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URGÊNCIA EM ENDODONTIA Prof.ª Susana Sampaio Atendimento de Urgência– Aspectos Éticos e Legais Código de Ética Odontológica , aprovado pela Resolução CFO-42/2003 Capítulo V - Do Relacionamento Seção I - Com o Paciente Art. 7º Constitui infração ética: VII - deixar de atender paciente que procure cuidados profissionais em caso de urgência, quando não haja outro Cirurgião-Dentista em condições de fazê-lo; 1138 pacientes QUEIXA PRINCIPAL DOR (57,03%) “Urgências em Odontologia: um estudo retrospectivo”. Munerato et al., 2005 Rev. Fac Odonto., Porto Alegre, v.46, n.1, p90-95, jul.2005 44,11% 15,4% 8,96% 13,79% 13,97% “Urgências em Odontologia: um estudo retrospectivo”. Munerato et al., 2005 1765 pacientes Endodônticas – 82,9% Outras – 17,1% Urgências Odontológicas DOR- Origem Pulpar Periapical 40,2% 42,7% “Diagnostic and clinical factors associated with pulpal and periapical pain.” Estrela et al., 2011 Braz Dent J. 2011;22(4):306-11. DOR DE DENTE DOR DE DENTE ?!?! DOR DE DENTE ?!?! DOR – URGÊNCIA EM ENDODONTIA DENTISTA DIAGNÓSTICO EXAMES COMPLEMENTARES ANAMNESE EXAME CLÍNICO PLANO DE TRATAMENTO ANAMNESE – CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DA DOR Localizada Difusa Provocada Espontânea Intermitente Contínua Curta Longa Leve Moderada Severa AVALIAÇÃO CLÍNICA PALPAÇÃO PERCUSSÃO RADIOGRAFIA SUGERE !! O EXAME clínico é SOBERANO Dente que sedia o processo patológico ,o responsável pela dor ou dente. Dente que o paciente refere à dor. Sinalgias Exames Auxiliares Urgência em Endodontia DOR ALTERAÇÕES TÉRMICAS DOR - ALTERAÇÕES TÉRMICAS PROVOCADA Pulpite aguda reversível o Outro dente Outro dente ANTES DO TRATAMENTO ENDODÔNTICO DURANTE O TRATAMENTO ENDODÔNTICO APÓS O TRATAMENTO ENDODÔNTICO Pulpite aguda irreversível DOR – ALTERAÇÕES TÉRMICAS Urgência em Endodontia DOR ESPONTÂNEA DOR - ESPONTÂNEA ANTES DO TRATAMENTO ENDODÔNTICO DURANTE O TRATAMENTO ENDODÔNTICO APÓS O TRATAMENTO ENDODÔNTICO Pulpite aguda irreversível Necrose parcial Necrose pulpar com comprometimento periapical o Remoção incompleta da polpa o Canal extra o Sobre instrumentação Dor temporária pós -obturação Sobre - obturação Urgência em Endodontia DOR PERCUSSÃO DOR - PERCUSSÃO ANTES DO TRATAMENTO ENDODÔNTICO DURANTE O TRATAMENTO ENDODÔNTICO APÓS O TRATAMENTO ENDODÔNTICO Polpa viva Pericementite primária Polpa morta Pericementite Secundária Abscesso apical agudo ou fênix o Polpa viva o Polpa morta Sobre - obturação Sub - obturação Sobreinstrumenta ção Flare up Resposta Inflamatória Aguda dos Tecidos Periapicais Bactérias e seus produtos Fatores do hospedeiro Fatores Sistêmicos Seltzer, 1985 Naidorf,1985 Torabinejad et al, 1988 Exacerbações-(Flare-up) URGÊNCIA DURANTE A TERAPIA ENDODÔNTICA Urgência em Endodontia DOR TUMEFAÇÃO DOR - TUMERFAÇÃO ANTES DO TRATAMENTO ENDODÔNTICO DURANTE O TRATAMENTO ENDODÔNTICO APÓS O TRATAMENTO ENDODÔNTICO Polpa viva Abscesso periodontal Polpa morta Abscesso apical agudo ou fênix o Periodontite apical crônica o Retratamento o Debridamento incompleto o Substância irrigadora além forame Reavaliar o tratamento endodôntico “Injeção acidental de hipoclorito de