Prévia do material em texto
O que é o DI IMPORTANTE • Um método diagnóstico não substitui o outro; • Não é melhor ou pior; • Cada método tem sua indicação específica; • Sempre se complementam; Formação em cérebro Formação em Bulbo Olfatório Cisto Aracnóide Meningoencefalite Granulomatosa Otite Formação Periocular Abdominal Ocular Músculo esquelética Torácica Craniana ULTRASSONOGRAFIA Cervical Intervencionista US Doppler Elastografia Cardíaca Vascular RADIOLOGIA Simples Contrastadas Revelação normal Revelação Digital TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA RESSONÂNCIA MAGNÉTICA VÍDEO DIAGNÓSTICO RÍGIDO VÍDEO DIAGNÓSTICO FLEXÍVEL ECG MEDICINA NUCLEAR ULTRASSONOGRAFIA Som • Definição: • Onda mecânica que necessita de meio material para se propagar; • É longitudinal: Direção de propagação é a mesma da fonte vibrante; • Produção: Fontes vibrantes (sino, cordas vocais, cristais...; • Propagação: Vibração das partículas do meio, causando áreas de compressão, rarefação e repouso; Conceitos • Velocidade (c): É constante para cada material, dependendo das propriedades elásticas e da densidade do mesmo; • Ar ........... 330 Fígado ...1555 Rins ......... 1565 • Pulmão .. 600 Água .......1480 Músculo ...1600 • Gordura ..1460 Sangue ...1560 Osso ........ 4080 • Tecidos moles = +/- 1540m/s; Impedância acústica Tecido Velocidade Impedância Osso 4080 7.8 Sangue 1570 1.63 Gordura 1450 1.38 Rim 1560 1.62 Fígado 1550 1.61 Tecidos moles 1540 1.60 ar 330 0,0004 Conceitos • Comprimento de onda (l): corresponde à distância em que o mesmo fenômeno se repete; l Conceitos • Frequência (f): Corresponde ao número de oscilações em um determinado tempo; • Unidade : Hertz (Hz); l Conceitos • Amplitude (a): Corresponde a intensidade da onda sonora; l QUANTO MAIOR a frequência MELHOR a resolução MENOR a penetração Conceitos • Atenuação: É a redução da intensidade do som, em função da distância. Causada pela reflexão e absorção (calor); Espalhamento Ecos são captados O que é ultrassom? Cães: 50 KHz Golfinhos: 150 KHz Morcego: 20 a 215 KHz Ultrassom • Método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas sonoras com frequências acima das audíveis pelo ouvido humano. • Iniciou em 1794 quando Lazzaro Spallanzini demonstrou que os morcegos se orientavam mais pela audição do que pela visão para localizar obstáculos e presas. Ultrassom • Método de diagnóstico por imagem, que utiliza ondas sonoras com frequências acima das audíveis pelo ouvido humano. • Iniciou em 1794 quando Lazzaro Spallanzini demonstrou que os morcegos se orientavam mais pela audição do que pela visão para localizar obstáculos e presas. BIOSONAR 1794 LAZZARO SPALLANZINI ECOLOCALIZAÇÃO Princípios físicos Em 1881 foi demonstrado que quando uma força é aplicada perpendicularmente sobre as faces do quartzo e da turmalina, produz-se uma descarga elétrica. //upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ef/Verdeleite.jpg //upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ef/Verdeleite.jpg http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Quartz,_Tibet.jpg http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Quartz,_Tibet.jpg Princípios físicos • Inversamente, se um sinal elétrico é aplicado sobre o cristal, ele sofre expansão ou contração, dependendo da polaridade do sinal. Campos elétricos alternados produzem vibração do cristal resultando em ondas sonoras de alta freqüência. Princípios físicos • Inversamente, se um sinal elétrico é aplicado sobre o cristal, ele sofre expansão ou contração, dependendo da polaridade do sinal. Campos elétricos alternados produzem vibração do cristal resultando em ondas sonoras de alta frequência. Transdutor • Converte uma forma de energia em outra, ou seja EFEITO