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LEI COMPLEMENTAR 75/93 – PARTE 3 
 
Considerações Iniciais .............................................................................................. 2 
Análise Estatística ...................................................................................................... 3 
Análise geral ................................................................................................................................ 3 
O que é mais cobrado dentro do assunto? ..................................................................... 4 
Roteiro de revisão e pontos do assunto que merecem destaque ............. 5 
Autonomia do Ministério Público ........................................................................................ 5 
Estrutura do MPU ...................................................................................................................... 6 
Procurador Geral da República ............................................................................................ 7 
Ministério Público Federal ...................................................................................................... 7 
Ministério Público do Trabalho ........................................................................................... 10 
Aposta Estratégica ................................................................................................... 15 
Questões estratégicas ............................................................................................ 16 
Questionário de revisão e aperfeiçoamento ................................................... 21 
Perguntas ................................................................................................................................... 21 
Perguntas com respostas ..................................................................................................... 23 
Lista de Questões Estratégicas Sem Comentários ....................................... 26 
Gabarito ....................................................................................................................................... 28 
 
 
 
 
Abraão Pereira, Equipe Allan Maux, Allan Maux Santana
Aula 06
MPU - Passo Estratégico de Legislação Aplicada ao MPU e ao CNMP
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CONSIDERAÇÕES INICIAIS 
Daremos continuidade ao estudo da Legislação Aplicada ao MPU e CNMP, que consiste nos 
seguintes dispositivos legais: 
1) Noções sobre o Ministério Público e Poder Judiciário 
2) Lei Complementar 75/93 
Passaremos por toda a legislação pertinente, destacando os dispositivos que consideramos mais 
importantes para sua prova. 
Como é de praxe na didática do nosso curso, tentaremos trazer o conteúdo de forma bem 
objetiva e direta, elaborando esquemas, quando possível, de forma a facilitar a revisão e 
memorização. 
Teremos questões de concursos anteriores, assim como nosso questionário de revisão. 
Na aula de hoje traremos as Noções sobre o Ministério Público e Poder Judiciário 
É muito importante que você domine tanto os conceitos, quanto a literalidade dos artigos. 
Vamos começar! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Abraão Pereira, Equipe Allan Maux, Allan Maux Santana
Aula 06
MPU - Passo Estratégico de Legislação Aplicada ao MPU e ao CNMP
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ANÁLISE ESTATÍSTICA 
Análise geral 
Inicialmente, convém destacar os percentuais de incidência de todos os assuntos previstos no 
nosso curso – quanto maior o percentual de cobrança de um dado assunto, maior sua 
importância: 
Assunto Grau de incidência 
Noções sobre o MP e o Poder Judiciário 31% 
Lei Complementar 75/93 69% 
 
 
Abraão Pereira, Equipe Allan Maux, Allan Maux Santana
Aula 06
MPU - Passo Estratégico de Legislação Aplicada ao MPU e ao CNMP
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O que é mais cobrado dentro do assunto? 
Assim, considerando os tópicos que compõem o assunto, possuímos a seguinte distribuição 
percentual, em ordem decrescente de cobrança. 
 
ASSUNTO Grau de incidência 
Das Disposições Gerais (arts. 1º a 36) 48% 
Dos Ramos do Ministério Público da União (arts. 37 a 181) 33% 
Das Disposições Estatutárias Especiais (arts. 182 a 265) 11% 
Das Disposições Finais e Transitórias (arts. 266 a 295) 8% 
 
 
 
Abraão Pereira, Equipe Allan Maux, Allan Maux Santana
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ROTEIRO DE REVISÃO E PONTOS DO ASSUNTO QUE 
MERECEM DESTAQUE 
Vamos iniciar nossa aula! Para revisar e ficar bem preparado no assunto, você precisa, 
basicamente, seguir os passos a seguir. 
Autonomia do Ministério Público 
- Entender no que consiste a autonomia do Ministério Público. 
Vamos entender: 
Art. 22. Ao Ministério Público da União é assegurada autonomia funcional, 
administrativa e financeira, cabendo-lhe: 
I - propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços 
auxiliares, bem como a fixação dos vencimentos de seus membros e servidores; 
II - prover os cargos de suas carreiras e dos serviços auxiliares; 
III - organizar os serviços auxiliares; 
IV - praticar atos próprios de gestão. 
 Art. 23. O Ministério Público da União elaborará sua proposta orçamentária 
dentro dos limites da lei de diretrizes orçamentárias.. 
O Ministério Público é caracterizado por sua AUTONOMIA. 
Essa autonomia pode ser verificada em 3 esferas: 
Autonomia Funcional: A autonomia funcional significa que o Ministério Público (MP) tem a 
liberdade de exercer suas funções sem interferência externa, seja do Poder Executivo, 
Legislativo ou Judiciário. Isso assegura que os membros do MP possam investigar, denunciar e 
agir em defesa da sociedade e do interesse público de maneira independente. Essa 
independência é crucial para garantir que as decisões do MP sejam imparciais e não 
influenciadas por interesses políticos ou outros tipos de pressão. 
Autonomia Administrativa: A autonomia administrativa permite ao MP gerir sua própria estrutura 
interna e recursos humanos. Isso inclui: 
• Propor ao Legislativo a criação ou extinção de cargos: O MP pode sugerir mudanças na 
sua estrutura de cargos para atender melhor suas necessidades. 
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• Nomear seus próprios membros e organizar os serviços auxiliares: O MP tem o controle 
sobre a nomeação de seus integrantes e a organização dos serviços de apoio, garantindo 
que as funções administrativas sejam executadas de acordo com suas prioridades. 
• Praticar atos próprios de gestão: O MP pode tomar decisões administrativas e gerenciais 
de forma independente, sem necessidade de aprovação externa. 
Autonomia Financeira: A autonomia financeira garante que o MP tenha controle sobre seu 
orçamento e recursos financeiros. Isso inclui: 
• Elaborar sua própria proposta orçamentária: O MP pode planejar seu orçamento 
conforme suas necessidades, respeitando os limites estabelecidos pela legislação. 
• Receber recursos regularmente: Os recursos financeiros são entregues ao MP de maneira 
regular e previsível, o que assegura a continuidade de suas operações sem interrupções 
por falta de financiamento. 
• Prestação de contas e fiscalização: O MP é responsável por prestar contas de seus gastos 
e está sujeito a fiscalização tanto interna quanto externa, o que garante a transparência e 
a correta aplicação dos recursos públicos. 
Estrutura do MPU 
- Lembrar da estrutura do MPU. 
Vamos relembrar: 
Art. 24. O Ministério Público da União compreende: 
I - O Ministério Público Federal; 
II - o Ministério Público do Trabalho; 
III - o Ministério Público Militar; 
IV - o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. 
 Parágrafo único. A estrutura básica do MinistérioPúblico da União será 
organizada por regulamento, nos termos da lei. 
Segue esquema para facilitar a memorização: 
 
