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UNOPAR 
SISTEMA DE ENSINO 100% ONLINE 
PSICOPEDAGOGIA - BACHARELADO 
 
DADIAN DOS SANTOS ALMEIDA 
 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA - 
NEUROANATOMOFISIOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DIAS D´ÁVILA 
2024 
 
 
 
DADIAN DOS SANTOS ALMEIDA 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA - 
NEUROANATOMOFISIOLOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho apresentado à Universidade UNOPAR, como 
requisito parcial para a obtenção de média semestral nas 
disciplinas norteadoras do semestre letivo. 
 
Tutor (a): Cristiane Mota Leite 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DIAS D´ÁVILA 
2024 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
 
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 4 
2 DESENVOLVIMENTO ................................................................................................ 5 
2.1 ETAPA 1 ................................................................................................................ 5 
2.1.1 Sistema Nervoso Central ................................................................................... 5 
2.1.1 Sistema Nervoso Periférico ............................................................................... 6 
2.1.3 Sistema Ósseo ................................................................................................... 7 
2.1.4 Sistema Muscular .............................................................................................. 9 
2.2 ETAPA 2 ................................................................................................................. 10 
2.3 ETAPA 3 ................................................................................................................. 12 
3 CONCLUSÃO............................................................................................................ 14 
REFERÊNCIAS ............................................................................................................ 15 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
A neuroanatomofisiologia desempenha um papel crucial na compreensão do 
funcionamento do aparelho locomotor humano. Essa área de estudo analisa as 
estruturas anatômicas dos sistemas nervoso central e periférico, muscular e 
esquelético, revelando como eles interagem para viabilizar o movimento e o 
funcionamento do corpo humano. 
O estudo da neuroanatomofisiologia é fundamental para compreender os 
mecanismos de controle motor, coordenação muscular, percepção sensorial e outras 
funções vitais. Esses conhecimentos são essenciais para profissionais da saúde, 
como fisioterapeutas, médicos e educadores físicos, que diagnosticam, tratam e 
reabilitam distúrbios e lesões do aparelho locomotor. 
O objetivo deste trabalho é explorar e familiarizar com a interface do sistema 
de aprendizagem das estruturas anatômicas utilizando a base OVID. Essa ferramenta 
proporcionará uma experiência prática e interativa, permitindo a identificação e o 
estudo das estruturas anatômicas relacionadas à neuroanatomofisiologia do aparelho 
locomotor humano. Além disso, haverá a realização de pesquisas bibliográficas 
utilizando atlas de anatomia e fisiologia humana disponíveis na biblioteca virtual, 
aprofundando os conhecimentos e embasando as produções textuais sobre o 
conteúdo estudado. 
Ao concluir essa atividade prática, espera-se adquirir um entendimento 
profundo das estruturas anatômicas relacionadas à neuroanatomofisiologia, suas 
funções e interações no aparelho locomotor humano, além de desenvolver habilidades 
de pesquisa e síntese de informações para construir um conhecimento sólido e 
fundamentado. 
Por isso, o estudo da neuroanatomofisiologia é fundamental para a 
compreensão do funcionamento do aparelho locomotor humano e suas implicações 
na saúde e bem-estar. O presente trabalho busca promover o desenvolvimento 
desses conhecimentos de forma prática e interativa, estimulando o interesse e 
preparando para uma melhor compreensão e atuação na área da saúde e do 
movimento humano. 
5 
 
 
 
2 DESENVOLVIMENTO 
 
2.1 ETAPA 1 
 
Diante da base OVID, foram exploradas e identificadas as estruturas 
anatômicas relacionadas à neuroanatomofisiologia do aparelho locomotor, 
estabelecendo relação com suas funções fisiológicas. As estruturas são descritas a 
seguir: 
 
2.1.1 Sistema Nervoso Central 
 
- Encéfalo: O sistema nervoso central é responsável por controlar e regular 
funções corporais, cognição e consciência. O córtex cerebral gere pensamento, 
aprendizado e consciência. O telencéfalo coordena movimentos finos, aprendizado e 
memória. O diencéfalo integra informações sensoriais e regula temperatura, sono e 
apetite. O tronco encefálico controla funções vitais como respiração e frequência 
cardíaca, enquanto o cerebelo regula coordenação e controle motor. 
- Corpo caloso: É uma estrutura que conecta os dois hemisférios cerebrais e 
permite a comunicação entre eles. 
- Medula espinhal: É responsável por transmitir informações sensoriais e 
motoras entre o cérebro e o resto do corpo. 
- Cone medular: É a parte inferior da medula espinhal que se estende até a 
região lombar. 
- Caldequina: É uma estrutura que contém as raízes nervosas da cauda equina, 
que inervam os membros inferiores e parte da pelve. 
- Meninges: São as membranas que envolvem o encéfalo e a medula espinhal 
e ajudam a proteger essas estruturas. A dura-máter é a camada mais externa e 
resistente, a aracnoide é a camada intermediária e a pia-máter é a camada mais 
interna e delicada. 
 
