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Coluna Lombar (Roteiro 
de Apresentação) 
 
1 Seção (Anatomia) 
1.1 Onde fica anatomicamente? 
1.1.1 É a parte inferior das costas 
onde há o curvamento da 
coluna para o abdome. 
 
 
 
 
1.2 Vértebras 
1.2.1 São 5 vértebras localizadas 
na parte inferior da coluna 
vertebral e superiormente à 
pelve e ao sacro. 
1.2.2 Elas são responsáveis por 
permitir os movimentos da 
metade superior do corpo. 
1.2.3 São as maiores vértebras da 
coluna vertebral. 
1.2.4 Não possuem forames nos 
processos transversos 
1.2.5 Não possuem facetas nas 
faces laterais de seus corpos. 
 
Fonte: kenhub.com 
 
1.3 Sacro 
1.3.1 É um osso de forma irregular 
e compõe 5 vértebras 
fundidas. 
1.3.2 Está na base da coluna 
vertebral. 
 
 
 
 
 
1.4 Ílio 
1.4.1 O íleo ou osso ilíaco é o maior 
e mais superior dos 3 
componentes da pelve. 
 
 
 
 
1.5 Músculos envolvidos 
1.5.1 Músculo longuíssimo 
1.5.1.1 Origem: Processos 
transversos e espinhosos 
das vértebras lombares. 
Função: Extensão de 
coluna e flexão lateral do 
tronco. 
 
 
 
1.5.2 Músculo espinal 
1.5.2.1 Origem: espinal da 
cabeça (processos 
espinhosos das vértebras 
C7-T1); espinal do 
pescoço (processos 
espinhosos das vértebras 
C7-T1 e ligamento nucal); 
espinal do tórax 
(processos espinhosos 
das vértebras T2-T8)
 Inserção: espinal da 
cabeça (osso occipital 
linha média); espinal do 
pescoço (processo 
espinhosos das vértebras 
C2-C4); espinal do tórax 
(processos espinhosos 
das vértebras T2-T8) 
Função: é um músculo 
sinergista que atua com os 
eretores. 
 
 
 
 
1.5.3 Músculo multífidos 
1.5.3.1 Origem: Multífido do 
pescoço: processos 
articulares superiores das 
vértebras C4-C7 
Multífido do tórax: 
processos transversos das 
vértebras torácicas 
Multífidos lombares: 
processos mamilares das 
vértebras lombares, região 
posterior do sacro, espinha 
ilíaca póstero-superior 
(EIPS) do ílio e ligamento 
sacroilíaco. Inserção: 
Região lateral das 
extremidades dos 
processos espinhosos das 
vértebras, 2-5 níveis acima 
de sua origem. 
Função: Extensão da 
coluna, flexão lateral da 
coluna (ipsilateral), rotação 
da coluna (contralateral). 
 
 
 
1.5.4 Músculo intertransversário 
1.5.4.1 Origem: 
ntertransversários lombare
s laterais: processos 
transversos e acessórios 
das vértebras L1-L4 
intertransversários 
lombares mediais: 
processos acessórios das 
vértebras L1-L4. Inserção: 
intertransversários 
lombares laterais: 
processos transversos da 
vértebra seguinte 
intertransversários 
lombares mediais: 
processos mamilares das 
vértebras seguintes. 
Função: Auxiliar na flexão 
da coluna; estabilizar a 
coluna. 
 
 
 
1.5.5 Músculo Psoas Maior 
1.5.5.1 Origem: Corpos vertebrais 
de T12-L4, discos 
intervertebrais entre T12-
L4, processos (apófises) 
transversos das vértebras 
L1-L5 Inserção: Trocânter 
menor do fêmur como 
tendão do iliopsoas. 
Função: flexão da 
coxa/tronco, rotação lateral 
da coxa, flexão lateral do 
tronco 
 
 
1.5.6 Músculo Grande Dorsal 
1.5.6.1 Origem: Parte 
vertebral: processos 
espinhosos das vértebras 
T7 a T12, fáscia 
toracolombar 
Parte ilíaca: terço posterior 
da crista ilíaca 
Parte costal: 9ª-12ª 
costelas 
Parte escapular: ângulo 
inferior da escápula. 
Inserção: Sulco 
intertubercular do úmero, 
entre os músculos peitoral 
maior e redondo maior. 
Função: Articulação do 
ombro: rotação interna, 
adução e retroversão do 
braço 
Auxilia na respiração. 
 
