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● Estudar a estrutura bacteriana
- A maioria dos procariotos faz parte
do grupo das bactérias.
- Elas podem ter formato de esfera
(cocos, que significa frutificação),
de bastão (bacilos, que significa
bastonete ou bengala) e de
espiral.
-
- Os cocos geralmente são
redondos, mas podem ser ovais,
alongados ou achatados em uma
das extremidades. Quando os
cocos se dividem para se
reproduzir, as células podem
permanecer ligadas umas às
outras.
- Os cocos que permanecem em
pares após a divisão são
chamados de diplococos; aqueles
que se dividem e permanecem
ligados uns aos outros em forma
de cadeia são chamados de
estreptococos; Aqueles que se
dividem em dois planos e
permanecem em grupos de quatro
são conhecidos como tétrades;
Os que se dividem em três planos
e permanecem ligados uns aos
outros em grupos de oito, em
forma de cubo, são chamados de
sarcinas. Aqueles que se dividem
em múltiplos planos e formam
agrupamentos em formato de
cacho de uva ou lâminas amplas
são chamados de estafilococos.
- Os bacilos se dividem somente ao
longo de seu eixo curto;
- A maioria dos bacilos se apresenta
como bastonetes simples,
chamados de bacilo único.
- Os diplobacilos se apresentam em
pares após a divisão, e os
estreptobacilos aparecem em
cadeias.
- Alguns bacilos possuem a
aparência de “canudinhos”. Outros
possuem extremidades cônicas,
como charutos. Outros ainda são
ovais e tão parecidos com os
cocos que são chamados de
cocobacilos.
-
- As bactérias espirais têm uma ou
mais curvaturas; elas nunca são
retas. As bactérias que se
assemelham a bastões curvos são
chamadas de vibriões.
- Outras, chamadas de espirilos,
possuem forma helicoidal, como
um saca-rolha, e corpo bastante
rígido.
- Já outro grupo de espirais tem
forma helicoidal e flexível; são
chamados de espiroquetas. Ao
contrário dos espirilos, que utilizam
um apêndice externo para se
mover, semelhante a uma hélice e
chamado de flagelo, as
espiroquetas movem-se através
de filamentos axiais, os quais
fatorial. C. 6- e
LD Se dividem e
permanecem ligados
em forma de cadeia
lembram um flagelo, mas estão
contidos dentro de uma bainha
externa flexível.
- Geneticamente, a maioria das
bactérias é monomórfica; ou seja,
mantém uma forma única.
- Algumas bactérias, como
Rhizobium e Corynebacterium, são
geneticamente pleomórficas, ou
seja, elas podem apresentar
muitas formas, não apenas uma.
- Estruturas externas à parede
celular
- Glicocálice
- O glicocálice bacteriano é um
polímero viscoso e gelatinoso e é
composto por polissacarídeo,
polipeptídeo ou ambos.
- Se a substância é organizada e
está firmemente aderida à parede
celular, o glicocálice é descrito
como cápsula. A presença de
uma cápsula pode ser
determinada utilizando-se uma
coloração negativa.
- Se a substância não é organizada
e está fracamente aderida à
parede celular, o glicocálice é
descrito como uma camada
limosa.
- Em certas espécies, as cápsulas
são importantes para a
contribuição da virulência
bacteriana (medida do grau em
que um patógeno causa doença).
As cápsulas frequentemente
protegem as bactérias patogênicas
contra a fagocitose pelas células
do hospedeiro.
- O glicocálice é um componente
muito importante dos biofilmes.
Um glicocálice que auxilia as
células em um biofilme a se
fixarem ao seu ambiente-alvo e
umas às outras é denominado
substância polimérica
extracelular (SPE).
- A SPE protege as células dentro
do glicocálice, facilita a
comunicação entre as células e
permite a sobrevivência celular
pela fixação a várias superfícies
em seu ambiente natural.
- Um glicocálice também pode
proteger uma célula contra a
desidratação, e sua viscosidade
pode inibir o movimento dos
nutrientes para fora da célula.
- Flagelos
- Longos apêndices filamentosos
que ajudam na propulsão da
bactéria.
- Aquelas sem flagelo são as
atríquias (sem projeções).
- Flagelos podem ser peritríquios
(distrib. ao longo de toda a célula)
ou polares (em uma ou ambas as
extremidades da cel). No caso de
flagelos polares, eles podem ser
monotríquios (um único flagelo
em um polo da célula),
lofotríquios (um tufo de flagelos
saindo de um polo da célula), ou
anfitríquios (flagelos em ambos
os polos da célula).
- Um flagelo é constituído de três
porções básicas.
- A longa região mais externa, o
filamento, tem diâmetro constante
e contém a proteína globular
flagelina (grosseiramente esférica),
distribuída em várias cadeias, as
quais que se entrelaçam e formam
uma hélice em torno de um centro
oco.
- . Na maioria das bactérias, os
filamentos não são cobertos por
uma membrana ou bainha, como
nas células eucarióticas. O
filamento está aderido a um
gancho ligeiramente mais largo,
→
Filamentos
não recobertos
Aderido
aum
Gancho
consistindo em uma proteína
diferente.
- A terceira porção do flagelo é o
corpo basal, que ancora o flagelo à
parede celular e à membrana
plasmática.
- Cada flagelo procariótico é uma
estrutura helicoidal semirrígida que
move a célula pela rotação do
corpo basal. A rotação de um
flagelo pode ter sentido horário ou
anti-horário em torno de seu eixo
longo.
- As células bacterianas podem
alterar a velocidade e a direção de
rotação dos flagelos; portanto, são
capazes de vários padrões de
motilidade.
- Uma vantagem da motilidade é
que ela permite a uma bactéria se
mover em direção a um ambiente
favorável ou para longe de um
ambiente adverso
- Taxias
- O movimento de uma bactéria
para perto ou para longe de um
estímulo.
- Estímulos químicos - quimiotaxia.
- Estímulos luminosos - fototaxia.
- As bact. móveis possuem
receptores em várias regiões.
- Tais receptores vão captar os
estímulos, o2, glicose, ribose,
galactose.
