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GEOGRAFIA 6-28(1)

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Maria pinto

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Questões resolvidas

Observando o mapa, assinale a alternativa CORRETA.
A) O país de número 1 é uma monarquia islâmica e corresponde ao maior exportador de petróleo para os EUA; o de número 2, uma república teocrática na qual o clero xiita exerce grande influência nas decisões do país, inclusive no programa nuclear; o de número 3, um território ocupado por forças lideradas pelos EUA, que inclui membros da OTAN, como Reino Unido, França e Alemanha.
A) O país de número 1 é uma monarquia islâmica e corresponde ao maior exportador de petróleo para os EUA; o de número 2, uma república teocrática na qual o clero xiita exerce grande influência nas decisões do país, inclusive no programa nuclear; o de número 3, um território ocupado por forças lideradas pelos EUA, que inclui membros da OTAN, como Reino Unido, França e Alemanha.
B) O país de número 1 tem sido pressionado pelos EUA a rever seu programa nuclear; o de número 2 é um aliado estratégico e um grande fornecedor de petróleo para os EUA; o de número 3 está sob ocupação militar dos EUA e do Reino Unido, além de outros aliados, desde 2003.
C) O país de número 1 está ocupado por forças militares dos EUA e Reino Unido desde 2003; o de número 2 tem maioria xiita e luta contra o separatismo do povo curdo ao norte; o de número 3 tem maioria sunita e tem sido aliado dos EUA nas últimas 3 décadas, sobretudo na de 1990.
D) O país de número 1 foi invadido pelos EUA em 1991; o de número 3 foi um importante aliado militar do país de número 1, durante o período de ameaças dos EUA, entre 1980 e 1988; o país de número 3 tem maioria sunita, sendo uma monarquia teocrática.

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Questões resolvidas

Observando o mapa, assinale a alternativa CORRETA.
A) O país de número 1 é uma monarquia islâmica e corresponde ao maior exportador de petróleo para os EUA; o de número 2, uma república teocrática na qual o clero xiita exerce grande influência nas decisões do país, inclusive no programa nuclear; o de número 3, um território ocupado por forças lideradas pelos EUA, que inclui membros da OTAN, como Reino Unido, França e Alemanha.
A) O país de número 1 é uma monarquia islâmica e corresponde ao maior exportador de petróleo para os EUA; o de número 2, uma república teocrática na qual o clero xiita exerce grande influência nas decisões do país, inclusive no programa nuclear; o de número 3, um território ocupado por forças lideradas pelos EUA, que inclui membros da OTAN, como Reino Unido, França e Alemanha.
B) O país de número 1 tem sido pressionado pelos EUA a rever seu programa nuclear; o de número 2 é um aliado estratégico e um grande fornecedor de petróleo para os EUA; o de número 3 está sob ocupação militar dos EUA e do Reino Unido, além de outros aliados, desde 2003.
C) O país de número 1 está ocupado por forças militares dos EUA e Reino Unido desde 2003; o de número 2 tem maioria xiita e luta contra o separatismo do povo curdo ao norte; o de número 3 tem maioria sunita e tem sido aliado dos EUA nas últimas 3 décadas, sobretudo na de 1990.
D) O país de número 1 foi invadido pelos EUA em 1991; o de número 3 foi um importante aliado militar do país de número 1, durante o período de ameaças dos EUA, entre 1980 e 1988; o país de número 3 tem maioria sunita, sendo uma monarquia teocrática.

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109Editora Bernoulli
Portanto, o maior perigo da Al-Qaeda hoje não é a organização 
em si, mas a influência dessas “franquias” que atuam sob seu 
espectro.
Capilaridade
Simpatizantes da Al-Qaeda podem receber treinamento com 
aliados da Al-Qaeda, como o Talebã paquistanês ou o grupo afegão 
liderado pelo ex-líder militar Jalaluddin Haqqani.
Há anos a Al-Qaeda abandonou um modelo hierárquico 
altamente centralizado – no qual os líderes supervisionavam 
diretamente todo o recrutamento, o treinamento e a 
distribuição das missões – para se transformar em algo muito 
mais amorfo e impalpável.
