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3 GESTÃO AMBIENTAL Conforme Viola e Leis (1990), a trajetória do Brasil em relação à questão ambiental começou com uma abordagem voltada para a preservação na década de 1960. Em 1972, durante a Conferência de Estocolmo, o governo brasileiro teve um papel central na formação de um grupo de países em desenvolvimento que se opunha ao reconhecimento das questões ambientais, priorizando o crescimento econômico. A partir desse evento, ficou claro que a agenda ambiental deveria focar no controle da poluição e na conservação de certos ecossistemas naturais. Com o aumento da conscientização interna promovida por órgãos ambientalistas e a necessidade de melhorar a imagem do Brasil após 1972, a questão ambiental começou a ganhar uma nova dimensão na sociedade brasileira. Surgiu um movimento que engajou o Estado e a comunidade, e, ao final da década de 1980 e nos anos 1990, o setor empresarial também passou a assumir um papel significativo. Esse setor começou a direcionar investimentos e a gerenciar processos produtivos com base em critérios que priorizam a proteção e o uso responsável dos recursos naturais. Nesse contexto, a questão ambiental exerce aspectos importantes no mercado e na sociedade, afetando governos, consumidores e o setor empresarial. A gestão ambiental nas empresas é voltada para organizações, como companhias, corporações, firmas e instituições. Essa gestão abrange um conjunto de políticas, programas e práticas administrativas e operacionais que consideram a saúde e segurança das pessoas, bem como a proteção do meio ambiente. foco está na eliminação ou pela minimização de impactos e danos ambientais resultantes do planejamento, implementação, operação, expansão, relocação ou desativação de projetos e atividades. A gestão ambiental em um contexto organizacional que não se limita a ajudar as empresas a evitar problemas com a conformidade legal, restrições ou riscos ambientais. Ela também serve como um meio de agregar valor às organizações, especialmente considerando que, no atual cenário de fusões e aquisições, o passivo ambiental e o desempenho ambiental vigente são utilizados como importantes fatores de negociação. histórico ambiental de uma empresa pode impactar de forma significativa o valor de suas ações e sua reputação. Essa realidade tem levado as organizações a se empenharem em melhorar seu desempenho ambiental (VIOLA,LEIS, 1990). Dessa forma, a gestão ambiental representa um campo de estudo e prática que busca o gerenciamento sustentável das atividades humanas, considerando a utilização equilibrada dos recursos naturais, sejam renováveis ou não. Seu foco principal é preservar um ambiente saudável para as atuais e futuras gerações, empregando estratégias que promovam a conservação da biodiversidade, a reutilização de matérias-primas e a minimização do impacto das ações humanas sobre o meio ambiente. Assim, integram o conjunto de saberes relacionados à gestão ambiental, (BARSANO; BARBOSA, 2017): Técnicas para a recuperação de áreas degradadas (solos improdutivos, por exemplo); Técnicas de reflorestamento; Métodos para a exploração sustentável de recursos naturais. Estudo de riscos e impactos ambientais para a avaliação de novos empreendimentos ou ampliação de atividades produtivas; reaproveitamento de resíduos inservíveis (pneus, pilhas e baterias, entulho etc.). A incorporação da gestão ambiental nas organizações, introduz um novo aspecto nos planos corporativos, que é o cuidado e valorização do meio ambiente. Isso possibilita a conquista de diversos certificados de qualidade, como a série ISO 14000. Quando aplicada de forma eficiente, essa abordagem ocasiona em uma significativa redução nos custos diretos, como o desperdício de matérias-primas e recursos escassos como água e energia. Além disso, diminui custos indiretos, como sanções legais e indenizações relacionadas a danos ambientais ou à saúde de funcionários e comunidades próximas às unidades produtivas da empresa. A gestão ambiental, é fundamental para as organizações alcançarem a excelência no campo ambiental. Em decorrência das contínuas discussões sobre questões ambientais e a busca por uma promoção do desenvolvimento econômico nas empresas, foi criado o Sistema de Gestão Ambiental (SGA), representado pela norma ISO 14000. Essa norma visa estabelecer uma abordagem organizacional que possibilite uma gestão ambiental eficiente. desenvolvimento desse conjunto de diretrizes é fruto de um processo que evoluiu ao longo de diversos fóruns dedicados à discussão de problemas ambientais, com o objetivo de encontrar soluções aplicáveis aoambiente produtivo. 