- A informação vai ser passada aos
flagelos.
- Se um sinal quimiotático é
positivo, denominado atraente,
as bactérias movem-se em direção
ao estímulo com muitas corridas e
poucos desvios.
- Se um sinal quimiotático é
negativo, denominado repelente,
a frequência de desvios aumenta,
à medida que a bactéria move-se
para longe do estímulo.
- Filamentos Axiais
- As espiroquetas são um grupo de
bactérias que possuem estrutura e
motilidade exclusivas.
- As espiroquetas se movem através
de filamentos axiais, ou
endoflagelos, feixes de fibrilas que
se originam nas extremidades das
células, sob uma bainha externa, e
fazem uma espiral em torno da
célula.
- Os filamentos axiais, que estão
ancorados em uma extremidade
da espiroqueta, possuem uma
estrutura similar à dos flagelos. A
rotação dos filamentos produz um
movimento da bainha externa, que
impulsiona as espiroquetas em um
movimento espiral. Esse tipo de
movimento é semelhante ao modo
como um saca-rolhas se move
através da rolha.
- Fímbrias e Pili
- Muitas bactérias gram-negativas
possuem apêndices semelhantes
à pelos, que são mais curtos, retos
e finos que um flagelo.
- Essas estruturas, que consistem
em uma proteína, denominada
pilina, distribuída de modo
helicoidal em torno de um eixo
central, são divididas em dois
tipos, fímbrias e pili.
- As fímbrias podem ocorrer nos
polos da célula bacteriana ou
podem estar homogeneamente
distribuídas em toda a superfície
da célula.
- As fímbrias têm uma tendência a
se aderirem umas às outras e às
superfícies. Por isso, elas estão
envolvidas na formação de
biofilmes e outros agregados na
superfície de líquidos, vidros e
pedras.
→ corpo basal
ancora o flagelo'
a parede celular
éamemb.P.lasm .
→ estrut. hehe.
Semirrígida↳gira em
sentido 0①
Podem alterar a velocidade ea direção
- --
↳ ajuda nasobrevivência
. quiniotóx .
fototáxieos
•Bactérias
cheios de reccpt .Kdestímulos
Polos ou distrito . sobre toda a célula
(
D bactéria
TEEnga
- As fímbrias também auxiliam na
adesão da bactéria às superfícies
epiteliais do corpo.
- Auxiliam o micróbio na colonização
de memb. mucosas. Quando as
fímbrias estão ausentes (devido à
mutação genética), a colonização
pode não ocorrer, e nenhuma
doença aparece.
- Os pili normalmente são mais
longos que as fímbrias e há
apenas um ou dois por célula.
- Estão envolvidos na motilidade
celular e na transf. de DNA.
- Em um tipode motilidade,
chamada de motilidade pulsante,
um pilus é estendido pela adição
de subunidades de pilina, faz
contato com uma superfície ou
com outra célula e, então, se retrai
à medida que as subunidades de
pilina vão sendo desmontadas.
- Esse modelo é denominado
modelo do gancho atracado da
motilidade pulsante e resulta em
movimentos curtos, abruptos e
intermitentes.
- Motilidade por deslizamento, o
movimento suave de deslizamento
das mixobactérias. Embora o
mecanismo exato seja
desconhecido para a maioria das
mixobactérias, algumas utilizam a
retração do pilus.
- A motilidade por deslizamento
fornece uma maneira para os
micróbios viajarem nos ambientes
com baixo conteúdo de água,
como os biofilmes e o solo.
- Alguns pili são utilizados para
agregar as bactérias e facilitar a
transferência de DNA entre elas,
um processo chamado de
conjugação. Esses pili são
chamados de pili de conjugação
(sexuais). O DNA compartilhado
pode adicionar uma nova função à
célula receptora, como a
resistência a um antibiótico ou a
habilidade de degradar o seu meio
com mais eficiência.
- Parede Celular
- É uma estrutura complexa e
semirrígida responsável pela forma
da célula.
- Quase todos os procariotos
possuem uma parede celular que
circunda a frágil membrana
plasmática (citoplasmática) e a
protege, bem como ao interior da
célula, de alterações adversas no
meio externo.
- A principal função da parede
celular é prevenir a ruptura das
células bacterianas quando a
pressão da água dentro da célula
é maior que fora dela.
- Manter forma e ponto de
ancoragem para os flagelos.
- Clinicamente, a parede celular é
importante, pois contribui para a
capacidade de algumas espécies
causarem doenças e também por
ser o local de ação de alguns
antibióticos.
- Composta de peptidoglicano.
- O peptideoglicano consiste em um
dissacarídeo repetitivo ligado por
polipeptídeos para formar uma
rede que circunda e protege toda a
célula.
- A porção dissacarídica é composta
por monossacarídeos,
denominados N-acetilglicosamina
(NAG), e ácido N-acetilmurâmico
(NAM) (de murus, significando
parede), que estão relacionados à
glicose.
- Moléculas alternadas de NAM e
NAG são ligadas em filas de 10 a
65 açúcares para formar um
“esqueleto” de carboidratos.
DNA compartilhado
(Dadesãodabãtàspupqsitrdocorpo ]
→ Completa esemirrígida →Forma
→Proteção
→prevenira
ruptura celular
Ppentro > Prova
H2O
→ Serviu
pontodeanarag.
aos flagelosabruptosiii.÷!:*
→ capacidade
decausohdoenç.
jdooaldcaçào
de antibióticos
pept.G-i.com
↓
Drissacoridcos→Pdipeptideos
n
circunda e
ambientes comttvtko protegetoda
a. célula
- As filas adjacentes são ligadas por
polipeptídeos.
- Embora a estrutura da ligação
polipeptídica possa variar, ela
sempre inclui cadeias laterais de
tetrapeptídeos, as quais consistem
em quatro aminoácidos ligados ao
NAM no esqueleto.
- Cadeias laterais paralelas de
tetrapeptídeos podem ser ligadas
diretamente umas às outras ou
unidas por uma ponte cruzada
peptídica, consistindo em uma
cadeia curta de aminoácidos.
