Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
1 
 
 
PRINCÍPIOS BÁSI-
COS DO ELETRO-
CARDIOGRAMA 
ELETROCARDIOGRAMA 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
2 
 
 
 
PRINCÍPIOS BÁSI-
COS DO ELETRO-
CARDIOGRAMA-
CARDIOGRAMA 
 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
3 
 
SUMÁRIO 
O ELETROCARDIOGRAMA ....................................................................................... 5 
AS DERIVAÇÕES DO ECG ......................................................................................... 5 
DERIVAÇÕES FRONTAIS OU PERIFÉRICAS ....................................................... 5 
DERIVAÇÕES HORIZONTAIS OU PRECORDIAIS ............................................. 6 
FORMANDO AS CURVAS DO ECG ........................................................................ 7 
O ECG NO CICLO CARDÍACO .................................................................................. 8 
VETORES DE ATIVAÇÃO ATRIAL .......................................................................... 8 
VETORES DE ATIVAÇÃO VENTRICULAR ........................................................... 8 
VETOR DE REPOLARIZAÇÃO VENTRICULAR ................................................... 9 
AS ONDAS NAS DERIVAÇÕES FRONTAIS ......................................................... 9 
ONDA P ............................................................................................................................ 9 
COMPLEXO QRS ........................................................................................................ 10 
ONDA T ......................................................................................................................... 11 
AS ONDAS NAS DERIVAÇÕES PRECORDIAIS .............................................. 11 
ONDA P ......................................................................................................................... 11 
COMPLEXO QRS ........................................................................................................ 11 
ONDA T ......................................................................................................................... 11 
O PAPEL DO ECG ...................................................................................................... 12 
CALIBRAÇÃO ............................................................................................................. 12 
FREQUÊNCIA CARDÍACA ...................................................................................... 12 
PROPRIEDAS DAS ONDAS, INTERVALOS E SEGMENTOS ....................... 13 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
4 
 
ONDA P ......................................................................................................................... 13 
INTERVALO PR (PRE) .............................................................................................. 13 
SEGMENTO PR (PRS) ............................................................................................... 13 
INTERVALO QRS ....................................................................................................... 13 
SEGMENTO ST ........................................................................................................... 13 
ONDA T ......................................................................................................................... 13 
INTERVALO QT .......................................................................................................... 13 
ONDA U ........................................................................................................................ 13 
REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 14 
 
 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
5 
 
 O ELETROCARDIOGRAMA 
O batimento cardíaco é um evento elétrico. 
O princípio do eletrocardiograma (ECG) 
baseia-se na possibilidade de registrar as 
correntes elétricas geradas no batimento 
cardíaco na superfície corporal. 
AS DERIVAÇÕES DO ECG 
A captação da atividade elétrica pelo ECG 
se dá pelo posicionamento de eletrodos na 
superfície corporal do paciente. No ECG de 
12 derivações, o mais comum, 10 eletro-
dos são posicionados: quatro periféricos 
posicionados em membros, formando o 
plano frontal, e seis posicionados na re-
gião precordial, formando o plano horizon-
tal. 
 
Fonte: THALER, Malcom S.; BURNIER, Jussara N.T. ECG essen-
cial: eletrocardiograma na prática diária. 7. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2013. 
 
PLANO FRONTAL 
• Vermelho: braço direito 
• Amarelo: braço esquerdo 
• Preto: perna direita 
• Verde: perna esquerda 
 