3.1 Sistema de Gestão Ambiental (SGA) Para Carvalho et al., (1996), as empresas têm enfrentado crescentes exigências, quanto à sua responsabilidade ambiental e têm buscado implementar métodos de gestão com metas claras voltadas para o controle da poluição e a diminuição das taxas de efluentes. Essas iniciativas visam controlar e reduzir os impactos ambientais, além de otimizar o uso de recursos naturais. No início da década de 1990, as entidades encarregadas da padronização e normalização, localizadas em países desenvolvidos, passaram a responder às demandas sociais e às exigências do mercado, buscando sistematizar procedimentos que refletissem a preocupação das empresas com a qualidade ambiental e a conservação dos recursos naturais. Esses procedimentos resultaram na criação e no desenvolvimento de Sistemas de Gestão Ambiental, cujo objetivo era orientar as empresas na adoção de normas amplamente aceitas e reconhecidas. Com o tempo, esses sistemas se tornaram elementos essenciais nas estratégias empresariais. A criação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) é um processo dinâmico e contínuo. A estrutura, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos necessários para a implementação de políticas, objetivos e metas ambientais podem ser coordenados em conjunto com esforços de outras áreas administrativas. Carvalho et al., (1996) afirma que um sistema de gestão ambiental é uma parte primordial da administração global de uma organização, reconhecendo a qualidade do desempenho ambiental como um fator imprescindível para sua capacidade de prosperar. Ele propõe um sistema para identificar, analisar e avaliar, de forma sistemática, as mudanças ambientais decorrentes de aspectos ou elementos relacionados aos produtos, serviços e atividades da organização. Figueiredo (1996) observa que os Sistemas de Gestão Ambiental, são direcionados ao contexto do ser humano em seu ambiente. sistema mais reconhecido é a ISO 14000, mas antes dele, outros modelos também contribuíram para o desenvolvimento e a implementação de sistemas que buscam identificar, reduzir e controlar aspectos e impactos ambientais. Entre esses modelos estão o Responsible Care, STEP, BS 7750, EMAS e ISO 14000.Responsible Care Program Programa de Atuação Responsável, conhecido como Responsible Care Program, é considerado por Culley (1998) o primeiro modelo formal de gestão ambiental. Este programa surgiu no Canadá em 1984, a partir de uma iniciativa das indústrias químicas, formalizada pela CMA (Chemical Manufacturers Association). Embora seja voluntário, a adesão é um requisito para as empresas que fazem parte da CMA. programa é composto por: princípios diretivos, que funcionam como uma declaração de intenções; Códigos de Práticas Gerenciais, que estabelecem metas gerais permitindo que cada organização desenvolva suas próprias estratégias para alcançá-las; um Painel Público Consultivo, formado por representantes de diversos setores da sociedade, que auxilia a indústria química na formulação de práticas gerenciais e na compreensão das preocupações comunitárias; e Grupos de Liderança, constituídos por executivos das empresas participantes que se alinham aos princípios do Responsible Care, com o propósito de compartilhar experiências, intercambiar informações e identificar áreas que necessitam de melhorias e apoio mútuo. Strategies for Todays Environmental Partnership - STEP Em 1990, o API (American Petroleum Institute), fundado pela indústria petrolífera dos Estados Unidos, lançou o STEP (Strategies for Today's Environmental Partnership). principal propósito do STEP foi criar um guia destinado às empresas do setor petrolífero americano, visando a melhoria de seu desempenho em questões ambientais, de saúde e segurança. Assim, foi elaborado