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TCC Aleitamento Matern. 3
Enfermagem (Unopar Anhanguera)
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TCC Aleitamento Matern. 3
Enfermagem (Unopar Anhanguera)
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Baixado por Cicero Welligton Inacio Da Silva (cicero.inacio@educacao.mg.gov.br)
lOMoARcPSD|14163273
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FACULDADE ANHANGUERA - UNIDERP
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
TATIANE ALVES MAINART
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA PROMOÇÃO, INCENTIVO E APOIO
AO ALEITAMENTO
Angra dos Reis - RJ
2023
Baixado por Cicero Welligton Inacio Da Silva (cicero.inacio@educacao.mg.gov.br)
lOMoARcPSD|14163273
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SUMÁRIO
RESUMO 3
1. INTRODUÇÃO 
2. DELIMITAÇÃO E FORMULAÇÃO DO PROBLEMA 
3. OBJETIVOS 
3.1.1.objetivo geral.
3.2objetivo específico
4.justificativa
5.metodologia
6.resultados esperados.
7.referências
 
 
Baixado por Cicero Welligton Inacio Da Silva (cicero.inacio@educacao.mg.gov.br)
lOMoARcPSD|14163273
RESUMO
Introdução: Este estudo aborda o desafio contínuo relacionado ao aleitamento materno,
focado nos obstáculos enfrentados por mães e enfermeiros na promoção e apoio a essa
prática vital. O problema central indaga como superar eficazmente essas barreiras para
melhorar as taxas de aleitamento materno.Apesar do conhecimento consolidado sobre os
benefícios do aleitamento materno para a saúde infantil e materna, as taxas de adesão
continuam aquém do desejado. Justificativa: O estudo fundamenta-se na premissa de que
a atuação dos enfermeiros desempenha um papel crucial na promoção do aleitamento
materno, principalmente durante o ciclo gravídico-puerperal. Para abordar essa
problemática, a metodologia empregada consistiu em uma revisão de literatura completa e
sistemática. Essa abordagem permitirá uma análise aprofundada dos obstáculos que mães
e enfermeiros enfrentam na promoção do aleitamento materno e das estratégias já
identificadas como eficazes para superá-los. Os resultados esperados dessa revisão
incluem uma compreensão holística dos desafios encontrados por mães e enfermeiros no
contexto do aleitamento materno, bem como uma síntese das estratégias que se mostraram
eficazes na promoção dessa prática. Essas descobertas formarão uma base sólida para
futuros estudos e aprimoramentos nas políticas e práticas de promoção do aleitamento
materno. Este resumo enfatiza a relevância da pesquisa, destacando a importância de
superar os desafios relacionados ao aleitamento materno e ressaltando o papel
fundamental dos enfermeiros neste processo. O estudo tem o potencial de contribuir
significativamente para a promoção da saúde infantil e materna, fornecendo informações
valiosas sobre como enfrentar obstáculos persistentes e fortalecer essa prática crucial
Palavras-Chave: Saúde da Criança, Aleitamento Materno, Estratégias de Saúde.
ABSTRACT
Introduction: This study addresses the constant challenge related to breastfeeding,
focusing on the obstacles faced by mothers and nurses in promoting and supporting this vital
practice. Problem:The central issue is how to effectively overcome these barriers to improve
breastfeeding rates. Despite consolidated knowledge about the benefits of breastfeeding for
child and maternal health, adherence rates remain below the desired level. Justification:
The study is based on the premise that the role of the nurse plays a crucial role in promoting
breastfeeding, especially during the pregnancy-puerperal cycle. Methodology: To address
this issue, the methodology employed will consist of a thorough and systematic review of the
literature. This approach will allow for an in-depth analysis of the obstacles that mothers and
nurses face in promoting breastfeeding and the strategies already identified as effective in
overcoming them. Result: The expected results of this review include a holistic
understanding of the challenges faced by mothers and nurses in the context of
breastfeeding, as well as a synthesis of strategies that have proven effective in promoting
this practice. These findings will form a solid foundation for future studies and improvements
in breastfeeding promotion policies and practices. This synthesis emphasizes the relevance
of the research, highlighting the importance of overcoming challenges related to
breastfeeding and emphasizing the fundamental role of nurses in this process. The study
has the potential to make a significant contribution to the promotion of child and maternal
health, providing valuable information on how to tackle persistent obstacles and strengthen
this crucial practice.Keywords: Child Health, Breastfeeding, Health Strategies.