 
6 
 
 
 
Figura 1 – representação das estruturas analisadas. 
 
Fonte: adaptado de SANAR (2021). 
 
 
2.1.1 Sistema Nervoso Periférico 
 
- Nervos espinhais: São os nervos que emergem da medula espinhal e inervam 
o corpo. 
- Plexo Cervical: É um conjunto de nervos que se originam das raízes nervosas 
cervicais e inervam o pescoço, ombros e parte da cabeça. 
- Plexo Braquial: É um conjunto de nervos que se originam das raízes nervosas 
torácicas e cervicais e inervam os músculos do braço, antebraço e mão. 
- Nervos torácicos: São os nervos que se originam das raízes nervosas 
torácicas e inervam os músculos e a pele da região torácica. 
- Plexo Lombar: É um conjunto de nervos que se originam das raízes nervosas 
lombares e inervam os músculos e a pele da região lombar, quadril e parte da coxa. 
- Plexo Sacral: É um conjunto de nervos que se originam das raízes nervosas 
sacrais e inervam os músculos e a pele da região glútea, pernas e pés. 
- Plexo Coccígeno: É um conjunto de nervos que se originam das raízes 
nervosas coccígeas e inervam a região do cóccix. 
 
 
 
7 
 
 
 
Figura 2 – representação das estruturas analisadas. 
 
Fonte: adaptado de SANAR (2021). 
 
 
2.1.3 Sistema Ósseo 
- Os ossos do crânio: Formam a estrutura óssea que protege o encéfalo. 
- Os ossos da face: Formam a estrutura óssea que sustenta os órgãos 
sensoriais da face (como os olhos, nariz e boca), e permitem a articulação da 
mandíbula. 
- Coluna vertebral: Protege a medula espinhal e sustenta o peso do corpo, 
permitindo a movimentação e a flexibilidade da coluna vertebral. 
- Cíngulo do membro superior: Forma a estrutura óssea que permite a conexão 
do membro superior (braço) com a coluna vertebral, permitindo movimentos como a 
elevação, rotação e abdução do braço. 
8 
 
 
 
- Membro superior: Constitui a estrutura óssea do braço, antebraço, mão e 
dedos, permitindo a realização de movimentos precisos, como agarrar, segurar e 
manipular objetos. 
- Caixa torácica: Protege os órgãos vitais do tórax, como o coração e os 
pulmões, e é responsável pela expansão e contração da cavidade torácica durante a 
respiração. 
- Cíngulo dos membros inferiores: Forma a estrutura óssea que permite a 
conexão dos membros inferiores (pernas) com a coluna vertebral, permitindo 
movimentos como a extensão, flexão e rotação da perna. 
- Membro inferior: Constituia estrutura óssea da coxa, perna, tornozelo, pé e 
dedos, permitindo a realização de movimentos como a locomoção, o salto e o 
equilíbrio. 
 
Figura 3 – representação das estruturas analisadas. Fonte: adaptado de TODA 
MATÉRIA (S/D). 
 
Fonte: adaptado de SANAR (2021). 
 
9 
 
 
 
2.1.4 Sistema Muscular 
- Músculos da Cabeça: São responsáveis pelos movimentos da face e do 
crânio, incluindo expressões faciais, mastigação e movimentos da cabeça. 
- Músculos do Pescoço: Permitem movimentos como a flexão, extensão, 
rotação e inclinação da cabeça, além de estabilizarem a coluna cervical. 
- Músculos do Tronco: São responsáveis pela manutenção da postura e 
estabilização da coluna vertebral, além de permitirem a realização de movimentos 
como a flexão, extensão, rotação e inclinação do tronco. 
- Músculos dos Membros superiores: Permitem a realização de movimentos 
como a flexão, extensão, rotação e abdução dos braços, antebraços e mãos, além de 
permitirem a realização de atividades como a escrita, o uso de ferramentas e o 
levantamento de objetos. 
- Músculos dos Membros inferiores: Permitem a realização de movimentos 
como a flexão, extensão, rotação e abdução das pernas, além de permitirem a 
realização de atividades como a caminhada, corrida e salto. Alguns músculos também 
atuam na estabilização da pelve e da coluna vertebral durante a locomoção. 
 
