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Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 1 de 49 Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 2 de 49 JESUS E A PROIBIÇÃO DO CORBÃ PRISCILA FAGUNDES FAGUNDES, Priscila . Jesus, e a proibição do Corbã 1. Ed. Xerém, Duque de Caxias, RJ- Brasil: Tetelestai, 2024. 31 p. v. 1. ISBN gov.br. Como citar: (FAGUNDES, Priscila 2024) (FAGUNDES, 2024) Fagundes (2024) Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 3 de 49 JESUS E A PROIBIÇÃO DO CORBÃ INTRODUÇÃO Olá meus amores, sejam bem-vindos ao canal de estudos bíblicos comigo, Priscila Fagundes para mais uma aula. Sintam-se à vontade. Peguem caderno, caneta, e não se esqueçam de curtir e deixar seu comentário, ok?! Estamos finalizando o Especial sobre a Reforma Protestante de Martinho Lutero. , foi um prazer pesquisar e ensinar para vocês. Essa aula me deixou muito pensativa, e ciente que realmente a cultura pode sim destorcer o evangelho puro e simples da Cruz. Falamos em três aulas que os atos de Jesus contradiziam a lei Mosaica, mas por quê? Jesus afirmou frequentemente que não veio para abolir a Lei, mas para cumpri-la. 1 Certo dia, alguns fariseus e mestres da lei chegaram de Jerusalém para ver Jesus.2 Observaram que alguns de seus discípulos comiam sua refeição com as mãos impuras, ou seja, sem lavá-las.3 (Pois todos os judeus, sobretudo os fariseus, não comem sem antes lavar cuidadosamente as mãos, como exige a tradição dos líderes religiosos.4 Quando chegam do mercado, não comem coisa alguma sem antes mergulhar as mãos em água. Essa é apenas uma das muitas tradições às quais se apegam, como a lavagem de copos, jarras e panelas.) Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 4 de 49 5 Então os fariseus e mestres da lei lhe perguntaram: "Por que seus discípulos não seguem a tradição dos líderes religiosos? Eles comem sem antes realizar a cerimônia de lavar as mãos!". 6 Jesus respondeu: "Hipócritas! Isaías tinha razão quando profetizou a seu respeito, pois escreveu: ‘Este povo me honra com os lábios, mas o coração está longe de mim.7 Sua adoração é uma farsa, pois ensinam doutrinas humanas como se fossem mandamentos de Deus’. 8 Vocês desprezam a lei de Deus e a substituem por sua própria tradição". 9 Disse ainda: "Vocês se esquivam com habilidade da lei de Deus para se apegar à sua própria tradição.10 Por exemplo, Moisés deu esta lei: ‘Honre seu pai e sua mãe’ e ‘Quem insultar seu pai ou sua mãe será executado’.11 Vocês, porém, ensinam que alguém pode dizer a seus pais: ‘Não posso ajudá-los. Jurei entregar como oferta a Deus aquilo que eu teria dado a vocês’.12 Com isso, desobrigam as pessoas de cuidarem dos pais,13 anulando a palavra de Deus a fim de transmitir sua própria tradição. E esse é apenas um exemplo entre muitos outros". 14 Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: "Ouçam, todos vocês, e procurem entender.15 Não é o que entra no corpo que os contamina; vocês se contaminam com o que sai do coração. O problema não estava nas Leis de Moisés, ou nos ensinamentos dos profetas, estavam na importância que se dava de uma forma mais intensa as tradições, do que a lei propriamente dita. Marcos 7;1-14. Mateus 15:10-11 (NVI) Jesus chamou a multidão para junto de si e disse: "Ouçam e entendam. Não é o que entra pela boca que torna o homem ‘impuro’; mas o que sai da sua boca, isso o torna ‘impuro’." Marcos 7:14-15 (NVI) Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 5 de 49 Jesus voltou a chamar a multidão e disse: "Ouçam-me, todos vocês, e entendam isto: Não há nada fora do homem que, nele entrando, possa torná-lo ‘impuro’. Pelo contrário, o que sai do homem é que o torna ‘impuro’." O contexto dessas passagens é uma discussão sobre tradições e leis alimentares judaicas. Jesus estava respondendo a críticas dos fariseus e mestres da lei que questionavam por que os discípulos de Jesus não seguiam as tradições de purificação antes das refeições. A contaminação vem de dentro: A frase sugere que a verdadeira impureza não vem das coisas que colocamos em nosso corpo, mas sim dos nossos pensamentos, sentimentos e ações. O coração como fonte: O coração é visto como a origem dos nossos desejos, motivações e intenções. É de lá que brotam as coisas boas e as más. É importante cultivar pensamentos positivos, sentimentos de compaixão e ações justas. O Autoconhecimento é indispensável. Buscar entender as raízes dos nossos comportamentos e trabalhar para transformar aquilo que não nos agrada. A forma como tratamos os outros é um reflexo do nosso interior. A frase de Jesus nos convida a olhar para dentro de nós mesmos e a reconhecer que a verdadeira mudança começa no coração. Ao cuidarmos da nossa vida interior, podemos ter relacionamentos íntimo e uma vida mais plena com Deus se formos dignos e honestos conosco e com nosso próximo! Jesus desafiou a ideia de que a pureza espiritual era determinada por práticas externas ou leis dietéticas. Ele ensinou que a verdadeira impureza vem do coração e das atitudes internas de uma pessoa. O que realmente "contamina" uma pessoa é o que sai do coração, como pensamentos malignos, intenções e palavras. Esta é uma chamada para autoexame e transformação interior. Espiritualidade Autêntica: Jesus enfatizou que a espiritualidade genuína está enraizada em um coração puro e intenções sinceras, mais do que em rituais externos. Não adianta dar o dízimo e adulterar, roubar, mentir, dissimular etc., pois o dízimo fazia parte de um ritual de justificação pelo sangue dos animais, não era dinheiro, era anual e não mensal, e para o ritual ser completo, o dizimista comia parte da oferta entregue. 22 "Separem o dízimo de suas colheitas, um décimo de toda a sua safra anual.23 Levem o dízimo ao lugar que o Senhor, seu Deus, escolher para Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 6 de 49 estabelecer seu nome e comam o dízimo ali, na presença do Senhor. Isso se aplica aos dízimos de cereais, do vinho novo, do azeite e dos machos das primeiras crias do gado e dos rebanhos. Com isso, aprenderão a sempre temer o Senhor, seu Deus. 24 "Se o Senhor, seu Deus, os abençoar com uma boa colheita, mas o lugar que ele escolher para habitação do seu nome for distante demais para vocês levarem o dízimo,25 vendam a décima parte de suas colheitas e rebanhos, coloquem o dinheiro numa bolsa e levem-no ao lugar que o Senhor, seu Deus, escolheu.26 Quando chegarem, usem o dinheiro para comprar o tipo de alimento que desejarem: bois, ovelhas, vinho ou qualquer outra bebida fermentada. Então, na presença do Senhor, seu Deus, comam e alegrem-se com toda a sua família.27 E não se esqueçam de cuidar dos levitas de sua cidade, pois eles não receberão porção alguma de terra como herança entre vocês. 28 "Ao final de cada três anos, levem todo o dízimo da colheita daquele ano à cidade mais próxima e armazenem-no ali.29 Entreguem o dízimo aos levitas, que não receberão porção alguma de terra como herança entre vocês, e também aos estrangeiros que vivem entre vocês, e aos órfãos e às viúvas de suas cidades, para que eles comam até se saciarem. Então o Senhor, seu Deus, os abençoará em todo o seu trabalho." Ao focar no que sai do coração, Jesus ressaltou a importância de uma transformação interna, que se reflete em ações e palavras puras. Esse ensinamento continua a desafiar e inspirar a busca por uma fé autêntica e uma vida moral íntegra. Jesus abomina lábios que falam hipocritamente! Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 7 de 49 Ao longo de quatro capítulos vemos que os judeus já não cumpriam suas obrigações, pois não faziam corretamente os sacrifícios que deveriam fazer a Deus. O pecadoA corbã representava uma entrega total a Deus, uma consagração da vida. Judas, ao trair Jesus, demonstrava o oposto, uma rejeição completa a Deus e Seus caminhos. A oferta de Judas não servia como corbã porque sua intenção era má, seu crime era grave e sua alma estava corrompida. A corbã era um ato de amor e devoção a Deus, algo que estava completamente ausente no coração de Judas. Outras considerações: A história de Judas serve como um lembrete de que as ações têm consequências e que o arrependimento sincero é fundamental para a salvação. A figura de Judas também nos mostra a importância da vigilância espiritual e da luta constante contra o pecado. Se você tiver mais alguma dúvida, fique à vontade para perguntar: estudosbiblicospf@gmail.com A oferta de sangue não era corbã porque o voto de corbã consagrava os bens de uma pessoa a Deus, tornando-os intocáveis e reservados ao Templo. E Dependia da intensão do coração. A palavra hebraica corbã significa “sacrifício”, “oferta” ou “oblação”. Literalmente, descreve aquilo que é levado para junto do altar. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 41 de 49 O voto de corbã era uma prática que Jesus condenou, era uma prática exclusivamente judaica, confirmada pelo historiador Flávio Josefo, não para gentios, pois os pais ficavam privados de sustento necessário, enquanto o Templo e os sacerdotes ficavam ainda mais ricos, e os filhos que eram para ser apedrejados, eram encobertos pelos sacerdotes que davam um jeitinho para burlar a leiv3 declarar o corbã, ou seja, a oferta válida. Marcos 7:6-16 NVT [6] Jesus respondeu: “Hipócritas! Isaías tinha razão quando profetizou a seu respeito, pois escreveu: ‘Este povo me honra com os lábios, mas o coração está longe de mim. [7] Sua adoração é uma farsa, pois ensinam doutrinas humanas como se fossem mandamentos de Deus’. [8] Vocês desprezam a lei de Deus e a substituem por sua própria tradição”. [9] Disse ainda: “Vocês se esquivam com habilidade da lei de Deus para se apegar à sua própria tradição. [10] Por exemplo, Moisés deu esta lei: ‘Honre seu pai e sua mãe’ e ‘Quem insultar seu pai ou sua mãe será executado’. [11] Vocês, porém, ensinam que alguém pode dizer a seus pais: ‘Não posso ajudá-los. Jurei entregar como oferta a Deus aquilo que eu teria dado a vocês’. [12] Com isso, desobrigam as pessoas de cuidarem dos pais, [13] anulando a palavra de Deus a fim de transmitir sua própria tradição. E esse é apenas um exemplo entre muitos outros”. [14] Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: “Ouçam, todos vocês, e procurem entender. [15] Não é o que entra no corpo que os contamina; vocês se contaminam com o que sai do coração. [16] Quem tem ouvidos para ouvir, ouça com atenção!”