 
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Procurador Geral da República 
- Lembrar da forma de nomeação do Procurador Geral da República. 
Vamos observar a Lei Complementar: 
Art. 25. O Procurador-Geral da República é o chefe do Ministério Público da 
União, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, 
maiores de trinta e cinco anos, permitida a recondução precedida de nova 
decisão do Senado Federal. 
Parágrafo único. A exoneração, de ofício, do Procurador-Geral da República, por 
iniciativa do Presidente da República, deverá ser precedida de autorização da 
maioria absoluta do Senado Federal, em votação secreta. 
Decore os requisitos e forma de nomeação: 
- NOMEADO pelo PRESIDENTE da República 
- MEMBRO da carreira do MPU 
- MAIOR de 35 ANOS 
- EXONERADO de OFÍCIO pelo PRESIDENTE da República, precedida de AUTORIZAÇÃO 
de MAIORIA ABSOLUTA do SENADO. 
 
Ministério Público Federal 
- Decorar quando o MPF irá exercer suas funções. 
Vamos observar a Lei Complementar: 
 
MPU
MPF MPT MPM MPDFT
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Art. 37. O Ministério Público Federal exercerá as suas funções: 
 I - nas causas de competência do Supremo Tribunal Federal, do Superior 
Tribunal de Justiça, dos Tribunais Regionais Federais e dos Juízes Federais, e dos 
Tribunais e Juízes Eleitorais; 
II - nas causas de competência de quaisquer juízes e tribunais, para defesa de 
direitos e interesses dos índios e das populações indígenas, do meio ambiente, 
de bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico, 
integrantes do patrimônio nacional; 
III - (Vetado). 
Parágrafo único. O Ministério Público Federal será parte legítima para interpor 
recurso extraordinário das decisões da Justiça dos Estados nas representações 
de inconstitucionalidade. 
 
