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1 de 7faculdade.grancursosonline.com.br Professor(a): Dalbertom Caselato Unidade 4 | Aula 4 Professor(a): Dalbertom Caselato Unidade 4 Segurança Pública e os Direitos Humanos Aula 4 – Direitos Humanos, Transumanismo e Corrupção objetivo da aula Compreender como o modelo neoliberal clássico e moderno obsta a promoção igualitária de políticas públicas de DHs, inserindo-se, neste contexto, instrumentos tecnológicos e o conceito de transumanismo. apresentação A modernidade nos ensina que a vida humana é indissociável da tecnologia. O desenvolvimento tecnológico, da arte do fazer e pensar, se confunde com o próprio desenvolvimento humano. Assim, a presente aula quer fazer o criminólogo refletir sobre os processos tecnológicos em um contexto neoliberal que obsta a promoção de DHs igualitários, fomentando, assim, fatores criminógenos. De outro modo, de que modo tais tecnologias, se empregadas democraticamente e não sob um ideal individualista e utilitarista, pode fomentar a observância de direitos sociais fundamentais ao indivíduo, dentre as quais a Segurança Pública democraticamente eficiente. 1. reflexos do Neoliberalismo e da Corrupção na agenda de Promoção de Direitos Humanos O contexto do neoliberalismo, a par de propiciar aos indivíduos oportunidades de crescimento profissional e econômico, acentuou as desigualdades sociais, afetando negativamente o desenvolvimento humano e as agendas de promoção de políticas públicas neste setor. Aliada ao neoliberalismo, a evolução tecnológica dos meios de produção se coloca em uma “faca de dois gumes”: por um lado, é um relevante instrumento de enfrentamento as desigualdades sociais; por outro lado, as tecnologias utilizadas a serviço da corrupção acentuam as desigualdades sociais (DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022). Qual dos dois caminhos a humanidade seguirá? Livro Eletrônico https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 2 de 7faculdade.grancursosonline.com.br Unidade 4 | Aula 4 Professor(a): Dalbertom Caselato Por sua vez, o transumanismo, “que se apresenta por almejar o pós-humano, transcendendo, com isso, o corpo biológico em sentido amplo, por meio das intervenções tecnológicas” pode contribuir positivamente ou negativamente em uma agenda de promoção de DHs. Para tanto, imprescindível se faz a adoção de uma política inclusiva, desenvolvimentista e democrática a evitar a ampliação de processos de exclusão social agravados por práticas corruptivas (DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022). Historicamente, o período moderno europeu e norte-americano foi marcado por uma influência no conceito tradicional de DHs, manifestando um ideal de sociedade que preponderou até contemporaneidade, consistente em uma “retórica acerca dos principais elementos culturais aceitos” por estes países, de caráter marcadamente eurocêntrico, ou seja, o não reconhecimento de direitos do “sujeito não europeu”, ideal este até hoje ainda observável em comunidades europeias. Alie-se a isso o elemento de segregação imposto nessa agenda de promoção excludente de DHs, na busca de um “sujeito ideal subjetivo” europeu: [...] essa visão tradicional tornou-se incompleta na contemporaneidade, tendo em vista que a universalização buscava impor a ideia de um sujeito ideal subjetivo, caracterizado por ser um ser individualista, branco, heterossexual, cristão, sendo o homem chefe de família e a mulher dona de casa, sistema este pautado no patriarcalismo, condicionando os indivíduos não europeus à marginalidade (DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022, p. 102). Estava, portanto, diante de uma “lógica universalista” imposta pelos países desenvolvidos, colonizadores, dentre os quais a Europa e os Estados Unidos, os quais projetaram esse modelo aos países colonizados, em desenvolvimento, reproduzindo suas práticas. Todavia, tais reproduções ideológicas foram de encontro ao ideal básico da proposição da luta por DHs: a busca por melhorias de vida e luta pelo direito: Alguns desses movimentos modernos são: as lutas políticas das revoluções liberais, sociais e culturais, desde as revoltas baroniais da Inglaterra, com a instauração do parlamentarismo in- glês, até a Revolução Gloriosa, a Revolução Francesa e a Independência americana, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, aprovada em Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, o Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022, p. 