Ahmed Rashid
No Paquistão, o grupo facilitador tem sido o Lashkar-e-Taiba, 
uma organização militar que atua no lado indiano da região 
fronteiriça da Caxemira. Depois de 11 de setembro de 2001, 
o grupo ajudou a esconder muitos líderes do alto escalão da 
Al-Qaeda, possivelmente até Bin Laden.
Mas as autoridades paquistanesas relutam em combater o 
Lashkar-e-Taiba porque o grupo mantém proximidade com os 
serviços de inteligência paquistaneses.
Além disso, o Paquistão também tem deixado à solta grupos 
como os liderados por Haqqani, porque atuam no Afeganistão.
Na Europa, antes de 11 de Setembro não havia células da 
Al-Qaeda, exceto por uma na cidade alemã de Hamburgo, que 
esteve envolvida nos ataques às Torres Gêmeas.
Hoje, porém, cada um dos países europeus tem uma célula 
ligada à rede. Centenas de muçulmanos com passaportes europeus 
são treinados no Paquistão e reenviados de volta a solo europeu.
Na semana passada, três cidadãos marroquinos foram presos 
na Alemanha sob acusação de planejar atentados a bomba em 
espaços públicos.
As autoridades admitiram que mais de 200 cidadãos alemães 
foram treinados nas áreas tribais do Paquistão e que muitos destes 
voltaram para a Alemanha.
Células “adormecidas” em situação semelhante se espalham 
por Grã-Bretanha, Escandinávia, França, Espanha e Itália. Neste 
momento, o temor de um atentado suicida em estações de trens 
e metrôs nos Estados Unidos e na Europa é particularmente alto, 
assim como em alvos militares e embaixadas ocidentais no Oriente 
Médio, que já são um alvo frequente do extremismo.
Também é preocupante a possibilidade de ataques aleatórios, 
por exemplo, um militante que instale uma bomba em um 
supermercado.
Alguns ataques podem ser realizados por jihadistas de longa 
data infiltrados nas sociedades ocidentais, segundo planos que 
podem estar sendo aperfeiçoados há anos.
Nos Estados Unidos, as autoridades conseguiram impedir, 
no último minuto, diversos ataques desta natureza, realizados por 
indivíduos treinados nas áreas tribais do Paquistão.
Risco asiático
Afeganistão, Paquistão e Índia também estão particularmente 
sob risco de ataques organizados. No Afeganistão, há o risco 
representado por grupos como o de Haqqani.
No Paquistão, os últimos acontecimentos mostraram que a Al-Qaeda 
está bem estabelecida, apesar da negativa de várias autoridades 
paquistanesas, agora de forma comprovadamente infundada.
Em memória a Bin Laden, a Al-Qaeda estará determinada a lançar 
uma campanha de ataques no Paquistão junto com seus grupos 
aliados. Isto elevará as tensões no país, que já passa por dificuldades 
econômicas e sofre com cortes no fornecimento de energia elétrica.
Além disto, grupos aliados da rede podem avaliar que este é o 
momento mais apropriado para traçar uma divisão mais profunda 
entre a Índia e o Paquistão, lançando um novo ataque em território 
indiano semelhante ao de Mumbai, em novembro de 2008.
Tal ataque poderia tirar o ímpeto da busca por membros da 
Al-Qaeda no Paquistão.
Por fim, as revoltas no mundo árabe representam um desafio e 
uma oportunidade para a Al-Qaeda no Oriente Médio.
Por um lado, diversos analistas viram as revoltas do mundo 
árabe como um enfraquecimento da Al-Qaeda, tornando-a mais 
irrelevante na cena política.
Por outro lado, as oportunidades estão abertas na medida em 
que a Al-Qaeda permanece a influenciar e a ganhar prestígio entre 
uma nova geração de líderes políticos que emergiram na Tunísia, 
no Egito, na Síria e nos Estados do Golfo Pérsico.
Esta tarefa será muito mais difícil agora, com a morte do maior 
símbolo da rede.