- A penicilina interfere com a
interligação final das fileiras de
peptideoglicanos através das
pontes cruzadas peptídicas.
- Por isso, a parede celular fica
muito enfraquecida e a célula sofre
lise, uma destruição causada pela
ruptura da membrana plasmática e
pela perda de citoplasma.
- Paredes celulares de
gram-positivas
- Na maioria das bactérias
gram-positivas, a parede celular
consiste em muitas camadas de
peptideoglicano, formando uma
estrutura rígida e espessa.
- Em contrapartida, as paredes
celulares de gram-negativas
contêm somente uma camada fina
de peptideoglicano.
- O espaço entre a parede celular e
a membrana plasmática de uma
bactéria gram-positiva é o espaço
periplasmático.
- Ele contém a camada granular, a
qual é composta de ácido
lipoteicoico.
- As paredes celulares das bactérias
gram-positivas contêm ácidos
teicoicos, que consistem
principalmente em um álcool
(como o glicerol ou ribitol) e
fosfato.
- Existem duas classes de ácidos
teicoicos: o ácido lipoteicoico, que
atravessa a camada de
peptideoglicano e está ligado à
membrana plasmática, e o ácido
teicoico da parede, o qual está
ligado à camada de
peptideoglicano.
- Eles também podem assumir um
papel no crescimento celular,
impedindo a ruptura extensa da
parede e a possível lise celular.
- Paredes celulares de
gram-negativas
- As paredes celulares das bactérias
gram-negativas consistem em uma
ou poucas camadas de
peptideoglicano e uma membrana
externa.
- O peptideoglicano está ligado a
lipoproteínas na membrana
externa e está localizado no
periplasma.
- As paredes celulares
gram-negativas não contêm ácidos
teicoicos.
- Como as paredes celulares das
bactérias gram-negativas contêm
somente uma pequena quantidade
de peptideoglicano, são mais
suscetíveis ao rompimento
mecânico.
- A membrana externa da célula
gram-negativa consiste em
lipopolissacarídeos (LPS),
lipoproteínas e fosfolipídeos.
- Sua forte carga negativa é um
fator importante na evasão da
fagocitose e nas ações do
complemento (causa lise de
células e promove a fagocitose),
dois componentes das defesas do
hospedeiro.
- A membrana externa também
fornece uma barreira contra a ação
de detergentes, metais pesados,
atravessa%
PTGC .
amadora;II
de tetrapeptídeos÷::::*
NAM
ligado à
←
cara .
de PPTGLN.
•Impedem a ruptura/da parede e
a lise celular
→ Não possui ácidos iteicoicos
Ion poucosde
PPTGLN
+ memb .
externa
→ + espessos
→ muitas camadas de peptídeoglicono
↓
✓
£
.
→
NaFood Celular
de bactérias
- grau
sais biliares, determinados
corantes, antibióticos (p. ex.,
penicilina) e enzimas digestivas
como a lisozima.
- No entanto, a membrana externa
não fornece uma barreira para
todas as substâncias do ambiente,
pois os nutrientes devem
atravessá-la para garantir o
metabolismo celular.
- Parte da permeabilidade da
membrana externa é devida a
proteínas na membrana,
denominadas porinas, que formam
canais. As porinas permitem a
passagem de moléculas, como
nucleotídeos, dissacarídeos,
peptídeos, aminoácidos, vitamina
B12 e ferro.
- O lipopolissacarídeo (LPS) da
membrana externa é uma
molécula grande e complexa que
contém lipídeos e carboidratos e
que consiste em três
componentes: (1) lipídeo A, (2) um
cerne polissacarídeo e (3) um
polissacarídeo O.
- Crescimento bacteriano
- Os fatores necessários para o
crescimento microbiano podem ser
divididos em duas categorias
principais: físicos e químicos.
- Os fatores físicos incluem
temperatura, pH e pressão
osmótica.
- Os fatores químicos incluem fontes
de carbono, nitrogênio, enxofre,
fósforo, oxigênio, elementos-traço
e fatores orgânicos de
crescimento.
- Fatores Físicos
- Os microorg. são classificados em
3 grupos com base na faixa de
temp. que preferem:
- Psicrófilos: gostam de frio
- Mesófilos: gostam de temp.
moderadas
- Termófilo: gostam de calor
- Elas crescem pouco em temp.
extremas, considerando sua faixa
ideal.
- A temperatura mínima de
crescimento é a menor
temperatura na qual a espécie
pode crescer.
- A temperatura ótima de
crescimento é a temperatura na
qual a espécie cresce melhor.
- A temperatura máxima de
crescimento é a maior temperatura
na qual o crescimento é possível
-
- pH
- A maioria das bactérias cresce
melhor em uma faixa estreita de
pH próxima da neutralidade, entre
pH 6,5 e 7,5.
- Algumas bactérias, chamadas de
acidófilas, são
extraordinariamente tolerantes à
acidez.
- Um tipo de bactéria
quimioautotrófica, encontrada na
água de drenagem das minas de
carvão e que oxida enxofre para
formar ácido sulfúrico, pode
sobreviver em pH 1.
- Pressão osmótica
- Os microrganismos obtêm a
maioria dos seus nutrientes em
solução da água presente no seu
meio ambiente.
65º
95º
35º
[
gels
- Pressões osmóticas elevadas têm
como efeito remover a água
necessária para a célula. Quando
uma célula microbiana está em
uma solução cuja concentração de
solutos é mais elevada que dentro
da célula (ambiente hipertônico), a
água atravessa a membrana
celular para o meio com a
concentração mais elevadade
soluto.
- Se a pressão osmótica é
anormalmente baixa (o ambiente é
hipotônico) – como na água
destilada, por exemplo –, a água
tende a entrar na célula, em vez
de sair. Alguns microrganismos
que têm uma parede celula.
- Essa perda osmótica de água
causa plasmólise, ou o
encolhimento do citoplasma da
célula
- O crescimento da célula é inibido à
medida que a membrana
plasmática se afasta da parede
celular.