PIEZOELÉTRICO. • Quando pressionados, os cristais transformam a energia elétrica em mecânica (onda sonora). Transdutor • Converte uma forma de energia em outra, ou seja EFEITO PIEZOELÉTRICO. • Quando pressionados, os cristais transformam a energia elétrica em mecânica (onda sonora). Quanto MAIOR a frequência MELHOR a resolução MENOR a penetração SETORIAL CONVEXO LINEAR MICROCONVEXOS Objetivos iniciais • Objetivos militares e industriais - Detectar submarinos e outros obstáculos submersos. • Detectar falhas em material industrial. • Mais tarde, estudou-se a utilização na área médica. Objetivos iniciais • Objetivos militares e industriais - Detectar submarinos e outros obstáculos submersos. • Detectar falhas em material industrial. • Mais tarde, estudou-se a utilização na área médica. Objetivos iniciais • Objetivos militares e industriais - Detectar submarinos e outros obstáculos submersos. • Detectar falhas em material industrial. • Mais tarde, estudou-se a utilização na área médica. Modos de processamento dos ecos • MODO A (amplitude): Visualização da amplitude do eco em um osciloscópio; Modos de processamento dos ecos • MODO B (brilho): Visualização do eco como um ponto luminoso em um monitor de televisão; Modos de processamento dos ecos • MODO M (movimento): O ponto luminoso proveniente do eco, sofre um deslocamento; - Mais utilizado no estudo do coração; Resolução espacial • Lateral: • Relação da largura da imagem; • Transdutores de alta frequência – feixes mais estreitos; 3,5 7,5 10 Resolução espacial • Lateral: • Relação da largura da imagem; • Transdutores de alta frequência – feixes mais estreitos; 3,5 7,5 10 Resolução espacial • Axial: • Duração do pulso é menor, quanto menor for o comprimento de onda; • Alta frequência – menor comprimento de onda – menor duração do pulso; 3,5 7,5 10 Resolução espacial • Axial: • Duração do pulso é menor, quanto menor for o comprimento de onda; • Alta frequência – menor comprimento de onda – menor duração do pulso; 3,5 7,5 10 Escala de cinza • As imagens inicialmente eram em preto e branco, sem graduações. • Porém com a introdução da escala de cinza em 1971 tornou-se possível a visualização dos diversos níveis de intensidade dos ecos. Escala de cinza • As imagens inicialmente eram em preto e branco, sem graduações. • Porém com a introdução da escala de cinza em 1971 tornou-se possível a visualização dos diversos níveis de intensidade dos ecos. Vantagens • Método indolor, não invasivo e rápido. • Custo relativamente barato. • Permite visibilizar a arquitetura interna e objetos radiotransparente. • Não é ionizante. • Exame em tempo real. • Possibilita a realização de outros procedimentos como cistocentese / biópsia guiada / avaliação do tratamento. Desvantagens • Conhecimento da ANATOMIA. • Curva de aprendizagem longa. • Não avalia a função. • Algumas alterações são mais rápidas que no exame bioquímico, isso, pode confundir o clínico. Limitações • Obesos; • Abdome agudo; • Baixa repleção vesical; • TGI com grande quantidade de gás; • Baixa especificidade para lesões focais; • Baixa sensibilidade para algumas doenças infiltrativas; • Não distingue lesão benigna de maligna; • Achados normais não excluem doença; • Não avalia a função dos órgãos; Nem sempre permite diagnóstico definitivo tricotomia e gel Preparo do paciente • Jejum sólido 6h a 12h; • Ingestão de água ajuda o exame; • Repleção vesical é importante (duas horas); • Evitar alimentos que tenham alta fermentação no dia anterior (polenta, leite...) • Dimeticona 24h antes; 2 1 Divisão esquemática O exame é segmentar Técnica de varredura Cortes Longitudinal/Sagital Nautrup, 2001 Dorsal/Coronal Cortes Transversal Nautrup, 2001 Terminologia sonográfica Relacionado a cor Anecogênico / Anecóico (sem ecos) Hipoecogênico / Hipoecóico (poucos ecos) Ecogênico / Ecóico (Moderados ecos) Hiperecogênico / Hiperecóico (muitos ecos) Terminologia sonográfica Isoecogênico - Isoecóico(Duas estruturas com a mesma ecogenicidade) Normoecogênico – Normoecóico Estrutura de cor normal Terminologia sonográfica Anecogênico /Anecóico (sem ecos) Anecogênico /Anecóico (sem ecos) Anecogênico /Anecóico (sem ecos) Anecogênico /Anecóico (sem ecos) Hipoecogênico /Hipoecóico (poucos ecos) Hipoecogênico /Hipoecóico (poucos ecos) Hipoecogênico /Hipoecóico (poucos ecos) Hipoecogênico /Hipoecóico (poucos ecos) Ecogênico /ecóico Ecogênico /ecóico Ecogênico /ecóico Hiperecogênico / Hiperecóico (muitos ecos) Hiperecogênico / Hiperecóico (muitos ecos) Hiperecogênico / Hiperecóico (muitos ecos) Terminologia sonográfica Relacionado a textura • Homogêneo: • Heterogêneo: • Misto: • Homogêneo: • Heterogêneo: • Misto: Artefatos • São erros na apresentação da imagem acometidas por três fatores: – Problemas do equipamento. – Interação do som com os tecidos. – Técnicas utilizadas incorretamente. Problemas do equipamento • Evitar usar álcool (recomendação de alguns fabricantes). • Limpar semanalmente. • Idade do transdutor. • Fibras ópticas rompidas. • Manuseio errado do aparelho. Interação do som com os tecidos • Esses alteram a apresentação das estruturas anatômicas; • Criar falsos ecos no interior de determinadas estruturas. • Obscurecer outras estruturas ou apresentá-las em locais atípicos, de forma e tamanho irreais. Imagem em espelho • Necessita de uma interface muscular. • Normalmente é o diafragma. • Esse músculo mimetiza um espelho formando outra imagem devido a interação com o som. Imagem em espelho Cauda de cometa • Acontece pelo fato do som se dispersar ao encontrar-se com o ar; • Acontece em estruturas ocas; • Ou quando existe ar internamente no órgão; • Ausência de gel no exame; Cauda de cometa Reverberação • Observa-se a formação de linhas paralelas; • Isto acontece porque parte do eco proveniente da parede do órgão se movimenta internamente no órgão até ser captado pelo aparelho; • Acontece em estruturas ocas; Reverberação Reverberação Artefato de espessura de corte • Ocorre quando parte da largura do feixe sonoro está fora da estrutura cavitária (anecogênica) e os ecos originados desta parte são exibidos incorretamente dentro da estrutura cística; Sombra acústica • Elementos como o ar, os ossos e o cálcio possuem impedância acústica bem diferentes dos tecidos moles; • Atenuando o feixe sonoro, além de ocasionar intensa reflexão; • Fazendo com que praticamente nenhum eco seja produzido abaixo destas estruturas, impossibilitando o estudo desta região. Sombra acústica Reforço acústico / reforço posterior • Estruturas cavitárias com conteúdo líquido praticamente não atenuam o feixe sonoro. • Assim o tecido que se situa abaixo desta área será submetido a um feixe sonoro de maior amplitude (rápido). • Produzindo então ecos mais intensos e portanto mais brilhante que os tecidos adjacentes. • Embora não necessariamente este tecido tenha realmente maior densidade. Reforço acústico / reforço posterior Sombreamento lateral (margens) Reforço acústico pode fazer sombreamento lateral Ecos abandonados / ecos perdidos • Ecos podem se perder. • Essa situação só pode ocorrer quando houver líquido livre abdominal próximo a vesícula urinária e ela estiver com conteúdo. Ecos abandonados / ecos perdidos Ecos abandonados / ecos perdidos Forma de avaliação abdominal VESÍCULA URINÁRIA VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA RIM E VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA RIM E OVÁRIO E ÚTERO VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA BAÇO RIM E OVÁRIO E ÚTERO VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA ESTÔMAGO BAÇO RIM E OVÁRIO E ÚTERO VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA FÍGADO E VESÍCULA BILIAR ESTÔMAGO BAÇO RIM E OVÁRIO E ÚTERO VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA FÍGADO E VESÍCULA BILIAR ESTÔMAGO BAÇO RIM D RIM E OVÁRIO E ÚTERO VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA FÍGADO E VESÍCULA BILIAR ESTÔMAGO BAÇO RIM D RIM E OVÁRIO D OVÁRIO E ÚTERO ÚTERO VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA FÍGADO E VESÍCULA BILIAR ESTÔMAGO ALÇAS BAÇO RIM D RIM E OVÁRIO D OVÁRIO E ÚTERO ÚTERO ALÇAS VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA FÍGADO E VESÍCULA BILIAR ESTÔMAGO ALÇAS BAÇO RIM D RIM E OVÁRIO D OVÁRIO E ÚTERO ÚTERO ALÇAS VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA FÍGADO E VESÍCULA BILIAR ESTÔMAGO ALÇAS BAÇO RIM D RIM E OVÁRIO D OVÁRIO E ÚTERO ÚTERO ALÇAS VESÍCULA URINÁRIA PRÓSTATA AEAD Pâncreas Ultrassom Doppler • Christian Johann Doppler em 1842; • Ele descreveu o fenômeno da variação da altura do apito de um trem em movimento; • O som do apito parece variar quando a o trem se aproxima (som mais agudo) e quando ele se distancia ( som mais grave ); Definição: Efeito Doppler, é a mudança na frequência, ou no comprimento de onda de uma onda, como resultado do movimento O efeito Doppler pode ocorrer quando: • A fonte sonora está em movimento e o receptor está parado; • A fonte sonora está parada e o receptor está em movimento; • Quando a fonte sonora e o receptor estão em movimento; Tipos de Doppler • Doppler Contínuo ( CW ); • Doppler Pulsado ( PD ); • Color Doppler ( CWD ); • Power Doppler; Color Doppler e Power Doppler • Mapeamento dos elementos móveis ( eritrócitos ); • Todo ponto móvel é uma sombra vermelha ou azul; • O fluxo que se aproxima do transdutor é vermelho e o fluxo que se afasta do transdutor é azul; • Power, só tem uma cor (laranja) – Pequenos fluxos; Resumindo - O que se avalia • Ecotextura • Posição • Dimensão • Forma • Contornos • Vascularização • Ecogenicidade • Arquitetura interna • Condições das paredes • Características do conteúdo de órgãos cavitários Semiologia Ultrassonográfica (Nomenclatura Descritiva) Topografia 1) Habitual 2) Ectópica Contorno (visão geral) 1) Definidos 2) Não definidos (indefinidos) 3) Parcialmente definido Semiologia Ultrassonográfica (Nomenclatura Descritiva) Superfície ou margem (visão mais detalhada) 1) Regular 2) Romba / arredondada (abaulada) ou afunilada 3) Irregulares Forma 1) Habitual / preservada / mantida 2) Em garra 3) Reniforme 4) Em alvo 5) Ferradura 6) Olho de boi 7) Amorfo ou disforme e outros Semiologia Ultrassonográfica (Nomenclatura Descritiva) • Dimensão 1) Habitual 2) Aumentado 3) Diminuído • Ecogenicidades: hipo, iso, hiper, anecogênico ou normoecóico (habitual, mantida), diminuída, aumentada • Ecotextura: Homo, hetero e mista • Arquitetura: Preservada* ou com perda * Pode descrever a arquitetura se preferir Semiologia Ultrassonográfica (Nomenclatura Descritiva) Conteúdo: 1. Anecogênico 2. Hipoecogênico com sedimento 3. Hiperecogênico Vascularização 1. Presente (preservada) 2. Diminuída 3. Ausente 4. Em mosaico Laudos ecográficos Laudos ecográficos • O que é o laudo: • O que se deve escrever no laudo: • O que não se deve escrever no laudo: • Problemas relacionados com o laudo: Logo e local OFTALMOVET Centro de Oftalmologia e de Diagnóstico por Imagem Cabeçalho Nome: Zuca Data: 07/10/2013 Espécie: Canina Sexo: Fêmea Laudo nº.: 5030 Raça: Chow-Chow Idade: * Horas: 10h Médico Veterinário: Dr (a). Suzane de Oliveira Proprietário: Sr (a). Ana Paula Fernandes * Dados não fornecidos pelo médico veterinário requisitante ou pelo proprietário EXAME ECOGRÁFICO ABDOMINAL Aparelho S6 - Sonoscape Observações: A) Inquieto B) Sedado C) Sem preparo prévio Descrição do órgão DESCRIÇÃO ECOGRÁFICA: • Vesícula urinária: Em topografia habitual, com repleção líquida moderada, conteúdoecogênico com sedimento, parede de ecogenicidade aumentada levando a perda da estrutura trilaminar, margem irregular e espessura mantida. Conclusão • IMPRESSÃO DIAGNÓSTICA: * O estudo ecográfico sugere cistite aguda; * Para a possível conclusão do estudo, é recomendado... Rua Osvaldo Cruz, 2158 – Centro – Cascavel-PR – CEP 85801-200 Tel (45) 99545955 (45) 32224855 www.oftalmovet.net Prof. Dr. Pedro Marchan CRMV/PR - 6942 Laudos ecográficos • Enviar o descritivo; • Enviar as imagens ou vídeos; • Impresso ou digital; • Arquivar uma cópia por 5 anos; Técnica de varredura e anatomia básica VESÍCULA URINÁRIA • Bexiga felina: Elipsóide. • Bexiga canina: Oval. • Localização: Abdômen caudal, cranial ao púbis. • Pode estar parcialmente dentro do canal pélvico. Anatomia • Conteúdo anecóico. • Possui Três camadas distintas: - Serosa: Hiperecóica. - Muscular: Hipoecóica. - Mucosa: Hiperecóica. - Medindo de 2 a 5 mm de espessura. Anatomia Influência da repleção vesical PRÓSTATA Técnica de varredura e anatomia básica Aparelho reprodutor masculino – CÃO Aparelho reprodutor masculino - FELINO Animais com menos de 5 anos Entre 11 e 30 Kg de PV Achados normais • Contornos regulares; • Cápsula lisa, fina e hiperecogênica (fibras musculares); • Ecogenicidade discretamente superior a esplênica; • Ecotextura “média” (homogênea a difusamente grosseira) • Idade ( fibrose ecogenicidade em animais inteiros ) • Status reprodutivo (orquiectomia ‐ ecogenicidade homogeneidade RINS Técnica de varredura e anatomia básica Rins • Órgãos retroperitoniais; • Forma de feijão; • OBS. + ou – 1 milhão de néfrons em cada rim; • OBS. Na junção córtico-medular A. e V. arqueadas; Hipotensão sistêmica e a hipertensão glomerular!!!! -Cápsula -Cortical - Junção C/M -Medular -Rel C/M -Pelve -Ureter Done, 2010 BAÇO Técnica de varredura e anatomia básica Achados normais Apresenta uma ecotextura densa, homogênea, sendo hiperecogênica em relação ao fígado e a cortical renal; Se estende na direção caudal e lateralmente em relação ao estômago; É filiforme; Suas margens devem ser finas e bem definidas; Seu tamanho varia conforme o porte do animal; ESTÔMAGO Técnica de varredura e anatomia básica Ultrassonografia • Camadas do estômago: • 1 Serosa e subserosa HIPERECÓICAS • 2 Muscular HIPOECÓICA • 3 Submucosa HIPERECÓICAS • 4 Mucosa HIPOECÓICA • 5 Interface lúmen /mucosa HIPERECÓICA FÍGADO E VB Técnica de varredura e anatomia básica Anatomia • Localiza-se abaixo do gradil costal; • 6 lobos e a VB encontra-se no medial direito; • Encontra-se encarcerado cranialmente por uma estrutura côncava ecogênica da interface diafragma-pulmão; • Limita-se caudalmente pelo fundo e corpo do estômago (lado esquerdo); • Medialmente ao baço e ao rim direito; • Cranialmente ao piloro e alças; Anatomia ecográfica • Ecogenicidade: Hipoecogênica em relação ao baço e de hiperecogênico à isoecogênico em relação ao córtex renal; • Ecotextura: É homogêneo, com uma leve tendência para o heterogêneo; • Vasos porta-hepáticos: Tem parede ecogênica os outros não; • Ductos biliares: Os extra-hepáticos são vistos quando alterados; • Ligamento falciforme: Levemente mais ecogênico que o parênquima; INTESTINO Técnica de varredura e anatomia básica • Apresenta 5 camadas: • Serosa – Hiperecóica • Muscular – Hipoecóica • Submucosa – Hiperecóica • Mucosa - Hipoecóica • Luz intestinal* – Hiperecóica • A parede intestinal deve ficar entre 2 e 5 mm de espessura; TESTÍCULO Técnica de varredura e anatomia básica ÚTERO E OVÁRIO Técnica de varredura e anatomia básica Conclusão