Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

JESSÉ KADIMIEL MATOS CARVALHO 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BELÉM-PARÁ 
2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Relatório desenvolvido e apresentado ao (a) 
 Professor (a) Paulo Ricardo para cumprir exigência 
 parcial da disciplina de Estágio Curricular 
 Supervisionado.
 
 
 
Nome: Jesse Kadimiel Matos Carvalho
 Turma: Farmácia Noite I 
 Matrícula: UP22206896 
 Curso: Bacharelado em Farmácia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BELÉM-PARÁ 
2024 
 
 
 
Resumo 
 
 
O presente relatório descreve as atividades desenvolvidas em aulas práticas no laboratório de analises, aos alunos pertencentes ao 4º semestre do curso de farmácia da Universidade Paulista – UNIP. 
A experiências das práticas laboratoriais são essenciais para o aprendizado, oferecem a oportunidade de aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula em situações práticas simuladas. Isso permite que possamos desenvolver habilidades técnicas, aprimorar procedimentos e ganhar confiança antes de interagir com pacientes reais.
Além disso, os ambientes laboratoriais oferecem um espaço seguro para cometer erros e receber feedback construtivo dos instrutores, o que é fundamental para o desenvolvimento profissional. A prática em laboratório também permite a familiarização com equipamentos e tecnologias, nos preparando para lidar com esses recursos de forma eficaz quando estivermos no mercado de trabalho.
Portanto, essa combinação de aprendizado teórico em sala de aula e experiências práticas em laboratório desempenha um papel crucial na formação de profissionais de saúde qualificados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
A microscopia é o estudo dos objetos através de um microscópio. Os microscópios são instrumentos que permitem a magnificação de objetos muito pequenos, geralmente menores que o tamanho do olho humano. A maioria das pessoas usa microscópios para observar amostras biológicas, como células e tecidos.
 Microscópio: Um instrumento óptico que amplia a imagem de objetos pequenos, permitindo a observação de detalhes que não seriam visíveis a olho nu.
 Lente Objetiva: A lente mais próxima do objeto sendo observado. Ela amplia a imagem inicial do objeto.
 Lente Ocular: A lente próxima aos olhos do observador. Ela amplia a imagem formada pela lente objetiva.
 Ampliação: Aumento do tamanho aparente de um objeto observado através do microscópio. É calculado multiplicando a ampliação da lente objetiva pela ampliação da lente ocular.
 Resolução: A capacidade do microscópio de distinguir dois pontos próximos como sendo separados. Quanto maior a resolução, mais detalhes podem ser vistos na imagem.
 Contraste: A diferença na intensidade de luz entre as áreas claras e escuras da imagem. Um bom contraste é essencial para uma visualização clara e nítida.
 Foco: A nitidez da imagem observada através do ajuste fino ou grosso dos controles do microscópio para garantir que a imagem esteja clara e bem definida.
 Microscopia Óptica: Utiliza luz visível para formar uma imagem ampliada. É amplamente utilizada em biologia, medicina e muitas outras disciplinas científicas.
 Microscopia Eletrônica: Utiliza feixes de elétrons em vez de luz visível para formar imagens ampliadas. Oferece maior ampliação e resolução do que a microscopia óptica, sendo especialmente útil para estudar estruturas muito pequenas, como organelas celulares e moléculas.
 
