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MONIQUE TRINDADE FELIPE PINTO
PASTA DE ESTÁGIO
(ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO)
 
 ITAQUAQUECETUBA-SP-2024
MONIQUE TRINDADE FELIPE PINTO
PASTA DE ESTÁGIO
(ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO)
Pasta de Estágio apresentada à disciplina de Estágio Curricular Supervisionado como requisito obrigatório para conclusão do curso de Licenciatura/ Complementação Pedagógica em
 Educação Especial.
-ITAQUAQUECETUBA-SP 2024
 SUMÁRIO
· CARTA DE APRESENTAÇÃO...............................................................4
· TERMO DE COMPROMISSO OBRIGATÓRIO....................................5
· FICHA DE AVALIAÇÃO........................................................................6
· INTRODUÇÃO.........................................................................................7
· CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO.................................9
· RELATO DE EXPERIÊNCIA..................................................................10
· CERTIFICADO..........................................................................................16
2
 
CARTA DE APRESENTAÇÃO
 
	INTRODUÇÃO
O presente estágio iniciou-se na escola municipal EMEB Dr José de Freitas Mendonça localizada na cidade de Itaquaquecetuba-SP, atende em suas dependências estudantes da etapa de Educação Infantil e Ensino Fundamental. A escola oferece as seguintes modalidades de ensino: Educação de Jovens e Adultos – EJA e Atendimento Educacional Especializado - AEE, assim distribuídas no período da manhã e vespertino. 
A escolha dessa escola para iniciar o estágio obrigatório se deu por ela ter Atendimento Educacional Especializado e por ter uma gestão democrática com profissionais que praticam a inclusão, nesta instituição cerca de 500 pessoas estão matriculadas, dentre elas pessoas com deficiências como: autismo, cadeirantes, deicientes visual, sindrome de Down, entre outras; desse modo o estágio obrigatório pode enriquecer minhas experiências academicas no qual pude observar o docente da classe, bem como analisar a estrutura da escola e da equipe pedagógica de acordo com a realidade em que vivem.
No desenvolvimento deste estágio foi possivel observar comportamentos de crianças com dificuldades em aprendizagem, comportamentos de criança autista,recreação em datas comemorativas e observar como o docente responsável pela turma age em meio aos conflitos da turma. 
A turma do 5°D é composta por crianças bem presentes, de culturas diferentes mas que se respeitam, as crianças possui um combinado com o professor que vem dando certo durante o ano letivo, assim ambos tem o prazer de estudar e lecionar.
Caracterização do estabelecimento
O presente estágio foi realizado na escola Emeb Dr. José de Freitas Mendonça, A EMEB Drº José de Freitas Mendonça, localizada na Rua Henrique Giovane Xavier nº 300, no bairro Parque Scafidd II, Itaquaquecetuba – SP é pertencente ao Sistema Municipal de Ensino de Itaquaquecetuba, e atende em suas dependências estudantes da etapa de Educação Infantil e Ensino Fundamental. Os horários de aulas acontecem em três períodos, sendo: 7h às 11h, 11h às 15h e das 15h às 19h e são divididos em 09 classes de aulas. A escola oferece as seguintes modalidades de ensino: Educação de Jovens e Adultos – EJA e Atendimento Educacional Especializado - AEE, assim distribuídas no período da manhã e vespertino nas etapas de Ensino Fundamental, Educação Infantil Pré-Escola.
Em sua infraestrutura possui:
 Alimentação escolar para os alunos, Água filtrada, Água da rede pública, Energia da rede pública, Esgoto da rede pública, Acesso à Internet, Banda larga.
A escola é composta por 12 salas de aulas, cozinha, despensa, sala de professores, sala de secretária, almoxarifado, quadra de esporte, pátio coberto, sala de secretária, refeitório.
Em seus equipamentos contém: TV, aparelho de som, DVD, impressora, Projetor multimidia (data show).