Figura 4 – representação das estruturas analisadas. 
 
Fonte: adaptado de PAULSEN (2023) 
10 
 
 
 
2.2 ETAPA 2 
 
O sistema nervoso é responsável por controlar e coordenar as funções do 
organismo, conforme afirmam Guyton (2011, p. 711), “ele é composto por duas partes 
principais: o sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). 
O SNC é composto pelo encéfalo e pela medula espinhal. O encéfalo é dividido 
em três partes principais: o cérebro, o cerebelo e o tronco encefálico. O cérebro é 
responsável pelo controle de várias funções corporais, como a percepção sensorial, o 
movimento voluntário, a regulação da temperatura corporal e a consciência. O 
cerebelo é responsável pela coordenação do movimento e pelo equilíbrio. O tronco 
encefálico é responsável por várias funções autonômicas, como a respiração, a 
frequência cardíaca e a pressão arterial. 
A medula espinhal é responsável por transmitir informações sensoriais e 
motoras entre o cérebro e o corpo. Além disso, ela pode realizar algumas funções 
reflexas independentes do cérebro, como a retirada de uma mão quente de um objeto. 
De acordo com Naves (2017, p.55), a medula espinhal desempenha um papel crucial 
no sistema nervoso, não apenas como um canal de comunicação entre o cérebro e 
as extremidades do corpo, mas também como um centro integrador de reflexos. 
 Esses reflexos são respostas automáticas a estímulos que ocorrem sem a 
necessidade da intervenção consciente do cérebro. Por exemplo, quando um 
indivíduo toca em algo quente, a informação sensorial é rapidamente transmitida pela 
medula espinhal, que ativa a resposta motora para afastar a mão do objeto quente, 
protegendo assim o corpo de possíveis danos. 
O Sistema Nervoso Periférico (SNP) conecta o Sistema Nervoso Central ao 
corpo, dividindo-se em dois subsistemas principais: o Sistema Nervoso Somático, 
responsável pelo controle do movimento voluntário e percepção sensorial consciente, 
e o Sistema Nervoso Autônomo, que regula funções involuntárias como frequência 
cardíaca, respiração, digestão e temperatura corporal, subdividido em sistemas 
simpático e parassimpático. 
De acordo com Barbim (2018), o sistema nervoso autônomo apresenta duas 
subdivisões complementares: o sistema nervoso simpático, responsável pela resposta 
de "luta ou fuga", e o sistema nervoso parassimpático, relacionado à resposta de 
11 
 
 
 
"descanso e digestão", ambas essenciais para regulação do estresse e recuperação 
corporal. 
O controle motor começa no córtex motor, que é a área do cérebro responsável 
pelo planejamento e execução do movimento. O córtex motor envia sinais para a 
medula espinhal, que é o centro de controle do movimento. A medula espinhal contém 
os motoneurônios, que são os neurônios motores que inervam os músculos. 
A unidade motora é a unidade funcional do movimento e consiste em um 
motoneurônio e todas as fibras musculares que ele inerva. Quando um motoneurônio 
é ativado, ele libera acetilcolina na junção neuromuscular, que é a conexão entre o 
motoneurônio e a fibra muscular. A acetilcolina se liga aos receptores na fibra 
muscular, causando a liberação de íons cálcio na fibra muscular e a contração do 
músculo. 
O processo de excitação-facilitação é importante para a ativação do músculo. 
Quando um motoneurônio é ativado, ele libera acetilcolina na junção neuromuscular, 
o que leva à ativação das fibras musculares. À medida que a atividade do 
motoneurônio aumenta, há um aumento na liberação de acetilcolina, o que leva a uma 
maior ativação das fibras musculares. Isso é conhecido como facilitação. 
Segundo Naves (2017), esse fenômeno ocorre porque a maior frequência de 
impulsos nervosos resulta em uma maior quantidade de neurotransmissor sendo 
liberada, intensificando a resposta muscular e permitindo que os músculos respondam 
de forma mais eficaz às demandas do sistema nervoso. 
As fibras musculares específicas são classificadas com base em suas 
propriedades contráteis. As fibras musculares de contração lenta são responsáveis 
pela atividade muscular de longa duração, como a postura, e são altamente 
resistentes à fadiga. De acordo com Santos (2024), essas fibras são adaptadas para 
atividades que requerem resistência e sustentação, sendo ricas em mitocôndrias e 
vasos sanguíneos, o que contribui para sua capacidade de gerar energia de forma 
eficiente ao longo do tempo. 
As fibras musculares de contração rápida são responsáveis pela atividade 
muscular de curta duração, como a força explosiva, e são altamente suscetíveis à 
fadiga. As fibras musculares de contração intermediária possuem características 
intermediárias entre as fibras de contração lenta e rápida. 
 
