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Arte na Pré-História ............................................................................................................ 01 
Arte no Egito e Creto-Minóica ............................................................................................ 03 
Arte na Grécia Antiga ......................................................................................................... 04 
Arte na Roma Antiga .......................................................................................................... 05 
Arte Românica .................................................................................................................... 06 
Neoclassicismo ou Arcadismo ............................................................................................ 07 
Barroco ............................................................................................................................... 08 
Quinhentismo ..................................................................................................................... 09 
Arte Brasileira no Século XIX .............................................................................................. 10 
Pós-Impressionismo ........................................................................................................... 11 
Modernismo Europeu ........................................................................................................ 12 
Modernismo no Brasil ........................................................................................................ 15 
Pós Semana de 22 .............................................................................................................. 16 
M A P E A R O E N E MArte
Arte na Pré-História
Processo Criativo e Definição
O homem e seu meio - onde começa a arte?
Estética;
Comunicação;
Variedade de Linguagens:
Arquitetura, escultura, escrita, dança;
Processo criativo:
Percepções de mundo;
Significado único e diferente;
Construção de Conceito:
Platão: Capacidade de fazer algo - inteligência/capacidade
criadora do homem;
Aristóteles: Produzir de forma racional;
Arte no Paleolítico:
Contexto:
Paleolítico Superior (± 40.000 a.C. até 8.000
a.C.);
Resultado de necessidade espiritual;
Temas: elementos do meio ambiente
Variedade de Linguagens:
Talhados em pedra;
Decoração de objetos (adornos)
Estatuária (feminino e animais)
Achados arqueológicos - artefatos talhados
em pedra:
Simetria e estética;
Ceticismo em relação à produção artística
primitiva;
Influências e regionalidades:
Pintura rupestre;
Esculturas femininas – fertilidade;
África, Ásia e Europa
Arte no Neolítico:
Contexto:
Pedra Polida (± 10.000 a.C. – 5.000 a.C);
Variedade de Linguagens:
Agricultura;
Domesticação de animais;
Cidades;
Produção de cerâmicas; 
Arquitetura em madeiras, tijolos e pedras
Fiação e Tecelagem;
Parâmetros geométricos;
M A P E A R O E N E MArte
Arte na Pré-História
Arte na Idade dos Metais: Arte Pré-Histórica no Brasil:
Contexto:
Fim da Idade da Pedra (± 5.000 a.C. – 4.000 a.C.);
Variedade de Linguagens:
Início da fabricação de armas e ferramentas em metal;
Cobre, estanho, bronze = técnicas de fundição;
Origem das Civilização de Regadio no Oriente Próximo
(Médio);
Peças ornamentais – alfinetes;
Fornos de fundição e moldes;
Egípcios iniciaram a fusão;
 
 
Variedade de Linguagens:
Pinturas rupestres;
Materiais: ossos, chifres, argila, pedra;
Produção de objetos utilitários, adornos e cerimoniais;
Variação geométrica;
Parque Nacional da Serra da Capivara (PI) - Principal
Parque Nacional;
Pedra Pintada (RO) - Reserva Indígena se São Marcos;
Lagoa Santa (MG) - Ossadas Humanas - homem de Lagoa
Santa;
 
 
M A P E A R O E N E MArte