- Lembrar das funções eleitoras do MPF. 
Esse é um assunto que tem aparecido com frequência nos concursos públicos. Vamos observar a 
Lei: 
Art. 72. Compete ao Ministério Público Federal exercer, no que couber, junto à 
Justiça Eleitoral, as funções do Ministério Público, atuando em todas as fases e 
instâncias do processo eleitoral. 
Parágrafo único. O Ministério Público Federal tem legitimação para propor, 
perante o juízo competente, as ações para declarar ou decretar a nulidade de 
negócios jurídicos ou atos da administração pública, infringentes de vedações 
legais destinadas a proteger a normalidade e a legitimidade das eleições, contra 
a influência do poder econômico ou o abuso do poder político ou administrativo. 
Art. 73. O Procurador-Geral Eleitoral é o Procurador-Geral da República. 
 Parágrafo único. O Procurador-Geral Eleitoral designará, dentre os 
Subprocuradores-Gerais da República, o Vice-Procurador-Geral Eleitoral, que o 
substituirá em seus impedimentos e exercerá o cargo em caso de vacância, até o 
provimento definitivo. 
Art. 74. Compete ao Procurador-Geral Eleitoral exercer as funções do Ministério 
Público nas causas de competência do Tribunal Superior Eleitoral. 
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Parágrafo único. Além do Vice-Procurador-Geral Eleitoral, o Procurador-Geral 
poderá designar, por necessidade de serviço, membros do Ministério Público 
Federal para oficiarem, com sua aprovação, perante o Tribunal Superior Eleitoral. 
O Ministério Público Federal (MPF) tem várias funções no âmbito da Justiça Eleitoral, 
abrangendo todas as fases e instâncias dos processos eleitorais. Essas funções incluem fiscalizar, 
promover ações e defender a legalidade das eleições. 
Propostas de Ações pelo MPF: O MPF pode propor ações para anular negócios jurídicos ou atos 
administrativos que infrinjam leis eleitorais. Essas ações visam proteger a legitimidade das 
eleições, combatendo o abuso do poder econômico, político ou administrativo. 
Procurador-Geral Eleitoral: O Procurador-Geral Eleitoral é o Procurador-Geral da República, que 
tem a responsabilidade de atuar nos casos de competência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 
Ele designa um Vice-Procurador-Geral Eleitoral entre os Subprocuradores-Gerais da República 
para substituí-lo em caso de impedimentos ou vacância do cargo. 
Designações no TSE: Além do Vice-Procurador-Geral Eleitoral, o Procurador-Geral pode 
designar outros membros do Ministério Público Federal para atuar no Tribunal Superior Eleitoral 
conforme a necessidade do serviço, sempre com a sua aprovação. 
Vamos seguir: 
Art. 75. Incumbe ao Procurador-Geral Eleitoral: 
 I - designar o Procurador Regional Eleitoral em cada Estado e no Distrito 
Federal; 
II - acompanhar os procedimentos do Corregedor-Geral Eleitoral; 
 III - dirimir conflitos de atribuições; 
IV - requisitar servidores da União e de suas autarquias, quando o exigir a 
necessidade do serviço, sem prejuízo dos direitos e vantagens inerentes ao 
exercício de seus cargos ou empregos. 
Art. 76. O Procurador Regional Eleitoral, juntamente com o seu substituto, será 
designado pelo Procurador-Geral Eleitoral, dentre os Procuradores Regionais da 
República no Estado e no Distrito Federal, ou, onde não houver, dentre os 
Procuradores da República vitalícios, para um mandato de dois anos. 
 § 1º O Procurador Regional Eleitoral poderá ser reconduzido uma vez. 
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§ 2º O Procurador Regional Eleitoral poderá ser destituído, antes do término do 
mandato, por iniciativa do Procurador-Geral Eleitoral, anuindo a maioria absoluta 
do Conselho Superior do Ministério Público Federal. 
Art. 77. Compete ao Procurador Regional Eleitoral exercer as funções do 
Ministério Público nas causas de competência do Tribunal Regional Eleitoral 
respectivo, além de dirigir, no Estado, as atividades do setor. 
Parágrafo único. O Procurador-Geral Eleitoral poderá designar, por necessidade 
de serviço, outros membros do Ministério Público Federal para oficiar, sob a 
coordenação do Procurador Regional, perante os Tribunais Regionais Eleitorais. 
Art. 78. As funções eleitorais do Ministério Público Federal perante os Juízes e 
Juntas Eleitorais serão exercidas pelo Promotor Eleitoral. 
Art. 79. O Promotor Eleitoral será o membro do Ministério Público local que 
oficie junto ao Juízo incumbido do serviço eleitoral de cada Zona. 
Parágrafo único. Na inexistência de Promotor que oficie perante a Zona Eleitoral, 
ou havendo impedimento ou recusa justificada, o Chefe do Ministério Público 
local indicará ao Procurador Regional Eleitoral o substituto a ser designado. 
Art. 80. A filiação a partido político impede o exercício de funções eleitorais por 
membro do Ministério Público até dois anos do seu cancelamento 
Os artigos acima são cobrados, via de regra, em sua literalidade. Leia atentamente. 
Ministério Público do Trabalho 
- Decorar as competências do MPT. 
Vamos observar a Lei Complementar: 
Art. 83. Compete ao Ministério Público do Trabalho o exercício das seguintes 
atribuições junto aos órgãos da Justiça do Trabalho: 
I - promover as ações que lhe sejam atribuídas pela Constituição Federal e pelas 
leis trabalhistas; 
II - manifestar-se em qualquer fase do processo trabalhista, acolhendo solicitação 
do juiz ou por sua iniciativa, quando entender existente interesse público que 
justifique a intervenção; 
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III - promover a ação civil pública no âmbito da Justiça do Trabalho, para defesa 
de interesses coletivos, quando desrespeitados os direitos sociais 
constitucionalmente garantidos; 
IV - propor as ações cabíveis para declaração de nulidade de cláusula de 
contrato, acordo coletivo ou convenção coletiva que viole as liberdades 
individuais ou coletivas ou os direitos individuais indisponíveis dos trabalhadores; 
V - propor as ações necessárias à defesa dos direitos e interesses dos menores, 
incapazes e índios, decorrentes das relações de trabalho; 
VI - recorrer das decisões da Justiça do Trabalho, quando entender necessário, 
tanto nos processos em que for parte, como naqueles em que oficiar como fiscal 
da lei, bem como pedir revisão dos Enunciados da Súmula de Jurisprudência do 
Tribunal Superior do Trabalho; 
VII - funcionar nas sessões dos Tribunais Trabalhistas, manifestando-se 
verbalmente sobre a matéria em debate, sempre que entender necessário, 
sendo-lhe assegurado o direito de vista dos processos em julgamento, podendo 
solicitar as requisições e diligências que julgar convenientes; 
VIII - instaurar instância em caso de greve, quando a defesa da ordem jurídica ou 
o interesse público assim o exigir; 
IX - promover ou participar da instrução e conciliação em dissídios decorrentes 
da paralisação de serviços de qualquer natureza, oficiando obrigatoriamente nos 
processos, manifestando sua concordância ou discordância, em eventuais 
acordos firmados antes da homologação, resguardado o direito de recorrer em 
caso de violação à lei e à Constituição Federal; 
X - promover mandado de injunção, quando a competência for da Justiça do 
Trabalho; 
XI - atuar como árbitro, se assim for solicitado pelas partes, nos dissídios de 
competência da Justiça do Trabalho; 
XII - requerer as diligências que julgar convenientes para o correto andamento 
dos processos e para a melhor solução das lides trabalhistas; 
XIII - intervir obrigatoriamente em todos os feitos nos segundo e terceiro graus 
de jurisdição da Justiça do Trabalho, quando a parte for pessoa jurídica de 
Direito Público, Estado estrangeiro ou organismo internacional. 
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Para lembrar das competências do Ministério Público do Trabalho (MPT) junto à Justiça do 
Trabalho, pense na ideia de "proteção e intervenção em defesa dos direitos trabalhistas". Essa 
lógica cobre as ações de promover e defender (ações, intervenções, mandados), agir em nome 
do interesse público e dos vulneráveis (menores, incapazes, índios), buscar justiça em acordos 
coletivos, recorrer de decisões e participar ativamente em todas as fases dos processos 
trabalhistas. 
Visualize o MPT como um guardião que não só fiscaliza, mas também age proativamente para 
garantir um ambiente de trabalho justo e legal. 
 