. https://bible.com/bible/1930/mrk.7.6-16.NVT https://bible.com/bible/1930/mrk.7.6-16.NVT Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 42 de 49 Malaquias 1:6-14 NVT [6] O Senhor dos Exércitos diz aos sacerdotes: “O filho honra seu pai, e o servo respeita seu senhor. Se eu sou seu pai e seu senhor, onde estão a honra e o respeito que mereço? Vocês desprezam meu nome! “Mas vocês perguntam: ‘De que maneira desprezamos teu nome?’. [7] “Vocês o desprezam oferecendo sacrifícios contaminados sobre meu altar. “E vocês perguntam: ‘De que maneira contaminamos os sacrifícios?’. “Vocês os contaminam dizendo que a mesa do Senhor não merece respeito. [8] Acaso não é errado sacrificarem animais cegos? Não é errado oferecerem animais aleijados e doentes? Apresentem ofertas como essas a seu governador e vejam se ele ficará satisfeito e se agradará de vocês!”, diz o Senhor dos Exércitos. [9] “Vão em frente, supliquem a Deus para que tenha compaixão de vocês. Mas por que ele atenderia, uma vez que apresentam esse tipo de oferta?”, diz o Senhor dos Exércitos. [10] “Quem dera um de vocês fechasse as portas do templo para que não se acendesse em vão o fogo do meu altar! Não me agrado de vocês”, diz o Senhor dos Exércitos, “e não aceitarei suas ofertas. [11] Contudo, meu nome é honrado de manhã até a noite por pessoas de outras nações. Em todo o mundo oferecem incenso e sacrifícios puros em minha honra, pois meu nome é grande entre as nações”, diz o Senhor dos Exércitos. [12] “Mas vocês, com suas ações, desonram meu nome. Ao trazer alimentos desprezíveis, declaram que não há nada de errado em contaminar a mesa do Senhor. [13] Dizem: ‘É difícil demais servir ao Senhor!’ e desprezam minhas ordens”, diz o Senhor dos Exércitos. “Vocês trazem como ofertas animais roubados, aleijados e doentes! Acaso devo aceitar de suas mãos esse tipo de oferta?”, diz o Senhor. [14] “Maldito seja o trapaceiro que promete um carneiro forte de seu rebanho, mas depois sacrifica ao Senhor um animal defeituoso. Pois Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 43 de 49 eu sou o grande Rei”, diz o Senhor dos Exércitos, “e meu nome é temido entre as nações!” https://bible.com/bible/1930/mal.1.6-14.NVT O versículo de Malaquias 1:6 é uma poderosa acusação contra os sacerdotes e, por extensão, contra todo o povo de Israel, que falhavam em honrar a Deus como deveria. Malaquias apela para o princípio de honra que normalmente é observado nas relações humanas um filho honra seu pai e um servo honra seu senhor. Essa relação de honra é expectativa básica de vida em comunidade, e o profeta questiona como é que, sendo Deus Pai e Senhor, Ele não está recebendo a honra e o respeito devidos. O uso das palavras “desprezam” e “nome” aponta para uma crise espiritual entre o povo, que demonstrava indiferença ao caráter sagrado e à autoridade de Deus. Este versículo destaca a necessidade de um relacionamento de reverência e respeito entre a humanidade e Deus, sublinhando a responsabilidade dos líderes religiosos em manter essa relação sagrada. A advertência de Deus através de Malaquias é relevante tanto para a época antiga quanto para os dias modernos, onde a desonra a Deus pode se manifestar de maneiras sutis em práticas de culto e na vida cotidiana. A questão não é meramente ritual, mas uma questão de relacionamento e respeito. Como se poderia oferecer ao Senhor o que se considera segundo ou inferior? Assim, essa reflexão provoca um chamado à autocrítica sobre a sinceridade e a devoção nas práticas religiosas presentes. O Senhor deseja sacrifícios inteiros e íntegros, que representem o melhor de nós, em vez de uma mera obediência ritualista e superficial. Em última instância, o versículo desafia a comunidade de fé a considerar a profundidade do seu compromisso e amor a Deus. Essa passagem revela a hipocrisia do povo, que, apesar de estar realizando rituais religiosos, estava oferecendo o que tinham de pior. A menção de animais coxos e doentes foi uma forma de Deus destacar não apenas a qualidade das ofertas, mas também a atitude dos israelitas em relação a Deus. Eles estavam tratando o serviço divino como um fardo, questionando como se o adorar a Deus fosse algo penoso. Com isso, Deus denuncia a falta de reverência e o desprezo em suas ações, lembrando-os que Ele é o Senhor dos https://bible.com/bible/1930/mal.1.6-14.NVT Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 44 de 49 Exércitos, um Deus que merece honra e a melhor oferta. A pergunta retórica “será que eu aceitarei?” indica que Deus não pode se acomodar a tais práticas. Na Bíblia, as ofertas eram um ato de adoração e reconhecimento da soberania de Deus sobre o povo. As ofertas podiam ser de diferentes tipos, como ofertas de gratidão, ofertas de expiação, ofertas voluntárias, entre outras. O Antigo Testamento descreve detalhadamente os procedimentos e significados das ofertas, enquanto no Novo Testamento Jesus é apresentado como o sacrifício final e perfeito que substitui todas as ofertas anteriores. É muitoprofundo, mas Tetelestai resume tudo em uma só frase: Está Consumado! O propósito desta aula não é afrontar ninguém, mas ensinar o que pouquíssimos líderes ensinam, antes de exercer o pastoreado, fui levantada com um ministério Profético há 19 anos, junto com ele o ministério evangelístico, e em 2018 o Senhor me convidou para a profundidade de seus mistérios, concedendo-me o ministério de Mestre. Portanto, não me apego a ensinamentos que distorcem a verdadeira palavra para manter as portas de uma igreja aberta com mentiras e manipulações. Quem tem medo de pregar a verdade, não conheceu o Verbo Vivo encarnado que é Cristo, ele é a Verdade, é o Verbo, ele e a Palavra. E não irei trocá-lo por usos e costumes! (Mc 7:11) Abram suas bíblias, leiam, não parem de dizimar e ofertar, eu mesma nunca parei, tenho prazer em ajudar na obra de Deus, mas observem que finalidade tem tido as ofertas de suas mãos, esse é seu direito, descrito no livro de Deuteronômio 14. Se você tiver outras curiosidades sobre bíblias para estudos, deixe suas dúvidas nos comentários para continuar a conversa! Nos ajudem a propagar esse evangelho puro e simples. Curta e compartilhe. Seja você um missionário de Jesus, continuem a obra que ele confiou aos seus eleitos! até mais! Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 45 de 49 Com carinho, respeito e amor. Estudos bíblicos com Priscila Fagundes Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 46 de 49 Bibliografia Church in America to the Jewish Community Arquivado em 2012-07-29 na Archive.today", Evangelical Lutheran Church in America, April 18, 1994. "Statement by the Evangelical Lutheran Church in Canada to the Jewish Communities in Canada", Evangelical Lutheran Church in Canada, July 12-16, 1995. "Time to Turn", The Evangelical [Protestant] Churches in Austria and the Jews. Declaration of the General Synod of the Evangelical Church A.B. and H.B., October 28, 1998. Sobre os Judeus e Suas Mentiras (do alemão Von den Juden und ihren Lügen) é um tratado escrito em Janeiro de 1543 pelo teólogo protestante Martinho Lutero, em que defende a perseguição dos Judeus, a destruição dos seus bens religiosos, assim como o confisco do seu dinheiro. Lutero se baseia no conceito germânico de liberdade, contra a imposição de se reverenciar líderes estrangeiros.[1] Ainda que, inicialmente, Lutero tenha tido uma visão mais favorável dos Judeus, a recusa destes em se converter ao movimento protestante que se iniciara levou Lutero a adaptar diversas acusações e incentivar um antissemitismo, juntamente com outras obras e ideais. A filosofia da história no Doutor Fausto Lutero, Martinho. On the Jews and Their Lies, 154, 167, 229, cited in Michael, Robert. Holy Hatred: Christianity, Antisemitism, and the Holocaust. New York: Palgrave Macmillan, 2006, p. 111. Obermann, Heiko. Luthers Werke. Erlangen 1854, 32:282, 298, in Grisar, Hartmann. Luther. St. Louis 1915, 4:286 and 5:406, cited in Michael, Robert. Holy Hatred: Christianity, Antisemitism, and the Holocaust. New York: Palgrave Macmillan, 2006, p. 113. Michael, Robert. Holy Hatred: Christianity, Antisemitism, and the Holocaust. New York: Palgrave Macmillan, 2006, p. 112. Michael, Robert. “Luther, Luther Scholars, and the Jews,” Encounter 46:4, (Autumn 1985), p. 342. Michael, Robert. “Luther, Luther Scholars, and the Jews,” Encounter 46:4, (Autumn 1985), p. 343. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 47 de 49 Lutero, Martinho. On the Jews and Their Lies, Trans. Martin H. Bertram, in Luther’s Works. (Philadelphia: Fortress Press, 1971). Lutero, Martinho. On the Jews and Their Lies, cited in Robert Michael. “Luther, Luther Scholars, and the Jews,” Encounter 46 (Autumn 1985) No. 4:343-344. (’Luther’s Works,’ Pelikan, Vol. XX, pp. 2230). (’About the Jews and Their Lies,’ citado em O’Hare, in ‘The Facts About Luther, TAN Books, 1987, p. 290). (Martinho Lutero: Concerning the Jews and their lies [A respeito dos judeus e suas mentiras], reimpresso em Talmage, Disputation and Dialogue, pp. 34-36.) Ellis, Marc H. Hitler and the Holocaust, Christian Anti-Semitism” Arquivado em 10 de julho de 2007, no Wayback Machine., Baylor University Center for American and Jewish Studies, Spring 2004, slide 14. Also see Nuremberg Trial Proceedings Arquivado em 21 de março de 2006, no Wayback Machine., Vol. 12, p. 318, Avalon Project, Yale Law School, April 19, 1946. (Hart, Michael H, pág 174) (Adolf Hitler: Mein Kampf, p. 213) (Dennis Prager e Joseph Telushkin: Why the Jews? The reason for anti-Semitism [por que os Judeus: A causa do antissemitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.) Wallmann, Johannes. “The Reception of Luther’s Writings on the Jews from the Reformation to the End of the 19th Century”, Lutheran Quarterly, n.s. 1, Spring 1987, 1:72-97. Hillerbrand, Hans J. “Martin Luther,” Encyclopaedia Britannica, 2007. “Christians and Jews: A Declaration of the Lutheran Church of Bavaria,” November 24, 1998, also printed in Freiburger Rundbrief, 6:3 (1999), pp.191-197. É bem conhecido o discurso de Hitler, nos meios neo-luteranos, em que faz reverência a Lutero:”Luther war ein großer Mann, ein Riese. Mit einem Ruck durchbrach er die Dämmerung, sah den Juden, wie wir ihn erst heute zu sehen beginnen.” (Lutero foi um grande homem, um gigante. Com uma pressão ele partiu ao meio o Crepúsculo; ele viu os judeus do modo que hoje começamos a ver). For other statements from Lutheran bodies, see: “Q&A: Luther’s Anti-Semitism” Arquivado em 26 de dezembro de 2003, no Wayback Machine., Lutheran Church – Missouri Synod; Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 48 de 49 “Declaration of the Evangelical Lutheran Church in America to the Jewish Community Arquivado em 2012-07-29 na Archive.today”, Evangelical Lutheran Church in America, April 18, 1994; “Statement by the Evangelical Lutheran Church in Canada to the Jewish Communities in Canada,” Evangelical Lutheran Church in Canada, July 12-16, 1995. “Time to Turn,” The Evangelical [Protestant] Churches in Austria and the Jews. Declaration of the General Synod of the Evangelical Church A.B. and H.B., October 28, 1998. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 49 de 49 Sobre a escritora Priscila Fagundes, 42 anos, uma mulher de múltiplas facetas. Missionária, idealizadora do projeto Tetelestai em Xerém, cristã messiânica, esposa e mãe, microempresária, cientista e pesquisadora nas áreas da cosmética e na área teológica. Além de pesquisadora , Priscila é professora de Química, teologia, bacharel em Química, bacharelando em Farmácia, licenciada em Química, licenciando Pedagogia Química, psicanalista clínica, pós- graduando em Psicopedagogia e Engenharia de produção e bacharel livre em Teologia. Além de tudo isso, Priscila é escritora e compositora. Há 19 anos, ela trabalha embelezando mulheres e fazendo obras missionárias através do salão PF CABELOS, desde 2018 levando ao mundo tanto o conhecimento científico quanto o ensino da preciosa palavra de Deus a frente do projeto pedagógico de ensino Estudos bíblicos com Priscila Fagundes. 2024-11-07T15:03:41-0300 2024-11-24T10:51:03-0300tomou conta mais uma vez do povo. Alguns homens estavam sendo infiéis às esposas, a população não praticava o dízimo da forma certa e os sacrifícios estava sendo feitos de forma inapropriada, com animais doentes, embora a lei exigisse animais saudáveis. “Porém, havendo nele algum defeito, se for coxo, ou cego, ou tiver qualquer defeito, não o sacrificarás ao Senhor teu Deus” (Deuteronômio 15:21). Além do sacerdotes, o Senhor condena as atitudes do povo, que também não estavam fazendo os sacrifícios de forma correta. Os sacerdotes deveriam ser figuras que representassem conhecimento e obediência às leis, mas estavam sendo considerados maus exemplos para a população. Apesar dos pecados praticados, Malaquias deixa claro o amor de Deus pelo Seu povo, lembrando-os da importância de seguir uma vida nos ensinamentos dEle. O profeta mostra também que um mensageiro de Deus viria para preparar o caminho para o Messias. Portanto, neste livro podemos entender a forma como os judeus estavam vivendo, se afastando de Deus e cumprindo de forma errada os seus ensinamentos. Porém, o profeta Malaquias mostra o amor que Deus tem por todos e a importância de honrar ao Senhor. O Senhor dos Exércitos diz aos sacerdotes: "O filho honra seu pai, e o servo respeita seu senhor. Se eu sou seu pai e seu senhor, onde estão a honra e o respeito que mereço? Vocês desprezam meu nome! "Mas vocês perguntam: ‘De que maneira desprezamos teu nome?’. 7 "Vocês o desprezam oferecendo sacrifícios contaminados sobre meu altar. "E vocês perguntam: ‘De que maneira contaminamos os sacrifícios?’. "Vocês os contaminam dizendo que a mesa do Senhor não merece Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 8 de 49 respeito.8 Acaso não é errado sacrificarem animais cegos? Não é errado oferecerem animais aleijados e doentes? Apresentem ofertas como essas a seu governador e vejam se ele ficará satisfeito e se agradará de vocês!", diz o Senhor dos Exércitos. 9 "Vão em frente, supliquem a Deus para que tenha compaixão de vocês. Mas por que ele atenderia, uma vez que apresentam esse tipo de oferta?", diz o Senhor dos Exércitos. 10 "Quem dera um de vocês fechasse as portas do templo para que não se acendesse em vão o fogo do meu altar! Não me agrado de vocês", diz o Senhor dos Exércitos, "e não aceitarei suas ofertas. 11 Contudo, meu nome é honrado de manhã até a noite por pessoas de outras nações. Em todo o mundo oferecem incenso e sacrifícios puros em minha honra, pois meu nome é grande entre as nações", diz o Senhor dos Exércitos. 12 "Mas vocês, com suas ações, desonram meu nome. Ao trazer alimentos desprezíveis, declaram que não há nada de errado em contaminar a mesa do Senhor.13 Dizem: ‘É difícil demais servir ao Senhor!’ e desprezam minhas ordens", diz o Senhor dos Exércitos. "Vocês trazem como ofertas animais roubados, aleijados e doentes! Acaso devo aceitar de suas mãos esse tipo de oferta?", diz o Senhor. 14 "Maldito seja o trapaceiro que promete um carneiro forte de seu rebanho, mas depois sacrifica ao Senhor um animal defeituoso. Pois eu sou o grande Rei", diz o Senhor dos Exércitos, "e meu nome é temido entre as nações!" Os sacerdotes se desviaram do propósito, os profetas são levantados, mas só é verdadeiro o chamado profético, quando são desprendidos de posições, e estão dispostos a perder tudo para que a verdadeira mensagem de DEUS Cheguem aos seus eleitos. O Ministro que decide o rumo que a Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 9 de 49 igreja vai seguir, é o mesmo sacerdote que se desviou e deixou de obedecer, Deus sempre levantará um profeta para acabar com a festa, pois ele não permanece em lugares que não HONRAM E OBEDECEM a SUA SANTIDADE! Deus não está preocupado com cultos e ofertas, Deus verá a intenção que elas foram oferecidas, e caso o coração seja enganoso, levantará um profeta para acabar com a encenação. Esse é o nosso Deus, que expõe os falsos líderes e os substitui, caso não aja arrependimento. “Quem dera um de vocês fechasse as portas do templo para que não se acendesse em vão o fogo do meu altar! Não me agrado de vocês”, diz o Senhor dos Exércitos, “e não aceitarei suas ofertas. Deus não chamou covardes, mas guerreiros e verdadeiros adoradores para apagar o fogo estranhos de seu altar. Muitos dos conflitos de Jesus com os líderes religiosos de sua época, como os fariseus e escriba s, surgiram devido a diferenças na interpretação da Lei. Enquanto os fariseus enfatizavam a obs ervância rigorosa de regras e regulamentos, Jesus destacou a importância da intenção e do cor ação humano. Lembra da ortopatia? Jesus traz uma bigorna para a graça, e essa bigorna desmascara a hipocrisia de quem tem segundas intenções com Sua Noiva. Eita!!!!, vai ficar pior, sai enquanto pode sair! Jesus ampliou os mandamentos da Lei Mosaica. Por exemplo, no Sermão da Montanha, Ele ensina que a ira e o desprezo pelos outros são equivalentes ao assassinato, e que olhar para alguém com desejo é equivalente ao adultério (Mateus 5;21-22, 27-28). Os cabras eram profissionais na arte do engano, e sabe quem eram eles? Os sacerdotes! Sim, esses ensinamentos que afirmam que nós roubamos o dízimo, quando por algum motivo não entregamos no altar é tudo história para boi dormir, quem roubava eram os sacerdotes. Quem deixavam suas mulheres da mocidade para casar-se com a novinha estrangeira, muitas vezes, prostitutas cultuais, eram eles, os sacerdotes! Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 10 de 49 Sabem por que eu amo Jesus, porque ele confronta a carne e revela a intenção da alma. eita! A máscara cai quando Jesus chega. e onde tem um servo verdadeiro comprometido com Creem um ambiente cheios de demônios eles ficarão desorientados e manifestarão. Jesus também desafiou as normas de pureza ritualística ao interagir com os impuros, os marginalizados e os gentios, ações que eram vistas como desobedientes às leis de pureza judaicas. No entanto, Ele fez isso para demonstrar a compaixão e a inclusão de Deus. Mas tudo que é feito com amor deixa marcas, e o amor de Jesus marcou muita gente, e eu sou uma dessas pessoas. Na realidade Jesus não estava contradizendo a Lei Mosaica, Ele estava revelando o verdadeiro espírito da Lei e mostrando como ela deveria ser vivida em amor e verdade, a ortopatia sendo revelada através da ortodoxia e ortopraxia. Jesus veio para aprofundar e completar a compreensão da Lei, não para anular suas prescrições. Jesus curou várias pessoas no sábado, o que era considerado uma violação das leis sabáticas que proibiam qualquer tipo de trabalho nesse dia, Ele era Senhor do Sábado! No monte da transfiguração as três autoridades das leis se reúnem, Moisés e Elias voltam para finalizar e entregar para Jesus, o desfecho de seus ministérios. Jesus não revoga, Jesus reforma as Leis em sua Ressurreição, Enquanto vivo, ele cumpre Tudo o que fora dito ao seu respeito, mas após sua morte o preço foi Pago, Tetelestai!!!!!! Mas, porque Jesus disse Tetelestai? "Tetelestai" é uma palavra grega que significa "Está consumado" ou "Está terminado". Jesus pronunciou essa palavra em João 19;30 . Enquanto estava na cruz. Jesus disse "Tetelestai" quando estava prestes a morrer na cruz. No contexto dos Evangelhos, essa declaração é um anúncio de que sua missão terrena, especialmente seu sacrifício pela salvação da humanidade, havia sido cumprida. Este momento culminante foi o ponto final do seu sofrimento físico e espiritual. Dívida foi paga. A dívida mencionada se refere ao pecado da humanidade. Na teologia cristã, acredita-se que todos os seres humanos são pecadores e, portanto, estão separados de Deus. A dívida do pecado requer expiação para restaurar o relacionamento entre Deus e a humanidade. O sacrifício de Jesus na cruz é visto como o pagamento dessa dívida. Seusacrifício substitutivo satisfez a justiça divina, oferecendo perdão e Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 11 de 49 reconciliação. a morte de Jesus na cruz foi o meio pelo qual essa separação foi superada. Jesus, ao proferir “Tetelestai”, estava assumindo o preço pelos pecados, e estes estava sendo pago na íntegra, por toda a eternidade, oferecendo assim a salvação e a reconciliação com Deus para todos que acreditam nele. Podem falar o que quiserem, podem me chamar de louca, mas eu não troco a graça vinda de Jesus, por usos e costumes como os fariseus fizeram; eu não troco minha identidade de Cristã messiânica Gentílica, por uma falsa identidade judaica usando talit para esconder meus pecados, mostrando uma santidade que não existe. A expressão “Tetelestai” era usada na época para indicar que uma dívida havia sido completamente paga. No contexto da crucificação de Jesus, isso significa que Ele pagou a dívida do pecado da humanidade. Se jesus pagou a dívida, quem é louco para obrigar seus eleitos a pagarem-na novamente? Só louco, ou religioso, para tal absurdo. Até Moisés e Elias voltam para prestar honras e consolar Jesus, próximo a expiação. O problema nunca foi o dinheiro, mas a intenção do coração. Quem dizíma, sabendo que não é obrigado, mesmo assim o faz, entendeu o que é honra! Mateus 5;1-7 - eis dias depois, Jesus levou consigo Pedro e os dois irmãos, Tiago e João, até um monte alto.2 Enquanto os três observavam, a aparência de Jesus foi transformada de tal modo que seu rosto brilhava como o sol e suas roupas se tornaram brancas como a luz.3 De repente, Moisés e Elias apareceram e começaram a falar com Jesus. 