 
 
 
1.5.7 Músculo Serrátil Anterior 
1.5.7.1 Origem: arte lateral da 1.ª 
à 8.ª costelas (pode-se 
estender até à 10.ª costela, 
segundo alguns autores) e 
fáscia profunda sobre os 
espaços intercostais entre 
tais costelas. Inserção: 
superfície anterior (face 
costal) da borda medial da 
escápula. Função: 
Articulação 
escapulotorácica: 
Movimenta a escápula 
ântero-lateralmente, 
suspende a escápula na 
parede torácica, rotação da 
escápula (movimenta o 
ângulo inferior 
lateralmente). 
 
 
 
1.5.8 Músculo Serrátil Posterior 
Inferior 
1.5.8.1 Origem: fáscia 
toracolombar 
e apófises espinhosas das 
vértebras torácicas 
inferiores e lombares 
superiores. Inserção: nona 
a décima segunda 
costelas. Função: abaixar 
as costelas 
(expiração), estender 
(contração bilateral) e rodar 
(contração unilateral) a 
coluna. 
 
 
 
1.5.9 Músculo Ilicostal Lombar 
1.5.9.1 Origem: na crista do 
sacro, processos 
espinhosos das vértebras 
lombares e torácicas 
inferiores, cristas ilíacas e 
ângulos das costelas. 
Inserção: ocorre nos 
ângulos das costelas, nos 
processos transversos das 
vértebras cervicais. 
Função: Extensão de 
coluna e flexão lateral. 
 
 
 
1.5.10 Músculo Psoas Menor 
1.5.10.1 Origem: Corpos 
vertebrais de T12 e L1. 
Inserção: linha pectínea 
do púbis e na eminência 
iliopúbica através de uma 
faixa de fáscia espessada 
como arco iliopectíneo. 
Função: flexão de tronco. 
 
 
 
 
 
 
1.5.11 Músculo Inter espinhosos. 
1.5.11.1 Origem Interespinais 
cervicais: aspecto superior 
dos processos espinhosos 
das vértebras C2-C7 
Interespinais torácicos: 
Aspecto superior dos 
processos espinhosos das 
vértebras T2, T11 e T12 
(variáveis) 
Interespinais lombares: 
Aspectos superiores dos 
processos espinhosos das 
vértebras L2-L5. Inserção 
Interespinais cervicais: 
aspecto inferior dos 
processos espinhosos das 
vértebras C1-C6 
Interespinais torácicos: 
aspecto inferior dos 
processos espinhosos das 
vértebras T1, T10 e T11 
Interespinais lombares: 
aspecto inferior dos 
processos espinhosos das 
vértebras lombares L1-L4. 
Função Extensão da 
coluna cervical e lombar. 
 
 
 
 
1.5.12 Músculo Transverso do 
Abdome. 
1.5.12.1 Origem Superfícies 
internas das cartilagens 
costais das costelas 7-12, 
fáscia toracolombar, dois 
terços anteriores da crista 
ilíaca, arco iliopectíneo. 
Inserção Linha alba, 
aponeurose do oblíquo 
interno do abdome; crista 
púbica, linha pectínea do 
púbis. Função Contração 
bilateral - Comprime as 
vísceras abdominais, 
expiração 
Contração unilateral - 
Rotação do tronco 
(ipsilateral). 
 
 
 
 
1.5.13 Diafragma. 
1.5.13.1 Origem: Parte 
esternal: Face posterior do 
processo (apófise) xifóide 
Parte costal: Superfícies 
internas das cartilagens 
costais inferiores e costelas 
7-12 
Parte lombar: Ligamentos 
arqueados medial e lateral 
(arcos lombocostais), 
corpos vertebrais L1-L3 (e 
discos intervertebrais), 
ligamento longitudinal 
anterior.. Inserção: Tendão 
central do diafragma. 
Função: Deprime as 
cartilagens costais. 
 
 
 
