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ANAMNESE GINECOLOGICA
2
1- Anamnese
2- Exame físico geral 
3- Exame físico especial 
4- Exames complementares
1- Anamnese:
2- Identificação:
Nome:
Idade:
Cor:
Estado Civil:
Religião:
Local de moradia:
Procedência:
Ex: Ana Maria da Silva, 22 anos, branca, casada, autônoma, testemunha de Jeová, residente e procedente de Recife.
3- Queixa Principal e Duração
Motivo que levou a paciente a consulta agendada e quanto tempo ela apresenta a queixa 
Ex: “Sangramento prolongado pela vagina” há 22 dias.’’
4- História da Doença Atual (HDA)
1- Início dos sintomas;
2- Características do sintoma;
3- Fatores de melhora ou piora;
4- Relação com outras queixas;
5- Evolução;
6- Situação atual da queixa.
7- Nesse momento, devemos registrar todas as queixas, assim como todos os exames anteriormente realizados e possíveis medicamentos utilizados. Observe o exemplo abaixo: 
Ex: Paciente relata que o sangramento iniciou poucas horas após correr 10km em uma corrida de seu bairro. Relata que o sangramento é leve, e que não encharca o absorvente, sendo necessário uso de um único absorvente durante o dia. Relata que o sangramento não é acompanhado de dor ou coágulos. Refere que o sangramento aumenta com a realização da atividade física, e melhora com o repouso. Sem outras queixas associadas. Houve redução do fluxo sanguíneo após parar completamente com as atividades físicas e, atualmente, não está mais sangrando. Além disso, paciente se queixa de ciclos menstruais longos e irregulares, tendo passado meses sem menstruar, com início desde a adolescência até os dias atuais. Nega dismenorreia. 
5- Antecedentes Pessoais (AP)
5.1 Neste tópico da estrutura da anamnese ginecológica os questionamentos giram em torno das doenças prévias e medicamentos anteriormente utilizados pela mulher, e cirurgias as quais ela já foi submetida. Além disso, é preciso perguntar sobre possíveis hábitos, como tabagismo, álcool e drogas ilícitas, bem como reações alérgicas medicamentosas e de outros agentes alergênicos.
Ex: Paciente nega comorbidades e cirurgias prévias. Nega tabagismo, uso de álcool e outras drogas. Nega uso de medicação de forma contínua. Refere alergia à dipirona.
6- Historia Familiar (HF)
6.1 Na história familiar, deve-se questionar a paciente
sobre doenças familiares relevantes para ela.
Assim, entre outras coisas, procura-se a presença de neoplasia de mamas, intestinais e de ovários, especialmente em parentes de primeiro grau.
E mais, é imprescindível avaliar a idade do surgimento dessas neoplasias, especialmente as de mamas, porque pode exigir um rastreamento precoce.
Por fim, deve-se perguntar sobre antecedentes de outras
doenças endócrinas, como hipertensão, diabetes mellitus e hipotireoidismo.
Ex: Refere história de neoplasia de mama (avó materna), que foi diagnosticada quando ainda era jovem (não sabe a idade). Relata história de diabetes mellitus tipo II (mãe), hipertensão arterial sistêmica (pai), acidente vascular cerebral (pai), síndrome dos ovários policísticos (mãe).
7- Antecedentes Menstruais (AM)
7.1 Neste momento da anamnese ginecológica, questiona-se sobre idade da menarca, desenvolvimento cronológico e surgimento de caracteres sexuais secundários. Além da regularidade ou irregularidade dos ciclos menstruais. 
Assim, deve-se anotar a data da última menstruação (DUM) e observar a regularidade ou irregularidade dos ciclos.
Ademais, também é necessária a observação de sintomas associados, como a tensão pré-menstrual (TPM) e outras possíveis sintomatologias sistêmicas associadas.
Ex: Paciente refere menarca com 12 anos. Relata que ciclos são irregulares, com fluxo menstrual com duração de 3 dias e intervalo médio de aproximadamente 50 dias (3/50). Percebe o fluxo como normal.
8- Antecedentes Obstétricos
8.1 Nesta etapa deve-se anotar o número de gestações, número e tipos de parto (vaginal ou cesáreo). 
Ex: G1-P1-A0 (paciente teve uma gestação, para um parto e nenhum aborto).
Também se faz necessário perguntar sobre possíveis abortamentos espontâneos ou induzidos e traumas genitais que podem ter ocorrido no momento do parto, além de possíveis complicações infecciosas. Por fim, é preciso questionar a paciente sobre seu período puerperal, lactação e/ou complicações.
9- Antecedentes sexuais e dos métodos contraceptivos utilizados
9.1 Para esta sessão, deve-se esclarecer de início, possíveis falhas e efeitos colaterais dos anticoncepcionais em uso e previamente utilizados.
A história sexual dependerá da situação individual da paciente. Deve-se anotar a idade da sexarca, bem como conhecer o número de parceiros(as) prévios(as) e a possíveis infecções sexualmente transmissíveis.
Além disso, são necessárias perguntas visando identificar disfunções sexuais, como diminuição da libido, redução no grau da resposta sexual e/ou a impossibilidade de ter relações sexuais no atual relacionamento.
10.1 Antecedentes mamários
10.2 Nos antecedentes mamários, questiona-se sobre desenvolvimento das mamas, lactação e nódulos. E mais, possíveis dores, processos inflamatórios e traumas mamários prévios. 
Caso seja constatada a presença de nódulos, é imprescindível questionar a fase de desenvolvimento desses, e sua velocidade de surgimento e crescimento.
Caso a mulher tenha realizado exames de imagem, como mamografia e/ou ressonância, pergunta-se qual o motivo do exame e qual a sua indicação, assim como se ela já realizou biópsias mamárias e sobre o laudo histopatológico.
11 Queixas urinárias e gastrointestinais
11.1 Ao questionar sobre as queixas urinárias, deve-se perguntar sobre possível ocorrência e quantidade de infecções urinárias. Além das medicações utilizadas e o tempo de uso. 
E mais, questiona-se se há incontinência urinária ou urgência miccional. 
Sobre as queixas gastrointestinais, pergunta-se sobre possível intolerância gástrica e medicamentosa, ritmo intestinal, incontinência fecal, sangramentos e dores durante a evacuação