PLANO HORIZONTAL 
• V1: 4º espaço intercostal (EIC) pa-
raesternal direto 
• V2: 4º EIC paraesternal esquerdo 
• V3: entre V2 e V4 
• V4: 5º EIC na linha hemiclavicular 
• V5: 5º EIC na linha axilar anterior 
• V6: 5º EIC na linha axilar média 
• V7: linha axilar posterior no 
mesmo nível de V6 
• V8: 5º EIE abaixo do ângulo inferior 
da escápula 
Derivações Frontais ou Periféricas 
No plano frontal, existe diferença de po-
tencial entre dois pontos (derivações), ou 
seja, entre duas polaridades, sendo as de-
rivações DI, DII e DIII chamadas de bipola-
res. 
A combinação entre os três pontos forma 
o chamado Triângulo de Eithoven. As bis-
setrizes dos ângulos que formam esse tri-
ângulo equilátero passam pelo centro do 
triângulo, dividindo o lado oposto em dois 
segmentos iguais, sendo um deles positivo 
e outro negativo. 
A colocação dos eletrodos positivos e ne-
gativo deu-se de acordo com o sentido da 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
6 
 
despolarização geral do coração (para 
baixo e esquerda). 
 
 
 
 
 
• DI: mede a diferença de potencial 
(DDP) entre o braço direito (-) e es-
querdo (+). Eithoven convencionou 
que todo vetor que parte do centro 
do triângulo e se projeta para es-
querda de DI, será positivo nessa 
derivação. Ao passo que o vetor que 
parte do centro e se projeta para di-
reita de DI, será negativo nessa de-
rivação. 
• DII: DDP entre braço direito (-) e 
perna esquerda (+). O vetor que se 
projeta em direção à perna es-
querda (porção inferior do seg-
mento) é positivo, ao passo que o 
vetor que se projeta em direção ao 
braço direito (segmento superior) é 
negativo nesta derivação. 
• DIII: DDP entre braço esquerdo (-) e 
perna esquerda (+). O vetor que se 
projeta no sentido na perna es-
querda (segmento inferior) é posi-
tivo, ao passo que o vetor que se 
projeta em direção ao braço es-
querdo (segmento superior) é ne-
gativo nesta derivação. 
 
Nas chamadas derivações unipolares, a di-
ferença de potencial (DDP) é medida em 
cada ponto isoladamente, ou seja, em cada 
vértice do triângulo de Eithoven. 
• aVL: capta potencial do braço es-
querdo. 
• aVR: capta potencialdo braço di-
reito. 
• aVF: capta potencial da perna es-
querda. 
Derivações Horizontais ou Precordiais 
 
São derivações unipolares que possibili-
tam registrar as forças se movendo ante-
rior e posteriormente. Os eletrodos colo-
cados são positivos e suas projeções são 
negativas a partir do centro do coração. 
A magnitude de um vetor que se pro-
jeta nessas derivações depende da in-
clinação desse vetor: quanto mais pa-
ralelo à sua incidência, maior sua pro-
jeção. Quanto mais perpendicular a 
ela, menor sua projeção. Isso reflete 
no tamanho das ondas no traçado do 
ECG. 
 
DI 
DII DII
I 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
7 
 
 
Fonte: THALER, Malcom S.; BURNIER, Jussara N.T. ECG 
essencial: eletrocardiograma na prática diária. 7. ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2013. 
Assim como as derivações frontais, cada 
uma das derivações precordiais consegue 
visualizar melhor uma região do coração. 
Como o ventrículo direito está posicionado 
anterior e medialmente na cavidade torá-
cica, as derivações V1 e a VR são as me-
lhores para avaliá-lo. Já o ventrículo es-
querdo posiciona-se posterior e lateral-
mente, está a derivação V4 no seu ápice, e 
V5 e V6 sobre sua porção lateral, bem 
como DI e a VL. As derivações V2 e V3 po-
sicionam-se na região do septo interven-
tricular. Por fim, DII, DIII e a VF visualizam 
melhor a porção inferior do coração. 
 