o documento conhecido como American Petroleum Institute Environmental, Health and Safety Mission and Guiding Principles. Esse documento estabelece princípios como a prevenção da poluição, a conservação dos recursos naturais e a promoção de parcerias e acordos com a comunidade, entre outros (CULLEY, 1998).Specifications for Environmental Management Systems - BS 7750 Conforme Naime (2013), a Norma Britânica BS 7750 - Specifications for Environmental Management Systems foi publicada pela primeira vez em março de 1992 e entrou em vigor em janeiro de 1994. Esse documento representa um marco importante na gestão ambiental, servindo como uma referência sólida para quase todos os sistemas existentes, especialmente o da ISO 14001. A norma foi solicitada pelo Environmental and Pollution Standard Policy Committee da British Standards Institution a um comitê técnico composto por 38 instituições britânicas, que abrangem diversos setores da economia, incluindo a Associação de Consultores Ambientais, a Corporação Britânica de Carvão e a Real Academia de Química. A BS 7750 estabelece diretrizes para o desenvolvimento, implementação e manutenção de um sistema de gestão ambiental, garantindo e demonstrando a conformidade com as declarações da empresa relacionadas à sua política, objetivos e metas ambientais. Essa norma não impõe uma exigência rígida em relação ao desempenho ambiental. Contudo, requer que as organizações cumpram as legislações locais e se comprometam com a melhoria contínua. Além disso, determina que a entidade elabore políticas e objetivos que considerem as informações sobre os impactos ambientais significativos resultantes de suas atividades (NAIME, 2013). Eco-Management and Audi Scheme - EMAS Sistema Europeu de Ecogestão e Auditorias (EMAS: Eco-Management and Audit Scheme) foi criado pelo regulamento da Comissão da Comunidade Europeia n° 1836/93, que estabeleceu critérios para certificações ambientais em processos industriais. Posteriormente, esses critérios foram ampliados para incluir um sistema de gestão e auditoria, padrões de desempenho, verificações realizadas por terceiros e declarações públicas após a revisão ambiental inicial e a conclusão de cada auditoria. sistema começou a funcionar em 1995. EMAS permite que empresas que realizam atividades industriais nos países da Comunidade Europeia (CE) registrem suas fábricas junto a uma comissão da CE (CULLEY, 1998). Anualmente, uma lista de todas as instalações industriais registradas é divulgada no jornal oficial da Comunidade Europeia. Esse registro podeser interpretado como um "certificado" de bom desempenho ambiental para as organizações que o obtêm. Contudo, o EMAS não define critérios específicos para o desempenho ambiental (FIGUEIREDO, 1996). Organização Internacional de Normalização - ISO 14000 As normas técnicas emergem para estabelecer requisitos para organizações que buscam certificação, permitindo a implementação de um novo modelo de gestão que respeite o meio ambiente e beneficie a comunidade ao minimizar os impactos dos resíduos gerados. A norma ISO 14000, valida que a empresa possui um sistema de gestão ambiental, com procedimentos de controle documentados e acessíveis aos órgãos competentes, ao mercado e à sociedade. Desde 1993, as normas da série ISO 14000 estão sendo elaboradas pelo Comitê Técnico (TC) 207 da International Organization for Standardization (ISO), com a finalidade de oferecer uma abordagem uniforme de gestão ambiental para empresas e outras organizações em todo o mundo. Dessa forma, diversas organizações têm implementado Sistemas de Gestão Ambiental (SGA). Assim, a questão ambiental deixa de ser vista como um desafio e passa a ser considerada uma solução para melhorar o desempenho organizacional, promovendo a credibilidade empresarial por meio da qualidade e competitividade (NASCIMENTO, 2020). Conforme Epelbaum (2006), para que as empresas alcancem a sustentabilidade e se firmem no mercado, é necessário criar estruturas organizacionais adequadas, promover valores e um ambiente cultural apropriado, contar com profissionais competentes e capacitados, e, principalmente, implementar sistemas de informações que apoiem o comprometimento com a melhoria contínua. 