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<p>RESUMOS DE</p><p>Por Elise Cristina e Hiagda Cavalcanti</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Qualquer meio de compartilhamento, seja por google drive, torrent,</p><p>mega, whatsapp, redes sociais ou quaisquer outros meios se</p><p>classificam como ato de pirataria, conforme o art. 184 do Código Penal.</p><p>Caso haja pirataria do material, o cliente registrado no produto estará</p><p>sujeito a responder criminalmente, conforme o artigo 184 do Código Penal</p><p>com pena de 3 meses a 4 anos de reclusão ou multa de até 10x o</p><p>valor do produto adquirido (segundo o artigo 102 da Lei nº 9.610)</p><p>Olá, tudo bem?</p><p>Primeiramente, muito obrigada por adquirir esse material, preparamos esse</p><p>conteúdo com muito carinho e dedicação para facilitar seu aprendizado da</p><p>melhor forma possível. Esperamos que ele possa contribuir bastante na sua</p><p>jornada de estudos rumo a realização do seu sonho!</p><p>Gostaria da sua atenção para uma informação</p><p>muito importante sobre esse conteúdo!</p><p>Este conteúdo destina-se exclusivamente a exibição</p><p>privada. É proibida toda forma de reprodução,</p><p>distribuição ou comercialização do conteúdo.</p><p>Gostou do conteúdo e acha que</p><p>ele pode ajudar mais alguém?</p><p>Indique-o, porém não repasse!</p><p>Nos esforçamos muito para te</p><p>proporcionar um material de</p><p>qualidade, por favor, respeite</p><p>nosso trabalho!</p><p>www.enfermagemresumida.com</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>1.0 - Terapêutica Medicamentosa:</p><p>1.1 - Conceitos Gerais ........................................................................................... 6</p><p>1.2 - Fase Farmacêutica de Medicamento ........................................................... 6</p><p>1.3 - Fase Farmacocinética do Medicamento ...................................................... 6</p><p>1.4 - Fase Farmacodinâmica do Medicamento .................................................... 7</p><p>1.5 - Fase Farmacocinética x Fase Farmacodinâmica ......................................... 7</p><p>1.6 - Aspectos Legais</p><p>Fatores que Contribuem p/ os Erros ...................................................................... 7</p><p>Erros na Administração .......................................................................................... 7</p><p>Conceitos Importantes - Negligência, Imprudência e Imperícia ............................. 7</p><p>Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem - COFEN nº 564/2017 ......... 7</p><p>Direitos, Deveres e Proibições</p><p>1.7 - Administração de Medicamentos</p><p>Os Certos da Administração .................................................................................. 8</p><p>Leituras Certas da Medicação ............................................................................... 9</p><p>Prescrição de Medicamentos ................................................................................. 9</p><p>Regras Gerais na Administração de Medicamentos .............................................. 9</p><p>1.8 - 10 Passos p/ o Uso Seguro de Medicamentos ........................................... 10</p><p>1.9 - Os 13 Certos (em Mapa Mental) ................................................................... 11</p><p>2.0 - Tipos de Administração de Medicamentos:</p><p>2.1 - Introdução ...................................................................................................... 12</p><p>2.2 - Via Tópica:</p><p>Via Epidérmica - Conceito e Aplicação .................................................................. 12</p><p>Via Oftalmológica - Conceito e Aplicação .............................................................. 12</p><p>Via Otológica - Conceito e Aplicação ..................................................................... 12</p><p>Via Nasal - Conceito, Aplicação, Vantagens e Desvantagens .............................. 13</p><p>2.3 - Via Enteral:</p><p>Via Oral (VO) - Vantagens, Desvantagens, Materiais, Aplicação e Cuidados ....... 13</p><p>Via Retal - Vantagens, Desvantagens e Cuidados ................................................ 14</p><p>Biodisponibilidade .................................................................................................. 15</p><p>Metabolismo de Primeira Passagem ..................................................................... 15</p><p>Absorção do Fármaco por via Oral ...................................................................... 15</p><p>Principais Vias de Administração e seus Processos de Absorção ...................... 15</p><p>2.4 - Via Parenteral:</p><p>2.4.1 - Vantagens e Desvantagens ....................................................................... 16</p><p>2.4.2 - Tipos de Seringas ...................................................................................... 16</p><p>2.4.3 - Tipos de Agulhas e Calibres ...................................................................... 16</p><p>2.4.4 - Preparo de Medicamentos em Ampola ...................................................... 17</p><p>2.4.5 - Preparo de Medicamentos em Frasco ....................................................... 17</p><p>2.4.6 - Divisão da Via Parenteral .......................................................................... 18</p><p>Sumário Sumário</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>2.4.7 - Via Parenteral Direta:</p><p>2.4.7.1 - Via Intradérmica (ID):</p><p>. Principais Indicações ..................................................................................... 18</p><p>. Locais de Aplicação ....................................................................................... 18</p><p>. Materiais ........................................................................................................ 18</p><p>. Técnica para Administração ID ...................................................................... 18</p><p>2.4.7.2 - Via Subcutânea (SC):</p><p>. Principais Indicações ..................................................................................... 19</p><p>. Locais de Aplicação ....................................................................................... 19</p><p>. Materiais Necessárias ................................................................................... 19</p><p>. Técnica para Administração SC .................................................................... 19</p><p>2.4.7.3 - Via Intramuscular (IM):</p><p>. Locais de Aplicação ....................................................................................... 20</p><p>. Critérios para Escolha do Músculo ................................................................ 20</p><p>. Volume Limite dos Principais Músculos ......................................................... 20</p><p>. Técnica para Administração IM:</p><p>Deltóide, Ventroglúteo, Dorsoglúteo e Vastolateral .................................... 20</p><p>. Seleção do Local de Aplicação e Volume Máximo segundo Faixa Etária ..... 22</p><p>2.4.7.4 - Via Intravenosa (IV) ou Endovenosa (EV):</p><p>. Tipos de Medicamentos ................................................................................ 22</p><p>. Indicações ..................................................................................................... 22</p><p>. Locais Apropriados ....................................................................................... 23</p><p>. Locais de Punção Venosa ............................................................................ 23</p><p>. Tipos de Dispositivos Intravenosos (Jelco, Escalpe) .................................... 23</p><p>. Materiais Necessários para Punção Venosa ................................................ 24</p><p>. Técnica de Punção Venosa .......................................................................... 24</p><p>. Tipos de Fixação ........................................................................................... 25</p><p>. Administração em Bolús ............................................................................... 25</p><p>. Soroterapia ...................................................................................................</p><p>integridade da pele e do vaso, duração e tipo de</p><p>terapia prescrita, local de atendimento, integridade e permeabilidade do</p><p>dispositivo integridade da cobertura estéril e por fim estabilização estéril.</p><p>i</p><p>32</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Cálculo de Medicações Cálculo de Medicações</p><p>Segundo o Decreto Lei 94.406/87 a</p><p>administração de medicamentos é uma</p><p>responsabilidade do enfermeiro</p><p>As atividades relacionadas</p><p>nos arts. 10 e 11 somente po-</p><p>derão ser exercidas sob supervisão, orien-</p><p>tação e direção de Enfermeiro.</p><p>Art. 13</p><p>Responsabilidade da</p><p>Equipe de Enfermagem</p><p>Erros cometidos e não detectados</p><p>no início ou no meio do sistema</p><p>Intensificação da</p><p>responsabilidade da equipe</p><p>atribuição à equipe de enfermagem</p><p>uma das últimas barreiras de prevenção</p><p>Conceitos Importantes</p><p>Solução</p><p>Solvente</p><p>Soluto</p><p>Mistura homogênea de</p><p>soluto e solvente</p><p>Parte líquida da solução</p><p>Parte sólida da solução</p><p>Água (Soluto universal)</p><p>Eletrólitos (NaCl de um SF o,9%, por ex)</p><p>Significa que contém 0,9 g de</p><p>soluto em 100 ml de solvente</p><p>Mesma osmolaridade</p><p>do sangue ou LEC</p><p>(líquido extra celular),</p><p>ou seja, possui</p><p>concentração de</p><p>solutos parecida com</p><p>nosso sangue.</p><p>Tipos de Solução:</p><p>fonte da imagem: site</p><p>conhecimento científico</p><p>Isotônica</p><p>Hipertônica</p><p>Deixa o plasma</p><p>hipertônico, ocorrendo</p><p>distribuição de líquido</p><p>p/ ele, por estar mais</p><p>concentrado. Assim, a</p><p>água sai das hemácias</p><p>e vai p/ o plasma,</p><p>deixando as hemácias</p><p>"murchas".</p><p>SF 0,45%</p><p>SF 10%</p><p>Hipotônica</p><p>Deixa o plasma menos</p><p>concentrado, ocorrendo</p><p>distribuição de líquido p/</p><p>dentro da célula, por</p><p>estar mais concentrada.</p><p>Assim, a água sai do</p><p>plasma e entra nas</p><p>hemácias, deixando-as</p><p>inchadas e ocorrendo</p><p>a lise (quebra).</p><p>fonte da imagem: site</p><p>conhecimento científico</p><p>SF 0,9%, Soro Glicofisiológico</p><p>(SGF), Glicose 5% e Ringer</p><p>Lactato (K, Ca, NaCl).</p><p>site conhecimento</p><p>científico</p><p>Concentração Relação entre a</p><p>quantidade de soluto</p><p>e solvente g/ml</p><p>Quantidade em gramas de soluto pela</p><p>quantidade em mililitros de solvente</p><p>Proporção</p><p>Forma de expressar uma</p><p>concentração. Consiste na</p><p>relação soluto e solvente</p><p>expressa em "partes"ex.: 1:500</p><p>Há 1g de soluto p/ 500ml de solvente</p><p>→</p><p>T€€ →ATÁ ⇒*¥</p><p>-7</p><p>⇐*¥</p><p>/</p><p>~T⇐</p><p>⇐¥#</p><p>33</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Conceitos Importantes</p><p>Reconstituição</p><p>Quando o medicamento</p><p>em pó precisa ser um</p><p>fármaco em solução,</p><p>adiciona-se então</p><p>líquido próprio.</p><p>Diluição</p><p>Quando o medicamento já é</p><p>uma solução, mas é necessário</p><p>o acréscimo de mais líquido.</p><p>Conforme o Guia para Preparação,</p><p>Administração e Monitoramento do COREN SP:</p><p>"Os veículos recomendados para a</p><p>reconstituição são aqueles comprovadamente</p><p>compatíveis com os medicamentos e que</p><p>quando misturados a ele não o modificam,</p><p>ou seja, não oferecem riscos de turvação,</p><p>precipitação ou perda da estabilidade."</p><p>Obs.: Pode-se diluir uma medicação</p><p>reconstituída, se necessário.</p><p>Porcentagem</p><p>Forma de expressar</p><p>uma concentração, na</p><p>qual o termo por cento</p><p>(%) quer dizer que a</p><p>quantidade de solvente</p><p>é sempre 100mlex.: 5%</p><p>Há 5g de soluto em 100 ml de solvente</p><p>Regra</p><p>de Três</p><p>Relação entre grandezas</p><p>proporcionais</p><p>Processo:</p><p>1 - Ver se a regra de 3</p><p>é direta ou inversa</p><p>2 - Alinhar as grandezas iguais</p><p>Obs.: No cálculo de medicamentos é</p><p>preciso pensar em 2 coisas: quantidade</p><p>disponível e a dose prescrita.</p><p>O Guia do COREN SP (Uso seguro de</p><p>medicamentos) traz como ex.:</p><p>"Prescrição de 4 mg de sulfato</p><p>de morfina. O medicamento está</p><p>disponível em ampolas de 10 mg/ml.</p><p>Qual volume a ser administrado?"</p><p>P/ resolver esse problema deve-se</p><p>então pensar na quantidade disponível</p><p>e na dose prescrita.</p><p>Quantidade</p><p>disponível</p><p>Quantidade</p><p>p/ calcular</p><p>Dose disponível</p><p>Dose prescrita</p><p>4mg</p><p>10 mg 1 ml</p><p>X ml</p><p>=</p><p>1 ml</p><p>X ml</p><p>10 mg</p><p>4 mg</p><p>=</p><p>10X = 4</p><p>X = 4</p><p>10</p><p>X = 0,4 ml</p><p>De acordo com o Guia p/ Preparação,</p><p>Administração e Monitoramento, COREN SP:</p><p>Dose</p><p>Prescrita</p><p>"Dose descrita na</p><p>prescrição do medicamento</p><p>e que deve ser administrada</p><p>ao paciente"</p><p>Dose</p><p>Disponível</p><p>"Dose de apresentação</p><p>do medicamento no frasco</p><p>ou ampola"</p><p>Quantidade</p><p>Disponível</p><p>"Unidade básica</p><p>ou a quantidade do</p><p>medicamento contida no</p><p>frasco ou ampola"</p><p>Quantidade</p><p>p/ Calcular</p><p>"Quantidade do</p><p>medicamento que precisa</p><p>ser calculada p/ ser</p><p>administrada ao paciente"</p><p>à⇐</p><p>| :#→</p><p>E-¥</p><p>#¥¥</p><p>34</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Dose prescrita</p><p>= 350 mg</p><p>Dose disponível</p><p>= 500 mg</p><p>Quantidade</p><p>disponível = 10 ml</p><p>500 X = 350 * 10</p><p>X = 3500</p><p>500</p><p>X = 7 ml</p><p>Concentração a ser obtida = 5 mg/ml</p><p>5 mg - 1 ml</p><p>350 mg - X ml</p><p>Dose</p><p>prescrita</p><p>= 350 mg</p><p>Quantidade p/ diluição</p><p>do soluto = X</p><p>5 X = 350</p><p>X = 350</p><p>5</p><p>X = 70 ml</p><p>Questão com Resolução 1</p><p>O médico prescreve 350 mg do antibió-</p><p>tico vancomicina. Há disponível do medica-</p><p>mento frasco ampola de 500 mg de pó lio-</p><p>filizado. A recomendação p/ reconstitui-</p><p>ção é de 10 ml de água destilada e a re-</p><p>comendação p/ diluição é o soro fisiológi-</p><p>co p/ obter concentração de 5 mg/ml.</p><p>Qual é o volume que deve ser aspirado</p><p>após a reconstituição e qual é o volume</p><p>a ser diluído?</p><p>O primeiro passo é separar as</p><p>informações que te deram:</p><p>Quantidade</p><p>calculada (final) = X</p><p>Note que a questão pede 2 coisas:</p><p>1 - Qual o volume da</p><p>medicação após reconstituição</p><p>2 - Quantos ml de solvente</p><p>será usado p/ diluição p/ que a</p><p>concentração fique igual a 5 mg/ml</p><p>Vamos então em partes,</p><p>começando pela 1</p><p>Dessas informações, então,</p><p>realiza-se a regra de 3:</p><p>500 mg - 10 ml</p><p>350 mg - X ml</p><p>7 ml será</p><p>o volume da</p><p>medicação após</p><p>a reconstituição.