12 
 
 
 
2.3 ETAPA 3 
 
O sistema nervoso é responsável por coordenar as funções corporais, 
processar informações sensoriais e gerar respostas motoras. Ele é composto pelo 
sistema nervoso central (SNC) e pelo sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é 
composto pelo encéfalo e pela medula espinhal, enquanto o SNP é composto pelos 
nervos cranianos e espinhais. O sistema nervoso somático é uma das divisões do 
SNP e está relacionado à geração de movimentos voluntários. 
O sistema nervoso somático é composto pelas fibras nervosas que controlam 
a musculatura esquelética, ou seja, os músculos responsáveis pelo movimento do 
corpo. As fibras nervosas são responsáveis por levar o impulso nervoso do neurônio 
motor anterior (motoneurônio) até a junção neuromuscular, que é a interface entre o 
sistema nervoso e o músculo. O processo de excitação-facilitação ocorre nessa 
junção, resultando na contração do músculo. 
A unidade motora é a unidade funcional do movimento, composta pelo 
motoneurônio, a junção neuromuscular e as fibras musculares específicas. O 
motoneurônio é o neurônio que controla um grupo de fibras musculares. Cada 
motoneurônio está ligado a várias fibras musculares, e cada fibra muscular está ligada 
a apenas um motoneurônio. Quando o motoneurônio é ativado, todas as fibras 
musculares ligadas a ele são contraídas. A junção neuromuscular é a área onde o 
motoneurônio e a fibra muscular se encontram. O processo de excitação-facilitação 
ocorre nessa junção, onde a liberação do neurotransmissor acetilcolina resulta na 
contração muscular (PAULSEN, 2023).. 
Existem dois tipos de fibras musculares: fibras de contração rápida e fibras de 
contração lenta. As fibras de contração rápida são utilizadas em atividades que 
requerem força e velocidade, como levantar pesos e correr. Já as fibras de contraçãolenta são utilizadas em atividades que requerem resistência, como corrida de longa 
distância. Além disso, existem dois tipos de motoneurônios: os alfa e os gama. Os 
motoneurônios alfa são responsáveis por controlar as fibras musculares de contração 
rápida, enquanto os motoneurônios gama são responsáveis por controlar as fibras 
musculares de contração lenta (DIANA, 2019). 
A coordenação dos movimentos é realizada pelo córtex motor primário, que é 
responsável pela execução do movimento, e pelo cerebelo, que é responsável pela 
13 
 
 
 
precisão e timing do movimento. O córtex motor primário recebe informações 
sensoriais dos órgãos receptores de movimento, como os proprioceptores, que 
informam a posição e o movimento das articulações, e os receptores cutâneos, que 
informam a pressão e a textura da superfície em contato com a pele. 
O sistema nervoso autônomo regula funções corporais involuntárias, como 
frequência cardíaca, respiração e digestão. Ele é dividido em dois subsistemas: o 
simpático, que prepara o corpo para ação, e o parassimpático, que promove 
relaxamento e recuperação. 
No que se refere ao controle neural do movimento, o sistema nervoso somático 
é responsável pela geração do movimento voluntário. Ele é composto pelos neurônios 
motores que se conectam aos músculos esqueléticos através da junção 
neuromuscular. A unidade motora é a unidade funcional do movimento, composta pelo 
motoneurônio e pelas fibras musculares inervadas por ele. 
Existem dois tipos principais de fibras musculares: tipo I, resistentes à fadiga, 
indicadas para atividades aeróbicas de longa duração, e tipo II, para atividades 
anaeróbicas de alta intensidade. O tipo II se subdivide em IIa (alta intensidade e 
duração moderada) e IIb (alta força, curta duração e rápida fadiga). 
O processo de excitação-facilitação é fundamental para a geração do 
movimento voluntário. Ele se inicia quando o neurônio motor anterior é estimulado, 
liberando neurotransmissores na junção neuromuscular, que ativam os receptores da 
membrana muscular. Isso causa um aumento no potencial de ação da membrana, 
permitindo a entrada do íon cálcio nas células musculares e o desencadeamento da 
contração muscular. 
A organização da unidade motora é crucial para movimentos precisos e 
controlados. Cada fibra muscular é inervada por um motoneurônio, formando 
unidades motoras simples que, coordenadas, permitem realizar tarefas complexas 
como escrita e fala. 
Em resumo, O controle neural do movimento envolve a atuação conjunta do 
sistema nervoso central (planejamento e decisão) e periférico (execução), com 
participação do sistema nervoso somático (movimentos voluntários) e autônomo 
(funções involuntárias). 
 
