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93 ⇒ mágua � 1,0(0 � 50) � mgelo � 0,50f0 � (�10)g � 80mgelo � 0 ⇒ ⇒ �50mágua � 85mgelo � 0 ⇒ mágua � 1,7mgelo (I) Mas, como a massa total de água resultante é de 5 400 g, po- demos concluir que: mágua � mgelo � 5 400 (II) De (I) e (II), temos: a) mgelo � 2 000 g b) mágua � 3 400 g c) A energia absorvida pelo gelo é a quantidade de calor total, Q, por ele consumido, necessária para elevá-lo a 0 °C e de- pois fundi-lo, dada por: Q � mgelocgeloste � � Lgelomgelo ⇒ ⇒ Q � 2 000 � 0,50f0 � (�10)g � 80 � 2 000 ⇒ ⇒ Q � 170 000 cal I) Errado. Cobertor não é fonte de calor, é apenas um isolante térmico. II) Correto. A louça é um bom isolante térmico e, portanto, di- ficulta a perda do calor para o meio ambiente. III) Correto. O ar frio tende a descer e o quente a subir. Essa co- locação facilita a convecção e, portanto, a refrigeração do ambiente. Resposta: alternativa b. O calor do Sol chega até nós por irradiação. Resposta: alternativa c. Não havendo meio condutor, não pode haver condução nem convecção. O calor se transfere de um corpo para o outro por ra- diação. Resposta: alternativa a. A única diferença que ocorre entre as duas situações está na temperatura de ebulição da água, que é menor em Campos do Jordão do que em Ubatuba, cidade litorânea onde a pressão at- mosférica é maior. Por isso, o chá em Campos do Jordão é sem- pre um pouco mais frio ou menos quente do que em Ubatuba. Resposta: alternativa a. I) Correto. Para que haja realização de trabalho deve haver va- riação do volume do gás. II) Correto. A compressão muito rápida pode ser considerada adiabática, na qual não há troca de calor com o ambiente. Por essa razão, da Primeira Lei da Termodinâmica, conclui- se que a energia interna do gás aumenta e, portanto, a sua temperatura também aumenta. III) Correto. Essa é a ideia básica do conceito de calor específico. Resposta: alternativa d. Da Lei Geral dos Gases Perfeitos sabemos que pV � nRT. A pressão p pode ser obtida pela razão entre o peso da válvula, P � 0,82 N, sobre a área do tubinho, S � 3,0 � 10�5 m2, consi- derando desprezível a ação da pressão atmosférica nesse caso, o que é razoável, pois ela, na válvula, atua praticamente em to- dos os sentidos. Temos então: p � ⇒ p � ⇒ p � 2,7 � 105 Pa Como o volume livre dos gases é um terço do volume da panela, que tem 18 L, conclui-se que o volume é: V � 6,0 L ⇒ V � 6,0 � 10�3 m3 A temperatura de ebulição da água nesse caso é t � 127 °C, ou seja: T � 127 � 273 ⇒ T � 400 K Sendo R � 8,2 J/mol � K, da Lei Geral dos Gases Perfeitos, pV � nRT, temos: 2,7 � 105 � 6,0 � 10�3 � n � 8,2 � 400 ⇒ n � 0,49 mol a) Da Lei Geral dos Gases Perfeitos na forma � sendo V constante, p0 � 12 N/cm2, T0 � 300 K e T � 350 K, temos: � ⇒ p � 14 N/cm2 b) O módulo da força resultante F0 correspondente à pressão p0 é dado pela definição de pressão, p � em que p0 � � 12 N/cm2 e S � 225 cm2. Temos, portanto: p0 � ⇒ F0 � p0S ⇒ F0 � 12 � 225 ⇒ F0 � 2 700 N Para a força resultante F� correspondente à pressão p � � 14 N/cm2, temos: F� � pS ⇒ F� � 14 � 225 ⇒ F� � 3 150 N a) O trabalho realizado sobre o gás é a “área sob a curva” AB, um trapézio, que é