</p><p>Agora a 2:</p><p>Qual é o volume a ser diluído?</p><p>O primeiro passo é separar as</p><p>informações que te deram:</p><p>(Ou seja, 5 mg em 1 ml)</p><p>(Soluto) (Solvente)</p><p>Note que o que a questão quer é que</p><p>a concentração seja de 5 mg em 1 ml,</p><p>mas temos 350 mg, então em quantos</p><p>ml teremos que diluir p/ obter</p><p>essa concentração?</p><p>Realiza-se então a regra de 3:</p><p>70 ml será</p><p>o volume do</p><p>solvente p/</p><p>diluição</p><p>1 litro (1 L) = 1000 mililitros (ml)</p><p>1 mililitro (1 ml) = 1 centímetro cúbico</p><p>(cm ou cc)</p><p>1 grama (1 g) = 1000 miligramas (mg)</p><p>1 miligrama = 1000 microgramas</p><p>(mcg ou ug)</p><p>1 quilograma (1kg) = 1000 gramas (g)</p><p>(1 mg)</p><p>3</p><p>Proporções e Equivalências</p><p>1 ml contém 20 gotas</p><p>1 gota equivale a 3 microgotas</p><p>1 ml contém 60 microgotas</p><p>1 gota = 1 macrogota</p><p>(Manual do</p><p>COREN-SP)</p><p>T</p><p>"</p><p>:</p><p>×</p><p>!</p><p>→</p><p>35</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>1</p><p>10</p><p>100</p><p>1000</p><p>g</p><p>dg</p><p>cg</p><p>mg</p><p>Descendo cada</p><p>degrau multiplica</p><p>por 10</p><p>Subindo cada</p><p>degrau divide</p><p>por 10</p><p>Macete:</p><p>Relações importantes:</p><p>1 colher de sopa corresponde a 15 ml</p><p>1 colher de sobremesa corresponde a 10 ml</p><p>1 colher de chá corresponde a 5 ml</p><p>1 colher de café corresponde a 2,5 ou 3 ml*</p><p>(Manual do COREN-SP)</p><p>Multiplicação</p><p>Divisão</p><p>Vírgula</p><p>decimal vai</p><p>p/ direita</p><p>DICA!</p><p>Pense: se o número</p><p>está sendo dividido,</p><p>ele irá diminuir de</p><p>valor, assim, a vírgula</p><p>decimal vai p/ esquerd</p><p>a,</p><p>diminuindo o número.</p><p>Vírgula</p><p>decimal vai</p><p>p/ esquerda</p><p>Ex.: 20,0 mg x 10 = 200 mg</p><p>20,0 mg - 10 = 2,00 mg</p><p>DICA!</p><p>Pense: se o número</p><p>está sendo multiplicado,</p><p>ele irá aumentar de</p><p>valor, assim, a vírgula</p><p>decimal vai p/ direita,</p><p>aumentando o número.</p><p>Sistema Métrico</p><p>Sistema decimal logicamente organizado</p><p>Cada unidade básica de mensuração</p><p>está organizada em unidade de 10.</p><p>Multiplicando-se ou dividindo-se por 10,</p><p>formam-se as unidades secundárias.</p><p>Fórmulas de Gotejamento</p><p>Quando o tempo estiver em hora:</p><p>V = Volume (em mililitros - ml)</p><p>a ser infundido</p><p>T = Tempo (em horas) estipulado</p><p>p/ a infusão em minutos</p><p>O número 3 é uma constante.</p><p>Quando o tempo estiver em minutos:</p><p>Obs.: Por mais que o cálculo</p><p>envolva o tempo em horas, o</p><p>resultado final se dá em</p><p>número de gotas por MINUTO.</p><p>V = Volume (em</p><p>mililitros - ml)</p><p>a ser infundido</p><p>T = Tempo (em horas) estipulado</p><p>p/ a infusão em minutos</p><p>O número 60 e o 20 é uma constante.</p><p>1 gota = 3 microgotas</p><p>1 ml = 20 gotas (ou macrogotas)</p><p>1 ml = 60 microgotas</p><p>Equipo padrão</p><p>Cálculo de bomba de infusão:</p><p>V (ml)</p><p>T (h)</p><p>Nº gotas/min =</p><p>V (ml) x 20</p><p>T (min)</p><p>Nº microgotas/min =</p><p>V (ml) x 60</p><p>T (h)</p><p>Nº gotas/min =</p><p>V (ml)</p><p>T (h) x 3</p><p>Nº microgotas/min =</p><p>V (ml)</p><p>T (h)</p><p>Volume</p><p>Tempo</p><p>Hora</p><p>Mililitro</p><p>⇐""¥</p><p>q</p><p>• f-E =</p><p>##¥</p><p>*</p><p>o ÷ .</p><p>36</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Cálculo com Penicilina Cristalina</p><p>O pó da penicilina cristalina no fim sempre</p><p>aumenta seu volume! Independentemente</p><p>de se diluir p/ 6 ml (10.000.000 UI) ou se</p><p>diluir em 8 ml (5.000.000 UI) sempre o</p><p>volume final será 10 ml!</p><p>Veja o exemplo de cálculo com penicilina</p><p>cristalina na próxima questão com resolução.</p><p>Questão com Resolução 2</p><p>Médico prescreve 3.000.000 UI do medi-</p><p>camento penicilina cristalina. Há disponí-</p><p>vel frasco ampola de 5.000.000 UI de pó.</p><p>É recomendado p/ reconstituição 8ml de</p><p>água destilada e p/ diluição SF (soro fisi-</p><p>ológico) p/ obter concentração igual a</p><p>500.000 UI/ml</p><p>Qual é o volume que deve ser aspirado</p><p>após a reconstituição e qual é o volume a</p><p>ser diluído?</p><p>Dose prescrita</p><p>= 3.000.000 UI</p><p>Dose disponível</p><p>= 5.000.000 UI</p><p>Quantidade</p><p>disponível = 10 ml</p><p>5.000.000 X = 3.000.000 * 10</p><p>X = 30.000.000</p><p>5.000.000</p><p>X = 6 ml</p><p>O primeiro passo é separar as</p><p>informações que te deram:</p><p>Quantidade</p><p>calculada (final) = X</p><p>Note que a questão pede 2 coisas:</p><p>1 - Qual o volume da</p><p>medicação após reconstituição</p><p>2 - Quantos ml de solvente será usado</p><p>p/ diluição p/ que a concentração</p><p>fique igual a 500.000 UI/ml</p><p>Vamos então em partes,</p><p>começando pela 1</p><p>Dessas informações, então,</p><p>realiza-se a regra de 3:</p><p>5.000.000 mg - 10 ml</p><p>3.000.000 mg - X ml</p><p>6 ml será o volume da medicação</p><p>após a reconstituição.</p><p>Note que em vez de 8 ml é usado</p><p>10 ml, pois, lembre-se, o pó da</p><p>penicilina cristalina gera um volume</p><p>maior, sempre igual a 10 ml!</p><p>Concentração a ser obtida</p><p>= 500.000 UI/ml</p><p>5 mg - 1 ml</p><p>350 mg - X ml</p><p>Dose</p><p>prescrita =</p><p>3.000.000 UI</p><p>Quantidade p/ diluição</p><p>do soluto = X</p><p>5 X = 350</p><p>X = 350</p><p>5</p><p>X = 70 ml</p><p>Agora a 2:</p><p>Qual é o volume a ser diluído?</p><p>O primeiro passo é separar as</p><p>informações que te deram:</p><p>(Ou seja, 500.000 UI em 1 ml)</p><p>(Soluto)</p><p>(Solvente)</p><p>70 ml será</p><p>o volume do</p><p>solvente p/</p><p>diluição</p><p>Obs.: ainda segundo COREN SP,</p><p>normalmente ao administrar Penicilina</p><p>Cristalina coloca-se a medicação em</p><p>bureta com 50 ml ou 100 ml, conforme</p><p>PM, p/ diluição (após reconstituição).</p><p>O frasco de 5.000.000 há 2 ml de pó,</p><p>nele pode ser adicionado 8 ml de diluente.</p><p>O frasco de 10.000.000 pode</p><p>ser adicionado um máximo de 6 ml de</p><p>diluente, p/ que ambos os casos totalizem</p><p>um máximo de 10 ml</p><p>Conforme o Guia p/</p><p>Preparação, Administração e</p><p>Monitoramento do COREN SP:</p><p>- | "÷</p><p>( (</p><p>:</p><p>37</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>500.000 UI - 1 ml</p><p>3.000.000 UI - X ml</p><p>500.000 X = 3.000.000</p><p>X = 3.000.000</p><p>500.000</p><p>X = 6 ml</p><p>Note que o que a questão quer é que</p><p>a concentração seja de 500.000 UI em</p><p>1 ml, mas temos 3.000.000 UI, então em</p><p>quantos ml teremos que diluir p/ obter</p><p>essa concentração?</p><p>Realiza-se então a regra de 3:</p><p>6 ml será o volume do solvente p/ diluição</p><p>"ansformação de Soro Glicosado)</p><p>Em certas situações é preciso que</p><p>transformemos um Soro Glicosado (SG)</p><p>5%, por exemplo, em SG 8%, p/ isso</p><p>precisamos acrescentar ampolas de</p><p>glicose conforme disponibilidade no local.</p><p>Veja o exemplo de cálculo</p><p>transformando SG na próxima</p><p>questão com resolução.</p><p>Questão com Resolução 3</p><p>Prescrito: 8% de 500ml</p><p>Lembre-se: 8% significa</p><p>que há 8 g em 100 ml</p><p>8 g - 100 ml</p><p>X g - 500 ml</p><p>Devemos pensar: se há 8 g em 100 ml,</p><p>quantas gramas há em 500 ml que foi</p><p>prescrito? Aplicando a regra de 3:</p><p>100X = 8 * 500</p><p>X = 4000</p><p>100</p><p>X = 40 g</p><p>40 g de glicose</p><p>foram prescritas</p><p>Disponível: 5% de 500 ml</p><p>Lembre-se: 5% significa</p><p>que há 5 g em 100 ml</p><p>Devemos pensar: se há 5 g em 100 ml,</p><p>quantas gramas há em 500 ml que há</p><p>disponível? Aplicando a regra de 3:</p><p>5 g - 100 ml</p><p>X g - 500 ml</p><p>100X = 5 * 500</p><p>X = 2500</p><p>100</p><p>X = 25 g</p><p>25 g de glicose</p><p>há disponível</p><p>no local</p><p>Agora é preciso verificar quantas</p><p>gramas ainda faltam p/ completar o</p><p>que foi prescrito:</p><p>Se foi prescrito 40 g e há</p><p>disponível 25 g, ainda preciso de</p><p>quantas gramas de glicose?</p><p>40</p><p>- 25</p><p>15</p><p>15 g ainda é preciso</p><p>p/ completar a</p><p>prescrição</p><p>LEMBRETE!</p><p>É preciso</p><p>organizar SEMPRE</p><p>o que a qu</p><p>estão</p><p>está fornecend</p><p>o!</p><p>Sr. João Silva internado na enfermaria</p><p>teve como prescrição Soro Glicosado (SG)</p><p>8% de 500 ml. Temos na enfermaria SG</p><p>5% de 500 ml e ampolas de 50% - 10 ml.</p><p>Qual a quantidade de ampolas de glico-</p><p>se que serão neces-</p><p>sárias p/ trans-</p><p>formar o soro</p><p>glicosado (SG)</p><p>de 5% p/ 8%?</p><p>Pense sempre em:</p><p>Prescrito</p><p>Disponível</p><p>E depois verificar quanto ainda</p><p>falta p/ completar a prescrição.</p><p>(Questão IBFC</p><p>2015 adaptada):p✗</p><p>-</p><p>Te</p><p>38</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Agora veremos as ampolas</p><p>disponíveis p/ transformação:</p><p>Ampolas de glicose 50% - 10 ml</p><p>Lembre-se: 50% significa</p><p>que há 50 g em 100 ml</p><p>Devemos pensar: se há 50 g em</p><p>100 ml, quantas gramas há em 10 ml</p><p>que há disponível em 1 ampola?</p><p>50 g - 100 ml</p><p>X g - 10 ml</p><p>100X = 50 * 10</p><p>X = 500</p><p>100</p><p>X = 5 g</p><p>5 g de glicose</p><p>há disponível</p><p>em cada ampola</p><p>Como ainda faltavam 15 g de glicose,</p><p>quantas ampolas de 5 g será preciso p/</p><p>completar a prescrição? Aplicando a</p><p>regra de 3:</p><p>1 ampola - 5 g</p><p>X ampolas - 15 g</p><p>5X = 15</p><p>X = 15</p><p>5</p><p>X = 3 ampolas</p><p>Será necessário 3 ampolas de glicose</p><p>50% p/ transformar o soro glicosado de</p><p>5% p/ 8%. Como cada ampola tem 10 ml,</p><p>serão 30 ml de glicose.</p><p>Além disso, deve-se considerar</p><p>ainda que dos 30 ml jogados fora dos</p><p>500 ml foi perdido não só o volume,</p><p>mas também o soluto, dessa forma é</p><p>necessário somar ainda a quantidade</p><p>de soluto perdida.</p><p>Devemos pensar: se há 5 g de</p><p>glicose em 100 ml, quantas gramas</p><p>há nos 30 ml que foi derramado?</p><p>Aplicando a regra de 3:</p><p>5 g - 100 ml</p><p>X g - 30 ml</p><p>100X = 5 * 30</p><p>X = 150</p><p>100</p><p>X = 1,5 g</p><p>1,5 g de glicose</p><p>será necessário</p><p>p/ completar o</p><p>soluto derramado</p><p>Ou seja, além das 3 ampolas</p><p>será necessário parte da 4a ampola!</p><p>Cabe a que</p><p>stão</p><p>enfatizar se</p><p>vai conside</p><p>rar o</p><p>derramado ou não.</p><p>Então, é preciso</p><p>prestar at</p><p>enção</p><p>na questão.</p><p>Atenção! Como o soro tem 500 ml</p><p>e não é recomendado passar esse</p><p>volume, é preciso assim derramar</p><p>antes 30 ml do soro p/ adicionar</p><p>o volume das ampolas.</p><p>1 ampola - 5 g</p><p>X ampolas - 1,5 g</p><p>5X = 1,5</p><p>X = 1,5</p><p>5</p><p>X = 0,3 ampola</p><p>30% da 4a</p><p>ampola será</p><p>preciso p/</p><p>completar</p><p>o soluto</p><p>derramado</p><p>1 ampola - 10 ml</p><p>0,3 ampola - x ml</p><p>X = 0,3 * 10</p><p>X = 3 ml</p><p>Através desse resulto também é</p><p>possível ver quantos ml a mais seria.</p><p>Devemos pensar: se 1 ampola tem 10</p><p>ml, 0,3 ampola equivale a quantos ml?</p><p>3 ml da 4a</p><p>ampola será</p><p>preciso p/</p><p>completar</p><p>o soluto</p><p>derramado</p><p>Se a questão pedisse quanto dessa 4a</p><p>ampola, basta aplicar a regra de 3:</p><p>✗</p><p>=</p><p>×</p><p>÷</p><p>→f.÷</p><p>→</p><p>39</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Questão com Resolução 6</p><p>(Questão</p><p>EBSERH/HC-</p><p>UFMG 2014)</p><p>Questão com Resolução 4 (Questão</p><p>VUNESP 2015)</p><p>A prescrição médica solicita adminis-</p><p>trar Hidantal 5 ampolas em soro fisio-</p><p>lógico 250 ml EV. Quantas gotas deve-</p><p>rão ocorrer por minuto p/ administrar</p><p>esse soro em 2 hora?</p><p>Basta aplicar a fórmula</p><p>de gotejamento</p><p>Nº gotas/min =</p><p>V (ml)</p><p>T (h) x 3</p><p>Gts/min = 250 = 41,66</p><p>6</p><p>Aproximadamente 42 gotas por minuto</p><p>Mudança de Forma</p><p>de Apresentação</p><p>A farmácia de internação de um hospi-</p><p>tal</p><p>possui disponível no estoque somente</p><p>xarope de cloreto de potássio de 10%.</p><p>Foi prescrita, p/ um paciente não porta-</p><p>dor de diabetes, 1 drágea de cloreto de</p><p>potássio 600 mg, via oral, após almoço e</p><p>jantar.</p><p>Quantos ml do xarope de cloreto de po-</p><p>tássio 10% correspondem a 1 drágea de</p><p>cloreto de potássio 600 mg?</p><p>Prescrito: 1 drágea de 600 mg</p><p>Disponível: Xarope de cloreto de</p><p>potássio 10%</p><p>Lembre-se: os 10% significa que</p><p>há 10 g de potássio em 100 ml</p><p>Obs que as unidades de medidas prescrita</p><p>e disponível são diferentes. É preciso</p><p>converter as 10 g p/ miligramas (mg).</p><p>10 g = 10.000 mg</p><p>Agora deve-se pensar, se há 10.000</p><p>mg de potássio em 100 ml de xarope,</p><p>quantos ml há em 600 mg de drágea?</p><p>Aplicando a regra de 3:</p><p>10.000 mg - 100 ml</p><p>600 mg - X ml</p><p>10.000X = 600 * 100</p><p>X = 60.000 = 6 ml</p><p>10.000</p><p>6 ml do</p><p>xarope</p><p>Uma ampola de 20 ml de glicose a</p><p>50% tem quantos gramas de glicose?</p><p>Questão com Resolução 5</p><p>(Questão</p><p>EBSERH/HUSM-</p><p>UFSM 2014)</p><p>Lembre-se: 50% significa que</p><p>há 50 g de glicose em 100 ml</p><p>Agora, basta pensar: se há 50 g de</p><p>glicose em 100 ml, quantas gramas</p><p>de glicose há em 20 ml? Aplicando a</p><p>regra de 3:</p><p>50 g - 100 ml</p><p>X g - 20 ml</p><p>100X = 50 * 20</p><p>X = 1000 = 10 g</p><p>100</p><p>10 g de</p><p>glicose</p><p>terá a</p><p>ampola</p><p>A um paciente com tumor cerebral</p><p>não sensível aos benzodiazepínicos,</p><p>que apresentava crises convulsivas ge-</p><p>neralizadas, de longa duração e que</p><p>se repetiam a pequenos intervalos, o</p><p>médico prescreveu 5 ampolas de feni-</p><p>toína em 250 ml de solução fisiológica</p><p>a 0,9%, p/ ser infundidas a 100 ml/h.</p><p>Na unidade de saúde onde o paciente</p><p>se encontrava, havia apenas ampolas</p><p>de fenitoina de 5 ml a 5%.</p><p>Questão com Resolução 7 (Questão</p><p>Cespe 2013)</p><p>Mais Questões Resolvidas</p><p>I. É</p><p>:</p><p>40</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Questão com Resolução 8</p><p>(Questão</p><p>SARAH 2016)</p><p>No CTI, um paciente apresenta qua-</p><p>dro de hipocalemia de 2,1 mE/l. O mé-</p><p>dico pres-creveu uma solução de 250</p><p>ml de NaCl a 0,9% e 3 gramas de KCL.</p><p>A unidade dispõe de ampolas de 10 ml</p><p>a 10% de KCL.</p><p>O volume de KCL que deve ser acres-</p><p>centado ao frasco de soro, em milili-</p><p>tros é de:</p><p>Note que a questão pede</p><p>apenas o volume de KCL a ser</p><p>adicionado ao soro.