Arte no Egito Antigo ; Arte Creto-minóica
Arte no Egito Antigo
Movimentações e objetivos:
Retratar fatos políticos e religiosos;
Enaltecer a figura do Faraó (TEOCRACIA);
Culto aos mortos;
Túmulos – marco mais representativo da arte;
Arte Fúnebre;
Homenagem aos Deuses;
Lei da Frontalidade:
Pormenorizada e realista;
Três pontos de vistas – Frente, perfil, de cima;
Arte robusta, sólida, solene – representa a ETERNIDADE
Arte Creto-Minóica
Pintura:
Murais, afrescos, cenas do cotidiano;
Rituais, flores, animais;
Realidade ou imaginação;
Policromia, cores vivas;
Lei da frontalidade;
Escultura:
Pequena;
Materiais – bronze, cerâmica e pedra;
Ourivesaria;
Arquitetura:
Pavimentação;
Coluna curta com poste liso;
Barro líquido, pedra, madeira;
M A P E A R O E N E MArte
Arte na Grécia Antiga
Arte na Grécia Antiga:
Características:
Pinturas em Madeira que não resistiam ao tempo;
Nu feminino - esculturas e representações;
Retratação do Humano das artes - Humanismo Grego;
Racionalismo - Esculturas que manifestavam o máximo da
realidade;
Semelhança à realidade;
 Teatro Grego:
Tragédias;
Comédias;
PintuTr
M A P E A R O E N E MArte
Arte na Roma Antiga
Arte na Roma Antiga:
Características:
Utilidade e busca do realismo;
Ideal de grandiosidade;
Positividade;
Predomínio da personalidade sobre a ideia do belo; Construções urbanas originais: termas e anfiteatros.;
 Religiosa: os templos foram construções destinadas para o povo cultuar e oferecer oferendas aos deuses. Essas
construções valorizavam os espaços internos;
 Atividades comerciais e cívicas: as basílicas destinavam-se às relações comerciais, aos atos jurídicos e as reuniões
da bolsa. A basílica civil de Júlia foi construída no governo de Júlio 
César e serviu de encontros políticos e oficiais;
Banhos coletivos: as termas foram construções arquitetônicas originais dos romanos. Elas 
serviam de banhos coletivos no centro de Roma, por isso eram consideradas espaços de reuniões sociais da capital
do Império;
Aquedutos e sistemas de captação de esgotos: os aquedutos eram grandiosos exemplos de utilidade pública. Eles
forneciam água limpa das fontes distantes até as cidades, termas, minerações e para as atividades agrícolas; 
Circo: originário de Roma, os circos proporcionavam ao público divertimento 
através dos jogos circenses, das corridas de cavalos, dos jogos de troia e dos jogos de escravo. O circo “Circus
Maximus” foi o mais famoso da capital romana;
Teatro de Roma: os teatros romanos possuíam cenários versáteis, eram construídos de madeiras e o público
abrigava-se em arquibancadas a céu aberto. O mais conhecido teatro romano foi o Marcelus;
PintuTr
M A P E A R O E N E MArte
Arte Românica
A Arte Românica:
ORIGEM:
Origem – Séc. V a.C.
Antecedente: Arte Paleocristã;
Cristianismo: valorização do espírito presente em todos os aspectos da vida medieval;
Cosmovisão teocêntrica;
A Igreja é a representação de Deus na Terra, poder ilimitado;
ROMÂNICO indica a arte surgida na Alta Idade Média (Séc. V-X), foi utilizado pela primeira vez em 1824 por Caumont;
Institucionalização da Fé Católica
Sécs. XI e XII – construção de igrejas e catedrais;
Elementos da arquitetura romana: colunas e arcos redondos;
Modelos romanos: tetos de madeira e perigos constantes de incêndios;
Modelo medieval;
Abóbadas de pedra;
Espaços livres;
Características gerais:
Abóbadas
Pilares maciços
Paredes espessas
Aberturas raras e estreitas
Arcos de 180 graus
Planta em cruz
Pinturas e Iluminuras:
Decoração das igrejas;
Iconografia e estatuaria tinham funções
didáticas;
Associados à arquitetura;
Deformação e colorismo;
Escritos sagrados decorados com desenhos, 
sacralização do conteúdo. Até o surgimento
da imprensa (Sécs. XV e XVI) 
era a única forma existente de livros.
