Prévia do material em texto
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano Campus Guanambi DISCIPLINA: Botânica Sistemática DOCENTE: Cleudson Lopes DISCENTE: Marlon de Almeida da Silva CURSO: Engenharia Agronômica TURMA: 3AE Passifloraceae Passifloraceae A américa do sul é o centro de origem de mais de 95% das espécies da família Passifloraceae sendo o Brasil um dos principais centros de diversidade. Os frutos das espécies do gênero Passiflora L. são conhecidos como maracujás. Passifloraceae Ordem: Malpighiales; 17 gêneros e aproximadamente 700 espécies; Passiflora engloba aproximadamente 525 espécies; Passiflora Alata Passiflora caerulea Passiflora citrina Passifloracea no Brasil Ancisthrothyrsus Harms: com 2 sp. (Amazonas e Pará); Mitostemma Mast.: com 2 sp. (Rio de Janeiro, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul); Dilkea Mast.: com 6 sp. (Amazonas, Mato Groso, Acre, Pará); Passiflora L.: 135 sp., 11 variedades, 81 endêmicas; todos os estados; Ocorrem 4 gêneros: Características gerais da família Passifloraceae Hábito Trepadeiras herbáceas ou lenhosas, com gavinhas originadas das modificações das inflorescências. Subarbustos, liana, arbustos ou árvores. Folhas Glândulas peciolares Variegadas 3-9 folíolos Passiflora cirrhiflora FILOTAXIA: Folhas alternas; Possuem folhas simples ou raramente composta, frequentemente lobadas ou oblongo-elíptica(s); Em geral com nectários extraflorais no pecíolo ou lâmina; MARGEM FOLIAR: Inteira ou serrada; NERVURA: Peninérveas. 3 brácteas –alternas ou verticiladas Verticiladas/ involucrais Coloridas Alternas/ lineares Bipinaltisectas Flor Flores pentâmeras; Corona de filamentos; Hermafrodita; Simetria: Actinomorfa; Cálice: Geralmente dialissépalo; Corola: Dialipétala; Ovário: Súpero. FIGURA 01: Morfologia floral em corte transversal de P. edulis sims. a) brácteas verticiladas; b) tubo do cálice; c) sépala; d) pétala; e) corona de filamentos; f) opérculo; g) límen; h) androginóforo; i) filete; j) antera; k) ovário: l) estilete; m) estigma. Flor Androginóforo, cálice e corola formando um tubo; Estames 5 (10), estiletes 3 (4); Ovário unilocular, 3 (4) carpelos. Fonte: As passifloras Fruto Placentação parietal; Frutos baga ou cápsulas, sementes com arílio. Fonte: Google As flores são visitadas principalmente por moscas, abelhas, mamangabas e besouros, e apenas uma vez por beija-flor. A polinização na cultura do maracujá é realizada pelas as abelhas dos gêneros Bombus, Xylocopa, Euglossa e Centris, são abelhas grandes e no brasil, conhecidas com o nome de mamangás, mangagavas, mangavas, mamangás ou abelhas carpinteiras. Polinização Xilocopa frontalis Euglossa bazinga Centris analis Bombus terrestris Fonte: As passifloras Muitas espécies de Passiflora fornecem frutos comestíveis, como o maracujá, havendo assim um extenso comércio de seus frutos. maracujá é utilizado para consumo fresco, mas sua maior importância econômica está na utilização para fins industriais, processado para fabricação de suco. A polpa é, ainda, utilizada na preparação de sorvetes, vinhos, licores ou doces. Segundo o IBGE, o Brasil é um dos maiores produtores e consumidores de maracujá, chegando a 690.364 toneladas ano-1. Com média de 14,86 t há-1. Com destaque para a região do Submédio São Francisco. Importância econômica Importância ecológica Elas fornecem habitat e alimento para uma variedade de insetos polinizadores, contribuindo para a biodiversidade. Além disso, algumas espécies desempenham papéis importantes na sucessão ecológica e na conservação de ecossistemas, especialmente em regiões tropicais e subtropicais. Fonte: As passifloras A família Passifloraceae, à qual pertence o maracujá, tem grande importância agronômica devido ao cultivo de várias espécies para consumo humano e uso ornamental. O maracujá, em particular, é amplamente cultivado por sua fruta deliciosa e nutritiva, além de suas propriedades medicinais. Além disso, outras plantas dessa família são utilizadas na medicina tradicional, como o Passiflora incarnata, conhecido por suas propriedades calmantes. Fonte: Adob stok Fonte: Adob stok Importância agronômica Referências arques, J. R., & Braga, J. M. (2001). Passifloraceae no Cerrado de Mato Grosso. Boletim de Pesquisa Florestal, 43, 69-84.2. Silva, S. R., Amorim, A. M., & Alves, M. (2005). Diversidade de Passifloraceae na Caatinga de Pernambuco. Acta Botanica Brasilica, 19(2), 333-340. 3. Moscheta, I. S., & Faria, A. D. (2009). Passifloraceae no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, São Paulo, SP, Brasil. Biota Neotropica, 9(1), 1-10. 4. Oliveira, A. S., et al. (2015). Levantamento de Passifloraceae Juss. no estado do Pará, Brasil. Rodriguésia, 66(1), 199-211. 5. Medeiros, J. D., et al. (2017). Flora da Serra da Jiboia, Bahia, Brasil: Passifloraceae. Rodriguésia, 68(3), 929-937. image1.jpg image2.png image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpg image9.jpg image10.jpg image11.jpg image12.jpg image13.jpg image14.jpg image15.png image16.jpg image17.jpg image18.png image19.jpg image20.png image21.jpg image22.jpg image23.jpg image24.png image25.png image26.jpg image27.jpg image28.png image29.jpg image30.jpg image31.jpg image32.jpg image33.jpg image34.jpg image35.png image36.jpg image37.jpg image38.jpg image39.jpg image40.jpg image41.jpeg image42.png image43.jpg image44.jpeg image45.jpg image46.jpg