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11/11/2024 1 MATERIAIS DIELÉTRICOS POLÍMEROS 1 POLÍMEROS 2 11/11/2024 2 POLÍMEROS Materiais de base orgânica, caracterizados pela repetição encadeada de moléculas de uma unidade base; Em geral, apresentam: Baixa densidade; Baixo ponto de fusão; Tratamentos específicos os tornam adequados para aplicações elétricas. 3 HIDROCARBONETOS São os grupos de moléculas mais simples que compõem os polímeros; A partir do metano, o hidrocarboneto saturado mais simples, pode chegar, através da isomeria, a moléculas maiores; As ligações entre átomos são covalentes, resultando em forças intermediárias; Quanto maiores as moléculas, maior a sua densidade e propriedades associadas; O resultado é a cadeia parafínica. 4 11/11/2024 3 HIDROCARBONETOS 5 HIDROCARBONETOS A adição de outros elementos ou radicais aos hidrocarbonetos básicos geram uma série de outros compostos que entrarão na composição dos polímeros; Estes elementos alteram propriedades dos hidrocarbonetos, gerando diferentes classes de compostos: Álcoois; Éteres; Ácidos; Aldeidos; Aromáticos. 6 11/11/2024 4 MOLÉCULAS POLIMÉRICAS São constituídas a partir de repetições de estruturas chamadas meros, originárias de uma molécula básica chamada de monômero; Homopolímeros e copolímeros; O processo de polimerização consiste na quebra de ligações nas extremidades do monômero e união entre monômeros através destas ligações rompidas. 7 MOLÉCULAS POLIMÉRICAS 8 11/11/2024 5 MOLÉCULAS POLIMÉRICAS 9 EXEMPLOS 10 Polietileno (PE) Plástico comum – É o polímero mais simples e barato. 11/11/2024 6 EXEMPLOS 11 Policloreto de vinila (PVC) Composto de etileno e cloro. EXEMPLOS 12 Politetrafluoretileno (PTFE) [Teflon] Baixa aderência e toxidade. Elevado ponto de fusão. 11/11/2024 7 EXEMPLOS 13 Polihexametileno adipamida [Nylon] Baixa aderência e toxidade. Elevado ponto de fusão. EXEMPLOS 14 Polimetilmetacrilato (PPMA) [Acrílico] “Vidro plástico” 11/11/2024 8 EXEMPLOS 15 Policarbonato Não inflamável e resistente ao impacto. EXEMPLOS 16 ABS Rigidez, resistência química e dureza. 11/11/2024 9 EXEMPLOS 17 Celulose Polímero da glicose POLÍMEROS CARACTERÍSTICAS GERAIS 18 11/11/2024 10 PESO MOLECULAR O peso molecular de um polímero está relacionado ao tamanho da cadeia polimérica formada; Entretanto, o processo de formação das cadeias poliméricas não é uniforme, resultando em cadeias de tamanhos diversificados; O peso molecular está relacionado a uma série de propriedades do polímero, dentre as quais, a densidade, a resistência mecânica, a resistência térmica, resistência elétrica e a temperatura de fusão; O peso molecular pode ser dado através de uma ponderação considerando a distribuição dos tamanhos das cadeias moleculares. 19 PESO MOLECULAR Temperatura ambiente Peso molecular Estado físico 100 g/mol Líquidos ou gases 1.000 g/mol Forma pastosa 10.000 g/mol Sólidos 20 11/11/2024 11 PESO MOLECULAR 22 𝑴𝒑 =𝒑𝒊𝑴𝒊 Mi = Peso molecular médio na i-ésima faixa; pi = Fração em peso das moléculas na i- ésima faixa. Pela massa: GRAU DE POLIMERIZAÇÃO Uma forma alternativa de expressar o tamanho da cadeias polimérica pode ser feitas através do número médio de meros presentes nas cadeias dos polímeros, através do grau de polimerização: 23 𝑮𝑷 = 𝑴𝒏 ഥ𝒎 Mn ou Mp = peso molecular médio; m = peso molecular do mero; 11/11/2024 12 GRAU DE POLIMERIZAÇÃO O grau de polimerização é um indicativo de envelhecimento dos polímeros; Via de regra, a degradação de um polímero resulta na quebra das cadeias poliméricas, reduzindo a quantidade de meros por cadeia; Como resultado, o matéria se torna mais frágil e susceptível à falhas diante de esforços elétricos e térmicos. 