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CURSO PEDAGOGIA - FASA
GRUPO 5
DOS SERVIÇOS E DOS RECURSOS
DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
COMPONENTES:
BRUNA BUNINI
EDNA OLIVEIRA
LAURA BEILFUS
ROSANA OLIVEIRA
TAIS ALMEIDA
TAIS SNITOWSKI
		 Dos serviço e dos recursos da educação especial
	Os serviços e recursos provido, disponibilizados e coordenados gestores, com o objetivo de garantir a efetiva aplicabilidade das disposições legais sobre a educação especial no contexto escolar, são disponibilizados por professores especializados, professores regentes, profissionais da equipe multidisciplinares, profissionais de apoio escolar e outros, podendo ser oferecidos nas salas de recursos, nas salas de aula e em outros espaços escolares. Também podem ser oferecidos por instituições privadas sem fins lucrativos, de maneira autônoma e ou por meio de convênios com secretárias de educação estaduais, distrital e municipais. 
	Os atendimentos podem ser a um grupo específico do público alvo da educação especial, ou de maneira integrada, com diversos públicos. O atendimento pode abranger desde o funcionamento de salas de recursos específicas ou multifuncionais até o atendimento às famílias dos educandos.
ART. 7
* São considerados serviços e recursos de educação especial: 
I- Centros de apoio às pessoas com deficiência visual. Trabalha em busca da autonomia na alimentação, na higiene e nos cuidados pessoais, nas atividades escolares de introdução e consolidação da aprendizagem pelo Sistema Braille, com Soroban e demais instrumentos didáticos- pedagógicos da área.
II - Centros de atendimento educacional especializado para educandos com deficiência intelectual, mental e transtornos globais do desenvolvimento.
O atendimento educacional especializado de educandos com deficiência intelectual, mental e/ ou transtornos globais do desenvolvimento deve contemplar atividades de ambientação escolar atividades para socialização, autonomia na alimentação, higiene e cuidados pessoais, atividades escolares de introdução e conservação das aprendizagens adquiridas nas escolas regulares inclusivas, escolas bilíngues ou escolas especializadas, sempre visando ao máximo desenvolvimento possível da personalidade, dos talentos, da criatividade, das habilidades físicas e intelectuais dos educandos com deficiência intelectual, mental ou com transtornos globais do desenvolvimento.
III -Centros de atendimento educacional especializado para educandos com deficiência física - motora.
O atendimento educacional especializado para educandos com deficiência físico -motora conta com a tecnologia assistiva e deve desenvolver sistemas alternativos de comunicação para os que não falam bem como com recursos desenvolvidos ou adaptados especificamente para cada estudante.
A tecnologia deve ser utilizada por meio de computadores ou tablets que favoreçam a realização de atividades escolares e a comunicação
Centros de atendimento educacional especializado
A educação especial é uma modalidade de ensino que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, realiza o atendimento educacional especializado, disponibiliza os recursos e serviços e orienta quanto a sua utilização no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular.
O Centro de Atendimento Educacional Especializado (CAEE) visa atividades multidisciplinares, além de trabalhar o pedagógico, a saúde e a educação das crianças. O contato direto com os diretores, professores, médicos, fonoaudiólogos e psicólogos que atendem os alunos é o diferencial do atendimento especializado.
Os alunos são encaminhados pela direção da escola e passam a visitar o centro duas vezes por semana. Às sextas-feiras, acontece a avaliação da equipe, na qual também é pautada o desempenho das crianças, orientação do planejamento e construção do material que será trabalhado durante a semana. 
Centros de atividades de altas habilidades e superdotação 
Núcleo de Atividades de Altas Habilidades/Superdotação é um serviço de apoio pedagógico especializado, destinado a oferecer suporte aos sistemas de ensino no atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos com Altas Habilidades/Superdotação.
A identificação de alunos com Altas Habilidades/Superdotação no contexto escolar é uma necessidade para que este desenvolva suas habilidades e usufrua com qualidade do seu potencial. Esta identificação se faz necessária tendo em vista os equívocos a cerca deste público alvo da educação especial.
O atendimento educacional especializado envolve a identificação das áreas de domínio ou talentos dos educandos, a fim de elaborar os objetivos dos programas que será desenvolvido. Poderão ser oferecidos programas de enriquecimento de talentos, de criatividade, de habilidades socioemocionais, de liderança de autoconhecimento, de desenvolvimentos de projeto, STEAM (Science, Technology, Engeineering, Arts and Mathematics).