Seus canais de atendimento é através do telefone e email; Telefone: (11)46487429 | (11)4648-9358 E-mail: emebjosedefreitas@semecti.com.br
Relato de Experiência
O estágio iniciou dia 02 de outubro de 2023 e terminou em 08 de novembro de 2023, no horário das 07h00 às 11h00 concluindo a carga total de 100 horas, a equipe dessa escola me proporcionou vivenciar o estágio nesse período, respeitando o meu horário referente ao meu trabalho, essa escola é próxima do meu serviço e foi a única que eu pude estagiar.
Ao iniciar o estágio obrigatório fui bem recepcionada pelos profissionais da educação da escola Emeb Dr José de Freitas Mendonça, a gestora Patrícia me recepcionou super bem, sempre muito sorridente e ao conversar com ela, a mesma relatou que a escola tem uma gestão democrática a qual visa ouvir todos os profissionais que compõem a instituição escolar, na unidade são feitas diversas reuniões durante o ano letivo para analisar o que está dando certo e o que precisa ser resolvido.
 Tive a oportunidade de conhecer a escola e os funcionários e logo conheci a turma do ensino fundamental do 5° ano D, a qual pude observar as experiências que eles estavam vivenciando, esta turma é heterogênea composta por crianças com diferentes culturas e educação, e como observadora pude constatar se os docentes praticavam a inclusão, afinal a inclusão é para todos. Logo que cheguei a sala de aula, observei haver uma criança com transtorno do espectro autista (TEA), perguntei ao professor Eduardo da turma qual era o preparo que ele tinha frente a esta realidade, e o mesmo respondeu que além de se preparar com as formações continuada, era necessário ter o olhar acolhedor para estas crianças, pois o docente e a escola quem precisa se qualificar para atender as crianças com qualquer tipo de deficiência, e quando ele possui dúvidas sobre suas metodologias, o mesmo busca parceria com a professora do AEE (Atendimento Educacional Especializado), e que a escola recebe muitos estagiários que os auxiliam durante o ano letivo, deste modo constatei que a escola é inclusiva e os profissionais buscam a parceria entre si para resolução de problemas.
No desenvolvimento do estágio tive a negativa de não ter a autorização para fotografar, a escola em si visa o bem estar da criança e a experiência através das vivências programadas para o dia, entretanto pude pegar algumas fotos através das redes sociais. As crianças me recepcionaram muito bem e muitas delas no decorrer dos dias queriam ficar perto de mim, solicitando minha ajuda para algumas atividades dadas no dia.
Pude observar João (nome fictício) criança autista do 5° ano, o mesmo se interessava pelas aulas de matemática e gostava muito dos desafios que o professor passava, pode-se perceber que João é competitivo e queria ser o primeiro a terminar as atividades, o docente passava muitas atividades desafiadoras na folhinha, por exemplo enigmas de matemática onde as crianças precisavam do silêncio para pensar, João ao perceber que alguma criança havia terminado primeiro que ele, o mesmo se frustrava e muitas vezes batia as mãos com força sobre a mesa, logo dizia que o dele que estava certo. Frente essas situações de conflito pude perceber a paciência do docente ao relatar que todos tem o seu próprio tempo para realizar tarefas e que não se tratava de competição, a voz calma do professor trouxe tranquilidade para o João e logo ele pode regular suas emoções e ficar tranquilo. Diante dessas cenas que foram quase durante todo o estágio, o professor relatou que para lidar com essas situações o mesmo precisava passar atividades parecidas para que João pudesse aprender a lidar com os desafios escolares, afinal ele não estava acostumado com situações que ele perdesse ou se frustrasse, desse modo o professor buscava trazer atividades como caça-palavras, enigmas, problemas matemáticos entre outros.
No final de cada aula, o docente deixava as crianças livres para brincar com atividades de sua escolha, então as criançasao final de cada aula se reuniam em grupos de 3 a 4 crianças e logo escolhiam as brincadeiras como: jogar cartas, uno, dominó matemático, quebra-cabeça, desenhos etc.