 O Procedimento Operacional Padrão (POP) é um documento que descreve passo a passo como realizar uma determinada atividade ou tarefa de forma padronizada em uma organização. Ele é usado para garantir que todas as etapas sejam seguidas corretamente, ajudando a manter a consistência, a qualidade e a segurança nas operações.
Um POP típico inclui informações detalhadas sobre os seguintes aspectos:
Objetivo: Descrição do propósito ou finalidade do procedimento.
Escopo: Limites do procedimento, indicando o que está incluído e o que não está.
Responsabilidades: Quem é responsável por realizar cada etapa do procedimento.
Materiais e recursos necessários: Lista dos equipamentos, ferramentas ou materiais necessários para realizar a tarefa.
Instruções passo a passo: Descrição detalhada de cada etapa do processo, incluindo quaisquer precauções de segurança.
Controle de Qualidade: Critérios para garantir que o trabalho seja realizado corretamente e de acordo com os padrões estabelecidos.
Documentação e registros: Informações sobre como documentar o procedimento e manter registros adequados.
Referências: Quaisquer documentos, regulamentos ou padrões relevantes que devem ser consultados ao executar o procedimento.
Os POPs são especialmente importantes em ambientes onde a precisão, a consistência e a conformidade com regulamentos são essenciais, como em indústrias de manufatura, saúde, segurança alimentar e serviços. Eles ajudam a garantir que as operações sejam realizadas de forma eficiente e segura, minimizando erros e maximizando a qualidade do trabalho.
A Farmacopeia é um compêndio oficial que contém uma lista de padrões de qualidade e especificações para fármacos e substâncias medicinais, bem como métodos de análise e ensaio para determinar sua qualidade e pureza. Esses padrões são estabelecidos por autoridades regulatórias ou organizações farmacêuticas reconhecidas e são usados como referência por profissionais da saúde, fabricantes de medicamentos e reguladores para garantir a qualidade e segurança dos produtos farmacêuticos.
Além da Farmacopeia, existem outros documentos oficiais que regulam a fabricação, distribuição e uso de medicamentos e produtos relacionados. Alguns exemplos incluem:
Legislação Farmacêutica: Leis e regulamentos promulgados pelo governo para controlar a fabricação, comercialização e uso de medicamentos. Isso inclui legislação sobre registro de medicamentos, boas práticas de fabricação (BPF), farmacovigilância, entre outros.
Guias de Boas Práticas de Fabricação (BPF): Documentos que estabelecem padrões e diretrizes para garantir a qualidade e a segurança dos produtos farmacêuticos durante o processo de fabricação. Esses guias abordam aspectos como instalações, equipamentos, controle de qualidade, documentação e pessoal.
Monografias de Produtos: Documentos que descrevem os padrões de qualidade e especificações para produtos farmacêuticos específicos, incluindo ingredientes ativos, excipientes e formas farmacêuticas.
Registros e Autorizações de Comercialização: Documentos emitidos por autoridades regulatórias que permitem que um medicamento seja comercializado em um determinado mercado. Esses registros geralmente exigem evidências de qualidade, eficácia e segurança do produto.
Esses documentos oficiais desempenham um papel crucial na garantia da qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos, protegendo a saúde pública e promovendo práticas farmacêuticas adequadas.
As Boas Práticas de Manipulação (BPM) de medicamentos são um conjunto de diretrizes e procedimentos estabelecidos para garantir a qualidade, segurança e eficácia na manipulação de medicamentos em farmácias de manipulação, hospitais e outras instituições de saúde. Essas práticas visam garantir que os medicamentos manipulados atendam aos mais altos padrões de qualidade e sejam preparados de acordo com os requisitos regulatórios. Como: Instalações e Equipamentos Adequados, qualificaçãoe treinamento do pessoal, controle de qualidade, documentação adequada, segurança e higiene, rastreabilidade, gerenciamento de resíduos. Seguir as Boas Práticas de Manipulação de Medicamentos é fundamental para garantir que os pacientes recebam produtos de alta qualidade que atendam às suas necessidades terapêuticas e que sejam seguros para uso. Além disso, isso ajuda a manter a integridade e a reputação da instituição que realiza a manipulação.
Leitura no Microscópio:
Preparação do Microscópio: Com o microscópio e devidamente ajustado e calibrado para a ampliação desejada. Ajustei a iluminação de acordo com as necessidades da amostra. Coloque a lâmina preparada na platina do microscópio e fixe-a no lugar usando os grampos ou clips fornecidos.Use os controles de foco do microscópio para ajustar a nitidez da imagem. Comece com a ampliação mais baixa e ajuste o foco gradualmente até obter uma imagem nítida.
Parte superior do formulário
Parte inferior do formulário
Preparação Álcool em Gel:
O xarope é uma forma farmacêutica aquosa, límpida, que contem açúcar, em concentração próxima da saturação, formando uma solução hipertônica e um sistema homogêneo. São apropriados para fármacos hidrossolúveis, possibilitam a correção de sabor da formulação e possuem boa conservação.
Forma farmacêutica
Solução
Fórmula
Componentes			Quantidade
Sacarose 		 85 %
Metilparabeno		 0,15 %
Água destilada q.s.p 1000 cm3
Técnica
Em um béquer, colocar 850 g de açúcar juntamente com o metilparabeno e 450 mL de água fervente. Levar ao aquecimento até completar dissolução. Filtrar em gaze e deixar esfriar, completando o volume.
Operações Farmacêuticas utilizadas
Pesagem, medição de volume, filtração, dissolução.
 
