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CONTABILIDADE GERAL 
 
OBJETIVOS 
 Fazer o registro e controle do patrimônio, suas mutações e os resultados das entidades; 
 Ter compreensão técnico-científica, analítica e quantitativa da Contabilidade, suas 
relações econômicas, sociais e financeiras; 
 Planejar, implantar e manter os sistemas contábeis/gerenciais; 
 Evidenciar adequadamente informações contábeis/gerenciais; 
 Conhecer as diretrizes e normas institucionais e legais. 
 
VOCÊ SABE O QUE É CONTABILIDADE? 
A Contabilidade é o instrumento que fornece de informações úteis para a tomada de 
decisões empresariais, através dos registros das atividades contábeis, financeiras e 
econômicas das empresas. (Marion; 2009) 
 
ORIGEM 
 Uma prática muito antiga, seu surgimento remonta aos primórdios da civilização. Desde 
os tempos mais antigos, as pessoas têm a necessidade de registrar e controlar suas 
atividades econômicas e financeiras. 
 Mesopotâmia, entre 4.000 a.C. a 3.000 
 Os sumérios utilizavam placas de argila para registrar suas atividades comerciais 
 
EVOLUÇÃO 
 Os egípcios desenvolveram técnicas para registrar suas atividades econômicas, criando 
assim a contabilidade como um sistema baseado em contas correntes para registrar as 
transações comerciais. Eles criaram uma conta corrente para cada cliente ou 
fornecedor, onde registravam os valores devidos e pagos, além dos itens comprados ou 
vendidos. 
 Ordem cronológica 
 Na Grécia Antiga, as pessoas usavam a contabilidade, conhecida como “oikonomia”, 
para gerenciar suas finanças pessoais ou empresariais. Os gregos antigos utilizavam 
um método simples de contabilidade de caixa, registrando as entradas e saídas de 
dinheiro em tabuletas de argila. 
 As pessoas que eram altamente valorizadas por sua habilidade em garantir a 
estabilidade financeira eram chamadas de “oikonomoi” 
 No início da idade média a contabilidade passou a ser realizada predominantemente 
pelo método de partida simples, no qual apenas uma entrada é feita para cada 
transação. Trata-se de um marco no desenvolvimento das Ciências Contábeis. 
 Em 1494, o frade italiano Luca Pacioli publicou “Summa de Arithmetica, Geometria, 
Proportioni et Proportionalità“, que incluía um tratado sobre contabilidade de partidas 
dobradas, revolucionando a prática contábil. Esse método, conhecido como “partidas 
dobradas”, ainda é a base da contabilidade moderna. 
 
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL 
 Antes da Revolução Industrial: 
• A economia era baseada na agricultura e no artesanato. 
• Pequenas produções locais com pouco controle financeiro. 
• Registros financeiros simples, como livros-caixa manuais. 
 Mudanças com a Revolução Industrial: 
• Produção em larga escala. 
• Expansão do comércio e do mercado consumidor. 
• Necessidade de novos métodos contábeis para controlar custos, estoques e lucros. 
• Desafio 
• Impacto na Contabilidade 
• Aumento da produção e estoques 
• Desenvolvimento do controle de estoque 
• Contratação de funcionários 
• Registros trabalhistas e folha de pagamento 
• Expansão das fábricas e empresas 
• Necessidade de demonstrativos financeiros 
• Surgimento das sociedades anônimas 
• Criação do balanço patrimonial 
• Controle de custos 
• Desenvolvimento da contabilidade de custos 
CONTABILIDADE DE CUSTOS 
 
❖ Com o crescimento das indústrias, as empresas começaram a calcular seus 
custos de forma mais precisa. Isso levou ao surgimento da Contabilidade de 
Custos, que permitia: 
• Separar custos diretos (matéria-prima, mão de obra) e custos indiretos (energia, 
manutenção). 
• Comparar custos e encontrar formas de reduzir desperdícios. 
• Determinar preços de venda mais estratégicos para aumentar a competitividade. 
❖ Assim, surgiram as sociedades anônimas e a necessidade de mais transparência 
nos registros contábeis. 
• Balanço Patrimonial começou a ser utilizado para demonstrar a saúde financeira das 
empresas. 
• Criação de auditorias contábeis para garantir que os números eram confiáveis. 
• Primeiras normas contábeis foram estabelecidas para padronizar os registros. 
 