Com essa pratica diária pude observar que a turma ficava mais calma e o seu desempenho no dia seguinte ficava melhor, pois as crianças ansiavam por este momento livre de brincadeiras e seu comportamento em sala era tranquilo, pois o docente já tinha um combinado com a turma, caso houvesse brigas, bagunças o momento de brincadeira livre era cortado naquele dia e assim a turma seguia cumprindo o combinado. Apenas dois dias do estágio esse combinado foi cortado, pois houve briga no período de intervalo das crianças por conta de trocas de cartas de jogo, e o docente cortou a brincadeira livre no dia.
No período de desenvolvimento do estágio pude conhecer a sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE), fiquei encantada com os recursos utilizado como: jogos, alfabeto de madeira, brinquedos lúdicos etc, a docente relatou que em algumas situações de prova, algumas crianças são direcionada até a sala do AEE para realizar a prova individualmente, pois em sala os mesmos se desregulam e acabam tendo crises como ficarem nervosos, agressivos entre outros.
As crianças que são atendidas no AEE são no período do contraturno, ou seja, fora do horário de seu período de aula regular, o atendimento é por 45 minutos e visa promover a qualidade de ensino para crianças que tem deficiências, visando também o seu desempenho como ser humano.
Nesta escola tem crianças com deficiência visual, síndrome de Down, Transtorno de espectro autista, cadeirante entre outros, a escola possui acessibilidade arquitetônicas para as crianças.
Em outubro a escola ofereceu as crianças apresentação cultural da tribo indígena, onde foram abordados assuntos sobre cultura, costumes e valores com a propriedade e com lugar de fala, sobre essa apresentação achei incrível a inclusão se tornando ainda mais presente nesta unidade escolar.
Em alguns dias do estágio, o professor responsável pediu que eu auxiliasse algumas crianças que estavam com dificuldades no processo de ensino aprendizagem, para que não houvesse constrangimentos as crianças, o professor falou para a turma que eu estava ali para ajudar a todos, mas que cada dia eu ajudaria alguém em especifico, todos concordaram e ficaram entusiasmado com a decisão.
O docente pediu que eu auxiliasse uma criança Pedro (nome fictício) a qual ele precisava fazer um relatório para que fosse encaminhado ao AEE, tal criança era mais tímida, e não mostrava interesse em copiar as lições que o professor passava na lousa, e não mostrava saber os conteúdos abordados pelo docente, os professor relatou que os pais da criança disseram que pagavam reforço para criança e que no reforço ele sabia de tudo, entretanto, na observações pode-se concluir que a criança não era alfabetizada, possuía dificuldade para reconhecer algumas letras, mas nas aulas de matemática ele conseguia fazer as questões com o meu auxilio, entretanto ao realizar sozinho, o mesmo ficava nervoso e não executava, em conversa com o professor propus ao docente que ele poderia separar 1 dia na semana para que a aula ocorresse em dupla, onde ele selecionaria a criança com dificuldade para ficar em dupla com aquela que tinha mais facilidade em aprender, sendo assim uma ajudaria o outro, e geralmente criança aprende com outra criança. O professor gostou da ideia e fez isso, o docente relatou melhorias na interação de algumas crianças que antes não interagiam tanto, e em alguns casos foram necessários fazer trocas das duplas por motivo de conversas paralelas.
Uma experiência interessante que tive o prazer de observar, foi a aula de figuras geométricas: vértices, arestas onde foram utilizado massinha de modelar e palitos de dentes, as crianças precisavam criar as figuras, e elas amaram fazer, nessa vivência João queria ir muito rápido para terminar e ao sentar do lado dele, pedi que ele se acalmasse e fizesse com paciência, o mesmo respirou fundo e continuou a fazer seu quadrado a qual executou com sucesso, nesta aula percebi que a turma estava tranquila e atenta a situação, a turma gosta de atividades lúdicas e desafiadoras.