3.2 Auditoria ambiental De acordo com Rovere et al., (2006), auditoria é definida como uma avaliação ou exame independente sobre um assunto específico, conduzido por um especialista no tema em questão, que utiliza seu julgamento profissional para comunicar os resultados aos interessados (clientes). A auditoria pode ser limitada a um determinadodomínio ou ser mais abrangente, incluindo aspectos operacionais, de tomada de decisão e de controle. conceito de auditoria varia conforme a área do conhecimento e o contexto em que é aplicado. Segundo Machado (2004), a auditoria ambiental é o procedimento de exame e avaliação periódica ou ocasional do comportamento de uma empresa em relação ao meio ambiente. Pode ser pública ou privada, dependendo de ser realizada pelo Poder Público ou pela própria organização. autor menciona que a auditoria ambiental requer a análise de dados coletados e documentados ao longo do tempo, considerando tanto um período anterior quanto a situação atual do meio ambiente. Conforme Tibor e Feldman (1996), auditoria ambiental é uma análise sistemática, documentada, periódica e objetiva realizada por entidades regulamentadoras sobre as operações de uma instalação, relacionadas ao cumprimento dos requisitos ambientais. Focando no conceito, Barbieri (2007) descreve auditoria ambiental como uma ferramenta de verificação utilizada para diversos fins, como assegurar o cumprimento da legislação ambiental, avaliar o passivo ambiental, examinar o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) e reduzir desperdícios. Trata-se de exames, conferências ou investigações relacionadas ao meio ambiente. Esse processo visa avaliar a eficácia de um sistema em relação aos seus objetivos e verificar se foram atingidos. Pode ser aplicada a estruturas organizacionais, procedimentos administrativos e operacionais, áreas de trabalho, operações, processos ou documentação de maneira analítica. 3.3 Política ambiental A organização deve desenvolver uma Política Ambiental que represente seus produtos e serviços, assegurando sua divulgação entre os colaboradores e a sociedade. A liderança deve evidenciar seu comprometimento com a implementação dessa política. É essencial garantir a conformidade legal e buscar a melhoria contínua do desempenho ambiental da empresa (BARSANO; BARBOSA, 2017). nível de aplicação dessas normas varia conforme a política ambiental, natureza das atividades e contexto operacional da organização. Assim, conforme Andrade, Tachizawa e Carvalho (2002), o modelo de gestão ambiental, adota os requisitos definidos pelasnormas da série ISO 14000 para estabelecer e manter um sistema de gestão ambiental. Esse modelo considera aspectos pertinentes ao desenvolvimento de: Planejamento: consiste na definição de objetivos e metas ambientais alinhados com a política ambiental estabelecida, considerando os diversos níveis e funções relevantes dentro da estrutura organizacional. A etapa de implementação e operação: refere-se à definição, execução e manutenção dos requisitos do sistema de gestão ambiental. É preciso reportar o desempenho desse sistema à alta administração, possibilitando uma análise crítica que sirva como fundamento para o aperfeiçoamento contínuo do modelo de gestão ambiental. A fase de monitoramento e medição: abrange a realização de avaliações e medições periódicas para acompanhar o desempenho ambiental. Isso inclui a aplicação de procedimentos como medições regulares em pontos essenciais, identificação de não conformidades e condução de auditorias sistemáticas para avaliar o sistema, entre outras práticas. A etapa de análise crítica: pela administração tem como objetivo garantir a coleta adequada de informações para permitir uma avaliação eficaz. Essa análise proporciona uma revisão regular, avalia potenciais adaptações na política, nos objetivos e metas, além de verificar o comprometimento com a gestão ambiental. 3.4 Aspectos ambientais A organização deve estabelecer procedimentos que possibilitem identificar, conhecer, gerenciar e controlar os resíduos gerados durante o processamento e utilização do produto, incluindo Emissões Atmosféricas, Efluentes Líquidos e Resíduos Sólidos (BARSANO; BARBOSA, 2017). 