A organização extremista não desaparecerá da noite para o 
dia. É o futuro das “franquias” da Al-Qaeda que determinará se as 
ideias de Osama Bin Laden sobreviverão à sua morte.
Disponível em: . 
Acesso em: 02 mai. 2011.
Focos de tensão: Oriente Médio II
110 Coleção Estudo
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
01. (FGV-SP–2007) Em julho de 2006, tropas israelenses 
iniciaram uma grande ofensiva no Líbano. Entre 
as justificativas do governo israelense para essa ação, 
pode-se citar
A) o desmantelamento da estrutura mil itar e 
administrativa do Hamas, na cidade litorânea de Tiro.
B) a destruição das células do Al Qaeda, ligadas ao 
terrorista Bin Laden, localizadas em território libanês.
C) a retomada das fazendas de Chebaa, ainda sob 
controle libanês, porém reconhecidas pela ONU como 
pertencentes a Israel.
D) a destruição do poder militar do grupo Hezbollah que, 
a partir do sul do Líbano, atacava cidades e postos 
militares de Israel.
E) a captura de terroristas do grupo Fatah, escondidos 
entre os civis palestinos dos campos de refugiados 
de Sabra e Chatila. 
02. (UNIFESP–2007)
COURRIER INTERNACIONAL, n. 66, 2006.
A charge, publicada em 07 de julho 2006, faz alusão à
A) ocupação, por militares dos Estados Unidos, 
do Iraque, acusado de manter armas nucleares.
B) contraofensiva de Israel ao Líbano, em resposta a 
agressões promovidas pelo Hezbollah.
C) presença militar do Ocidente no Oriente Médio, para 
garantir o acesso a recursos energéticos.
D) rejeição às forças de paz da ONU, que não evitaram 
a eclosão de novos conflitos árabe-israelenses.
E) ação militar de Israel em reação às lideranças do 
Hamas, que exercem o poder na Palestina.
03. (UFLA-MG) A recente guerra entre EUA e Inglaterra 
contra o Iraque fez lembrar a Guerra do Golfo Pérsico 
de 1991, após o Iraque ter invadido e anexado o Kuwait. 
As alternativas seguintes descrevem uma etapa da Guerra 
do Golfo de 1991, EXCETO
A) Envio de tropas dos EUA para a região do Golfo 
Pérsico.
B) Renúncia do Xá Reza Pahlevi, a pedido dos EUA, para 
evitar maiores constrangimentos.
C) Decretação do boicote econômico ao Iraque pela ONU.
D) Ataques a Israel e Arábia Saudita promovidos pelo 
Iraque.
E) Rendição do Iraque.
04. (PUCPR) [...] milhares de libaneses tomaram as ruas de 
Beirute para exigir a renúncia do governo imposto pela 
Síria, a própria retirada das tropas sírias estacionadas 
no país desde 1976 e justiça para os assassinos de Rafik 
Hariri, cuja morte num atentado tem todo o jeito de ter 
sido arquitetada em Damasco [...] A resposta começou a 
ser formulada nas ruas de Beirute, agitando bandeiras, 
meio milhão de libaneses tomou as mesmas ruas centrais 
da cidade da manifestação anterior, mas desta vez para 
demonstrar apoio à Síria e detratar Israel e Estados Unidos. 
VEJA, 16 mar. 2005.
No complexo contexto geopolítico do Oriente Médio – 
a reportagem anterior mostra um Líbano dividido entre 
apoiar ou não a presença militar dos sírios no país –, 
constituem análises corretas sobre o papel desempenhado 
pela Síria, EXCETO
A) Durante a invasão do Iraque, em 2003, a Síria foi 
acusada pelos países da coalizão que derrubou 
Saddam Hussein de ter abrigado em seu território 
muitos membros do governo do ex-ditador iraquiano.
B) A Síria está envolvida numa disputa territorial com o 
estado de Israel que, na Guerra dos Seis Dias, lhe tomou 
as Colinas de Golã e nunca mais daí se retirou.
C) A Síria foi uma das mais importantes aliadas soviéticas 
no Oriente Médio durante o período da chamada 
Guerra Fria.
