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Prévia do material em texto

Classificação de
custos
Autor
Max Bianchi Godoy
Autor revisor
Kleber Almeida Ramos de Jesus
Objetivos
Nesta unidade, falaremos sobre classificação de custos, entendimento indispensável à boa
prática profissional da análise de custos. Dentro desse conteúdo trataremos sobre a
classificação dos gastos em custos e despesas, classificação dos custos quanto ao produto
(direto e indireto), classificação quanto ao volume de produção (fixos e variáveis), bem como a
classificação quanto ao volume de vendas.
Classificação de custos1
Classificação dos gastos em custos e
despesas
1.1
Classificação de custos
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944844589".
Classificação dos gastos em custos e despesas
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944844620".
Os gastos nas organizações são inerentes à ação empresarial, ou seja, o ato de realizar a
atividade empresarial incorre em gastos, que podem ser custos, despesas, perdas e
desperdícios. Concentraremos nossa atenção neste tópico em aprofundar a classificação e a
separação dos gastos em custos e despesas, sendo estes os mais relevantes e necessário ao
desenvolvimento organizacional.
Martins (2022) define que os custos correspondem aos gastos necessários a fim de se fabricar
produtos em uma empresa, isto é, equivalem aos dispêndios de recursos que forem
diretamente responsáveis pelo “nascimento de produtos ou serviços” para venda/revenda.
Assim, pode-se dizer que os custos são gastos relacionados a determinado serviço ou bem
que é utilizado para a produção de outros serviços ou bens.
Ainda para Martins (2022), as despesas correspondem ao valor dos insumos que são
utilizados durante a operação da organização e que não possam ser facilmente identificados
junto aos processos produtivos. Nesse caso, correspondem a atividades que ocorrem de forma
não vinculada ao processo de fabricação. As despesas nas organizações são geralmente
divididas em áreas administrativas, comerciais e financeiras.
Na figura a seguir, encontramos uma representação da divisão dos gastos em custos e
despesas conforme as áreas organizacionais e sua finalidade empresarial.
Figura – Gastos nas áreas organizacionais – custos e despesas
Fonte: elaborado pelo autor (2024).
No quadro a seguir, temos um exemplo de planilha de gastos classificados em custos e
despesas em uma organização empresarial convencional e seus respectivos valores,
destacando a relação deles com as áreas e suas atividades no escopo organizacional.
Tabela – Exemplo de planilha de gastos - custos e despesas
Gasto Custos
R$
Despesas
R$
Comissão de vendedores 7.250
Depreciação de máquinas e equipamentos da unidade fabril (produtos A, B,
C, D)
3.450
FGTS sobre mão de obra da produção 3.000
Mão de obra da produção 31.200
Depreciação dos demais bens – áreas administrativa 850
Salários da área administrativa 18.300
Matéria-prima consumida 68.700
https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/e6eeac20ffbc131744d195c062672e7f.png
https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/e6eeac20ffbc131744d195c062672e7f.png
Mão de obra – supervisão e movimentação da unidade fabril 5.900
Previdência social sobre mão de obra fabril 9.800
Totais 122.050 26.400
Fonte: adaptado de Lyrio, Almeida e Portugal (2021).
É indispensável saber diferenciar as despesas dos custos, uma vez que aquelas, normalmente,
costumam estar ligadas aos processos de gestão e administrativos em geral, permitindo uma
análise de custos apropriada, especialmente para empresas de características industriais e
com produção.
Para saber mais sobre o tema, assista ao vídeo Custos e despesas (Contabilidade), disponível no
link indicado a seguir.
Link: youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=lmL8PiA-Ar0] .
Classificação dos custos por apropriação:
diretos e indiretos
1.2
Classificação dos custos por apropriação
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944844710".
Segundo Martins (2022), os custos podem ser classificados por apropriação (alocação) e por
volume de produção. Neste tópico, destacaremos a classificação por apropriação.
