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PROFESSORA INELVA FATIMA LODI • Mestrado em Administração (FGV). • Especialista em Finanças (PUCRS). • Especialista em Gestão Empresarial (FGV). • Bacharel em Administração de (FAPCCA). • Bacharel em Ciências Contábeis (FAPPCCA). • Bacharel em Ciências Atuariais (FAPCCA). • Contadora, Administradora e atuária. • Coordenadora Técnica Curso Pós-Graduação em Perícia Trabalhista/Faculdade Monteiro Lobato • Proprietária Escritório Contábil Auditoria e Perícia há 29 anos. • Diretora da Associação dos Peritos da justiça do Trabalho da 4ª Região- APEJUST. • Perita Oficial do Juiz do MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DO TRABALHO, da JUSTIÇA FEDERAL e FORO ESTADUAL. • Juiz arbitral – FEDERASUL E ESCOLA SUPERIOR DA ADMINISTRAÇÃO. • Atuou como Membro do Conselho Fiscal SESCON/RS – Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento e Perícia. • Administradora Judicial-CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO. • Titular do Conselho Fiscal da CIENTEC. • Já atuou como Membro de Comissão de Perícia do CRC/RS. Sumário PERÍCIA TRABALHISTA Definição de Processo Processo Trabalhista. Atos Privativos do Perito Judicial como prova técnica Deveres e atribuições do Perito Perícia na doutrina e no NCPC Processo Eletrônico Cadastro do Perito no Processo Eletrônico Sistema de Cálculos Trabalhista PJe-Calc. PROCESSO ELETRÔNICO Pje-Calc. FASES DO PROCESSO NO 1º GRAU Inicial Contestação Réplica Da fase de produção de provas Da perícia como prova requerida pelas partes Despacho do M.M.Juizo que defere a pericia Deferimento da AJG á Parte. Os atos que compõe esta fase pericial TIPOS DE LAUDOS Esclarecimento de laudo Impugnações Execução trabalhista EMBARGOS À EXECUÇÃO/IMPUGNAÇÃO ESCLARECIMENTOS Homologação do Laudo Sentença de 1º Grau Das publicações em geral Dos Recursos aos Tribunais Dos Recursos aos Tribunais de Justiça (RS) Dos Recursos aos Tribunais Superiores Da modificação da sentença de 1º grau ou da instância anterior DO PERITO NA FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E NA LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA Das decisões transitadas em julgado Da Coisa Julgada Do Erro material nos cálculos Da impugnação e/ou da homologação nos cálculos. DO TRÂNSITO EM JULGADO E DO ENCERRAMENTO DA PARTICIPAÇÃO DO PERITO NO PROCESSO. Dos efeitos do trânsito em julgado Dos reflexos do trânsito em julgado em relação ao Perito. Da possibilidade em vir a ser chamado a se manifestar nos autos Das terminologias jurídicas nos processos DO FLUXOGRAMA DOS PROCESSOS E DAS DISPOSIÇÕES GERAIS PERÍCIA TRABALHISTA • Perícia trabalhista serve para esclarecer controvérsias técnicas que ocorrem na relação de trabalho e que não possam ou não tenham sido comprovadas por meio de documentos ou ainda quando existem dúvidas sobre a legitimidade das informações disponíveis. Definição de Processo O processo civil é um ramo do direito público, que designa normas de atuação no caso de atos que conduzem à aplicação do direito subjetivo e busca solucionar conflitos de interesses. No Brasil, o processo civil decorre de acordo com as normas estabelecidas pelo Código Civil Brasileiro. Processo Trabalhista. Ocorre na Justiça do Trabalho e visa a verificação de fatos ligados ao patrimônio individualizado das pessoas referente a área trabalhista. Atos Privativos do Perito Judicial como prova técnica Elaborar laudos técnicos, cálculos de liquidação de sentença, Pareceres técnicos, de acordo com a formação profissional de cada área de atuação dos Peritos, combinado com as demandas das Partes ou do MM. Juízo do feito. Recomenda-se ao perito, declinar quando o trabalho técnico não é de sua área de atuação. Deveres e atribuições do Perito • Dever de aceitar o encargo, do qual não pode escusar-se “salvo alegando motivo legítimo” (CPC, art.146). • Dever de comprovar sua habilitação (CPC, art.145). • Dever de respeitar os prazos (CPC, art. 146). • Dever de lealdade (CPC, art.147). • Dever de prestar os esclarecimentos (CPC, art. 435), • Dever de convicção acerca da veracidade de