PRINCÍPIOS CONTÁBEIS 
 Foram criados pelo Conselho Federal de Contabilidade em 1993 
 funcionam como um guia para todos os profissionais da área contábil. 
 Em 2010, o Conselho Federal de Contabilidade reduziu de sete para seis os princípios 
da contabilidade. 
❖ PRINCÍPIO DA ENTIDADE 
Dentre outras atribuições, o Princípio da Entidade reconhece o patrimônio de uma empresa 
como objeto da contabilidade e o dissocia do patrimônio pessoal de seus proprietários ou 
sócios. 
❖ PRINCÍPIO DA CONTINUIDAD 
Até que fortes evidências provem o contrário, o Princípio da Continuidade pressupõe que 
uma empresa continuará a funcionar indefinidamente. 
❖ PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE 
Determina que a contabilidade deve ser íntegra e tempestiva. Ou seja, os fatos precisam 
ser relatados conforme o ocorrido e em momento oportuno. 
❖ PRINCÍPIO DO REGISTRO PELO VALOR ORIGINAL 
Define que todos os itens do patrimônio de uma entidade sejam registrados pelo valor 
original da transação (e em moeda nacional). 
Se a transação ocorrer em moeda estrangeira, o câmbio precisa ser convertido no ato do 
fato gerador para que os registros sejam padronizados. 
Obs: o Princípio da Atualização Monetária foi incorporado ao Registro pelo Valor Original. 
 
 
❖ PRINCÍPIO DA PRUDÊNCIA 
O objetivo do Princípio da Prudência é fazer uma avaliação conservadora da realidade de 
uma organização. 
Para tanto, o contador deve considerar sempre os menores valores para os elementos do 
ativo (o que a empresa tem) e os maiores valores para o passivo (o que a empresa deve). 
❖ PRINCÍPIO DA COMPETÊNCIA 
Diz respeito à forma como são apurados os resultados, sempre com base na data do fato 
gerador. 
Por meio do regime de competência, uma venda feita a prazo, por exemplo, é contabilizada 
na data em que ocorreu a transação e não no dia em que o dinheiro caiu na conta 
 
NORMAS DA IFRS 
 International Financial Reporting Standards 
 Em março de 2004, muitas das normas IAS/IFRS foram publicadas pelo IASB, incluindo 
a norma IFRS 1 que define os princípios a serem respeitados pelas empresas no 
processo de conversão e primeira publicação de demonstrações financeiras em IFRS. 
 Em 2009, Entra em vigor das normas e padrões do IFRS, tornando-se obrigatória para 
todas empresas de capital aberto e as de capital fechado de médio e grande portes. Os 
bancos podem passar a exigir as demonstrações financeiras de acordo com o novo 
padrão. 
 
REGULAMENTAÇÃO E PROFISSIONALIZAÇÃO DA CONTABILIDADE 
 Surgimento dos conselhos de contabilidade (CRC) 
▪ Criado e regido por legislação específica, o Decreto-Lei nº 9.295, de 27 de maio de 
1946. 
USUÁRIOS DA CONTABILIDADE 
 Sócios e Acionistas: se interessam pela contabilidade para verificar o retorno do 
investimento; 
 Gerentes, Diretoria e Administradores: se interessam para conhecer o resultado positivo 
da gestão; 
 Instituições Financeiras: precisam conhecer a segurança do empréstimo do dinheiro; 
 Clientes: precisam conhecer a garantia de fornecimento de produtos pelo fornecedor; 
 
 
https://pt.wikipedia.org/wiki/International_Financial_Reporting_Standards
INTRODUÇÃO ÀS CONTAS PATRIMONIAIS 
 Conceito Genérico - do ponto de vista amplo, Patrimônio é tido como os Bens e direitos 
que uma pessoa possui. 
 Conceito Contábil – conjunto de bens, direitos e obrigações de uma pessoa física ou 
jurídica. Assim, contabilmente, o patrimônio líquido é o conjunto de bens e direitos 
deduzidos das obrigações. 
 
❖ SITUAÇÕES QUE O PATRIMÔNIO PODE SE APRESENTAR: 
 Situação Líquida positiva – quando o total de bens + direitos forem maiores que o total 
das obrigações; 
 Situação Líquida negativa – quando o total de bens + direitos forem menores que o 
total das obrigações; 
 Situação Líquida nula – quando o total de bens + direitos forem iguais ao total das 
obrigações. 
 Situação LíquidaPositiva: 
 
 
 Situação Líquida Negativa: 
 
 Situação Líquida Nula: 
 
 
ATIVO 
 É um agente econômico que gera benefícios e figura do lado esquerdo do Balanço 
Patrimonial; 
 Representa o patrimônio com os quais o administrador irá fazer acontecer a 
organização; 
 É o conjunto de Bens e Direitos de uma entidade. 
 