4 Pedro exclamou: "Senhor, é maravilhoso estarmos aqui! Se quiser, farei três tendas: uma será sua, uma de Moisés e outra de Elias". 5 Enquanto ele ainda falava, uma nuvem brilhante os cobriu, e uma voz que vinha da nuvem disse: "Este é meu Filho amado, que me dá grande alegria. Ouçam-no!".6 Os discípulos ficaram aterrorizados e caíram com o rosto em terra. 7 Então Jesus veio e os tocou. "Levantem-se", disse ele. "Não tenham medo."8 E, quando levantaram os olhos, viram apenas Jesus. Para Quem Foi Pago? A dívida foi paga a Deus. Deus é o justo juiz, e a ofensa do pecado é contra Ele. Portanto, a consumação da dívida era necessária para a justiça de Deus. Jesus, ao se sacrificar, pagou essa dívida, oferecendo a redenção a todos os que nele creem. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 12 de 49 A declaração de Jesus, "Tetelestai", é um ponto crucial no cristianismo porque simboliza a consumação do plano de salvação de Deus, mostrando que a obra redentora foi completa e suficiente. Esse é o meu segredo para estudar a bíblia, estou sempre fazendo perguntas a ela. E meu amigo, Espírito Santo sempre, sempre me responde, e depois das respostas, usa meus professores para confirmar. Sem mais delongas, abram suas bíblias, como diz meu professor Rodrigo Silva, traga uma garrafa de água para perto, pois se vocês acham que os assuntos anteriores foram sérios, este é muito mais relevante! E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim; Em vão, porém, me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas. Descrito em Marcos 7, 11. Essa frase é uma citação da Bíblia, encontrada em Isaías 29:13 e repetida por Jesus em Mateus 15:8. Ela se refere a uma crítica de Deus ao povo que aparenta devoção e adoração, mas cujas ações e pensamentos não refletem um verdadeiro compromisso espiritual. Isaías 29:13 (NVI) “O Senhor diz: 'Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam é feita só de regras ensinadas por homens.'" Essa passagem sublinha a importância da sinceridade e autenticidade na fé. É um chamado para que as ações e o coração dos crentes estejam alinhados com suas palavras de louvor e adoração. Ela destaca que Deus valoriza a integridade e o verdadeiro compromisso acima das aparências externas de religiosidade. Isso levanta reflexões sobre como podemos viver uma fé genuína e congruente em todas as áreas da vida. são citações bíblica que destacam as diferenças entre a adoração externa e a verdadeira devoção interna. Tanto em Mateus 15;8, como em Isaías 29;13. A Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 13 de 49 mensagem é que Deus valoriza a sinceridade e a autenticidade do coração mais do que as palavras ou rituais externos. Corbã na Bíblia: Um Compromisso Sagrado O que é Corbã? Corbã é um termo hebraico que significa “oferta” ou “dádiva” e aparece na Bíblia em contextos religiosos judaicos. Na Lei Mosaica, Corbã refere-se a ofertas ou sacrifícios feitos a Deus como forma de adoração e agradecimento. Essas ofertas podiam ser de diversos tipos, incluindo sacrifícios de animais e outras dádivas. A Bíblia cita as ofertas sagradas em diversas passagens, principalmente no Antigo Testamento, onde as leis e regulamentos a respeito dos cultos e sacrifícios eram detalhados. Alguns livros onde você pode encontrar mais informações sobre ofertas sagradas: Levítico: Este livro é dedicado principalmente às leis relativas ao sacerdócio, aos sacrifícios e à pureza ritual. Ele descreve em detalhes os tipos de ofertas, como deveriam ser preparadas e apresentadas, e os propósitos de cada uma. Números: Neste livro, encontramos mais instruções sobre os sacrifícios e as ofertas, incluindo as ofertas relacionadas às festas religiosas. Êxodo: Aqui, são apresentadas as instruções iniciais para a construção do tabernáculo e para os serviços sacerdotais, incluindo as ofertas que deveriam ser realizadas ali. Deuteronômio: Neste livro, Moisés relembra ao povo de Israel as leis divinas, incluindo as leis relacionadas aos sacrifícios e às ofertas. Tipos de Ofertas: Existiam diversos tipos de ofertas, cada uma com seu propósito específico: Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 14 de 49 Holocaustos: Ofertas totalmente consumidas pelo fogo, simbolizando a consagração total a Deus. Ofertas de cereal: Ofertas de alimentos, como pão e vinho, simbolizando a dependência de Deus para a sustentação. Ofertas pacíficas: Ofertas de animais, das quais parte era consumida pelo sacerdote e pela família do ofertante, simbolizando a comunhão com Deus. Ofertas pelo pecado: Ofertas para expiar os pecados cometidos. Ofertas pela culpa: Ofertas para reparar danos causados a outrem. Importância das Ofertas: As ofertas sagradas tinham um significado profundo para o povo de Israel. Elas serviam para: Expressar gratidão a Deus: As ofertas eram uma forma de agradecer a Deus por Suas bênçãos. Reconhecer a santidade de Deus: As ofertas demonstravam o reconhecimento da santidade de Deus e a necessidade de separação do pecado. Fortalecer a relação com Deus: As ofertas eram um meio de se aproximar de Deus e fortalecer o relacionamento com Ele. No Novo Testamento, o sistema de sacrifícios do Antigo Testamento é visto sob uma nova perspectiva. Jesus Cristo é apresentado como o sacrifício perfeito, que uma vez por todas redimiu a humanidade. A morte de Jesus na cruz substitui todos os sacrifícios anteriores. No entanto, os princípios de gratidão, adoração e consagração a Deus, que estavam por trás das ofertas do Antigo Testamento, continuam sendo relevantes para os cristãos. A Relação entre as Ofertas e o Sacrifício de Jesus As ofertas sacrificiais do Antigo Testamento e o sacrifício de Jesus Cristo estão intrinsecamente ligados, representando o antes e o depoisna história da salvação. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 15 de 49 As ofertas do Antigo Testamento eram um sistema religioso instituído por Deus para o povo de Israel. Através desses sacrifícios, os israelitas reconheciam sua pecaminosidade, buscavam perdão e mantinham uma relação com Deus. No entanto, esses sacrifícios eram apenas um tipo ou sombra do sacrifício perfeito que viria. O sacrifício de Jesus Cristo é o cumprimento de todas as leis e profecias do Antigo Testamento. Jesus, o Cordeiro de Deus, ofereceu a si mesmo como o sacrifício perfeito, pagando a dívida do pecado da humanidade uma vez por todas. Seu sacrifício na cruz é superior a todos os sacrifícios animalescos, pois: • É definitivo: Ao contrário dos sacrifícios repetidos do Antigo Testamento, o sacrifício de Jesus é único e suficiente para a salvação de todos aqueles que Nele creem. • É perfeito: Jesus era sem pecado, e Seu sacrifício foi perfeito e completo. • É espiritual: O sacrifício de Jesus não se limita ao aspecto físico, mas atinge a dimensão espiritual, reconciliando o homem com Deus. • A relação entre ambos pode ser resumida da seguinte forma: • As ofertas do Antigo Testamento apontavam para Jesus: Eram como sombras que anunciavam a vinda do Salvador. • Jesus cumpriu o propósito das ofertas: Ele é o verdadeiro Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O sacrifício de Jesus tornou as antigas ofertas obsoletas: Após a cruz, não há mais necessidade de sacrifícios animais. O que isso significa para nós hoje? • A salvação é um presente: Através da fé em Jesus Cristo, somos justificados e reconciliados com Deus. • A gratidão deve marcar nossas vidas: Devemos viver em gratidão pelo sacrifício de Cristo, buscando agradá-Lo em tudo. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 16 de 49 • A igreja é um corpo vivo: Somos chamados a viver em comunhão uns com os outros, oferecendo nossas vidas como sacrifício vivo a Deus. Portanto as ofertas do Antigo Testamento eram uma preparação para o sacrifício perfeito de Jesus Cristo. Ao entender essa conexão, podemos apreciar mais profundamente a obra redentora de Cristo e viver vidas transformadas por Sua graça. Tipos de Ofertas e Seus Significados no Antigo Testamento • As ofertas no Antigo Testamento eram um sistema complexo de rituais e práticas religiosas que expressavam a fé e a devoção do povo de Israel a Deus. Cada tipo de oferta tinha um significado específico e um propósito distinto. • Os principais tipos de ofertas eram: • Holocausto: • Significado: Oferta totalmente consumida pelo fogo, simbolizando a consagração total a Deus. Representava a entrega completa de si mesmo a Deus. • Animal: Qualquer animal macho sem defeito. • Oferta de Cereal: • Significado: Oferta de alimentos, como pão e vinho, simbolizando a dependência de Deus para a sustentação. Representava a gratidão por Sua provisão. • Alimentos: Farinha, azeite, vinho, pão ázimo. • Oferta Pacífica: • Significado: Oferta de ação de graças e comunhão. Parte do animal era consumida pelo sacerdote e pela família do ofertante, simbolizando a comunhão com Deus. • Animal: Boi, carneiro ou cabra. • Oferta Pelo Pecado: Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 17 de 49 • Significado: Oferta para expiar pecados involuntários. Simbolizava o reconhecimento do pecado e a busca pelo perdão. • Animal: Boi, carneiro ou cabra. • Oferta Pela Culpa: • Significado: Oferta para reparar danos causados a outrem. Simbolizava a restituição e a reconciliação. • Animal: Boi, carneiro ou cabra. • Oferta Alçada: • Significado: Oferta elevada, simbolizando a consagração a Deus. • Parte do animal: Ombro, peito e algumas porções da gordura. • Outras Ofertas: • Oferta de Manjares: Oferta de pão assado, simbolizando a santidade de Deus. • Oferta Bebida: Oferta de vinho, simbolizando a alegria e a celebração. O Significado Mais Profundo • Embora cada oferta tivesse um significado específico, todas elas apontavam para um significado mais profundo: a necessidade da humanidade de um Salvador. Os sacrifícios eram um reconhecimento de que os seres humanos são pecadores e precisam de um meio para se reconciliarem com Deus. • A Completude em Cristo • Com a vinda de Jesus Cristo, o