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1_Introducao a ultrassonografia

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O que é o DI
IMPORTANTE
• Um método diagnóstico não substitui o 
outro;
• Não é melhor ou pior;
• Cada método tem sua indicação específica;
• Sempre se complementam;
Formação em cérebro 
Formação em Bulbo Olfatório 
Cisto Aracnóide
Meningoencefalite 
Granulomatosa
Otite
Formação Periocular
Abdominal
Ocular
Músculo esquelética
Torácica
Craniana
ULTRASSONOGRAFIA
Cervical
Intervencionista
US Doppler 
Elastografia 
Cardíaca Vascular
RADIOLOGIA 
Simples Contrastadas
Revelação 
normal
Revelação 
Digital
TOMOGRAFIA 
COMPUTADORIZADA
RESSONÂNCIA 
MAGNÉTICA
VÍDEO 
DIAGNÓSTICO 
RÍGIDO 
VÍDEO 
DIAGNÓSTICO 
FLEXÍVEL
ECG
MEDICINA 
NUCLEAR
ULTRASSONOGRAFIA
Som
• Definição: 
• Onda mecânica que necessita de meio material para se 
propagar;
• É longitudinal: Direção de propagação é a mesma da fonte 
vibrante;
• Produção: Fontes vibrantes (sino, cordas vocais, cristais...;
• Propagação: Vibração das partículas do meio, causando 
áreas de compressão, rarefação e repouso;
Conceitos
• Velocidade (c): É constante para cada material,
dependendo das propriedades elásticas e da 
densidade do mesmo;
• Ar ........... 330 Fígado ...1555 Rins ......... 1565
• Pulmão .. 600 Água .......1480 Músculo ...1600
• Gordura ..1460 Sangue ...1560 Osso ........ 4080
• Tecidos moles = +/- 1540m/s;
Impedância acústica
Tecido Velocidade Impedância 
Osso 4080 7.8
Sangue 1570 1.63
Gordura 1450 1.38
Rim 1560 1.62
Fígado 1550 1.61
Tecidos moles 1540 1.60
ar 330 0,0004
Conceitos
• Comprimento de onda (l): corresponde à 
distância em que o mesmo fenômeno se repete;
l
Conceitos
• Frequência (f): Corresponde ao número de 
oscilações em um determinado tempo;
• Unidade : Hertz (Hz);
l
Conceitos
• Amplitude (a): Corresponde a intensidade da 
onda sonora;
l
QUANTO
MAIOR a frequência
MELHOR a resolução
MENOR a penetração
Conceitos
• Atenuação: É a redução da intensidade do 
som, em função da distância. Causada pela 
reflexão e absorção (calor);
Espalhamento
Ecos são captados
O que é ultrassom?
Cães: 50 KHz Golfinhos: 150 KHz Morcego: 20 a 215 KHz
Ultrassom
• Método de diagnóstico por imagem, que
utiliza ondas sonoras com frequências
acima das audíveis pelo ouvido humano.
• Iniciou em 1794 quando Lazzaro
Spallanzini demonstrou que os morcegos se
orientavam mais pela audição do que pela
visão para localizar obstáculos e presas.
Ultrassom
• Método de diagnóstico por imagem, que
utiliza ondas sonoras com frequências
acima das audíveis pelo ouvido humano.
• Iniciou em 1794 quando Lazzaro
Spallanzini demonstrou que os morcegos se
orientavam mais pela audição do que pela
visão para localizar obstáculos e presas.
BIOSONAR
1794
LAZZARO 
SPALLANZINI
ECOLOCALIZAÇÃO
Princípios físicos
Em 1881 foi demonstrado que quando uma
força é aplicada perpendicularmente sobre as
faces do quartzo e da turmalina, produz-se
uma descarga elétrica.
//upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ef/Verdeleite.jpg
//upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ef/Verdeleite.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Quartz,_Tibet.jpg
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Quartz,_Tibet.jpg
Princípios físicos
• Inversamente, se um sinal elétrico é aplicado
sobre o cristal, ele sofre expansão ou
contração, dependendo da polaridade do sinal.
Campos elétricos alternados produzem
vibração do cristal resultando em ondas
sonoras de alta freqüência.
Princípios físicos
• Inversamente, se um sinal elétrico é aplicado
sobre o cristal, ele sofre expansão ou
contração, dependendo da polaridade do sinal.
Campos elétricos alternados produzem
vibração do cristal resultando em ondas
sonoras de alta frequência.
Transdutor
• Converte uma forma de energia em outra,
ou seja EFEITO PIEZOELÉTRICO.
• Quando pressionados, os cristais
transformam a energia elétrica em
mecânica (onda sonora).
Transdutor
• Converte uma forma de energia em outra,
ou seja EFEITO PIEZOELÉTRICO.
• Quando pressionados, os cristais
transformam a energia elétrica em
mecânica (onda sonora).
Quanto MAIOR a frequência
MELHOR a resolução
MENOR a penetração
SETORIAL CONVEXO LINEAR MICROCONVEXOS
Objetivos iniciais 
• Objetivos militares e industriais - Detectar
submarinos e outros obstáculos submersos.
• Detectar falhas em material industrial.
• Mais tarde, estudou-se a utilização na área
médica.
Objetivos iniciais 
• Objetivos militares e industriais - Detectar
submarinos e outros obstáculos submersos.
• Detectar falhas em material industrial.
• Mais tarde, estudou-se a utilização na área
médica.
Objetivos iniciais 
• Objetivos militares e industriais - Detectar
submarinos e outros obstáculos submersos.
• Detectar falhas em material industrial.
• Mais tarde, estudou-se a utilização na área
médica.
Modos de processamento dos ecos
• MODO A (amplitude): Visualização da 
amplitude do eco em um osciloscópio;
Modos de processamento dos ecos
• MODO B (brilho): Visualização do eco 
como um ponto luminoso em um monitor de 
televisão;
Modos de processamento dos ecos
• MODO M (movimento): O ponto luminoso
proveniente do eco, sofre um deslocamento;
- Mais utilizado no estudo do coração;
Resolução espacial
• Lateral:
• Relação da largura da imagem;
• Transdutores de alta frequência – feixes 
mais estreitos;
3,5 7,5 10
Resolução espacial
• Lateral:
• Relação da largura da imagem;
• Transdutores de alta frequência – feixes 
mais estreitos;
3,5 7,5 10
Resolução espacial
• Axial:
• Duração do pulso é menor, quanto menor for o 
comprimento de onda;
• Alta frequência – menor comprimento de onda –
menor duração do pulso;
3,5 7,5 10
Resolução espacial
• Axial:
• Duração do pulso é menor, quanto menor for o 
comprimento de onda;
• Alta frequência – menor comprimento de onda –
menor duração do pulso;
3,5 7,5 10
Escala de cinza
• As imagens inicialmente eram em preto e
branco, sem graduações.
• Porém com a introdução da escala de cinza
em 1971 tornou-se possível a visualização
dos diversos níveis de intensidade dos ecos.
Escala de cinza
• As imagens inicialmente eram em preto e
branco, sem graduações.
• Porém com a introdução da escala de cinza
em 1971 tornou-se possível a visualização
dos diversos níveis de intensidade dos ecos.
Vantagens
• Método indolor, não invasivo e rápido.
• Custo relativamente barato.
• Permite visibilizar a arquitetura interna e objetos 
radiotransparente.
• Não é ionizante.
• Exame em tempo real.
• Possibilita a realização de outros procedimentos como 
cistocentese / biópsia guiada / avaliação do tratamento.
Desvantagens
• Conhecimento da ANATOMIA.
• Curva de aprendizagem longa.
• Não avalia a função.
• Algumas alterações são mais rápidas que no 
exame bioquímico, isso, pode confundir o 
clínico.
Limitações
• Obesos;
• Abdome agudo;
• Baixa repleção vesical;
• TGI com grande quantidade de gás;
• Baixa especificidade para lesões focais;
• Baixa sensibilidade para algumas doenças infiltrativas;
• Não distingue lesão benigna de maligna;
• Achados normais não excluem doença;
• Não avalia a função dos órgãos;
Nem sempre permite diagnóstico definitivo
tricotomia e gel
Preparo do paciente
• Jejum sólido 6h a 12h;
• Ingestão de água ajuda o exame;
• Repleção vesical é importante (duas horas);
• Evitar alimentos que tenham alta fermentação 
no dia anterior (polenta, leite...)
• Dimeticona 24h antes;
2
1
Divisão esquemática
O exame é 
segmentar
Técnica de varredura
Cortes
Longitudinal/Sagital
Nautrup, 2001
Dorsal/Coronal
Cortes
Transversal
Nautrup, 2001
Terminologia sonográfica
Relacionado a cor
Anecogênico /
Anecóico
(sem ecos)
Hipoecogênico /
Hipoecóico
(poucos ecos)
Ecogênico /
Ecóico
(Moderados
ecos)
Hiperecogênico / 
Hiperecóico
(muitos ecos)
Terminologia sonográfica 
Isoecogênico - Isoecóico(Duas estruturas com a mesma ecogenicidade)
Normoecogênico – Normoecóico
Estrutura de cor normal
Terminologia sonográfica 
Anecogênico /Anecóico
(sem ecos)
Anecogênico /Anecóico
(sem ecos)
Anecogênico /Anecóico
(sem ecos)
Anecogênico /Anecóico
(sem ecos)
Hipoecogênico /Hipoecóico
(poucos ecos)
Hipoecogênico /Hipoecóico
(poucos ecos)
Hipoecogênico /Hipoecóico
(poucos ecos)
Hipoecogênico /Hipoecóico
(poucos ecos)
Ecogênico /ecóico
Ecogênico /ecóico
Ecogênico /ecóico
Hiperecogênico / Hiperecóico
(muitos ecos)
Hiperecogênico / Hiperecóico
(muitos ecos)
Hiperecogênico / Hiperecóico
(muitos ecos)
Terminologia sonográfica
Relacionado a textura
• Homogêneo:
• Heterogêneo:
• Misto:
• Homogêneo:
• Heterogêneo:
• Misto:
Artefatos
• São erros na apresentação da imagem 
acometidas por três fatores:
– Problemas do equipamento.
– Interação do som com os tecidos.
– Técnicas utilizadas incorretamente. 
Problemas do equipamento
• Evitar usar álcool (recomendação de 
alguns fabricantes).
• Limpar semanalmente.
• Idade do transdutor.
• Fibras ópticas rompidas.
• Manuseio errado do aparelho.
Interação do som com os tecidos
• Esses alteram a apresentação das estruturas 
anatômicas;
• Criar falsos ecos no interior de determinadas 
estruturas. 
• Obscurecer outras estruturas ou apresentá-las 
em locais atípicos, de forma e tamanho irreais. 
Imagem em espelho
• Necessita de uma interface muscular.
• Normalmente é o diafragma.
• Esse músculo mimetiza um espelho
formando outra imagem devido a interação
com o som.
Imagem em espelho
Cauda de cometa
• Acontece pelo fato do som se dispersar ao 
encontrar-se com o ar;
• Acontece em estruturas ocas;
• Ou quando existe ar internamente no órgão;
• Ausência de gel no exame;
Cauda de cometa
Reverberação
• Observa-se a formação de linhas paralelas;
• Isto acontece porque parte do eco
proveniente da parede do órgão se
movimenta internamente no órgão até ser
captado pelo aparelho;
• Acontece em estruturas ocas;
Reverberação
Reverberação
Artefato de espessura de corte
• Ocorre quando parte da largura do feixe sonoro
está fora da estrutura cavitária (anecogênica) e os
ecos originados desta parte são exibidos
incorretamente dentro da estrutura cística;
Sombra acústica
• Elementos como o ar, os ossos e o cálcio
possuem impedância acústica bem diferentes
dos tecidos moles;
• Atenuando o feixe sonoro, além de ocasionar
intensa reflexão;
• Fazendo com que praticamente nenhum eco
seja produzido abaixo destas estruturas,
impossibilitando o estudo desta região.
Sombra acústica
Reforço acústico / reforço 
posterior
• Estruturas cavitárias com conteúdo líquido praticamente
não atenuam o feixe sonoro.
• Assim o tecido que se situa abaixo desta área será
submetido a um feixe sonoro de maior amplitude (rápido).
• Produzindo então ecos mais intensos e portanto mais
brilhante que os tecidos adjacentes.
• Embora não necessariamente este tecido tenha realmente
maior densidade.
Reforço acústico / reforço 
posterior
Sombreamento lateral (margens)
Reforço acústico pode fazer 
sombreamento lateral
Ecos abandonados / 
ecos perdidos
• Ecos podem se perder.
• Essa situação só pode ocorrer quando
houver líquido livre abdominal próximo a
vesícula urinária e ela estiver com conteúdo.
Ecos abandonados / 
ecos perdidos
Ecos abandonados / 
ecos perdidos
Forma de avaliação 
abdominal
VESÍCULA URINÁRIA
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
RIM E
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
RIM E
OVÁRIO E
ÚTERO
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
BAÇO
RIM E
OVÁRIO E
ÚTERO
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
ESTÔMAGO
BAÇO
RIM E
OVÁRIO E
ÚTERO
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
FÍGADO E VESÍCULA BILIAR
ESTÔMAGO
BAÇO
RIM E
OVÁRIO E
ÚTERO
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
FÍGADO E VESÍCULA BILIAR
ESTÔMAGO
BAÇO
RIM D RIM E
OVÁRIO E
ÚTERO
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
FÍGADO E VESÍCULA BILIAR
ESTÔMAGO
BAÇO
RIM D RIM E
OVÁRIO D OVÁRIO E
ÚTERO ÚTERO
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
FÍGADO E VESÍCULA BILIAR
ESTÔMAGO
ALÇAS BAÇO
RIM D RIM E
OVÁRIO D OVÁRIO E
ÚTERO ÚTERO
ALÇAS
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
FÍGADO E VESÍCULA BILIAR
ESTÔMAGO
ALÇAS BAÇO
RIM D RIM E
OVÁRIO D OVÁRIO E
ÚTERO ÚTERO
ALÇAS
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
FÍGADO E VESÍCULA BILIAR
ESTÔMAGO
ALÇAS BAÇO
RIM D RIM E
OVÁRIO D OVÁRIO E
ÚTERO ÚTERO
ALÇAS
VESÍCULA URINÁRIA
PRÓSTATA
AEAD
Pâncreas
Ultrassom Doppler
• Christian Johann Doppler em 1842;
• Ele descreveu o fenômeno da variação da 
altura do apito de um trem em movimento;
• O som do apito parece variar quando a o 
trem se aproxima (som mais agudo) e 
quando ele se distancia ( som mais grave );
Definição:
Efeito Doppler, é a mudança na
frequência, ou no comprimento de onda
de uma onda, como resultado do
movimento
O efeito Doppler pode ocorrer 
quando:
• A fonte sonora está em movimento e o 
receptor está parado;
• A fonte sonora está parada e o receptor está 
em movimento;
• Quando a fonte sonora e o receptor estão 
em movimento;
Tipos de Doppler
• Doppler Contínuo ( CW );
• Doppler Pulsado ( PD );
• Color Doppler ( CWD );
• Power Doppler;
Color Doppler e Power Doppler
• Mapeamento dos elementos móveis ( eritrócitos );
• Todo ponto móvel é uma sombra vermelha ou 
azul;
• O fluxo que se aproxima do transdutor é 
vermelho e o fluxo que se afasta do transdutor é 
azul;
• Power, só tem uma cor (laranja) – Pequenos 
fluxos;
Resumindo - O que se avalia
• Ecotextura
• Posição
• Dimensão
• Forma
• Contornos
• Vascularização
• Ecogenicidade
• Arquitetura interna
• Condições das paredes
• Características do conteúdo de órgãos cavitários
Semiologia Ultrassonográfica
(Nomenclatura Descritiva) 
Topografia 
1) Habitual 
2) Ectópica 
Contorno (visão geral)
1) Definidos 
2) Não definidos (indefinidos)
3) Parcialmente definido
Semiologia Ultrassonográfica
(Nomenclatura Descritiva) 
Superfície ou margem (visão mais detalhada)
1) Regular 
2) Romba / arredondada (abaulada) ou afunilada
3) Irregulares 
Forma 
1) Habitual / preservada / mantida 
2) Em garra 
3) Reniforme 
4) Em alvo
5) Ferradura
6) Olho de boi 
7) Amorfo ou disforme e outros
Semiologia Ultrassonográfica
(Nomenclatura Descritiva) 
• Dimensão
1) Habitual
2) Aumentado
3) Diminuído
• Ecogenicidades: hipo, iso, hiper, anecogênico ou 
normoecóico (habitual, mantida), diminuída, 
aumentada
• Ecotextura: Homo, hetero e mista 
• Arquitetura: Preservada* ou com perda
* Pode descrever a arquitetura se preferir
Semiologia Ultrassonográfica
(Nomenclatura Descritiva) 
Conteúdo:
1. Anecogênico
2. Hipoecogênico com sedimento
3. Hiperecogênico
Vascularização
1. Presente (preservada)
2. Diminuída
3. Ausente
4. Em mosaico 
Laudos ecográficos
Laudos ecográficos
• O que é o laudo:
• O que se deve escrever no laudo:
• O que não se deve escrever no laudo:
• Problemas relacionados com o laudo:
Logo e local
OFTALMOVET
Centro de Oftalmologia e de Diagnóstico por Imagem 
Cabeçalho
Nome: Zuca Data: 07/10/2013
Espécie: Canina Sexo: Fêmea Laudo nº.: 5030
Raça: Chow-Chow Idade: * Horas: 10h
Médico Veterinário: Dr (a). Suzane de Oliveira
Proprietário: Sr (a). Ana Paula Fernandes
* Dados não fornecidos pelo médico veterinário requisitante ou pelo proprietário
EXAME ECOGRÁFICO ABDOMINAL
Aparelho S6 - Sonoscape
Observações: A) Inquieto B) Sedado C) Sem preparo prévio
Descrição do órgão
DESCRIÇÃO ECOGRÁFICA:
• Vesícula urinária: Em topografia habitual, com
repleção líquida moderada, conteúdoecogênico
com sedimento, parede de ecogenicidade
aumentada levando a perda da estrutura
trilaminar, margem irregular e espessura
mantida.
Conclusão
• IMPRESSÃO DIAGNÓSTICA:
* O estudo ecográfico sugere cistite aguda;
* Para a possível conclusão do estudo, é 
recomendado... 
Rua Osvaldo Cruz, 2158 – Centro – Cascavel-PR – CEP 85801-200 
Tel (45) 99545955 (45) 32224855 www.oftalmovet.net
Prof. Dr. Pedro Marchan
CRMV/PR - 6942
Laudos ecográficos
• Enviar o descritivo;
• Enviar as imagens ou vídeos;
• Impresso ou digital;
• Arquivar uma cópia por 5 anos;
Técnica de varredura e anatomia básica 
VESÍCULA 
URINÁRIA
• Bexiga felina: Elipsóide.
• Bexiga canina: Oval.
• Localização: Abdômen caudal, cranial ao 
púbis.
• Pode estar parcialmente dentro do canal 
pélvico. 
Anatomia
• Conteúdo anecóico.
• Possui Três camadas distintas: 
- Serosa: Hiperecóica.
- Muscular: Hipoecóica.
- Mucosa: Hiperecóica.
- Medindo de 2 a 5 mm de espessura. 
Anatomia
Influência da 
repleção vesical
PRÓSTATA
Técnica de varredura e anatomia básica 
Aparelho reprodutor masculino – CÃO
Aparelho reprodutor masculino -
FELINO
Animais com menos de 5 anos
Entre 11 e 30 Kg de PV
Achados normais 
• Contornos regulares;
• Cápsula lisa, fina e hiperecogênica (fibras musculares);
• Ecogenicidade discretamente superior a esplênica;
• Ecotextura “média” (homogênea a difusamente grosseira)
• Idade ( fibrose ecogenicidade em animais inteiros )
• Status reprodutivo (orquiectomia ‐ ecogenicidade 
homogeneidade 
RINS
Técnica de varredura e anatomia básica 
Rins
• Órgãos retroperitoniais;
• Forma de feijão;
• OBS. + ou – 1 milhão de néfrons em cada 
rim;
• OBS. Na junção córtico-medular A. e V. 
arqueadas;
Hipotensão sistêmica 
e a hipertensão 
glomerular!!!!
-Cápsula
-Cortical
- Junção C/M
-Medular
-Rel C/M
-Pelve
-Ureter
Done, 2010
BAÇO
Técnica de varredura e anatomia básica 
Achados normais
 Apresenta uma ecotextura densa, homogênea, sendo 
hiperecogênica em relação ao fígado e a cortical 
renal;
 Se estende na direção caudal e lateralmente em 
relação ao estômago;
 É filiforme;
 Suas margens devem ser finas e bem definidas;
 Seu tamanho varia conforme o porte do animal; 
ESTÔMAGO
Técnica de varredura e anatomia básica 
Ultrassonografia
• Camadas do estômago:
• 1 Serosa e subserosa HIPERECÓICAS
• 2 Muscular HIPOECÓICA
• 3 Submucosa HIPERECÓICAS
• 4 Mucosa HIPOECÓICA
• 5 Interface lúmen /mucosa HIPERECÓICA
FÍGADO E 
VB 
Técnica de varredura e anatomia básica 
Anatomia
• Localiza-se abaixo do gradil costal;
• 6 lobos e a VB encontra-se no medial direito;
• Encontra-se encarcerado cranialmente por uma estrutura
côncava ecogênica da interface diafragma-pulmão;
• Limita-se caudalmente pelo fundo e corpo do estômago
(lado esquerdo);
• Medialmente ao baço e ao rim direito;
• Cranialmente ao piloro e alças;
Anatomia ecográfica
• Ecogenicidade: Hipoecogênica em relação ao baço e de
hiperecogênico à isoecogênico em relação ao córtex renal;
• Ecotextura: É homogêneo, com uma leve tendência para o
heterogêneo;
• Vasos porta-hepáticos: Tem parede ecogênica os outros
não;
• Ductos biliares: Os extra-hepáticos são vistos quando
alterados;
• Ligamento falciforme: Levemente mais ecogênico que o
parênquima;
INTESTINO 
Técnica de varredura e anatomia básica 
• Apresenta 5 camadas:
• Serosa – Hiperecóica
• Muscular – Hipoecóica
• Submucosa – Hiperecóica
• Mucosa - Hipoecóica
• Luz intestinal* – Hiperecóica
• A parede intestinal deve ficar 
entre 2 e 5 mm de espessura; 
TESTÍCULO 
Técnica de varredura e anatomia básica 
ÚTERO E 
OVÁRIO 
Técnica de varredura e anatomia básica 
Conclusão