dada por: τ � ⇒ τ � ⇒ ⇒ τ � b) No estado A temos os valores p0, V0 e T0. Para o esboço do gráfico pressão � temperatura é preciso determinar o valor de T no estado B, onde p � 2p0 e V � Logo, da Lei Geral dos Gases Perfeitos na forma � temos: � ⇒ T � � T0 Com esses valores, em A, p0; T0 e, em B, 2p0; � T0, es- boçamos o gráfico a seguir: t0gelo d P S ----- 0,82 3,0 10 5� � ------------------------- p0V0 T0 ------------- pV T -------- , 12 300 ---------- p 350 ---------- F S ----- , F0 S ------- (B b)h� 2 ---------------------- (2p0 p0)[V0 2 3 ----- � V0]�� 2 ------------------------------------------------------------ p0V0 2 ------------ 2V0 3 ---------- . p0V0 2 ------------ pV T -------- , p0V0 T0 ------------ 2p0 2V0 3 ----------- � T --------------------------- 4 3 ------ 4 3 ----- T0 1 3 0 p0 A B2p0 p T T0 2 3 T0 4 3 T0 MP3-Gaspar-171a184 Page 182 Thursday, January 24, 2008 9:44 AM 593. 592. 591. 590. 589. 588. 587. 586. 94 a) Para que haja equilíbrio é preciso que a força resultante da pressão interna, F ==== Q, que atua verticalmente para cima na base do bloco Q do gás aprisionado equilibre o peso desse bloco, P ======== Q, acrescido da força resultante da ação da pressão atmosférica, F ==== O, ambas dirigidas verticalmente para baixo. Veja a figura: Podemos portanto escrever, em módulo, PQ � F0 � FQ. Mas, PQ � Mg � 50 � 10 � 500 N e F0 � p0S � 105 � 0,010 � � 1000 N. Logo, FQ � 500 � 1000 � 1500 N. Portanto, a pressão do gás aprisionado, nessas condições, é: p1 � ⇒ p1 � ⇒ p1 � 1,5 � 105 Pa Mas, antes da colocação do cilindro Q, o tubo estava à pres- são atmosférica ambiente, p0 � 1,0 � 105 N, contendo gás no seu volume total, aberto, V0 � SH � 0,01 � 6,0 � 0,060 m3. Como a temperatura não varia, da Lei de Boyle podemos escrever: p0V0 � p1V1 ⇒ 1,0 � 105 � 0,060 � 1,5 � 105V1 ⇒ V1 � 0,040 m3 Como área da base do cilindro Q é, também, S � 0,010 m2, temos: V1 � Sy1 ⇒ 0,040 � 0,010y1 ⇒ y1 � 4,0 m b) e c) Sendo h � 0,5 m a altura de cada cilindro, a altura livre acima de Q, na figura 2 do enunciado, é: h� � H � y1 � h ⇒ h� � 6,0 � 4,0 � 0,50 ⇒ h� � 1,5 m Logo, nessas condições, o volume livre do gás à pressão atmosférica é � Sh� � 0,010 � 1,5 � 0,015 m3. Colo- cando o cilindro R, idêntico ao cilindro Q, a pressão que ele deve aprisionar para equilibrar a força exercida pela pressão atmosférica acrescida do peso do cilindro é a mesma que o cilindro Q aprisiona no caso anterior. Logo, p3 � p1 � � 1,5 � 105 Pa. Como a temperatura não varia, aplicando no- vamente a Lei de Boyle para a colocação do cilindro R, po- demos determinar o volume V3 de gás por ele aprisionado. Temos: p0 � p3V3 ⇒ 1,0 � 105 � 0,015 � 1,5 � 105V3 ⇒ ⇒ V3 � 0,010 m3 Sendo S � 0,010 m2 a área da base do cilindro R, temos: V3 � Sy3 ⇒ 0,010 � 0,010y3 ⇒ y3 � 1,0 m A pressão p2 do gás aprisionado pelo cilindro Q é, agora, a pressão necessária para exercer a força capaz de equi- librar o peso do cilindro Q, P ==== Q acrescido da força resultante F ==== 3 exercida sobre ele pela pressão p3. Veja a figura: Em módulo, temos: PQ � F3 � Mas PQ � 500 N e F3 � p3S � 1,5 � 105 � 0,010 � 1500 N. Logo, � 500 � 1500 � 2 000. Portanto, a pressão do gás aprisionado, nessas