Introdução:
Final do século XVIII/início do século XIX;
Crise do Antigo Regime;
Revolução Industrial;
Revolução Francesa e Era Napoleônica;
Congresso de Viena e a Restaração Absolutista;
Reação ao Rococó;
Razão e lógicaNeoclássico = ARTE NOBRE;
Jacques Louis David – inciador, retomada dos valores
clássicos
Materiais:
Pórticos com colunas colossais
Frontispícios triangulares
Pilastras sem capiteis
Materiais tradicionais
Funcionalidade 
Sistema de construção simples
M A P E A R O E N E MArteNeoclassicismo ou ArcadismoM A P E A R O E N E M
Introdução:
Arte
Barroco
Século XVII;
Literatura Colonial Mal-estar;
Fusionismo;
Fé X Razão;
Gregório de Mato;
 Guerra Padre António VIeira;
Século XVI - XVII;
Fim das Navegações;
União IbéricaAçúcar - Ouro;
Termo - Barroco - Pérola irregular;
Reforma Protestante (1517);
Contrarreforma;
Companhia de Jesus, Index, Inquisição
Características:
Arte da Contrarreforma;
Oposições;
Técnicas Claro x Escuro;
Movimento;
Contraponto;
Detalhismo - Proliferação;
Antropocentrismo x Teocentrismo
Dualismo Artístico x Conciliação;
Céu x terra;
Prazer x virtude;
Fusionismo;
Conceptismo - Quevedismo;
Jogos de ideias - objetiva o convencimento
objetivo;
Cultismo - Gôngora;
Jogos de palavras - Rebuscamento da forma
M A P E A R O E N E M
Século XVI 
Literatura Colonial 
Primeiro Movimento que ocorre no Brasil
Produções de maior destaque - Relatos de Viagem
e Literatura Catequética (Digmática)
Absolutismo Monárquico;
Mercantilismo;
Grandes Navegações;
Dupla Expansão - Portuguesa; Católica;
Objetiva a Colonização
Introdução:
Arte
Quinhentismo
Características:
Texto informativo;
Literatura de Viagem;
Literatura de exploradores;
Literatura Doutrinária Catequese indígena;
Cartas;
Peças de Teatro;
Exploradores                                                              
Pesquisadores                                                     
Mercenários     
Natureza                                                                  
Índios
M A P E A R O E N E M
Contexto:
Na Europa – ACADEMIA de BELAS ARTES de VIENA;
Era Napoleônica (1799-1815);
Congresso de Viena (1815);
Restauração Absolutista (1815-1830);
No BrasilPeríodo Joanino (1808-1820);
Regência de Dom Pedro (1820-1822);
I Reinado (1822-1831);
Academia Imperial de
Belas Artes:
AIBA – 1826-1889;
Molde de ensino europeu;
Formação artística e humana;
Neoclássico e Romântico;
Paisagens, pinturas históricas;
Construção da iconografia do Império;
Retratos de D. Pedro II;
Registros de comemorações oficiais;
Memória nacional;
Elemento indígena;
Exposição geral – 1840
Início do século XIX:
Arte
Arte Brasileira no Século XIX
Almeida Júnior Benedito Calixto
Almeida Júnior Teatro Amazonas
M A P E A R O E N E M
Transição do séc. XIX para o séc. XX (1885-1900):
Na Europa – Belle Epoque;
No Brasil – Crise da Monarquia;
Elementos de análise:
Reação ao Impressionismo;
Precursor do Fauvismo;
Releitura da realidade e da técnica;
Sentimentos – Conflito e Angústia – em relação
ao mundo industrializado;
Questiona a ordem estabelecida;
Origem – Paris;
Abstração da natureza;
Ênfase na luz e movimento;
Instabilidade;
Volume e peso;
Paisagem e natureza;
Destaques – Paul Cézanne. Paul Gauguin. Van Gogh;
Van Gogh:
Arte
Pós-Impressionismo
Contexto histórico e
elementos de análise:
Paul Gauguin:
M A P E A R O E N E M
Fauvismo:
Séc. XIX – 1ª. Metade:
Guerras e revoluções;
Romantismo;
Indivíduo e natureza – Expressão subjetiva;
Séc. XIX – 2ª. Metade:
Real domina o subjetivo;
Alemanha – Realpolitk – Bismarck;
França – Positivismo – Comte;
Inglaterra – Era Vitoriana;
Processo de institucionalização;
Realismo;
Antecedentes: 
Impressionismo;
Simbolismo;
2ª. Revolução Industrial;
Marco: Torre Eiffel (1887-1889);
Advento do Modernismo:
Rejeita a tradição;
Nova perspectiva;
Ruptura em 1890
Expressionismo:
Arte
Modernismo Europeu
Contexto histórico:
Vanguarda – Alemanha – início do século XX;
Transversalidade – Arquitetura, artes plásticas, literatura,
música, cinema, teatro, dança, fotografia;
Coincide com o FAUVISMO;
Reação ao positivismo;
Arte pessoal – intuição, visão interior, expressão;
Deformação da realidade;
Expressar subjetivamente o ser humano e a natureza;
Reflete a solidão e angústia antes da Primeira Guerra Mundial;