24 GRAU DE POLIMERIZAÇÃO Ex: Papel Novo: GP ~ 1200; Fim da vida útil: GP ~200 25 LELELAKIS et al. The effect of acid accumulation in power-transformer oil on the aging rate of paper insulation. IEEE Electrical Insulation Magazine. 2014. Peng, et al. Aging Degradation of Insulation Paper in Power Transformers by XRD Method. IEEE International Conference on High Voltage Engineering and Application. 2018. 11/11/2024 13 ESTRUTURA MOLECULAR A caracterização de um polímero depende não apenas do seu peso molecular, mas também da forma como a polimerização afeta o formato da cadeia; O formato, por sua vez, está relacionado à formação de ramos laterais a partir de uma cadeia principal e na rotação de meros em função dos ângulos formados entre as ligações; 26 ESTRUTURA MOLECULAR 27 A grande quantidade de elementos que formam a cadeia polimérica permite uma grande quantidade de dobras e espiralamentos, resultando em um entrelace da cadeia, à semelhança de uma linha emaranhada; Algumas propriedades dos polímeros estão relacionadas à capacidade de rotação dos segmentos da cadeia em resposta a um estímulo externo; A flexibilidade de rotação, por sua vez, depende da estrutura química dos meros e do processo de polimerização. 11/11/2024 14 POLÍMEROS LINEARES Os meros estão unidos de ponta a ponta formando uma única cadeia; As cadeias, por sua vez, se unem entre si por meio de forças de Van der Waals; Ex: HDPE, PVC, Nylon. 28 POLÍMEROS DE CADEIA RAMIFICADA Como resultado de reações paralelas durante a síntese do polímero podem surgir ramificações na cadeia principal; Polímeros ramificados são menos compactos e, consequentemente menos densos; Exemplo: LDPE 29 11/11/2024 15 POLÍMEROS DE CADEIA RAMIFICADA 30 POLÍMEROS COM LIGAÇÕES CRUZADAS Ligações covalentes unem diferentes cadeias ramificadas; Esse processo normalmente ocorre com a inclusão de aditivos durante o processo de síntese do polímero; A vulcanização é um exemplo deste procedimento. Em geral, polímeros com ligações cruzadas são mais elásticos. Ex: Borrachas 31 11/11/2024 16 POLÍMEROS EM REDE Se originam de meros trifuncionais, nos quais existem três ligações covalente ativas; Ou ainda, polímeros com grande quantidade de ligações cruzadas; Apresentam características térmicas e mecânicas diferenciadas; Ex: Epóxi e poliuretano. 33 TERMOPLASTICIDADE Termoplásticos: Amolecem com a temperatura, em um processo reversível; Polímeros de cadeia linear, ramificada e cruzada; Para temperaturas muito elevadas, o processo pode se tornar irreversível. Termofixos: Mantem-se estáveis com a elevação de temperatura, sendo afetados penas por temperaturas muito altas; São polímeros em rede: a configuração em rede resiste aos esforços térmicos de vibração e rotação; Normalmente mais duros, fortes e estáveis. 34 11/11/2024 17 CRISTALINIDADE NOS POLÍMEROS Alguns polímeros apresentam a capacidade de se organizar em estruturas tridimensionais ordenadas e repetitivas, a exemplo das estruturas cristalinas; Neste caso, ao se tratar de moléculas em vez de átomos, o arranjo cristalino é mais complexo e se trata do empacotamento de cadeias moleculares. 35 CRISTALINIDADE NOS POLÍMEROS Por serem estruturas moleculares de grandes dimensões, as regiões cristalinas nos polímeros são limitadas; Normalmente encontram-se pequenas regiões cristalinas, imersas em regiões de estrutura amorfa; Qualquer desordem ou falta de alinhamento na cadeia produz uma estrutura amorfa; Formam-se materiais parcialmente cristalinos; Como resultado, chegam-se polímeros totalmente amorfos ou até 95% cristalinos. 