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2
ELAINE DE MORAES CARVALHO NOGUEIRA
MATRÍCULA: 600806624
ANA CLÁUDIA SANTANA AGUINÉLO DA SILVA
MATRÍCULA: 600172597
ESTUDO DE CASO DE UM PACIENTE COM HIPERTENSÃO ARTERIAL
Estudo de caso elaborado como quesito
parcial para aprovação na disciplina de
Estágio Supervisionado II do curso de
enfermagem da Universidade Salgado de
Oliveira – UNIVERSO.
Orientado por: Wlliam Coimbra
SÃO GONÇALO
2020
3
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO pg. 4
2. METODOLOGIA DA PESQUISA pg. 
5 2.1 Histórico de enfermagem pg. 5
3. Evolução de enfermagem pg. 6
4. PATOLOGIA pg. 7
4.1 Hipertensão Arterial pg. 7
4.2 Diabetes Mellitus pg. 8
4.3 Diabete Mellitus tipo 1 pg. 9
5. FARMACOLOGIA pg. 10
6. PRIORIZAÇÃO DA ENFERMAGEM pg. 13
6.1 Avaliação crítica pg. 15
7. PLANO DE ALTA pg. 16
8. CONCLUSÃO pg. 17
9. REFERENCIAS pg. 18
10. ANEXOS pg. 19
Entrevista pg. 19
Registro das aferições de PA para diagnóstico de HAS pg. 19 
Exames para analisar possíveis consequencias da HAS pg. 
19 Exames complementares para confirmar diabetes pg. 20
4
1. INTRODUÇÃO
O estudo de caso em enfermagem consiste na avaliação dos sinais e sintomas
do cliente, preparação de um plano de cuidados e estabelecimentos de meta para que
se proporcione a melhora e evolução do paciente.
Em campo de estágio são analisados pacientes em alas emergenciais, no
posto de saúde e em centro cirúrgico.
Por se tratar de uma doença comum: a hipertensão arterial, este caso embasou
para melhor conhecimento e abordagem deste assunto, conhecido como doença
crônica não transmissível. Possibilitando maior adesão ao conhecimento enquanto
discente em enfermagem
5
2. METODOLOGIA DA PESQUISA
Trata-se de uma pesquisa qualitativa e com abordagem descritiva, do tipo
estudo de caso, elaborado por acadêmico de enfermagem do 8º período do curso de
graduação da Escola de Enfermagem da Universidade Salgado de Oliveira na
disciplina de Estágio Supervisionado I, disciplina esta, ministrada por Adriana Ribas.
Para Triviños, o pesquisador qualitativo pauta seus estudos na
interpretação do mundo real, preocupando-se com o caráter hermenêutico na
tarefa de pesquisar sobre a experiência vivida dos seres humanos. A tarefa de
“dupla hermenêutica” justifica-se pelo fato de os investigadores lidarem com a
interpretação de entidades que, por sua vez, interpretam o mundo que as
rodeiam. Como consequência da capacidade humana para interagir, são
adotadas, pelos pesquisadores, algumas técnicas para coleta de dados, dentre
as quais, destacamos: a Observação participante, a Entrevista e o Método da
história de vida.
Um estudo de caso busca descrever e analisar uma situação ou um
problema único, mas onde há diversas variáveis a serem investigadas.
É com a investigação de todas as variáveis que será possível compilar os
resultados obtidos para a formulação de conclusões sobre aquele tema estudado.
Deste modo, a utilidade do estudo de caso é mais clara em situações onde se quer
utilizar um exemplo real para explicar um fenômeno descrito na teoria ou quando
se quer compreender as causas de algo, por exemplo.
2.1 Histórico de enfermagem
Paciente O.S.M, 45 anos anos de idade, negro, sexo masculino, casado pela
segunda vez.
Paciente chegou a unidade básica de saúde para rastrear hipertensão devido
alguns sinais da mesma.
Na consulta, informou que, eventualmente, sentia um pouco de tontura, mas
não valorizava este fato já que também bebia e pensava que era alguma coisa
relacionada com o fígado.