Segundo Lyrio, Almeida e Portugal (2021), os custos podem ser associados em relação à
apropriação (alocação) aos produtos fabricados. Desta forma, podem ser custos diretos e
indiretos, conforme descrito a seguir:
https://www.youtube.com/watch?v=lmL8PiA-Ar0
https://www.youtube.com/watch?v=lmL8PiA-Ar0
No quadro a seguir, temos um exemplo de classificação dos custos (relacionados à produção,
ao setor produtivo) por apropriação, em custos diretos e indiretos:
Tabela - Exemplo de planilha de custos diretos e indiretos
Custo Direto
R$
Indireto
R$
Depreciação de máquinas e equipamentos da unidade fabril (produtos A, B, C,
D)
3.450
FGTS sobre mão de obra da produção 3.000
Mão de obra da produção 31.200
Matéria-prima consumida 68.700
Mão de obra – supervisão e movimentação da unidade fabril 5.900
Previdência social sobre mão de obra fabril 9.800
Totais 99.900 22.150
Total custos 122.050
Fonte: adaptado de Lyrio, Almeida e Portugal (2021).
De acordo com Lyrio, Almeida e Portugal (2021), os custos diretos são, normalmente, os
materiais e/ou a mão de obra que estão envolvidos diretamente em sua fabricação. Assim,
correspondem aos gastos industriais que podem ser alocados de forma direta e objetiva a
determinado produto. Os custos indiretos podem somente ser apropriados indiretamente aos
produtos, com uso de estimativas, previsões comportamentais e critérios de rateio.
Custos diretos
São custos que podem ser fisicamente (diretamente) identificados com o objeto de custo, ou
seja, é possível medir o consumo daquele insumo por produto. Esses custos são apropriados
ou alocados diretamente aos produtos fabricados, por haver uma medida objetiva e precisa de
seu consumo. Exemplos: matéria-prima, mão de obra direta, depreciação de equipamentos que
produzem somente um tipo de item, energia elétrica consumida pelas máquinas em produção
por produto, embalagem por produto.
Custos indiretos
Correspondem a gastos que não se pode medir objetivamente, podendo ser alocados de
maneira estimada e/ou arbitrária (mediante algum critério acordado preestabelecido) em
relação a um produto e/ou serviço. Ou seja, esses custos não podem ser associados ou
alocados diretamente ao produto, portanto, eles dependem de rateios para serem apropriados
a determinado produto. Exemplos: depreciação de equipamentos utilizados para mais de um
produto (caso mais comum), salários de operação que cuidam da manutenção de
equipamentos (mão de obra indireta), salários de supervisão e gestores de área fabril,
materiais indiretos (cola, lixa, entre outros materiais, consumidos na produção de vários itens),
depreciação na fábrica, energia elétrica indireta, materiais diversos na fábrica de uso geral
De forma geral, empresas que possuem área fabril de produção de itens unitários ou lotes
mensuráveis apresentam custos diretos por apropriação maiores que os indiretos, pelo fato de
possuir uma estrutura de custos que visa atingir um custo unitário e assim facilitar a
precificação e as vendas de produtos.
Para saber mais sobre o tema, assista ao vídeo Rateio e custos indiretos, disponível no link
indicado a seguir.
Link: youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=p6drqVVMG1M]
Classificação dos custos por volume:
fixo e variável
1.3
Classificação dos custos por volume – fixo e variável
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944844882".
Segundo Martins (2022), os custos podem ser classificados por apropriação (alocação) e por
volume de produção. Neste tópico, iremos destacar a classificação por volume.
De acordo com Lyrio, Almeida e Portugal (2021), os custos podem ser associados em relação
ao volumeou ao nível de produção, podendo ser custos fixos ou variáveis, conforme descrito a
seguir:
Custos fixos
Correspondem àqueles que não variam de acordo com a produção. Logo, mesmo se a
produção aumentar, eles permanecem os mesmos. Ou seja, não mudam, independentemente
do volume de produção da empresa. São custos que permanecem constantes, dentro de
determinada capacidade instalada – desta forma, mesmo que ocorra alguma alteração de
https://www.youtube.com/watch?v=p6drqVVMG1M
https://www.youtube.com/watch?v=p6drqVVMG1M
produção para mais ou para menos, o valor do custo não modifica. O custo somente muda
com alteração da capacidade instalada. Exemplo: aluguel do prédio da fábrica.