36 11/11/2024 18 CRISTALINIDADE NOS POLÍMEROS Cristalitos ou micélios: Placas delgadas de formato regular, formando estruturas de múltiplas camadas, nas quais a cadeia molecular se dobra sobre ela mesma a partir das faces. A este modelo dá-se o nome de modelo de cadeia dobrada. 37 CRISTALINIDADE NOS POLÍMEROS Esferulites: Agregado de cristalitosque se estendem radialmente do centro para fora; 38 11/11/2024 19 CRISTALINIDADE NOS POLÍMEROS A cristalização depende do processo de resfriamento do polímero e da complexidade das cadeias e meros que as formam; Via de regra, é favorecida nos polímeros quimicamente simples (ex: polietileno) e dificultada nos polímeros com meros complexos (ex: poliisopreno). 39 CRISTALINIDADE NOS POLÍMEROS Em função do maior fator de empacotamento das estruturas cristalinas, polímeros semicristalinos são normalmente mais densos; O grau de cristalinidade de um polímero pode ser obtido em função do peso molecular, a partir de medições de densidade do material: 40 %𝐜𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚𝐥. = 𝝆𝒄 𝝆𝒆 − 𝝆𝒂 𝝆𝒆 𝝆𝒄 − 𝝆𝒂 × 𝟏𝟎𝟎 e= densidade do espécime sob análise; a= densidade do polímero totalmente amorfo; c= densidade do polímero perfeitamente cristalino. 11/11/2024 20 EXEMPLO O polietileno, quando totalmente cristalino, apresenta uma massa específica de 0,998 g/cm³. Quando totalmente amorfo, sua densidade cai para 0,870 g/cm³. Considerando os dados anteriores, calcule a porcentagem de cristalinidade de um polietileno ramificado que apresenta massa específica de 0,925 g/cm³. 41 %𝐜𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚𝐥. = 𝝆𝒄 𝝆𝒆 − 𝝆𝒂 𝝆𝒆 𝝆𝒄 − 𝝆𝒂 × 𝟏𝟎𝟎 %𝐜𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚𝐥.= 𝟎, 𝟗𝟗𝟖 𝟎, 𝟗𝟐𝟓 − 𝟎, 𝟖𝟕𝟎 𝟎, 𝟗𝟐𝟓 𝟎, 𝟗𝟗𝟖 − 𝟎, 𝟖𝟕𝟎 × 𝟏𝟎𝟎 %𝐜𝐫𝐢𝐬𝐭𝐚𝐥. = 𝟒𝟔, 𝟑 % CRISTALIZAÇÃO O processo de cristalização envolve tratamento à temperatura controlada para estimular o crescimento dos grãos; Polímeros ficam mais duros e termicamente mais estáveis. 42 11/11/2024 21 DEFEITOS Os principais defeitos estruturais nos polímeros estão relacionados à falhas nas regiões cristalinas; Incluem vacâncias, impurezas, falhas da cadeia e regiões de fronteira. 43 DIFUSÃO Características importantes a serem discutidas à respeito de polímeros são a permeabilidade e difusão; Estas características dizem respeito á capacidade do material de absorver substâncias estranhas à estrutura do material e deixar com que estas substâncias se propagem através das cadeias poliméricas; Tais fenômenos podem levar ao inchaço e degradação das cadeias, alterando significativamente às características do material. 44 11/11/2024 22 DIFUSÃO Alguns fatores que afetam a difusão no interior do material são: Estrutura interna; Tamanho das partículas; Isto considerando que o processo de difusão ocorre de maneira semelhante à difusão intersticial nos metais. 45 Regiões amorfas são mais propensas à difusão do que regiões cristalinas. Quanto menores as partículas que compõem a substância estranha, mais fácil será a difusão. DIFUSÃO Material Coeficiente de permeabilidade [10-13 cm2/sPa] O2 N2 CO2 H2O Polietileno de baixa densidade PE 2,2 0,73 9,5 68 Polietileno de alta densidade PEAD 0,3 0,11 0,27 9,0 Polipropileno PP 1,2 0,22 5,4 38 Cloreto de polivinila PVC 0,034 0,0089 0,012 206 Poliestireno PS 2,0 0,59 7,9 840 Polietileno tereftalato PET 0,044 0,011 0,23 130 47 11/11/2024 23 HIDROFOBICIDADE Está relacionada à capacidade que o material apresenta de repelir água em sua superfície; Está diretamente relacionada à rugosidade e a difusão do material; Materiais como o silicone, quando novos são altamente hidrofóbicos, ao envelhecer, se tornam hidrófilos. 