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VALVOPATIAS - Dra Priscila Idaló 
Lara Lacerda – Slides Prof. Prisicila 
 
ASPECTO ESTENOSE MITRAL INSUFICIÊNCIA MITRAL ESTENOSE AÓRTICA INSUFICIÊNCIA AÓRTICA 
 
 
 
ETIOLOGIA 
 
 
 Febre reumática > 90% em países 
em desenvolvimento. 
 Degenerativa (calcificação do anel 
valvar). 
 Causas raras (congênita; dças 
reumatológicas). 
 
 
 Primária: Febre reumática; 
Prolapso valvar mitral; Perfuração 
de folheto. 
 Secundárias: DAC; IM isquêmica; 
miocardiopatia dilatada. 
 
 
 Calcificação/degeneração 
aórtica. 
 Reumática. 
 Bicúspide. 
 
 
 Reumática. 
 Aterosclerótica. 
 Bicúspide. 
 Dças que dilatam a aorta (HAS, sífilis, 
espondilite anquilosante). 
 Endocardite. 
 
 
 
 
 
 
 
 
FISIOPATOLOGIA 
 
 Sangue com dificuldade de sair AE 
– dilatação do AE – aumento 
pressão venosa pulmonar – 
congestão – dispneia – ortopneia 
– tosse. 
 Cor pulonale – hepatomegalia – 
edema MMII. 
 
Obs: VE estará normal. 
 
 
 
 
 Refluxo sanguíneo AE – sobrecarga 
de AE – aumento da pressão 
venosa pulmonar – dispneia, 
ortopnéia, tosse, escarros 
hemoptoicos. 
 Disfunção do AE – fibrilação atrial, 
taquicardia e fenômenos 
trombóticos. 
 Sobrecarga volumétrica em VE – 
hipertrofia ventricular esquerda 
excêntrica. 
 
 DISPNÉIA: estreitamento 
da valva aórtica – 
aumento pressão sis do ve 
– hipertrof concêntrica ve 
– aumento pressão 
venocapilar pulmonar. 
 ISQUEMIA: diminui 
pressão aórtica – reduz 02. 
 SÍNCOPE: quando tem 
vasodilatação e não 
aumenta o dc para 
compensar. 
 
 
 DISPNÉIA: Refluxo sanguíneo para VE – 
aumento VE “cor bovis”. 
 ANGINA: Aumento volume e PA sistólica 
– aumento consumo O2. 
 SÍNCOPE: pelo baixo DC. 
 PA DIVERGENTE: PA SIS aumenta e PA 
DIA diminui. 
 
 
 
 
QUADRO CLÍNICO 
 
 Dispneia. 
 Palpitações 
 Hemoptise. 
 Tosse. 
 Disfagia. 
 
 Dispnéia. 
 
 Dispneia. 
 Angina. 
 Síncope. 
 
 
 
 
 
 Dispneia. 
 Angina. 
 Síncope. 
 
 
VALVOPATIAS - Dra Priscila Idaló 
Lara Lacerda – Slides Prof. Prisicila 
 
ASPECTO ESTENOSE MITRAL INSUFICIÊNCIA MITRAL ESTENOSE AÓRTICA INSUFICIÊNCIA AÓRTICA 
 
 
 
 
 
EXAME FÍSICO 
 
 Facies mitralis (pouco comum). 
 Estalido de abertura precoce 
protodiastólico 
(PATOGNOMÔNICO). 
 Sopro diastólico em ruflar 
(enchimento do VE). 
 B1 e B2 hiperfonéticas. 
 Sinais de congestão pulmonar e 
insuficiência cardíaca direita. 
 
 
 Sopro holossistólico nos focos do 
ápice; 
 Sopro sistólico regurgitativo >= 
+++/6+, audível em foco mitral. 
 B1 hipofonética; 
 B2 hiperfonética; 
 Sinais de insuficiência cardíaca 
direita. 
 
 
 Pulso parvus et tardus. 
 Sopro mesossistólico 
ejetivo com pico 
telessistólico em diamante 
(focos da base). 
 Hipofonese B1 e B2. 
 Fenômeno Gallavardin 
(irradiação sopro p foco 
mitral). 
 Desdobramento paradoxal 
de B2. 
 
 
 
 
 Pulso em martelo dágua ou Corrigan: 
ascensão rápida e alta amplitude. 
 Sopro diastólico aspirativo; Sopro Austin 
– Flint ( sopro diastólico em ruflar pois 
valva mitral não abre). 
 Hipofonese B2. 
 Sinais de pulsação: Musset (cabeça); 
Muller (úvula); Quincke (leito ungueal); 
Landolfi/ Becker(íris); 
 Outros sinais: Traube (sopro nas 
femorais); Duroziez (aumento do sopro 
por compressão das femorais); 
 Hill ( PA MMII > 60 que de MMSS). 
 