14 
 
 
 
3 CONCLUSÃO 
 
A atividade prática de controle neural do movimento foi de grande relevância, 
contribuiu no entendimento da complexidade do sistema nervoso e sua relação 
intrínseca com a produção e execução dos movimentos. A análise da neuroanatomia 
e da organização do sistema neuromotor revelou as diversas estruturas e funções que 
atuam na geração e controle do movimento voluntário. Essa compreensão é 
fundamental para o reconhecimento das intricadas interações que ocorrem entre 
diferentes componentes do sistema nervoso. 
Durante a aula, ficou evidente a relevância da integração entre o sistema 
nervoso central e o periférico, além da contribuição do sistema nervoso autônomo nas 
funções corporais involuntárias. Essa interação é crucial para garantir que os 
movimentos sejam realizados de forma coordenada e eficaz, refletindo a 
complexidade das conexões neuronais que possibilitam tanto os movimentos 
conscientes quanto os automáticos. A discussão sobre as unidades motoras, incluindo 
motoneurônios e junções neuromusculares, aprofundou nosso entendimento sobre 
como esses componentes são essenciais para a execução de qualquer atividade 
motora. 
A partir desse aprendizado, é possível afirmar que a compreensão do controle 
neural do movimento é vital em diversas áreas profissionais, como fisioterapia, 
educação física e medicina esportiva. Esse conhecimento permite que profissionais 
realizem diagnósticos mais precisos e desenvolvam tratamentos mais eficazes para 
condições relacionadas ao movimento. 
Além disso, a aula prática proporcionou uma oportunidade valiosa para o 
desenvolvimento de habilidades essenciais, como observação, análise e interpretação 
de estruturas anatômicas. Essas competências são fundamentais para o exercício 
profissional em diferentes contextos da saúde, possibilitando uma atuação mais 
embasada e consciente. O contato direto com as estruturas estudadas enriqueceu 
nossa formação e preparou-nos melhor para os desafios futuros. 
Por fim, essa experiência reforçou a importância da educação prática no ensino 
das ciências da saúde. Ao final da aula, ficou claro que o entendimento profundo do 
controle neural do movimento é um pilar essencial para qualquer carreira voltada à 
promoção da saúde e bem-estar. 
15 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
BARBIN, Isabel Cristina Chagas. Anatomia e fisiologia humana. Londrina: Editora e 
Distribuidora Educacional S.A., 2018. 
 
DIANA, Juliana. Sistema Esquelético. Toda Matéria, 2019. Disponível em: 
https://www.todamateria.com.br/sistema-esqueletico/. Acesso em: 25/11/2024. 
 
GUYTON, A. C. Fisiologia humana. 12. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 
 
NAVES, Jeanete Lopes. Anatomia geral e comparada. Londrina: Editora e 
Distribuidora Educacional S.A., 2017. 
 
PAULSEN, Friedrich. Sobotta. Atlas de anatomia humana. Editora GEN Guanabara 
Koogan; 25ª edição; janeiro 2023. 
 
SANAR. Nervos Espinhais, seus plexos e dermátomos. Disponível em: 
https://www.sanarmed.com/nervos-espinhais-seus-plexos-e-dermatomos-colunistas. 
Acesso em: 26/11/2024. 
 
SANAR. Resumo de sistema nervoso: histologia, SNC, SNP e autônomo. 
Disponível em: https://www.sanarmed.com/resumo-de-sistema-nervoso-histologia-
snc-snp-e-autonomo. Acesso em: 26/11/2024. 
 
SANTOS, Vanessa Sardinha dos. Sistema muscular. Brasil Escola. Disponível em: 
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-muscular.htm. Acesso em: 
25/11/2024. 
 
 
 
https://www.todamateria.com.br/sistema-esqueletico/
https://www.sanarmed.com/nervos-espinhais-seus-plexos-e-dermatomos-colunistas
https://www.sanarmed.com/resumo-de-sistema-nervoso-histologia-snc-snp-e-autonomo
https://www.sanarmed.com/resumo-de-sistema-nervoso-histologia-snc-snp-e-autonomo
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-muscular.htm
	1 INTRODUÇÃO
	2 DESENVOLVIMENTO
	2.1 ETAPA 1
	2.1.1 Sistema Nervoso Central
	2.1.1 Sistema Nervoso Periférico
	2.1.3 Sistema Ósseo
	2.1.4 Sistema Muscular
	2.2 ETAPA 2
	2.3 ETAPA 3
	3 CONCLUSÃO
	REFERÊNCIAS

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