- Lembrar da forma de nomeação do Procurador-Geral do Trabalho. 
Vamos observar: 
Art. 87. O Procurador-Geral do Trabalho é o Chefe do Ministério Público do 
Trabalho. 
Art. 88. O Procurador-Geral do Trabalho será nomeado pelo Procurador-Geral 
da República, dentre integrantes da instituição, com mais de trinta e cinco anos 
de idade e de cinco anos na carreira, integrante de lista tríplice escolhida 
mediante voto plurinominal, facultativo e secreto, pelo Colégio de Procuradores 
para um mandato de dois anos, permitida uma recondução, observado o mesmo 
processo. Caso não haja número suficiente de candidatos com mais de cinco 
anos na carreira, poderá concorrer à lista tríplice quem contar mais de dois anos 
na carreira. 
Parágrafo único. A exoneração do Procurador-Geral do Trabalho, antes do 
término do mandato, será proposta ao Procurador-Geral da República pelo 
Conselho Superior, mediante deliberação obtida com base em voto secreto de 
dois terços de seus integrantes 
Decore os requisitos e forma de nomeação: 
- NOMEADO pelo PROCURADOR-GERAL da República 
- MEMBRO da carreira do MPT 
- MAIOR de 35 ANOS de idade e com mais de 5 ANOS de carreira 
- EXONERADO de PROPOSTA pelo CONSELHO SUPERIOR ao PROCURADOR-GERAL da 
República, deliberada com voto secreto de 2/3 dos seus integrantes. 
 
- Lembrar da designações dos Procuradores. 
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Vamos observar: 
Art. 110. Os Procuradores Regionais do Trabalho serão designados para oficiar 
junto aos Tribunais Regionais do Trabalho. 
Parágrafo único. Em caso de vaga ou de afastamento de Subprocurador-Geral 
do Trabalho por prazo superior a trinta dias, poderá ser convocado pelo 
Procurador-Geral, mediante aprovação do Conselho Superior, Procurador 
Regional do Trabalho para substituição. 
Art. 111. Os Procuradores Regionais do Trabalho serão lotados nos ofícios nas 
Procuradorias Regionais do Trabalho nos Estados e no Distrito Federal 
Art. 112. Os Procuradores do Trabalho serão designados para funcionar junto 
aos Tribunais Regionais do Trabalho e, na forma das leis processuais, nos litígios 
trabalhistas que envolvam, especialmente, interesses de menores e incapazes. 
Parágrafo único. A designação de Procurador do Trabalho para oficiar em órgãos 
jurisdicionais diferentes dos previstos para a categoria dependerá de autorização 
do Conselho Superior. 
Art. 113. Os Procuradores do Trabalho serão lotados nos ofícios nas 
Procuradorias Regionais do Trabalho nos Estados e no Distrito Federal. 
Decore: 
Procuradores Regionais do Trabalho: 
• Oficiam junto aos Tribunais Regionais do Trabalho. 
• Lotados nas Procuradorias Regionais do Trabalho nos Estados e no Distrito Federal. 
Procuradores do Trabalho: 
• Funcionam junto aos Tribunais Regionais do Trabalho. 
• Designados para litígios trabalhistas, especialmente envolvendo interesses de menores e 
incapazes. 
• Lotados nas Procuradorias Regionais do Trabalho nos Estados e no Distrito Federal. 
Substituição e Autorizações 
• Substituição: 
o Em caso de vaga ou afastamento de Subprocurador-Geral do Trabalho por mais de 
30 dias, um Procurador Regional do Trabalho pode ser convocado pelo 
Procurador-Geral, com aprovação do Conselho Superior. 
• Autorizações: 
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o Designação de Procurador do Trabalho para oficiar em órgãos jurisdicionais 
diferentes dos previstos requer autorização do Conselho Superior. 
Por hoje, chegamos ao final do nosso roteiro de revisão. 
 