103). E qual era a lógica dos movimentos político-liberais da época? Certamente que tinha como objetivo precípuo a limitação dos excessos cometidos pelo Estado, fomentando um maior espaço de liberdade privada diante da Soberania Estatal absoluta, marca típica do neoliberalismo. Os pilares dos DHs sob a ótica neoliberal eram, portanto, a resistência à opressão e a busca pela justiça, forçando o Estado a sair de uma posição de abstenção para um comportamento mais proativo na promoção de políticas públicas de fomento aos DHs e engajamento democrático (DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022). O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JEFERSON - 17028696448, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 3 de 7faculdade.grancursosonline.com.br Unidade 4 | Aula 4 Professor(a): Dalbertom Caselato Todavia, tais ideais acabavam por ser incorporados a um sistema de dominação econômica e de proteção a direitos adquiridos pela classe burguesa que ascenderam ao poder na era moderna, juntando-se ao clero e à nobreza. Esse novo modelo de Estado, denominado “Estado de Direito”, buscou sob uma ótica individualista a proteção de direitos básicos como a vida, a propriedade, a segurança e a liberdade (DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022). Como assegurar, diante desta ótica individualista, a promoção de direitos fundamentais? Para buscarmos essa resposta, é importante a reflexão de alguns contextos históricos: • As declarações de direitos americana, inglesa e norte-americana – pautadas no direi- to de defesa da propriedade – são criticadas em razão das pautas de direitos que são restritas aos proprietários de terras que, naquela época, eram alijados do poder pelo absolutismo estatal (ARENDT, apud DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022); • Com o liberalismo clássico na década de 70, as políticas neoliberais são propostas em razão da busca de direitos das grandes corporações e empresas privadas, e não na promoção de direitos sociais (BROWN, apud DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022); • O relacionamento das pautas neoliberais com questões ligadas a privatização em massa, desregulamentação, corte de despesas públicas, políticas de austeridade fiscal, livre- -comércio e incentivos ao setor privado “sobrepõe o interesse corporativo em detri- mento do ser humano”, constituindo-o em um “objeto à discricionariedade das elites, que dominavam os meios de produção” (BROWN, apud DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022). Assim, as políticas neoliberais levam a um pensamento economicista e utilitarista que afasta a promoção de políticas públicas inclusivas, as quais eram a prioridade depois da Segunda Guerra Mundial em processo de reconstrução das nações. Herrera Flores (2003) propõe um olhar mais afeto ao culturalismo dos povos em contraposição ao universalismo neoliberal, propondo o que o professor chama de “globalização inclusiva”, dentro da ótica dos DHs. Em outras palavras: buscar um equilíbrio entre as diferenças culturais e a convergência dos interesses econômicos e políticos da população: Nesse sentido, a convivência recíproca de ideias, na diferença cultural, deve ser capaz de conver- gi-las para o enfrentamento e superação dos problemas reais, como a desigualdade, a violência, a falta de representatividade,o distanciamento entre o governo e o povo, as injustiças e todos os tipos de guerras, miséria, doenças e fome, no intuito de possibilitar a aproximação entre o reconhecimento do diferente, a positivação das normas jurídicas e a materialização dos direitos humanos (DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022, p. 105). O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JEFERSON - 17028696448, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 4 de 7faculdade.grancursosonline.com.br Unidade 4 | Aula 4 Professor(a): Dalbertom Caselato Afinal, como buscar no contexto de uma “globalização inclusiva” um equilíbrio dos interesses econômicos e as demandas sociais em diferentes projeções culturais quando se constata, segundo FLORES (2003), que, conforme dados do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), oitenta por cento (80%) das riquezas globais estão distribuídas em apenas vinte por cento (20%) de sociedades dominantes, deixando cerca de 1 bilhão de pessoas sem direitos existenciais básicos como acesso a água potável e educação básica a evitar o