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George Firmino
Alternativa E – Correta. Disciplina o art. 197, parágrafo único, do CTN que a obrigação de 
prestar informações não abrange a prestação de informações quanto a fatos sobre os quais o 
informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo, ofício, função, 
ministério, atividade ou profissão.
A banca optou por anular a questão sem justificativa aceitável. A alternativa C responderia à questão.
Gabarito: anulada.
33. (Especialista/Anatel/Cespe/2014) No que diz respeito à administração tributária, fiscalização, dívida 
ativa e certidões negativas, julgue o item a seguir, conforme o disposto no CTN e o entendimento do STJ.
É legalmente admissível que prestador de serviço de telecomunicação negue a entrega de seus livros à 
fiscalização tributária, sob o argumento de sigilo empresarial.
( ) Certo
( ) Errado
Não obstante a previsão que possa existir na legislação, o CTN prevê expressamente que, para 
os efeitos da legislação tributária, não têm aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou 
limitativas do direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos, papéis e efeitos co-
merciais ou fiscais, dos comerciantes industriais ou produtores, ou da obrigação destes de exibi-los.
Gabarito: errada.
34. (Agente Fiscal de Rendas/Sefaz-SP/FCC/2013) A Lei Complementar 104, de 10/01/2001, alterou e incluiu 
alguns dispositivos do CTN relativos à divulgação pela Administração Tributária e por seus funcionários 
de informações obtidas em razão de suas atividades. Regra geral, o Código Tributário Nacional veda 
a divulgação destas informações, havendo, no entanto, algumas exceções. De acordo com o CTN, é 
permitida a divulgação de informações, dentre outros, em casos de
a) compensação tributária, representações fiscais para fins penais e requisição de autoridade judiciária 
no interesse da justiça.
b) requisição de autoridade judiciária no interesse da justiça, inscrições na Dívida Ativa da Fazenda 
Pública e representações fiscais para fins penais.
c) parcelamento ou moratória, requisição da mesa diretora do Poder Legislativo do ente tributante e 
solicitações de autoridade administrativa no interesse da Administração Pública, desde que seja com-
provada a instauração regular de processo administrativo.
d) inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública, representações fiscais para fins penais e petições de 
reconhecimento de decadência.
e) transação e remissão, inscrições na Dívida Ativa da Fazenda Pública e representações fiscais para fins 
penais.
O CTN, com a redação conferida pela LC 104/2001, prevê duas hipóteses de exceção para a 
guarda do sigilo fiscal: situações de transferência do sigilo (art. 198, § 1º, I e II) e situações de 
divulgação das informações (art. 198, § 3º).
Nas situações previstas no § 1º, I e II, não há divulgação das informações. Ocorre apenas a trans-
ferência do sigilo, passando a autoridade que recebeu as informações a responder pela sua guar-
da. Se enquadram nessa situação a requisição de autoridade judicial e a solicitação de autoridade 
administrativa no curso de investigação em processo administrativo regularmente instaurado.

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