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APOSTA ESTRATÉGICA 
Nossa Aposta Estratégica vai para a autonomia do MP. 
Revise a partir da tabela a seguir: 
Autonomia Descrição Aspectos Detalhados 
Funcional 
Liberdade de exercer funções sem interferência 
externa, assegurando investigação e ação 
independentes em defesa da sociedade. 
Independência das decisões e 
ações do MP, garantindo 
imparcialidade. 
Administrativa 
Gestão da estrutura interna e recursos 
humanos, incluindo a criação/extinção de 
cargos, nomeação de membros e práticas de 
gestão autônomas. 
Propor criação/extinção de 
cargos, nomear membros, 
organizar serviços auxiliares, 
praticar atos próprios de gestão. 
Financeira 
Controle sobre o orçamento e recursos 
financeiros, elaboração da proposta 
orçamentária, recebimento regular de recursos 
e prestação de contas. 
Elaborar proposta orçamentária, 
receber recursos regularmente, 
prestar contas e ser fiscalizado. 
 
 
 
 
 
Abraão Pereira,Equipe Allan Maux, Allan Maux Santana
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QUESTÕES ESTRATÉGICAS 
1) FCC – Analista Judiciário (TRF) / 2018 
A Lei Complementar nº 75/1993 estabelece, em relação ao Ministério Público Federal e à Justiça 
Eleitoral, que: 
a) o Procurador-Geral Eleitoral é o Procurador-Geral da República. 
b) os promotores eleitorais são designados pelo Conselho Nacional do Ministério Público. 
c) o Ministério Público não pode propor ações eleitorais. 
d) a atuação do Ministério Público na Justiça Eleitoral é limitada a eleições municipais. 
e) o Ministério Público Federal não participa das fases do processo eleitoral. 
 
COMENTÁRIOS 
Conforme estabelecido na Lei Complementar nº 75/1993, o Procurador-Geral Eleitoral, que 
exerce funções eleitorais, é também o Procurador-Geral da República. 
Art. 73. O Procurador-Geral Eleitoral é o Procurador-Geral da República. 
Parágrafo único. O Procurador-Geral Eleitoral designará, dentre os 
Subprocuradores-Gerais da República, o Vice-Procurador-Geral Eleitoral, que o 
substituirá em seus impedimentos e exercerá o cargo em caso de vacância, até o 
provimento definitivo 
Gabarito: A 
2) VUNESP – Promotor de Justiça (MP/SP) / 2016 
No que concerne às funções do Ministério Público do Trabalho, estabelecidas pela Lei 
Complementar nº 75/1993, compete ao MPT: 
a) representar judicialmente os trabalhadores nas ações individuais de direito trabalhista. 
b) atuar em todas as instâncias da Justiça do Trabalho. 
c) propor ações civis públicas em defesa de direitos coletivos. 
d) supervisionar as atividades dos sindicatos. 
e) definir as condições de trabalho. 
 
COMENTÁRIOS: 
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O Ministério Público do Trabalho tem a competência de propor ações civis públicas para 
proteger direitos coletivos, conforme disposto no Art. 83 da Lei Complementar nº 75/1993. 
Olha só o diz a lei complementar 75/93: 
Art. 83. Compete ao Ministério Público do Trabalho o exercício das seguintes 
atribuições junto aos órgãos da Justiça do Trabalho: 
I - promover as ações que lhe sejam atribuídas pela Constituição Federal e pelas 
leis trabalhistas; 
II - manifestar-se em qualquer fase do processo trabalhista, acolhendo solicitação 
do juiz ou por sua iniciativa, quando entender existente interesse público que 
justifique a intervenção; 
III - promover a ação civil pública no âmbito da Justiça do Trabalho, para defesa 
de interesses coletivos, quando desrespeitados os direitos sociais 
constitucionalmente garantidos; 
(...). 
Gabarito: C 
3) CEBRASPE (CESPE) – Procurador da República (MPF) / 2017 
De acordo com a Lei Complementar nº 75/1993, a autonomia financeira do Ministério Público da 
União inclui: 
a) elaboração da proposta orçamentária sem limites. 
b) administração direta dos recursos financeiros recebidos. 
c) isenção de prestação de contas ao Congresso Nacional. 
d) total liberdade para investir em qualquer setor. 
e) elaboração da proposta orçamentária dentro dos limites da lei de diretrizes orçamentárias 
 
COMENTÁRIOS: 
Art. 23. O Ministério Público da União elaborará sua proposta orçamentária 
dentro dos limites da lei de diretrizes orçamentárias. 
A Lei Complementar nº 75/1993 define que o Ministério Público da União deve elaborar sua 
proposta orçamentária respeitando os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. 
Gabarito: E 
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4) ESAF – Técnico Administrativo (MPU) / 2015 
Segundo a Lei Complementar nº 75/1993, é competência do Procurador-Geral da República, 
exceto: 
a) nomear os procuradores-gerais dos Ministérios Públicos Militar e do Trabalho. 
b) encaminhar ao Presidente da República a lista tríplice para nomeação do Procurador-Geral do 
Trabalho. 
c) indicar os promotores eleitorais. 
d) propor ao Senado a exoneração do Procurador-Geral de Justiça do DF. 
e) aprovar a designação dos membros do MPF para atuar na Justiça Eleitoral. 
 
