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DENTS-IN-DENTEDENTS-IN-DENTE Acúmulo de esmalte e/ou dentina para o interior da coroa, que pode alterar a forma do dente. Histologicamente, ocorre a invaginação do epitélio interno do esmalte para dentro da coroa do dente, antes da mineralização. CONCRESCÊNCIACONCRESCÊNCIA Fusão produzida após o início da formação radicular. Os dentes unem-se apenas pelo cemento e o diagnóstico só é possível mediante exame radiográfico ODONTOMAODONTOMA A proliferação anormal de células do órgão do esmalte pode resultar ainda em tumor odontogênico, denominado odontoma. Odontoma Composto: Múltiplas estruturas calcificadas semelhantes a dentes rudimentares ou em miniatura. Estrutura semelhante ao dente normal (esmalte, dentina, polpa e cemento). Tamanho e conformação diferentes do dente normal. Complexo: Massa amorfa com estrutura dentária desorganizada. Mostram-se como uma coleção de estruturas semelhantes a dentes de variados tamanhos e formas, cercados por uma zona radiolúcida. TAURODONTISMOTAURODONTISMO Fusão produzida após o início da formação radicular. Os dentes unem-se apenas pelo cemento e o diagnóstico só é possível mediante exame radiográfico HIPERCEMENTOSEHIPERCEMENTOSE Caracterizada pela deposição excessiva de cemento além dos limites fisiológicos do dente. Promove um espaçamento anormal do ápice que se torna arredondado e/ou com sua aparência macroscópica alterada. A lâmina dura e os espaços do ligamento periodontal são preservados. A hipercementose generalizada é caracterizada pelo aumento da espessura do cemento envolvendo todos os dentes e é uma característica clássica da doença de Paget