2. OBJETIVO 
Identificar se houve ruptura das membranas celulares, causando hemólise 
 
3. MATERIAL ULTIZADOS 
· Tubo de Ensaio 
· Estante 
· Sabonete 
· Perfume 
· Álcool 
· Soro Fisiológico 
 
 
4. METODOLOGIA 
Utilizamos 4 tubos de ensaio cada um contendo 2 ml de sangue, em seguida adicionamos 98 ml da amostra, respectivamente (soro fisiológico, sabonete, perfume e álcool) que formou um precipitado somente de hemácias, no segundo tubo adicionamos 98 ml de sabonete, que formou um precipitado glóbulos vermelho escuro, já no 3 tubo adicionamos 98 ml de solução perfume, que em seguida formou um precipitado contendo uma separação em duas partes havendo a hemólise, no ultimo tubo, adicionamos 98 ml de álcool 99% que logo após teve a formação de hemólise. 
 
SANGUE E SORO 
 
Ocorreu a separação do sangue, houve hemólise 
 
 
SANGUE E SABONETE GRANADO 
 
Houve quebra das Hemácias e a exposição da hemoglobina 
 
 
SANGUE E PERFUME 
 
Separou em duas partes 
 
 
 
 
 
 
 
SANGUE E ALCOOL 
 
 
Houve separação em duas partes e também houve quebra das hemácias com exposição da hemoglobina 
 
 
 
 
 
 Centrifuga Análoga 
 
 
 
 
A Centrífuga de Laboratório é um equipamento utilizado na separação de amostras. O material a ser analisado, geralmente é colocado em tubos de ensaio fundo cônicos ou tubos de ensaio fundo redondo, que contém o material que passará por análise, e alocada neste equipamento de laboratório. Com a rotação, a parte sólida se separa da parte líquida, e seu grande diferencial é a capacidade de separar elementos com precisão e rapidez. 
 
Ideias para separação rápida de substâncias de densidades diferentes, a centrífuga para laboratório é um equipamento muito usado em laboratórios de genética, biologia molecular, bioquímica, biologia celular, biotecnologia, química, petroquímica entre outros. 
 
 
 
5. CONCLUSÃO 
 O processamento das amostras para testes laboratoriais é composto por três fases denominadas de pré-analítica, analítica e pós analítica. A fase pré analítica, vem sendo apontada por diferentes estudos, como a grande responsável pelos erros laboratoriais, principalmente por envolver atividades manuais. Os quais podem ocorrer em vários processos, como: preparação do paciente, coleta ou flebotomia, identificação das amostras, transporte, preparação e armazenamento das mesmas. Na coleta pode ocorrer a hemólise in vitro que tem grande relevância, pois pode afetar diretamente no resultado do teste ocasionando resultados falsos positivo, ou ainda falsos negativo. Contudo, a busca de boas práticas laboratoriais, capacitação e treinamento dos profissionais podem ajudar na redução dos erros. 
 O profissional de saúde que atua em um laboratório clínico deve ter consciência dos procedimentos para minimizar os problemas relacionados aos erros ocorridos em uma das fases, principalmente a hemólise in vitro. 
 
 
6. REFERÊCIA 
BEU, C.C.L.; GUEDES, N.L.K.O; DE QUADROS, Â.A.G. Tecido conjuntivo, 2017. 
Hemólise; sangue; 	causa e 	como 	 	evitar. 	Encontrado 	 	em: 
https://centerlabsp.com.br/blog 
HEMÓLISE IN 	VITRO 	NA FASE PRÉ – 	ANALÍTICA 
http://www.ciencianews.com.br/arquivos/ACET/IMAGENS/bibliotecadigital/hematologi a/padronizacoes_hemato/12.pdf 
 
 
 