Na imagem a seguir, temos uma representação da relação dos custos fixos com o volume e a
capacidade instalada.
Figura – Custo fixo de produção por capacidade instalada
Fonte: elaborado pelo autor (2024).
Custos variáveis
São uma espécie que mudam de acordo (em função) com a quantidade produzida. Assim, se a
produção aumentar, irão variar de acordo com esse aumento. Quanto maior o volume de
produção no período, maior será o custo variável, ao passo que, quanto menor o volume de
produção, menor será esse custo. Esses custos variam direta e proporcionalmente com o
volume de produção. Exemplo: gastos com horas extras na produção, materiais consumidos
por unidade do produto.
Na imagem a seguir, temos uma representação da relação dos custos variáveis em função do
volume de produção dos produtos A e B.
Figura – Custo fixo comparativo entre os Produtos A e B
Fonte: elaborado pelo autor (2024).
Essa classificação considera a relação entre o valor total de determinado custo e o volume de
atividade a ele relacionada em uma unidade de tempo específica, sendo comum ser distintas,
de acordo com o produto a ser produzido, por poderem usar recursos distintos com o volume.
https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/193e3f5652578b63ab1141ff557e4b9d.png
https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/193e3f5652578b63ab1141ff557e4b9d.png
https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/455bba640dfb08c860d659f9de5c0b4e.png
https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/455bba640dfb08c860d659f9de5c0b4e.png
No quadro a seguir, temos uma planilha como exemplo de classificação dos custos em função
do volume referente a uma indústria.
Tabela – Exemplo de planilha de custos fixos e variáveis
Custo Fixo R$ Variável R$
Mão de obra indireta 70.000
Mão de obra direta 150.000
Encargos com depreciação de máquinas de produção 10.000
Horas extra com produção 3.000
Materiais consumidos por unidade 8.000
Totais 150.000 91.000
Total custos 241.000
Fonte: adaptado de Lyrio, Almeida e Portugal (2021).
Vale aqui resumir e sintetizar as principais características dos custos variáveis, sendo elas:
1. Seu valor varia na proporção direta do volume de produção.
2. O valor é constante por unidade, independentemente da quantidade produzida.
3. A alocação aos produtos é normalmente direta, sem a necessidade de utilizar
critérios de rateios.
Para saber mais sobre o tema, assista ao vídeo Custos fixos e variáveis, margem e ponto de
equilíbrio (contabilidade).
Link: youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=migP9aLRmUM] .
https://www.youtube.com/watch?v=migP9aLRmUM
https://www.youtube.com/watch?v=migP9aLRmUM
Classificação das despesas1.4
Classificação das despesas
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/944844974".
De acordo com Lyrio, Almeida e Portugal (2021), assim como ocorre com os custos, as
despesas também variam, proporcionalmente ao volume de vendas. Desta forma, podem ser
despesas fixas e despesas variáveis. Assim, temos:
No quadro a seguir, temos uma planilha como exemplo de classificação dos custos em função
do volume referente a uma indústria.
Tabela – Exemplo de planilha de despesas fixas e variáveis
Despesa Fixo
R$
Variável
R$
Salário do pessoal de vendas 12.000
Salário do pessoal administrativo 25.000
Despesas fixas
São as gastos não relacionados à área produtiva, e sim às áreas de suporte e apoio, que são
invariáveis em relação ao volume de vendas. Exemplos: aluguel da sala do escritório da
unidade filial de vendas, custos com pessoal de limpeza dos escritórios, gastos com telefonia e
internet dos escritórios, salários do pessoal de vendas.
Despesas variáveis
São as gastos não relacionados à área produtiva, e sim às áreas de suporte e apoio, que são
variáveis em relação ao volume de vendas. Exemplo: comissões pagas a vendedores são
despesas variáveis (variam em função do volume de vendas), impostos e encargos sobre a
venda de produtos.
Contribuição previdenciária a cargo do empregador, do pessoal de vendas e
administrativo
650 10.000
Comissões sobre vendas 1.800
ICMS sobre vendas 3.000
Totais 37.650 14.800
Total de despesas 52.450
Fonte: adaptado de Lyrio, Almeida e Portugal (2021).