O CAAHS ( CENTRO DE ATIVIDADES DE ALTAS HAILIDADES E SUPERDOTAÇÃO) também é destinado a produção de materiais didáticos- pedagógico para professores e educandos com altas habilidades ou superdotação, para utilização nas salas de recursos específicos, multifuncionais, escolares regulares inclusivas, escolas bilingues de surdos ou escolas especializadas bem como para a formação continuada de profissionais da educação. A formação continuada realizada pelo centro de atividades de altas habilidades e superdotação deve ser feita em articulação com instituições de ensino superior e com o sistema de ensino ao qual esteja vinculado, observando a legislação pertinente no que se refere a certificação dessa formação.
 
	IV – centros de capacitações de profissionais da educação e de atendimento às pessoas com surdez;
No espaço físico dos CAS são oferecidos o serviço de atendimento educacional especializados bilíngue de surdos e o serviço de atendimento educacional especializado destinado aos educandos surdos com deficiências auditivas e surdo cegos que não optarem pela educação bilíngue de surdos. 
O CAS tem papel fundamental no apoio e na implementação de projetos de educação bilíngue, valorização e ensino da Língua Brasileira de sinais, tanto no que se refere à formação continuada dos profissionais da educação, quanto no atendimento a educandos e suas famílias. 
Também compete ao CAS a produção de matérias didáticos adequados e acessíveis ao seu publico – alvo.
 
VII – CLASSES BILÍNGUES DE SURDOS
A classe bilingues de surdos é uma enturmação de educandos surdos, com deficiências auditivas e surdocegos, que optam pela Língua Brasileira de Sinais, organizada para o desenvolvimento. 
Cabe destacar que a enturmação de educandos nessas classes deve considerar a especialidade linguistico – cultural, o que constitui um universo conceitual maior que a compreensão do impedimento de natureza auditiva.
VIII – CLASSES ESPECIALIZADAS
A classe especializada é uma alternativa que pode ser criada pela escola regular inclusiva para atender a educandos com impedimento de logo prazo que demande apoios múltiplos e contínuos, ou educandos com altas habilidades ou superdotação, sempre que esses educandos não se beneficiem das classes regulares inclusivas ou haja evidências de que terão maior beneficio nas classes especializadas voltadas para o atendimento mais específicos de suas demandas.
O encaminhamento de educandos para classes especializadas deve ser orientado após avaliação biopsicossocial feita na escola por equipe multiprofissional e interdisciplinar com a participação da família.
IX- Escolas Bilingues de Surdos
É uma instituição educacional do sistema regular de ensino na qual a comunicação, a instrução, a interação e o ensino são realizados em libras como primeira língua e Lingua portuguesa como segunda língua.
Na escola bilíngue de surdos, a libras compõe o currículo, bem cmo a Lingua portuguesa na modalidade escrita, para que os educandos possam alcançar o desenvolvimento linguístico esperado de maneira similar ás crianças ouvintes.
X- Escolas especializadas
Uma escola especializada atende educandos com impedimento de longo prazo denatureza sensorial, intelectual, mental ou física, ou mesmo comportamental comunicacional, e interativa, os quais apresentem demanda de apoios múltiplos, e contínuos, e educandos com altas ou superdotação.
	XI- Escolas-polo de atendimento educacional especializado 
A escola polo deve constar, em seu projeto politico pedagógico, a sua interação de atuar no atendimento educacional especializado a um grupo especifico da educação especial. Deve possuir salas de recursos multifuncionais ou especificas para o atendimento educacional especializado bem como profissionais qualificados com atuação permanente na unidade escolar. 
São objetivos da escola polo; garantir ações pedagógicas voltadas ás especificadas dos educandos da educação especial atendidos, promover maior eficiência da gestão escolar na efetivação do projeto politico pedagógico, nas adaptações estruturais e didático pedagógicas e nas ações de capacitação de equipe, potencializar a oferta de serviços e recursos educacionais especializados, e garantir a qualidade da aprendizagem e o desenvolvimento acadêmico e social dos educandos da educação especial.