COMENTÁRIOS: 
A indicação dos promotores eleitorais não é uma competência do Procurador-Geral da 
República, conforme art. 26 sobre as atribuições do Procurador-Geral da República na Lei 
Complementar nº 75/1993. 
 Art. 26. São atribuições do Procurador-Geral da República, como Chefe do 
Ministério Público da União: 
I - representar a instituição; 
II - propor ao Poder Legislativo os projetos de lei sobre o Ministério Público da 
União; 
III - apresentar a proposta de orçamento do Ministério Público da União, 
compatibilizando os anteprojetos dos diferentes ramos da Instituição, na forma 
da lei de diretrizes orçamentárias; 
IV - nomear e dar posse ao Vice-Procurador-Geral da República, ao Procurador-
Geral do Trabalho, ao Procurador-Geral da Justiça Militar, bem como dar posse 
ao Procurador-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios; 
V - encaminhar ao Presidente da República a lista tríplice para nomeação do 
Procurador-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios; 
VI - encaminhar aos respectivos Presidentes as listas sêxtuplas para composição 
dos Tribunais Regionais Federais, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e 
Territórios, do Superior Tribunal de Justiça, do Tribunal Superior do Trabalho e 
dos Tribunais Regionais do Trabalho; 
VII - dirimir conflitos de atribuição entre integrantes de ramos diferentes do 
Ministério Público da União; 
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VIII - praticar atos de gestão administrativa, financeira e de pessoal; 
IX - prover e desprover os cargos das carreiras do Ministério Público da União e 
de seus serviços auxiliares; 
X - arbitrar o valor das vantagens devidas aos membros do Ministério Público da 
União, nos casos previstos nesta Lei Complementar; 
XI - fixar o valor das bolsas devidas aos estagiários; 
XII - exercer outras atribuições previstas em lei; 
XIII - exercer o poder regulamentar, no âmbito do Ministério Público da União, 
ressalvadas as competências estabelecidas nesta Lei Complementar para outros 
órgãos nela instituídos. 
Gabarito: B 
5) FCC – Analista Judiciário (TRT) / 2013 
Conforme a Lei Complementar nº 75/1993, sobre a função do Ministério Público Federal nas 
causas de competência dos Tribunais Regionais do Trabalho, é correto afirmar que: 
a) o MPF atua apenas em causas envolvendo direitos civis. 
b) o MPF atua em todas as causas trabalhistas. 
c) o MPF atua em causas que envolvem menores e incapazes. 
d) o MPF não tem competência para atuar na Justiça do Trabalho. 
e) o MPF atua apenas em processos administrativos. 
 
COMENTÁRIOS: 
Art. 112. Os Procuradores do Trabalho serão designados para funcionar junto 
aos Tribunais Regionais do Trabalho e, na forma das leis processuais, nos litígios 
trabalhistas que envolvam, especialmente, interesses de menores e incapazes. 
Parágrafo único. A designação de Procurador do Trabalho para oficiar em órgãos 
jurisdicionais diferentes dos previstos para a categoria dependerá de autorização 
do Conselho Superior. 
O Ministério Público Federal tem a competência de atuar em causas trabalhistas que envolvem 
menores e incapazes, conforme a Lei Complementar nº 75/1993. 
Gabarito: C 
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6) CEBRASPE (CESPE) – Defensor Público (DPU) / 2019 
Sobre a estrutura do Ministério Público da União, a Lei Complementar nº 75/1993 estabelece 
que:a) inclui apenas o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho. 
b) é composto por quatro ramos, incluindo o Ministério Público Militar e o Ministério Público do 
Distrito Federal e Territórios. 
c) não inclui o Ministério Público Militar. 
d) é composto por três ramos. 
e) é subordinado ao Poder Judiciário. 
 
COMENTÁRIOS: 
Art. 24. O Ministério Público da União compreende: 
I - O Ministério Público Federal; 
II - o Ministério Público do Trabalho; 
III - o Ministério Público Militar; 
IV - o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. 
Parágrafo único. A estrutura básica do Ministério Público da União será 
organizada por regulamento, nos termos da lei. 
A estrutura do Ministério Público da União, conforme a Lei Complementar nº 75/1993, é 
composta por quatro ramos: Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, 
Ministério Público Militar e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios 
Gabarito: B 
 
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QUESTIONÁRIO DE REVISÃO E APERFEIÇOAMENTO 
Vamos ao nosso questionário: 
Perguntas 
1. Qual é a principal característica da autonomia funcional do Ministério Público conforme a Lei 
Complementar nº 75/1993? 
2. Quais são os aspectos que compõem a autonomia administrativa do Ministério Público 
segundo a Lei Complementar nº 75/1993? 
3. De acordo com a Lei Complementar nº 75/1993, como é definida a autonomia financeira do 
Ministério Público? 
4. O que determina a Lei Complementar nº 75/1993 sobre a elaboração da proposta 
orçamentária do Ministério Público? 
5. Quais são as competências do Ministério Público Federal junto à Justiça Eleitoral segundo a 
Lei Complementar nº 75/1993? 
6. Quem é o Procurador-Geral Eleitoral de acordo com a Lei Complementar nº 75/1993? 
7. Quais são as funções do Procurador-Geral Eleitoral estabelecidas pela Lei Complementar nº 
75/1993? 
8. O que compete ao Procurador-Geral Eleitoral conforme a Lei Complementar nº 75/1993? 
9. Como é definida a atuação do Ministério Público do Trabalho pela Lei Complementar nº 
75/1993? 
10. Qual é a competência do Ministério Público do Trabalho em relação à defesa dos direitos 
dos trabalhadores conforme a Lei Complementar nº 75/1993? 
11. Como a Lei Complementar nº 75/1993 estabelece a substituição do Subprocurador-Geral do 
Trabalho em caso de vaga ou afastamento? 
12. Onde são lotados os Procuradores Regionais do Trabalho segundo a Lei Complementar nº 
75/1993? 
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13. Qual é a competência dos Procuradores do Trabalho na Justiça do Trabalho conforme a Lei 
Complementar nº 75/1993? 
14. Como a Lei Complementar nº 75/1993 define a lotação dos Procuradores do Trabalho? 
15. O que estabelece a Lei Complementar nº 75/1993 sobre a designação de Procuradores do 
Trabalho para oficiar em órgãos jurisdicionais diferentes dos previstos para a categoria? 
 