situações, coisas ou fatos; • Dever profissional de recusar a indicação, quando não se achar capacitado para bem desempenhar o encargo (Código de Ética Profissional do Contabilista Art.5º Item I ); • Dever profissional de evitar interpretações tendenciosas, mantendo absoluta independência moral e técnica. • Dever profissional de se abster de dar parecer ou emitir opinião sem estar suficientemente informado e documentado. • Dever de cumprir e fazer cumprir as Normas Técnicas e Profissionais de Perícia Contábil (CFC, Resoluções 731 e 733 de 22.10.92, DOU de 5.11.92). ESCLARECIMENTOS • A indicação ou a contratação de perito assistente ocorre quando a parte ou contratante desejar ser assistida por um profissional, ou comprovar algo que dependa de conhecimento técnico-científico, razão pela qual o profissional só deve aceitar o encargo se reconhecer estar capacitado com conhecimento suficiente, discernimento e irrestrita independência para a realização do trabalho. Perícia na doutrina e no NCPC Ao disciplinar a prova pericial, a Lei nº 13.105/2015 trouxe relevantes alterações enriquecendo o sistema do direito positivado, na medida em que o respectivo regramento restou mais detalhado e atento a questões que, sob a égide do Código de 1973, deram ensejo a inúmeras discussões perante os nossos tribunais. Processo Eletrônico O processo eletrônico trouxe grandes vantagens para a perícia, além de ser mais ágil facilita a pesquisa dos documentos acostados aos autos para sua análise. ➢ Deve ser seguida a orientação do TRT, nas ações trabalhistas. ➢Na esfera cível, continua na fase de implantação. ➢Na Justiça Federal, tal como na Justiça do Trabalho, deve-se seguir as orientações do TRF da 4ª Região. Cadastro do Perito no Processo Eletrônico Para que o perito possa atuar no processo eletrônico trabalhista, torna-se necessário que faça o cadastro no sitio virtual do TRT4. É relevante que a partir do momento de seu cadastro, contate uma vara da Justiça do Trabalho de Porto Alegre e solicite que seu cadastro seja incluso nas varas do interior, caso seja de seu interesse atuar. O perito deve obter a certificação digital para poder acessar os processos e elaborar o laudo pericial eletrônico. Sistema de Cálculos Trabalhista PJe-Calc. Pode-se dizer, que quem já atua no Pje- Processo Judicial Eletrônico, vai encontrar grandes facilidades para o Pje-Calc, pois é uma continuação, porém uma melhoria, munido de muitas informações e facilita e padroniza o trabalho facilitando um melhor entendimento para as varas. PROCESSO ELETRÔNICO PJe-Calc O objetivo do Pje-Calc, é padronizar os laudos periciais. O sistema é gratuito e obtido diretamente do sitio do TRT. www.trt4.jus.br Inicialmente está previsto sua obrigatoriedade para o dia 1.1.2021. PROCESSO ELETRÔNICO Pje-Calc. Outra vantagem do Pje-Calc, é que ele permite a comunicação entre os sistemas, por exemplo: podemos elaborar o laudo em um sistema, tipo Bsoft, excel, entre outros, transformar em PDF e depois só importar para o sistema Pje-Calc. PROCESSO ELETRÔNICO Pje-Calc. Após a primeira instalação do sistema é fundamental que se atualize as tabelas que contém os índices de correção, alíquotas de impostos e encargos sociais. PROCESSO ELETRÔNICO Pje-Calc. Quando o Pje-Calc for executado pela primeira, vez o sistema poderá demorar um pouco para iniciar, mas isso é normal e não se deve clicar novamente no executável de iniciação só aguardar. PROCESSO ELETRÔNICO Pje-Calc. É fundamental observar os feriados e vale transporte atualizados por região, pois cada TRT disponibiliza mensalmente um arquivo de atualização e este arquivo deve ser baixado no nosso sistema. PROCESSO ELETRÔNICO Pje-Calc. Para esta atualização basta baixar o arquivo do TRT4 em: https://www.trt4.jus.br/portais/trt4/tabelas- auxiliares. É relevante salientar, que o Pje-Calc inicialmente será exigido somente pelas varas a nível de pericia judicial, mas nada impede queos advogados exigem dos assistentes técnicos os trabalhos já neste sistema. FASES DO PROCESSO NO 1º GRAU Inicial - O Laudo Pericial de Instrução, tem por objetivo instruir o Processo