48 49 A HIDROFOBICIDADE 11/11/2024 24 50 HIDROFOBICIDADE – ÂNGULO DE CONTAT0 51 11/11/2024 25 HIDROFOBICIDADE – ÂNGULO DE CONTATO 52 Silicone θ θ EPDM Silicone HTV 120 118 120 EPR 22 22 20 EPDM 65 60 62 ELASTICIDADE A deformação de polímeros sob efeito de tensões mecânicas é altamente sensível à influências externas, associadas ao ambiente; Via de regra, observam-se três comportamentos distintos, considerando: Polímeros frágeis; Polímeros plásticos; Elastômeros. 53 11/11/2024 26 DEFORMAÇÃO MACROSCÓPICA Na curva de deformação mostrada anteriormente para materiais elásticos, observa-se um comportamento distinto quando atinge-se o limite de escoamento; Este comportamento se deve ao realinhamento das cadeias poliméricas, reiniciando o processo de deformação sob novas condições estruturais. 54 DEFORMAÇÃO - SEMICRISTALINOS 55 Antes da tração Elongação da região amorfa Aumento da espessura dos micélios Inclinação dos micélios Quebra de blocos cristalinos Orientação na direção da tensão 11/11/2024 27 56 DEFORMAÇÃO NOS ELASTÔMEROS Capacidade de sofrer extensas deformações e contrair-se a sua forma original. 57 11/11/2024 28 DEFORMAÇÃO NOS ELASTÔMEROS Alguns processos, como a vulcanização, alteram propriedades de elasticidade, deixando os elastômeros mais resistentes à tração e menos susceptíveis à deformação; A vulcanização um processo térmico com aditivos, gerando cadeias cruzadas nos polímeros. 58 FRATURA Polímeros em geral apresentam baixas resistências à fraturas; O processo de fratura depende das características dos polímeros; Nos termofixos, por exemplo, o processo de fratura é frágil; Ocorre a formação de microtrincas nas quais o efeito da tração mecânica é amplificado, causando o aumento e propagação da trinca e, consequentemente, a fratura do material; A formação das microtrincas está associada à ruptura das ligações cruzadas nas cadeias poliméricas. 59 11/11/2024 29 FRATURA Nos termoplásticos, o processo pode ser frágil ou dúctil, podendo acontecer uma transição entre os dois processos; Estes processos de fratura estão associados à características tais como: Temperatura; Espessura da amostra; Taxa de deformação. 60 FRATURA 61 11/11/2024 30 OUTRAS PROPRIEDADES MECÂNICAS Resistência ao impacto: Depende das características dos polímeros e temperatura; Fadiga: Também experimentam fadiga quando submetidos à ciclos de carga repetitivos; 62 POLÍMEROS E SUAS APLICAÇÕES 65 11/11/2024 31 FABRICAÇÃO Prensagem; Injeção; Extrusão. 66 FABRICAÇÃO – MATÉRIA PRIMA 67 11/11/2024 32 FABRICAÇÃO – FALHAS 68 PLÁSTICOS Polímeros mais comuns, encontram ampla aplicação nas mais diversas áreas da engenharia e do cotidiano; Para aplicações eletrotécnicas, uma série de aditivos costuma ser utilizado a fim de melhorar características térmicas, mecânicas, elétricas e ambientais. 69 11/11/2024 33 70 Termoplásticos Características principais Usos Acrílicos Elevada transmissão óptica e resistente à adversidades ambientais. Características mecânicas medianas. Lentes. Fluorcarbonos (Teflon) Quimicamente inerte, excelente isolante elétrico, estável até cerca de 260 °C, baixo coeficiente de atrito. Componentes de circuitos eletrônicos, peças estruturais de equipamentos elétricos. Poliamidas (Nylon) Boa resistência mecânica, baixo coeficiente de atrito, bom isolante elétrico. Absorve água. Revestimento de fios e cabos. Policarbonatos Resistente à impacto, boa transmissão óptica, dimensionalmente estável, resistente quimicamente. Lentes, janelas de inspeção. Polietileno Bom isolante elétrico, resistente quimicamente, dureza, baixa resistência à umidade. Componentes de baterias, isolamento de cabos, isoladores. 