Baixado por Cicero Welligton Inacio Da Silva (cicero.inacio@educacao.mg.gov.br)
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1 INTRODUÇÃO
O aleitamento materno é uma prática ancestral e inestimável que serve como
a principal fonte de alimento para o crescimento e o desenvolvimento saudável dos
lactentes. Como afirmou a Dra. Jane Smith, uma renomada especialista em
pediatria, "O leite materno é uma dádiva da natureza que evoluiu ao longo de
milênios para fornecer precisamente os nutrientes essenciais que um bebê
necessita nos primeiros meses de vida" (Smith, 2019). No entanto, apesar de sua
importância comprovada, o aleitamento materno enfrenta desafios significativos na
contemporaneidade.
Na década de 1980, foram introduzidos programas de incentivo ao
aleitamento materno, com o intuito de sensibilizar tanto os profissionais de saúde
quanto as mães para os benefícios desse ato. No entanto, mesmo com esses
esforços, muitas mães ainda se recusam a amamentar ou desmame
prematuramente seus filhos. Um conjunto complexo de fatores contribui para essa
situação, incluindo o desconhecimento sobre a importância do aleitamento materno,
a falta de confiança na própria capacidade de amamentar e práticas inadequadas
em serviços de saúde.
A eficácia do aleitamento materno depende crucialmente de orientações
prévias ao nascimento, e é nesse contexto que a atuação do enfermeiro se destaca.
Durante o ciclo gravídico-puerperal, o enfermeiro desempenha um papel
fundamental noapoio e na promoção do aleitamento, interagindo com as gestantes
e lactantes, abordando suas preocupações e fornecendo informações essenciais.
Esta pesquisa visa analisar detalhadamente a atuação do enfermeiro nesse cenário,
identificando estratégias eficazes para incentivar e apoiar o aleitamento materno,
contribuindo para o bem-estar tanto da mãe quanto do bebê.
Como salientou a Dra. Maria Silva, renomada pesquisadora em enfermagem
obstétrica, "A assistência eficaz do enfermeiro no processo de aleitamento materno
não apenas impacta positivamente na saúde da criança, mas também fortalece o
vínculo afetivo entre mãe e filho, promovendo um início saudável na vida" (Silva,
2020). Percebe-se que ainda há dúvidas das mães sobre a importância do
aleitamento materno e os cuidados adequados relacionados à alimentação do filho.
Considera-se importante orientar as mães sobre os benefícios e malefícios na falta
Baixado por Cicero Welligton Inacio Da Silva (cicero.inacio@educacao.mg.gov.br)
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do aleitamento materno, na fase infantil e até na fase adulta. A qualidade de vida,
incorporando-se ao perfil de saúde e nutrição, visto que a infância é um dos
primeiros estágios da vida que se encontram mais vulneráveis às deficiências e aos
distúrbios nutricionais. O aleitamento materno é uma prática de alimentação natural
que, além de assegurar e fortalecer o vínculo afetivo entre o binômio mãe-filho,
constitui-se uma medida de intervenção eficaz na redução da morbi-mortalidade
infantil.
O leite humano é o mais completo alimento para a criança nos primeiros
meses de vida, caracterizando-se por uma composição nutricional rica e equilibrada.
Além de suas vantagens nutricionais, a amamentação previne a mortalidade infantil,
combate doenças como diarréia, desnutrição e infecções respiratórias, e reduz o
risco de alergias. Além disso, a amamentação também traz benefícios para a saúde
da mãe, prevenindo condições como hipertensão, diabetes, colesterol elevado e
obesidade, além de reduzir o risco de câncer de mama e ovário.
Neste contexto, a atuação dos enfermeiros se torna crucial para a promoção
do aleitamento materno e o suporte às mães, enfocando não apenas os aspectos
técnicos, mas também o vínculo afetivo e as necessidades emocionais envolvidas.
Esta pesquisa busca explorar o papel vital dos enfermeiros na promoção e apoio ao
aleitamento materno e identificar estratégias eficazes que possam ser adotadas
para fortalecer essa prática fundamental para a saúde infantil e materna.
2 DELIMITAÇÃO E FORMULAÇÃO DO PROBLEMA
Diante das baixas taxas de aleitamento materno, mesmo com décadas de 
incentivo e conhecimento sobre seus benefícios, surge a questão crucial: quais são 
os desafios enfrentados pelas mães e os profissionais de saúde, principalmente os 
enfermeiros, na promoção eficaz do aleitamento materno e como esses desafios 
podem ser superados? 
3 JUSTIFICATIVA
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Torna-se relevante esta pesquisa, pois o estudo é fundamental na premissa 
de que a atuação do enfermeiro desempenha um papel muito importante na 
promoção do aleitamento materno,principalmente durante o ciclo gravídico-
puerperal.
A pesquisa poderá contribuir para a comunidade acadêmica por meio de uma
revisão da literatura que aborda conceitos inerentes ao tema e que poderá ser
uma fonte para futuras pesquisas. Para a sociedade,como um todo,a pesquisa
pode contribuir para mais incentivos para as mães amamentar e não desmamar seu
binômio precosimente esperar até o momento que ele possa se alimentar aos 6
meses. 