BENS 
 Segundo Favarin (2003:11), pode-se dizer que os bens são coisas capazes de satisfazer 
as necessidades humanas e avaliadas economicamente. 
 Os bens podem ser imóveis ou móveis, tangíveis ou intangíveis. 
 Bens imóveis: o solo com a sua superfície, os seus acessórios e adjacências naturais, 
o espaço aéreo e o subsolo, os edifícios e construções, etc. Tudo que não se possa 
retirar sem destruição, modificação, fratura ou dano. 
 Bens móveis: os bens suscetíveis de movimento próprio, ou de remoção por força 
alheia. 
 Bens tangíveis: aqueles que são suscetíveis ao toque, como por exemplo: mesas, 
cadeiras, máquinas, prédios, etc... 
 Bens intangíveis: aqueles não suscetíveis ao toque, como por exemplo: as marcas, 
patentes, entre outros. 
 
DIREITOS 
 Diz respeito a todos os valores que a pessoa tem a receber; 
 se a empresa vende a prazo, ela tem direito de receber de seu cliente, o valor 
correspondente; 
 se o funcionário trabalhou durante todo o mês, ele tem direito de receber seu salário. 
 Ser Mensurável Monetariamente – só devemos registrar no ativo aqueles bens e 
direitos cujos valores estão expressos em documentos idôneos. 
 Benefícios Presentes ou no Futuro - se a empresa por ventura tiver duplicatas a 
receber de uma empresa que faliu, tal documento não trará mais benefícios, assim 
deverá ser baixada contabilmente do seu ativo (direitos). 
 
 
 
 
OBRIGAÇÕES 
 São valores que são devidos a terceiros; 
 se a empresa compra a prazo, ela tem obrigação de pagar pelo fornecimento, o valor 
correspondente; 
 se o funcionário trabalhou durante todo o mês, a empresa tem obrigação de pagar seu 
salário. 
ELEMENTOS PATRIMONIAIS 
 Os elementos Patrimoniais (Bens, Direitos e Obrigações) são alocados em um quadro 
patrimonial chamado de Balanço Patrimonial. 
 O Balanço Patrimonial é a demonstração contábil destinada a evidenciar, qualitativa e 
quantitativamente, o Patrimônio e o Patrimônio Líquido da Entidade. 
 
REPRESENTAÇÃO DO BALANÇO PATRIMONIAL 
 
 
 
CONTAS PATRIMONIAIS 
 
 
 
 
 Ativo Circulante – dentro de 12 meses 
➢ Disponível: Caixa e Bancos 
➢ Ativos/Direitos Realizáveis a Curto Prazo: contas/duplicatas a receber. 
➢ Estoques: o estoque que tenho para ser vendido 
 Ativo Não-circulante – mais de 12 meses 
➢ Ativos/direitos Realizáveis a Longo Prazo: contas/duplicatas a receber 
 Investimentos: investimentos em outras empresas ou bancos 
 Imobilizado: Maquinas/ Imóveis/ carros/ motos/ fabrica 
 Intangíveis: Marcas e Patentes 
 
CONTAS PATRIMONIAIS (REDUTORAS) 
 Ativo Circulante – dentro de 12 meses 
➢ Provisão para Devedores Duvidosos: inadimplência (valor negativo) 
➢ Duplicatas Descontadas: faz o uso do desconto bancário (valor negativo) 
➢ Depreciação: valor que os imobilizados perdem com o tempo (valor negativo) 
 Patrimônio Liquido 
➢ Prejuízos Acumulados: prejuízos decorrentes das atividades dos períodos. (valor 
negativo) 
CONTAS PATRIMONIAIS 
 Passivo Circulante – dentro de 12 meses 
➢ Passivo Exigível a Curto Prazo: contas/duplicatas a pagar/ salários a pagar... 
 Passivo Não-circulante – mais de 12 meses 
➢ Passivo Exigível a Longo Prazo: contas/duplicatas pagar ... 
 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 
➢ Capital Social: dinheiro investido pelos sócios na integralização 
➢ Reservas de Capital: Reserva de Emergência/ fundo de emergência 
➢ Reserva de Lucros: Lucros acumulados na DRE 
➢ Prejuízos Acumulados: Prejuízos dados pela DRE (valor negativo) 
 
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO (DRE) 
 
▶ Destinada a evidenciar a composição do resultado formado num determinado período de 
operações da Entidade. 
▶ Mostra as receitas, custos, despesas e consequentemente o lucro gerado no período 
 
▶ As receitas deverão ser contabilizadas no momento em que a empresa vender o produto, 
independentemente se vai receber o valor à vista ou a prazo; 
▶ A empresa deve contabilizar os custos e despesas no momento em que eles incorrem, 
independentemente de terem sido pagos ou não; 
 
RECEITAS 
▶ Receita é o valor monetário, em determinado período, da produção de bens e serviços 
da entidade, provocando acréscimo de patrimônio líquido e de ativo. 
▶ É obtida pela venda de mercadorias, produtos ou de serviços, venda esta que pode 
ser recebida à vista ou à prazo. 
▶ Receitas Operacionais são aquelas decorrentes das atividades operacionais da empresa. 
▶ Receitas Não-Operacionais são aquelas decorrentes das atividades não operacionais da 
empresa. 
 