6
Durante a entrevista, o paciente relata ser fumante de 20 cigarros por dia,
relata que está querendo abandonar o vício. Faz uso moderado de bebida alcoólica.
Sedentário no momento, mas até 6 meses atrás caminhava 2x na semana.
O paciente não sabe se é diabético, mas informa que já teve colesterol alto. Ao
histórico familiar, o paciente relata que possui um pai diabético e hipertenso, e mãe
morreu de infarto aos 76 anos. Paciente tem um irmão de 20 anos com problemas no
coração.
Sinais vitais: P: 82lbpm; PA: 140 x 110mmHg; T: 36,5ºC; R: 18 irpm
3. EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM
Paciente pesando 86kg com altura de 1,65cm – IMC: Obesidade grau 
I Mucosas encontravam-se normocorada.
Ao exame dos pulsos periféricos e ausculta cardíaca, encontravam se
palpados nos 4 membros, simétricos e de amplitude semelhante.
O pulso era irregular e a frequência estava em torno de 96 bpm. Na
ausculta do coração foi observado que o ritmo era irregular em 2 tempos e que
a segunda bulha estava aumentada no foco aórtico às custas do A2.
Sopro sistólico do tipo ejetivo audível em foco aórtico e irradiado aos
vasos do pescoço. Sopro sistólico do tipo regurgitação, em foco mitral e
irradiado à axila esquerda.
Foi encaminhado para exames para investigação de caso suspeito de
hipertensão arterial e diabetes mellitus
Após exames, foi diagnosticado com ambas hipóteses.
Foram implantadas consultas semanais para rastreamento da pressão
arterial, e do nível glicêmico do paciente.
Implantado plano de tratamento para ambos.
7
4. PATOLOGIA
4.1 Hipertensão Arterial
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é considerada um importante
problema de saúde pública devido à sua alta prevalência e baixas taxas de
controle, contribuindo significativamente nas causas de morbidade e
mortalidade cardiovascular.
No Brasil, 25% da população adulta apresenta essa doença e estima-se
que em 2025 esse número terá aumentado em 60%, atingindo uma prevalência de
40%. A HAS, além de ser uma das principais causas de mortes por doenças do
aparelho circulatório, acarreta um ônus socioeconômico elevado, com uma vida
produtiva interrompida por invalidez temporária ou permanente.
A hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença crônica
caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela
acontece quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou
ultrapassam os 140/90 mmHg (ou 14 por 9).
A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço
maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído
corretamente no corpo. A pressão alta é um dos principais fatores de risco para
a ocorrência de acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e
insuficiência renal e cardíaca.
A HAS é caracterizada como uma doença crônica não transmissível, de
causas multifatoriais associada a alterações funcionais, estruturais e
metabólicas. As estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam
que as doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por 58,5% de
todas as mortes ocorridas no mundo e por 45,9% da carga global de doença.
A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica
multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial
(PA). Associa-se frequentemente a alterações funcionais e/ou estruturais dos
órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e a alterações
metabólicas, com consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares
fatais e não fatais
8
A medida de pressão arterial é fundamental no diagnóstico da hipertensão
arterial sistêmica, devendo ser realizada em toda avaliação médica ou por outros
profissionais da saúde. Os procedimentos de medida da pressão arterial são
simples e de fácil realização, contudo nem sempre são realizados de forma
adequada. Condutas que podem evitar erros são, por exemplo, o preparo
apropriado do paciente e o uso de técnica padronizada e equipamento calibrado.