</p><p>Deve-se começar então verificando as</p><p>ampolas de KCL disponíveis na unidade</p><p>10 ml a 10%</p><p>Lembre-se: 10% significa que</p><p>há 10 g de KCL em 100 ml</p><p>Agora, devemos pensar: Se há</p><p>10 g de KCL em 100 ml, quantos ml</p><p>devo acrescentar p/ 3 g de KCL</p><p>prescritas? Aplicando na regra de 3:</p><p>10 g - 100 ml</p><p>3 g - x ml</p><p>10X = 300</p><p>X = 300 = 30 ml</p><p>10</p><p>30 ml é o</p><p>volume que</p><p>se deve</p><p>acrescentar</p><p>ao soro</p><p>Com base nas informações apresenta-</p><p>das acima julgue os itens que se seguem</p><p>1 - P/ atender à prescrição, a medica-</p><p>ção deve ser administrada a um goteja-</p><p>mento de aproximadamente 33 gotas/min.</p><p>Note que ele da o gotejamento em ml/h</p><p>e precisamos transformar p/ gotas/min</p><p>P/ isso, basta</p><p>multiplicarmos</p><p>por 3!</p><p>Gts/min ml/h</p><p>P/ transformar gotas por</p><p>minuto em mililitro por hora,</p><p>basta multiplicarmos por 3 e o</p><p>inverso, transformar mililitro</p><p>por hora em gotas por minuto,</p><p>basta dividirmos por 3!</p><p>x 3</p><p>- 3</p><p>100 ml/h - 3 = 33 gts/min</p><p>2 - P/ atender à prescrição, deve ser</p><p>administrado 1 g da medicação disponível,</p><p>em um total de 25 ml.</p><p>A afirmativa 1 é verdadeira!</p><p>Vamos ver a disponibilidade e o prescrito:</p><p>Disponível: Ampolas de 5 ml a 5%</p><p>Lembre-se: 5% significa</p><p>que há 5 g em 100 ml</p><p>Devemos pensar: foram prescritos 5</p><p>ampolas, cada ampola há 5 ml, quantos</p><p>ml de volume serão administrados?</p><p>Prescrito: 5 ampolas</p><p>5 ampolas x 5 ml = 25 ml</p><p>Agora, aplicamos a regra de 3 p/</p><p>sabermos quantas gramas serão</p><p>administradas em 25 ml:</p><p>Se em 100 ml há 5 g de</p><p>fenitoína, em 25 ml há quantas</p><p>gramas? Aplicando a regra de 3:</p><p>5 g - 100 ml</p><p>X g - 25 ml</p><p>100X = 5*25</p><p>X = 125 = 1,25 g</p><p>100</p><p>A 2 é falsa! Uma vez que afirma</p><p>que deve ser administrado 1 g.</p><p>⇒"</p><p>" |</p><p>,</p><p>↳</p><p>↳</p><p>41</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Questão com Resolução 10 (Questão SESA/</p><p>IBFC 20016)</p><p>O médico prescreveu 1.700.000 UI de</p><p>Penicilina Cristalina p/ ser administrada</p><p>com 200 ml de Soro Fisiológico, por via</p><p>endovenosa, p/ correr em 3 horas. O</p><p>hospital possui frasco-ampola de Penicilina</p><p>Cristalina de 10.000.000 UI.</p><p>P/ realizar a diluição do medicamento,</p><p>o Enfermeiro deverá colocar de dilu-</p><p>ente e aspirar p/ administrar a dose</p><p>prescrita. O gotejamento do soro deverá</p><p>ser de gotas por minuto.</p><p>Note que a questão pede 3 coisas:</p><p>1 - Quantos ml é preciso p/ diluição de</p><p>10.000.000 UI de Penicilina Cristalina</p><p>2 - Quantos ml é aspirado p/</p><p>administração da dose prescrita</p><p>(1.700.000 UI)</p><p>3 - Qual será a velocidade da</p><p>infusão do soro, segundo a prescrição</p><p>Questionamento 1:</p><p>Sabendo que, segundo o COREN</p><p>SP, o frasco de 10.000.000 pode</p><p>ser adicionado um máximo de 6 ml</p><p>de diluente, p/ que totalizem um</p><p>máximo de 10 ml, de cara sabemos</p><p>que a resposta é 6 ml.</p><p>Deverá utilizar 6 ml de diluente p/</p><p>Penicilina Cristalina 10.000.000</p><p>Questionamento 2:</p><p>Ao diluir com 6 ml de solvente</p><p>a penicilina cristalina de frasco</p><p>10.000.000 UI seu pó adiciona 4 ml</p><p>de volume, então seu volume</p><p>final é igual 10 ml.</p><p>10.000.000 UI - 10 ml</p><p>1.700.000 UI - X ml</p><p>Com isso, pode-se calcular o volume a</p><p>ser aspirado p/ administração da dose</p><p>prescrita, aplicando a regra de 3:</p><p>100X = 17 * 10</p><p>X = 170</p><p>100</p><p>X = 1,7 ml1,7 ml é o volume</p><p>a ser aspirado</p><p>Questionamento 3:</p><p>Sendo o volume = 200 ml e o tempo</p><p>de infusão = 3 horas, basta aplicarmos</p><p>a fórmula de gotejamento.</p><p>Nº gotas/min =</p><p>V (ml)</p><p>T (h) x 3</p><p>Gts/min = 200 = 22,22</p><p>3 x 3</p><p>Aproximadamente 22 gotas por minuto</p><p>Agora, deve-s pensar: se tenho disponível</p><p>1000 mg de cefalotina em 10 ml, quantos</p><p>ml devo aspirar p/ obter os 600 mg</p><p>prescrito? Aplicando a regra de 3:</p><p>1000 mg - 10 ml</p><p>600 mg - X ml</p><p>1000X = 600 * 10</p><p>X = 6000</p><p>1000</p><p>X = 6 ml</p><p>6 ml serão</p><p>necessários p/</p><p>administrar os</p><p>600 mg prescritos</p><p>O primeiro passo será transformar</p><p>as unidades de medidas, pois estão</p><p>diferentes. Note que o prescrito (600)</p><p>está em miligramas (mg) enquanto o</p><p>disponível (1) está em gramas (g).</p><p>1 g = 1000 mg</p><p>P/ tal prescrição, quantos ml da solu-</p><p>ção eu devo administrar?</p><p>Questão com Resolução 9 (Questão</p><p>EBSERH 2014)</p><p>Foi prescrito 600 mg de Cefalotina Sódi-</p><p>ca, dispomos na Unidade de Frasco-ampola</p><p>de 1 grama, que foram diluídos em 10 ml</p><p>de água destilada, resultando em 10 ml</p><p>de solução.</p><p>←</p><p>÷I.÷</p><p>.</p><p>A</p><p>42</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Cálculo com Insulina</p><p>Usa-se a fórmula:</p><p>Frasco Seringa</p><p>X</p><p>ml</p><p>Prescrição</p><p>UI Unidade Internacional</p><p>mlUI</p><p>F S</p><p>X P</p><p>Questão com Resolução 11</p><p>Prescrição de 20 UI de insulina NPH, po-</p><p>rém só há frasco de 100 UI/ml com serin-</p><p>gas de 3 ml</p><p>100 UI - 1 ml</p><p>20 UI - X ml</p><p>100X = 20 * 1</p><p>X = 20</p><p>100</p><p>X = 0,2 ml</p><p>0,2 ml vai</p><p>ser aspirado</p><p>na seringa</p><p>de 3 ml p/</p><p>prescrição</p><p>de 20 UI</p><p>Devemos pensar: o frasco contém 100 UI</p><p>em 1 ml, quantos ml desse volume será</p><p>necessário p/ prescrição de 20 UI?</p><p>Por isso, é utilizado quantidade</p><p>equivalente à seringa de insulina.</p><p>Note que não há a seringa de 1 ml</p><p>Dica! Utilize mneumônico.</p><p>Observe as letras, veja</p><p>o que elas te lembram</p><p>e monte uma frase.</p><p>O F me lembra Feliz o S sempre me</p><p>lembra Se (de concessão) e o P me</p><p>lembrou Passar (sonhoo). Então uso:</p><p>Feliz Se Passar</p><p>Independente da seringa usada, nunca</p><p>vai ser aspirado mais do que 1 ml,</p><p>mesmo se for uma seringa de 3 ou de 5.</p><p>Se der mais que 1 ml, apaga e</p><p>retoma, pois está errado!</p><p>Como se estivesse substituindo p ex a</p><p>seringa de 3 ml pela certa de 1 ml</p><p>- - n</p><p>⇐¥#</p><p>E</p><p>a</p><p>#¥¥</p><p>↳</p><p>✗</p><p>=</p><p>→</p><p>43</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Diluição de MedicaçãoDiluição</p><p>de Medicação</p><p>Reconstituição</p><p>Diluição</p><p>Conforme o Guia para Preparação,</p><p>Administração e Monitoramento do COREN SP:</p><p>"Os veículos recomendados para a</p><p>reconstituição são aqueles comprovadamente</p><p>compatíveis com os medicamentos e que</p><p>quando misturados a ele não o modificam,</p><p>ou seja, não oferecem riscos de turvação,</p><p>precipitação ou perda da estabilidade."</p><p>Transformar</p><p>pó em líquido</p><p>Rediluição</p><p>Soluções</p><p>Isotônicas</p><p>Envolve SG 5%, SF 0,9%, Ringer</p><p>lactato (RL), soroglicofisiológico (SGF)</p><p>Água Destilada</p><p>É recomendada p/ reconstituição das</p><p>medicações, p/ serem administradas</p><p>após refiliação em soluções isotônicas</p><p>Pode-se diluir uma medicação</p><p>reconstituída, se necessário. O</p><p>B</p><p>S</p><p>Quando o medicamento</p><p>em pó precisa ser um</p><p>fármaco em solução,</p><p>adiciona-se então</p><p>líquido próprio.</p><p>Quando o medicamento já é</p><p>uma solução, mas é necessário</p><p>o acréscimo de mais líquido.</p><p>Adicionar solvente.</p><p>Não altera o soluto.</p><p>Muito necessário em pediatria p ex</p><p>Meio que reduz a irritação</p><p>das medicações</p><p>Cuidado! A maioria das</p><p>literaturas não recomendam</p><p>água destilada, pois ela</p><p>tem uma solução hipotônica</p><p>que acaba alterando a</p><p>concentração plasmática,</p><p>podendo gerar alteração</p><p>celular, principalmente das</p><p>hemácias. Ou seja, evita-se a</p><p>água destilada a não ser que</p><p>o fabricante fale algo</p><p>diferente a isso.</p><p>O</p><p>B</p><p>S</p><p>Na diluição de medicação a</p><p>referência p/ as questões de</p><p>uma prova é o que se está na</p><p>bula, o que o fabricante fala!</p><p>Motivos de Acréscimos de Solução:</p><p>Provocar solubilidade</p><p>Conforto ao acesso venoso</p><p>Aumenta a estabilidade</p><p>Quando feito de acordo</p><p>com as indicações</p><p>Proteger a medicação</p><p>Conhecimentos Necessários p/ Diluição:</p><p>Princípio ativo</p><p>Dose do frasco</p><p>Via de administração</p><p>Diluição inicial</p><p>Diluentes compatíveis</p><p>Tempo recomendado p/ infusão</p><p>Introdução</p><p>→</p><p>D-⇐</p><p>*"(→</p><p>e⇒.</p><p>↳</p><p>44</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Estabilidade do fármaco</p><p>Escolha do diluente ideal</p><p>Prevenção de incompatibilidade</p><p>Velocidade de infusão</p><p>Técnicas assépticas</p><p>Monitoração dos pacientes</p><p>No preparo e</p><p>administração</p><p>Durante</p><p>infusão</p><p>Bula</p><p>Evitar o "Erro de Monitoramento"</p><p>Realizar a administração do medicamento e</p><p>não verificar se obteve o efeito desejado ou</p><p>não, ou até alguma reação alérgica.</p><p>Diluição de Medicações Orais</p><p>Cápsula e drágeas são contraindicadas</p><p>quando se requer dosagem diferente</p><p>da forma comercializada.</p><p>Eles terão um sulco (risco)</p><p>indicando um possível "corte"</p><p>no medicamento</p><p>Nem todo medicamento oral</p><p>pode-se diluir! Ex.: OmeprazolO</p><p>B</p><p>S</p><p>Isso significa que ambos os lados</p><p>possuem a mesma concentração</p><p>Comprimidos sulcados podem ser divididos</p><p>Comprimidos não sulcados, devem ser</p><p>diluídos p/ assegurar a concentração.</p><p>Atenção!</p><p>1. Não diluir o diazepan;</p><p>2. Vacomicina, gentamicina e amicacina</p><p>são antibióticos com efeitos ototóxicos</p><p>e nefrotóxicos, relacionados ao pico de</p><p>concentração do fármaco na corrente</p><p>sanguínea, devem ser diluídos e atenção</p><p>ao tempo de infusão das drogas;</p><p>- Vancomicina - 1 hora;</p><p>- Amicacina e Gentamicina 30 min.</p><p>3. O medicamento anfotericina B</p><p>(antifúngico), p ex, não é estável</p><p>em NaCl 0,9%, devendo ser diluído</p><p>em SG 5%;</p><p>4. Succionatos sódico (anti-inflama-</p><p>tório hormonal) e o omeprazol não</p><p>podem ser reconstituídos em água</p><p>destilada, mas sim no diluente pró-</p><p>prio que acompanha o frasco.</p><p>Perde o efeito,</p><p>precipita</p><p>"Quanto à administração de</p><p>uma medicação (preparado/diluído)</p><p>por outro profissional da área da</p><p>saúde, a mesma pode ocorrer após</p><p>a certificação de que no recipiente</p><p>questão encontra-se uma etiqueta</p><p>de identificação contendo o nome</p><p>do paciente, dose/dosagem, princípio</p><p>ativo e solução utilizada p/ a diluição</p><p>do medicamento, horário e a</p><p>identificação do profissional (nome</p><p>e inscrição no respectivo Conselho).</p><p>Ressalta-se que, antes da</p><p>administração, checar a integridade</p><p>da embalagem, a coloração da droga,</p><p>e a possível presença de corpos</p><p>estranhos bem como o prazo de</p><p>validade do medicamento."</p><p>Parec! Núm!o 013 de</p><p>2015 - COFEN/CTLN</p><p>"Em relação ao preparo e a</p><p>administração de medicamentos, os</p><p>profissionais envolvidos nesta tarefa,</p><p>compartilham da responsabilidade</p><p>do cuidado, sendo que a recusa na</p><p>administração poderá ocorrer caso</p><p>o profissional não encontre todas as</p><p>informações necessárias p/ garantia</p><p>de uma prática segura, p/</p><p>si e p/ o paciente"</p><p>-7</p><p>→</p><p>→</p><p>É</p><p>*¥,</p><p>**.</p><p>=</p><p>. |</p><p>e</p><p>45</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>"Justifica-se a implantação deste</p><p>sistema, entre outros, por proporcionar</p><p>a diminuição de erros no preparo da</p><p>medicação, otimizar o tempo do pessoal</p><p>de enfermagem, traduzidos pela</p><p>elevação da qualidade de assistência</p><p>prestada aos pacientes (tempo revertido</p><p>p/ assistência direta aos pacientes,</p><p>permitindo uma atenção individualizada,</p><p>mais humanizada), e também por</p><p>facilitar maior coesão do farmacêutico</p><p>com a equipe de saúde."</p><p>Boas práticas p/ preparação de dose</p><p>unitária e unitarização de doses de</p><p>medicamento em serviços de saúde:</p><p>Adequação da forma</p><p>farmacêutica à quantidade</p><p>correspondente à dose</p><p>prescrita</p><p>Adequação da forma farmacêutica</p><p>em doses previamente selecionadas</p><p>p/ atendimento a prescrições nos</p><p>serviços de saúde</p><p>cujos suas características de qualidade</p><p>e rastreamento são preservadas</p><p>É a subdivisão da embalagem primária</p><p>do medicamento em frações menores a</p><p>partir da embalagem original</p><p>Mantém os seus dados de</p><p>identificação e qualidade</p><p>Realizado sob responsabilidade</p><p>e orientação do farmacêuticoO</p><p>B</p><p>S</p><p>Dose</p><p>Unitária:</p><p>Dose Unitarizada:</p><p>Fracionamento em Serviços de Saúde:</p><p>Preparação de Dose</p><p>Unitária de Medicamento:</p><p>Inclui fracionamento em serviços</p><p>de saúde, subdivisão de forma</p><p>farmacêutica ou transformação/</p><p>derivação, desde que se destinem</p><p>à elaboração de doses unitárias</p><p>Visa atender às necessidades</p><p>terapêuticas exclusivas de</p><p>pacientes em atendimento</p><p>nos serviços de saúde.</p><p>Realizado sob</p><p>responsabilidade</p><p>e orientação do</p><p>farmacêutico</p><p>O</p><p>B</p><p>S</p><p>"Aquela preparação está p/ aquele</p><p>paciente - particulamente"</p><p>Parec! COREN BA -</p><p>Núm!o 001/2014</p><p>Os profissionais</p><p>de enfermagem poderão</p><p>administrar em seus pacientes/</p><p>clientes as doses preparadas</p><p>pelo farmacêutico, conforme</p><p>prescrição médica existente e</p><p>após a inspeção do produto.</p><p>Identificação;</p><p>Integridade da embalagem;</p><p>Coloração;</p><p>Presença de corpos estranhos; e</p><p>Prazo de validade</p><p>Atenção! Esses pareceres</p><p>são importantes, pois contém</p><p>informações importantes</p><p>cobradas em provas.