Fonte: THALER, Malcom S.; BURNIER, Jussara N.T. ECG 
essencial: eletrocardiograma na prática diária. 7. ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2013. 
FORMANDO AS CURVAS DO ECG 
O traçado do eletrocardiograma repre-
senta a função elétrica do coração a partir 
do ponto de vista de cada derivação. Os di-
polos podem ser representados por veto-
res: grandeza física com módulo, sentido e 
direção. A “frente” de cada vetor é sempre 
positiva, já que deve haver uma célula po-
larizada (meio externo positivo) que será 
polarizada (meio externo negativo) à me-
dida que a onde de despolarização, repre-
sentada pelo vetor, se propaga. 
 
Sendo assim, a visualização de positivi-
dade ou negatividade depende da posição 
(“do ponto de vista”) do eletrodo. 
Quando ocorre uma despolarização, esta é 
conduzida em um sentido através das vias 
de condução do coração. Dois eletrodos 
são capazes de registrar essa diferença de 
potencial formando uma curva. 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
8 
 
Assim, a onda de despolarização (impulso) 
que aproxima do eletrodo positivo apre-
senta-se como uma deflexão positiva so-
bre a linha de base, ao passo que o im-
pulso que se afasta do mesmo eletrodo 
forma uma deflexão negativa. 
Quando o impulso elétrico é perpendicular 
ao eletrodo, formam-se duas ondas isoe-
létricas e de sentidos opostos. 
 
Fonte: THALER, Malcom S.; BURNIER, Jussara N.T. ECG 
essencial: eletrocardiograma na prática diária. 7. ed. 
Porto Alegre: Artmed, 2013. 
Na repolarização, o registro ocorre de ma-
neira inversa: a onda que se aproxima do 
eletrodo apresenta-se como uma deflexão 
negativa, ao passo que a onda que se 
afasta, apresenta-se como deflexão posi-
tiva. 
O ECG NO CICLO CARDÍACO 
Para entendermos de fato as ondas do 
ECG é importante entender que o traçado 
não registra cada atividade elétrica de 
forma isolada, mas um vetor resultante 
das atividades elétricas que ocorrem na-
quele momento. 
Vetores de Ativação Atrial 
A onda de despolarização é gerada no 
nodo sinoatrial e se propaga do átrio di-
reito para o átrio esquerdo, em sentidos di-
ferentes: 
Átrio Direito: a despolarização se dá de 
cima para baixo, da direita para a esquerda 
e para frente. 
Átrio Esquerdo: a despolarização se dá 
para baixo, para esquerda e ligeiramente 
para trás. 
 
 
 
A onda de despolarização dos átrios 
forma, então, um vetor resultante (Vetor P) 
que é registrado como uma deflexão posi-
tiva nas derivações inferiores – Onda P. 
Vetores de Ativação Ventricular 
Após despolarizar os átrios, o estímulo 
chega ao nodo átrio ventricular, período 
em que ocorre o atraso na condução elé-
trica do coração. Corresponde no ECG a 
Vetor de AE 
Vetor Resultante 
(ÂP) 
Vetor de AD 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
9 
 
uma linha isoelétrica conhecida como in-
tervalo PR. 
A onda de despolarização segue então 
para os ventrículos, determinando quatro 
vetores de ativação que formarão o cha-
mado Complexo QRS, e podem ser descri-
tos na seguinte ordem cronológica: 
Vetor I: corresponde à ativação do septo 
médio do coração. Seu sentido é da es-
querda para a direita, pois a superfície sep-
tal esquerda é despolarizada primeiro, 
com sentido ao músculo papilar anterior 
do ventrículo direito. 
Vetor II: sua direção é de cima para baixo, 
da direita para esquerda e para frente. 
Vetor III: corresponde à ativação da parede 
livre dos ventrículos. Como a massa do 
ventrículo esquerdo é maior, o vetor se di-
reciona para trás, para esquerda e para 
baixo. 
Vetor IV: corresponde à ativação do septo 
alto do coração última região a ser ativada, 
cuja contração impulsiona o sangue para a 
aorta. Seu vetor tem sentido para cima, 
para trás e levemente para esquerda. 
 