Na primeira avaliação, as medidas devem ser obtidas em ambos os
braços e, em caso de diferença, deve-se utilizar como referência sempre o
braço com o maior valor para as medidas subsequentes. O indivíduo deverá
ser investigado para doenças arteriais se apresentar diferenças de pressão
entre os membros superiores maiores de 20/10 mmHgpara as pressões
sistólica/diastólica respectivamente
De acordo com o National Heart Lung and Blood Institute (NHLBI), os
principais fatores de risco para a HAS são a idade, raça, sexo, sobrepeso ou
obesidade e hábitos de vida pouco saudáveis como sedentarismo, consumo
abusivo de bebidas alcoólicas, tabagismo e consumo excessivo de sal. Outros
fatores de risco estão associados com a pressão arterial elevada, como a
predisposição genética e o estresse.
4.2 Diabetes Mellitus
O diabetes é um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por
hiperglicemia e associadas a complicações, disfunções e insuficiência de vários
órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, cérebro, coração e vasos
sanguíneos. Pode resultar de defeitos de secreção e/ou ação da insulina
envolvendo processos patogênicos específicos, por exemplo, destruição das
células beta do pâncreas (produtoras de insulina), resistência à ação da
insulina, distúrbios da secreção da insulina, entre outros.
Os tipos de diabetes mais frequentes são o diabetes tipo 1, anteriormente
conhecido como diabetes juvenil, que compreende cerca de 10% do total de
casos, e o diabetes tipo 2, anteriormente conhecido como diabetes do adulto, que
compreende cerca de 90% do total de casos. Outro tipo de diabetes encontrado
com maior frequência e cuja etiologia ainda não está esclarecida é o
9
diabetes gestacional, que, em geral, é um estágio pré-clínico de diabetes,
detectado no rastreamento pré-natal.
Os sintomas clássicos de diabetes são: poliúria, polidipsia, polifagia e
perda involuntária de peso (os “4 Ps”). Outros sintomas que levantam a
suspeita clínica são: fadiga, fraqueza, letargia, prurido cutâneo e vulvar,
balanopostite e infecções de repetição.
Algumas vezes o diagnóstico é feito a partir de complicações crônicas
como neuropatia, retinopatia ou doença cardiovascular aterosclerótica.
Entretanto, como já mencionado, o diabetes é assintomático em proporção
significativa dos casos, a suspeita clínica ocorrendo então a partir de fatores de
risco para o diabetes.
3.1.1 Diabetes Mellitus tipo 1
O termo tipo 1 indica destruição da célula beta que eventualmente leva
ao estágio de deficiência absoluta de insulina, quando a administração de
insulina é necessária para prevenir cetoacidose, coma e morte.
A destruição das células beta é geralmente causada por processo auto-
imune, que pode se detectado por auto-anticorpos circulantes como anti-
descarboxilase do ácido glutâmico (anti-GAD), anti-ilhotas e anti-insulina, e,
algumas vezes, está associado a outras doenças auto-imunes como a tireoidite de
Hashimoto, a doença de Addison e a miastenia gravis. Em menor proporção, a
causa da destruição das células beta é desconhecida (tipo 1 idiopático).
O desenvolvimento do diabetes tipo 1 pode ocorrer de forma
rapidamente progressiva, principalmente, em crianças e adolescentes (pico de
incidência entre 10 e 14 anos), ou de forma lentamente progressiva,
geralmente em adultos, (LADA, latent autoimmune diabetes in adults; doença
auto-imune latente em adultos).
10
5. FARMACOLOGIA
5.1 LOSARTANA POTÁSSICA
5.1.1. INDICAÇÃO
A losartana potássica é indicada para o tratamento da hipertensão. A
losartana potássica é indicada para o tratamento da insuficiência cardíaca,
quando o tratamento com inibidor da ECA não é mais considerado adequado.
Não é recomendada a troca do tratamento para losartana potássica em
pacientes com insuficiência cardíaca estabilizados com inibidores da ECA.
Redução do Risco de Morbidade e Mortalidade Cardiovascular em
Pacientes Hipertensos com Hipertrofia Ventricular Esquerda.