</p><p>E #¥,</p><p>7 ! *µ,</p><p>i</p><p>*µ,</p><p>46</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Medicamentos em Destaque</p><p>e as suas Diluições</p><p>Adrenalina Na parada cardíaca é</p><p>administrada diretamente</p><p>Mas, em crianças p ex, pode-se usar a</p><p>solução de adrenalina, que pode ser tanto</p><p>com SF (soro fisiológico) como SG (Soro</p><p>glicosado) 250ml se infusão contínua</p><p>Albumina Aumenta pressão osmótica</p><p>do vaso sanguíneo (proteína)</p><p>Administrar até 4 horas após aberto</p><p>Amicacina Não misturar com</p><p>outras medicações</p><p>Diluição com SF ou SG 100 ou 200 ml</p><p>Ranitidina Se dilui p/ 20 ml</p><p>SF ou SG</p><p>Amiodarona</p><p>(Antiarritmico)</p><p>Importante nas paradas</p><p>cardíacas (sendo</p><p>administrado direto)</p><p>Como de controle: diluição em SG 250 ml</p><p>Morfina É 1 mg por ml, sendo</p><p>diluída em água destilada</p><p>Sulfato de</p><p>Magnésio</p><p>Diluir antes</p><p>de administrar</p><p>Infusão de</p><p>30-60 minSF ou SG 250 ml</p><p>Tramal</p><p>1 ml p/ cada mg</p><p>do medicamento</p><p>SF ou água destilada (AD)</p><p>Uso imediato</p><p>Como dá muita náusea e,</p><p>consequentemente, vômito quanto mais</p><p>lento e diluído melhor p/ o paciente.</p><p>Temoxican</p><p>Diluente próprio: AD</p><p>em um frasco de 2 ml</p><p>Possui estabilidade muito curta, por</p><p>isso o uso imediato!</p><p>(Não usar em infusão)</p><p>Dopamina SF ou SG 100 a 250 ml</p><p>Estabilidade 24h</p><p>Em solução alcantila é inativada!</p><p>Nepride</p><p>É um vasodilatador (diminui a</p><p>resistencia do vaso), sendo um</p><p>anti-hipertensivo de ação rápida</p><p>Há manuais de diluição</p><p>como o da EBSERH e o da</p><p>Secretaria de Saúde</p><p>do</p><p>DF os quais auxiliam na</p><p>consulta p/ esse preparo</p><p>de medicação (diluição). Por</p><p>isso, recomenda-se tê-los.</p><p>Cada medicamento possui</p><p>particularidades: se precisa</p><p>reconstituir, quanto reconstituir,</p><p>qual solução que utiliza p/</p><p>reconstituir, se há interação.</p><p>É fundamental estudar e revisar</p><p>principalmente os medicamentos</p><p>mais cobrados em provas!</p><p>Dicas!</p><p>Pode ser tóxico em doses altas</p><p>Exclusivamente via parenteral</p><p>Ele é fotossensível, precisando ser</p><p>usado em equipo fotossensível diluído</p><p>e com monitorização, pois a pressão</p><p>do paciente pode cair bruscamente</p><p>Somente usado em</p><p>bomba de infusão</p><p>2 ml em SG 5%, tem diluente próprio</p><p>Estabilidade curta (4h) em equipo</p><p>não fotossensível</p><p>24h de estabilidade protegido da luz</p><p>Estabilidade de 24h</p><p>Estabilidade 24h Risco de flebite</p><p>Benzilpenicilina</p><p>4 ml de AD Uso imediato</p><p>→</p><p>÷</p><p>→</p><p>→¥→→</p><p>→</p><p>→</p><p>↳</p><p>47</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Questão com Resolução 01</p><p>As informações necessárias</p><p>p/ a diluição estará em:</p><p>Prescrição</p><p>Médica</p><p>Ampola do</p><p>Medicamento</p><p>Diluente</p><p>É preciso interpretá-los</p><p>Pesquise "Guia p/ Preparo de</p><p>Medicamentos Injetáveis" (EBSERH)</p><p>no Google e aparecerá o PDF</p><p>mencionado anteriomente.</p><p>Leia sempre os pareceres do</p><p>COFEN e também de CORENs</p><p>como, p ex, de SP, que é</p><p>muito ativo, produzindo não</p><p>só parecer, mas também.</p><p>manuais importantes;</p><p>de DF, entre outros.</p><p>Dica</p><p>Como Resolv!</p><p>Questões de Diluição</p><p>Prescrição médica: Aminofilina</p><p>120 mg em 50 mL SF 0,9% por VE.</p><p>via</p><p>endovenosa</p><p>Na ampola de Aminofilina verificar</p><p>a seguinte informação:</p><p>Isso significa que a cada 1 mL da</p><p>ampola há 24 mg de Aminofilina.</p><p>24 mg/mL ou 24o mg/10 mL</p><p>Note que com essa informação</p><p>pode-se calcular quantos mL</p><p>estará os 120 mg de Aminofilina.</p><p>Devemos pensar: "Se em 1 mL da</p><p>ampola há 24 mg, em quantos</p><p>ml da ampola estará os 120 mg</p><p>(que foi o prescrito)?"</p><p>24 mg - 1 ml</p><p>120 mg - X ml</p><p>24X = 120</p><p>X = 120</p><p>24</p><p>X = 5 ml</p><p>Então em</p><p>5 mL da</p><p>ampola terá</p><p>120 mg de</p><p>Aminofiilna</p><p>E p/ preparar os 120 mg de</p><p>aminofilina que o médico pediu,</p><p>será preciso aspirar 5 mL da</p><p>ampola e infundir em 50 mL de</p><p>soro fisiológico como ele pediu.</p><p>Porém, como normalmente a</p><p>apresentação do soro fisiológico</p><p>(SF) nos hospitais começa em 100 mL</p><p>(antes de adicionar a Aminofilina</p><p>nele), é preciso então desprezar</p><p>50 mL desse soro de 100 mL,</p><p>p/ que tenha os 50 mL de SF</p><p>(volume do soro prescrito).</p><p>Diluído os 5 mL da ampola de</p><p>Aminofilina nos 50 mL de soro</p><p>fisiológico, como prescrito pelo</p><p>médico, estará pronto para</p><p>administração.</p><p>÷</p><p>÷</p><p>.</p><p>48</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Nesse caso vamos utilizar 10 ml de AD</p><p>Essa quantidade p/</p><p>diluição dependerá p ex da</p><p>instituição, por isso pode</p><p>ser dado pela questão.</p><p>O</p><p>B</p><p>S</p><p>Questão com Resolução 02</p><p>Prescrição médica: Cefalin, 200 mg, por</p><p>via endovenosa de 6/6 horas. Há na clí-</p><p>nica frasco ampola de 1 g.</p><p>Note que o 1º passo nesse caso é diluir</p><p>o medicamento, pois há somente soluto.</p><p>A quantidade do soluto é de</p><p>1 g = 1000 mg, agora é só montar</p><p>a regra de três p/ saber em</p><p>quantos mL terá 200 mg.</p><p>Devemos pensar: Se em 1000 mg terei</p><p>10 ml (que usei p/ diluição), 200 mg (que</p><p>é o da prescrição) terá em quantos mL?</p><p>1000 mg - 10 ml</p><p>200 mg - X ml</p><p>1000X = 2000</p><p>X = 2000</p><p>1000</p><p>X = 2 ml</p><p>Então, p/</p><p>administrar</p><p>200 mg</p><p>de Cefalin</p><p>é preciso</p><p>administrar</p><p>2 mL da</p><p>diluição feita.</p><p>É necessário quando se tem prescrito</p><p>uma quantidade muito pequena.</p><p>Rediluição de Medicamentos</p><p>Prescrição médica: 5 mg de Garamicina</p><p>por via endovenosa de 12/12h, diluídos em</p><p>20 mL de SG 5%. Há na clínica apenas am-</p><p>polas de 1 ml com 40 mg/ml.</p><p>Como a quantidade é muito</p><p>pequena a ampola de 1 ml será</p><p>diluída em 7 mL de AD</p><p>Questão com Resolução 03</p><p>Essa quantidade p/</p><p>diluição dependerá p ex da</p><p>instituição, por isso pode</p><p>ser dado pela questão.</p><p>O</p><p>B</p><p>S</p><p>1 ml + 7 ml = 8 ml com 40 mg</p><p>Da ampola De AD mg presente já na</p><p>ampola de 1 ml</p><p>Devemos pensar: Se em 40 mg tem</p><p>terá 8 ml, em quantos ml terá os</p><p>5 mg prescritos?</p><p>40 mg - 8 ml</p><p>5 mg - X ml</p><p>40X = 8 x 5</p><p>X = 40</p><p>40</p><p>X = 1 ml</p><p>Será utilizado 1 ml da solução,</p><p>colocando-a em 20 ml de SG 5% EV</p><p>(como prescrito).</p><p>Questão com Resolução Extra</p><p>Prescrição médica: 500 mg via oral</p><p>de Keflex (250 mg/5 ml) suspensão</p><p>de 6/6 horas quantos ml devemos</p><p>administrar?</p><p>Note que não é dado o número</p><p>de gotas por minuto (pois não é</p><p>do que a questão trata) e pede</p><p>o volume a administrar.</p><p>P/ isso é preciso ver no frasco</p><p>do fármaco a quantidade do soluto</p><p>por ml. Essa quantidade será</p><p>trazida na questão como no ex</p><p>-</p><p>IHE</p><p>IHE</p><p>r</p><p>,</p><p>-</p><p>"</p><p>E</p><p>×</p><p>-</p><p>HEI</p><p>→</p><p>↳</p><p>× t</p><p>49</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Devemos pensar: Se em 5 ml tem 250</p><p>mg, quantos ml terei em 500 mg?</p><p>250 mg - 5 ml</p><p>500 mg - X ml</p><p>250X = 5 x 500</p><p>X = 2500</p><p>250</p><p>X = 10 ml</p><p>Então o volume que se</p><p>deve administrar p/ 500 mg</p><p>prescritos é 10 ml.</p><p>"</p><p>|</p><p>HAI</p><p>50</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne Griffin; et al. Fundamentos de Enfermagem.</p><p>8ª Edição. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2013.</p><p>CHEEVER, Kerry H.; HINHLE, Janice L. Brunner e Sudarth: Tratado de Enfermagem</p><p>Médico-Cirúrgia. 13ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.</p><p>GOLAN, David E. et al. Princípios de farmacologia: a base fisiopatológica da</p><p>farmacoterapia. 3ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.</p><p>Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem COFEN número 564 de 2017.</p><p>Parecer número 13 de 2015 - COFEN/CTLN.</p><p>Parecer número 01 de 2014 - COREN BA.</p><p>Manuais de Segurança do Paciente do Ministério da Saúde.</p><p>Guia para Preparação, Administração e Monitoramento do COREN SP.</p><p>Referências Referências</p><p>51</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>25</p><p>. Terapias Infusionais (Bólus, Rápida, Lenta, Contínua e Intermitente) .......... 25</p><p>. Tempo de Troca de Equipo e Dispositvos Complementares ........................ 25</p><p>. Complicações da Administração EV ............................................................. 25</p><p>. Descarte Seguro e Acidentes com Pérfuro Cortantes .................................. 26</p><p>2.4.8 - Vantagens e Desvantagens das Vias Parenterais Diretas ....................... 26</p><p>2.4.9 - Via Parenteral Indireta</p><p>Via Transdérmica ............................................................................................... 27</p><p>Via Inalatória ...................................................................................................... 28</p><p>Via Transmucosa ............................................................................................... 28</p><p>2.5 - Vias Especiais:</p><p>Via Intra-arterial ................................................................................................... 28</p><p>Via Intra-articular ................................................................................................. 28</p><p>Via Intracardíaca ................................................................................................. 28</p><p>Via Intratecal ....................................................................................................... 28</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>3.0 - Cuidado com Cateteres Periféricos (ANVISA 2017):</p><p>Higiene das Mãos .................................................................................................. 29</p><p>Seleção de Cateter e Sítio de Inserção ................................................................. 29</p><p>Preparo da Pele ..................................................................................................... 30</p><p>Estabilização .......................................................................................................... 30</p><p>Coberturas ............................................................................................................. 31</p><p>Flushing e Manutenção do Cateter Periférico ....................................................... 31</p><p>Cuidados com o Sítio de Inserção ......................................................................... 31</p><p>Remoção do Cateter .............................................................................................. 32</p><p>4.0 - Cálculo de Medicações:</p><p>Conceitos Importantes ........................................................................................... 33</p><p>Sistema Métrico ..................................................................................................... 36</p><p>Fórmulas de Gotejamento .................................................................................... 36</p><p>Cálculo com Penicilina Cristalina ........................................................................... 37</p><p>Transformação de Soro Glicosado ......................................................................... 38</p><p>Mudança de Forma de Apresentação .................................................................... 40</p><p>Mais Questões Resolvidas ..................................................................................... 40</p><p>Cálculo com Insulina .............................................................................................. 43</p><p>5.0 - Diluição de Medicação:</p><p>Introdução .............................................................................................................. 44</p><p>Diluição de Medicações Orais ............................................................................... 45</p><p>Parecer Número 13 de 2015 - COFEN/CTLN ....................................................... 45</p><p>Parecer COFEN BA - NÚMERO 001/2014 ............................................................ 46</p><p>Medicamentos em Destaque e as Suas Diluições ................................................. 47</p><p>Como Resolver Questões de Diluição com Resolução de Questões .................... 48</p><p>Rediluição de Medicamentos ................................................................................. 49</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>MedicamentosaMedicamentosa</p><p>TERAPÊUTICA TERAPÊUTICA</p><p>Droga</p><p>Conceitos G!ais :</p><p>Efeitos</p><p>Benéficos</p><p>Ao serem produzidos por manipulação</p><p>ou pela indústria seguem todos os requisi-</p><p>tos legais (definidos pela ANVISA - Agên-</p><p>cia Nacional de Vigilância Sanitária). Todo fármaco é uma</p><p>droga, mas nem toda</p><p>droga é um fármaco.</p><p>Assim como todo medi-</p><p>camento é remédio,</p><p>mas nem todo remédio</p><p>é um medicamento.</p><p>Fase Farmacêutica do</p><p>Medicamento</p><p>Fase pré-ingestão</p><p>Dose administrada Desintegração</p><p>Dissolução da substância ativa</p><p>Fase Farmacocinética</p><p>do Medicamento</p><p>Fase pós-ingestão;</p><p>Absorção Distribuição</p><p>Metabolização/biotransformação</p><p>Cinética: “movimento”</p><p>o local onde ela vai ser absorvida</p><p>P/ onde ela vai</p><p>Onde vai ser metabolizada,</p><p>p ex. no fígado</p><p>Excreção</p><p>Obs: Todas as</p><p>medicações que são</p><p>absorvidos pelo intestino</p><p>(administradas por via</p><p>oral ou retal) sofrem o</p><p>metabolismo hepático</p><p>Ex.: oral, parenteral.</p><p>Ocorre a dissolução da medicação e</p><p>liberação do princípio ativo</p><p>Estudo da atividade</p><p>biológica de substâncias</p><p>químicas na matéria viva.</p><p>Farmacologia</p><p>Atividade</p><p>Biológica</p><p>Ela é seletiva quando a</p><p>resposta ocorre em algumas</p><p>células especificas e não</p><p>em outras.</p><p>Qualquer substância de</p><p>origem animal, vegetal ou</p><p>mineral que pode promover</p><p>alterações na estrutura e</p><p>função do organismo.</p><p>Quando causam:</p><p>Efeitos</p><p>Maléficos</p><p>FármacoAgente Tóxico</p><p>Substância química com es-</p><p>trutura já definida, que é o</p><p>princípio ativo do medicamento.</p><p>Fármaco</p><p>Seus efeitos no organismo também já</p><p>são conhecidos, pois foram estudados.</p><p>Produzem, no geral alterações no</p><p>organismo com a finalidade de gerar</p><p>um efeito benéfico</p><p>Medicamentos</p><p>Substâncias ou</p><p>preparações elaborados</p><p>a partir de fármacos.</p><p>Cura de</p><p>doenças</p><p>DiagnósticoPrevenção</p><p>Alívio de</p><p>sintomas</p><p>Finalidades:</p><p>Tudo que pode ser feito</p><p>para avaliar, tratar ou até</p><p>mesmo curar um indivíduo.</p><p>Banho Chá</p><p>Oração</p><p>Bolsa quente</p><p>ou de gelo</p><p>Exemplos:</p><p>Remédio</p><p>(Benefícios)</p><p>Tem relação com a via de administ.