 
AULA PRÁTICA NO MICROSCÓPIO ÓTICO 
 
RESUMO 
O procedimento correto para a focalização consiste em conferir se a lente objetiva de menor aumento está encaixada, depositar a amostra previamente montada entre a lâmina e a lamínula e colocá-la sobre a platina, segurando apenas nas bordas da lâmina para não manchá-la com a sua digital. Em seguida, ligue a fonte luminosa, centralize a região da lâmina que contém a amostra com auxílio do charriot, selecione a objetiva desejada, com ajuda dos parafusos macrométrico e micrométrico, e foque o material. Explore o preparado movimentando o charriot. Terminada a observação do espécime, desligar a lâmpada, encaixar a objetiva de menor aumento, abaixar a platina e retirar a lâmina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
O microscópio é um aparelho capaz de aumentar a imagem de pequenos objetos. O crédito por essa invenção foi dado, em 1591, aos holandeses Hans Janssen e seu filho Zacarias, fabricantes de óculos. Eles ampliavam as imagens e observavam objetos muito pequenos por meio de duas lentes de vidro montadas nas extremidades de um tubo. Posteriormente, o holandês Antonie van Leewenhoek construiu microscópios de apenas uma lente, pequena e quase esférica, entre duas placas de cobre, aperfeiçoando o instrumento. Com essas descobertas, Robert Hooke foi encarregado de construir um microscópio ainda mais poderoso. Ele desenvolveu um aparelho com duas lentes ajustadas nas extremidades de um tubo de metal. E por possuir duas lentes, a ocular e a objetiva, ficou conhecido como microscópio composto. Com isso, novas pesquisas foram realizadas e a tecnologia aprimorada (LAY-ANG, 2017). 
 
META 
Apresentar os procedimentos necessários para a focalização. Realizar atividades experimentais. 
 
OBJETIVOS 
Obter aptidão para manipular o microscópio durante a focagem do material 
 	 	 
Microscópio Ótico 
 
 
PARTES DO MICROSCOPIO 
Objetivas: As lentes objetivas podem ter um grau de ampliação de até 100 vezes. Em geral, os microscópios podem ter de 3 a 4 objetivas. 
Oculares: É um sistema de lentes que pode ser monocular, binocular e trinocular que, geralmente, possui um aumento de até 10 vezes. 
Diafragma: Controla a quantidade de luz que entra no condensador. 
Condensador: Concentra os feixes de luz que incidem sobre a amostra a ser analisada. 
Fonte de luz: É a fonte que projeta a iluminação, passando pelo condensador, diafragma, a lâmina e a amostra. 
 
Parte mecânica de um microscópio óptico: 
Canhão: É uma parte utilizada como suporte para as lentes. 
Revolver: É um disco rotativo onde são acopladas as lentes objetivas. Através dele é possível girar e selecionar qual a lente mais adequada para a visualização da amostra. 
Platina: Base onde é possível apoiar a lâmina para visualização daamostra. 
Macrométrico e micrométrico: Partes do microscópio que permitem focar a amostra ao movimentar a platina. 
Braço: Suporte para as demais peças do microscópio. 
Base: Instrumento de apoio para todo o microscópio. 
 
 
 
 
 
 
Para a realização das práticas, materiais: 
· lâmina: é uma placa de vidro sobre a qual colocamos a amostra; 
· lamínula: é uma lâmina diminuta e pouco espessa utilizada para cobrir a amostra que está sobre a lâmina; 
· placa de Petri: recipiente de vidro ou plástico onde o material é depositado após ser seccionado; 
 
 
CONCLUSÃO 
Manusear corretamente o microscópio é imprescindível para conseguir focar o espécime analisado e, consequentemente, obter uma melhor visualização. Alguns cuidados são importantes para garantirmos um tempo de funcionamento longo ao aparelho: 
1. Antes de ligarmos o MO, devemos conferir se a voltagem da tomada corresponde à do aparelho; 
2. Nunca arrastar o microscópio, quando for necessário retirá-lo do lugar, levantar, com bastante cuidado, depositar em um local onde deverá permanecer; 
 
 
3. Utilizar sempre o revólver na mudança de uma objetiva para outra, evitando, assim, que a lente se desencaixe e quebre; 
 
4. Limpar as lentes com um pano ou papel macio depois de usá-las. Utilizar álcool, acetona ou xilol apenas quando for extremamente necessário, uma vez que o uso excessivo desses produtos pode desprender a lente da objetiva. 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
Introdução ao 	microscópio ótico https://cesad.ufs.br/ORBI/public/uploadCatalago/16530516022012Introducao_ a_Microscopia_Aula_3.pdf 
 
image6.png
image7.jfif
image8.jfif
image9.jfif
image10.jfif
image11.jfif
image12.jfif
image13.jfif
image14.jfif
image15.jfif
image16.jpg
image17.jpg
image18.jpg
image19.jpg
image20.jpg
image21.jpg
image7.jpg
image8.jpg
image22.png
image23.jpg
image24.jpg
image25.jpg
image1.png
image2.png
image3.png
image4.png
image5.png

Mais conteúdos dessa disciplina