Como mencionado anteriormente, vetores 
são grandezas com direção, sentido e mó-
dulo, ou seja, valor, sendo este represen-
tado pelo seu tamanho. Perceba que os 
vetores I, II e IV são menores, isto porque 
representam um grupo menor de células 
que está sendo despolarizada, ao passo 
que o vetor III representa a depolarização 
de uma grande área. 
Vetor de Repolarização Ventricular 
A última onda do ECG corresponde à re-
polarização ventricular. A repolarização 
atrial é camuflada no traçado do ECG pois 
ocorre junto à despolarização ventricular. 
O sentido da despolarização é do endocár-
dio para o epicárdio, de modo que a repo-
larização ocorre em sentido oposto. Como 
a repolarização é uma corrente de cargas 
negativas (ao contrário da despolarização), 
ela se manifesta no ECG como uma onda 
de mesma polarizada à da despolarização. 
Sendo assim, nas derivações me que o 
QRS é predominantemente positivo, a 
onda T também será. 
AS ONDAS NAS DERIVAÇÕES 
FRONTAIS 
Onda P 
Positiva em DI, DII, DIII e aVF, pois o vetor 
resultante de P se projeta na porção posi-
tiva dessas derivações. 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
10 
 
Negativa em aVR, pois vetor P se projeta 
na porção negativa dessas derivações.Complexo QRS 
Denominas como Onda Q a primeira onda 
negativa, sendo chamada de q quando de 
pequena amplitude. 
Denominado como Onda R a primeira 
onda positiva, sendo r quando de pequena 
amplitude. 
Já a Onda S corresponde à segunda onda 
negativa, sendo s quando de pequena am-
plitude. 
Vale lembrar que o Complexo QRS é for-
mado pelos quatro vetores anteriormente 
descritos. Sendo assim, sua conformação 
em cada derivação depende da projeção 
desses vetores nas derivações. 
Projeção em DI – qRs 
Vetor I: projetado na porção negativa de DI 
– primeira onda negativa pequena (q) 
Vetores II e III: projetados na porção posi-
tiva de DI – primeira onda positiva grande, 
já que se forma pela soma de dois vetores 
(R) 
Vetor IV: projetado na porção negativa de 
DI – segunda onda negativa pequena (s) 
 
 
 
 
 
 
Projeção em DII, DIII e aVF – Rs 
Vetores I, II e III se projeta positivamente 
(R) e Vetor IV se projeta negativamente (s). 
 
Projeção em aVR – Qr 
Vetor I é praticamente perpendicular à 
aVR, logo, não forma curva. Os vetores II e 
III projetam-se na porção negativa da deri-
vação, enquanto o IV se projeta na porção 
positiva. 
Projeção em aVL – qR 
Vetor I se projeta na porção negativa, os 
vetores II e III na positiva e o vetor IV é per-
pendicular, não havendo projeção. 
DI 
DIII
I 
DII
I 
a VL a VR 
a VF DIII
I 
DII
I 
a VL a VR 
a VF 
DI 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
11 
 
Onda T 
A Onda T segue um padrão semelhante à 
Onda P: é positiva em DI, DII e aVF; nega-
tiva em a VR e quase isodifásica em DIII e 
aVL. 
AS ONDAS NAS DERIVAÇÕES 
PRECORDIAIS 
Onda P 
Positiva nas derivações de V1 até V6, po-
dendo ser negativa em V1 e V2. 
 
 
 
 
 
 
 
Complexo QRS 
Projeção em V1 e V2 – rS 
Vetores I e II: projetados na parte positiva 
Vetor III e IV: projetados na parte negativas 
 
Projeção em V3 – RS 
Há um equilíbrio de forças que se projetam 
no lado positivo (Vetores I e II) e negativo 
(Vetores III e IV), culminando na morfolo-
gia isodifásica da onda nesta derivação. 
 
