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Art. 149. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais, de intervenção 
no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas, como 
instrumento de sua atuação nas respectivas áreas, observado o disposto nos arts. 146, III, 
e 150, I e III, e sem prejuízo do previsto no art. 195, § 6º, relativamente às contribuições a 
que alude o dispositivo. 
Q3. TRF3/TRF 3 – Juiz Federal Substituto/2018 
Indique a afirmação CORRETA: 
a) Lei ordinária não pode dispor sobre dívida pública e sobre emissão e resgate de títulos da dívida 
pública. 
b) É da competência da cada pessoa política dispor, mediante decreto regulador, sobre sua dívida 
pública externa e interna, incluída a de suas autarquias, fundações e demais entidades controladas. 
c) Cabe ao Conselho Monetário Nacional exercer a competência constitucional para emitir moeda 
em nome da União. 
d) O orçamento da seguridade social abrange todas as entidades e órgãos a ela vinculados por 
determinação legal, mas não está incluído na lei orçamentária anual. 
Comentários 
A alternativa A está correta. 
Art. 163. Lei complementar disporá sobre: 
II - dívida pública externa e interna, incluída a das autarquias, fundações e demais 
entidades controladas pelo Poder Público; 
IV - emissão e resgate de títulos da dívida pública; 
A alternativa B está incorreta. 
Dívida pública externa e interna, incluída a de suas autarquias, fundações e demais 
entidades controladas é matéria regulada por lei complementar e não decreto regulador. 
Art. 163. Lei complementar disporá sobre: 
II - dívida pública externa e interna, incluída a das autarquias, fundações e demais 
entidades controladas pelo Poder Público; 
A alternativa C está incorreta. 
Art. 21. Compete à União: 
VII - emitir moeda; 
Art. 164. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo 
Banco Central. 
A alternativa D está incorreta. 
O orçamento da seguridade social compõe, sim, a lei orçamentária anual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Art. 165. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: 
§5º. A lei orçamentária anual compreenderá: 
I - o orçamento fiscal referente aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da 
administração direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder 
Público; 
II - o orçamento de investimento das empresas em que a União, direta ou indiretamente, 
detenha a maioria do capital social com direito a voto; 
III - orçamento da seguridade social, abrangendo todas as entidades e órgãos a ela 
vinculados, da administração direta ou indireta, bem como os fundos e fundações 
instituídos e mantidos pelo Poder Público. 
 Embora a Constituição disponha sobre "três orçamentos", prevalece que a lei orçamentária 
é regida pelo princípio da unidade (ou unicidade), sendo que a repartição se dá apenas a 
nível documental. 
Cumpre lembrar que o orçamento é da seguridade social como um todo, compondo-se da 
previdência, da saúde e da assistência social. Nesse sentido, merece destaque o art. 195, §2º: 
A proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos 
órgãos responsáveis pela saúde, previdência social e assistência social, tendo em vista as 
metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias, assegurada a cada 
área a gestão de seus recursos. 
Q4. TRF3/TRF3 – Juiz Federal Substituto/2018 
Sobre o benefício assistencial previsto no art. 203, V da Constituição Federal e regrado pela Lei nº 
8.742/93, é INCORRETO afirmar que: 
a) É devido ao deficiente, assim entendido como aquele incapacitado para a vida independente e 
para o trabalho, e ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais e que comprovem não possuir 
meios de prover a própria manutenção e nem de tê-la provida por sua família. 
b) É devido ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais ou à pessoa com deficiência, mesmo 
que estes estejam acolhidos em instituição de longa permanência, como por exemplo hospitais 
públicos ou estabelecimentos congêneres. 
c) É devido, sob o aspecto econômico-financeiro, àquelas pessoas indicadas na Lei e cuja 
vulnerabilidade social será aferida conforme a renda familiar per capita, que deverá ser inferior a 
1/4 do salário mínimo ou, se superior, desde que a miserabilidade do grupo familiar reste 
demonstrada nos autos, segundo o princípio da persuasão racional, de forma convincente. 
d) É possível a sua implantação no curso do processo, por determinação judicial, mediante o 
deferimento de tutela provisória de urgência. Ocorre que, revogada esta pela prolação de 
sentença de improcedência, transitada em julgado ante a não interposição de recurso pelas partes, 
não há direito do INSS de reaver os valores até então pagos àquele que moveu a demanda, na

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