- Alguns organismos, chamados de
halófilos extremos, se adaptaram
tão bem às altas concentrações de
sais, que eles, de fato, necessitam
dos sais para o seu crescimento -
halófilos obrigatórios.
- Os halófilos facultativos são
mais comuns e não requerem altas
concentrações de sais, mas são
capazes de crescerem em
concentrações salinas de até 2%,
uma concentração que inibe o
crescimento de muitos outros
organismos. Algumas espécies de
halófilos facultativos podem tolerar
até mesmo 15% de sal.
- Fatores Químicos
- Carbono
- Os quimioheterotróficos obtêm a
maior parte do seu carbono de sua
fonte de energia – materiais
orgânicos, como proteínas,
carboidratos e lipídeos.
- Os quimioautotróficos e os
fotoautotróficos derivam seu
carbono do dióxido de carbono.
- Nitrogênio, enxofre e fósforo
- Os organismos utilizam o
nitrogênio essencialmente para
formar o grupo amino dos
aminoácidos das proteínas.
- Processo de fixação
- O enxofre é utilizado para
sintetizar os aminoácidos contendo
enxofre e vitaminas, como a
tiamina e a biotina.
- O fósforo é essencial para a
síntese dos ácidos nucleicos e dos
fosfolipídeos das membranas
celulares.
- Oxigênio
- Os organismos que precisam do
oxigênio para viver são chamados
de aeróbios obrigatórios.
- Os aeróbios obrigatórios estão em
desvantagem, uma vez que o
oxigênio é pouco solúvel na água
de seu ambiente. Por isso, muitas
das bactérias aeróbias têm
desenvolvido, ou mantido, a
capacidade de continuar a crescer
na ausência do oxigênio. Esses
organismos são chamados de
anaeróbios facultativos.
- Os anaeróbios obrigatórios são
bactérias incapazes de utilizar o
oxigênio molecular nas reações de
produção de energia.
1ª Eventos que ocorrem:
Confronto (Agente encontra o
hospedeiro)
Entrada (Agente penetra no
hospedeiro)
Disseminação a partir do ponto de
entrada
[
↳
>
• dasua fonte de
energia
Multiplicação (Aumento no número
do microrganismos)
Lesão (Dano Tecidual Depende
do Agente ou da resposta do
hospedeiro)
Resultado (Vitória de um ou outro
ou coexistência de ambos)
2ª Cada evento requer quebra nas
defesas do hospedeiro
Patogenicidade
Variável e mediada por vários
fatores (colonização e lesão)
Virulência
“Mede” intensidade (ou grau) da
patogenicidade
● Compreender as células de
defesa e o mecanismo do
processo inflamatório - Sistema
Linfático
- Identificar as estruturas
anatômicas e as células
constituintes do sistema
hemolinfopoiético.
- Fagócitos
- Os fagócitos, incluindo neutrófilos
e macrófagos, são células cuja
função primária é ingerir e destruir
microrganismos e remover tecidos
danificados.
- As respostas funcionais dos
fagócitos na defesa do hospedeiro
consistem em etapas sequenciais:
- recrutamento das células para os
sítios de infecção
- reconhecimento e ativação por
microrganismos, ingesta dos
microrganismos através do
processo de fagocitose
- destruição dos microrganismos
ingeridos.
- Adicionalmente, por meio do
contato direto e secreção de
citocinas, os fagócitos se
comunicam com outras células de
maneira a promover ou regular as
respostas imunes.
- A resposta do neutrófilo é mais
rápida, e a expectativa de vida
dessas células é curta, enquanto
os monócitos se transformam em
macrófagos nos tecidos, podem
viver por longos períodos e, desse
modo, sua resposta pode ter
duração prolongada.
- Neutrófilos
- Os neutrófilos constituem a
população mais abundante de
leucócitos circulantes e o principal
tipo celular nas reações
inflamatórias agudas.
- O núcleo é segmentado em três a
cinco lóbulos conectados.
- Leucócitos polimorfonucleares
(PMNs).
- O citoplasma contém dois tipos de
grânulos ligados à membrana. A
maioria desses grânulos,
chamados grânulos específicos,
estão repletos de enzimas, como
lisozima, colagenase e elastase.
- O restante dos grânulos dos
neutrófilos, chamados grânulos
azurofílicos (ou azurófilos), contêm
enzimas e outras substâncias
microbicidas, entre as quais as
defensinas e catelicidinas.
- Fagócitos Mononucleares
- O sistema de fagócitos
mononucleares inclui células
circulantes chamadas monócitos
que se transformam em
macrófagos ao migrarem para os
tecidos, e macrófagos residentes
teciduais, derivados principalmente
de precursores hematopoiéticos
durante a vida fetal.
- Funções dos Macrófagos
- Uma das principais funções dos
macrófagos na defesa do
hospedeiro é ingerir
microrganismos por meio do
processo de fagocitose e, então,
destruir os microrganismos
ingeridos.
- Ingerem células necróticas do
hospedeiro, incluindo as células
que morrem nos tecidos em
consequência dos efeitos de
toxinas, traumatismo ou
interrupção do suprimento
sanguíneo, e também os
neutrófilos que morrem após se
acumularem em sítios de infecção.
- Atuam como células
apresentadoras de antígeno que
exibem fragmentos de antígenos
proteicos e ativam linfócitos T.
- Receptores e Ativação de
Macrófagos
- São ativados para
desempenharem suas funções
através do reconhecimento de
muitos tipos diferentes de
moléculas microbianas, bem como
moléculas do hospedeiro
produzidas em resposta a
infecções e lesão.
- Essas diversas moléculas
ativadoras se ligam a receptores
sinalizadores específicos
localizados na superfície ou dentro
do macrófago.
- São exemplos desses receptores
os receptores do tipo Toll (TLRs,
do inglês, Toll-like receptors).
- Mastócitos, Basófilos e
Eosinófilos
- São três tipos celulares adicionais
que atuam nas respostas de
imunidade inata e de imunidade
adaptativa.
- Compartilham a propriedade
comum de terem grânulos
citoplasmáticos contendo vários
mediadores inflamatórios e
antimicrobianos, os quais são
liberados das células mediante
ativação.