 
 
 
 
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Perguntas com respostas 
1. Qual é a principal característica da autonomia funcional do Ministério Público conforme a Lei 
Complementar nº 75/1993? 
A autonomia funcional do Ministério Público (Art. 22) garante que seus membros possam exercer 
suas funções sem interferência externa, seja do Poder Executivo, Legislativo ou Judiciário, 
assegurando que possam investigar, denunciar e agir em defesa da sociedade e do interesse 
público de maneira independente. 
2. Quais são os aspectos que compõem a autonomia administrativa do Ministério Público 
segundo a Lei Complementar nº 75/1993? 
A autonomia administrativa do Ministério Público (Art. 22) inclui a capacidade de propor ao 
Legislativo a criação ou extinção de cargos, nomear seus próprios membros e organizar os 
serviços auxiliares, além de praticar atos próprios de gestão de forma independente. 
3. De acordo com a Lei Complementar nº 75/1993, como é definida a autonomia financeira do 
Ministério Público? 
A autonomia financeira do Ministério Público (Art. 23) garante que o MP possa elaborar sua 
própria proposta orçamentária dentro dos limites da lei de diretrizes orçamentárias, receber 
recursos regularmente e ser responsável pela prestação de contas e fiscalização dos seus gastos, 
assegurando a transparência e correta aplicação dos recursos públicos. 
4. O que determina a Lei Complementar nº 75/1993 sobre a elaboração da proposta 
orçamentária do Ministério Público? 
A Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 23) determina que o Ministério Público da União deve 
elaborar sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos pela lei de diretrizes 
orçamentárias, assegurando uma gestão financeira autônoma e responsável. 
5. Quais são as competências do Ministério Público Federal junto à Justiça Eleitoral segundo a 
Lei Complementar nº 75/1993? 
Conforme a Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 72), o Ministério Público Federal exerce funções 
junto à Justiça Eleitoral em todas as fases e instâncias do processo eleitoral, podendo propor 
ações para declarar ou decretar a nulidade de negócios jurídicos ou atos da administração 
pública que infrinjam vedações legais destinadas a proteger a normalidade e legitimidade das 
eleições. 
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6. Quem é o Procurador-Geral Eleitoral de acordo com a Lei Complementar nº 75/1993? 
Segundo a Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 73), o Procurador-Geral Eleitoral é o Procurador-
Geral da República, que também designa o Vice-Procurador-Geral Eleitoral dentre os 
Subprocuradores-Gerais da República para substituí-lo em caso de impedimentos ou vacância do 
cargo. 
7. Quais são as funções do Procurador-Geral Eleitoral estabelecidas pela Lei Complementar nº 
75/1993? 
De acordo com a Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 74), o Procurador-Geral Eleitoral exerce as 
funções do Ministério Público nas causas de competência do Tribunal Superior Eleitoral e pode 
designar, por necessidade de serviço, outros membros do Ministério Público Federal para atuar 
perante o Tribunal Superior Eleitoral. 
8. O que compete ao Procurador-Geral Eleitoral conforme a Lei Complementar nº 75/1993? 
Conforme a Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 75), compete ao Procurador-Geral Eleitoral 
designar o Procurador Regional Eleitoral em cada Estado e no Distrito Federal, acompanhar os 
procedimentos do Corregedor-Geral Eleitoral, dirimir conflitos de atribuições e requisitar 
servidores da União e de suas autarquias quando necessário. 
9. Como é definida a atuação do Ministério Público do Trabalho pela Lei Complementar nº 
75/1993? 
A Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 83) define que o Ministério Público do Trabalho exerce 
suas funções junto aos órgãos da Justiça do Trabalho, promovendo ações atribuídas pela 
Constituição Federal e leis trabalhistas, manifestando-se em qualquer fase do processo 
trabalhista e propondo ações civis públicas para defesa de interesses coletivos. 
10. Qual é a competência do Ministério Público do Trabalho em relação à defesa dos direitos 
dos trabalhadores conforme a Lei Complementar nº 75/1993? 
Conforme a Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 83, inciso V), o Ministério Público do Trabalho 
tem a competência de propor ações necessárias à defesa dos direitos e interesses dos menores, 
incapazes e índios decorrentes das relações de trabalho. 
11. Como a Lei Complementar nº 75/1993 estabelece a substituição do Subprocurador-Geral do 
Trabalho em caso de vaga ou afastamento?Abraão Pereira, Equipe Allan Maux, Allan Maux Santana
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Segundo a Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 110, parágrafo único), em caso de vaga ou 
afastamento do Subprocurador-Geral do Trabalho por prazo superior a trinta dias, pode ser 
convocado um Procurador Regional do Trabalho para substituição, mediante aprovação do 
Conselho Superior e convocação pelo Procurador-Geral. 
12. Onde são lotados os Procuradores Regionais do Trabalho segundo a Lei Complementar nº 
75/1993? 
De acordo com a Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 111), os Procuradores Regionais do 
Trabalho são lotados nos ofícios das Procuradorias Regionais do Trabalho nos Estados e no 
Distrito Federal. 
13. Qual é a competência dos Procuradores do Trabalho na Justiça do Trabalho conforme a Lei 
Complementar nº 75/1993? 
A Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 112) estabelece que os Procuradores do Trabalho são 
designados para atuar junto aos Tribunais Regionais do Trabalho e em litígios trabalhistas que 
envolvam interesses de menores e incapazes, sendo sua designação para outros órgãos 
jurisdicionais dependente de autorização do Conselho Superior. 
14. Como a Lei Complementar nº 75/1993 define a lotação dos Procuradores do Trabalho? 
Conforme a Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 113), os Procuradores do Trabalho são lotados 
nos ofícios das Procuradorias Regionais do Trabalho nos Estados e no Distrito Federal. 
15. O que estabelece a Lei Complementar nº 75/1993 sobre a designação de Procuradores do 
Trabalho para oficiar em órgãos jurisdicionais diferentes dos previstos para a categoria? 
A Lei Complementar nº 75/1993 (Art. 112, parágrafo único) estabelece que a designação de 
Procuradores do Trabalho para oficiar em órgãos jurisdicionais diferentes dos previstos para a 
categoria depende de autorização do Conselho Superior. 
 