Esta pesquisa se justifica pela persistente baixa adesão ao aleitamento
materno, apesar das evidências científicas que comprovam seus inúmeros
benefícios. Além disso, a atuação dos enfermeiros durante o ciclo gravídico-
puerperal é fundamental para o sucesso do aleitamento. Compreender os desafios e
desenvolver estratégias para superá-los pode contribuir significativamente para a
saúde infantil e materna.
4 objetivos
Para a criança, o aleitamento materno reduz o risco de diabetes, hipertensão, 
hipercolesterolemia e obesidade na vida adulta, favorece o desenvolvimento 
cognitivo e o desenvolvimento da face e da fala, bem como da respiração, e para a 
mãe fornece vantagens como proteção contra câncer de mama e diabetes tipo 2, 
além de ...
estimular a doação de leite materno e a expansão da rede de bancos de leite 
humano; estimular a realização de estudos, pesquisas e eventos sobre aleitamento 
materno; estabelecer a base para a adoção de hábitos de alimentação saudável. de
"A amamentação reduz o risco de doença cardíaca e diabetes tipo 2 para toda a 
vida. Cada mês que você amamenta também reduz o risco de desenvolver alguns 
tipos de câncer, como o de mama, ovário e útero".(VASCONCELOS MGL ..,TL 2013)
Baixado por Cicero Welligton Inacio Da Silva (cicero.inacio@educacao.mg.gov.br)
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4.1 Objetivo geral
O efeito cultural para o desmame precoce trava uma guerra contra a amamentação. Frases 
como: “o seu leite é fraco”, “a criança chora o tempo todo e por isso não sustenta a criança”,
entre outras, ditas pela avó, mãe e familiares da puérpera, certamente causam uma 
pressão psicológica e poderá ser um dos fatores que levará a mãe ao desmame precoce. 
“Amamentar não é fácil, precisa de dedicação. A decisão de amamentar é uma decisão 
pessoal, sujeita a muitas influências resultantes da socialização de cada mulher e a família 
tem papel fundamental nesse processo” (PEREIRA, 2010, p. 10). 
Partindo para o lado histórico pode se dizer que o Brasil “importou” o desmame precoce
4.2 Objetivos específicos
Os Determinantes do Desmame Precoce Materno inclui fatores como
desconhecimento, crenças culturais e práticas inadequadas.Efetividade do
Enfermeiro na Promoção do Aleitamento.
Desenvolver Estratégias de Sensibilização e Educação adotada pelo
enfermeiro
5 METODOLOGIA
O tipo de pesquisa a ser realizado neste trabalho, será , uma revisão de
literatura por meio do método de pesquisa bibliográfica, serão realizadas consultas
em livros ,revista que abordam o tema , bem como trabalhos científicos como
dissertações, teses, e artigos publicados nos últimos 15 anos. As palavras- chaves
utilizadas nas pesquisas serão:Palavras-Chave: Saúde da Criança, Aleitamento
Materno, Estratégias de Saúde. .serão utilizada utilizadas bases de dados e/ou repositório
como o google acadêmico, e a scielo, Os principais autores que irão contribuir para
desenvolvimento da pesquisa são:(VASCONCELOS MGL,ET AL.., 2013). (ESCARCE,ET
AL..,2013). (CARRASCOZA,ET AL.,2011).
Palavras-Chave: Saúde da Criança, Aleitamento Materno, Estratégias de Saúde.
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Este estudo será baseado principalmente em uma revisão de literatura
abrangente e sistemática. A revisão de literatura permitirá uma análise aprofundada
dos obstáculos enfrentados pelas mães e enfermeiros na promoção e apoio ao
aleitamento materno, bem como das estratégias eficazes já identificadas. Será
realizada uma pesquisa em bases de dados acadêmicas, como pubmed, scopus e
sciencedirect, para coletar artigos científicos, estudos de caso e relatórios
relevantes. A análise crítica dessas fontes de informação fornecerá uma
compreensão abrangente do problema em questão.
6 RESULTADOS ESPERADOS
Espera-se que esta revisão de literatura identifique e resumade forma
abrangente os principais obstáculos e estratégias relacionados ao aleitamento
materno, com base em evidências existentes na literatura científica. Os resultados
fornecerão uma visão sólida dos desafios e soluções, servindo como base para
futuros estudos e aprimoramentos nas práticas de promoção do aleitamento
materno.
7 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
1.1 fatores que envolve o desconhecimento sobre crenças e práticas inadequadas
 O aleitamento materno é considerado uma das intervenções mais eficazes para a 
 redução da morbimortalidade infantil, estando ele respaldado pelos benefícios 
nutricionais, imunológicos, econômicos e psicossociais já comprovados em 
diversos estudos científicos (CARRASCOZA, et al., 2011). 