3.5 Exigências legais A empresa deve criar um sistema que permita o acesso a todas as exigências legais relevantes para suas atividades. Essas informações precisam ser claramentecompreendidas pela direção. Os colaboradores devem estar cientes das exigências e dos documentos necessários para atender a essas obrigações. A série aborda o desenvolvimento de Sistemas de Gestão Ambiental (SGA), Auditoria Ambiental, Avaliação de Desempenho Ambiental, Rotulagem Ambiental, Avaliação do Ciclo de Vida e Aspectos Ambientais em Normas e Produtos, bem como a terminologia necessária para entender o conjunto das normas. A ISO lançou uma série de normas que complementam as diretrizes básicas, orientando sua implementação (BARSANO; BARBOSA, 2017). Portanto, você pôde compreender que a gestão ambiental representa um conjunto de práticas e ações voltadas para o equilíbrio entre as atividades humanas e a preservação do meio ambiente. Esse campo abrange estratégias que visam mitigar os impactos negativos gerados pelas atividades industriais, comerciais e cotidianas na natureza. Dentro desse contexto, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) destaca- se como um conjunto de processos, políticas e diretrizes organizacionais elaboradas para promover ações sustentáveis. Dessa forma, o SGA é uma abordagem estruturada e normativa que orienta as empresas e instituições na gestão de seus impactos ambientais. Ele compreende a implementação de práticas e políticas para reduzir o uso de recursos naturais, minimizar a geração de resíduos, prevenir a poluição e garantir a conformidade com a legislação ambiental vigente. Além disso, o SGA também incorpora a avaliação contínua de desempenho e a busca por melhorias contínuas, visando à eficiência ambiental e à sustentabilidade nos processos produtivos e operacionais. Assim, através de padrões como a ISO 14001, o Sistema de Gestão Ambiental oferece um caminho estruturado para aprimorar a responsabilidade ambiental das organizações e promover a preservação dos recursos naturais, sem comprometer a viabilidade econômica e social CARVALHO, 2002). Após descrever um breve conceito de Sistema de Gestão Ambiental, que exerce uma influência nas empresas para a melhoria contínua, observa-se que esse sistema integra o sistema administrativo geral da organização. Isso abrange a estrutura organizacional, atividades de planejamento, responsabilidades, treinamentos, procedimentos, processos e recursos necessários para a implementação e manutenção da gestão ambiental. Além disso, contempla os aspectos administrativos que planejam, desenvolvem, implementam, revisam,mantêm e aprimoram a política ambiental, assim como os objetivos e metas da empresa (COSTA, 2013). A implementação do Sistema de Gestão Ambiental representa o primeiro passo da organização em direção ao Desenvolvimento Sustentável, alinhando seus interesses técnicos, econômicos e comerciais à prevenção da poluição e à diminuição dos impactos significativos resultantes de suas operações. Esse sistema permitirá que as empresas alcancem excelência ambiental por meio da busca constante de melhorias, que se concretizará através da otimização de processos, redução de custos relacionados a desperdícios, distribuição, consumo de energia e materiais, ao mesmo tempo em que aprimora sua imagem perante clientes, investidores, fornecedores e órgãos reguladores. Ao reconhecer a relevância da qualidade ambiental na administração de suas atividades, a organização não apenas contribui para a melhoria do meio ambiente e da comunidade, mas também fortalece sua competitividade em um mercado globalizado. A certificação ambiental resultará da implementação, bem-sucedida de cada fase do Sistema de Gestão Ambiental, especialmente no que diz respeito ao cumprimento das metas e objetivos estabelecidos pela política ambiental. Quanto a esses benefícios, é importante destacar que não se manifestam de forma imediata. É necessário que todos os passos para a integração da variável ambiental na organização sejam adequadamente planejados e organizados, permitindo que a empresa alcance, no menor tempo possível, o conceito de excelência ambiental, o que proporcionará uma significativa vantagem competitiva (COSTA, 2013).