Pessoal, qualquer dúvida, mandem um DM pelo instagram!! Respondemos a todos! 
 
Abraão Pereira 
Insta: @abraapdp 
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LISTA DE QUESTÕES ESTRATÉGICAS SEM COMENTÁRIOS 
1) FCC – Analista Judiciário (TRF) / 2018 
A Lei Complementar nº 75/1993 estabelece, em relação ao Ministério Público Federal e à Justiça 
Eleitoral, que: 
a) o Procurador-Geral Eleitoral é o Procurador-Geral da República. 
b) os promotores eleitorais são designados pelo Conselho Nacional do Ministério Público. 
c) o Ministério Público não pode propor ações eleitorais. 
d) a atuação do Ministério Público na Justiça Eleitoral é limitada a eleições municipais. 
e) o Ministério Público Federal não participa das fases do processo eleitoral. 
 
2) VUNESP – Promotor de Justiça (MP/SP) / 2016 
No que concerne às funções do Ministério Público do Trabalho, estabelecidas pela Lei 
Complementar nº 75/1993, compete ao MPT: 
a) representar judicialmente os trabalhadores nas ações individuais de direito trabalhista. 
b) atuar em todas as instâncias da Justiça do Trabalho. 
c) propor ações civis públicas em defesa de direitos coletivos. 
d) supervisionar as atividades dos sindicatos. 
e) definir as condições de trabalho. 
 
3) CEBRASPE (CESPE) – Procurador da República (MPF) / 2017 
De acordo com a Lei Complementar nº 75/1993, a autonomia financeira do Ministério Público da 
União inclui: 
a) elaboração da proposta orçamentária sem limites. 
b) administração direta dos recursos financeiros recebidos. 
c) isenção de prestação de contas ao Congresso Nacional. 
d) total liberdade para investir em qualquer setor. 
e) elaboração da proposta orçamentária dentro dos limites da lei de diretrizes orçamentárias 
 
4) ESAF – Técnico Administrativo (MPU) / 2015 
Segundo a Lei Complementar nº 75/1993, é competência do Procurador-Geral da República, 
exceto: 
a) nomear os procuradores-gerais dos Ministérios Públicos Militar e do Trabalho. 
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b) encaminhar ao Presidente da República a lista tríplice para nomeação do Procurador-Geral do 
Trabalho. 
c) indicar os promotores eleitorais. 
d) propor ao Senado a exoneração do Procurador-Geral de Justiça do DF. 
e) aprovar a designação dos membros do MPF para atuar na Justiça Eleitoral. 
 
5) FCC – Analista Judiciário (TRT) / 2013 
Conforme a Lei Complementar nº 75/1993, sobre a função do Ministério Público Federal nas 
causas de competência dos Tribunais Regionais do Trabalho, é correto afirmar que: 
a) o MPF atua apenas em causas envolvendo direitos civis. 
b) o MPF atua em todas as causas trabalhistas. 
c) o MPF atua em causas que envolvem menores e incapazes. 
d) o MPF não tem competência para atuar na Justiça do Trabalho. 
e) o MPF atua apenas em processos administrativos. 
 
6) CEBRASPE (CESPE) – Defensor Público (DPU) / 2019 
Sobre a estrutura do Ministério Público da União, a Lei Complementar nº 75/1993 estabelece 
que: 
a) inclui apenas o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho. 
b) é composto por quatro ramos, incluindo o Ministério Público Militar e o Ministério Público do 
Distrito Federal e Territórios. 
c) não inclui o Ministério Público Militar. 
d) é composto por três ramos. 
e) é subordinado ao Poder Judiciário. 
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Gabarito 
 
1 2 3 4 5 6 
A C E B C B 
 
 
 
 
 
 
 
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