No mês de outubro comemoramos o dia das crianças, e na semana do dia 09 de outubro ao dia 11 de outubro, as atividades foram voltadas para recreação, as crianças tiveram uma semana do brincar, tivemos o dia do cabelo maluco onde cada criança foi com um cabelo diferente, neste dia tivemos desfile do dia do diferente, tivemos a visita do palhaço Chuchu e da palhacinha Jujuba, e João que é autista não quis participar do desfile, respeitamos sua decisão, o mesmo não se importou com o barulho do dia, gostou da presença dos palhacinhos mas percebemos que o mesmo ficou um pouco mais agitado que nos dias anteriores.
Na mesma semana tivemos o dia da festa a fantasia, onde todos foram com roupas de personagens que gostavam, as crianças interagiram entre si, neste dia João não foi a escola, nas observações que pude fazer durante a festa, percebi que crianças autista de outra turma, algumas não se importavam com o barulho, outra já ficaram mais quieta no canto, não querendo interagir, as demais crianças participaram dançando, pulando, algumas queriam brincar de esconde-esconde, após o momento de desfile e dança, os docentes seguiram para sala com sua turma. Na escola tivemos oficinas temáticas, festa do pijama, bingo com premiação, dobradura, oficina de argila, danças, yoga, pintura facial, brinquedos pula-pula, piscina de bolinha.
Durante o mês de outubro a equipe pedagógica estava preparando os estudantes para a prova do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) que é um conjunto de avaliações externas em larga escala que permite ao Inep realizar um diagnóstico da educação básica brasileira e de fatores que podem interferir no desempenho do estudante. As crianças participaram de diversas atividades lúdicas e pode-se perceber que os meninos se interessavam mais pelas aulas de matemática e educação física e as meninas por aulas de artes e educação física.
Participar dessa experiência foi bem significativa para minha vida profissional, a vivência me proporcionou enxergar a inclusão no âmbito educacional.
 
Relato de Experiência
O estágio iniciou dia 02 de outubro de 2023 e terminou em 08 de novembro de 2023, no horário das 07h00 às 11h00 concluindo a carga total de 100 horas, a equipe dessa escola me proporcionou vivenciar o estágio nesse período, respeitando o meu horário referente ao meu trabalho, essa escola é próxima do meu serviço e foi a única que eu pude estagiar.
Ao iniciar o estágio obrigatório fui bem recepcionada pelos profissionais da educação da escola Emeb Dr José de Freitas Mendonça, a gestora Patrícia me recepcionou super bem, sempre muito sorridente e ao conversar com ela, a mesma relatou que a escola tem uma gestão democrática a qual visa ouvir todos os profissionais que compõem a instituição escolar, na unidade são feitas diversas reuniões durante o ano letivo para analisar o que está dando certo e o que precisa ser resolvido.
 Tive a oportunidade de conhecer a escola e os funcionários e logo conheci a turma do ensino fundamental do 5° ano D, a qual pude observar as experiências que eles estavam vivenciando, esta turma é heterogênea composta por crianças com diferentes culturas e educação, e como observadora pude constatar se os docentes praticavam a inclusão, afinal a inclusão é para todos. Logo que cheguei a sala de aula, observei haver uma criança com transtorno do espectro autista (TEA), perguntei ao professor Eduardo da turma qual era o preparo que ele tinha frente a esta realidade, e o mesmo respondeu que além de se preparar com as formações continuada, era necessário ter o olhar acolhedor para estas crianças, pois o docente e a escola quem precisa se qualificar para atender as crianças com qualquer tipo de deficiência, e quando ele possui dúvidas sobre suas metodologias, o mesmo busca parceria com a professora do AEE (AtendimentoEducacional Especializado), e que a escola recebe muitos estagiários que os auxiliam durante o ano letivo, deste modo constatei que a escola é inclusiva e os profissionais buscam a parceria entre si para resolução de problemas.