Trabalhista em função da existência de postulações controversas requeridas pelo reclamante. Na elaboração do Laudo Pericial de Instrução, o conteúdo deverá ser totalmente técnico e as informações lá constantes devem ser claras, precisas e de forma ética. Contestação Concluído o Laudo Pericial de Instrução, o perito do juízo assinará o respectivo laudo e o submeterá ao seu julgamento bem como das partes que poderão questionar certas informações constantes no corpo do laudo requerendo complementações através de novos quesitos e/ou impugnações. Réplica É a resposta do reclamante à contestação. Geralmente confirma a inicial e busca refutar os argumentos do requerido. Pode acostar e/ou apresentar documentos para confirmar suas teses. Da fase de produção de provas A prova é a característica mais presente no instrumento pericial, importa que consideremos e situemos a perícia, judicialmente conhecida, também como prova pericial, no contexto das provas admissíveis pelo Direito. A fase de produção de provas começa na audiência de instrução e julgamento, conforme art. 358 do NCPC. A produção de provas, se inicia no art. 369 do NCPC, em cujo rol se inclui a Prova pericial Da perícia como prova requerida pelas partes A prova pericial está normatizada no art. 464 e seguintes. Do NCPC. E já podemos citar como sendo: Exame, vistoria e avaliação. Deve ser especialista no objeto da perícia como prova requerida pelas Partes. Despacho do M.M.Juizo que defere a pericia. Quando do despacho de deferimento da prova pericial, o MM. Juízo nomeia o Perito, abre prazos para quesitos, possibilita a indicação de peritos assistentes e estimativa de honorários do Perito e, também, permite eventual impugnação ao perito. Deferimento da AJG á Parte. Tendo sido deferido AJG à parte que requereu, os honorários periciais, se submeterão aos limites do TJ/RS. O Perito pode solicitar majoração, se entender pertinente e, deverá argumentar ao MM. Juízo, de forma fundamentada, que emitirá seu parecer e decisão, submetendo ao crivo do TJ/RS. Os atos que compõe esta fase pericial Além dos já mencionados, ainda tem a carga dos autos, a vista às Partes, a comunicação aos Peritos assistentes e às Partes do início do trabalho técnico, da comunicação aos Peritos assistentes acerca da sua conclusão, da entrega do laudo no protocolo, do pedido de honorários periciais, da expedição do alvará (atualmente eletrônico). Laudo Pericial A clareza do laudo pericial é VITAL. O laudo pericial deve ser sempre bem fundamentado e possuir poder de convencimento. Deve possuir uma leitura fácil e a melhor apresentação possível. O laudo é a peça escrita, na qual os peritos expõe, de forma circunstanciada, as observações e estudos que fizeram e registraram as conclusões fundamentadas da perícia. TIPOS DE LAUDOS ➢ Laudo de Louvação; ➢ Parecer Pericial, e ➢ Laudo Arbitral. 1.LAUDO PERICIAL É a forma pura da expressão da perícia ➢ O laudo pericial deve decorrer da necessidade primeira de se examinar a veracidade ou não da matéria conflituosa que lhe é colocada. ➢Distingue-se das demais espécies porque destina-se precipuamente á prova, prestando informações e manifestando opiniões subsidiárias á decisão, mesmo quando se destine á liquidação de sentenças. 2.LAUDO DE LOUVAÇÃO. Quando procede á avaliação de bens, coisas, direitos, débitos ou créditos, o laudo, por se referir ou se utilizar muito de aplicações de outras áreas especiais do conhecimento (como Matemática, Finanças, Atuarial) ou de especialistas (engenheiros, físicos, etc.) e estes requerem a descrição e a elaboração de quadro de avaliação, bem como da justificativa de todos os critérios ou da utilização de trabalhos complementares de outras pessoas, o laudo assume a forma de Laudo de Louvação, assim chamado, pois que os usuários nele se louvam para certeza do valor correto da avaliação. Observa-se que não sem razão, os peritos também são chamados de vistores ou louvados 3.PARECER PERICIAL O Parecer Pericial é espécie de laudo, á medida que expressando a opinião do profissional sobre determinada matéria, o faz segundo as técnicas e abrangência periciais, mas são provocados, normalmente, por quem deles tenha de fazer uso para a defesa de seus interesses ou a título de elucidação de um assunto. Pode ser extrajudicial, quando a parte necessita da opinião fundamentada de um técnico a respeito de um determinado assunto ou CPC, ou ainda, pode ser a própria opinião (o parecer técnico) do assistente indicado pela parte para uma perícia judicialmente determinada. 