</p><p>Envolve:</p><p>Estuda todo o movimento que a medi-</p><p>cação vai realizar desde a ingestão a-</p><p>té seu processo de eliminação</p><p>Envolve:</p><p>-</p><p>=</p><p>e</p><p>Iv</p><p>-</p><p>i:</p><p>'</p><p>- -</p><p>"</p><p>→ !-HEHE HEHE</p><p>I</p><p>e i</p><p>e |</p><p>-</p><p>6</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Fase Farmacodinâmica</p><p>do Medicamento</p><p>É o que a medicação ocasionará (os efei-</p><p>tos, as respostas) ao indivíduo.</p><p>Envolve:</p><p>Fase Farmacocinética</p><p>Fase Farmacodinâmica</p><p>Receptor</p><p>Interação</p><p>Droga</p><p>1. Absorção dele;</p><p>2. Distribuição dele;</p><p>3. Biotransformação;</p><p>4. Sua eliminação;</p><p>5. Relação</p><p>Dose-Concentração</p><p>1. Mecanismo de ação;</p><p>2. Efeitos bioquímicos;</p><p>3. Efeitos fisiológicos;</p><p>4. Relação</p><p>concentração-efeito.</p><p>A rapidez e o</p><p>tempo levado</p><p>p/ o fármaco</p><p>aparecer no</p><p>órgão alvo</p><p>A resposta e a sensi-</p><p>bilidade determinam a</p><p>magnitude do efeito de</p><p>determinada concentração</p><p>determinam</p><p>Aspectos Legais</p><p>Atenção! Medicação é uma das</p><p>assistências de enfermagem que gera</p><p>maior impacto na vida do paciente.</p><p>Positivo ou negativo</p><p>ATENÇÃO!</p><p>O paciente é colocado sob risco</p><p>durante uma intervenção feita p/</p><p>melhora de sua saúde!</p><p>É possível causar danos ao paciente</p><p>durante os cuidados de saúde que</p><p>proporcionamos!</p><p>Fatores que Contribuem p/ os Erros</p><p>Humanos</p><p>Conhecimento/</p><p>Habilidades</p><p>Treinamento, reciclagem,</p><p>procedimentos técnicos,</p><p>formação...</p><p>Psicológicos Estresse, tédio, frustração,</p><p>ansiedade, desconhecimento</p><p>Fisiológicos Sono, fadiga, drogas...</p><p>Ambientais</p><p>Barulho, agitação, calor,</p><p>estímulos visuais...</p><p>Erros comuns:</p><p>Profissional administra em um pacien-</p><p>te quantidade a mais (p ex. duplicada)</p><p>que a dose prescrita de metotrexato.</p><p>Paciente MORRE!</p><p>Paciente recebe 10x mais a dose</p><p>de</p><p>insulina. Entra em choque, é ressuscita-</p><p>do, mas permanece com lesão cerebral.</p><p>Situação IRREVERSÍVEL!</p><p>Medicação de</p><p>tratamento oncológico</p><p>Conceitos Importantes:</p><p>Negligência</p><p>Imprudência</p><p>Imperícia</p><p>Falta de atenção ou</p><p>cuidado/inobservância de</p><p>deveres e obrigações</p><p>Ato de agir perigosamente,</p><p>com falta de moderação</p><p>ou precaução - temeridade.</p><p>Falta de experiência ou</p><p>conhecimentos práticos</p><p>necessários ao exercício</p><p>de sua profissão, inábil.</p><p>Sabe que é</p><p>errado e faz</p><p>Fazer sem saber</p><p>Obs.: Esses conceitos não se misturam.</p><p>Eles servem p/ diferenciar e catego-</p><p>rizar as ações profissionais.</p><p>Código de Ética dos Profissionais de</p><p>Enfermagem COFEN n° 564/2017</p><p>Art. 22 Recusar-se a executar</p><p>atividades que não sejam de</p><p>sua competência técnica, científica,</p><p>ética e legal ou que não ofereçam</p><p>segurança ao profissional, à pessoa,</p><p>família e coletividade.</p><p>(escolha)</p><p>(Obrigação)</p><p>Art. 24 Exercer a profissão com justiça,</p><p>compromisso, equidade, resolutividade,</p><p>dignidade, competência, responsabilidade,</p><p>honestidade e lealdade.</p><p>- > Direitos:</p><p>- > Deveres:</p><p>⇒⇒⇒.</p><p>i.</p><p>E ⇒⇒.</p><p>-</p><p>-</p><p>n</p><p>-</p><p>I</p><p>e</p><p>t</p><p>e</p><p>I</p><p>-[ ⇒⇒</p><p>HÃE HEHE</p><p>C ⇒⇒⇒.</p><p>(oiE-</p><p>É -</p><p>e</p><p>--</p><p>e</p><p>) !E</p><p>7</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Art. 36 - Registrar no</p><p>prontuário e em outros</p><p>documentos as informações</p><p>inerentes e indispensáveis ao</p><p>processo de cuidar de forma</p><p>clara, objetiva, cronológica,</p><p>legível, completa e sem rasura.</p><p>Administração de</p><p>Medicamentos</p><p>É o processo de preparo e</p><p>introdução de substância química no</p><p>organismo humano, visando a obtenção</p><p>de efeito terapêutico.</p><p>Art. 38 - Prestar informações</p><p>escritas e/ou verbais, completas</p><p>e fidedignas, necessárias à</p><p>continuidade da assistência e</p><p>segurança do paciente.</p><p>Art. 45 - Prestar assistência de</p><p>Enfermagem livre de danos decorrentes</p><p>de imperícia, negligência ou imprudência.</p><p>Art. 46 - Recusar-se a executar</p><p>prescrição de Enfermagem e</p><p>Médica na qual não constem</p><p>assinatura e número de registro do</p><p>profissional prescrito, exceto em</p><p>situação de urgência e emergência.</p><p>Art. 47 - Posicionar-se contra,</p><p>e denunciar aos órgãos competen-</p><p>tes, ações e procedimentos de</p><p>membros da equipe de saúde,</p><p>quando houver risco de danos</p><p>decorrentes de imperícia,</p><p>negligência e imprudência ao</p><p>paciente, visando a proteção a</p><p>pessoa, família e coletividade.</p><p>Art. 51 - Responsabilizar-se por falta</p><p>cometida em suas atividades profissionais,</p><p>independentemente de ter sido praticada</p><p>individual ou em equipe, por imperícia,</p><p>imprudência ou negligência, desde que</p><p>tenha participação e/ou conhecimento</p><p>prévio do fato.</p><p>- > Proibições :</p><p>Art. 62 - Executar atividades que não</p><p>sejam da sua competência técnica,</p><p>científica, ética e legal ou que não</p><p>ofereçam segurança ao profissional, à</p><p>pessoa, à família e à coletividade.</p><p>Art. 63 - Colaborar ou acumpliciar-se</p><p>com pessoas físicas ou jurídicas que</p><p>desrespeitem a legislação e princípios</p><p>que disciplinam o exercício profissional</p><p>de Enfermagem.</p><p>Art. 77 - Executar procedimentos</p><p>ou participar da assistência à saúde</p><p>sem o consentimento formal da</p><p>pessoa ou de seu representante ou</p><p>responsável legal, exceto em iminente</p><p>risco de morte.</p><p>Art 78 - Administrar medicamentos</p><p>sem conhecer indicação, ação da</p><p>droga, via de administração e</p><p>potenciais riscos, respeitados os graus</p><p>de formação do profissional.</p><p>Art. 80 - Executar prescrições e pro-</p><p>cedimentos de qualquer natureza que</p><p>comprometam a segurança da pessoa.</p><p>Art. 88 - Registrar e assinar as ações</p><p>de Enfermagem que não executou, bem</p><p>como permitir que suas ações sejam</p><p>assinadas por outro profissional.</p><p>Usuário Certo</p><p>Dose Certa</p><p>Medicamento</p><p>Certo</p><p>Hora Certa</p><p>Via Certa</p><p>Anotação Certa</p><p>Orientações</p><p>ao Paciente</p><p>Compatibilidade</p><p>Medicamentosa</p><p>Direito a recusar</p><p>medicamento</p><p>(Peterlini, 2003)</p><p>Deve-se seguir uma sequência de</p><p>"certos" que servem como verificação:</p><p>Obs.: Algumas literaturas ainda</p><p>acrescentam outros certos.</p><p>Confira na próxima página.</p><p>Iii</p><p>8</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>3 Leituras Certas da Medicação :</p><p>Deve-se conferir no rótulo da medicação:</p><p>Primeira vez</p><p>Segunda vez</p><p>Terceira vez</p><p>Antes de retirar o</p><p>frasco ou ampola do</p><p>armário ou carrinho</p><p>de medicamento</p><p>Antes de retirar ou</p><p>aspirar o medicamento</p><p>do frasco ou ampola</p><p>Antes de recolocar no</p><p>armário ou desprezar o</p><p>frasco ou ampola no</p><p>recipiente</p><p>Prescrição de Medicamentos:</p><p>Partes da prescrição médica:</p><p>1 . Nome do usuário;</p><p>2 . Nome do medicamento e dose;</p><p>3 . Via de administração;</p><p>4 . Tempo de administração e frequência;</p><p>5 . Instruções especiais;</p><p>6 . Assinatura, data e carimbo do médico.</p><p>Exemplo de prescrição incorreta:</p><p>O profissional de enfermagem</p><p>tem todo o direito de se recusar</p><p>a realizar a prescrição</p><p>Regras gerais:</p><p>É preciso que seja uma prescrição</p><p>médica, escrita e assinada. Somente</p><p>em caso de emergência, pode-se aten-</p><p>der a prescrição verbal, que deve</p><p>ser transcrita pelo médico logo que</p><p>possível.</p><p>Lavar as mãos antes de preparar</p><p>e administrar o medicamento;</p><p>Fazer a desinfecção da bandeja</p><p>antes do preparo e depois da admi-</p><p>nistração do medicamento;</p><p>Manter o local de preparo da me-</p><p>dicação o mais limpo e em ordem;</p><p>Diminui as chances de erro</p><p>Anotar qualquer anormalidade a-</p><p>pós a administração do medicamento;</p><p>Não conversar durante o preparo</p><p>do medicamento;</p><p>Em caso de dúvida, nunca adminis-</p><p>trar o medicamento até que ela se-</p><p>ja esclarecida;</p><p>Não administrar medicamento pre-</p><p>parado por outras pessoas;</p><p>Inteirar-se sobre as diversas dro-</p><p>gas, p/ conhecer os cuidados especí-</p><p>ficos sobre a administração, conser-</p><p>vação e cuidados;</p><p>Após a administração, desprezar</p><p>o material e organizar o ambiente.</p><p>Nome Ilegível</p><p>e incompleto</p><p>ATENÇÃO!</p><p>Nunca administrar</p><p>medicamento sem rótulo;</p><p>Certificar-se das condições</p><p>de conservação do medicamento;</p><p>Prescrição Certa</p><p>Ação Certa</p><p>Tempo de</p><p>Administração Certo</p><p>Forma/</p><p>Apresentação Certa</p><p>Validade Certa Rasura</p><p>é crime</p><p>Medicação Ilegível</p><p>Local não diz</p><p>afago</p><p>I-E .</p><p>E</p><p>.</p><p>¥⇒.</p><p>.</p><p>i</p><p>i</p><p>e</p><p>s</p><p>,</p><p>te</p><p>-</p><p>.</p><p>.</p><p>e</p><p>-</p><p>8</p><p>• I</p><p>8</p><p>9</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Visando reduzir os incidentes ocasionados por erros de imperícia, negligência e</p><p>imprudência, o núcleo de segurança do paciente do ministério da saúde identificou e</p><p>solicita os seguintes “mandamentos” para segurança do paciente e do profissional:</p><p>10</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Prescrição certa</p><p>Paciente certo</p><p>Medicamento</p><p>certo</p><p>Validade</p><p>certa</p><p>Forma/</p><p>apresentação</p><p>certa</p><p>Dose certa</p><p>Compatibilidade certa</p><p>Orientação</p><p>ao paciente</p><p>Via certa de</p><p>administração</p><p>Horário certo</p><p>Tempo de</p><p>administração certo</p><p>Ação certa</p><p>Registro certo</p><p>é necessário conter</p><p>Nome completo</p><p>do paciente</p><p>Data de nascimento</p><p>N° do atendimento</p><p>N° da</p><p>prescrição</p><p>Data da prescrição</p><p>precisa-se conferir</p><p>Nome</p><p>completo</p><p>Data de</p><p>nascimento</p><p>através da</p><p>Pulseira de Identificação</p><p>é preciso</p><p>verificar o rótulo</p><p>da medicação 3 x</p><p>Antes de</p><p>retirar</p><p>do local</p><p>Antes de</p><p>aspirar o</p><p>medicamento</p><p>Antes de</p><p>recolocar no local</p><p>1°</p><p>2°</p><p>3°</p><p>Se a medicação a</p><p>administrar é compatível</p><p>com outra que o paciente</p><p>já recebe</p><p>pois</p><p>Existem drogas</p><p>que não podem ser</p><p>administradas juntas</p><p>podendo</p><p>p ex.</p><p>Uma interromper</p><p>a ação da outra</p><p>Medicação</p><p>Via de</p><p>administração</p><p>quanto a</p><p>Observar na</p><p>prescrição</p><p>pois</p><p>Existem diversas</p><p>vias p/ um mesmo</p><p>fármaco</p><p>Medicação seja</p><p>infundida no</p><p>tempo certo</p><p>é preciso</p><p>observar</p><p>Possíveis reações</p><p>adversas</p><p>deve-se</p><p>registrar</p><p>Medicamento</p><p>administrado</p><p>Hora</p><p>Via</p><p>Dose com a</p><p>Os 13</p><p>Certos</p><p>Os 13</p><p>Certos</p><p>Usuário Certo</p><p>Dose Certa</p><p>Medicamento</p><p>Certo</p><p>Hora Certa</p><p>Via Certa</p><p>Anotação Certa</p><p>Orientações</p><p>ao Paciente</p><p>Compatibilidade</p><p>Medicamentosa</p><p>Direito a recusar</p><p>medicamento</p><p>(Peterlini, 2003)</p><p>Bancas de concursos ainda consideram</p><p>os nove certos</p><p>(dez, 2020)</p><p>j÷÷.IE??:--.o:..</p><p>À</p><p>⇒</p><p>11</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS</p><p>Tipos de Vias Tipos de Vias</p><p>ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS</p><p>Introdução</p><p>Conceito:</p><p>Escolha da Via:</p><p>Tipo</p><p>de ação</p><p>desejada</p><p>Rapidez</p><p>de ação</p><p>desejada</p><p>Natureza do</p><p>medicamento</p><p>Via Tópica</p><p>Efeito local. A substância é aplicada di-</p><p>retamente onde deseja-se a ação.</p><p>Métodos:</p><p>Epidérmica Oftalmológica Otológica</p><p>Via Epidérmica:</p><p>Via Oftalmológica :</p><p>Via otológica:</p><p>Materiais Necessários:</p><p>3 . Espalhar de forma suave e unifor-</p><p>me, devendo-se apenas efetuar uma</p><p>fricção caso seja indicada pelo médico;</p><p>4 . Quando ficarem excessos devem ser</p><p>retirados com uma gaze;</p><p>5 . Registrar no prontuário.</p><p>Segundo Potter, 2009:</p><p>É o caminho pelo qual uma droga é colo-</p><p>cada em contato com o organismo, ou seja,</p><p>é sua porta de entrada.</p><p>Os medicamentos estão disponíveis em</p><p>diferentes formas, ou preparações, o que</p><p>determina sua via de administração.</p><p>Existem alguns fatores que determinam</p><p>a escolha da via a se administrar o medi-</p><p>camento, são eles:</p><p>Bandeja</p><p>Espátula, contra-gotas, aplicador</p><p>Gazes</p><p>Luvas de procedimentos</p><p>Medicamento</p><p>Aplicação de substâncias ativas direta-</p><p>mente na pele, sob forma de pomadas,</p><p>cremes, loções, dentre outros.</p><p>Aplicação:</p><p>1 . Lavar as mãos e zona a tratar;</p><p>2 . Depositar uma quantidade suficiente</p><p>do produto sobre a zona a tratar;</p><p>Aplicação diretamente ocular.</p><p>Antes de realizar é necessário limpar</p><p>os olhos p/ remover secreções, crostas.</p><p>Aplicação:</p><p>1 . Com o paciente confortavelmente</p><p>posicionado em decúbito dorsal ou sen-</p><p>tado, com o rosto voltado p/ cima, o</p><p>profissional deve expor a conjuntiva</p><p>da pálpebra inferior e solicitar-lhe</p><p>que dirija o olhar p/ cima. Instila a</p><p>solução com o conta-gotas.</p><p>2 . Orientar o paciente para que fe-</p><p>che as pálpebras e mova os olhos, o</p><p>que espalha uniformemente;</p><p>3 . Registrar no prontuário.</p><p>Obs.: As mesmas orientações devem ser</p><p>seguidas p/ aplicação de pomada ao longo</p><p>da pálpebra superior e inferior.</p><p>Aplicação diretamente no ouvido.</p><p>A posição mais adequada: decúbito</p><p>lateral.</p><p>Aplicação:</p><p>1 . Distenda o meato acústico externo</p><p>da orelha do paciente para facilitar</p><p>que a medicação alcance o tímpano:</p><p>-</p><p>. . .</p><p>.</p><p>.</p><p>. . .</p><p>.</p><p>. .</p><p>.</p><p>.</p><p>.</p><p>O</p><p>-</p><p>÷</p><p>-</p><p>t:-</p><p>e</p><p>.</p><p>.</p><p>.÷</p><p>8</p><p>12</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Via Nasal:</p><p>a . Adulto: puxe p/ cima e p/ trás.</p><p>b . Criança: puxe p/ baixo e p/ trás.</p><p>2 . Instrua o paciente para permanecer</p><p>nessa posição por 5 a 10 min.</p><p>3 . Se ordenado, comprima um algodão;</p><p>4 . Registrar no prontuário.