Die Brücke – A Ponte;
Arte contemporânea e arte do futuro;
Busca da realidade;
Contraste e tensões sociais;
Cores fortes, solidão, temática da Primeira Guerra Mundial;
Destaques – Nus e ambientes naturais;
Durou até 1933;
Cores violentas; Arbitrariedade; Influência da Segunda
Revolução Industrial; 
Pintar sensações; Reflete o dinamismo das relações na
Revolução Industrial; Influências de Van Gogh e Gauguin;
Simplificação das formas; Utilização maciça de cores puras;
Pouca ou nenhuma gradação de matizes;Espontaneidade;
Matizes sem relação com a realidade; Ritmo, impulsividade,
experimentação;
Temas cotidianos – EMOÇÃO/ALEGRIA de VIVER;
M A P E A R O E N E MArteModernismo Europeu
Abstracionismo:
Representar a natureza através de formas geométricas;
Cones, esferas, cilindros;
Representações em três dimensões;
Superfícies planas;
Predomínio de linhas retas;
Geometrização;
Renúncia à perspectiva;
Claro/escuro sem função;
Volume colorido sobre o plano;
Sensação de pintura escultórica;
Coloração austera e fechada;
Futurismo:Cubismo:
Vanguarda – século XX;
Não representa objetos da realidade concreta;
Relações formais entre cores, linhas e superfície –
NÃO REPRESENTAÇÃO;
Recusa o academicismo e a herança clássica;
Abstracionismo Lírico:
Expressivo ou informal;
Instintivo, inconsciente, intuitivo;
Arte imaginária – necessidade interior;
Influência – Expressionismo;
Formas orgânicas e cores vibrantes;
Destaque: Wassily Kandinsky;
Rejeição ao moralismo e ao passado;
Bases: Velocidade e tecnologia;
Exaltação da guerra e da violência;
Repercussões no Dadaísmo e no Concretismo;
Desvalorização da tradição e do moralismo;
Valorização da tecnologia e da indústria;
Propaganda e comunicação;
Onomatopeias;
Cores vivas e contrastes;
Sobreposição de imagens e traços;
Pequenas deformações;
Ideia de movimento e dinamismo
M A P E A R O E N E MArte
Modernismo Europeu
Dadaísmo:
Zurique – SUI – 1916;
Non sense;
Reação à Primeira Guerra Mundial;
Reação aos padrões artísticos;
Parâmetros que influenciam a arte até hoje;
Espontaneidade;
Explicar o ser humano – IMPOSSÍVEL;
Na negação dos valores estéticos – INCOMPREENSÍVEL;
Dadaísmo e Surrealismo:
Surrealismo:
Paris – FRA – 1920;
Influência – Freud e a Psicanálise – inconsciente na atividade
criativa;
1924 – Manifesto Surrealista;
Combinação – representativo + abstrato + irreal + inconsciente;
Libertação da razão e da lógica;
Rejeição da razão e dos valores burgueses;
Buscar restauras os poderes da imaginação;
Contra o utilitarismo;
M A P E A R O E N E M
A semana de arte moderna:
Movimento cultural com repercussões nas artes, sociedade,
literatura;
Início: Primeira metade do século XX, contemporâneo à Belle
Époque, Primeira Guerra Mundial e Entre Guerras;
No contexto brasileiro coincide com a crise da República
Oligárquica;
Assimila as tendências das vanguardas europeias como o Cubismo
e o Futurismo;
Enfoque em elementos da cultura brasileira;
Marco inicial – Semana de Arte Moderna – 1922 – SP;
Três etapas:
1922-30 – 1ª. Geração – radicalismo, irreverência e escândalo;
1930-45 – 2ª. Geração – mais amena, com ênfase na literatura;
1945-75 – 3ª. Geração – Pós Modernismo/oposição à 1ª. Geração;
11 a 18 de fevereiro de 1922;
Teatro Municipal de São Paulo;
Apoio do governador de SP (Washington Luis);
Cada dia da semana dedicado a um aspecto cultural;
Ruptura com os padrões estéticos e artísticos;
Novas estéticas provenientes das vanguardas europeias;
Forte crítica por parte da elite cultural e literária;
Críticas ao Parnasianismo;
Movimento Pau Brasil;
Movimento Verde Amarelo e Grupo Anta;
Movimento Antropofogágico;
Revista Klaxon;
Revista de Antropofagia;
Arte
Modernismo no Brasil
Introdução:
Obras:
Lasar Segall Anita Malfatti Di Cavalcanti
M A P E A R O E N E M
Antiacademicismo:
Preocupações com as transformações políticas,
sociais, econômicas, humanas e espirituais;
A irreverência é substituída pela gravidade de
espírito, pela seriedade da alma, pelos propósitos e
meios;
Consciência crítica;
Da desigualdade social;
Da vida cruel dos retirantes;
Resquícios da escravidão;
Coronelismo;
Arte
Pós Semana de 22
Body Art, Minimalismo e
Instalação: SPAM e CAM:
Grupo Santa Helena e
artistas primitivos:

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