Projeção em V4 – Rs 
Predominância da projeção vetorial no 
lado positivo (Vetores l, ll e III) com dis-
creta projeção no seu lado negativo (Vetor 
IV). 
Projeção em V5 e V6 – qRs 
Vetor I: projetado na porção negativa e 
com pequena amplitude – q 
Vetores II e III: projetados na porção posi-
tiva – R 
Vetor IV: projetado na porção negativa 
com pequena amplitude – s 
 
 
 
 
 
 
 
Onda T 
Positiva em todas as derivações precordi-
ais (de V1 até V6) podendo ser negativa 
em V1 e V2. 
 
 
 
V1 V2 
V5 
V6 
V3 V4 
P 
V1 V2 
V5 
V6 
V3 V4 
III 
IV 
I II 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
12 
 
 
Fonte: Fonte: THALER, Malcom S.; BURNIER, Jussara N.T. ECG essencial: eletrocardiograma na prática diária. 7. ed. Porto 
Alegre: Artmed, 2013. 
O PAPEL DO ECG 
O papel usado para o traçado do ECG é 
quadriculado, formando pequenos qua-
drados delimitados por linhas vermelhas 
claras e quadros maiores (aos quais estão 
circunscritos os pequenos), delimitados 
por linhas vermelhas mais escuras. Os 
quadrados pequenos medem 1x1 mm, en-
quanto os grandes medem 5x5mm. 
O eixo horizontal do traçado mede o 
tempo. A velocidade com que o papel se 
desloca sobre a agulha do aparelho é, nor-
malmente, de 25 mm/s, logo, 1 quadradi-
nho é percorrido em 0,04 s e 1 quadrado 
grande é percorrido em 0,2 s. sendo assim, 
cinco quadrados grandes são percorridos 
em 1 segundo. 
 
O eixo vertical do traçado mede a volta-
gem. A distância ao longo de um quadrado 
pequeno representa 0,1 mV, e, ao longo de 
um quadrado grande, 0,5 mV. 
Calibração 
A calibração corresponde aos ajustes fei-
tos no papel do ECG em termos de ampli-
tude. Se 1 mm corresponde à 0,1 mV, a 
distância de 2 quadrados grandes são 10 
mV. Essa padronização do traçado recebe 
o nome de N (normal). 
Se um ECG estiver calibrado em N/2, as 
ondas terão menor amplitude. Ao passo 
que, se estiver calibrado em 2N (o que cor-
responderia a quatro quadrados grandes), 
o traçado seria superestimado. 
Frequência Cardíaca 
Sabemos que uma frequência cardíaca 
normal em um ritmo regular e sinusal gira 
em torno de 60 – 100 bpm. Como mencio-
nado, o papel de registro desloca-se na 
velocidade 
de 25 mm por segundo. Logo, 1500mm 
em 1 minuto. 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
13 
 