DESPESAS E CUSTOS 
▶ Despesa representa a utilização ou o consumo de bens e serviços no processo de 
produzir receitas. 
▶ A despesa pode referir-se a gastos efetuados no passado, no presente ou que serão 
realizados no futuro. 
▶Despesas Operacionais são aquelas decorrentes das atividades operacionais da 
empresa. 
▶Despesas Não-Operacionais são aquelas decorrentes das atividades não operacionais da 
empresa. 
▶Custo é o sacrifício de ativos no processo de produção de bens ou serviços. 
 
DETALHAMENTO DA ESTRUTURA 
 
▶ Na Receita Operacional Bruta, são contabilizados os valores brutos de vendas. 
 
▶ Nas Deduções da Receita Bruta, são classificados os impostos incidentes sobre as 
vendas, as devoluções de vendas e os descontos incondicionais. (Os impostos 
incidentes sobre as vendas são: ICMS, a COFINS, o PIS, o ISSQN.) 
 
▶ A Receita Líquida é o resultado da diminuição das Deduções da Receita da Receita 
Operacional Bruta. 
 
▶ O CPV (Custo dos Produtos Vendidos), o CMV (Custo das Mercadorias Vendidas) e o 
CSP (Custo dos Serviços Prestados), é diminuído da Receita Líquida PARA SE 
ENCONTRAR O VALOR DO LUCRO BRUTO. 
 
 
DETALHAMENTO DA ESTRUTURA 
 
▶ Apurado o Lucro Bruto, deve-se deduzir dele as seguintes Despesas operacionais para 
se encontrar o valor do Resultado operacional: 
▶ DESPESAS COM VENDAS 
▶ DESPESAS ADMINISTRATIVAS 
▶ DESPESAS TRIBUTÁRIAS 
▶ DESPESAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS 
▶ OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS 
▶ OUTRAS DESPESAS OPERACIONAIS 
▶ O resultado antes do IRPJ e da CSLL é a base para se iniciar o cálculo daqueles impostos 
incidentes sobre o lucro. 
▶ Para apuração da base de cálculo da CSLL deve-se, fiscalmente, adicionar as despesas 
não dedutíveis e se excluir as receitas não tributáveis. 
▶ A Demonstração do Resultado do Exercício está contida no Balanço Patrimonial, mas, 
com a finalidade de se oferecer maior riqueza de detalhes, apresenta-se a 
Demonstração do Resultado em separado. 
 
REGIME DE COMPETÊNCIA 
▶ As receitas e as despesas são atribuídas aos períodos de acordo com a 
data do fato gerador e não quando são recebidos ou pagos em dinheiro. 
 
▶ De acordo com a lei das Sociedades por Ação, as empresas devem registrar as 
mudanças do patrimônio segundo o Regime de Competência. 
 
 
REGIME DE CAIXA 
▶ Considera “Receita” e “Despesa” do exercício aquelas efetivamente recebidas dentro do 
exercício (entrada e saídas de dinheiro – Encaixe e Desembolso). 
▶Embora não aceito oficialmente pela nossa legislação, ele é desenvolvido nas empresas 
como uma contabilidade auxiliar, usado como instrumento de controle e decisão. 
 
MÉTODOS DAS PARTIDAS DOBRADAS 
▶ A essência deste método é que a soma dos valores aplicados deve ser sempre igual à 
soma dos valores originados. 
▶ Não há aplicação sem origem correspondente. 
Foi exposto pelo Frade Luca Pacioli em 1494. 
▶ É a metodologia utilizada universalmente para o registro dos fatos contábeis. 
 
ESTRUTURA PATRIMONIAL E DE RESULTADOS 
▶ As contas do Ativo são de natureza de aplicação de recursos; 
 
▶ As contas do Passivo são de natureza de origem de recursos; 
 
▶ As contas de Receitassão de natureza de origem de recursos; 
 
▶ As contas de Custos e Despesas são de natureza de aplicação de recursos. 
 
DÉBITO VS CRÉDITO 
▶ Débito é igual a aplicação de recursos. 
▶ Crédito é igual a origem de recursos. 
▶ Saldo é a diferença entre débitos e créditos. 
- Débito > Crédito = Saldo Devedor 
- Crédito > Débito = Saldo Credor 
- Débito = Crédito = Saldo Zero 
RAZONETE 
 
 
 
 
 
 
EXEMPLO: Assim, se em um caso os sócios resolvem integralizar capital social no valor 
de R$ 100.000, a contabilização por meio de razonetes se daria da seguinte forma:

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