- Envolvimento nas respostas
imunes que conferem proteção
contra helmintos e nas reações
causadoras de doenças alérgicas.
- Mastócitos
- Os mastócitos são células
derivadas da medula óssea
presentes nos epitélios da pele e
das mucosas, as quais ao serem
ativadas liberam numerosos
mediadores inflamatórios potentes
que conferem defesa contra
infecções por parasitas ou
produzem os sintomas das
doenças alérgicas.
- Quando maduros, são
encontrados na circulação.
- Citoplasma com muitos grânulos,
cheios de mediadores
inflamatórios pré-formados como a
histamina.
- Quando anticorpos na superf. do
mastócito se ligam ao antígeno,
sinais levam à ativação do
mastócito.
- São ativados também quando
reconhecem produtos microbianos.
- Basófilos
- Os basófilos são granulócitos
sanguíneos que apresentam
muitas similaridades estruturais e
funcionais com os mastócitos.
- Menos de 1% dos leuc. sang.
- Normalmente ausentes nos
tecidos.
- Sintetizam mediadores
- Expressam receptores de IgE
- Eosinófilos
- São granulócitos que expressam
grânulos citoplásmaticos que
inflamatórios eantimiowhianos
yfgoia.fgoo.to
destruirmos
µ
contém mediadores
→
defesa
contra
→ APC
exbemfrog.de
antigenoprote ippfeqpoottlit
ativam LT ofgmf.int
pro
dos
doentes
alérgicos
-
⇐
→ Sintetizoumediadores eetpressomroapt.de
IGE
contém enzimas nocivas às
paredes celulares dos parasitas,
mas que também danificam o
tecido dos hospedeiros.
- Derivados da medula óssea e
circulam no sangue
- Tem sua maturação feita a partir
de precursores mielóides.
- Presentes em mucosa do T.Resp.,
TGI e T. Geniturinário.
- Células Dendríticas
- As DCs residem nos tecidos e na
circulação, percebem a presença
de microorg. e iniciam reações de
defesa imune inata e capturam
proteínas microbianas para
exibi-las às células T e dar início
às resp. imunes adapt.
- Sentinelas de infecção que iniciam
a rápida resp. inata.
- Apresentam TLRs e outros recept.
que reconhecem mol. microbianas.
- Respondem aos microorg.secretando citocinas que recrutam
e ativam células inatas no sítio
infeccs.
- Captura e degradação de
antígenos proteicos e os exibem
para reconhecimento pelas cél. T.
- Têm longas projeções
membranosas, dotadas de
capacidades fagocíticas e estão
amplamente distribuídas nos
tecidos linfóides, epitélio de
mucosa e parênquima de órgãos.
- Linfócitos
- São as únicas células no corpo
que expressam receptores
antigênicos clonalmente
distribuídos, cada um dos quais
específico para um determinante
antigênico diferente.
- Os linfócitos T consistem em
populações funcionalmente
distintas, dentre as quais as mais
bem definidas são as células T
auxiliares e os linfócitos T
citotóxicos ou citolíticos - CTLs.
- As funções das células T auxiliares
são mediadas principalmente pela
secreção de citocinas, enquanto
os CTLs produzem moléculas que
matam outras células.
- Alguns linfócitos T, denominados
células T reguladoras, atuam
principalmente na inibição das
respostas imunes.
- Algumas células T auxiliares CD4+
secretam citocinas que recrutam
leucócitos e estimulam a produção
de substâncias microbicidas nos
fagócitos. Assim, essas células T
auxiliam os fagócitos a matar os
patógenos infecciosos. Outras
células T auxiliares CD4+
secretam citocinas que ajudam as
células B a produzir um tipo de
anticorpo chamado IgE e ativam
leucócitos chamados eosinófilos.
- CD8+ matam as células que
abrigam microrganismos no
citoplasma. Esses microrganismos
podem ser vírus que infectam
muitos tipos celulares ou bactérias
que são ingeridas pelos
macrófagos, mas escapam das
vesículas fagocíticas no
citoplasma.
- Os linfócitos B reconhecem
muitos tipos de antígenos e se
desenvolvem em células
secretoras de antígenos -
Produção de anticorpo.
- As células T naive que emergem
do timo e as cé lulas B imaturas
emergentes da medula óssea
migram para os órgãos linfoides
secundários, incluindo os
linfonodos e o baço.
- Nesses locais, as células B
completam sua maturação; as
células B e T ativadas por
guônulos com enzimas nocivas àsparedes
celulares dos parasitas,
mas tbm danificam os te . do hospedeiro
a
Matam as células
que abrigam microorg .
antígenos se diferenciam em
linfócitos efetores e de memória.
- Alguns linfócitos efetores e de
memória migram para sítios de
infecção em tecidos periféricos. Os
anticorpos secretados pelas
células B efetoras no linfonodo,
baço e medula óssea (não
mostrado) entram no sangue e são
distribuídos para os sítios de
infecção.
- Células efetoras, cuja função é
eliminar o antígeno.
- Células de memória de vida longa,
cuja função é mediar as respostas
rápidas e intensificadas a
exposições subsequentes aos
antígenos.
- Linfócitos Naive
- São células T ou B que nunca
encontram um antígeno estranho.
- Os linfócitos naive e os linfócitos
de memória são chamados,
ambos, de linfócitos em repouso,
por não estarem se dividindo
ativamente nem desempenhando
funções efetoras.
- Vivem de 1 a 3 meses.
- Células Natural Killer e Células
Linfoides Inatas Secretoras de
Citocinas
- As principais funções destas
células são conferir defesa inicial
contra patógenos infecciosos;
reconhecer as células do
hospedeiro estressadas e lesadas,
e ajudar a eliminá-las; e influenciar
a natureza da resposta imune
adaptativa subsequente.
- As células natural killer (NK) têm
funções citotóxicas similares as
dos CTLs CD8+. Essas células
circulam no sangue e estão
presentes em vários tecidos
linfoides.