A losartana potássica é indicada para reduzir o risco de morbidade e
mortalidade cardiovascular avaliado pela incidência combinada de morte
cardiovascular, acidente vascular cerebral e infarto do miocárdio em pacientes
hipertensos com hipertrofia ventricular esquerda
5.1.2 MECANISMO DE AÇÃO
Bloqueia os efeitos vasoconstritor e secretor de aldosterona da
angiotensina II. Interage de forma reversível com os receptores AT1
5.1.3 REAÇÃO ADVERSA
Os efeitos adversos mais comuns relacionados à medicação foram
tontura e hipotensão. A losartana potássica foi geralmente bem tolerada em um
estudo clínico que envolveu pacientes com hipertrofia ventricular esquerda. As
reações adversas mais comuns, relacionadas à medicação, foram tontura,
astenia/fadiga e vertigem.
5.2 INSULINA NPH
O pâncreas secreta a insulina de duas maneiras: basal e bolus. Como basal
entende-se uma secreção constante de insulina que permanece em níveis baixos
no sangue o tem-po todo e é produzida em forma de ‘gotas contínuas’, mantendo a
liberação de glicose para as células do organismo; enquanto o termo
11
bolus, se refere a quantidades maiores de insulina que são liberadas na
circulação sanguínea em momentos de maior necessidade, como por exemplo
às refeições, ou quando há aumento de açúcar no sangue.
As insulinas de ação rápida encontradas nas farmácias são utilizadas
para proporcionar ação semelhante a esses bolus de insulina, que ocorrem na
fisiologia, necessários principalmente às refeições.
Já as injeções de insulina de ação intermediária (NPH) e lenta
(análogos) atuam de forma semelhante ao fornecimento basal e são aplicadas
em 1 ou 2 aplicações diárias (Glargina, Levemir e NPH), ou até 3 vezes ao dia
(NPH), a fim de proporcionar o componente “basal” da insulinização.
É por isso que algumas vezes, para um bom tratamento com insulina,
seguro e eficaz, minimizando o risco de hipoglicemias, usa-se várias aplicações
diárias de insulina, no esquema assim conhecido como basal-bolus.
Pessoas com diabetes Tipo 1 na maioria das vezes precisam de um
programa terapêutico que libere tanto a insulina basal quanto a bolus, no seu
tratamento, que portanto em geral é feito de maneira intensiva, ou seja,
envolvendo 3 ou mais aplicações diárias de insulina. Já o tratamento voltado ao
diabetes Tipo 2 é variável.
Alguns pacientes só precisam da basal, já que o pâncreas ainda fornece
a insulina necessária para as refeições. Nestes casos, uma aplicação diária,
antes de dormir, costuma ser suficiente. Outros precisam de insulina basal e
bolus, com objetivo de controlar a glicemia em diferentes momentos do dia.
A insulina humana (NPH e Regular) utilizada no tratamento de diabetes
atualmente é desenvolvida em laboratório, a partir da tecnologia de DNA
recombinante. A insulina chamada de ‘regular’ é idêntica à humana na sua
estrutura. Já a NPH é associada a duas substâncias (protamina e o zinco) que
promovem um efeito mais prolongado.
A insulina não pode ser tomada em pílulas ou cápsulas, pois os sucos
digestivos presentes no estômago interferem em sua eficácia. Com o avanço
das pesquisas na área, essa realidade talvez seja viável no futuro.
12
A insulina identificada com U-100 significa que existem 100 unidades de
insulina por mililitro (mL) de líquido no frasco. O paciente deve sempre
respeitar o número de unidades prescrito pelo médico. O auxílio do especialista
é fundamental para determinar a dosagem apropriada. Atualmente no Brasil
todas as insulinas comercializadas são U-100.