analfabetismo. Tais políticas neoliberais, a partir dos anos 70 até a crise de 2008, demonstram o deslocamento do “ser humano como sujeito de direitos e o colocam como meros objetos a serviço da economia real”. Havendo, assim, um “esgotamento institucional”, na medida em que se verifica uma abertura do capital de exploração a um custo humano elevado: [...] o período da pós-modernidade ou modernidade tardia, tem buscado a desconstrução do paradigma moderno, o qual foi incapaz de resolver diversos problemas, como a desigualdade, a crise de legitimidade representativa, a concretização dos direitos humanos, a violência e uma vasta gama de injustiças. Inserido nesse contexto, o pensamento transumanista soma-se às incertezas e inseguranças pós-modernas, as quais parecem converter-se em um novo normal, ainda mais após a pandemia da Covid-19 e a aceleração dos processos digitais. (DA SILVA; ZIM- MERMANN, 2022, p. 106). até que ponto o pensamento transumanista irá – com o desenvolvimento vertiginoso da tecnologia – fazer com que seres humanos sejam meros objetos, apropriados para fins particulares e econômicos, não democratizado? ou se o transumanismo tecnológico irá contribuir para ampliar “as capacidades humanas e o enfrentamento de problemas reais como fome, a miséria, a violência, as desigualdades sociais, econômicas e de acesso às políticas públicas, bem como a todos os tipos de injustiças” (braGato apud Da sIlVa; ZImmermaNN, 2022). 2. o Impacto das Práticas de Corrupção em um Processo de Democracia tecnológica transumanista Diante de um contexto de desigualdade social provocada pelo neoliberalismo, como conciliar as tendências modernas do vertiginoso desenvolvimento tecnológico e seu acesso popular e democrático como forma de diminuir as desigualdades sociais? Como as práticas de corrupção poderão influir nesse processo? O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JEFERSON - 17028696448, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 5 de 7faculdade.grancursosonline.com.br Unidade 4 | Aula 4 Professor(a): Dalbertom Caselato Para o movimento humanista democrático, “os seres humanos alcançarão a felicidade ao assumirem o controle racional das forças, naturais e sociais, que controlam suas vidas”. Pautados nos ideais iluministas de igualdade, liberdade e solidariedade, o progresso científico passa pelo uso dos meios tecnológicos em franco desenvolvimento para a melhoria das condições de vida (HUGHES, 2002), reconhecendo-se, assim, que as tecnologias podem ser utilizadas para fins sociais (SEN apud DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022). Diante desse cenário, como a corrupção poderá atrapalhar no processo de acesso democrático a tais tecnologias? SCHWARCZ (2019) ressalta que a corrupção “é uma prática que ocasiona a degradação da confiança que possuímos uns nos outros e também acarreta a desagregação do espaço público, diante do desvio de recursos e direitos dos cidadãos”: A corrupção atinge principalmente os grupos marginalizados, uma vez que há ausência de con- dições para cumprir as condições extrajurídicas que lhes são impostas para exercerem seus direitos. A corrupção amplia a discriminação, é um fenômeno seletivo, que opera por meio de marcadores sociais como origem étnica, condição socioeconômica, gênero. A corrupção, em especial a estrutural, tende a preferir os mais vulneráveis e reforça a condição de marginalidade (CAMPOS; BASCUÑÁN, apud DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022, p. 108). A corrupção e sua contaminação indeterminada de pessoas dificulta os investimentos necessários em áreas e projetos sociais, dentre os quais incluídas as Políticas Públicas de Segurança, além de outros direitos sociais fundamentais como alimentação, educação, saúde, construção de escolas e hospitais, afetando sensivelmente critérios de prevenção primária do delito. A corrupção corrobora as desigualdades, uma vez que pode tornar ineficazes as políticas públi- cas, que são fundamentais para a ampliação da liberdade. A expansão da liberdade é central no pensamento do autor e isso perpassa pela eliminação das desigualdades, ressaltando-se que a corrupção interfere negativamente nesse processo (MIRANDA, apud DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022, p. 108). Considerações finais da aula Em que pese reconhecer que a perspectiva do capital humano é focada, no ideal neoliberal moderno, na produção econômica, SEN (2000) acredita ser necessário incluir o desenvolvimento social e político, lançando um olhar no ser humano não como “apenas meios de produção”, mas como “a finalidade de todo o processo”. Assim, uma política pública deve ser influenciada pelo “uso efetivo das capacidades do povo”: O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JEFERSON - 17028696448, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 6 de 7faculdade.grancursosonline.com.br Unidade 4 | Aula 4 Professor(a): Dalbertom Caselato A prevalência da corrupção é justificadamente considerada uma das piores barreiras no cami- nho do progresso econômico bem-sucedido [...]