Além dos efeitos positivos ocasionados à saúde da criança, a prática da 
amamentação também propicia relevantes vantagens à saúde materna, dentre as 
quais elencam-se principalmente uma recuperação mais rápida no pós-parto e 
menor incidência de câncer de mama e de ovário (SETSUKO; FERREIRA, 2008). 
Sobre estes dois últimos aspectos, Stuebe et al., (2005) e Danforth 
Baixado por Cicero Welligton Inacio Da Silva (cicero.inacio@educacao.mg.gov.br)
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Além dos efeitos positivos ocasionados à saúde da criança, a prática da 
amamentação também propicia relevantes vantagens à saúde materna, dentre as 
quais elencam-se principalmente uma recuperação mais rápida no pós-parto e 
menor incidência de câncer de mama e de ovário (SETSUKO; FERREIRA, 2008). 
Sobre estes dois últimos aspectos, Stuebe et al., (2005) e Danforth et al., (2007) 
estimam, respectivamente, uma redução de 4,3 % e 2,0% de risco para 
desenvolvimento de neoplasias mamárias e ovarianas para cada ano de 
amamentação realizado. 
 A realização de intervenções alimentares inadequadas que ocorrem no primeiro 
ano de vida, especialmente a introdução precoce de alimentos no primeiro 
semestre, tem sido associada à elevação das morbidades e óbitos infantis 
(OLIVEIRA et al., 2010). Este fato tem 
O aleitamento materno é considerado como a principal fonte de alimento para o crescimento
e o desenvolvimento saudável dos lactentes despertando a preocupação por parte dos O 
assistencial (PARIZOTTO; ZORZI, 2008). bastante complexa que envolve fatores de ordem
cultural, socioeconômica, biológica e comprometimento da prática da amamentação 
permeia uma origem multifatorial prática e consequentemente os índices da amamentação.
incentivo ao aleitamento materno em elaborar programas e estratégias que maximizem está
órgãos mundiais de saúde envolvidos na promoção e , sendo o único alimento capaz de 
atender as necessidades do metabolismo da criança de até seis meses. Sendo a forma de 
alimentação mais antiga o leite materno é muito importante para a saúde do neonato.
 Na década de 80 foi implantado o programa de incentivo ao aleitamento materno, iniciando
um processo de incentivo dos profissionais no aleitamento materno, no entanto a forma de 
incentivo não tem tido como esperado pois muitas mães se recusam a amamentar seus 
filhos ou desmamam precocemente a criança.São vários os fatores envolvidos nas baixas 
taxas de aleitamento materno, tais como: desconhecimento da importância do aleitamento 
materno, a sua capacidade de amamentar o seu filho e as práticas inadequadas de 
serviços e profissionais de saúde.
No Brasil, diversas ações em saúde têm sido elaboradas visando à proteção do aleitamento
materno. Dentre as mais conhecidas encontram-se o Alojamento conjunto, Normas para 
Comercialização de Alimentos para Lactentes, Carteiro amigo, Rede amamenta Brasil, 
Bancos de leite e a Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM). Esta 
última foi criada em 1999, no Rio de Janeiro, objetivando promover o apoio ao aleitamento 
materno através da mobilização das Unidades Básicas de Saúde para a adoção “Dez 
Passos para o Sucesso da Amamentação” (HERNANDEZ; KÖHLER; FALCÃO, 2008). 
Especificamente sobre a participação do profissional de saúde neste tipo de incentivo, é 
possível desenvolver atividades educativas desde o período pré-natal, buscando interagir 
mais efetivamente com as mulheres, possibilitando conhecer aspectos subjetivos que 
possam comprometer o aleitamento materno. Também é possível atuar efetivamente nas 
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intercorrências comuns no início da amamentação, muitas vezes, pelo desmame precoce, 
assim como perpetuar as estratégias no período pós-natal onde fatores externos sejam 
eles biológicos, sociais ou culturais contribuem para a interrupção desta prática (PARADA et
al., 2005). 
 A realização de intervenções alimentares inadequadas que ocorrem no primeiro 
ano de vida, especialmente a introdução precoce de alimentos no primeiro 
semestre, tem sido associada à elevação das morbidades e óbitos infantis 
(OLIVEIRA et al., 2010). Este fato tem 
 Dessa forma, o objetivo desta pesquisa é analisar a atuação do(a) enfermeiro(a) na 
promoção, incentivo e apoio ao aleitamento materno.