D) O governo sírio possui boas relações com a milícia 
islâmica doHezbollah, que atua no sul do Líbano e 
sempre lutou contra o Estado de Israel.
E) A Síria é o país árabe que possui as mais sólidas 
relações com os EUA, sendo um fiel representante 
dos interesses norte-americanos na região.
Frente C Módulo 12
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05. (UFES) Aproveite a crítica do filme Tempo de embebedar 
cavalos e observe a situação política e os desdobramentos 
geográficos para os quais ela aponta.
Tempo de embebedar cavalos
O filme faz uma abordagem lírica do tema: fome e falta 
de perspectiva de um povo. A história se passa em 
um pequeno vilarejo, na fronteira entre o Iraque e o 
Irã, e apresenta ao mundo um recorte do cotidiano da 
maior nação sem Estado do planeta. Aponta muitos dos 
problemas enfrentados pelo seu povo, que se encontra 
espalhado por alguns países, como a Turquia, o Irã, 
a Síria [...] Com língua e cultura próprias, ele vem 
sendo rechaçado da região, principalmente quando o 
seu país deixou de existir nos mapas. Praticamente, 
o único trabalho disponível em certas regiões é o de 
contrabando de mercadorias entre o Irã e o Iraque. 
Além dos riscos dessa atividade ilegal, os habitantes 
sofrem com a enorme quantidade de minas enterradas 
nos locais onde transitam. O estranho título vem do 
hábito de darem vodca aos animais, para que eles 
possam aguentar o frio intenso e as longas viagens 
que têm de fazer.
FRANZOIA, A. P. Época, 14 set. 2001. p. 11 
(Adaptação).
O filme discute a questão curda. O comentário CORRETO 
sobre esse assunto é:
A) A criação de um Estado é uma reivindicação dos 
curdos, que representam a maior nação do mundo 
sem um território definido.
B) A cultura local é influenciada pela altitude, pelo frio 
e pela formação florestal densa, que exigem o uso 
de cavalos.
C) A questão curda é idêntica à dos palestinos, 
dos judeus e dos bascos, porque possuem língua, 
cultura, governo nacional, mas falta-lhes o país.
D) A supressão do Estado curdistão permitiu ao 
Líbano, à Armênia, à Síria e ao lraque a ampliação 
de seus territórios.
E) O principal motivo da luta dos curdos contra o lraque 
e o Irã está relacionado à exploração econômica 
do petróleo nacional.
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
01. (UNIT-SE–2011)
TURISMOTURISMO
– Simples! Vocês atravessam os cemitérios israelenses, 
depois, os túmulos palestinos, passam as cidades 
destruídas e, seguindo reto, chegam ao mar. 
Morto, é claro!
A
n
g
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Sobre o conflito ao qual a charge faz uma alusão, 
é CORRETO afirmar:
A) A Guerra dos Seis Dias foi um conflito no qual 
Israel perdeu território para os palestinos, antes 
pertencentes ao Egito, à Síria e à Jordânia.
B) A ampliação do isolamento internacional a Israel 
deve-se ao fato de o país ter atacado a flotilha que 
pretendia romper o bloqueio à Faixa de Gaza.
C) O marco desse conflito foi a guerra do Yom Kippur, 
durante a qual Israel atacou e derrotou o mundo árabe 
em represália à possível criação de um estado palestino.
D) A paz entre esses dois povos ocorreu em um grande 
prazo de tempo, quando a OLP foi presidida por Yasser 
Arafat, que reconheceu a legitimidade do Estado de 
Israel, suspendendo os atos terroristas.
E) O acordo de paz entre palestinos e israelenses está 
em fase final, visto que os palestinos desistiram da 
porção oriental de Jerusalém em troca da retirada dos 
assentamentos judeus da Cisjordânia.
02. (Mackenzie-SP–2010)
MAR NEGRO
MAR
 CÁSPIO
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248 km0
GOLFO DE OMÃ
GOLFO DE ÁDEN
MAR DA
ARÁBIA
OCEANO ÍNDICO
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Focos de tensão: Oriente Médio II
112 Coleção Estudo
Observando o mapa, assinale a alternativa CORRETA.