4.LAUDO ARBITRAL O laudo arbitral foge em parte ás características elencadas, pois a conclusão arbitral é uma decisão sobre a questão proposta. Este deverá utilizar-se da forma descritiva (relatório), fundamentos e dispositivo final que em muito se assemelham ás características de sentença judicial. O Laudo Arbitral é o resultado do trabalho do árbitro, e esta função, em determinados casos, é mais adequada aos profissionais da perícia. Não se trata, entretanto, de uma atividade tipicamente pericial , mas de instância decisória. Os laudos em suas estruturas devem encerrar identificações dos destinatários, do perito, das questões que foram formuladas e conter respostas pertinentes, devidamente argumentadas, anexando-se o que possa reforçar os argumentos das respostas ou opiniões emitidas. • Um laudo não pode basear-se em suposições, mas apenas em fatos concretos. • Não pode ser baseado apenas em opiniões e testemunhos de terceiros. Deve basear-se também em materialidades de natureza contábil. • Exige respostas que esgotem os assuntos dos quesitos e que não necessitam mais de esclarecimentos. Quando um quesito é incompleto em sua redação mas tem objetivo correto dentro das razões que motivam a perícia, é conveniente ao perito complementar a resposta. Os anexos são partes do laudo que ao mesmo são adicionados para esclarecer ou comprovar o texto da resposta aos quesitos. Os anexos devem ser numerados sequencialmente e no texto das respostas dos quesitos deve-se fazer referência a tais números . Esclarecimento de laudo ➢O laudo será insuficiente quando suas opiniões não forem satisfatoriamente esclarecedoras para quem o requereu ou dele vai necessitar como prova. Faz-se necessário o esclarecimento de um laudo todas as vezes que uma das partes interessadas entender que as respostas permitem dupla interpretação ou forem vagas ou sem objetividade. ➢ Os laudos devem ser entregues em prazos certos e necessário se faz comprovar a entrega, obtendo-se recibo ou meio de prova do cumprimento dos referidos prazos. IMPUGNAÇÕES O laudo poderá ser questionado mediante a formulação de quesitos complementares sobre determinado ponto e/ou pontos do laudo pericial ou através de impugnação às conclusões. Neste contexto, o perito é intimado a prestar os esclarecimentos que foram solicitados, sustentando fundamentadamente suas conclusões ou modificando seu trabalho pericial se for o caso. • É um direito das Partes impugnarem o laudo pericial bem como, se for o caso, lançar suspeição ao perito e pedir a sua substituição, também por limitação técnica Execução trabalhista Homologados os cálculos de liquidação pelo juízo, estes podem sofrer embargos à execução interpostos pelo empregador e impugnação à sentença de liquidação pelo empregado. EMBARGOS À EXECUÇÃO/IMPUGNAÇÃO A matéria a ser alegada è restrita às alegações de cumprimento da decisão ou do acordo, quitação ou prescrição da dívida. Quanto a participação do perito nos embargos/impugnação, é exclusivamente a readequação dos cálculos. Interpostos os embargos ou a liquidação, é oportunizado a parte contrária contra-razões e serão conclusos para a decisão do juízo. Em caso de acolher as razões dos embargos/impugnação determinará oretorno dos autos ao perito para a adequação do cálculo. Este somente é recebido quando o agravante delimitar, justificadamente, as matérias e os valores impugnados, permitida a execução imediata da parte remanescente até o final, nós próprios autos ou por Carta de Sentença. A carta de sentença é a liquidação da sentença, mas ainda quando há recursos pendentes. Homologação do Laudo Homologados os cálculos de liquidação pelo juízo, estes podem sofrer embargos à execução