O imposto retido na fonte sobre o salário do pessoal de vendas e do pessoal administrativo
(assim como todo e qualquer outro salário pago a empregados), o imposto de renda na fonte e
a contribuição social dos empregados não entram nos cálculos de despesas, por serem
alocados como obrigação dos empregados e não da empresa.
Segundo Lyrio, Almeida e Portugal (2021), é comum a alocação de gastos comuns a áreas
produtivas como armazenagem, estoques, despacho, que, por associação de área, poderiam
ser considerados custos, serem alocados e considerados despesas por não associação a
qualquer etapa ou processo produtivo. Dentre eles, podemos citar os principais:
1. Despesas administrativas de áreas de estoque e armazenagem que não
contribuem para trazer o estoque ao seu local e às condições atuais.
2. Gasto com armazenamento, a menos que sejam necessários ao processo
produtivo (estoque pulmão, estoque intermediário, estoque entre fases).
3. Gasto com a entrega dos bens e serviços prestados ao cliente, incluindo
transporte e fretes do material até o cliente (quando aplicável).
4. Desperdício de materiais, mão de obra ou outros insumos de produção.
Ainda em relação a despesas, podemos encontrar a classificação em função de sua ocorrência
no tempo, como despesas recorrentes e não recorrentes, descritas conforme a seguir:
Despesas recorrentes
São repetitivas, geralmente fixas, e podem ser diárias, mensais, anuais ou sazonais. Exemplos:
tributos fixos, depreciação, pagamento de seguros, depreciação.
Despesas não recorrentes
O gasto e seu desembolso ocorrem apenas uma vez em um determinado período, ou em um
ano fiscal, e não tem recorrência definida. Exemplos: honorários de especialistas ou serviços
específicos ocorrem por demanda apenas, gasto anormal de desperdício de materiais.
Para saber mais sobre o tema, assista ao vídeo Receitas e despesas recorrentes.
Link: youtube.com [https://www.youtube.com/watch?v=zcbd3Y2aWAM] .
https://www.youtube.com/watch?v=zcbd3Y2aWAM
https://www.youtube.com/watch?v=zcbd3Y2aWAM
Recapitulando
Chegamos ao fim deste conteúdo. Para facilitar a revisão dos principais tópicos, elaboramos
um resumo do que foi apresentado. Assim, temos:
1. Classificação dos gastos em custos e despesas: todo e qualquer desembolso empresarial
é um gasto. Contudo, tal gasto pode ser classificado em custos, despesas, desperdício,
perdas e até investimentos. Para uma correta análise de custos, faz-se indispensável
diferenciar e classificar os custos das despesas. Os custos são aqueles associados a
gastos com produção de bens e serviços, sendo comuns a associação com áreas e
departamentos fabris. De outra forma, as despesas não são relacionadas à produção de
bens e serviços, mas sim de suporte e apoio à atividade empresarial na busca de gerar
vendas que permitam a produção.
2. Classificação de custos por apropriação – direto e indireto: o custo por apropriação são
aqueles aos quais podemos atribuir a uma unidade de produto, seja direto ou indireto. Em
custosdiretos, é possível apropriar custo unitário; já no caso dos custos indiretos, não é
possível tal apropriação, sendo necessário utilizar métodos de rateio do gasto para
apropriação unitária. A maioria dos custos produtivos geralmente são diretos.
3. Classificação de custos por volume de produção – fixos e variáveis: os custos fixos são
aqueles que não variam com o volume de produção, por exemplo, custos com aluguel de
áreas produtivas. Vale ressaltar que os custos são fixos em uma capacidade de produção
definida. Já os custos variáveis são diretamente proporcionais ao volume de produção de
vendas, seja estes custos positivos ou negativos, como, por exemplo, os custos de
material produtivo.
4. Classificação de despesas: as despesas, assim como os custos, são classificados por
volume de vendas e não de produção, sendo despesas fixas (invariável com volume de
vendas) e despesas variáveis (variam conforme o volume de vendas. Além dessa
classificação, despesas ainda podem ser classificados por ocorrência, sendo despesas
recorrentes (ocorrem recorrentemente no tempo) e despesas não recorrentes (não tem
recorrência definida).
Autoria
Autor
Max Bianchi Godoy é mestre em Administração. Possui MBA Executivo em Negócios
Financeiros, especialização em Gestão Estratégica e formação em Administração e
Contabilidade. Tem cursos de extensão em Business Inteligence, Mercado de Capitais, Gestão
de Projetos e Gestão da Segurança da Informação.
Link: lattes.cnpq.br [http://lattes.cnpq.br/8003471064141023] .
Max Bianchi Godoy
Autor revisor
Possui mestrado em Administração de Empresas pela MUST University – Miami / USA. É
engenheiro de Controle e Automação pela UNIFEI – Universidade Federal de Itajubá. Cursou
MBA em Administração Industrial na USP-Poli, é especialista em Gerenciamento de Projetos
PMI-PMP, especialista em Agilidade Organizacional PMI-DASSM e especialista em Modelo
FLEKS Híbrido de gestão. Abarca mais de 20 anos de experiência profissional em Engenharia,
Projetos e Operações empresariais. É docente em cursos de graduação e pós-graduação em
áreas de Administração e Engenharia.
Link: lattes.cnpq.br [http://lattes.cnpq.br/1859196679347241] .
Kleber Almeida Ramos de Jesus
http://lattes.cnpq.br/8003471064141023
http://lattes.cnpq.br/8003471064141023
http://lattes.cnpq.br/1859196679347241
http://lattes.cnpq.br/1859196679347241
Glossário
Também chamada de apontamento de custos, é o trabalho de coleta de dados que alimenta os
sistemas de custeios das empresas. Esses sistemas são utilizados para apuração dos custos
prestados, tanto de produtos quanto de serviços, e auxiliam a contabilidade na geração de
informações para atendimento das normas fiscais e para a tomada de decisão dos gestores.
Fonte: simova.com.br [https://www.simova.com.br/post/apropriacao-de-custos-o-que-fazer-
para-ser-mais-certeiro] .
É a sigla que identifica o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e
sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.
Fonte: fazenda.sp.gov.br
[https://portal.fazenda.sp.gov.br/acessoinformacao/Paginas/ICMS.aspx] .
Apropriação de custos
ICMS
https://www.simova.com.br/post/apropriacao-de-custos-o-que-fazer-para-ser-mais-certeiro
https://www.simova.com.br/post/apropriacao-de-custos-o-que-fazer-para-ser-mais-certeiro
https://www.simova.com.br/post/apropriacao-de-custos-o-que-fazer-para-ser-mais-certeiro
https://portal.fazenda.sp.gov.br/acessoinformacao/Paginas/ICMS.aspx
https://portal.fazenda.sp.gov.br/acessoinformacao/Paginas/ICMS.aspx
Bibliografia
BOMFIM, E. A.; PASSARELLI, J. Custos e formação de preços. 7. ed. São Paulo: IOB, 2011.
BORNIA, A. C. Análise gerencial de custos: aplicação em empresas modernas. 3. ed. São Paulo:
Atlas, 2010.
BRUNI, A. L.; FAMÁ, R. Gestão de custos e formação de preço: com aplicações na calculadora
HP 12C e Excel. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
IUDÍCIBUS, S.; MELLO, G. R. Análise de custos: uma abordagem quantitativa. São Paulo: Atlas,
2013.
SANTOS, J. J. Análise de custos. 13. ed. São Paulo: Atlas, 2016.
WERNKE, R. Análise de custos e preços de venda. São Paulo: Saraiva, 2018.
SILVA, R. N. S. Gestão de custos: contabilidade, controle e análise. 4. ed. Rio de Janeiro: Atlas,
2017.
YANASE, J. Custos e formação de preços: importante ferramenta para tomada de decisões.
São Paulo: Trevisan, 2018.
CREPALDI, S. A.; CREPALDI, G. S. Contabilidade de custos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2023.
LYRIO, E. F.; ALMEIDA, S. R. V.; PORTUGAL, G. T. Análise de custos: uma abordagem simples e
objetiva. 2. ed. Barueri: Manole, 2021.
MARTINS, E. Contabilidade de custos. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2022.
Bibliografia Clássica
Bibliografia Geral

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