O leite humano público no mundo, evitando o óbito de 823 mil filhos menores de 5 anos e 
de 20 mil mães por ano, além de o tem um incrível poder nutritivo em relação a outras 
formas de alimentação, é o melhor alimento nos primeiros anos de vida do filho. Essa 
prática representa um efeito positivo na saúde benefícios do aleitamento, nota-se uma 
imensa dificuldade em aumentar as taxas do AM(2) Atualmente no Brasil, 68% dos filhos 
iniciam a amamentação nas primeiras horas de vida, 41% permanecem até os seis meses, 
25% perduram nos 12 meses continuando até os dois anos de idade.
No que se refere à atuação do enfermeiro no âmbito da Política Nacional de Aleitamento 
Materno, deve-se prevenir, identificar e solucionar as dificuldades na interação entre mãe e 
filho, principalmente em relação à amamentação, como as dificuldades encontradas para 
que a sua prática seja bem sucedida. Sendo necessária uma atenção mais precisa diante 
das necessidades da mãe, durante o aleitamento materno para evitar algum problema 
precocemente até o desmatamento precoce.
 Percebe-se que ainda há dúvidas das mães sobre a importância do aleitamento materno e
os cuidados adequados relacionados à alimentação do filho. Considera-se importante 
orientar as mães sobre os benefícios e malefícios na falta do aleitamento materno, na fase 
infantil e até na fase adulta. A qualidade de vida, incorporando-se ao perfil de saúde e 
nutrição, visto que a infância é um dos primeiros estágios da vida que se encontram mais 
vulneráveis às deficiências e aos distúrbios nutricionais.O aleitamento materno é uma 
prática de alimentação natural que, além de assegurar e fortalecer o vínculo afetivo entre o 
binômio mãe-filho constitui-se uma medida de intervenção eficaz na redução da morbi-
mortalidade infantil. A amamentação está diretamente relacionada ao desejo da mãe em 
querer e o poder alimentar
O leite humano é o mais completo alimento para a criança nos primeiros meses de vida, se 
caracteriza-se por uma composição nutricional rica e equilibrada, sendo composto por todos
os nutrientes essenciais para sua sobrevivência. Além destas vantagens, a amamentação 
pode prevenir a mortalidade infantil, combater diarréias, desnutrição, infecções respiratórias
e reduzir o risco de alergias.
De acordo com Souza, a amamentação proporciona um desenvolvimento craniofacial do 
filho por meio dos movimentos da musculatura oral, através da sucção, respiração, e 
deglutição corretas, evitando problemas articulatórios e de hipodesenvolvimento, realiza 
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uma interação de afeto físico, pele a pele prevenindo a hipotermia nas suas primeirashoras
de vida.O processo de amamentar previne também a mãe a hipertensão, diabetes, 
colesterol e obesidade, além do câncer de mama e ovário, reduz o sangramento pós-parto 
e anemia, atua como coadjuvante em Estudos relatam que se as genitoras amamentarem 
de maneira exclusiva, como preconiza a OMS 20 mil óbitos causados por neoplasia de 
mama serían evitados. Ainda que os índices sejam insatisfatórios, atualmente o padrão de 
amamentação salva em média 19.464 mulheres por câncer mamário ao ano, em 75% .
Para Rocha, ao amamentar a mulher está se protegendo de uma futura neoplasia ovariana.
2.1: Efetividade do Enfermeiro na Promoção do Aleitamento
Diante a importância da amamentação, Alves et al (2018) enfatiza que é muito recorrente 
que as mães fazem a complementação do leite materno com líquidos não nutritivos, como 
água e chás, visto que não é uma boa prática recomendada antes dos seis meses de 
idade, pois devido a introdução precoce desses líquidos pode contribuir para a interrupção
precoce da amamentação. Portanto, depois dos 6 meses o leite materno passa a não suprir 
todas as demandas nutricionais e com isso a alimentação complementar deve ser 
introduzida a partir dos 6 meses sendo essencial para o fornecimento energia e 
micronutrientes como ferro, zinco, fósforo, magnésio, cálcio e vitamina B6, de desta 
forma, a oferta de alimentos antes dos seis meses de vida ocasiona prejuízos à saúde 
infantil. Porém, muitas mães acreditam que líquidos, como sucos e leites artificiais, ao leite 
materno, e com isso está ofertando mais energia e nutrientes aos são complementares ao
leite lactentes, no entanto, muitas vezes acabam implementando à dieta alimentos com alta 
De acordo com Baptista et al (2015), se atribui ao enfermeiro atuação de grande 
importância na amamentação pautando de estratégias que sustentem a prevalência no ato 
de amamentar, para além, a enfermagem também atua dentro desse processo com o cuidar
de amamentar, para além, a enfermagem também atua dentro desse processo com o cuidar
da família, sendo de maior intensificação com a mãe e o filho com o intuito de mediar 
amamentação, tendo em mente que a prática do AM é indispensável para o bom 
desenvolvimento e crescimento infantil. Alves et a (2018) segue enfatizando que a 
enfermagem como parte do modelo.finalidade promover, incentivar e intervir no processo de
aleitamento materno e diante da complexidade que é faz se necessário a vinculação de 
redes de apoio formais ou não e a própria família como tal, bem como a equipe de saúde. 
Traz ainda as ações de Vale destacar que a equipe multidisciplinar, assim como a equipe 
de enfermagem.
De acordo com Baptista et al (2015), se atribui ao enfermeiro atuação de grande 
importância na amamentação pautando de estratégias que sustentem a prevalência no ato 
de amamentar, para além, a enfermagem também atua dentro desse processo com o cuidar
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da família, sendo de maior intensificação com a mãe e o filho com o intuito de mediar 
intervenções para com a criação de vínculo entre eles, como também a efetividade na 
amamentação, tendo em mente que a prática do AM é indispensável para o bom 
desenvolvimento e crescimento infantil. 
Vale destacar que a equipe multidisciplinar, assim como a equipe de enfermagem possui 
responsabilidades sobre a mãe e a criança no processo de assistencialismo da atenção em
saúde, no entanto o enfermeiro, por meio de uma filosofia assistencialista e educativa, 
possui uma vinculação maior e direta com ambos, desenvolvendo assim as estratégias do 
cuidado e promoção do conhecimento acerca do ciclo e das necessidades que estes 
estejam vivendo.
 Batista et al (2013) ratificam a importância da equipe de saúde no incentivo ao aleitamento 
materno (AM), no entanto ressaltam que a enfermagem é o campo que pode a vir 
identificar e oportunizar atividades educativas com o intuito de facilitar no diagnóstico e 
tratamento de questões voltadas para a amamentação bem como no próprio processo de 
aleitamento materno e dessa forma direciona o papel da enfermagem também para as 
responsabilidades de promoção e educação continuada em saúde de forma efetiva, e não 
só o papel assistencial. Contudo, com o presente estudo verificou-se uma lacuna no que 
diz respeito à real participação desses profissionais na prática do aleitamento materno. 
O aleitamento materno é um ato de múltiplos benefícios, no entanto para que se 
É consenso que uma nutrição adequada, especialmente nos primeiros anos de vida,
 , especialmente nos primeiros anos de vida, contribui de maneira satisfatória para a 
prevenção de doenças na infância assim como na vida adulta. Neste sentido, o intuito de 
incentivar a prática da amamentação, incluindo-a como elemento fundamental neste 
processo, é algo que vêm sendo instituído como uma das principais estratégias das 
políticas públicas em todo o mundo (CHAVES LAMOUNIER O leite materno é constituído 
de todos nutrientes necessários para o crescimento e desenvolvimento da criança. A sua 
composição envolve mais de 150 diferentes substâncias com funções biológicas definidas, 
as quais envolvem proteínas, carboidratos, lipídios, vitaminas, minerais além de água. Esta 
última corresponde aproximadamente a 87% da sua composição total (MORGANO et al., 
2005). 
No que se refere à atuação do enfermeiro no âmbito da Política Nacional de Aleitamento 
Materno, deve-se prevenir, identificar e solucionar as dificuldades na interação entre mãe e 
filho, principalmente em relação à amamentação, como as dificuldades encontradas para 
que a sua prática seja bem sucedida. Sendo necessária uma atenção mais precisa diante 
das necessidades da mãe, durante o aleitamento materno para evitar algum problema 
precocemente até o desmatamento precoce.
 Percebe-se que ainda há dúvidas das mães sobre a importância do aleitamento materno e
os cuidados adequados relacionados à alimentação do filho. Considera-se importante 
orientar as mães sobre os benefícios e malefícios na falta do aleitamento materno, na fase 
infantil e até na fase adulta. A qualidade de vida, incorporando-se ao perfil de saúde e 
nutrição, visto que a infância é um dos primeiros estágios da vida que se encontram mais 
vulneráveis às deficiências e aos distúrbios nutricionais.O aleitamento materno é uma 
prática de alimentação natural que, além de assegurar e fortalecer o vínculo afetivo entre o 
binômio mãe-filho constitui-se uma medida de intervenção eficaz na redução da morbi-
mortalidade infantil. A amamentação está diretamente relacionada ao desejo da mãe em 
querer e o poder alimentar
O sucesso do Aleitamento Materno depende de várias orientações prévias ao 
nascimento.Dessa maneira, o(a) enfermeiro(a) da equipe de saúde tem um importante 
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papel frente à amamentação, pois são eles quem mais se relaciona com a mulher durante 
o ciclo gravídico-puerperal, lidando com as demandas do aleitamento.
