejar:
a mim e a ti, ainda que mulher.
Maria Mateu, Maria Mateu
tão desejosa sois de cona como eu!
FONTE: . Acesso em: 14 ago. 2019.
Assinale a alternativa CORRETA:
A) Uma das vantagens de se buscar a homogeneização é trazer apenas um ponto de vista para a luz excetuando-se todos os outros que diferem daquela história que se quer contar, ou seja, nunca há histórias por detrás dessa história.
B) Embora as cantigas registradas pela via escrita não sejam material histórico importantíssimo, haja o fato de estarmos estudando-as, muitas outras histórias poderiam ser registradas e passaram despercebidos a fim de manter uma coerência.
C) As cantigas de escárnio e maldizer trazem infrutíferas reflexões a respeito da sociedade americana da época, em que se buscava manter as convenções sociais e cristãs a todo custo, mesmo que à base de uma vida dupla.
D) Devemos perceber que a história de uma sociedade é sempre uma multiplicidade de histórias individuais que se mesclam com a coletividade para, então, comporem um mosaico de memórias.