sistema de sacrifícios do Antigo Testamento encontrou seu cumprimento. Jesus, o Cordeiro de Deus, ofereceu a si mesmo como o sacrifício perfeito, pagando a dívida do pecado da humanidade uma vez por todas. Seu sacrifício na cruz substitui todos os sacrifícios anteriores. Para os cristãos hoje: Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 18 de 49 • Embora não sejamos mais obrigados a oferecer sacrifícios animais, os princípios por trás das ofertas ainda são relevantes. A igreja, como o corpo de Cristo, oferece a Deus um sacrifício vivo de louvor e adoração. Nosso serviço a Deus e ao próximo é uma expressão de gratidão por Sua graça. • Em suma, as ofertas do Antigo Testamento, embora parte de um sistema religioso antigo, nos ajudam a compreender melhor a profundidade do pecado e a beleza da graça de Deus revelada em Jesus Cristo. • Diferenças entre os Tipos de Ofertas, Rituais Associados e Teologia • As ofertas no Antigo Testamento eram um sistema complexo com diferentes tipos, cada um com suas especificidades e significados teológicos. Vamos explorar as principais diferenças: • Tipos de Ofertas e Seus Significados • Holocausto: • Significado: Oferta totalmente consumida pelo fogo, simbolizando a consagração total a Deus. Representava a entrega completa de si mesmo a Deus. • Rituais: O animal era morto, seu sangue espalhado no altar, e todo o corpo era queimado. • Teologia: Expressava a devoção total a Deus e a aceitação da Sua santidade. • Oferta de Cereal: • Significado: Oferta de alimentos, como pão e vinho, simbolizando a dependência de Deus para a sustentação. Representava a gratidão por Sua provisão. • Rituais: A farinha era misturada com azeite e oferecida sobre o altar. • Teologia: Reconhecia a dependência de Deus para a vida e a sustento. • Oferta Pacífica: Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 19 de 49 • Significado: Oferta de ação de graças e comunhão. Parte do animal era consumida pelo sacerdote e pela família do ofertante, simbolizando a comunhão com Deus. • Rituais: O animal era morto, seu sangue espalhado no altar, e parte da carne era queimada, enquanto outra parte era consumida em uma refeição festiva. • Teologia: Celebrava a aliança com Deus e a comunhão com Ele. • Oferta Pelo Pecado: • Significado: Oferta para expiar pecados involuntários. Simbolizava o reconhecimento do pecado e a busca pelo perdão. • Rituais: O animal era morto, seu sangue espalhado no altar, e algumas partes eram queimadas. • Teologia: Reconhecia a necessidade de purificação do pecado e a busca pela reconciliação com Deus. • Oferta Pela Culpa: • Significado: Oferta para reparar danos causados a outrem. Simbolizava a restituição e a reconciliação. • Rituais: Semelhante à oferta pelo pecado, mas com algumas variações dependendo da natureza da culpa. • Teologia: Enfatizava a justiça divina e a necessidade de reparação pelos erros cometidos. • O Papel dos Sacerdotes • Os sacerdotes tinham um papel central nos rituais de oferenda. Eles eram os intermediários entre Deus e o povo, responsáveis por: • Preparar os animais: Os sacerdotes inspecionavam os animais para garantir que estivessem em conformidade com as leis. • Realizar os rituais: Eles executavam os rituais de sacrifício, aspergiam o sangue, queimavam a gordura e distribuíam as porções da carne. • Ensinar a lei: Os sacerdotes ensinavam ao povo o significado das ofertas e a importância de obedecer aos mandamentos de Deus. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página20 de 49 • A Teologia por Trás das Ofertas • A teologia por trás das ofertas era complexa e abrangente. Algumas das principais ideias incluem: • A santidade de Deus: As ofertas demonstravam o reconhecimento da santidade de Deus e a necessidade de separação do pecado. • A pecaminosidade humana: Os sacrifícios reconheciam a natureza pecaminosa do homem e a necessidade de expiação. • A aliança com Deus: As ofertas fortaleciam a aliança entre Deus e Seu povo. • A esperança em um Salvador: As ofertas apontavam para a necessidade de um Salvador perfeito que pudesse expiar os pecados da humanidade de uma vez por todas. Em suma As ofertas do Antigo Testamento eram um sistema rico em simbolismo e significado teológico. Cada tipo de oferta expressava diferentes aspectos da relação entre Deus e o homem. Embora o sistema de sacrifícios tenha sido cumprido em Jesus Cristo, o estudo das ofertas nos ajuda a compreender melhor a natureza de Deus, a condição humana e a obra redentora de Cristo. A Relação entre as Ofertas e o Pecado Original O Pecado Original O pecado original é a doutrina que afirma que a humanidade, desde a queda de Adão e Eva, herdou uma natureza pecaminosa. Essa natureza inclina todos os seres humanos ao pecado e os separa de Deus. As Ofertas e a Consciência do Pecado As ofertas, especialmente as ofertas pelo pecado, eram uma expressão da consciência humana sobre o pecado. Através delas, o povo de Israel reconhecia: Sua separação de Deus: O pecado criou uma barreira entre Deus e a humanidade, e as ofertas eram um reconhecimento dessa separação. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 21 de 49 A necessidade de purificação: Os sacrifícios simbolizavam a necessidade de purificar a alma e restaurar a comunhão com Deus. A justiça de Deus: As leis divinas sobre as ofertas demonstravam a justiça de Deus e a necessidade de expiar o pecado. As Ofertas como um Ponto para o Futuro As ofertas do Antigo Testamento, embora importantes, eram apenas um tipo ou sombra das coisas por vir (Hebreus 10,1). Elas apontavam para a necessidade de um sacrifício perfeito que pudesse expiar completamente o pecado. 1 Por muito tempo Deus falou várias vezes e de diversas maneiras a nossos antepassados por meio dos profetas.2 E agora, nestes últimos dias, ele nos falou por meio do Filho, o qual ele designou como herdeiro de todas as coisas e por meio de quem criou o universo. Hebreus 10,1 O Sacrifício de Jesus e a Superação das Ofertas A vinda de Jesus Cristo trouxe a consumação de todas as profecias e a solução para o problema do pecado. Através de Sua morte na cruz, Jesus ofereceu o sacrifício perfeito, pagando a dívida do pecado da humanidade uma vez por todas. A suficiência do sacrifício de Cristo: O sacrifício de Jesus na cruz superou a necessidade de sacrifícios animais, pois Ele era o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29). A nova aliança: A morte e ressurreição de Jesus estabeleceram uma nova aliança entre Deus e a humanidade, baseada na fé em Cristo. As ofertas do Antigo Testamento eram uma expressão da consciência humana sobre o pecado original e da necessidade de reconciliação com Deus. Elas eram um tipo ou sombra do sacrifício perfeito de Jesus Cristo. O sacrifício de Jesus na cruz superou a necessidade das antigas ofertas, proporcionando a salvação para todos aqueles que Nele creem. A relevância para os cristãos hoje: Embora não sejamos mais obrigados a oferecer sacrifícios animais, a compreensão da relação entre as ofertas e o pecado original é importante por algumas razões: Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 22 de 49 Agradecimento: Nos ajuda a apreciar a obra redentora de Cristo e a viver em gratidão por Seu sacrifício. Consciência do pecado: Nos lembra da nossa natureza pecaminosa e da necessidade contínua de buscar a santidade. Comunhão com Deus: Fortalece nossa comunhão com Deus, baseada na fé em Jesus Cristo. A prática das ofertas no Antigo Testamento está intrinsecamente ligada à compreensão do pecado original. Para entender essa relação, é fundamental compreender o conceito de pecado original e o papel das ofertas no contexto da aliança de Deus com o povo de Israel. Corbã era um termo hebraico que se referia a uma oferta consagrada a Deus. Era um presente ou doação dedicada ao templo, com a intenção de ser utilizada em seus serviços sagrados. Ao dedicar algo como corbã, a pessoa estava, em essência, retirando aquele item do uso pessoal e o destinando a um propósito divino. Corbã e a Hipocrisia Ligação com as Leis Mosaicas A prática de oferecer corbã está profundamente enraizada nas Leis Mosaicas, o conjunto de leis e regulamentos divinos dados a Moisés para o povo de Israel. Essas leis estabeleciam diversas ofertas e sacrifícios que deveriam ser apresentados a Deus como expressão de gratidão, arrependimento ou consagração. Jesus Cristo, durante Seu ministério, utilizou o conceito de corbã para expor a hipocrisia de alguns líderes religiosos de Seu tempo. Em Marcos 7:11, Ele os confronta, dizendo: “Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta a Deus; já não lhe permitis fazer mais nada por seu pai ou por sua mãe.” Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 23 de 49 Nesse contexto, Jesus revela que algumas pessoas estavam usando a lei de Deus como pretexto para negligenciar seus deveres familiares. Eles declaravam que seus bens eram corbã, isto é, sagrados a Deus, como justificativa para não ajudar seus pais necessitados. A lição de Jesus A história de corbã serve como um lembrete importante: A lei não anula o amor: A lei de Deus, embora importante, não deve ser usada como um escudo para justificar a falta de amor e compaixão. A intenção do coração: O que realmente importa para Deus é a intenção do coração. Oferecer algo como corbã sem um coração sincero não tem valor. A hipocrisia religiosa: Jesus condenou aqueles que usavam a religião como fachada para suas próprias conveniências. Corbã era um termo bíblico que representava uma oferta consagrada a Deus. Embora fosse uma prática legítima, alguns líderes religiosos a distorceram, usando-a como justificativa para a falta de piedade. A história de corbã nos ensina a importância de uma fé genuína e de um coração que ama a Deus e ao próximo. Jesus criticou os fariseus por usarem o conceito de Corbã para evitar ajudar seus pais, alegando que os recursos eram dedicados a Deus. Vou fazer-lhes uma pergunta, qual a verdadeira intenção de um líder, usando o corbã como um ritual mosaico, obrigatório, na atualidade? Já é sabido pelos Escritos Sagrados que as ofertas antecedem as leis mosaicas, mas também é sabido que as ofertas apontam para Jesus, todas elas. Nosso mestre já veio há mais de 2.000 mil anos atrás, porque não aceitamos sua morte em nossos corações, mas confessamos com nossa boca que ele é nosso Cristo? Talvez você possa dizer, professora Priscila isso não é verdade! Mas é isso que o nosso coração deixa transparecer, a ganância! Por que a tantos super-astros em nosso meio? Por que existem tantos líderes podres de ricos dentro das igrejas, enquanto os membros estão vivendo de formas miseráveis? Por que o dinheiro da igreja não é dividido entres os membros em forma de recursos como cestas básicas, cestas de frutas e legumes, planos dentários, ou até mesmo plano de saúde? Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 24 de 49 A resposta correta é que nunca foi por jesus, sempre foi para nossos benefícios, sempre foi por causa da intenção do nosso próprio coração: oportunismo! Isso se chama ortopatia. Qual é o pastor que se sujeitaria a trabalhar recebendo ofertas? Eu conheci um, e sou discipula dele, pastor Antônio Bertúcio, por isso lutei contraesse chamado tão lindo, que foi pervertido por uma minoria como Anás e Caifás, que tornou a Igreja uma fonte de renda, corrompendo o verdadeiro sentido do nosso Corbã: JESUS CRISTO. Enquanto eu tiver forças, quero trabalhar para colaborar com as obras na igreja. Não quero me tornar uma anoplura espiritual, tirando da mesa de quem não tem, para pôr na minha, prefiro a instrução de jesus, compartilhar e todos comermos de igual modo, e se eu tiver que prosperar, prosperarei com o trabalho de minhas mãos, e não das ofertas consagradas que é injuntiva, ou seja, já está escrita na bíblia como ordenança como procedê-la. O caso de Abraão e Melquisedeque foi um caso a parte, o contexto é bem explicativo. Abraão e o Corbã: Uma Conexão Inesperada? Depois que Abrão regressou vitorioso do conflito com Quedorlaomer e todos os seus aliados, o rei de Sodoma saiu ao seu encontro no vale de Savé (conhecido como vale do Rei). 18 Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, trouxe pão e vinho19 e abençoou Abrão, dizendo: "Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, Criador dos céus e da terra. 20 E bendito seja o Deus Altíssimo, que derrotou seus inimigos por você". Então Abrão entregou a Melquisedeque um décimo de todos os bens que havia recuperado. 21 O rei de Sodoma disse a Abrão: "Devolva-me apenas as pessoas que foram capturadas. Fique com os bens que você recuperou". 22 Abrão respondeu ao rei de Sodoma: "Juro solenemente diante do Senhor, o Deus Altíssimo, Criador dos céus e da terra,23 que não ficarei com coisa alguma do que é seu, nem sequer um fio ou uma correia de sandália. Do contrário, o rei poderia dizer: ‘Fui eu que enriqueci Abrão’.24 Aceito apenas aquilo que meus jovens guerreiros comeram e peço que dê uma parte justa dos bens a Aner, Escol e Manre, meus aliados". A pergunta que não quer calar é: O que Abraão entregou foi um corbã ou um espólio de guerra à Melquisedeque, para não ter sua riqueza atrelada a bens vindos de sangue, como ocorreu com Davi seu descendente? Está tudo na bíblia, nós que queremos ser enganados pelos vigários, como nos tempos de Martinho Lutero. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 25 de 49 À primeira vista, não há uma conexão direta entre Abraão e o conceito de "corbã". Abraão viveu muitos séculos antes do tempo de Jesus, quando o termo "corbã" se tornou um ponto central no debate entre Jesus e os fariseus. Por que não há uma conexão direta? Cronologia: Abraão viveu em um período muito anterior ao estabelecimento do Templo de Jerusalém e dos rituais sacrificiais mais elaborados, que se desenvolveram posteriormente entre os israelitas. Natureza das Ofertas: As ofertas de Abraão eram mais simples e baseadas em uma relação pessoal com Deus, enquanto o "corbã" estava ligado a um sistema religioso mais formalizado e a interpretações específicas da Lei. No entanto, podemos encontrar alguns paralelos interessantes: A Oferta de Abraão: Abraão demonstrou uma fé inabalável em Deus, chegando a oferecer seu próprio filho, Isaac, como sacrifício. Essa disposição para sacrificar o que mais amava demonstra um nível de devoção e obediência que antecipa o conceito de oferta. A Fé de Abraão como Modelo: A fé de Abraão é frequentemente apresentada como um exemplo para todos os crentes. Ao estudar a vida de Abraão, podemos aprender sobre a importância da obediência, da confiança em Deus e da disposição para sacrificar. O Corbã e a Hipocrisia Religiosa O termo "corbã" é mencionado no Novo Testamento, especificamente em Marcos 7:11. Jesus usou esse termo para denunciar a hipocrisia dos fariseus, que usavam a lei religiosa para justificar a negligência de seus deveres familiares. Eles declaravam suas posses como "corbã" (sagradas a Deus) para se esquivar de suas responsabilidades para com seus pais. Comparando Abraão e o Corbã: Enquanto Abraão ofereceu um sacrifício por amor a Deus, os fariseus usavam o conceito de "corbã" para justificar a falta de amor e a desobediência. Essa comparação destaca a diferença entre uma fé genuína e uma religiosidade superficial. Embora não haja uma conexão direta entre Abraão e o corbã, pois na realidade Abraão não entregou um corbã, a história de Abraão serve como um contraponto à hipocrisia religiosa denunciada por Jesus. A fé de Abraão nos mostra como a verdadeira devoção a Deus se manifesta em ações concretas e em um coração disposto a obedecer. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 26 de 49 A Oferta voluntária de Caim e Abel: Um Olhar Mais Afundo A história de Caim e Abel, narrada no livro de Gênesis, é um dos primeiros relatos bíblicos que introduzem o conceito de oferta e a aceitação divina. A diferença nas ofertas apresentadas por ambos os irmãos e a reação de Deus a cada uma delas tem sido objeto de estudo e interpretação por teólogos e estudiosos ao longo dos séculos. Caim: Apresentou "alguns produtos da terra" como oferta. A natureza exata dessas ofertas não é especificada, mas a interpretação mais comum é que ele ofereceu os frutos da sua lavoura. Abel: Ofertou "das primícias do seu rebanho e da gordura deste". Essa oferta envolvia um animal sacrificado, representando a entrega de algo de valor e a disposição para fazer um sacrifício. A Aceitação Divina: Abel: Deus aceitou a oferta de Abel. Essa aceitação divina é frequentemente interpretada como um sinal de aprovação sobre a fé e a obediência de Abel. Caim: A oferta de Caim foi rejeitada. Essa rejeição não é explicada explicitamente no texto, mas diversos fatores podem ter influenciado a decisão divina: Atitude do coração: A Bíblia sugere que a atitude do coração de Caim era diferente da de Abel. Enquanto Abel ofereceu o melhor de si, Caim pode ter oferecido um presente por obrigação, sem um verdadeiro compromisso com Deus. Natureza da oferta: A oferta de Abel envolvia um sacrifício, enquanto a de Caim era mais simples. Isso pode indicar uma diferença na profundidade da devoção de cada um. Tipo de trabalho: Caim era agricultor, enquanto Abel era pastor. Essa diferença em suas ocupações pode ter influenciado o tipo de oferta que cada um escolheu, e consequentemente, a forma como Deus as percebeu. Interpretações Teológicas: As diferentes interpretações sobre o significado da oferta de Caim e Abel ao longo da história da igreja incluem: A importância da intenção: A aceitação ou rejeição da oferta dependia mais da intenção do coração do ofertante do que da natureza da oferta em si. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 27 de 49 O tipo de sacrifício: A oferta de Abel, envolvendo um sacrifício animal, era vista como mais aceitável por representar um sacrifício maior e uma entrega mais completa. A natureza do trabalho: A diferença entre o trabalho de Caim e Abel pode ter influenciado a natureza de suas ofertas, com Abel, como pastor, tendo um contato mais próximo com a criação de Deus. Um vislumbre do plano de Deus: A oferta de Abel, com seu caráter sacrificial, é vista por alguns como um prenúncio do sacrifício de Cristo. Lições para Hoje: A história de Caim e Abel nos ensina que: A devoção genuína é essencial: Deus busca um coração sincero e uma entrega completa. O sacrifício é importante: A disposição para fazer um sacrifício demonstra a profundidade da nossa fé. A atitude do coração importa mais do que as ações externas: Nossas ações devem ser motivadas por um amor verdadeiro a Deus. A história de Caim e Abel continua a ser relevante hoje, desafiando-nos a examinar nossas próprias motivações e a buscar uma relação mais profunda com Deus. Ortodoxia, Ortopraxia e Ortopatia: Um Equilíbrio para a Vida Cristã Os termos ortodoxia, ortopraxia e ortopatia são fundamentais para compreender a dimensão completa da vida cristã. Eles se referem, respectivamente, à doutrina correta, à prática correta e àatitude correta de um cristão. Ortodoxia Significado: É a adesão à doutrina correta, ou seja, às verdades fundamentais da fé cristã. Importância: A ortodoxia garante que a fé seja baseada em um fundamento sólido e evita desvios doutrinários que podem levar a heresias. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 28 de 49 Exemplo: Crer na trindade de Deus, na divindade de Jesus Cristo e na salvação pela graça através da fé são exemplos de ortodoxia. Ortopraxia Significado: Refere-se à prática correta da fé, ou seja, à aplicação dos ensinamentos de Jesus Cristo em nossa vida diária. Importância: A ortopraxia demonstra a autenticidade da nossa fé através das nossas ações. Exemplo: Amar o próximo como a si mesmo, perdoar aqueles que nos ofendem e servir aos outros são exemplos de ortopraxia. Ortopatia Significado: É a atitude correta, os sentimentos e as motivações que impulsionam nossas ações. Importância: A ortopatia garante que nossas ações sejam motivadas por um coração puro e um amor genuíno por Deus e pelo próximo. Exemplo: A compaixão, a humildade, a paciência e a esperança são exemplos de atitudes que demonstram ortopatia. A Interconexão entre os Três Conceitos Os três conceitos não são independentes, mas interligados. Uma ortodoxia sem ortopraxia é vazia, pois a fé sem obras é morta (Tiago 2:17). Por outro lado, uma ortopraxia sem ortodoxia pode levar a práticas religiosas errôneas ou a um legalismo que ignora a graça de Deus. A ortopatia, por sua vez, é o combustível que impulsiona a ortodoxia e a ortopraxia, dando-lhes vida e significado. O Desafio de Equilibrar os Três conceitos O desafio para os cristãos é encontrar um equilíbrio entre esses três aspectos da vida cristã. É preciso tanto conhecer a verdade (ortodoxia) quanto vivê-la (ortopraxia) com um coração transformado pelo amor de Deus (ortopatia). Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 29 de 49 O Papel da Igreja A Igreja desempenha um papel crucial nesse processo, oferecendo: Ensino: A Igreja tem a responsabilidade de ensinar a doutrina correta (ortodoxia). Comunidade: A comunidade cristã proporciona um ambiente onde os membros podem crescer em sua fé e praticar a ortopraxia. Exemplo: Líderes e membros da igreja devem servir como exemplos de ortopatia, demonstrando um amor genuíno por Deus e pelo próximo. A busca pela ortodoxia, ortopraxia e ortopatia é um caminho contínuo para o cristão. Ao buscarmos conhecer a verdade, vivê-la e amá-la, nos tornamos mais semelhantes a Cristo. O problema nunca foi ofertas e dízimos, mas o que há dentro dos corações, por isso devemos entender o que é ortopatia. Corbã Segundo o professor da revista apologeta Luan Lessa, Corbã é uma palavra hebraica (קָרִבָן) que aparece em grego em Marcos 7:11, transliterada como κορβᾶν ou κορβάν, e nessa forma é usada nas versões em português. A mesma palavra em uma forma modificada também ocorre em Mateus 27:6, εἰς τὸν κορβανᾶν, que significa “no cofre” (NAA). A terminação -ας em κορβανᾶς é o método grego de indicar o determinativo aramaico em .O Códice B traz κορβᾶν em vez de κορβανᾶν .קָרבָנָא A palavra tem três significados: 1) Uma oferta, tanto sem derramamento de sangue quanto de outra forma. Nesse sentido, ela ocorre cerca de 80 vezes no Antigo Testamento, sempre em Levítico e Números, exceto duas vezes em Ezequiel. 2) Uma oferta feita em cumprimento de um voto, algo dedicado a Deus. Nesse sentido, a palavra ocorre nas porções hebraicas e aramaicas do Talmude, bem como em Josefo. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 30 de 49 Josefo, em “Antiquities”, IV, IV, 4, descreve os nazireus como “dedicando-se a Deus como corbã, que na língua dos gregos significa ‘um presente'”. “Da mesma forma, em cerca de Apion 1.22, ele menciona ‘corbã’ como um ‘tipo de juramento, encontrado apenas entre os judeus, que significa ‘uma coisa dedicada a Deus’.” 3) O tesouro sagrado no qual as ofertas para o serviço do Templo eram depositadas pelos piedosos, ou o tesouro ali depositado. Por exemplo, em “Guerra dos Judeus” (BJ), II, IX, 4, Josefo diz que Herodes “causou uma perturbação gastando o tesouro sagrado, chamado corbã, em aquedutos”. Da mesma forma, em Mateus 27:6, os sumos sacerdotes dizem uns aos outros: “Não é lícito lançá-las (as moedas de prata de Judas) no tesouro (εἰς τὸν κορβανᾶν, B* κορβᾶν), pois é o preço de sangue”. O incidente em que “corbã” aparece na nossa Bíblia ocorre em Marcos 7:11. Jesus está respondendo à crítica dos fariseus de que os discípulos comem com as mãos ritualmente impuras. Ele acusa os fariseus de dar muito valor à tradição dos anciãos, a ponto de, em alguns casos, anular em favor dessa tradição os mandamentos morais claros de Deus. As palavras de Jesus são as seguintes: “Vocês sempre encontram uma maneira de rejeitar o mandamento de Deus para guardarem a própria tradição. Pois Moisés disse: “Honre o seu pai e a sua mãe.” E: “Quem maldisser o seu pai ou a sua mãe seja punido de morte.” Vocês, porém, dizem que, se alguém disser ao seu pai ou à sua mãe: “A ajuda que você poderia receber de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor”, então vocês o dispensam de fazer qualquer coisa em favor do seu pai ou da sua mãe” (NAA). O mesmo incidente é relatado, com pequenas variações, em Mateus 15:3-5. Os comentaristas estão divididos quanto a saber se a dedicação era feita seriamente, e a propriedade realmente dada a Deus e colocada no tesouro; ou se a pronunciação da palavra foi apenas uma evasão, e quando a palavra mágica “corbã” era pronunciada sobre qualquer propriedade, o filho desobediente conseguia “resolver” a situação com os rabinos, de modo a se livrar da obrigação de sustentar seus pais idosos (Bruce em Mateus 15:5). Deve-se admitir que os judeus eram propensos a fazer votos precipitados. Um tratado no Talmude, chamado Nedarim, é especialmente dedicado a esse assunto. Lá, encontramos que a fórmula comum entre os judeus para dedicar algo a Deus era: ‘Que seja corbã’; no entanto, para permitir uma brecha de possível escape do voto caso se arrependessem posteriormente, eles tinham o hábito de usar outras palavras que soavam como “corbã”. Nedarim, i. 2, diz: ‘Quando alguém diz “konâm, ou konâh, ou konâs (seja este objeto, ou esta comida),” esses são nomes alternativos para “korbân”.’ Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 31 de 49 Essas palavras passaram a ser usadas apenas como uma fórmula de interdição, sem qualquer intenção de fazer com que a coisa interditada seja ‘um presente para Deus’; por exemplo, um homem vendo sua casa pegando fogo diz: ‘Meu tallith será corban se não for queimado’ (Ned. iii. 6). Ao fazer um voto de abstinência, um homem diz: ‘Konâs seja a comida (vi. I) ou o vinho (viii. 1) que eu provar’. O repúdio a uma esposa é assim expresso: ‘O que minha esposa poderia se beneficiar de mim é konâs ( קוֹנָם יָּאָשָח ָָּ נָהֲנַת לִי ), porque ela roubou meu copo’ ou ‘bateu em meu filho’ (iii. 2). Em viii. 11, temos exatamente a mesma fórmula que em Marcos 7:11, exceto que temos uma artimanha ou substituição, קָרְבָן, קוֹנָם שָאַתָָּ נהֱנָהָּ לי para קוֹנָם (Lowe’s â, p. 88). A Lei era enfática em sua insistência de que todos os votos, uma vez feitos, deviam ser cumpridos (Deuteronômio 23,21-23). Votos com o corbã eram feitos no Templo, às vezes de forma precipitada e talvez com raiva, sem dar devida atenção às necessidades dos pais idosos. O que tinha maior peso na consciência de uma pessoa? O serviço a Deus, promovido pela oferta, e a Lei obedecida mantendo o voto inviolável? Ou o apoio aos pobres pais idosos, com a Lei quebrada e o voto violado? Era uma questão delicada, e não é surpreendente que os rabinos da época de Cristo aderissem ao significado literal de Deuteronômio 23:21-23, sustentando que nada poderiajustificar a revogação de um voto. Em outras palavras, eles permitiam que o literal e o cerimonial prevalecessem sobre o ético. Jesus revelou um “espírito” diferente, ao afirmar que o dever para com os pais é uma obrigação mais elevada do que manter a adoração religiosa ou cumprir um voto feito precipitadamente ou sem reflexão. Em deuteronômio 14 existe um injuntivo para as leis das ofertas e dos dízimos, que são denominadas como ofertas consagradas ou corbã vejamos: A entrega dos dízimos 22 "Separem o dízimo de suas colheitas, um décimo de toda a sua safra anual.23 Levem o dízimo ao lugar que o Senhor, seu Deus, escolher para estabelecer seu nome e comam o dízimo ali, na presença do Senhor. Isso se aplica aos dízimos de cereais, do vinho novo, do azeite e dos machos das primeiras crias do gado e dos rebanhos. Com isso, aprenderão a sempre temer o Senhor, seu Deus. 24 "Se o Senhor, seu Deus, os abençoar com uma boa colheita, mas o lugar que ele escolher para habitação do seu nome for distante demais para vocês levarem o dízimo,25 vendam a décima parte de suas colheitas e rebanhos, Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 32 de 49 coloquem o dinheiro numa bolsa e levem-no ao lugar que o Senhor, seu Deus, escolheu.26 Quando chegarem, usem o dinheiro para comprar o tipo de alimento que desejarem: bois, ovelhas, vinho ou qualquer outra bebida fermentada. Então, na presença do Senhor, seu Deus, comam e alegrem-se com toda a sua família.27 E não se esqueçam de cuidar dos levitas de sua cidade, pois eles não receberão porção alguma de terra como herança entre vocês. 28 "Ao final de cada três anos, levem todo o dízimo da colheita daquele ano à cidade mais próxima e armazenem-no ali.29 Entreguem o dízimo aos levitas, que não receberão porção alguma de terra como herança entre vocês, e aos estrangeiros que vivem entre vocês, e aos órfãos e às viúvas de suas cidades, para que eles comam até se saciarem. Então o Senhor, seu Deus, os abençoará em todo o seu trabalho." Separar o dízimo (verso 22): Os israelitas deviam separar um décimo de sua colheita anual como oferta ao Senhor. Levar ao lugar escolhido por Deus (verso 23): Este dízimo deveria ser levado ao local sagrado escolhido por Deus, onde deveria ser consumido na presença do Senhor, promovendo um senso de comunidade e reverência. Dízimo anual: sistema de sustento comunitário tanto para os órfãos, viúva, estrangeiros necessitados, e, levitas, e gratidão dos israelitas ao Deus que lhe proveu o sustento de vossa terra. Conversão em dinheiro (versos 24-25): Se o local fosse distante demais, eles poderiam vender o dízimo, levar o dinheiro e comprar alimentos para consumir no local sagrado. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 33 de 49 Consumo na presença do Senhor (verso 26): O ato de consumir o dízimo na presença de Deus, celebrando com a família, reforçava a gratidão e alegria pela provisão divina. Cuidado com os levitas (verso 27): Os levitas, que não tinham herança territorial, deveriam ser lembrados e apoiados com os dízimos. Dízimo trienal (versos 28-29): A cada três anos, o dízimo deveria ser armazenado e distribuído aos levitas, estrangeiros, órfãos e viúvas, demonstrando uma profunda preocupação com a justiça social e o cuidado com os necessitados. Este sistema não apenas ajudava a sustentar o culto e os sacerdotes, mas também promovia a justiça e a assistência social entre o povo de Israel. É uma lembrança poderosa de como a espiritualidade e a prática da fé estão intimamente ligadas ao cuidado com a comunidade e ao bem-estar coletivo. Não se preocupem, pois irei discorrer sobre esse assunto nas linhas abaixo, contudo é preciso entender que carregamos um peso que não nos pertence, mas sentimos prazer em carregar sobre nossos ombros a mentira de mentes perversas como a dos fariseus, e escribas. Vocação ao ministério Vocação é conceitos teológicos intrinsecamente ligados à experiência religiosa e à vida dentro das igrejas. Eles expressam a chamada divina e a eleição divina, respectivamente, e juntos moldam a identidade e o propósito do cristão. Vocação Chamado de Deus: A vocação é o chamado pessoal e irresistível de Deus para cada indivíduo. É o convite para seguir a Cristo, viver uma vida dedicada a Ele e participar de Sua missão no mundo. Propósito: A vocação define o propósito de vida do cristão, indicando o caminho que Deus deseja que ele percorra. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 34 de 49 Dons e talentos: A vocação está intimamente ligada aos dons e talentos que Deus concede a cada pessoa, os quais devem ser utilizados a serviço do Reino de Deus de forma gratuita. Diversidade: A vocação pode se manifestar de diversas formas, desde o ministério pastoral até o serviço social, o trabalho secular e a vida familiar. Exemplos de Vocações: Ministério profético aponta o dedo para o pecado, e direciona a igreja ao caminho correto Ministério pastoral: Pastorear uma igreja, pregar o Evangelho e cuidar do rebanho de Deus. Ministério evangelístico: Levar o Evangelho a outros povos e culturas. Ministério de mestres: Ensinar a Palavra de Deus e formar discípulos. Ministério apostólico: atribuído aos 12 apóstolos, fundamentação doutrinaria servir à comunidade cristã, guardadores das leis, doutrinas e estatutos para a justiça e a paz, através das escrituras. Eleição divina: A vocação expressa a ideia de que Deus escolhe certos indivíduos para uma relação especial consigo. É um ato de graça divina, independentemente de qualquer mérito humano. Povo de Deus: A vocação se manifesta na formação do povo de Deus, um grupo de pessoas chamadas para adorar e servir a Deus. Herança espiritual: A predileção é transmitida de geração em geração, formando uma linhagem espiritual que conecta os crentes ao longo da história. Como na família de Arão Relação entre Vocação e Predileção A vocação e a predileção estão interligadas. A predileção divina precede a vocação, pois é através da eleição que Deus chama o indivíduo para um propósito específico. A vocação, por sua vez, é a resposta do crente ao chamado divino, manifestando-se em ações concretas e serviço ao próximo. Importância da Vocação e da Predileção Identidade: A vocação e a predileção fornecem ao cristão uma identidade clara e um sentido de propósito. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 35 de 49 Motivação: Elas motivam o crente a viver uma vida significativa e a servir a Deus com alegria. Comunidade: A vocação e a predileção unem os crentes em uma comunidade de fé, fortalecendo os laços fraternos. Missão: Elas impulsionam o cristão a participar da missão de Deus no mundo, transformando vidas e construindo o Reino de Deus. “ A vocação é o chamado de Deus para uma vida de serviço e propósito, enquanto a predileção é a eleição divina que fundamenta esse chamado. Juntas, elas moldam a identidade e a missão do cristão, impulsionando-o a viver uma vida plena e significativa em comunhão com Deus e com os outros.”! Não podemos entregar líderes fracos, omissos, manipuladores, mentirosos, vingativos e preguiçosos para o Senhor, a seara é grande, e os verdadeiros ceifeiros são poucos, por isso temos que sermos uteis! Parcialidade na Bíblia: Um Olhar Mais Afundo A Bíblia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, condena veementemente a parcialidade. Esse conceito se refere a favorecer uma pessoa ou grupo em detrimento de outro, baseando-se em critérios injustos como riqueza, posição social, aparência ou qualquer outra característica irrelevante para o caráter moral de uma pessoa. Por que a Bíblia Condena a Parcialidade? Deus é imparcial: Um dos principais argumentos contra a parcialidade é o próprio caráter de Deus. A Bíblia apresenta Deus como um ser justoe imparcial, que ama a todos os seus filhos igualmente. Tiago 2:1 afirma: "Meus irmãos, vocês não podem ter fé em nosso Senhor Jesus Cristo, o Senhor da glória, e ao mesmo tempo tratar as pessoas com parcialidade." Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 36 de 49 Valor intrínseco de cada pessoa: A Bíblia ensina que todas as pessoas são criadas à imagem e semelhança de Deus, possuindo um valor intrínseco e inalienável. A parcialidade nega esse valor e desrespeita a dignidade humana. Justificação: A parcialidade é vista como um pecado, pois contradiz a lei de Deus e impede que as pessoas sejam julgadas com justiça. Tiago 2:9 diz: "Se, no entanto, vocês tratam as pessoas com parcialidade, cometem pecado, sendo condenados pela lei como transgressores." Exemplos de Parcialidade na Bíblia: Favoritismo: A história de Jacó e Esaú mostra como o favoritismo de um pai pode gerar ressentimento e divisão. Preconceito social: Os profetas denunciaram frequentemente a parcialidade dos líderes religiosos e políticos que favoreciam os ricos e poderosos em detrimento dos pobres e oprimidos. Discriminação: O Novo Testamento condena a discriminação baseada em raça, status social ou qualquer outra característica irrelevante para a fé. Como Evitar a Parcialidade: Amar ao próximo: O mandamento de amar ao próximo como a si mesmo nos desafia a tratar todas as pessoas com igualdade e respeito. Buscar a justiça: A Bíblia nos chama a buscar a justiça e a defender os direitos dos oprimidos. Superar preconceitos: Devemos estar dispostos a questionar nossos próprios preconceitos e a aprender a ver as pessoas através dos olhos de Deus. Cultivar a humildade: A humildade nos ajuda a reconhecer nossas próprias falhas e a valorizar as qualidades dos outros. A parcialidade é contrária aos ensinamentos da Bíblia e à natureza de Deus. Ao evitar a parcialidade, os cristãos demonstram seu amor por Deus e pelo próximo, e contribuem para a construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 37 de 49 Quero abrir um parêntese, e deixar gravado para posteridade minha gratidão ao Senhor Jesus, que colocou uma pessoa muito especial na minha vida, que há 4 anos atrás, discorreu sobre esse tema comigo durante meu curso teológico. Sou grata, pois tive uma professora particular, e passávamos as madrugadas estudando sobre a história da igreja: muito obrigado Eliete Baruck pelo carinho, pelo seu amor pela palavra de Deus, e pela sua voluntariedade em querer ver sua pequenina amiga crescer intelectualmente. Sou grata por ser sua amiga Eliete, e por ser sua irmã Sirlete. Se nós não analisarmos as escrituras, seremos engolidos pelo sistema, e diferente da baleia que levou Jonas ao seu propósito, cavaremos não somente as nossas sepulturas eternas, mas a de nossos filhos, e, de gerações que observam nossa postura cristã. Sempre terá um jumentinho para alguém montar, e poderemos ser desnucados sem a remissão do Cordeiro. Apartarás para o Senhor todo que abrir a madre e todo primogênito dos animais que tiveres; os machos serão do Senhor. Porém todo primogênito da jumenta resgatarás com cordeiro; se o não resgatares, será desnucado; mas todo primogênito do homem entre teus filhos resgatarás. Êxodo 1,12-13 ARA Em Levítico 5:8-9, encontramos a explicação do que seria desnucado,” que se refere a um rito de expiação para o pecado involuntário. Quando alguém se tornava impuro ou pecava sem intenção, era necessário oferecer um sacrifício para ser purificado. As leis serviam para transferência do pecado e a necessidade de uma vida inocente ser oferecida para expiação. Esse rito simbolizava a seriedade do pecado e a pureza exigida por Deus para que o povo pudesse viver em santidade. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 38 de 49 É um exemplo das muitas leis e rituais descritos em Levítico que destacam a importância da pureza, da santidade e da obediência às diretrizes divinas para o povo de Israel. Conclusão Ao vir a terra cumprir sua missão perpétua, Jesus condenou o corbã, transliterada como .sacrifício”, “oferta” ou “oblação”. Que significa oferta dedicada a Deus“ :”(Qorban) קרבן No Judaísmo, era uma prática onde os bens ou dinheiro eram dedicados ao Templo, tornando-os sagrados e indisponíveis para usos comuns, inclusive para ajudar a própria família. Literalmente, descreve aquilo que é levado para junto do altar. como jesus foi levado Á cruz como oferta. Esse termo, ocorre cerca de 80 vezes no Antigo Testamento, sempre em Levítico e Números, exceto duas vezes em Ezequiel. No judaísmo, Qorban ou Korban refere-se aos diversos tipos de sacrifícios e ofertas. Uma oferta feita em cumprimento de um voto, algo dedicado a Deus. Nesse sentido, a palavra ocorre nas porções hebraicas e aramaicas do Talmude, bem como em Josefo. Josefo, no seu livro antiguidades judaicas, descreve os nazireus como “dedicando-se a Deus como corbã, que na língua dos gregos significa ‘um presente’”. “Da mesma forma, ele menciona ‘corbã’ como um ‘tipo de juramento, encontrado apenas entre os judeus, que significa ‘uma coisa dedicada a Deus’.” Jesus condenou a forma como os fariseus e os escribas utilizavam a prática de Corbã Segundo a bíblia Strong, Jesus condenou a prática do “corbã” porque viu como ela estava sendo usada de uma maneira hipócrita e prejudicial. Jesus disse: “Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão, porém, me Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 39 de 49 honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens”. Tirem o véu de Moises, e usem a Cruz que Jesus nos mandou carregar. Paulo em gálatas 5,10 encontrar-se profundamente preocupado com a influência negativa que certos indivíduos estão exercendo sobre a igreja da Galácia. Aqui, o apóstolo deixa claro que a cooperação e vigilância da comunidade são essenciais para preservar a pureza do evangelho. Além disso, ao mencionar a condenação para aqueles que perturbam a fé dos gálatas, Paulo não está apenas afirmando uma advertência ou uma maldição, mas sim relembrando o peso da responsabilidade que pesa sobre quem ensina e influencia os outros. A mensagem final é um chamado à unidade e à firmeza na fé, enfatizando que qualquer distorção do evangelho verdadeiro traz sérias consequências espirituais, e estes se tornam anátemas por Deus! Dúvidas ao longo do estudo : Por que Jesus proibiu o Corbã? Por que a oferta de Abraão não era corbã? Por ser oferta de sangue. Abraão rejeitou os espólios de guerra, para não ter associação com enriquecimento ilícito. Ele queria ser próspero, com seu trabalho. As moedas de Judas, após sua morte, não serviam como corbã pois a intenção da moeda não era honrar ao senhor. Àquelas moedas representavam traição. Intenção: A corbã era uma oferta voluntária, feita com um coração sincero e grato a Deus. Judas, por outro lado, agiu por cobiça e traição, buscando apenas um ganho pessoal. Sua intenção contaminava a oferta, tornando-a impura aos olhos de Deus. Ref:230920242137 Profa.: Priscila Fagundes/Página 40 de 49 Natureza do crime: A traição de Judas era um pecado grave, indo contra os mandamentos de Deus e a confiança que Jesus depositou nele. Uma oferta não poderia apagar um crime tão hediondo. Lei de Moisés: A Lei de Moisés estabelecia regras claras sobre as ofertas, exigindo que fossem feitas com animais perfeitos e sem defeito. A alma de Judas estava corrompida pelo pecado, tornando-o impuro e inadequado para qualquer tipo de oferta. Simbolismo: