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REVISÃO TRAUMATO 
Revisar: 
Exame físico 
Cirtometria 
Perimetria: 
 
 
 
Teste de NEER: avaliar a presença de impacto 
subacromial no ombro. O examinador estabiliza a 
escápula do paciente com uma mão e, com a outra, 
eleva passivamente o braço do paciente para a frente 
(flexão do ombro) até que esteja alinhado com a 
orelha. 
 
Teste de HAWKINS: utilizado para identificar a 
presença de impacto subacromial no ombro. O 
examinador então estabiliza o ombro do paciente com 
uma mão e, com a outra, realiza uma rotação interna 
passiva do ombro, movendo o antebraço para baixo 
enquanto mantém o braço na posição inicial. 
 
Teste de KENNEDY: tem no outro pdf 
Teste de ARCO DOLOROSO: manobra clínica usada 
para avaliar a presença de lesões ou patologias no 
ombro, como impacto subacromial ou tendinopatia 
do manguito rotador. O paciente é instruído a elevar o 
braço lateralmente (abdução do ombro) em um arco 
de movimento, sem a ajuda do examinador, até que o 
braço esteja completamente levantado acima da 
cabeça. 
 
Teste de QUEDA DE BRAÇO: tem no outro pdf. 
Teste de MITCHEL e BACINE 
 
localiza a espinha ilíaca ântero-superior (EIAS) 
Em pé, mãos abaixo do joelho 
 
Faz a extensão: 
 
Faz a flexão: 
 
Teste de BACINE 
Mesma coisa do Mitchel. Diferença: Mãos até o 
joelho. Testa o quadrado lombar. Dedo mais elevado 
(+) e o outro (-) 
Funcionalidade 
Cálculo da RM 
Escolhe o exercício > faz um teste de repetições 
máximas (coloca no exercício uma quantidade de 
carga que você acha que é razoavel para o paciente 
conseguir execultar sem nenhum problema) > 
substitui na fórmula as repetições e a carga: 
1RM = (0,033 X REP X CARGA) + CARGA 
Ex: 
 
p/ saber os 50%: Faz 50 x 66 
P/ saber os 70%: faz 50 x 66 
Etapas da escola da coluna (Willians) 
Antes de tudo: retificar e alinhar o paciente 
(escapulas, lombar e cervical) 
Etapa 1: Enche a barriga e solta o ar “encosta” o 
umbigo as costas (inspirar e expirar enchendo e 
secando a barriga) (10x) 
Etapa 2: 5x, 15seg 
 
Etapa 3: desce torácica, lombar, bumbum. 
 
Etapa 4: 
 
 
Etapa 5: 3 ciclos respiratórios tentando alcançar a 
bola 
 
Etapa 6: 
 
Etapa 7: 
 
Etapa 8: sobe as costas levando a bola nas mãos 
 
Etapa 9: 
 
Etapa 10: igual a etapa 2, mas usa as 2 pernas 
 
Goniometria : outro pdf 
Técnica de mackenzi pra cervical 
Objetivo: Flexibilização cervical com ativação da 
musculatura cervical e alivio de dor. 
Movimentos 1, 2 e ; 10 repetições de cada lado. 
Movimento 1: rolamento anterior 
Como fazer: De forma lenta e suave, encosta o queixo 
no tórax, sem elevar a cabeça da maca e retornar para 
a posição inicial. 
 
Movimento 2: rolamento anterior + rotação lateral 
Como fazer: De forma lenta e suave, toca o queixo no 
tórax e gira a cabeça para um lado, depois retorna 
para a posição inicial. Após as 10 repetições para um 
lado, faz o mesmo para o lado oposto. 
 
Movimento 3: flexão cervical 
Como fazer: de forma lenta e suave, toca o queixo no 
tórax elevando a cabeça. 
 
Black banner pro volante escapular (formado por 
trapézio superior (faz a escapular se elevar e rotação), 
serrátil anterior (evita que a escapula fique alada, 
puxando a borda medial para as costelas) e trapézio 
inferior (que faz a escapula voltar ao posicionamento 
em direção as vertebras) 
Etapa I: 
 
Etapa A: 
 
 
Etapa T: 
 
Etapa Y: 
 
 
Avaliação 
DISCINESE ESCAPULAR – escala Kibler 
Tipo I - proeminência do ângulo inferior da borda 
medial da escapula. 
Tipo Il - proeminência de toda a borda medial da 
escápula 
tipo Ill - translação superior da escápula e 
proeminência da borda medial superior da escápula 
 
Teste de Yergason – tendinopatia bicipital 
 
PUSH UP com resistência elástica: 
 
Pacientes 
Segunda e sexta: 
Elisangela (fibromialgia e tendinite de MMSS) 
Mobilização escapular: 
Uma mão no ângulo inferior e outra na espinha da 
escapula, vai fazendo movimentos circulares (sentido 
hórario e antihorário) : pode mexer ombro tbm 
 
Depois faz movimento cranio caudal da escapula: 
 
Retração: 
Protração: 
Polpas dos dedos na borda medial da escapula e faz 
oscilações pro lado: 
 
 
Daniela (pós operatório de hérnia discal lombar) pós 
operatório imediato de reparo. Tá afastada tem 2 
rodízios 
Rosimeire (volta com pós operatório de síndrome do 
túnel do carpo em fase crônica, tem síndrome de 
comprsssao alta (cervical…) 
Mobilização neural (ulnar, radial e mediano) 
Mobilização neural (nervo mediano): 
Braço abduzido a 90º, mão do ombro deprime um 
pouco pra baixo e estabiliza: 
 
Rotação lateral de ombro até 90º: 
 
Estende punho e estende cotovelo até onde o 
paciente não sente desconforto: 
 
Chegou no limite, sustenta na posição: 
 
Colocando a cabeça pro lado contralateral traciona 
mais o plexo braquial: 
Mobilização neural nervo ulnar: 
Posicionamento, cabeça alinhada ou inclinada pro 
lado contralateral pra tensionar mais o plexo braquial:
 
Braço anduzido a 90º,cotovelo fletido, aproxima a 
mão da cabeça e fica mobilizando punho: 
 
Mobilização neural nervo radial: 
Deprime o ombro da paciente, braço abduzido a 30 ou 
40º, ombro em rotação interna e mobiliza o punho em 
flexão: 
Co-contração de peitoral: 
 
Co-contração de trapézio: 
 
Co-contração de pronador redondo: realiza pronação 
e flexão do cotovelo, origina-se no epicondilo medial e 
insere na face lateral do rádio 
Giucilene (operou hérnia discal lombar, ta na fase 
final de recuperação) 
Sexta 
Genilza (fase final de reabilitação de fratura de, 
precisa ganhar força global de mmss como um todo) 
desenvolveu dermatite de contato pq está se 
separando do esposo. Trabalho musculoesquelético 
de MMSS como um todo, mobilidade de dedos e 
mãos. Não conseguiremos evoluir em extensão de 
punho devido a fratura de rádio distal, ficou com 
desvio muito grande. Não precisa mobilizar punho 
Mobilização articular de punho: deslizamento de rádio 
e ulna (articulação radio-ulnar): no sentido antero-
posterior 
 
 
Estabiliza antebraço e mobiliza pra medial e lateral a 
articular radiocarpica: 
 
No sentido antero-posterior: 
 
Intercarpal (entre os ossos dos carpo): 
 
Entre os metacarpos: 
 
Dona ivanilda (lesão de manguito rotador, dia 9 ela 
opera de câncer de estômago) 
Ruthe (reumatológica, síndrome que parece com 
artrite reumatoide, afastada a mais de 6 meses, 
voltou a 1 mês a ter crise, tem muita deformidade na 
mão e muita dores em calcaneo e tendão de Aquiles. 
Mobilização de tornozelo: 
Sentido antero-posterior: 
 
Empurrando o pé com a perna: 
 
Mobilizando maleolo lateral: 
 
Mobilizando maleolo medial: 
 
Segunda (somente) 
Paulo (lobocetalgia, grande problema é pressão 
arterial extremamente descontrolada, muito ansioso, 
quanta 13/14 pode ser atendido, escala da coluna) 
Maria Helena (tomou injetável e ficou com dormência 
em musculatura glútea, hoje na caminha, sobe e 
desce escada, mas tem desequilíbrio pélvico e dor ao 
toque, glúteos inativado, muito colaborativa, treino 
de marcha, senta de lado pq a pelve direita não 
consegue ficar muito tempo sentada, mobiliza quadril, 
glúteo, treino de agachamento na parede, sentar e 
levantar, balcica de pelve) 
Tratamentos gerais: 
Discinesia escapular para fortalecer serrátil anterior: 
Movimento de abertura e fechamento das escapulas 
Posição de 4 apoios na maca, realiza o movimento 
subir os ombros: 
 
Depois descer os ombros: 
 
 
Fortalecimento da musculatura escapulotoracia: 
Extensão de braços e pernas contralaterias: 
 
Tocando um braço e outro no ombro alternadamente: 
 
Push up em supino e com peso: sobe e desce o braço 
 
Push up na parede: 
 
Variação com a bola: 
 
Exercícios para estabilidade escapular: 
Subindo e descendo os braços com elástico nos 
punhos: 
Mobilizações 
Mobilização articular do ombro: 
Tracioina no sentido caudale mobiliza no sentido 
postero-superior, subindo e descendo: 
 
Variação: 
TENS 
Passa gel nos eletrodos e depois cola no paciente com 
fita 
Dor aguda: (teoria das comportas) 
Alta frequência (20 a 250Hz) + Baixa largura de pulso 
(45 a 80us) 
Dor crônica: (liberação de endorfinas) 
Baixa frequência (1 a 20Hz) + Alta largura de pulso 
(150 a 250 us) 
 
 
 
 
TENS Convencional (Alta Frequência) 
 Características: 
o Frequência: Alta (50-150 Hz). 
o Duração do Pulso: Curta (50-100 
microsegundos). 
o Intensidade: Baixa a moderada. 
 Indicações: Usado principalmente para 
dor aguda, alívio rápido. 
TENS de Baixa Frequência (Acupuntura) 
 Características: 
o Frequência: Baixa (1-10 Hz). 
o Duração do Pulso: Longa (150-250 
microsegundos). 
o Intensidade: Moderada a alta, 
suficiente para causar contrações 
musculares. 
 Indicações: Indicado para dor crônica e 
para estimular a liberação de endorfinas. 
TENS Burst (Modo Rajada) 
 Características: 
o Frequência: Combinação de rajadas 
(bursts) de alta frequência (70-100 
Hz) com baixa frequência (1-4 Hz). 
o Duração do Pulso: Longa (150-250 
microsegundos). 
o Intensidade: Moderada a alta. 
 Indicações: Usado para dor crônica 
severa. 
TENS Modulado 
 Características: 
o Frequência e Duração do Pulso: 
Variáveis ao longo do tratamento. 
o Intensidade: Ajustada para evitar a 
acomodação (adaptação do corpo à 
estimulação constante). 
 Indicações: Ideal para uso prolongado em 
pacientes que desenvolvem tolerância ao 
TENS convencional. 
 Modo de Ação: A modulação contínua 
impede a adaptação nervosa ao estímulo, 
mantendo a eficácia do tratamento. 
 
Liberação de quadrado lombar: 
Pede pro paciente empurrar a mão do terapeuta em 
relação ao solo e o terapeuta resiste 6seg: 
 
Estabiliza a espinha posteriorsuperior com a mão 
caudal e com a mão cefalica coloca nas costelas, 
traciona superiomente e pede pro paciente 
empurrar em direção a maca: 
 
Sobe e desce as pernas fazendo liberação latero-
lateral no musculo quadrado lombar:
 
Treino de marcha: pede pra ficar ultrapassando o 
bastão pra frente e pra trás: 
 
Giucilene: 
Sem dor: inicia com fortalecimento, flexão e 
extensão de quadril, ponte, senta e levanta, 
extensão de MMSS com halter, treino de marcha 
(com cones e ao final disco flex pra 
propriocepção) 
Paulo: se atentar a PA 
Willians (etapa 1) em decubito lateral por causa da 
dor

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