sódio na região periapical durante tratamento endodôntico: Relato de caso” RSBO v. 4, n. 1, 2007 Soares et al., 2007 DOR- TUMEFAÇÃO “Extrusão acidental de hipoclorito durante tratamento endodôntico de dente com raiz fraturada.” BRAIT et al., 2010 DOR- TUMEFAÇÃO Rev assoc paul cir dent 2010;64(1):55-8 PULPARES Pulpite Aguda Reversível Pulpite Aguda Irreversível PERIAPICAIS Periodontite Apical Aguda Abscesso Apical Agudo Abscesso Fênix ALTERAÇÕES PATOLÓGICAS AGUDAS TRATAMENTO URGÊNCIAS ENDODÔNTICAS MEDIDAS LOCAIS E GERAIS MEDICAÇÃO SISTÊMICA ENDODONTIA Coadjuvante Pulpite Reversível Aguda Anamnese Exame Físico •Condição de aparecimento •Duração •Frequência •Sede •Inspeção •Palpação •Percussão •Mobilidade Teste de vitalidade Exame radiográfico DOR Provocada Curta Intermitente Localizada TRATAMENTO ESTRELA e FIGUEIREDO, 1999 •LOCAL •GERAL Pulpite Reversível Aguda FASE DE TRANSIÇÃO Pulpite Reversível Aguda TRATAMENTO ESTRELA e FIGUEIREDO, 1999 •LOCAL •GERAL FASE DE TRANSIÇÃO TRATAMENTO FASE DE TRANSIÇÃO Pulpite Irreversível Aguda Anamnese Exame Físico •Condição de aparecimento •Duração •Frequência •Sede •Inspeção •Palpação •Percussão •Mobilidade Teste de vitalidade Exame radiográfico DOR Espontânea Longa Contínua Difusa Dor com Calor, Alívio com frio TRATAMENTO •LOCAL •GERAL Pulpite Irreversível Aguda Anestesia, Remoção do tecido cariado Isolamento absoluto Abertura da câmara pulpar Pulpotomia/Pulpectomia Medicação intracanal Selamento provisório Medicação Sistêmica (Analgésico/Antiinflamatório) TRATAMENTO Pulpite Irreversível Aguda TRATAMENTO Pulpite Irreversível Aguda MEDICAÇÃO SISTÊMICA Coadjuvante do Tratamento Endodôntico ANALGÉSICOS NÃO OPIÓIDES Paracetamol (Tylenol)- 750 mg - a cada 6 hs Dipirona (Novalgina e Magnopyrol)- 500/800 mg – 4 ou 6 hs ANALGÉSICOS Pulpite Irreversível Aguda Controle / Prevenção da dor MEDICAÇÃO SISTÊMICA Coadjuvante do Tratamento Endodôntico ANTI-INFLAMATÓRIOS NÃO HORMONAIS Ibuprofeno, Cetoprofeno, Diclofenaco, Piroxicam, Meloxicam COXIBS ???? + Seletivos para Cicloxigenase 2 Rofexoxib (Vioxx), Celecoxib (Celebra) Etoricoxib (Arcoxia) ANTI-INFLAMATÓRIOS Controle da inflamação Diclofenacos (sódio e potássio) – 50 mg /3x ao dia Pulpite Irreversível Aguda Urgência em Endodontia Necrose Pericementite Abscesso apical agudo Granuloma Cisto Aguda Crônica Agudo Crônico Periodontite Apical Aguda Anamnese Exame Físico •Condição de aparecimento •Duração •Frequência •Sede •Inspeção •Palpação •Percussão •Mobilidade Teste de vitalidade Exame radiográfico DOR Provocada Longa Contínua Localizada Exacerba Periodontite Apical Sintomática ou Aguda PERIODONTITE PRIMÁRIA- TRAUMÁTICA ESTRELA , 2004 PERIODONTITE PRIMÁRIA- TRAUMÁTICA TRATAMENTO Com Vitalidade Após PQM Remoção do fator traumático Acesso / Irrigação Confirmar o CT Troca da medicação intracanal Periodontite Apical Sintomática ou Aguda PERIODONTITE SECUNDÁRIA INFECCIOSA ESTRELA , 2004 Anestesia e Isolamento absoluto Abertura da câmara pulpar Penetração desinfetante Medicação intracanal Selamento provisório Alívio articular Medicação Sistêmica- analgésico/antiinflamatório?? TRATAMENTO Periodontite Apical Sintomática ou Aguda Coleção