Para o cálculo da frequência cardíaca em 
um traçado de ritmo regular, dividimos 
1.500 pelo número de quadrados peque-
nos entre duas ondas R. 
PROPRIEDAS DAS ONDAS, INTER-
VALOS E SEGMENTOS 
Onda P 
• Despolarização atrial 
• Duração: até 3 mm ou 120 ms 
• Amplitude: ≤ 0,25 mV (2,5 mm - 2 ½ 
quadrados pequenos) 
• Configuração: arredondada, podendo 
possuir entalhes menores que 40 ms 
• Positiva em DI, DII e AVF 
• Negativa em AVR 
• Positiva / Negativa ou Isodifásica em 
DIII 
• Isodifásica em AVL e V1 
Intervalo PR (PRE) 
• Vai do início da despolarização atrial 
até o início da despolarização ventricu-
lar. Representa o retardo na condução 
que ocorre no nó AV. 
• Duração: 0,12 –0,20 s (3 – 5 mm) 
Segmento PR (PRs) 
• Representa o tempo do final da des-
polarização atrial até o início da des-
polarização ventricular. 
• Ponto i: final da despolarização supra-
ventricular (átrios e NAV) 
• Duração: 0,04 – 0,12 s 
Intervalo QRS 
• Duração: 0,04 – 0,9 segundo 
• Amplitude: derivações frontais – 5 a 20 
mm; derivações precordiais – 8 a 25 
mm 
• Ponto J: Início da repolarização de VE. 
Faz parte da linha de base: se acima 
dela, dizemos que há um supra-desní-
vel, se abaixo, um infra-desnível. 
Segmento ST 
• Representa o tempo entre o final da 
despolarização ventricular até o início 
da repolarização ventricular. 
Onda T 
• Configuração: Ascende lenta e desce 
rápida. Sua amplitude e duração não 
são medidas. 
• Positiva em DI, DII, AVF e V3-V6 
• Negativa em AVR e V1 
• Positiva ou Isodifásica em V2 
• Positiva / Negativa ou Isodifásica em 
DIII e AVL 
Intervalo QT 
• Engloba o tempo do início da despola-
rização ventricular até o final da repo-
larização ventricular. 
• A duração do intervalo QT é proporci-
onal à frequência cardíaca. Quanto 
mais rápido o coração bater, mais rá-
pido ele precisa se repolarizar para se 
preparar para a próxima contração; as-
sim, também será mais curto o inter-
valo QT. 
Onda U 
• Positiva, simétrica, mais visualizada 
em V3-V4. 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
PRINCÍPIOS BÁSICOS DO ELETROCARDIOGRAMA 
 
 
14 
 
@jalekoacademicos Jaleko Acadêmicos @grupoJaleko 
• Acredita-se que a formação da 
Onda U se dá a partir das células M, loca-
lizadas profundamente do subendocárdio 
ao miocárdio médio. Essas células apre-
sentam características eletrofisiológicas 
intermediárias entre o tecido muscular e o 
tecido de condução (Purkinje). 
• Quando a Onda U estiver bem visí-
vel devemos pensar rem coronariopatia ou 
hipopotassemia. 
 
Fonte: THALER, Malcom S.; BURNIER, Jussara N.T. ECG es-
sencial: eletrocardiograma na prática diária. 7. ed. Porto Ale-
gre: Artmed, 2013 
REFERÊNCIAS 
Eletrocardiograma – Bases Teóri-
cas – Bases do ECG (Professora 
Juliana Brenande). Jaleko Acadê-
micos. Disponível em: . 
Eletrocardiograma – ECG Normal 
– Plano Frontal e Plano Horizontal 
(Professora Juliana Brenande). 
Jaleko Acadêmicos. Disponível 
em: 
 
THALER, Malcom S.; BURNIER, 
Jussara N.T. ECG Essencial: ele-
trocardiograma na prática diária. 
7. ed. Porto Alegre: Artmed, 
2013. 
 
REIS, Helder J. S.; GUIMARÃES, 
Hélio P.; ZAZULA, Ana D. ECG: 
Manual Prático de Eletrocardio-
grama. 1. Ed. São Paulo: Atheneu, 
2013. 
 
BARBOSA, Eduardo Correa; 
BENCHIMOL, P. R.; BOMFIM, Al-
fredo. Repolarização precoce no 
eletrocardiograma do atleta: ba-
ses iônicas e modelo vetorial. Ar-
quivos Brasileiros de Cardiologia, 
v. 82, n. 1, pp. 103 – 107, janeiro, 
2004. 
 
VISITE NOSSAS REDES SOCIAIS 
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/
https://www.jaleko.com.br/
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.instagram.com/jalekoacademicos/?hl=pt-br
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.youtube.com/channel/UCoGDzJkGOb2YfM-VQ9rJyMg
https://www.jaleko.com.br/home
https://www.facebook.com/grupoJaleko/

Mais conteúdos dessa disciplina