1.5.14 Quadrado Lombar. 
1.5.14.1 Origem Crista ilíaca e 
ligamento iliolombar . 
Inserção 12ª costela e 
processos transversos das 
vértebras lombares L1 a L4 
. Função Contração 
bilateral: fixa a 12ª costela 
durante a inspiração, 
extensão do tronco 
Contração unilateral: flexão 
lateral do tronco 
(ipsilateral). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2 Seção (Movimentos) 
2.1 Os movimentos da coluna se 
resumem em: Flexão, extensão, 
flexão lateral (direita/esquerda), 
extensão lateral (retorno a partir da 
flexão lateral) e rotação. 
2.2 Músculos flexores. 
2.2.1 Intertransversário; 
2.2.2 Psoas maior; 
2.2.3 Psoas menor; 
2.3 Músculos Extensores 
2.3.1 Longuíssimo; 
2.3.2 Multífido; 
2.3.3 Ilicostal lombar; 
2.3.4 Inter espinhoso 
2.4 Músculos Flexores Laterais 
2.4.1 Músculos eretores da espinha 
em contração excêntrica. 
2.4.2 Multífido; 
2.4.3 Psoas maior; 
2.4.4 Quadrado lombar; 
2.5 Músculos Extensores Laterais 
2.5.1 Músculos eretores da espinha 
(Iliocostal torácico, 
longuíssimo, espinhal 
torácico, Iliocostal lombar). 
(Contração concêntrica) 
2.6 Músculos que fazem rotação de 
tronco 
2.6.1 Diafragma 
2.6.2 Serrátil Posterior Inferior 
2.6.3 Latíssimo do Dorso 
2.7 Músculos que auxiliam na 
respiração 
2.7.1 Diafragma2.7.2 Serrátil Posterior Inferior 
2.7.3 Latíssimo do Dorso 
 
 
 
3 Seção (problemas que acometem essa 
região) 
3.1 Pacientes com dor lombar ou 
disfunção sacroilíaca apresentam 
fraqueza ou recrutamento 
inadequado dos músculos 
multífidos e o transverso do 
abdome (estabilizadores). 
3.2 É importante saber que a 
lombalgia crônica apresenta essas 
seguintes características: dor, 
desvios posturais, diminuição da 
amplitude de movimento da coluna 
lombar, limitação funcional e baixa 
resistência ao exercício. 
 
3.3 Hernia de Disco lombar 
3.3.1 A hérnia de disco é uma 
patologia causada por uma 
lesão dos discos que compõe 
a coluna vertebral. 
3.3.2 Uma vez a hérnia de disco na 
lombar e pode ocorrer a 
lombalgia. 
3.3.3 A presença da Hérnia de 
disco causa limitação na 
mobilidade do disco 
intervertebral causando o 
deslocamento ou o 
rompimento do anel fibroso. 
Isso pode acarretar além de 
dor ao indivíduo uma má 
postura. 
 
 
 
Fonte: Dr. Luiz Cláudio disponível 
em: 
 
 
 
 
3.4 Lombalgia causada pelo 
sedentarismo 
3.4.1 Outro problema, são as 
lombalgias ocasionadas pelo 
sedentarismo. 
Nesta foto mostra a perda da 
musculatura com o grau de 
sedentarismo na primeira 
uma boa musculatura, na foto 
do meio vemos gordura o que 
está em branco e na foto da 
direita um grande sedentário 
onde vemos muitas áreas 
brancas de gordura com isso 
a coluna perde uma proteção 
principalmente para os discos 
intervertebrais e articulações 
 
 
 
3.4.2 No estudo de Mancin et al, foi 
detectado que as lombalgias 
que eram queixadas pelas 
pacientes participante do 
estudo foi ocasionado pelo 
enfraquecimento dos 
músculos extensores de 
tronco. 
 
 
 
3.4.3 Os exercícios de 
fortalecimento de extensores 
de tronco propostos são no 
geral: exercícios de 
alongamentos de preferência 
3 séries de 30 segundos e os 
exercícios de fortalecimento 
(abdominal – reto, transverso, 
oblíquos e inferior, ponte 
lateral). 
 
 
 
 
 
MANCIN, Gabriela Bazzo et al. Análise da 
influência do sedentarismo sobre a 
qualidade de vida de pacientes portadores 
de dor lombar crônica. ConScientiae 
Saúde, v. 7, n. 4, p. 441-448, 2008. 
Fontes: ALMEIDA, T. R. S. H. et al. Hérnia 
de disco lombar: riscos e prevenção. Rev. 
Ciênc. Saúde Nova Esperança, v. 12, n. 
2, 2014. 
DIAS, Luciana Baltazar; BRECH, 
Guilherme Carlos. Exercícios de 
fortalecimento dos extensores do tronco no 
tratamento da lombalgia 
crônica. Fisioterapia Brasil, v. 12, n. 3, p. 
193-199, 2011. 
LEHMKUHL, L. Don; SMITH, Laura K.; 
VEZZÁ, Flora Maria Gomide. Brunnstrom: 
cinesiologia clínica. In: Brunnstrom: 
cinesiologia clínica. 1989. p. xx, 466-xx, 
466.

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