</p><p>Via Ent!al</p><p>Possui efeito sistêmico. Recebe-se a</p><p>substância via trato digestivo.</p><p>Via Oral (VO):</p><p>Vantagens da Via Tópica</p><p>- Administração direta sobre pele/mucosa;</p><p>- Baixo custo de administração;</p><p>- Fácil administração;</p><p>- Autoadministração;</p><p>- Indolor;</p><p>- Pode causar irritação local;</p><p>- Muitos fármacos são pouco absorvidos</p><p>pela pele intacta.</p><p>Vantagens da Via Oral:</p><p>- Preparações mais baratas ;</p><p>- Baixo custo de administração;</p><p>- Fácil administração do medicamento;</p><p>- Autoadministração;</p><p>- Confortável e Indolor;</p><p>- Segurança;</p><p>- Efeito prolongado.</p><p>Desvantagens da Via Oral:</p><p>grande extensão</p><p>de absorção</p><p>não invasivo e</p><p>menor possibilidade</p><p>de causar infecção</p><p>sistêmica</p><p>- Efeito terapêutico mais lento;</p><p>- Possibilidade de causar irritação</p><p>gástrica;</p><p>- Paciente precisa estar consciente p/</p><p>deglutir o medicamento;</p><p>- Paciente com vômito não pode usar;</p><p>- Interfere na digestão;</p><p>- Intolerância, pacientes podem ter</p><p>dificuldades para deglutir;</p><p>- Ocorre metabolismo de 1ª passagem;</p><p>- Absorção pode ser comprometida pe-</p><p>lo conteúdo gástrico e motilidade gas-</p><p>trointestinal.</p><p>Desvantagens da Via Tópica:</p><p>Materiais Necessários:</p><p>Canudo (se preciso)</p><p>a</p><p>b</p><p>Aplicado diretamente nas narinas.</p><p>Aplicação:</p><p>1 . O paciente deve manter a cabeça in-</p><p>clinada p/ trás;</p><p>2 . O profissional aproxima o conta-gotas</p><p>e pinga o número prescrito de gotas do</p><p>medicamento;</p><p>Obs.: P/ alcançar os seios etmoidais e</p><p>esfenoidal, deite o paciente em decúbito</p><p>dorsal com a nuca hiperestendida e a</p><p>cabeça inclinada p/ trás além do limite</p><p>da cama. Apoie a cabeça com a sua mão</p><p>p/ evitar a distensão da coluna cervical.</p><p>Método mais comum de prescrição;</p><p>Medicamentos são absorvidos pelo</p><p>trato gastrointestinal.</p><p>- Cuba rim/bandeja;</p><p>- Copos descartáveis;</p><p>- Copo com água;</p><p>- Medicação;</p><p>- Prontuário do paciente.</p><p>÷</p><p>÷ !÷i :</p><p>13</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Método da Administração Via Oral (VO):</p><p>Cuidados Gerais</p><p>*Digitálicos são um grupo de</p><p>fármacos usados p/ aumentar a</p><p>força de contração ventricular e</p><p>para corrigir as arritmias. Assim,</p><p>vai reduzir o ritmo cardíaco.</p><p>Ex.: Digoxina, Digitoxina, Metildigoxina.</p><p>Via Retal:</p><p>Vantagens da Via Retal:</p><p>Adequado p/ pacientes impossibilitados</p><p>de usar a via oral ou a via parenteral;</p><p>- Administração incômoda;</p><p>- Absorção irregular e incompleta;</p><p>- Risco de irritação local;</p><p>- Expulsão;</p><p>- Lesão da mucosa;</p><p>- Paciente com diarreia não deve usar</p><p>(ação do medicamento é comprometida).</p><p>- Administração mais rápida que por VO;</p><p>- Autoadministração;</p><p>Desvantagens da Via Retal:</p><p>(p ex. vômito, inconscientes,</p><p>impossibilidade de deglutir)</p><p>Cuidados Gerais:</p><p>Supositório</p><p>Fonte: Portal “I like ok”</p><p>Fo</p><p>nte</p><p>: S</p><p>ob</p><p>re</p><p>Be</p><p>lez</p><p>a</p><p>- Os medicamentos retais estão con-</p><p>traindicados p/ pacientes com:</p><p>(Lilly te al., 2007)</p><p>- Lavar as mãos;</p><p>- Conferir os 13 certos;</p><p>- Identificar o recipiente com a fita con-</p><p>tendo: nome do paciente, número do leito,</p><p>medicamento, dose, via e hora;</p><p>- Colocar os medicamentos direto no reci-</p><p>piente identificado (sem tocá-los);</p><p>- Diluí-lo quando necessário;</p><p>- Explicar o procedimento e pedir ao paci-</p><p>ente que sente-se num ângulo de 90 graus</p><p>(se não houver nenhuma contra-indicação);</p><p>- Dar o copo/recipiente nas mãos do paci-</p><p>ente quando estiver possibilitado ou colo-</p><p>car o medicamento em sua boca quando o</p><p>existir impossibilidade;</p><p>- Verificar se o paciente deglutiu a medi-</p><p>cação;</p><p>- Checar no prontuário.</p><p>- Não misturar medicamentos líquidos;</p><p>- Medicamentos em pó devem ser diluídos</p><p>em água;</p><p>- Pacientes inconscientes não devem rece-</p><p>ber medicamento por Via oral (VO);</p><p>- Deve-se dissolver medicamentos p/ paci-</p><p>entes que apresentam dificuldade de de-</p><p>glutição;</p><p>- Ao administrar *Digitálicos verificar</p><p>pulsação do paciente;</p><p>Ao se administrar medicamentos por VO</p><p>é necessário alguns cuidados gerais, como:</p><p>Aplicação do medicamento por região anal.</p><p>. Dor estomacal recentemente de-</p><p>senvolvida (causa desconhecida);</p><p>. Cirurgia recente no reto, no intes-</p><p>tino ou na próstata;</p><p>. Sangramento;</p><p>. Prolapso retal;</p><p>. Plaquetopenia.</p><p>- Pacientes com doenças coronarianas</p><p>agudas não o devem usar supositórios</p><p>retais devido ao risco de estimulação</p><p>vagal durante a inserção.</p><p>- Nunca corte o supositório em pedaços</p><p>p/ dividir a dose, o princípio ativo pode</p><p>não estar presente no supositório de</p><p>modo homogêneo, resultando em dose</p><p>incorreta.</p><p>- Posição mais adequada é a de Sims;</p><p>-</p><p>Iii:</p><p>14</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Biodisponibilidade</p><p>“É a fração do fármaco administrado</p><p>que alcança a circulação sistêmica e</p><p>que depende da via de administração</p><p>utilizada, da forma química do fármaco</p><p>e de fatores específicos do paciente”</p><p>(GOLAN, et al., 2014, p. 101)</p><p>Dependendo da via escolhida p/adminis-</p><p>tração do medicamento, a absorção é in-</p><p>completa e biodisponibilidade é diminuída.</p><p>Metabolismo de 1ª Passagem</p><p>“O metabolismo de primeira</p><p>passagem no fígado, é o processo que</p><p>os fármacos passam após atravessar</p><p>o epitélio gastrintestinal, quando são</p><p>levados pelo sistema porta até o</p><p>fígado, para eliminar ou reduzir a</p><p>atividade de toxinas, até chegar</p><p>na corrente sanguínea.”</p><p>Obs.: É por esse</p><p>processo que é</p><p>necessário assegurar que a dose do</p><p>medicamento administrado por via oral</p><p>será suficiente p/ chegar no alvo.</p><p>A biodisponibilidade se torna total</p><p>dependente da fração do fármaco que</p><p>foi absorvida e da fração que conse-</p><p>guiu escapar do efeito de 1ª passagem.</p><p>A administração do fármaco a partir</p><p>da via oral tem algumas</p><p>particularidades.</p><p>Principais vias de administração e</p><p>seus processos de absorção:</p><p>Via sublingual</p><p>Adm diretamente na</p><p>cavidade oral, mas</p><p>especificamente no</p><p>assoalho da língua</p><p>(plexo sublingual)</p><p>Preferência</p><p>de medicamentos</p><p>lipossolúveis</p><p>Absorção: evita o</p><p>metabolismo de 1ª</p><p>passagem.</p><p>Via Retal</p><p>Adm pelo</p><p>reto</p><p>Absorção: Pode ser afetada pela</p><p>baixa superfície de absorção do local.</p><p>Ocorrendo devido à</p><p>rica irrigação vascular</p><p>da extremidade inferior</p><p>do reto.</p><p>Via Intramuscular</p><p>Injeção direta</p><p>entre as fibras</p><p>musculares.</p><p>É facilitada</p><p>pela rica irrigação</p><p>do local</p><p>Absorção: Evita o meta-</p><p>bolismo de 1ª passagem.</p><p>Via subcutânea</p><p>Injeção direta no</p><p>tecido subcutâneo,</p><p>abaixo da derme.</p><p>Absorção: lenta,</p><p>devido local ser rico</p><p>em gordura e pouco</p><p>vascularizado.</p><p>Taxa de dissolução do medicamento;</p><p>A biodisponibilidade da via intravenosa</p><p>(VI) é máxima, uma vez que ele é admi-</p><p>nistrado diretamente na corrente san-</p><p>guínea.</p><p>Fatores que podem condicionar a absor-</p><p>ção de um fármaco independentemente</p><p>da via de administração:</p><p>pH do meio;</p><p>Lipossolubilidade do medicamento;</p><p>Gradiente de concentração.</p><p>Absorção do fármaco por via oral:</p><p>O tempo de absorção: de 1 a 3 horas (a</p><p>maioria)</p><p>Ocorre principalmente no intestino, embo-</p><p>ra alguns fármacos ocorra no estômago</p><p>Fatores que podem fazer com que esse</p><p>tempo seja variado:</p><p>Conteúdo</p><p>intestinal</p><p>A passagem do fármaco pelo estômago</p><p>e duodeno (meios extremamente ácido e</p><p>básico, respectivamente) pode ser um fa-</p><p>tor limitante p/ absorção.</p><p>Motilidade</p><p>Gastrointestinal</p><p>Fluxo sanguíneo</p><p>esplancnico</p><p>Tamanho das</p><p>partículas e</p><p>formulação</p><p>Fatores físico-químicos</p><p>Quando o fármaco sofre esse proces-</p><p>so, sua concentração é reduzida consi-</p><p>deravelmente (inativação).</p><p>(GOLAN et al., 2014)</p><p>-</p><p>:p- : i</p><p>:</p><p>i</p><p>-</p><p>15</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Possui efeito sistêmico.</p><p>Recebe-se a substância por outra forma</p><p>que NÃO pelo trato digestivo.</p><p>Disponibilidade +</p><p>rápida e + previsível;</p><p>Usada no tratamento</p><p>de emergências;</p><p>Evitam o metabolismo</p><p>de 1ª passagem</p><p>Pode ocorrer</p><p>uma injeção</p><p>intravascular</p><p>acidental;</p><p>Pode vir</p><p>acompanhada</p><p>de forte dor;</p><p>Alto custos.</p><p>Permitindo a absorção direta-</p><p>mente na circulação sistêmica</p><p>Via Parent!al</p><p>Na Via Parenteral utiliza-se agulhas,</p><p>seringas e medicamentos esterilizados,</p><p>seguindo técnicas padronizadas;</p><p>Tipos de Seringas:</p><p>1 ml</p><p>3 ml</p><p>5 ml</p><p>10 ml</p><p>20 ml</p><p>60 ml</p><p>Partes de uma seringa:</p><p>Corpo</p><p>Bico</p><p>Êmbolo</p><p>Bico: parte distal, onde encaixa-se a</p><p>agulha.</p><p>Corpo: parte externa, onde a medicação</p><p>é introduzida.</p><p>Êmbolo: parte interna, usada para puxar</p><p>e empurrar o medicamento introduzido.</p><p>P/escolher a seringa certa, devemos levar</p><p>em consideração a via que será utilizada</p><p>e o volume que será administrado.</p><p>Tipos de Agulhas:</p><p>Canhão Haste Bisel</p><p>Canhão: parte mais larga, que encai-</p><p>xa na seringa.</p><p>Haste: parte maior e mais fina.</p><p>Bisel: ponta com pequena abertura.</p><p>P/ escolher a agulha certa, precisa-</p><p>mos levar em consideração:</p><p>Via de administração</p><p>Local Volume</p><p>Viscosidade da medicação</p><p>Condições da pele e</p><p>musculatura do paciente</p><p>As agulhas são numeradas de acordo</p><p>com seu calibre:</p><p>Haste x Tamanho da luz/espessura</p><p>40 x 1,2</p><p>30 x 0,7</p><p>20 x 0,55</p><p>13 x 0,45</p><p>25 x 0,6</p><p>13 x 0,3</p><p>30 x 0,8</p><p>25 x 0,8</p><p>25 x 0,7</p><p>13 x 0,4</p><p>13 x 0,38</p><p>Rosa</p><p>Verde</p><p>Preto</p><p>Azul</p><p>Púrpura</p><p>Marrom</p><p>Cinza</p><p>médio</p><p>Cinza</p><p>claro</p><p>Amarelo</p><p>Êmbolo</p><p>Vantagens x Desvantagens</p><p>Elas são descartáveis e vão de 1-60 ml</p><p>Elas são descartáveis</p><p>Componentes básicos de uma agulha:</p><p>¥7 *? ijfij.LI</p><p>✓</p><p>i</p><p>☐ ☐ ☐</p><p>☐ ☐ ☐</p><p>.</p><p>FEI FI .</p><p>⇒</p><p>,</p><p>e</p><p>16</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Rosa</p><p>Verde</p><p>Preto</p><p>Azul</p><p>Púrpura</p><p>Marrom</p><p>Cinza médio</p><p>Cinza claro</p><p>Intramuscular</p><p>Endovenosa</p><p>Intramuscular</p><p>Endovenosa</p><p>Usada p/ aspiração</p><p>de medicamentos</p><p>de frasco/ampola</p><p>Subcutânea</p><p>Intradérmica</p><p>Subcutânea</p><p>Intradérmica</p><p>Subcutânea</p><p>Intradérmica</p><p>Subcutânea</p><p>Endovenosa</p><p>Subcutânea</p><p>Endovenosa</p><p>Soluções aquosas</p><p>e oleosas</p><p>Soluções</p><p>aquosas e</p><p>oleosas</p><p>Soluções</p><p>aquosas</p><p>Insulinas</p><p>e vacinas</p><p>Insulinas e</p><p>vacinas</p><p>Insulinas e</p><p>vacinas</p><p>Vacinas e</p><p>soluções aquosas</p><p>Vacinas e</p><p>soluções aquosas</p><p>Obs.: Normalmente as agulhas 25 x</p><p>0,7 ou 30 x 0,7 (cor da haste preta)</p><p>são usadas p/ soluções oleosas e</p><p>suspensões (penicilina) p/ facilitar a</p><p>aplicação e evitar entupimentos.</p><p>Preparo do Medicamento em Ampola:</p><p>- Abrir a embalagem da seringa e da</p><p>agulha na técnica;</p><p>- Manter a seringa com os dedos pole-</p><p>gar e indicador, segurar a ampola en-</p><p>tre os dedos médio e indicador da ou-</p><p>tra mão;</p><p>- Introduzir a agulha na ampola e pro-</p><p>ceder a aspiração do conteúdo, inver-</p><p>tendo levemente a ampola, sem encos-</p><p>tar em sua borda;</p><p>Preparo do Medicamento em Frasco:</p><p>- Lave as mãos;</p><p>- Certifique-se do medi-</p><p>camento a ser aplicado,</p><p>dose, via e paciente a</p><p>quem se destina;</p><p>- Antes de abrir a am-</p><p>pola, certifique-se que</p><p>toda a medicação está</p><p>no corpo da ampola e não no gargalo;</p><p>- Realizar assepsia do gargalo da ampola</p><p>com algodão embebido em álcool à 70%;</p><p>- Proteger os dedos com o próprio algo-</p><p>dão antes de quebrar a ampola;</p><p>Um anel colori-</p><p>do marcado em</p><p>torno do garga-</p><p>lo indica onde</p><p>quebrá-la mais</p><p>facilmente</p><p>Aspiração deve ser cuidadosa: com</p><p>uma agulha de filtro p/ prevenir</p><p>que pequenos fragmentos de vidro</p><p>entrem na seringa</p><p>- Virar a seringa para cima, reenca-</p><p>pa-la e expelir o ar;</p><p>- Manter agulha protegida com o pro-</p><p>tetor próprio e o êmbolo da seringa</p><p>em sua própria embalagem;</p><p>- Identificar a seringa com o nome da</p><p>medicação, nome do paciente, número</p><p>do leito e colocá-la na bandeja ou</p><p>cuba-rim.</p><p>- Lave as mãos;</p><p>- Retirar a parte deslo-</p><p>cável da tampa metálica,</p><p>realizar desinfecção da</p><p>tampa de borracha com algodão em</p><p>álcool à 70%.</p><p>- Realizar a assepsia da ampola de</p><p>diluente (ABD) e abri-la;</p><p>- Preparar a seringa com a agulha de</p><p>maior calibre (40 x 12);</p><p>- Aspirar a ampola de</p><p>ABD e introduzi-la no</p><p>frasco;</p><p>- Homogeneizar a solu-</p><p>ção, fazendo rotação</p><p>do frasco, evitando-se</p><p>a formação de espuma;</p><p>- Aspirar o medicamento;</p><p>e</p><p>i</p><p>É</p><p>I 17</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>1. Via Parenteral Direta:</p><p>1.1 - Via Intradérmica (ID)</p><p>1.2 - Via Subcutânea (SC)</p><p>1.3 - Via</p><p>Intramuscular (IM)</p><p>1. Direta</p><p>2. Indireta</p><p>Injeta medicamentos</p><p>nos tecidos corporais</p><p>Vão para a corrente</p><p>sanguínea por efeito</p><p>secundário</p><p>A via parenteral é dividida em:</p><p>- Retirar o ar da seringa, não esquecen-</p><p>do de proteger a agulha;</p><p>- Trocar a agulha por uma própria para</p><p>a administração.</p><p>Divisão da Via Parenteral:</p><p>Vias Parenterais Diretas mais</p><p>importantes em sequência de tempo</p><p>de ação, da mais lenta (ID) a mais</p><p>rápida (IV ou EV).</p><p>É a adminis-</p><p>tração de me-</p><p>dicamentos na</p><p>derme.