A) O país de número 1 é uma monarquia islâmica e 
corresponde ao maior exportador de petróleo para os 
EUA; o de número 2, uma república teocrática na qual 
o clero xiita exerce grande influência nas decisões do 
país, inclusive no programa nuclear; o de número 3, 
um território ocupado por forças lideradas pelos EUA, 
que inclui membros da OTAN, como Reino Unido, 
França e Alemanha.
B) O país de número 1 tem sido pressionado pelos EUA 
a rever seu programa nuclear; o de número 2 é um 
aliado estratégico e um grande fornecedor de petróleo 
para os EUA; o de número 3 está sob ocupação militar 
dos EUA e do Reino Unido, além de outros aliados, 
desde 2003.
C) O país de número 1 está ocupado por forças militares 
dos EUA e Reino Unido desde 2003; o de número 2 
tem maioria xiita e luta contra o separatismo do povo 
curdo ao norte; o de número 3 tem maioria sunita 
e tem sido aliado dos EUA nas últimas 3 décadas, 
sobretudo na de 1990.
D) O país de número 1 foi invadido pelos EUA em 1991; 
o de número 3 foi um importante aliado militar do país 
de número 1, durante o período de ameaças dos EUA, 
entre 1980 e 1988; o país de número 3 tem maioria 
sunita, sendo uma monarquia teocrática.
03. (UFRN–2009) Observe o mapa a seguir, que representa 
uma área do Oriente Médio, onde ocorrem grandes 
tensões geopolíticas.
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LÍBANO
ISRAEL
JORDÂNIA
SÍRIA
Mar
Mediterrâneo
Jerusalém
R
io
 J
or
d
ão
0 50 km
MAGNOLI, Demétrio; ARAÚJO, Regina. Projeto de Ensino de 
Geografia: natureza, tecnologias e sociedade. São Paulo: 
Moderna, 2000. p. 277 (Adaptação).
As áreas destacadas no mapa correspondem à
A) Cisjordânia e à Península do Sinai, territórios 
devolvidos aos palestinos após a Guerra do Canal de 
Suez, em 1956.
B) Faixa de Gaza e às Colinas de Golã, territórios 
anexados ao Estado de Israel após a Guerra da 
Partilha, em 1948.
C) Cisjordânia e à Faixa de Gaza, territórios anexados 
ao Estado de Israel após a Guerra dos Seis Dias, 
em 1967.
D) Península do Sinai e às Colinas de Golã, territórios 
devolvidos aos palestinos após a Guerra do Yom 
Kippur, em 1973.
04. (UNEB-BA–2009) A partir da análise do mapa e dos 
conhecimentos sobre a Questão da Palestina, pode-se 
afirmar:
Após a Guerra dos Seis Dias
Mar
Mediterrâneo
Colinas
de Golã
Cisjordânia
Faixa de Gaza
SinaiEGITO
SÍRIA
JORDÂNIA
ISRAEL
ARÁBIA
SAUDITA
Haifa
Tel Aviv
Jerusalém
Rio Jordão
Mar Morto
Mar da Galileia
Golfo de Suez
Golfo de Acaba
Estado judeu
Território conquistado
por Israel
1967-1979
A) Os atuais conflitos que eclodem na região se 
relacionam ao fato de Israel ter construído um muro 
na Cisjordânia, impedindo ataques terroristas a Israel.
B) A Faixa de Gaza, onde vive a população de refugiados 
palestinos, fazia parte do Egito antes de Israel 
declarar sua independência.
C) O Estado de Israel tem sua origem no movimento 
sionista, cujo objetivo é estabelecer um “lar nacional” 
para o povo judeu.
D) A ação do Hamas contra o povo judeu vincula-se ao 
fato de Israel ter anexado definitivamente o Sinai ao 
seu território durante a Guerra dos Seis Dias.
E) O descumprimento do governo Sírio em romper com o 
Hamas e o Hezbollah levou Israel a um novo bloqueio 
de suprimentos e de combustíveis nas Colinas de 
Golã, território devolvido à Síria após a Guerra do 
Yom Kippor.
Frente C Módulo 12

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