13
6. PRIORIZAÇÃO DA ENFERMAGEM
Diagnóstico Resultados Intervenções de Resultados de
de de Enfermagem Enfermagem
enfermagem enfermagem (NIC) (NOC)
(NANDA) (NOC)
1 Estilo de vida - Desempenho - Promover (5)
sedentário para exercícios
relacionado a atividades - Estabelecer (5)
interesse físicas (3) metas para
insuficiente a perda de peso
atividades
físicas
2 Disposição para - Melhora no - Tirar dúvidas (5)
letramento em autocuidado em relações a
saúde (4) novas a(vidades (5)
melhorado - Melhora na - Apoiar na
caracterizado autopercepção tomada de
por desejo de (4) decisãoaumentar a
compreensão de
informações de
saúde para fazer
escolhas de
cuidados de
saúde
3 Comportamento - Melhora no - Promover (5)
de saúde enfrentamento aconselhamento
propenso a risco (4) emocional (5)
relacionado a - Orientação - Reduzir a
baixa antecipada (3) ansiedade
autoeficácia
caracterizado
por abuso de
substancias
14
4 Risco de - Controle do - Acompanhar e (5)
sobrepeso peso (3) aconselhar dieta
relacionado a - Controle da - Monitorar (5)
patologias alimentação ingesta de
metabólicas (3) alimentos
5 Risco de função - Controle da - Manter (3)
hepá(ca função controle hídrico
prejudicada hepática (3) - Estabelecer
metas para (3)
abandono ao
vício
6 Risco de - Controle da - Aferir nível (5)
glicemia instável glicemia (3) glicêmico
- Aconselhar em
maneiras de (3)
reduzir o nível
de açúcar
7 Risco de volume - Controle do - Realizar (5)
de líquidos volume de balanço hídrico
desequilibrado líquidos (3) - Realizar (5)
a(vidades afim
de melhorar a
circulação
8 Risco de débito - Controle do - Realizar (4)
cardíaco débito ausculta
diminuído cardíaco (3) - Administrar (5)
relacionado a medicamentos
alteração no - Promover (5)
ritmo cardíaco exercícios
15
6.1 Avaliação crítica
Analisando os sintomas do paciente, pode-se perceber que o paciente
possui um déficit no autocuidado, por conta do vínculo vicioso com cigarros e
uso de bebidas alcoólicas.
Devido seus antecedentes familiares, o paciente tem maior probabilidade
de desenvolver significativas complicações, como doenças crônicas não
transmissíveis, tais essas, o diabetes mellitus tipo 1 e a hipertensão arterial.
É de suma importância de que o paciente obtenha boa adesão ao
tratamento, e que adote melhor estilo de vida, atente-se aos seus sinais e
sintomas.
16
7. PLANO DE ALTA
- Tomar medicamentos prescritos todos os dias no mesmo horário, de 
preferencia;
- Aplicar insulina conforme prescrito pelo médico
- Abandonar vínculo vicioso com substancias que prejudicam a saúde 
(cigarro e bebidas alcoólicas);
- Alimentação completa e de boa qualidade (frutas, verduras, legumes, 
carnes magras e em pouca quantidade. Evitando o uso de açúcar);
- Verificar sinais vitais diariamente;
- Atentar-se a edemas, tonteiras e dores de cabeça;
- Evitar machucados;
-Medir nível glicêmico todos os dias pela manhã;
- Aumentar as atividades físicas diárias
17
8. CONCLUSÃO
Contudo, pode-se concluir que a hipertensão arterial possui diversos
fatores de risco, mas se tratada corretamente, o paciente logo adapta-se a este
estilo de vida e diminui os riscos desta doença.
Este caso demonstra a associação de diabetes, hipertensão e que
podem ser associadas a condutas do paciente, como o uso de bebidas
alcoolicas, tabagismo, e má alimentação.
Por isso, é de extrema necessidade que o paciente adote melhorias no
estilo de vida
Cabe, a equipe de enfermagem a auxiliar na melhora dos hábitos de
vida, aconselhando e tirando dúvidas do paciente e ou familiares
Este estudo é de extrema importância para melhor entendimento de
como deve ser feita a abordagem clínica ao paciente.
18
9. REFERENCIAS
VI DIRETRIZES Brasileiras de Hipertensão. Sociedade Brasileira de
Cardiologia / Sociedade Brasileira de Hipertensão / Sociedade Brasileira de
Nefrologia. Arq Bras Cardiol, n. 95, supl.1, p. 1-51, 2010.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.