</p><p>Ângulo: 5 a</p><p>15° (perfurar</p><p>somente a su-</p><p>perfície da</p><p>pele);</p><p>Volume Máxi-</p><p>mo administra-</p><p>do por esta via</p><p>e de 0,5 mL;</p><p>Imagem: via intradérmica. Fonte : Pense Med.</p><p>Considerando como as mais importantes:</p><p>1.4 - Via Intravenosa</p><p>(IV) ou Endovenosa (EV)</p><p>1.1 Via Intradérmica (ID)</p><p>Principais indicações:</p><p>Reações de hipersensibilidade (PPD);</p><p>Avaliar sensibilidade alérgica;</p><p>Imunização BCG.</p><p>Locais para injeção:</p><p>Face interna e ventral do antebraço;</p><p>Região escapular;</p><p>Pobre em pelos;</p><p>Com pouca pigmentação, vasculariza-</p><p>ção;</p><p>Ter fácil acesso a leitura.</p><p>Materiais:</p><p>Seringas: 1 mL</p><p>Agulhas:</p><p>13 x 4,5 mm; 13 x 4 mm; 13 x 3,8;</p><p>Bandeja, algodão e luva de procedi-</p><p>mento.</p><p>Técnica para Administração - ID:</p><p>Lavar as mãos e calçar as luvas;</p><p>Preparar o medicamento e explicar</p><p>ao paciente o que vai fazer, deixando-o</p><p>em posição confortável e adequada;</p><p>Expor a área de aplicação;</p><p>Firmar a pele com o dedo polegar e</p><p>indicador da mão não dominante;</p><p>Com a mão dominante, segurar a se-</p><p>ringa quase paralela à superfície da</p><p>pele (5 a 15°) e com o bisel voltado p/</p><p>cima, avance a agulha através da epi-</p><p>derme até 3 mm abaixo da superfície</p><p>da pele e injetar o conteúdo verifican-</p><p>do a formação de uma pápula.</p><p>Retirar rapidamente a agulha, sem</p><p>friccionar/massagear o local;</p><p>-</p><p>✓</p><p>i</p><p>-</p><p>I- i</p><p>e</p><p>← i</p><p>.</p><p>i</p><p>↳</p><p>←</p><p>☒*↳.</p><p>i 18</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Deixar o paciente confortável e o am-</p><p>biente em ordem;</p><p>Providenciar a limpeza e a ordem do</p><p>material;</p><p>Lavar as mãos e anotar no prontuário.</p><p>É a administração de medicamento nos</p><p>tecidos adiposos (gordurosos);</p><p>É também conhecida como hipodérmica;</p><p>Doses recomendadas: varia entre 0,5 mL</p><p>a 1 mL (embora alguns autores ditem ser</p><p>até 2 mL)</p><p>Ângulo da agulha: 45° (agulhas normais</p><p>e pacientes magros) ou 90° (agulhas hipo-</p><p>dérmicas e pacientes gordos);</p><p>Absorção: lenta e contínua.</p><p>Imagem: via subcutânea. Fonte : Pense Med.</p><p>Ima</p><p>ge</p><p>m:</p><p>loc</p><p>ais</p><p>de</p><p>ap</p><p>lica</p><p>çã</p><p>o S</p><p>C.</p><p>Fo</p><p>nte</p><p>: D</p><p>iab</p><p>ete</p><p>s W</p><p>eek</p><p>en</p><p>d.</p><p>Face externa do braço;</p><p>Região glútea;</p><p>Face anterior e externa da coxa;</p><p>Região periumbilical;</p><p>Região escapular;</p><p>Região inframamária; e</p><p>Flancos direito ou esquerdo.</p><p>Observações Importantes:</p><p>Para testes de hipersensibilidade, o lo-</p><p>cal mais utilizado é a região escapular e</p><p>a face interna do antebraço;</p><p>Para aplicação de BCG é a região del-</p><p>tóide do braço direito;</p><p>Não se faz necessária a aspiração, de-</p><p>vido à ausência de vaso sanguíneo na epi-</p><p>derme; normalmente a resistência é sen-</p><p>tida ao injetar lentamente o medicamen-</p><p>to. Quando não, a agulha deve está muito</p><p>profunda; remova-a e comece novamente;</p><p>Quando a aplicação é correta, identifi-</p><p>ca-se a formação de pápula (lesão cutâ-</p><p>nea que se caracteriza por ser pequena,</p><p>sólida e em re-levo), caracterizada por</p><p>pequena elevação da pele no local onde</p><p>o medicamento foi introdu-zido.</p><p>1.2 Via Subuctânea (SC)</p><p>Principais Indicações:</p><p>Algumas vacinas (ex.: anti-rábica);</p><p>Hormônios (ex.: insulina)</p><p>Anticoagulantes (ex.: heparina);</p><p>Locais de Aplicação:</p><p>Seringa de 1 (100 UI) a 3 mL;</p><p>Agulhas apropriadas (13 x 3,8 ou</p><p>13 x 4,5);</p><p>Álcool à 70% e algodão;</p><p>Etiqueta com identificação;</p><p>Bandeja ou cuba rim; e</p><p>Luvas de procedimentos;</p><p>Preparar a medicação;</p><p>Explicar o procedimento ao paci-</p><p>ente;</p><p>Expor a área de aplicação e pro-</p><p>ceder antissepsia;</p><p>Permanecer com algodão na mão</p><p>não dominante;</p><p>Segurar a seringa com a mão do-</p><p>minante;</p><p>Com a mão não dominante, fazer</p><p>prega cutânea;</p><p>Introduzir a agulha em ângulo de</p><p>45° ou 90° (dependendo da agulha);</p><p>Materiais Necessários:</p><p>Técnica para Administração SC:</p><p>(vasto lateral)</p><p>i. iii. .</p><p>19</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Aspirar para verificar se não atingiu</p><p>vasos sanguíneos;</p><p>Injetar o medicamento;</p><p>Esvaziada a seringa, retirar rapida-</p><p>mente a agulha e com algodão fazer</p><p>leve pressão;</p><p>Observar o paciente a fim de perce-</p><p>ber alterações;</p><p>Checar no prontuário;</p><p>Obs.: é importante realizar</p><p>rodízios das áreas.</p><p>É a deposição de medica-</p><p>mentos irritantes, oleosos e</p><p>de difícil absorção dentro</p><p>do tecido mus-</p><p>cular;</p><p>É menos</p><p>dolorosa,</p><p>pois existe</p><p>menor número</p><p>de terminações nervosas no tecido mus-</p><p>cular profundo.</p><p>Absorção mais rápida que a SC e mais</p><p>lenta que a EV;</p><p>Tem como finalidade profilática ou te-</p><p>rapêutica.</p><p>Observações Importantes:</p><p>Deltoide 1 mL</p><p>Ventroglúteo 4 mL</p><p>Dorsoglúteo 4 mL</p><p>Vasto Lateral 4 mL</p><p>Obs.: Embora existam autores</p><p>que admitam volumes maiores.</p><p>Técnica Administração IM:</p><p>Ima</p><p>ge</p><p>m:</p><p>via</p><p>in</p><p>tra</p><p>mu</p><p>sc</p><p>ula</p><p>r. F</p><p>on</p><p>te</p><p>: P</p><p>en</p><p>se</p><p>Me</p><p>d.</p><p>Principais locais:</p><p>Músculo deltóide; Ventroglúteo;</p><p>Glúteo/dorsoglúteo; Músculo</p><p>Vastolateral;</p><p>O volume a ser administrado deve</p><p>ser compatível com a massa muscu-</p><p>lar, que varia de acordo com a ida-</p><p>de, localização e estado nutricional;</p><p>De qualquer maneira, quantidades</p><p>maiores de 3 mL devem ser sempre</p><p>bem avaliadas, pois podem não ter</p><p>uma adequada absorção;</p><p>Bisel lateralizado (pelo sentido de</p><p>orientação das fibras musculares es-</p><p>triadas);</p><p>Angulação de 90°;</p><p>Deltóide:</p><p>Idade do paciente;</p><p>Local livre de infecção, necrose, he-</p><p>matoma, abrasão, cicatriz;</p><p>Condição da massa muscular (tônus,</p><p>atrofia);</p><p>Facilidade de acesso;</p><p>Reconhecer a localização das estrutu-</p><p>ras anatômicas adjacentes (ossos, nervos</p><p>e vasos sanguíneos);</p><p>Considerar volume que deverá ser ad-</p><p>ministrado e as características do medi-</p><p>camento.</p><p>Critérios para escolha do Músculo:</p><p>1.3 - Via Intramuscular (IM)</p><p>Recomenda-se que o paciente esteja</p><p>sentado ou deitado;</p><p>Medir quatro dedos abaixo do ombro</p><p>(acrômio) e segurar o músculo durante</p><p>a introdução da agulha;</p><p>Usado p/ vacinas;</p><p>i</p><p>i</p><p>.</p><p>É</p><p>]e</p><p>g. ! ⇐→</p><p>i :</p><p>a</p><p>20</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Ventroglútea:</p><p>(Imagem: região</p><p>ventroglútea. Fonte:</p><p>Vacinaealgoserio)</p><p>Região Dorsoglútea:</p><p>Divisão em 4 Quadrantes</p><p>Região limitada superiormente pela cris-</p><p>ta ilíaca, inferiormente pela prega glú-</p><p>tea, medialmente pelo sacro e cóccix, la-</p><p>teralmente pelas bordas laterais da co-</p><p>xa e quadril,</p><p>vistos da face</p><p>posterior.</p><p>Aplicação SEMPRE</p><p>deverá ser nos</p><p>quadrantes supe-</p><p>riores externos.</p><p>Traça-se uma linha</p><p>partindo da espinha</p><p>ilíaca póstero-supe-</p><p>rior até o grande</p><p>trocanter do fêmur.</p><p>Vastolateral:</p><p>Fonte : Estudando enfermagem blog</p><p>Imagem, fonte: estudando enfermagem blog.</p><p>Aplica-se a</p><p>injeção na região</p><p>acima dessa linha.</p><p>Divisão em 2 seções</p><p>Medicamento</p><p>Técnica para Administração - IM:</p><p>Local mais seguro para injeções IM, pois</p><p>é desprovida de grandes vasos e nervos;</p><p>Localiza-se o sítio da injeção colocando-</p><p>se o dedo indicador sobre a espinha ilía-</p><p>ca ântero-superior e com a palma da</p><p>mão sobre a cabeça</p><p>fêmur (trocanter),</p><p>desliza-se o</p><p>dedo médio p/</p><p>forma um V;</p><p>A injeção no</p><p>centro do V</p><p>alcança os músculos</p><p>glúteos médio e mínimo.</p><p>Aplica-se no músculo glúteo máximo;</p><p>Tem o inconveniente de situar-se próxima</p><p>ao nervo ciático, o que contra-indica esse</p><p>tipo de aplicação em crianças;</p><p>Posição recomendada: Decúbito ventral,</p><p>com os pés voltados para dentro,</p><p>facilitando o relaxamento dos músculos</p><p>glúteos.</p><p>P/ identificar o local de aplicação exis-</p><p>tem 2 métodos traçando-se linhas imagi-</p><p>nárias:</p><p>Técnica em Z:</p><p>Indicada para aplicar medicações</p><p>muito irritantes por via intramuscular,</p><p>pois promove a vedação do trajeto e</p><p>a manutenção do me-dicamento no es-</p><p>paço intramuscular.</p><p>A pele é deslocada lateralmente p/</p><p>longe do local previamente escolhido</p><p>para a aplicação da injeção;</p><p>Penetra-se a agulha no músculo, in-</p><p>jetando a medicação lentamente;</p><p>Retira-se a agulha e solta-se a pe-</p><p>le, formando o Z.</p><p>Na região ântero-</p><p>lateral da coxa, no</p><p>terço médio;</p><p>Indica-se a bebês,</p><p>crianças e adultos.</p><p>Lavar as mãos e calçar luvas;</p><p>Preparar o medicamento;</p><p>Local da injeção não deve</p><p>ser massageado.Iii</p><p>21</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Idade Deltóide Ventroglúteo Dorsoglúteo Vasto lateral</p><p>Explicar o procedimento ao paciente e expor a área de aplicação;</p><p>Com os dedos polegar e indicador segurar o corpo da seringa;</p><p>Com a</p><p>mão não dominante proceder a antissepsia do local;</p><p>Ainda com a mão dominante segurar o músculo firmemente;</p><p>Introduzir a agulha firmemente com o bisel lateralizado, em sentido as fibras mus-</p><p>culares;</p><p>Com a mão não dominante, puxar o êmbolo, aspirando para verificar se não atingiu</p><p>vasos sanguíneos;</p><p>Introduzir o medicamento;</p><p>Retirar a agulha - também num único movimento - e comprimir o local com algodão;</p><p>Registrar.</p><p>Seleção do local de aplicação de IM e volume máximo a ser administrado, segundo a</p><p>faixa etária:</p><p>Prematuros</p><p>Neonatos</p><p>Lactentes</p><p>Crianças de</p><p>3 a 6 anos</p><p>Crianças de</p><p>6 a 14 anos</p><p>Adolescentes</p><p>Adultos</p><p>0,5 ml</p><p>1 ml</p><p>1 ml</p><p>1,5 ml</p><p>1,5 - 2 ml</p><p>2 - 2,5 ml</p><p>4 ml</p><p>1 ml</p><p>1,5 - 2 ml</p><p>2 - 2,5 ml</p><p>4 ml</p><p>0,5 ml</p><p>0,5 ml</p><p>1 ml</p><p>1,5 ml</p><p>1,5 ml</p><p>1,5 - 2 ml</p><p>4 ml</p><p>- - -</p><p>- - -</p><p>- - -</p><p>-</p><p>É um acesso venoso realizado através de uma</p><p>punção de veia periférica com uso de um disposi-</p><p>tivo intravenoso;</p><p>Pode ser usada tanto p/ tratamento prolonga-</p><p>do quanto p/ soluções mais concentradas, obser-</p><p>vando sempre a permeabilidade venosa;</p><p>hidratação p ex.;</p><p>1.4 Via Intravenosa (IV) ou Endovenosa (EV)</p><p>Tipos de medicamentos:</p><p>Indicações:</p><p>Necessidade imediata de ação; Coleta de sangue p/ exames; Grandes volumes;</p><p>Sais orgânicos; Eletrólitos; Irritantes; Vesicantes;</p><p>Não deve conter cristais visíveis em suspensão.</p><p>ii.pe#.-!-</p><p>22</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Locais Apropriados:</p><p>Tipos de Dispositivos Intravenosos:</p><p>Uma das últimas escolhas</p><p>Muito boas</p><p>Ficam na articulação do cotovelo,</p><p>(evitar se for punção de uso contínuo)</p><p>De silicone</p><p>Serve como um guia, depois de pensionado</p><p>ela sai e fica no paciente o silicone.</p><p>Cateter flexível;</p><p>Usado para terapia de longo prazo;</p><p>Trocar com no máximo 96 horas</p><p>(depende muito do POP da instituição);</p><p>Laranja 14 345 mL/min</p><p>Cinza 16 210 mL/min</p><p>Verde 18 104 mL/min</p><p>Rosa 20 60 mL/min</p><p>Azul 22 35 mL/min</p><p>Amarelo 24 22 mL/min</p><p>Cor Número</p><p>Velocidade</p><p>de infusão</p><p>Quanto maior o número menor o</p><p>calibre! Quanto menor o calibre</p><p>menor o volume de infusão!</p><p>Imagem, fonte : Cenapro</p><p>Imagem, fonte : Cenapro</p><p>Imagem, fonte : Livro tortora</p><p>Imagem, fonte : Livro tortora</p><p>Avaliar o melhor local p/ cada paci-</p><p>ente;</p><p>Membros superiores;</p><p>Evitar articulações;</p><p>Locais de punção venosa:</p><p>Veia jugular externa;</p><p>Veias digitais e metacarpianas;</p><p>Rede venosa dorsal;</p><p>Veia mediana do antebraço;</p><p>Veia cefálica;</p><p>Veia cefálica acessória;</p><p>Veia antecubitais;</p><p>Veia basílica;</p><p>Seringas e agulhas de diferentes</p><p>calibres: Geralmente usado em labo-</p><p>ratórios para coleta de sangue;</p><p>Jelco: agulha que serve como guia</p><p>para o silicone, o que permite mobi-</p><p>lidade, podendo o paciente ficar por</p><p>mais tempo com a punção, sem per-</p><p>der o acesso. Muito utilizado para</p><p>pacientes internados.</p><p>.</p><p>.</p><p>i.i.÷:-| ÷</p><p>e</p><p>:</p><p>I 23</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Escalpe (scalp) - tipo borboleta: agulha</p><p>normal, serve para puncionar o paciente</p><p>para uso momentâneo, medicação rápida</p><p>p ex., ou uma soroterapia que dura no</p><p>máximo 24 horas.</p><p>Imagem, fonte: maconequi blog</p><p>Quanto menor o número,</p><p>maior o calibre!</p><p>Mais calibroso</p><p>Menos calibroso</p><p>Verde usado principalmente em soroterapia</p><p>Bandeja/cuba-rim e luvas de</p><p>procedimento;</p><p>Bolas de algodão, álcool</p><p>a 70% e garrote;</p><p>Esparadrapo ou micropore;</p><p>Cateter(es) para punção adequado(s)</p><p>ao calibre da veia do paciente;</p><p>Seringa e agulha;</p><p>Medicamento - ampola ou frasco-ampola;</p><p>Soro, equipo, polifix (se necessário)</p><p>Geralmente se tiver internado com o jelco</p><p>Técnica de Punção Venosa:</p><p>Lavar as mãos e calçar as luvas;</p><p>Explicar o procedimento ao paciente;</p><p>Obs.: Para facilitar a visualização</p><p>da veia de mão e braço, solicitar</p><p>que o paciente abre e feche a</p><p>mão durante a inspeção.</p><p>Garrotear o braço aproximadamen-</p><p>te 15-20 cm acima da veia escolhida;</p><p>Realizar a antissepsia do local com</p><p>algodão e álcool a 70%;</p><p>Obs.: cuidado após antissepsia, p/ não</p><p>sujar o local novamente, p ex.: passar o</p><p>mesmo lado do algodão. Além de passar</p><p>contra as fibras da pele (sentido</p><p>caudocranial), é preciso ser no sentido</p><p>contrário ao retorno venoso, passar de</p><p>forma unidirecional, virar o algodão e</p><p>passar novamente. Existe o movimento</p><p>circular: do meio p/ as extremidades.