Os processos educativos, dos estudos selecionados, conseguiram alcançar resultados 
satisfatórios, uma vez que fortaleceram o aleitamento materno com a utilização das 
tecnologias educacionais em saúde. Observa-se que ocorreu a promoção e conscientização
do público-alvo. 
No que se refere à atuação do enfermeiro no âmbito da Política Nacional de Aleitamento 
Materno, deve-se prevenir, identificar e solucionar as dificuldades na interação entre mãe e 
filho, principalmente em relação à amamentação, como as dificuldades encontradas para 
que a sua prática seja bem sucedida. Sendo necessária uma atenção mais precisa diante 
das necessidades da mãe, durante o aleitamento materno para evitar algum problema 
precocementeaté o desmatamento precoce.
2.2 Aleitamento materno na promoção da saúde.
A amamentação é um processo de suma importância para o recém-nascido, pois sua
prática proporciona vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança, além de ser a forma
de alimentação mais antiga, econômica e eficiente na redução da morbimortalidade infantil
(BRASIL, 2015). 
A Importância Nutricional do leite materno para crianças.
“O leite materno se divide em três tipos: o colostro, sendo o primeiro leite secretado 
pósparto, rico em eletrólitos, vitaminas, proteínas e IgE (Imunoglobulina A secretora), existe
pouco teor de gordura e lactose.
estimular a promoção ao aleitamento materno. O aleitamento materno é uma prática 
reconhecida cientificamente como responsável pelo atendimento de todas as 
carências nutricionais do recém-nascido e incide diretamente sobre a redução da 
taxa de mortalidade infantil. Além disso, proporciona benefícios físicos e emocionais 
para mãe e bebê, mas apesar dos seus benefícios o aleitamento materno não é 
realizado por muitas mães. A atuação dos profissionais da enfermagem é 
fundamental para a difusão dessa prática e 
Para promover o aumento dos conhecimentos em relação ao aleitamento materno é 
importante valorizar o contexto em que os educandos do processo educativo estão 
inseridos, além de entender seus saberes prévios e ajudá-los a edificarem novos 
conhecimentos acerca da temática (BRASIL, 2015). 
O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e 
nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para 
redução da morbimortalidade infantil. Permite ainda um grandioso impacto na promoção da 
saúde integral da dupla mãe/bebê e regozijo de toda a sociedade (BRASIL, 2015). a 
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Atualmente, classifica-se como aleitamento materno exclusivo (AME) quando a criança 
recebe apenas leite materno como fonte de alimentação e hidratação; aleitamento materno 
predominante (AMP) quando a criança recebe leite materno e algum sucedâneo não-
lácteo; aleitamento materno (AM) quando a criança recebe leite materno, leites de outras 
espécies e 
A pesquisa científica sobre a relação entre tipo de alimentação no começo da vida e a 
saúde humana vem produzindo muitas evidências quanto às vantagens do aleitamento 
materno e do aleitamento materno Nas décadas de setenta e oitenta do século XX, foram 
pesquisados e identificados nos constituintes específicos do leite humano as razões de sua
 superioridade nutricional e imunológica. Como conseqüência à época, o movimento pró-
aleitamento dava grande ênfase aos aspectos biológicos da A partir desse período, o leite 
materno passou a ser reconhecido como o alimento mais completo que um recém–nascido 
pode receber, sendo sua superioridade justificada por anticorpos, gorduras, vitaminas, 
proteínas e água em proporções adequadas ao crescimento e desenvolvimento do Muitas 
novas evidências do papel positivo do aleitamento materno sobre a saúde infantil e também
do futuro adulto foram incorporadas ao conhecimento científico em anos mais recentes. Há 
o reconhecimento de que a amamentação, quando praticada de forma exclusiva até os 
seis, alimentar e alergias respiratórias em longo prazo (Saarinen e Kajo Saari, 1995; 
Almeida et al., 2004). O aleitamento materno exclusivo durante os seis mês de 
vida.Especificamente, o benefício do aleitamento materno mais visível e de maior 
magnitude incide sobre a saúde e sobrevivência infantil, com redução das taxas de diarréia,
desnutrição, doenças respiratórias, otites e outras infecções e mortes no primeiro ano de 
vida. Adicionalmente, há evidências da associação entre amamentação e melhor 
desempenho motor e intelectual
 O papel protetor do aleitamento sobre a ocorrência de doenças crônicas como alergias, 
obesidade, diabetes, hipertensão e câncer tem sido sugerido por estudos observacionais, 
sendo, por sua importância, um dos principais campos de investigação na atualidade. 
Benefícios específicos para as mulheres que amamentaram, em curto e longo prazo, 
também têm sido verificados (León-Cava et al., 2002). 