Departamento de Atenção Básica. Diabetes Mellitus / Ministério da Saúde,
Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília :
Ministério da Saúde, 2006.
Classificação das intervenções de enfermagem (NIC) / Gloria M.
Bulechek, Howard K. Butcher, Joanne McCloskey Dochterman; [tradução
Soraya Imon de Oliveira… et al]. – Rio de Janeiro : Elsevier, 2010.
Classificação dos resultados de enfermagem : mensuração dos
resultados em saúde / Sue Moorhead ... [et al.] ; [organização Alba Lucia
Bottura Leite de Barros] ; [tradução Alcir Fernandes, Carla Pecegueiro do
Amaral, Eliseanne Nopper]. - 5. ed. - Rio de Janeiro : Elsevier, 2016.
Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação
2018-2020 [recurso eletrônico] / [NANDA International]; tradução: Regina
Machado Garcez; revisão técnica: Alba Lucia Bottura Leite de Barros... [et al.]. –
11. ed. – Porto Alegre: Artmed
19
10. ANEXOS 
Entrevista ao paciente
1. Quantos anos o senhor tem?
2. Possui uma rotina corrida ou estressante?
3. Quais tem sido os sintomas?
4. Os sintomas vêm atrapalhado sua qualidade de vida?
5. Faz uso de cigarro?
6. Faz uso de bebidas alcoolicas?
7. Faz exercícios físicos?
8. Me conte sobre sua alimentação.
Registro das aferições de PA para diagnóstico de HAS
DATA/HORÁRIO Máxima Minima
10/06 - quarta-feira 150mmHg 100mmHg
10:30
10/06 - quarta-feira 140mmHg 100mmHg
11:30
15/06 segunda-feira 140mmHg 90mmHg
10:00
15/06 segunda-feira 140mmHg 110mmHg
11:50
18/06 quarta feira 14mmHg 1100mmHg
14:00
Exames para analisar possíveis consequências da HAS.
Eletrocardiograma - O eletrocardiograma fornece a representação gráfica da
atividade elétrica do coração. Por meio dele, é possível observar principalmente se
o ritmo de batimentos cardíacos está normal ou não e se as câmaras do coração
estão se movimentando como deveriam. Assim, ele é muito útil para
20
identificar arritmias, possíveis obstruções no fluxo sanguíneo e avaliar se o
paciente está em boas condições para praticar exercícios físicos.
Exames complementares para confirmar diabetes
Glicemia em jejum - A glicemia de jejum é um exame que mede o nível de
açúcar no seu sangue naquele momento. O exame de glicemia de jejum serve
para fazer o diagnóstico de hipoglicemia ou hiperglicemia.
Esse exame serve também para monitorização do tratamento do diabetes,
juntamente com o exame de hemoglobina glicada. Após o período de jejum
orientado conforme a idade é colhido em laboratório um tubo de sangue por
punção venosa. Esse tubo será dosado em uma máquina automatizada para
verificar a glicemia. Geralmente é um resultado rápido, que pode ser liberado
entre 30 minutos ou até 24 horas, conforme as orientações do laboratório.
Teste de glicemia capilar - É chamado teste de glicemia capilar porque o
sangue usado para o teste vem dos capilares sanguíneos, que são vasos
sanguíneos muito finos que existem por todo o corpo e que, nesse caso, são os
da ponta dos dedos. É feito com a utilização de tiras diagnósticas e do
glicosímetro. Esse teste mostra o valor imediato da glicemia, é como se fosse
uma “fotografia” daquele momento.
Os testes são realizados colocando-se uma pequena gota de sangue em uma
tira, que esta conectada ao glicosímetro e, após alguns segundos (dependendo
do equipamento usado), o resultado é mostrado no monitor do aparelho.
Teste oral de tolerância a glicose - Este exame requer jejum de pelo menos 8
horas para que a primeira coleta de sangue seja realizada. A segunda coleta
será realizada após 2 horas da ingestão de um líquido com 75 gramas de
glicose diluídas em água.

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