interpostos pelo empregador e impugnação à sentença de liquidação pelo empregado. A homologação do laudo pericial é ato do MM. Juízo e não significa que não haverá mais participação no processo, pois no Tribunal poderá ser modificado em todo ou em parte, podendo ser determinado o retorno ao Perito para adaptar seu trabalho às novas premissas. Sentença de 1º Grau A sentença normatizada no art. 485 e sgs. do NCPC. Quando há laudo pericial na fase de instrução, majoritariamente tem se utilizado do trabalho técnico do perito, seja de forma integral, seja parcial ou seja indicando pontos que confirmam as teses que o MM. Juízo já havia acolhido. Das publicações em geral A publicação da sentença, gera efeitos previstos no art. 489 do NCPC e pode concluir a atuação do Perito ou iniciar outra fase de atuação dos Peritos, que é a fase de Cumprimento de Sentença ou a fase de Liquidação de sentença. Dos Recursos aos Tribunais Os recursos são os mais diversos, Mas um recurso que é dirigido diretamente ao MM. Juízo de 1º grau, são os Embargos de Declaração, que visam aclarar pontos omissos, obscuros ou contraditórios da Sentença e eventualmente, pode gerar trabalho complementar ao Perito. Dos Recursos aos Tribunais de Justiça (RS) Apelação > Art. 1009 Agravo de Instrumento > Art. 1015 Agravo Interno > Art. 1021 Embargos de Declaração > Art. 1022 Dos Recursos aos Tribunais Superiores • RO ao STF > Art. 102 • RE e Especial ( Ao STF e ao STJ) > Art. 1029 • Agravo pelo não seguimento do REspec. >1042 • Embargos de Divergência > Art. 1043 Da modificação da sentença de 1º grau ou da instância anterior. Ocorrendo modificação da sentença de 1º grau, os itens modificados prevalecem as decisões dos Tribunais. DO PERITO NA FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA E NA LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA: A atuação do Perito está normatizada nesta fase, no art. 509 do NCPC e deixa de ser Laudo e passa a ser cálculos de liquidação de sentença ou cálculos para cumprimento de sentença. Das decisões transitadas em julgado. As decisões transitadas em julgado, seja Sentença de 1º grau ou Acórdão dos Tribunais, são as regras que o Perito deverá observar, na sua atuação nos cálculos que vier a proceder, seja nomeado pelo MM. Juízo ou, seja atuando para as Partes. Da Coisa Julgada A coisa julgada interessa mais aos advogados, mas tem reflexo ao Perito, pois obedece e tem o mesmo efeito das decisões transitadas em julgado, porém ao Perito cabe cumprir o que lhe foi determinado e/ou requerido. Do Erro material nos cálculos O erro material, consiste em eventual erro procedido nos cálculos ou na perícia mas é imprescritível e apurado a qualquer tempo. O certo é que seja sanado, assim que constatado. Da impugnação e/ou da homologação nos cálculos. Conforme já informado aqui, a impugnação é um direito das Partes, até que tudo se torna fiel ao que foi solicitado, e a homologação é ato privativo do MM. Juízo do feito. DO TRANSITO EM JULGADO E DO ENCERRAMENTO DA PARTICIPAÇÃO DO PERITO NO PROCESSO. Inicialmente se encerra a participação do Perito na fase declaratória ou da ação principal e abre- se uma nova fase, que é o cumprimento de sentença ou liquidação de sentença. Dos efeitos do trânsito em julgado Se não houver exceções, não caberá mais recursos pelas Partes. E são estes critérios transitados em julgado, que o Perito deverá observar quando dos cálculos de liquidação de sentença. Dos reflexos do trânsito em julgado em relação ao Perito. Encerra o seu trabalho na fase principal e, se nomeado de novo, inicia-se um novo trabalho na fase de liquidação de sentença. Da possibilidade em vir a ser chamado a se manifestar nos autos. Existe esta possibilidade e é muito utilizada nos U.S.A. No Brasil ainda é solicitado esclarecimentos por escrito, mas a possibilidades de mudanças a partir do NCPC. Das terminologias jurídicas nos processos As terminologias jurídicas estão no próprio CPC e lá serão esclarecidas. DO FLUXOGRAMA DOS PROCESSOS E DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. 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