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Aluna: Cynthia Oliveira Simão Lagoeiro Matrícula: 2411506061 AD 2 2024.2 Legislação Comercial Curso de Administração CEDERJ Profa. Debora Lacs Sichel 1A) A ação mais célere que Fernanda deve adotar é uma ação de execução com título executivo extrajudicial. O prazo prescricional para mover uma ação de execução de cheque é 6 meses contados. Se o prazo de 6 meses para a ação de execução já tiver expirado, Fernanda ainda pode cobrar o valor através de uma ação de locupletamento ilícito (em2 anos atrás Portanto, para garantir uma cobrança mais rápida e eficiente, a ação de execução é o caminho mais indicado dentro do prazo 1B) Sim, é possível determinar a penhora do automóvel. Ó arte. 833, inciso V, do CPC, estabelece que são impenhoráveis "os materiais necessários ou úteis ao exercício da profissão do executado", excetuando-se os veículos automotores. Os veículos utilizados sem exercício de atividade profissional. Portanto, mesmo sendo o táxi um instrumento de trabalho, ele pode ser penhorado para a satisfação do subsídio, desde que não haja outro bem disponível para quitação 2A) Efeito do endosso considerando os dados de emissão e endosso do 4º cheque Embora o cheque tenha sido emitido em 27 de março de 2018, o endosso em 19 de maio de 2018 é válido e eficaz. O efeito do endosso é a transferência de titularidade. 2B) Sim, o portador poderá promover uma ação de execução em face deTomás Farinha Freitas. Título executivo extrajudicial , conforme o art. 784, o prazo para o portador ajudar a ação de execução do cheque é de 6 meses ,30 dias por 26 de abril de 2018 . A partir desses dados, o prazo de 6 meses pára26 de outubro de 2018. Como 11 de outubro de 2018 , estaria portanto, Hildebrando Canto, como portador do cheque, pode promover a ação de execução contra Tomás Farinha Freitas dentro do prazo previsto na lei. 3 A) Uma nota promissória, segundo a legislação brasileira (Lei nº 7.357/85), deve conter alguns requisitos essenciais para ser considerado um título de crédito. Esses requisitos incluem: - A designação de "nota promissória": a expressão deve estar presente. -A promessa de pagamento incondicional: deve haver uma promessa de pagamento de um valor determinado. - o vencimento: deve haver uma data de vencimento ou, ao menos, um exclusivo que permita determinar a época do pagamento. - O nome do beneficiário: deve ser claramente indicado quem receberá o pagamento. - O local de pagamento: deve haver uma indicação de onde o pagamento será realizado. - A assinatura do emitente: deve estar presente a assinatura de quem emite uma nota. No caso apresentado, a nota promissória foi subscrita por X, mas não indicou os dados de emissão e a época do pagamento. Embora a falta dos dados de emissão possa não inviabilizar o título (pois os dados podem ser fornecidos posteriormente), a omissão da época do pagamento (vencimento) é um requisito essencial. Portanto, a falta da indicação da época do pagamento pode levar à conclusão de que a nota promissória não reúne todos os requisitos formais necessários para ser considerado um título de crédito válido. A nota promissória não reúne os requisitos formais para ser considerado um título de crédito devido à falta de indicação da época do pagamento. 3 B) A conclusão de dados em um título de crédito é possível, visto que a falta desses dados não inviabiliza sua circulação ou validade. No caso da nota promissória, Z recebeu o título de Y em branco, o que é permitido. O beneficiário pode preencher uma nota promissória com os dados que foram omitidos, desde que respeitados os limites legais e a boa-fé. Contudo, a falta de uma data de vencimento pode complicar a situação. Uma nota promissória, para ser válida, deve ter todos os requisitos necessários, e se o vencimento não estiver claramente indicado, isso pode resultar em incertezas quanto à sua execução. Dessa forma, você pode, sim, preencher os dados omitidos, mas deve estar ciente de que a falta de indicação de vencimento pode retornar a execução do título problemático, dependendo das especificações específicas que cercam a emissão do título e a intenção das partes. 4A) De acordo com o Código Civil brasileiro e a Lei das Duplicatas (Lei nº 5.474/68), o prazo de prescrição para a execução de duplicatas é de cinco anos, contados a partir do vencimento do título, conforme o artigo 206, § 5º, I do Código Civil. A duplicata em questão vencida em 02/02/2013, e o protesto foi levado a cabo em 10/05/2017, o que significa que a prescrição ainda não havia ocorrido, pois o prazo de cinco anos ainda estava em vigor até 02/02 /2018. Dessa forma, o tabelião não deveria acatar o argumento do sacado (Embelezie Cosméticos Ltda.) com base na prescrição, pois, na data do protesto, a ação ainda era válida. Assim, o protesto deveria ser lavrado, pois a pretensão executória estava dentro do prazo. 4B) Como especificado, a prescrição da pretensão executória ainda não havia ocorrido no momento em que o protesto foi lavrado. Portanto, a alegação de prescrição imposta pela Embelezie Cosméticos Ltda. não é válido. A suspensão do protesto, nesse caso, não é cabível com fundamento na prescrição, uma vez que a ação de cobrança ainda estava dentro do prazo legal. 5A) Não há nulidade da emissão do cheque por Lorival Lopes em razão da ausência de saque da duplicata pelo vendedor. O cheque é um título de crédito independente e pode ser emitido para diversas finalidades específicas, como pagamento de bens ou serviços, independentemente da existência ou não de outros títulos correlatos, como duplicata. No caso, a relação entre a compra e a emissão do cheque é que o cheque foi emitido como forma de pagamento pelos produtos adquiridos. A ausência de saque da duplicata não implica, por si só, na nulidade do cheque. Assim, o cheque permanece válido e exigível, mesmo que a duplicata não tenha sido emitida. 5B) A inserção de um dado futuro (nesse caso, a partir de 22/12/2022) para a apresentação do cheque significa que o cheque só poderá ser apresentado para pagamento a partir desses dados. No entanto, isso não altera a validade do cheque ou do pagamento. A apresentação do cheque antes da data estipulada não gera efeitos legais, e o banco pode recusar o pagamento, considerando que o cheque ainda não está disponível para liquidação. Em termos práticos, a inserção de um dado futuro no cheque cria uma expectativa de que ele será apresentado para pagamento apenas após esses dados. Assim, se o cheque for apresentado antes da data acordada, o sacado (banco) tem o direito de não honrá-lo, o que pode levar à recusa do pagamento, resultando em um cheque devolvido.