- Anatomia e Funções dos
Tecidos Linfóides
- Os órgãos linfóides geradores,
também chamados órgãos
linfóides primários ou centrais,
incluindo a medula óssea e o timo,
são os sítios onde os linfócitos
expressam pela primeira vez os
receptores antigênicos e alcançam
a maturidade fenotípica e
funcional.
- Os órgãos linfóides secundários
(ou periféricos), incluindo os
linfonodos, baço e componentes
do sistema imune de mucosa, são
os locais onde as respostas dos
linfócitos a antígenos estranhos
são iniciadas e desenvolvidas.
- Medula Óssea
- A medula óssea é o sítio de
geração de células sanguíneas
circulantes, incluindo hemácias,
granulócitos e monócitos, bem
como o sítio de maturação da
célula B.
- Hematopoiese
- Ao nascimento, a hematopoiese
ocorre nos ossos ao longo de todo
o esqueleto, porém vai se
tornando cada vez mais restrita à
medula dos ossos chatos, de
modo que na puberdade, a
hematopoiese ocorre
principalmente no esterno,
vértebras, ossos ilíacos e costelas.
- Quando a medula óssea é lesada
ou quando há uma demanda
excepcional pela produção de
novas células sanguíneas, o
fígado e o baço frequentemente se
tornam sítios de hematopoiese
extramedular.
- As hemácias, granulócitos,
monócitos, células dendríticas,
mastócitos, plaquetas, linfócitos B
e T, e ILCs se originam, todos, de
células B eTativados por antígenos
se diferenciam em linfócitos afetou e dememória
medula
e timo
↓
expressam
pela
1° vez os
tieoept .
vantigéricos
→ alcançam a motwrid.
→ local de
início de resposta
*sítiodematuração
dasrimas
*fígado e
baço
uma célula-tronco hematopoiética
(CTH) comum na medula óssea.
- As CTHs são multipotentes, ou
seja, uma única CTH pode gerar
todos os diferentes tipos de células
sanguíneas maduras.
- A proliferação e maturação de
células precursoras na medula
óssea são estimuladas por
citocinas. Muitas dessas citocinas
são chamadas fatores
estimuladores de colônia, por
terem sido inicialmente avaliados
por sua capacidade de estimular o
crescimento e o desenvolvimento
de várias colônias leucocitárias ou
eritroides a partir da medula
óssea.
- As citocinas hematopoiéticas são
produzidas por células estromais e
macrófagos na medula óssea,
fornecendo assim o ambiente local
para a hematopoiese.
- Também são produzidas por
linfócitos T antígeno-estimulados e
macrófagos ativados por citocina
ou microrganismo, fornecendo um
mecanismo para reposição dos
leucócitos que podem vir a ser
consumidos durante as reações
imunes e inflamatórias.
- Timo
- O timo é o local de maturação da
célula T.
- Trata-se de um órgão bilobado
situado no mediastino anterior, que
involui após a puberdade de modo
a se tornar indetectável nos
adultos.
- O córtex contém uma coleção
densa de linfócitos T, enquanto a
medula mais clara é mais
esparsamente povoada por
linfócitos.
- A medula também contém
macrófagos e DCs. Dispersas por
todo o timo, há células epiteliais
não linfoides contendo citoplasma
abundante.
As células epiteliais corticais
produzem IL-7, necessária ao
desenvolvimento inicial da célula T.
- Na medula, há células epiteliais
medulares tímicas, que exercem
papel especial na apresentação de
autoantígenos para as células T
em desenvolvimento, causando
sua eliminação.
- Os linfócitos no timo, também
chamados timócitos, são células T
em vários estágios de maturação.
As células mais imaturas entram
no timo, e sua maturação começa
no córtex.
- Conforme amadurecem, os
timócitos migram rumo à medula,
por isso a medula contém
principalmente células T maduras.
- Somente células T naive maduras
saem do timo e entram no sangue
e nos tecidos linfóides periféricos.
- Sistema Linfático
- Sistema linfático consiste em
vasos especializados, chamados
linfáticos, que drenam líquido dos
tecidos, e em linfonodos
interespaçados ao longo dos
vasos.
- 1. Drenar o excesso de líquido
intersticial. Os vasos linfáticos
drenam o excesso de líquido
intersticial dos espaços teciduais e
o devolvem ao sangue. Esta
função conecta o intimamente com
o sistema circulatório. Na verdade,
sem esta função, a manutenção do
volume de sangue circulante não
seria possível.
- 2. Transportar lipídios oriundos da
dieta. Os vasos linfáticos
transportam lipídios e vitaminas
' fimóãtos
↳célulasT
em diferentes
estágios aomatar.
proa. Al. estromais
omachofogos
e na Medula
↓
célulasT
Maduras
bilobor
→ imaturogão dasváeulasttmediastinoanterior
Furgões
excesto de liq . InterST
e devolvem ao sangue
lipossolúveis (A, D, E e K)
absorvidas pelo sistema digestório.
- 3. Desempenhar respostas
imunes. O tecido linfático inicia
respostas altamente específicasdirigidas contra microrganismos ou
células anormais específicos.
- Os vasos linfáticos coletam
antígenos microbianos de suas
portas de entrada e os distribuem
aos linfonodos, onde esses
antígenos podem estimular as
respostas imunes adaptativas.
- Os microrganismos entram no
corpo mais frequentemente
através da pele e dos tratos
gastrintestinal e respiratório. Todos
esses tecidos são revestidos por
barreiras epiteliais que contêm
DCs, e todos são drenados por
vasos linfáticos.
- As DCs capturam antígenos
microbianos e entram nos vasos
linfáticos através de hiatos
existentes na membrana basal.
- A migração das DCs para o
linfonodo é guiada pelas
quimiocinas produzidas no
linfonodo.
- Linfonodos
- Os linfonodos são órgãos linfóides
secundários, vascularizados e
encapsulados, que exibem
características anatômicas
favoráveis à iniciação de respostas
imunes adaptativas a antígenos
transportados dos tecidos pelos
linfáticos.
- Um linfonodo é circundado por
uma cápsula fibrosa, abaixo da
qual está um sistema sinusal
revestido por células reticulares,
cruzado por fibrilas de colágeno e
outras proteínas da matriz
extracelular, repleto de linfócitos,
macrófagos, DCs e outros tipos
celulares.