 
 
DIAGNÓSTICO 
 
 RX: Sinal da bailarina (elevação do 
brônquio fonte esq); Sinal do 
duplo contorno á direita; Sinal do 
4° arco. 
 
 ECG: Sobrecarga do átrio 
esquerdo: Onda P alargada e 
bífida em D2 – “p mitrale”. 
Sobrecarga do átrio direito: 
Desvio do eixo para direita. 
 ECO: Calcula score de Wilkins – 
Block (mobilidade, espessamento 
e calcificação). 
 
 
 RX: aumento da silhueta cardíaca 
com dilatação do VE e AE; Sinais de 
congestão pulmonar. 
 
 ECG: sobrecarga em 
câmaras esquerdas. 
 RX: Sinais de congestão 
pulmonar ou normal. 
 ECO: 
- AVA: menor ou igual a 1. 
 
 
 ECG: Sinais de sobrecarga de câmeras 
esquerdas. 
 RX: Aumento silhueta cardíaca com 
dilatação VE; Dilatação ou ectasia da 
aorta. 
 
VALVOPATIAS - Dra Priscila Idaló 
Lara Lacerda – Slides Prof. Prisicila 
 
ASPECTO ESTENOSE MITRAL INSUFICIÊNCIA MITRAL ESTENOSE AÓRTICA INSUFICIÊNCIA AÓRTICA 
 
 
 
 
COMPLICADORES 
 
 
 
 
 
 GRAU da estenose – área valvar: 
 
Leve: > 2 (= a 
50 em repouso ou >= a 60 ao 
esforço). 
 
 Fibrilação atrial de início precoce. 
 
 
 
 
 
 
 
 FE = 
40; 
 
 PSAP (Pressão sistólica da artéria 
pulmonar): >=50. 
 
 Fibrilação atrial de início precoce 
 
 
 ECO: 
- FEVE 70, se reumático >75. 
 DSVE > 50, se reumático >55. 
 VALVA BICÚSPIDE + RAÍZ DE AORTA > 
45mm. 
 
 
 
 
TRATAMENTO 
FARMACOLÓGICO 
 
 
 
 
 Betabloqueador para controle FC; 
 Bloq de canal de Ca ou ivabradina 
+ diurético. 
 
 
 
 
 
 
 
 Não cita. 
 
 Não existe e não altera 
sobrevida. Só controla 
sintomas até a 
intervenção. 
 Diuréticos se congestão. 
 Vasodilatadores (cuidado 
pois reduz RVP). 
 
 
 Vasodilatador para reduzir pós-carga. 
VALVOPATIAS - Dra Priscila Idaló 
Lara Lacerda – Slides Prof. Prisicila 
 
ASPECTO ESTENOSE MITRAL INSUFICIÊNCIA MITRAL ESTENOSE AÓRTICA INSUFICIÊNCIA AÓRTICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTERVENÇÃO 
 
 
 
 
 
 VALVOPLASTIA MITRAL 
PERCUTÂNEA POR CATETER – 
BALÃO (VMCB): em etiologia 
reumática e Wilkins 1 ano. 
 
 
 VALVULOPLASTIA COM 
CATETER – BALÃO: 
resultado ruim para 
estenose aórtica. Usado 
para impossibilidade de 
intervenção definitiva 
(TAVI ou cirurgia). 
 
 
 CIRURGIA DE TROCA VALVAR 
 
 
 TAVI (IMPLANTE PERCUTÂNEO DE 
PRÓTESE AÓRTICA) 
 
 
 
 
 
PRINCIPAIS 
DIFERENÇAS 
 
 
 
 
 
 
 SOPRO: Diastólico em ruflar. 
 FISIOPATOLOGIA: Dificuldade do 
esvaziamento do AE. 
 RX: Sinal da Bailarina. 
 
 SOPRO: Sistólico regurgitativo. 
 FISIOPATOLOGIA: Refluxo para o 
AE. 
 RX: Dilatação do VE e AE. 
 
 SOPRO: Sistólico em 
diamante. 
 FISIOPATOLOGIA: 
Estreitamento da via de 
saída do VE. 
 RX: HVE e dilatação 
aórtica. 
 
 SOPRO: Diastólico aspirativo. 
 FISIOPATOLOGIA: Refluxo para VE. 
 RX: Dilatação do VE e ectasia da aorta. 
VALVOPATIAS - Dra Priscila Idaló 
Lara Lacerda – Slides Prof. Prisicila

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