No desenvolvimento do estágio tive a negativa de não ter a autorização para fotografar, a escola em si visa o bem estar da criança e a experiência através das vivências programadas para o dia, entretanto pude pegar algumas fotos através das redes sociais. As crianças me recepcionaram muito bem e muitas delas no decorrer dos dias queriam ficar perto de mim, solicitando minha ajuda para algumas atividades dadas no dia.
Pude observar João (nome fictício) criança autista do 5° ano, o mesmo se interessava pelas aulas de matemática e gostava muito dos desafios que o professor passava, pode-se perceber que João é competitivo e queria ser o primeiro a terminar as atividades, o docente passava muitas atividades desafiadoras na folhinha, por exemplo enigmas de matemática onde as crianças precisavam do silêncio para pensar, João ao perceber que alguma criança havia terminado primeiro que ele, o mesmo se frustrava e muitas vezes batia as mãos com força sobre a mesa, logo dizia que o dele que estava certo. Frente essas situações de conflito pude perceber a paciência do docente ao relatar que todos tem o seu próprio tempo para realizar tarefas e que não se tratava de competição, a voz calma do professor trouxe tranquilidade para o João e logo ele pode regular suas emoções e ficar tranquilo. Diante dessas cenas que foram quase durante todo o estágio, o professor relatou que para lidar com essas situações o mesmo precisava passar atividades parecidas para que João pudesse aprender a lidar com os desafios escolares, afinal ele não estava acostumado com situações que ele perdesse ou se frustrasse, desse modo o professor buscava trazer atividades como caça-palavras, enigmas, problemas matemáticos entre outros.
No final de cada aula, o docente deixava as crianças livres para brincar com atividades de sua escolha, então as crianças ao final de cada aula se reuniam em grupos de 3 a 4 crianças e logo escolhiam as brincadeiras como: jogar cartas, uno, dominó matemático, quebra-cabeça, desenhos etc.
Com essa pratica diária pude observar que a turma ficava mais calma e o seu desempenho no dia seguinte ficava melhor, pois as crianças ansiavam por este momento livre de brincadeiras e seu comportamento em sala era tranquilo, pois o docente já tinha um combinado com a turma, caso houvesse brigas, bagunças o momento de brincadeira livre era cortado naquele dia e assim a turma seguia cumprindo o combinado. Apenas dois dias do estágio esse combinado foi cortado, pois houve briga no período de intervalo das crianças por conta de trocas de cartas de jogo, e o docente cortou a brincadeira livre no dia.
No período de desenvolvimento do estágio pude conhecer a sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE), fiquei encantada com os recursos utilizado como: jogos, alfabeto de madeira, brinquedos lúdicos etc, a docente relatou que em algumas situações de prova, algumas crianças são direcionada até a sala do AEE para realizar a prova individualmente, pois em sala os mesmos se desregulam e acabam tendo crises como ficarem nervosos, agressivos entre outros.
As crianças que são atendidas no AEE são no período do contraturno, ou seja, fora do horário de seu período de aula regular, o atendimento é por 45 minutos e visa promover a qualidade de ensino para crianças que tem deficiências, visando também o seu desempenho como ser humano.
Nesta escola tem crianças com deficiência visual, síndrome de Down, Transtorno de espectro autista, cadeirante entre outros, a escola possui acessibilidade arquitetônicas para as crianças.
Em outubro a escola ofereceu as crianças apresentação cultural da tribo indígena, onde foram abordados assuntos sobre cultura, costumes e valores com a propriedade e com lugar de fala, sobre essa apresentação achei incrível a inclusão se tornando ainda mais presente nesta unidade escolar.
Em alguns dias do estágio, o professor responsável pediu que eu auxiliasse algumas crianças que estavam com dificuldades no processo de ensino aprendizagem, para que não houvesse constrangimentos as crianças, o professor falou para a turma que eu estava ali para ajudar a todos, mas que cada dia eu ajudaria alguém em especifico, todos concordaram e ficaram entusiasmado com a decisão.
