Logo Passei Direto
Buscar
Material
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Guilherme Pedrozo 32. RESPOSTAS DO TREINAMENTO DE QUESTÕES "TEMA: IMPOSTOS MUNICIPAIS" Prof. Guilherme Pedrozo da Silva @prof.guilhermepedroza QUESTÃO 01 (OAB/FGV) B) Não. o contribuinte é o proprietário, e não locatário, não podendo locatário opor ao Fisco seu contrato de locação, nos termos do art. 123 do CTN ou da Súmula 614 do STJ: locatário não possui legitimidade ativa para discutir a relação jurídico-tributária de IPTU e de taxas referentes ao imóvel alugado nem para repetir indébito desses tributos QUESTÃO 02 (OAB/FGV) A) contribuinte do imposto é o proprietário do imóvel, o titular do seu domínio útil, ou o seu possuidor a qualquer título (art. 34 do CTN). Sendo possuidores e tendo ali estabelecido suas mora- dias, é inequívoco o seu comportamento como se proprietários fossem (posse com animus domini). B) Embora a referida zona ainda não possua as melhorias urbanas que, em regra, são necessárias para a cobrança do IPTU (art. 32, § do CTN), a lei municipal também pode considerar urbanas, para efeitos de cobrança de IPTU, as áreas urbanizáveis ou de expansão urbana (art. 32, § do CTN), orientação essa que foi corroborada pela Súmula 626 do STJ: A incidência do IPTU sobre imóvel situado em área considerada pela lei local como urbanizável ou de expansão urbana não está condicionada à existência dos melhoramentos elencados no art. 32, do CTN. QUESTÃO 03 (OAB/FGV) A) Não, José da Silva não tem razão. Embora a regra geral prevista no art. 156. § inciso I, da CRFB/1988 seja a de que o ITBI não incide sobre a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio de pessoa jurídica em realização de capital, o próprio texto constitucional excepciona tal não incidência se a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos, locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil. Portanto, deve, sim, haver cobrança de ITBI. B) Sim, José da Silva tem razão. O ITBI é um tributo real que não admite alíquotas progressivas em razão do valor do imóvel, como sedimentado na Súmula 656 do STF: É inconstitucional a lei que estabelece alíquotas progressivas para o Imposto de Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis (ITBI) com base no valor venal do imóvel. QUESTÃO 04 (OAB/FGV) A) A autuação não é correta, pois é inconstitucional a incidência de ISS sobre a locação de bens móveis, já que a locação não configura prestação de serviço (Súmula Vinculante 31 - É incons- titucional a incidência do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS sobre operações de locação de bens móveis). B) Município pode utilizar a espécie normativa de uma lei ordinária municipal para instituir fatos geradores de ISS em seu território, desde que tais fatos geradores estejam devidamente previstos na LC 116/2003 (Lei Complementar de caráter nacional exigida pelo art. 156, inciso III, da CRFB/1988). Os serviços de aplicação de tatuagens, piercings e congêneres foram inseridos na Lista de Serviços 241 NO DE peças e questões fase

Mais conteúdos dessa disciplina