Purulenta-região apical Canal Ligamento Periodontal Transóssea Abscesso Periapical Agudo 1°, 2° e 3° fase Bramante & Berbert, 1994 FASE EVOLUTIVA Fase inicial /Perirradicular Fase intra-óssea Fase submucosa ou subcutânea Anamnese Exame Físico •Condição de aparecimento •Duração •Frequência •Sede •Inspeção •Palpação •Percussão •Mobilidade Teste de vitalidade Exame radiográfico DOR Abscesso Periapical Agudo Espontânea Contínua Localizada Sensação de Dente Crescido Longa, Pulsátil TRATAMENTO DE URGÊNCIA ABSCESSO DENTO ALVEOLAR AGUDO Drenagem Anestesia e Isolamento absoluto Abertura da câmara pulpar Penetração desinfetante Limpeza do forame apical Medicação intracanal Selamento provisório Alívio articular Drenagem via canal ABSCESSO DENTO ALVEOLAR AGUDO – FASE INICIAL SELAMENTO PROVISÓRIO DENTE “ABERTO” : População bacteriana Obstrução – restos alimentares Risco de exacerbações Dumsha & Gutmann, 1988 Siqueira Jr., 1997 ADAAgudo – Fase Em Evolução (2ª Fase) ESTRELA , 2004 MEDICAÇÃO SISTÊMICA Coadjuvante do Tratamento Endodôntico ANALGÉSICOS OPIÓIDES Abscesso periapical agudo (fase intraóssea) Tramadol (tramal)- 50mg e 100 mg – 1 comp. a cada 4 /6hs (não exceder 400 mg) Paracetamol (tylex) - 7,5 e 30 mg- 1 comp a cada 4 horas. Siqueira Jr.,1997 ANALGÉSICOS Antibiótico Anti-inflamatório Analgésicos DRENAGEM INTRA-ORAL Incisão – ponto + baixo ADAAgudo – Fase Submucosa (3ª Fase) Divulsão – pinça hemostática Dreno – impedir coaptação Periodo de 24 horas ANTIBIÓTICOS Quando prescrever? Edema exagerado, difuso (celulite) Envolvimento sistêmico (Febre, mal estar e linfadenite regional) Pacientes debilitados Uso profilático - razões médicas Siqueira Jr.,1997 Dumsha & Gutman,1988 ANTIBIÓTICOS Uso Profilático Diabéticos não controlados Pacientes debilitados - imunodeprimidos Prevenção de endocardite bacteriana* > CEPAS DE ANAERÓBIOS AMOXICILINA*- aminopenicilinas Amoxil 500 mg - 1g dose de ataque + 500 mg - 8/8 horas 5/7 dias Andrade, 1999 Porphyromonas, Prevotella, Fusobacterium, Peptostreptococcus,Campylobacter e Actinomyces Estreptococos, Enterococos e Capnocytophaga FACULTATIVOS ANTIBIÓTICO DE 1ª ESCOLHA ANTIBIÓTICO - Infecções Severas • Amoxil 500 mg - 500 mg - cada 8 horas- (5/7 dias) • Flagyl 250 mg- cada 8 horas (3/5 dias) Andrade,1999 Clavulim 500 mg - 1 comprimido - cada 8 horas (5/7 dias) Amoxicilina + Metronidazol Amoxicilina + Ac. Clavulânico •Abscesso gengival •Abscesso periodontal Abscesso Periapical Agudo ENDO PERIO Sintomatologia Dolorosa Severa Moderada Teste de Sensibilidade Negativo Positivo Exame Radiográfico Lesões Apicais Terços Médios e Cervicais Mobilidade Dentária Dente isolado Mais dentes Sondagem Periodontal Sem Migração do epitélio juncional Com Migração Apical do Epitélio Juncional História Clínica Cárie, restauração profunda Bolsa, placa, cálculo DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO Malvar, M.F. DIAGNÓSTICO Albergaria, S. Davini, F Abscesso Periodontal !!! Tratamento e Prognóstico dependem da evolução da terapia periodontal ABSCESSO – DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Tratamento Higienização e remoção do capus gengival • PERICORONARITE Rettore Jr., R ?