condições, é: p2 � ⇒ p2 � ⇒ p2 � 2,0 � 105 Pa Aplicando novamente a Lei de Boyle para o gás aprisionado por Q, temos: p1V1 � p2V2 ⇒ 1,0 � 105 � 0,015 � 2,0 � 105V2 ⇒ ⇒ V2 � 0,0075 m3 Sendo S � 0,010 m2 a área de base do cilindro Q, temos: V2 � Sy2 ⇒ 0,0075 � 0,010y2 ⇒ y2 � 0,75 m A melhor alternativa para essa questão seria a Segunda Lei da Termodinâmica, que explicita melhor o Princípio da Conserva- ção da Energia. Não havendo essa alternativa, a única alterna- tiva possível para essa questão é a b. Resposta: alternativa b. a) O trabalho, , realizado sobre a esfera é o trabalho realizado contra a gravidade, necessário para elevar o centro de mas- sa da esfera da altura d, dado pelo acréscimo de energia po- tencial gravitacional adquirida pelo corpo, � mg�h � � mgd, acrescido do trabalho necessário para vencer a pressão atmosférica, τ0 � p0�V. Temos portanto: τ � mgd � p0�V b) Esse trabalho é positivo, τ � 0, pois ele é realizado pelo sis- tema contra o ambiente. Sendo Q � 0, também, pois foi for- necido ao sistema, podemos determinar a variação da ener- gia interna, �EI, desse sistema pela Primeira Lei da Termo- dinâmica, Q � τ � �EI. Temos, portanto: Q � mgd � p0�V � �EI ⇒ �EI � Q � mgd � p0�V a) Podemos calcular esse trabalho pela soma das “áreas sob as curvas” nos trechos AB, onde o trabalho é positivo, e no trecho CD, onde o trabalho é negativo. Nos trechos AD e BC o trabalho é nulo, pois, nesses trechos, o volume permanece constante. Temos, portanto: τABCD � τAB � τCD ⇒ τABCD � (6 � 2)10�2 � 0,75� 105 � � (6 � 2)10�2 � 0,50 � 105 ⇒ τABCD � 1,0 � 103 J p0 p1 FO= FQ=PQ= FQ S ------- 1 500 0,010 -------------- V0� V0� V0� F ====�Q F3= FQ=PQ= � FQ� FQ� FQ� S -------- 2 000 0,010 --------------- ττ �EPg MP3-Gaspar-171a184 Page 183 Thursday, January 24, 2008 9:44 AM 594. 595. 596. 597. 95 b) Da Lei Geral dos Gases Perfeitos, pV � nRT, pode-se con- cluir que a temperatura mais alta corresponde ao maior pro- duto pV e a temperatura mais baixa corresponde ao menor produto pV. Logo, a temperatura mais alta corresponde ao ponto B, que chamaremos TB, e a temperatura mais baixa corresponde ao ponto D, TD. Aplicando a Lei Geral dos Ga- ses Perfeitos aos valores da pressão, volume e temperatura correspondentes a esses pontos, temos: pBVB � nRTB (I) e pDVD � nRTD (II) Dividindo (I) por (II), obtemos: � Substituindo pelos valores do gráfico dado, temos: � ⇒ � 4,5 O trabalho útil realizado pelo gás na expansão em módulo é τu � p�V. Portanto, sendo p � 5,00 � 105 N/m2 e �V � � 1,50 � 10�3 m3, o trabalho realizado é: τu � 5,00 � 105 � 1,50 � 10�3 ⇒ τu � 750 J A energia total, Et,fornecida ao motor pode ser obtida pelo calor de combustão desse combustível, cujo valor é 7,50 � 103 cal/g. Como são consumidos 0,20 g, temos: Et � 0,20 � 7,50 � 103 ⇒ Et � 1500 cal ⇒ Et � 6 000 J Logo, o rendimento � pode ser obtido pela razão entre o traba- lho útil fornecido pelo motor e a energia total consumida. Por- tanto, temos: � � ⇒ � � ⇒ � � 0,13 (dois algarismos sig- nificativos) ⇒ � � 13% Resposta: alternativa b. O rendimento de uma máquina de Carnot é � � 1 � Logo, para essas temperaturas, T1 � 127 � 273 � 400 K e T2 � � �33 � 273 � 240 K, esse