. Um nível elevado de corrupção pode tornar ineficazes as políticas públicas e também afastar o investimento e as atividades econômicas de setores produtivos, direcionando-os às colossais recompensas das atividades ilícitas (SEN apud DA SILVA; ZIMMERMANN, 2022, p. 109). Considerando-se o processo obscuro e ilegal dos processos de corrupção, deve-se utilizar o fomento à tecnologia como instrumento capaz de fornecer a transparência necessária a inibir tais práticas corruptivas, pensando em utilização das tecnologias para fins sociais, e não somente para ganhos privados. A corrupção, decerto, se apresenta como uma ameaça ao acesso igualitário das tecnologias, fomentando desigualdades sociais, fator propício à disseminação de práticas de corrupção, provocando um círculo vicioso que o acesso democrático às tecnologias pode auxiliar a romper: [...] a corrupção é um fator estrutural e sistêmico contraditório que ao mesmo tempo que, no âmbito político e econômico, endossa a lógica neoliberal do desenvolvimento sob a forma do acúmulo, da individualidade e do lucro, também inviabiliza, no campo político, transformações sociais e investimentos no bem comum que levem à igualdade social. Isso impede um processo de ascensão social dasclasses populares e um processo de equilíbrio, diminuindo as distâncias sociais trazidas pela desigualdade de renda, educação formal, etc. (COSTA apud DA SILVA; ZIM- MERMANN, 2022, p.110). Todavia, vale o registro: a corrupção não será extinta completamente com o avanço das questões digitais: o que se considera é de que forma os processos de corrupção serão afetados com uma democrática tecnológica que fomente a transparência, já que “a corrupção se dissemina em um cenário de obscuridade informacional”. material(is) Complementar(es) Humanidade e Tecnologia: Evolução, Vida digital e Pós-humanismo | com Lúcia Santaella. 2021, Café Filosófico CPFL. Para uma reflexão do papel inventivo do ser humano e seu destino em uma era de tecnologia e transumanismo, assista: Humanidade e Tecnologia: Evolução, Vida digital e Pós-humanismo com Lúcia Santaella. Café Filosófico CPFL. Ministério do Turismo, Brasília-DF. Link para acesso: https://www.youtube.com/watch?v=GLN97DDpD1E Acesso em: 14 mar. 2023. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JEFERSON - 17028696448, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ 7 de 7faculdade.grancursosonline.com.br Unidade 4 | Aula 4 Professor(a): Dalbertom Caselato ChatGPT: A nova fronteira da inteligência artificial? 2023, Band Jornalismo. Para conhecer a respeito do chamado “Transformador Generativo Pré-Treinado”, conhecido mundialmente pela sigla CHATGPT, e os benefícios e malefícios da utilização desta Inteligên- cia Artificial, acesse: ChatGPT: A nova fronteira da inteligência artificial? Band Jornalismo. Link para acesso: https://www.youtube.com/watch?v=r1YjMYMg-L0. Acesso em: 15 mar. 2023. referência DA SILVA, Angélica Pertile; ZIMMERMANN, Rafael. Os reflexos do neoliberalismo e da cor- rupção diante da visão tradicional dos Direitos Humanos: a contribuição do transumanis- mo democrático. In: BECK, Cesar; GRIEBLER, Jaqueline B.; MARCHT, Laura M.; et al. Direi- tos Humanos e Pós-Humanismo: o futuro entre corpos, máquinas e tecnologia. (Coleção direitos humanos e democracia). Ijuí: Unijuí, 2022. E-book. ISBN 9788541903165. Dispo- nível em: . Acesso em: 13 mar. 2023. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JEFERSON - 17028696448, vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://faculdade.grancursosonline.com.br/ https://faculdade.grancursosonline.com.br/ Aula 1 – As Teorias Criminológicas no Contexto dos Direitos Humanos Aula 2 – O Caráter de Soberania dos Direitos Humanos Aula 3 – Direitos Humanos na Ordem Jurídica Aula 4 – Direitos Humanos, Transumanismo e Corrupção Aula 5 – Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social