- Os linfáticos aferentes esvaziam
dentro do seio subcapsular
(marginal), e a linfa pode drenar
desse local diretamente para
dentro do seio medular conectado
e, em seguida, para fora do
linfonodo via linfáticos eferentes.
- Os macrófagos no seio
subcapsular proveem uma
importante função de remover por
fagocitose os organismos
infecciosos, os quais podem ser
reconhecidos pelos macrófagos
através de uma ampla variedade
de receptores de superfície celular.
- Cortex externo - folículos - rico em
linfócitos.
- Baço
- O baço é um órgão altamente
vascularizado, cujas principais
funções são remover da circulação
as células sanguíneas
envelhecidas e danificadas, bem
como as partículas (como
imunocomplexos e
microrganismos opsonizados), e
iniciar respostas imunes
adaptativas a antígenos
transportados pelo sangue.
- Os macrófagos da polpa vermelha
atuam como um importante filtro
do sangue, removendo
microrganismos, células
danificadas e
células/microrganismos cobertos
com anticorpos (opsonizados).
- Os indivíduos sem baço são
suscetíveis a infecções
disseminadas por bactérias
encapsuladas, como os
pneumococos e meningococos.
- Isso pode ser devido
principalmente ao fato de esses
microrganismos normalmente
serem depurados por opsonização
→Inicia resp .
Imunes altamente
específicas
↓
contramioroag .
coletam antígenosµ
microts .
e levam
aos linfonodos
.
✓
Onde esses
ont. vão
estimular
respostas
imunes
↳ quimiocinas dos linfonodos
guuai a migração
dos DCS aos linfonodos .
→ Com
. jcaract.
lfovoráveis
à iniciação
de
resp .
adop#
e fagocitose, e essa função ser
defeituosa na ausência do baço.
- A polpa branca contém as células
mediadoras das respostas imunes
adaptativas a antígenos
transportados pelo sangue.
- Vários ramos menores de cada
artéria central atravessam a área
rica em linfócitos e drenam no
interior de um seio marginal. Uma
região de células especializadas
circundando o seio marginal,
chamada zona marginal, forma a
fronteira entre a polpa vermelha e
a polpa branca.
- Os arranjos anatômicos das APCs,
células B e células T na polpa
branca esplênica promovem as
interações requeridas para o
desenvolvimento eficiente das
respostas imunes humorais.
- A segregação dos linfócitos T nas
bainhas linfóides periarteriolares e
das células B nos folículos e zonas
marginais depende da produção
de diferentes citocinas e
quimiocinas pelas células
estromais nessas áreas distintas,
de modo análogo ao que ocorre
nos linfonodos.
- Assim como nos linfonodos, a
quimiocina CXCL13 e seu receptor
CXCR5 são requeridos para a
migração da célula B para o
interior dos folículos, enquanto
CCL19 e CCL21, bem como seu
receptor CCR7, são requeridos
para a migração da célula T naive
para o interior da bainha
periarteriolar.
- A produção dessas quimiocinas
por células estromais não linfoides
é estimulada pela citocina
linfotoxina.
- Estudar a leitura do hemograma
- Hematócrito e hemoglobina
- Os três primeiros dados, contagem
de hemácias, hemoglobina e
hematócrito, são analisados em
conjunto. Quando estão reduzidos,
indicam anemia, isto é, baixo
número de glóbulos vermelhos no
sangue. Quando estão elevados
indicam policitemia, que é o
excesso de hemácias circulantes.
- O hematócrito é o percentual do
sangue ocupado pelas hemácias.
Um hematócrito de 45% significa
que 45% do sangue é composto
por hemácias. Os outros 55% são
basicamente água e todas as
outras substâncias diluídas.
Pode-se notar, portanto, que
praticamente metade do nosso
sangue é composto por células
vermelhas.
- Se por um lado a falta de
hemácias prejudica o transporte de
oxigênio, por outro, células
vermelhas em excesso deixam o
sangue muito espesso,
atrapalhando seu fluxo e
favorecendo a formação de
coágulos.
- A hemoglobina é uma molécula
que fica dentro da hemácia. É a
responsável pelo transporte de
oxigênio. Na prática, a dosagem
de hemoglobina acaba sendo a
mais precisa na avaliação de uma
anemia.
- Leucograma
- O leucograma é a parte do
hemograma que avalia os
leucócitos, conhecidos também
como células brancas ou glóbulos
brancos.
- Os leucócitos são as células de
defesa responsáveis por combater
agentes invasores. Na verdade, os
leucócitos não são um tipo único
de célula, mas sim um grupo de
para migrarão
diferentes células, com diferentes
funções no sistema imune. Alguns
leucócitos atacam diretamente o
invasor, outros produzem
anticorpos e alguns apenas fazem
a identificação do microrganismo
invasor.
- O valor normal dos leucócitos varia
entre 4.000 a 11.000 células por
microlitro (ou milímetros cúbicos).
- Quando os leucócitos estão
aumentados, damos o nome de
leucocitose. Quando estão
diminuídos chamamos
leucopenia.
- Quando notamos aumento ou
redução dos valores dos leucócitos
é importante ver qual das seis
linhagens descritas mais abaixo é
a responsável por essa alteração.
Como neutrófilos e linfócitos são
os tipos mais comuns de
leucócitos, estes geralmente são
os responsáveis pelo aumento ou
diminuição da concentração total
dos leucócitos.
- Grandes elevações podem ocorrer
nas leucemias, que nada mais é
que o câncer dos leucócitos.
Enquanto processos infecciosos
podem elevar os leucócitos até
20.000-30.000 células/mm³, na
leucemia, esses valores
ultrapassam facilmente as 50.000
cel/mm³.
- As leucopenias normalmente
ocorrem por lesões na medula
óssea. Podem ser por
quimioterapia, por drogas, por
invasão de células cancerígenas
ou por invasão por
micro-organismos.