rendimento seria: � � 1 � ⇒ � � 0,40 Se a turbina tem 80% desse rendimento, temos: � � 0,80 � 0,40 ⇒ � � 0,32 ⇒ � � 32% Resposta: alternativa e. Se a fonte quente fornece Q1 � 4 000 J e a máquina realiza tra- balho τ � 800 J, pelo Princípio da Conservação da Energia é li- berada para a fonte fria uma quantidade de calor: Q2 � 800 � 4 000 � �3 200 J Mas sabemos que � Logo, sendo T2 � 300 K, temos: � ⇒ T1 � 375 K Resposta: alternativa a. Se somente uma das esferas estiver carregada ao aproximar- mos as duas esferas sem carga, não haverá atração elétrica en- tre elas, o que invalida a hipótese I. Com duas esferas carregadas, com cargas de sinais opostos, e uma esfera neutra, ao aproximarmos essas esferas duas a duas teremos atração em todos os casos. Se as três esferas estive- rem carregadas, pelo menos duas delas terão cargas de mesmo sinal. Ao aproximarmos esferas com cargas de mesmo sinal ha- verá repulsão, o que invalida a hipótese III. Resposta: alternativa b. Ao se atritar A com B, B ganha elétrons, ou seja, B fica eletri- zado negativamente. Portanto, A fica com excesso de cargas positivas, ou seja, eletrizado positivamente. Ao aproximarmos o bastão eletrizado positivamente de cada esfera, ele atrairá a esfera B e a esfera C e repelirá a esfera A. Resposta: alternativa b. Quando o bastão eletrizado com carga negativa se aproxima do condutor descarregado, ele induz uma separação de cargas. A esfera A (parte do condutor situada mais próximo ao bastão) fica com excesso de cargas positivas. A esfera B fica com ex- cesso de carga negativa. Ao afastarmos uma esfera da outra, na presença do bastão, essa configuração se mantém e a sepa- ração de cargas se torna definitiva – cargas positivas na esfera A e cargas negativas na esfera B. Resposta: alternativa d. Do gráfico, obtemos r � 3,0 m e F � 2,5 � 10�8 N. Sendo q1 � q2 � q, da Lei de Coulomb, temos: F � k � ⇒ F � k � ⇒ ⇒ 2,5 � 10�8 � 9 � 109 � ⇒ 2,5 � 10�17 � q2 ⇒ ⇒ q2 � 25 � 10�18 ⇒ q � 5 � 10�9 C Resposta: alternativa e. a) A partícula �Q estará em equilíbrio se a resultante das for- ças que atuam sobre ela for nula. Na região I, a partícula fica sujeita à força F ====1 devido à carga �4Q e à força F ====2 devido à carga �Q. A força elétrica é diretamente proporcional ao produto das cargas e é inversamente proporcional ao qua- drado da distância entre elas. É fácil verificar que F1 será sempre maior que F2 e, portanto, a resultante dessas forças é diferente de zero. Na região II, a partícula fica sujeita à força F ====1 devido à carga �4Q e à força F ====2 devido à carga �Q. Essas forças têm a mesma direção e sentido, portanto, não se anulam. TB TD -------- pBVB pDVD ------------- TB TD -------- 0,75 6� 0,50 2 � -------------------- TB TD -------- τu Et ------- 750 6 000 --------------- T2 T1 ------- . 240 400 ---------- Q2 Q1 ----------- T2 T1 ------- . 3� 200 4 000 ----------------------- 300 T1 ---------- q1q2 d2------------ q q � r2------------- q2 3,02 ----------- 0 1 2 3 q 4 �4Q I II III �Q 5 6 7 8 9 10 11 1312 F1= =F2 0 1 2 3 4 �4Q �Q 5 6 7 8 9 10 11 1312 F1= F2= MP3-Gaspar-171a184 Page 184 Thursday, January 24, 2008 9:44 AM 603. 602. 601. 598. 599. 600. 604. 605.