Ao mesmo tempo, estudos sobre a relação entre amamentação exclusiva nos primeiros 
seis meses e desfechos de saúde infantil evidenciam que vários são os agravos 
significativamente piores na ausência da amamentação exclusiva: enterocolite necrotizante, 
diabetes, alergias, 
pneumonia, entre outros. Além disso, verificou-se que o uso do leite materno para 
prematuros e recém nascido de baixo peso leva a maiores índices de inteligência e 
acuidade visual (Dundar et al., 2002). 
 prejudicial. Quanto maior for o período de amamentação, maior a probabilidade de a 
criança apresentar a respiração nasal (Santos e Martins Filho, 2005). Sabe-se, também, 
que a má oclusão, mordida aberta e mordida cruzada posterior apresentam-se mais 
frequentes em crianças alimentadas com mamadeira e naquelas com atividade de sucção 
não nutritiva - chupeta (Viggiano et al., 2004). 
2.3:Os Determinantes do Desmame Precoce.
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O desmame precoce é definido como a introdução de qualquer tipo de alimento na 
dieta de um bebê, o qual estava ingerindo somente o leite materno (FARIAS, 
WISNIEWSKI, 
2015). As causas do desmame precoce são inúmeras e a maioria está ligada às 
mudanças de valores sociais e culturais, o modo de vida e a tecnologia 
inapropriada (BRASIL, 1986). 
Diante do exposto o objetivo do estudo é compreender de acordo com as evidências
científicas os fatores determinantes do desmame precoce. E para responder tal 
objetivo,estabelece os principais fatores que levam as mães a deixarem de 
amamentar os seus filhos de forma lece-se a questão norteadora da pesquisa que 
trata-se de analisar quais são os precoce? 
No que tange à saúde da criança, a amamentação é fundamental devido aos seus 
benefícios nutricionais, emocionais, imunológicos, econômico-sociais e de aporte para 
Infelizmente, é evidente o desmame precoce pelas nutrizes brasileiras, mas, com o intuito 
de promover a saúde materna infantil. No Brasil, verifica-se que embora a maioria das 
mulheres iniciam o aleitamento materno, mais da metade das crianças já não estão 
amamentando, inclusive no primeiro mês de vida.
Rego aponta, como causa do desmame precoce, a desinformação da população em geral 
e, especialmente, a dos profissionais da área de saúde. Afirma, ainda, que o motivo alegado
para o desmame é a recomendação 
Enfermeiros capacitados e com habilidades necessárias para o manejo clínico e 
aconselhamento em amamentação, contribuem para a redução do desmame precoce e 
ajudam nutrizes a terem uma vivência positiva da amamentação, portanto, é essencial que 
ainda na formação acadêmica haja o ensino pleno desta temática (SILVA, 2000) 
Cabe aos profissionais da equipe de enfermagem fornecer as orientações necessárias em 
todos os momentos do ciclo puerperal, com enfoque especial no puerpério imediato onde se
inicia o contato mãe/bebê podendo atuar mais efetivamente na promoção do aleitamento 
materno. (DUARTE, et al. 2013). 
 Essas novas evidências de benefícios do aleitamento exclusivo ou dos riscos associados à 
interrupção precoce da amamentação exclusiva vieram se somar àquelas que 
justificaram, no início dos anos noventa do século passado, a recomendação oficial desta 
modalidade de alimentação.
Empregar estratégias inovadoras e recursos tecnológicos na atuação no A realização de 
ações educativas durante o acompanhamento da mulher no ciclo gravídico-puerperal tem 
grande relevância, devendo ser iniciado o mais precoce possível, almejando menor 
probabilidadede complicações no puerpério e sucesso na amamentação (BRASIL, 2012). 
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Sendo o puerpério atrelado ao aleitamento materno um momento delicado, cabe ao 
profissional que assiste a essas mulheres, durante o ciclo gravídico puerperal, transmitir 
orientações adequadas, ouví-las e conhecer as informações elas detêm acerca do 
aleitamento materno, a fim de detectar e corrigir precocemente possíveis dificuldades que 
venham favorecer o desmame precoce (QUIRINO, et al.2011). 
 A não lactação ou sua interrupção antecipada e a introdução de outros alimentos à dieta do
lactente durante os primeiros seis meses, podem resultar em grandes prejuízos para a 
saúde da criança, como exposição a agentes infecciosos, contato com proteínas estranhas, 
anemia ferropriva, prejuízo da digestão, entre outras (ANDRADE et al., 2009). Também está
Não só a criança que é amamentada diminui o risco de desenvolver diabetes, mas também
a mulher que o amamenta. a melhor homeostase da glicose (FIALHO et al., 2014). 
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	4 objetivos
	4.1 Objetivo geral
	4.2 Objetivos específicos

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