	
XII- Materiais didático pedagógico adequado e acessíveis ao publico alvo desta politica nacional de educação especial
São distribuídos pelos sistemas federal, estadual, distrital, ou municipal, ou elaborados nos centros de atendimento especializado, os quais visam a maximizar as possibilidades de participação plena dos educandos da educação especial nas atividades escolares, e além da acessibilidade, devem ser adequados aos estágios de desenvolvimento dos educandos e aos diversos níveis de educação
Exemplos; textos em braille, textos em braille-tinta, textos em tipo ampliado, vídeos em libras, representações gráficas táteis em alto relevo, diferentes texturas e tamanhos, entre outros.
Núcleos de acessibilidade
O Núcleo de Acessibilidade constitui um espaço de apoio especializado oferecido em instituições de ensino superior;
- Prioriza a eliminação ou minimização de barreiras, possibilitando a plena participação do estudante no ambiente acadêmico, objetivando a acessibilidade ao currículo; 
Sala de Recursos 
- As salas de recursos específicas e as salas de recursos multifuncionais são espaços organizados nas escolas de educação básica, centros de atendimento educacional especializado, com profissionais qualificados, além de materiais didático-pedagógicos próprios e em formatos acessíveis, com equipamentos e demais recursos disponíveis; 
- Uma sala de recursos é multifuncional quando atende os educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação;
- As salas de recursos específicas podem ser bilíngues quando o atendimento for destinado aos surdos, deficientes auditivos e surdocegos que optam pela Língua Brasileira de Sinais; 
Serviços de atendimento educacional especializado para crianças de zero a três anos
- Crianças que se encontram em atraso ou adiantamento no desenvolvimento, devem por direito estarem matriculadas nas creches, com o apoio desse Serviço e de equipe multiprofissional e interdisciplinar;
Integram o Serviço de Atendimento Educacional Especializado: 
Ensino do Sistema Braille;
Ensino das técnicas de cálculo no Soroban;
Ensino das técnicas de orientação e mobilidade;
Ensino do uso de recursos ópticos e não ópticos para educandos cegos ou com baixa visão;
Comunicação alternativa e aumentativa – CAA;
Tecnologia assistiva;
Informática acessível;
Programas de enriquecimento curricular para educandos com altas habilidades ou superdotação;
Estratégias para o desenvolvimento de processos cognitivos; e 
Serviços de atendimento educacional especializado aos educandos surdos, com deficiência auditiva ou surdocegos, que não optam pela educação bilíngue.
	Integram o Serviço de Atendimento Educacional Especializado Bilingue de Surdos:
Atividades suplementares e complementares desenvolvidas por professores bilíngues;
Interação;
Instrução e ensino;
Oferecidas aos educandos surdos, com deficiência auditiva e surdocegos que optem pela educação bilíngue. 
O SAEE – BS deve oferecer, de maneira complementar e suplementar, o ensino da Língua Portuguesa, na modalidade escrita, como segunda língua para surdos.
Classe hospitalar e atendimento domiciliar
Os educandos da educação básica matriculados no sistema de ensino e que se encontram impossibilitados de frequentar a escola por motivo de tratamento de saúde, têm o direito a atendimento educacional em classe hospitalar ou em atendimento domiciliar, sendo ou não do público alvo da educação especial.
Esses, devem receber de cada sistema escolar (público ou privado), atendimento especifico de apoio a aprendizagem, segundo suas singularidades e demandas, por meio de professores e equipes multiprofissionais, conforme pressupostos da educação equitativa e inclusiva.
		Classe hospitalar e atendimento domiciliar
Caso o educando da educação básica internado para tratamento de saúde seja público-alvo da Educação Especial, tem direito ao atendimento educacional especializado que caracteriza a educação especial.
O sistema educacional deve adequar-se para desenvolver práticas pedagógicas que favoreçam as aprendizagens formais dos educandos, o envolvimento e a parceria da família e dos profissionais das escolas de origem é de grande importância. 
Com a parceria das unidades hospitalares, o sistema educacional deve preparar adequadamente os espaços físicos, disponibilizando ambientes para o ensino e para o atendimento educacional especializado, considerando a ambiência hospitalar e as condições clinicas e psicoemocionais de cada estudante.
		Classe hospitalar e atendimento domiciliar
As práticas pedagógicas desenvolvidas nas classes hospitalares não devem perder a conexão com os conteúdos escolares, de modo a que propiciem condições favoráveis a aprendizagem, dando-lhe perspectivas de reinserção na escolarização comum.
As classes hospitalares podem estender o atendimento educacional e ou atendimento educacional especializado ao atendimento domiciliar, até quando necessário.
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