O docente pediu que eu auxiliasse uma criança Pedro (nome fictício) a qual ele precisava fazer um relatório para que fosse encaminhado ao AEE, tal criança era mais tímida, e não mostrava interesse em copiar as lições que o professor passava na lousa, e não mostrava saber os conteúdos abordados pelo docente, os professor relatou que os pais da criança disseram que pagavam reforço para criança e que no reforço ele sabia de tudo, entretanto, na observações pode-se concluir que a criança não era alfabetizada, possuía dificuldade para reconhecer algumas letras, mas nas aulas de matemática ele conseguia fazer as questões com o meu auxilio, entretanto ao realizar sozinho, o mesmo ficava nervoso e não executava, em conversa com o professor propus ao docente que ele poderia separar 1 dia na semana para que a aula ocorresse em dupla, onde ele selecionaria a criança com dificuldade para ficar em dupla com aquela que tinha mais facilidade em aprender, sendo assim uma ajudaria o outro, e geralmente criança aprende com outra criança. O professor gostou da ideia e fez isso, o docente relatou melhorias na interação de algumas crianças que antes não interagiam tanto, e em alguns casos foram necessários fazer trocas das duplas por motivo de conversas paralelas.
Uma experiência interessante que tive o prazer de observar, foi a aula de figuras geométricas: vértices, arestas onde foram utilizado massinha de modelar e palitos de dentes, as crianças precisavam criar as figuras, e elas amaram fazer, nessa vivência João queria ir muito rápido para terminar e ao sentar do lado dele, pedi que ele se acalmasse e fizesse com paciência, o mesmo respirou fundo e continuou a fazer seu quadrado a qual executou com sucesso, nesta aula percebi que a turma estava tranquila e atenta a situação, a turma gosta de atividades lúdicas e desafiadoras.
No mês de outubro comemoramos o dia das crianças, e na semana do dia 09 de outubro ao dia 11 de outubro, as atividades foram voltadas para recreação, as crianças tiveram uma semana do brincar, tivemos o dia do cabelo maluco onde cada criança foi com um cabelo diferente, neste dia tivemos desfile do dia do diferente, tivemos a visita do palhaço Chuchu e da palhacinha Jujuba, e João que é autista não quis participar do desfile, respeitamos sua decisão, o mesmo não se importou com o barulho do dia, gostou da presença dos palhacinhos mas percebemos que o mesmo ficou um pouco mais agitado que nos dias anteriores.
Na mesma semana tivemos o dia da festa a fantasia, onde todos foram com roupas de personagens que gostavam, as crianças interagiram entre si, neste dia João não foi a escola, nas observações que pude fazer durante a festa, percebi que crianças autista de outra turma, algumas não se importavam com o barulho, outra já ficaram mais quieta no canto, não querendo interagir, as demais crianças participaram dançando, pulando, algumas queriam brincar de esconde-esconde, após o momento de desfile e dança, os docentes seguiram para sala com sua turma. Na escola tivemos oficinas temáticas, festa do pijama, bingo com premiação, dobradura, oficina de argila, danças, yoga, pintura facial, brinquedos pula-pula, piscina de bolinha.
Durante o mês de outubro a equipe pedagógica estava preparando os estudantes para a prova do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) que é um conjunto de avaliações externas em larga escala que permite ao Inep realizar um diagnóstico da educação básica brasileira e de fatores que podem interferir no desempenho do estudante. As crianças participaram de diversas atividades lúdicas e pode-se perceber queos meninos se interessavam mais pelas aulas de matemática e educação física e as meninas por aulas de artes e educação física.
Participar dessa experiência foi bem significativa para minha vida profissional, a vivência me proporcionou enxergar a inclusão no âmbito educacional.
 
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