- Existem seis tipos de leucócitos,
cada um com suas
particularidades, a saber:
1. Neutrófilos
O neutrófilo é o tipo de leucócito mais
comum. Representa, em média, de 45% a
75% dos leucócitos circulantes. Os
neutrófilos são especializados no combate
a bactérias. Quando há uma infecção
bacteriana, a medula óssea aumenta a
sua produção, fazendo com que sua
concentração sanguínea se eleve.
Portanto, quando temos um aumento do
número de leucócitos totais, causado
basicamente pela elevação dos
neutrófilos, estamos diante de um
provável quadro infeccioso bacteriano.
Os neutrófilos têm um tempo de vida de
aproximadamente 24-48 horas. Por isso,
assim que o processo infeccioso é
controlado, a medula reduz a produção de
novas células e seus níveis sanguíneos
retornam rapidamente aos valores basais.
● Neutrofilia: é o termo usado
quando há um aumento do
número de neutrófilos.
● Neutropenia: é o termo
usado quando há uma
redução do número de
neutrófilos.
- 2. Segmentados e bastões
- Os bastões são os neutrófilos
jovens. Quando estamos
infectados, a medula óssea
aumenta rapidamente a produção
de leucócitos e acaba por lançar
na corrente sanguínea neutrófilos
jovens recém-produzidos. A
infecção deve ser controlada
rapidamente, por isso, não há
tempo para esperar que essas
células fiquem maduras antes de
lançá-las ao combate. Em uma
guerra o exército não manda só os
seussoldados mais experientes,
ele manda aqueles que estão
disponíveis.
- Normalmente, apenas 4% a 5%
dos neutrófilos circulantes são
bastões. A presença de um
percentual maior de células jovens
é uma dica de que possa haver um
processo infeccioso em curso.
3. Linfócitos
Os linfócitos são o segundo tipo mais
comum de glóbulos brancos.
Representam de 15 a 45% dos leucócitos
no sangue.
Os linfócitos são as principais linhas de
defesa contra infecções por vírus e contra
o surgimento de tumores. São eles
também os responsáveis pela produção
dos anticorpos.
Quando temos um processo viral em
curso, é comum que o número de
linfócitos aumente, às vezes,
ultrapassando o número de neutrófilos e
tornando-se o tipo de leucócito mais
presente na circulação.
Os linfócitos são as células que fazem o
reconhecimento de organismos estranhos,
iniciando o processo de ativação do
sistema imune. Os linfócitos são, por
exemplo, as células que iniciam o
processo de rejeição nos transplantes de
órgãos.
Os linfócitos também são as células
atacadas pelo vírus HIV. Este é um dos
motivos da AIDS (SIDA) causar
imunossupressão e levar a quadros de
infecções oportunistas.
● Linfocitose: é o termo usado
quando há um aumento do
número de linfócitos.
● Linfopenia: é o termo usado
quando há redução do
número de linfócitos.
Obs: linfócitos atípicos são um grupo de
linfócitos com morfologia diferente, que
podem ser encontrados no sangue.
Geralmente surgem nos quadros de
infecções por vírus, como mononucleose,
gripe, dengue, catapora, etc. Além das
infecções, algumas drogas e doenças
auto-imunes, como lúpus, artrite
reumatoide e síndrome de Guillain-Barré,
também podem estimular o aparecimento
de linfócitos atípicos. Atenção, linfócitos
atípicos não têm nada a ver com câncer.
4. Monócitos
Os monócitos normalmente representam
de 3 a 10% dos leucócitos circulantes.
São ativados tanto em processos virais
quanto bacterianos. Quando um tecido
está sendo invadido por algum germe, o
sistema imune encaminha os monócitos
para o local infectado. Este se ativa,
transformando-se em macrófago, uma
célula capaz de “comer” micro-organismos
invasores. Os monócitos tipicamente se
elevam nos casos de infecções,
principalmente naquelas mais crônicas,
como a tuberculose.
5. Eosinófilos
Os eosinófilos são os leucócitos
responsáveis pelo combate de parasitos e
pelo mecanismo da alergia. Apenas de 1
a 5% dos leucócitos circulantes são
eosinófilos.
O aumento de eosinófilos ocorre em
pessoas alérgicas, asmáticas ou em
casos de infecção intestinal por parasitas.
● Eosinofilia: é o termo usado
quando há aumento do
número de eosinófilos.
● Eosinopenia: é o termo
usado quando há redução do
número de eosinófilos.
6. Basófilos
Os basófilos são o tipo menos comum de
leucócitos no sangue. Representam de 0
a 2% dos glóbulos brancos. Sua elevação
normalmente ocorre em processos
alérgicos e estados de inflamação crônica.
Plaquetas
As plaquetas são fragmentos de células
responsáveis pelo início do processo de
coagulação. Quando um tecido de
qualquer vaso sanguíneo é lesado, o
organismo rapidamente encaminha as
plaquetas ao local da lesão. As plaquetas
se agrupam e formam um trombo, uma
espécie de rolha ou tampão, que
imediatamente estanca o sangramento.
Graças à ação das plaquetas, o
organismo tem tempo de reparar os
tecidos lesados sem haver muita perda de
sangue.
- O valor normal das plaquetas varia
entre 150.000 a 450.000 por
microlitro (uL). Porém, até valores
próximos de 50.000, o organismo
não apresenta dificuldades em
iniciar a coagulação.
Quando esses valores se encontram
abaixo das 10.000 plaquetas/uL há risco
de morte, visto que podem haver
sangramentos espontâneos.
● Trombocitopenia: redução,
abaixo dos valores de
referência, do número de
plaquetas no sangue.
● Trombocitose: aumento,
acima dos valores de
referência, do número de
plaquetas no sangue.
A dosagem de plaquetas é importante
antes de cirurgias, para saber se o
paciente não se encontra sob elevado
risco de sangramento, e na investigação
dos pacientes com quadros de
hemorragia ou com frequentes equimoses
(manchas roxas na pele).
https://www.mdsaude.com/exames-compl
ementares/hemograma/
Imunologia Celular e Molecular 9
EDIÇÃO ABBAS
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE,
CL. Microbiologia. 12. ed., Porto Alegre:
Artmed.

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