71 11/11/2024 34 72 Termoplásticos Características principais Usos Polipropileno Resistente ao calor e à fadiga, excelentes propriedades elétricas, quimicamente inerte, custo relativamente baixo, pouca resistência à UV. Bagagem, garrafas, caixas de TV. Poliestireno Excelentes propriedades elétricas, estabilidade térmica e dimensional, baixo custo. Carcaças de baterias e eletrodomésticos. Vinil Baixo custo, amplas aplicações, naturalmente duro mas susceptível a elasticidade, susceptível a distorção térmica. Isolamento de condutores. 73 Termofixos Características principais Usos Epóxi Boas propriedades mecânicas, boa adesão, resistente à corrosão, boaspropriedades elétricas. Moldes elétricos, coberturas de proteção. Fenolite (Baquelite) Excelente estabilidade térmica, baixo custo, fácil composição com resinas e fibras. Placas de circuito, carcaças de equipamentos elétricos. 11/11/2024 35 74 ELASTÔMEROS Caracterizados por sua capacidade de deformação e recuperação; Também encontram amplas aplicações em diversas áreas; Dependendo do grau de vulcanização e aditivos, são capazes de resistir a temperaturas de até 600 °C. 75 11/11/2024 36 76 Elastômeros Características principais Usos Poliisopreno (Borracha) Boa resistência ao corte, abrasão. Boas propriedades elétricas. Baixa resistência a ozônio e óleos. Acessórios em equipamentos. Etileno propileno (EPR) Boa resistência ao calor, UV, ozônio e agentes químicos. Boas propriedades elétricas. Fios e cabos. Cloropreno (Neoprene) Excelentes resistências ao ozônio, calor e condições ambientais. Resistência à chamas. Propriedades elétricas inferiores às da borracha. Fios e cabos. Acessórios em equipamentos. Polissiloxano (Silicone) Excelente resistência à temperaturas altas e baixas. Excelentes propriedades elétricas. Baixa resistência ácida. Isolação em altas e baixas temperaturas. 77 11/11/2024 37 FIBRAS Ampla aplicação em vestuário ou em compósitos; Uso como material isolante: Celulose: Polímero da glicose A celulose é a base do papel kraft, usado como isolante impregnado em transformadores e cabos. 78 MATERIAIS AVANÇADOS Polietilenos de alta e ultra alta densidade: Melhoria das caraterísticas elétricas, químicas e térmicas. Cristais líquidos: Cristais líquidos apresentam ampla aplicação em uma elevada gama de equipamentos eletrônicos; Fogem da caracterização convencional de materiais líquidos e sólidos 79 11/11/2024 38 ADITIVOS Utilizados como forma de melhorar características dos polímeros; Principais aditivos de interesse eletrotécnico: Plastificantes: Melhoram a flexibilidade do polímero; PVC, óleos. Estabilizantes: Evitam a deterioração frente à condições adversas. Exemplos: oxidação e UV. Negro de fumo, derivados de benzeno; Corantes; Anti-chamas: retardam a ignição dos materiais. Trióxido de antimônio, hidróxido de alumínio, parafina clorada. 80 PROBLEMAS PRÁTICOS 81 11/11/2024 39 PROBLEMAS PRÁTICOS 82 PROBLEMAS PRÁTICOS 83 11/11/2024 40 PROBLEMAS PRÁTICOS 84 PROBLEMAS PRÁTICOS 85 11/11/2024 41 FIBRAS 86 FIBRAS 87 11/11/2024 42 88 FIBRAS PROBLEMAS PRÁTICOS 89 11/11/2024 43 PROBLEMAS PRÁTICOS – DESENVOLVIMENTO DE INVÓLUCRO 90 PROBLEMAS PRÁTICOS – DESENVOLVIMENTO DE INVÓLUCRO 91 11/11/2024 44 PROBLEMAS PRÁTICOS – DESENVOLVIMENTO DE INVÓLUCRO 92 PROBLEMAS PRÁTICOS – DESENVOLVIMENTO DE INVÓLUCRO 93 11/11/2024 45 PROBLEMAS PRÁTICOS – DESENVOLVIMENTO DE INVÓLUCRO 94 PROBLEMAS PRÁTICOS – DESENVOLVIMENTO DE INVÓLUCRO Solução: Aditivos anti UV; Aditivos plastificantes. 95 11/11/2024 46 PROBLEMAS PRÁTICOS – DESENVOLVIMENTO DE INVÓLUCRO 96 97 Ensaio de corrente de curto-circuito em para- raios: Corrente: 3 kA Filmagem: 25 fps Local: CEPEL 11/11/2024 47 98 Ensaio de corrente de curto-circuito em para- raios Corrente: 3 kA Filmagem: 500 fps Local: CEPEL PROBLEMAS PRÁTICOS 99 11/11/2024 48 PROBLEMAS PRÁTICOS – DESENVOLVIMENTO DE INVÓLUCRO Solução: Aditivos plastificantes; Aditivos anti-chamas. 100