</p><p>Esticar a pele durante a introdu-</p><p>ção do cateter, com o bisel voltado</p><p>para cima, mantendo um angulo de</p><p>15 a 30 graus;</p><p>Observar o retorno do sangue, sol-</p><p>tar o garrote e injetar o medica-</p><p>mento lentamente;</p><p>Realizar a fixação;</p><p>Anotar data da punção e assinar;</p><p>Ao retirar o cateter, comprimir o</p><p>local e registrar;</p><p>Atenção! Segundo a ANSIVA, a cada</p><p>punção será uma agulha diferente!</p><p>Obs.: Se vai durar mais de 6 horas:</p><p>Nome do profissional que realizou,</p><p>a data, hora, número do scalp ou</p><p>do jelco que foi punsionado.</p><p>Materiais Necessários p/ Punção Venosa:</p><p>Laranja 14 345 mL/min Ressucitação</p><p>Cinza 16 210 mL/min Cirurgia Vascular</p><p>Verde 18 104 mL/min Cirurgia</p><p>Rosa 20 60 mL/min Adulto/enfermaria</p><p>Azul 22 35 mL/min Pediatria/</p><p>oncologia/adulto</p><p>Amarelo 24 22 mL/min Recém nascidos/</p><p>oncologia</p><p>Cor Número</p><p>Velocidade</p><p>de infusão</p><p>Indicação de</p><p>uso/sugestão</p><p>Respeitar a preferência do paci-</p><p>ente sempre quando possível</p><p>Inspecionar as condições da rede</p><p>venosa do paciente e selecionar a</p><p>veia mais apropriada;</p><p>s</p><p>e</p><p>s</p><p>,</p><p>s</p><p>e</p><p>i</p><p>.</p><p>.</p><p>t:i</p><p>-</p><p>a</p><p>.</p><p>e</p><p>a</p><p>it</p><p>s</p><p>e I</p><p>i I 24</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Administração em Bolo ou Bolus:</p><p>Consiste na utilização de doses concen-</p><p>tradas de medicação diretamente na cir-</p><p>culação sistêmica do paciente, com rapi-</p><p>dez (em menos de 1 min), por meio de uma</p><p>impulsão forte do êmbolo da seringa.</p><p>Deve-se preferencialmente, administrar</p><p>o medicamento no paciente deitado ou sen-</p><p>tado, já que muitos medicamentos podem</p><p>produzir efeitos indesejáveis de imediato;</p><p>nesses casos, interromper a aplicação e</p><p>comunicar o fato e registrando.</p><p>Pequenos</p><p>volumes</p><p>Soroterapia</p><p>Preparo e administração:</p><p>É preciso saber:</p><p>O volume do soro a infundir e o tempo;</p><p>Os materiais:</p><p>Materiais para punção venosa;</p><p>Soro, equipo e o polifix;</p><p>Realizar o preparo da medicação;</p><p>Tipos de Fixaçã: Tipos de Terapia Infusionais:</p><p>Bólus</p><p>(Administração concen-</p><p>trada do fármaco)</p><p>Menor ou</p><p>igual a 1 min</p><p>Infusão Rápida Entre 1 a 30 min</p><p>Infusão Lenta Entre 30 a 60 min</p><p>Infusão Contínua Superior a 60 min</p><p>Infusão Intermitente</p><p>Não contínua,</p><p>por horário.</p><p>Ex.: de 6 em 6 horas; ou de 8 em 8 horas</p><p>Tempo de Troca de Equipo</p><p>e Dispositivos Complementares:</p><p>Infusão Contínua</p><p>Infusão Intermitente</p><p>Nutrição</p><p>parenteral/sangue</p><p>e Hemocomponentes</p><p>Atenção: Esses não são o</p><p>horário da troca da punção</p><p>e sim do equipo/dispositivo. A</p><p>troca da punção a ANVISA</p><p>determina até 72 horas.</p><p>Obs.: As instituições são livres</p><p>para adequarem os horários desde</p><p>que protocolados pela CCIH e não</p><p>ultrapasse o indicado pela ANVISA.</p><p>96 horas</p><p>24 horas</p><p>A cada bolsa</p><p>Fonte: ANVISA, 2017</p><p>Complicações da Administração IV:</p><p>Complicações locais: ocorrem com</p><p>frequência, mas são menos graves.</p><p>Hematoma</p><p>Inflamação da parede de uma veia</p><p>Flebite</p><p>É a administração de soro.</p><p>Uma das principais terapias realizadas</p><p>na via endovenosa.</p><p>Obs.: Cálculo de gotejamento:</p><p>P/ saber quantas gotas deve ser</p><p>administrada por min.</p><p>Já em menores de 2 anos, é preciso</p><p>calcular em microgotas, e para isso</p><p>é só retirar a multiplicação por 3:</p><p>G =</p><p>V</p><p>T x 3</p><p>Volume</p><p>Tempo</p><p>Horas</p><p>Ml</p><p>Gotas/min</p><p>G =</p><p>V</p><p>T</p><p>Volume</p><p>Tempo</p><p>São elas:</p><p>25</p><p>i.</p><p>÷</p><p>:</p><p>i</p><p>ENFEIXAM</p><p>"</p><p>.</p><p>.</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Infiltração</p><p>Extravasamento</p><p>Trauma vascular,</p><p>proveniente de uma lesão</p><p>nas camadas da veia e</p><p>subsequente perfuração,</p><p>resultando na infiltração</p><p>de soluções ou medicamentos</p><p>não vesicantes nos tecidos</p><p>próximos à inserção do</p><p>cateter venoso.</p><p>Infiltração de soluções</p><p>ou medicamentos que</p><p>apresentam características</p><p>vesicantes.</p><p>Complicações Sistêmicas: embora raras,</p><p>são graves, requerem reconhecimento</p><p>imediato e intervenção.</p><p>Descarte Seguro:</p><p>Obs.: É preciso</p><p>respeitar o limite</p><p>de enchimento!</p><p>Acidentes com Pérfuro-cortantes:</p><p>Causas:</p><p>Reencapamento de agulhas;</p><p>Descarte incorreto dos materiais;</p><p>Desobediência às normais de biossegu-</p><p>rança;</p><p>Não uso de EPIs;</p><p>Vantagens:</p><p>- Pouca absorção sistêmica;</p><p>- Utilizada p/ aplicação de vacinas,</p><p>teste de sensibilidade e alergia.</p><p>Desvantagens:</p><p>- Invasivo;</p><p>- Dor causada pela administração;</p><p>- Volume de fármaco administrado</p><p>deve ser muito pequena;</p><p>- Absorção e efeito lento;</p><p>- Risco de lesão ou edema no local</p><p>da aplicação.</p><p>Vantagens:</p><p>- Efeito do medicamento ocorre mais</p><p>rápido que por via oral;</p><p>- Absorção do fármaco é mais lenta</p><p>do que por outras vias parentais;</p><p>- Permite administração de formas</p><p>farmacêuticas Que possibilita efei-</p><p>tos lentos e prolongados.</p><p>Desvantagens:</p><p>- Início de ação lento;</p><p>- Administração de volumes pequenos;</p><p>São elas:</p><p>Septicemia;</p><p>Embolia pulmonar e gasosa;</p><p>Edema Pulmonar;</p><p>Atenção:</p><p>Caixa de pérfuro-cortantes</p><p>Principais Riscos:</p><p>HIV;</p><p>Hepatite B e C;</p><p>Condições predisponentes:</p><p>Estrutura física imprópria;</p><p>Iluminação inadequada;</p><p>Falta de atenção;</p><p>Pressa;</p><p>Atuar sem está habilitado.</p><p>Vantagens e Desvantagens das</p><p>Vias Parenterais Diretas:</p><p>Via Intradérmica (ID)</p><p>Via Subcutânea (SC)</p><p>✓ e</p><p>i</p><p>Iii e</p><p>s</p><p>e</p><p>→</p><p>e</p><p>e</p><p>26</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>2. Via Parenteral Indireta:</p><p>Aplicados na pele</p><p>através de um adesivo</p><p>para um efeito sistêmico.</p><p>Através de um adesivo, o medica-</p><p>mento pode ser administrado lenta-</p><p>mente de forma constante, durante</p><p>muitas horas, dias ou até mesmo</p><p>mais tempo.</p><p>Como resultado, os níveis do medi-</p><p>camento no san-</p><p>gue podem ser</p><p>mantidos relativa-</p><p>mente constantes.</p><p>Cutânea</p><p>Imagem, fonte: Segs.</p><p>- Velocidade de absorção do fármaco de-</p><p>pende do local da injeção e do fluxo san-</p><p>guíneo local;</p><p>- Não permite a administração de subs-</p><p>tâncias irritantes.</p><p>Desvantagens:</p><p>Vantagens:</p><p>- Absorção mais rápida que por via sub-</p><p>cutânea;</p><p>- Efeito do medicamento ocorre mais rá-</p><p>pido que por via oral;</p><p>- Quantidade (volume) maior de medica-</p><p>mento pode ser administrado em compa-</p><p>ração com a via subcutânea;</p><p>- Substâncias aquosas e oleosas podem</p><p>ser administradas.</p><p>- Dor causada pela injeção;</p><p>- Risco de injetar acidentalmente o medi-</p><p>camento em uma veia ou artéria;</p><p>- Risco de injetar acidentalmente o medi-</p><p>camento no nervo ciático;</p><p>- Velocidade de absorção do fármaco de-</p><p>pende do local da injeção e do fluxo san-</p><p>guíneo local;</p><p>- Necessidade de administração por pes-</p><p>soa especializada.</p><p>Vantagens:</p><p>- Não sofre metabolismo de primeira</p><p>passagem;</p><p>- completa disponibilidade do fármaco;</p><p>- Início de ação imediato;</p><p>- Possibilidade de grandes volumes;</p><p>- Possibilidade de liberação controlada</p><p>do fármaco (diminui risco de toxicidade);</p><p>- Possibilidade de administrar medicamen-</p><p>tos irritantes e que tem absorção preju-</p><p>dicada por via IM.</p><p>- Invasivo;</p><p>- Dor causada pela administração;</p><p>- Necessidade de pessoa especiali-</p><p>zada;</p><p>- Quando administrado, não há possi-</p><p>bilidade de retirar da corrente san-</p><p>guínea;</p><p>- Risco de embolia, irritação ou</p><p>infecção.</p><p>Desvantagens:</p><p>Difusão</p><p>através da</p><p>pele intacta</p><p>Vantagens:</p><p>- Ausência de risco de infecção;</p><p>- Administração simples, conveniente;</p><p>- Indolor;</p><p>- Possibilidade de autoaplicação;</p><p>- Liberação lenta no local de ação;</p><p>- Ausência de metabolismo de primei-</p><p>ra passagem;</p><p>Desvantagens:</p><p>- Exige que o fármaco seja alta-</p><p>mente lipo-fílico;</p><p>- Pode provocar irritação local;</p><p>Via Intramuscular (IM)</p><p>Via Intravenosa (IV)</p><p>ou Endovenosa (EV)</p><p>Vão para a corrente sanguínea</p><p>por efeito secundário.</p><p>2.1 - Transdérmicaf.÷</p><p>i</p><p>27</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Injeção do</p><p>medicamento</p><p>numa cavidade</p><p>articular;</p><p>Injeção do</p><p>medicamento no</p><p>músculo cardíaco</p><p>e/ou na cavidade</p><p>cardíaca;</p><p>Injeção do medicamento</p><p>numa artéria</p><p>Injeção do medicamento</p><p>através das meninges dura-</p><p>máter e aracnóide-máter no</p><p>espaço subarac-nóide.</p><p>Vias Especiais :</p><p>Administrados na mucosa.</p><p>A absorção ocorre devido alta</p><p>vascularização das mucosas.</p><p>Útil p/ fármacos gasosos e voláteis;</p><p>Minimiza efeitos colaterais sistêmicos;</p><p>Exemplos:</p><p>Anestésicos e broncodilatadores.</p><p>Aspirados até os pulmões,</p><p>geralmente através da boca.</p><p>No interior dos pul-</p><p>mões, as partículas</p><p>administradas são</p><p>absorvidas e entram</p><p>na corrente</p><p>sanguínea.</p><p>Imagem, fonte: Humaninhos.</p><p>Vantagens:</p><p>- Rápida absorção devido alta vasculari-</p><p>zação das mucosas;</p><p>- Baixa incidência de infecção;</p><p>- Ausência de metabolismo de primeira</p><p>passagem (exceto pela via retal);</p><p>- Administração direta no órgão alvo</p><p>(ex.: administração de agonista beta-adre-</p><p>nérgico na via respiratória em situações</p><p>críticas de asma).</p><p>Desvantagens:</p><p>- Existem poucos fármacos disponíveis</p><p>para administração dessa forma.</p><p>Conjuntival, geniturinária,</p><p>pulmonar, retal, entre outras.</p><p>2.2 - Inalação</p><p>2.3 - Transmucosa</p><p>Via Intra-Arterial</p><p>Via Intra-Articular</p><p>Via Intracardíaca</p><p>Via Intratecal</p><p>e</p><p>I.</p><p>i</p><p>e</p><p>t I</p><p>.</p><p>28</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Higiene das mãos :</p><p>Catéteres Periféricos (ANVISA 2017)</p><p>CUIDADOS COM</p><p>Catéteres Periféricos</p><p>Selecionar o cateter periférico com</p><p>base no objetivo pretendido, na duração</p><p>da terapia, na viscosidade do fluido, nos</p><p>componentes do fluido e nas condições</p><p>de acesso venoso.</p><p>Seleção do Catet! e</p><p>Sítio de Ins!ção</p><p>Higienizar as mãos antes e após a</p><p>inserção de cateteres e p/ qualquer</p><p>tipo de manipulação dos dispositivos.</p><p>Higienizar as mãos com água e</p><p>sabonete líquido quando estiverem</p><p>visivelmente sujas ou contaminadas com</p><p>sangue e outros fluidos corporais.</p><p>Usar preparações alcoólicas para as</p><p>mãos (60 a 80%) quando as mesmas</p><p>não estiverem visivelmente sujas.</p><p>O uso de luvas não substitui a</p><p>necessidade de higiene das mãos no</p><p>cuidado específico com cateteres</p><p>intravasculares.</p><p>A higiene das mãos deverá ser</p><p>realizada antes e após tocar o sítio</p><p>de inserção do cateter. Bem como</p><p>antes e após a inserção, remoção,</p><p>manipulação ou troca do curativo.</p><p>Não use cateteres periféricos para</p><p>infusão contínua de produtos vesicantes,</p><p>para nutrição parenteral com mais de</p><p>10% de dextro-se ou outros aditivos que</p><p>resultem em osmolaridade final acima</p><p>de 900 mOsm/L, ou p/ qualquer solução</p><p>com osmolaridade acima de 900 mOsm/L.</p><p>P/ atender a necessidade da</p><p>terapia intravenosa devem ser</p><p>selecionados cateteres de menor</p><p>calibre e comprimento de cânula.</p><p>Cateteres com menor calibre causam</p><p>menos flebite mecânica (irritação da</p><p>parede da veia pela cânula) e menor</p><p>obstrução do fluxo sanguíneo dentro</p><p>do vaso. Um bom fluxo sanguíneo, por</p><p>sua vez, ajuda na distribuição dos</p><p>medicamentos administrados e reduz</p><p>o risco de flebite química (irritação</p><p>da parede da veia por produtos</p><p>químicos).</p><p>Agulhas de aço só devem ser</p><p>usadas para coletas de amostra</p><p>sanguínea e administração de</p><p>medicamentos em dose única, sem</p><p>manter o dispositivo no sítio.</p><p>Em adultos, as veias de escolha p/</p><p>canulação periférica são as das</p><p>superfícies dorsal e ventral dos</p><p>antebraços. As veias de membros</p><p>inferiores não devem ser utilizadas</p><p>a menos que seja absolutamente</p><p>necessário, em virtude do risco</p><p>de embolias e tromboflebite.</p><p>P/ pacientes pediátricos, selecione</p><p>o vaso com maior probabilidade de</p><p>duração de toda a terapia prescrita,</p><p>considerando as veias da mão, do</p><p>antebraço e braço (região abaixo</p><p>da axila). Evite a área anticubital.</p><p>P/ crianças menores de 3 anos</p><p>também podem</p><p>ser consideradas as</p><p>veias da cabeça. Caso a criança não</p><p>caminhe, considere as veias do pé.</p><p>i. Iii 29</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Preparo da Pele :</p><p>Estabilização :</p><p>de soro) como fonte para obter</p><p>soluções para flushing.</p><p>Considerar a preferência do paciente</p><p>p/ a seleção do membro p/ inserção</p><p>do cateter, incluindo a recomendação de</p><p>utilizar sítios no membro não dominante.</p><p>Evitar região de flexão, membros</p><p>comprometidos por lesões como feridas</p><p>abertas, infecções nas extremidades,</p><p>veias já comprometidas (infiltração,</p><p>flebite, necrose), áreas com infiltração</p><p>e/ou extravasamento prévios, áreas com</p><p>outros procedimentos planejados.</p><p>Usar metodologia de visualização p/</p><p>instalação de cateteres em adultos e</p><p>crianças com rede venoso difícil e/ou</p><p>após tentativas de punção sem sucesso.</p><p>O sítio de inserção do cateter</p><p>intravascular não devera ser tocado</p><p>após a aplicação de antisséptico</p><p>(técnica do no touch). Em situações</p><p>onde se previr necessidade de palpação</p><p>do sítio calçar luvas estéreis.</p><p>Um novo cateter periférico deve</p><p>ser utilizado a cada tentativa de</p><p>punção no mesmo paciente.</p><p>Em caso de sujidade visível do local da</p><p>futura punção, removê-la com água e</p><p>sabão antes da aplicação antisséptica.</p><p>Realizar fricção da pele com solução</p><p>a base de álcool: glicosado de clorexidina</p><p>> 0,5%, iodo-povidona - PVP-I alcoólico</p><p>10% ou álcool 70%. Tempo de aplicação</p><p>da clorexidina é de 30 segundos enquanto</p><p>o do PVPI é de 1,5 a 2 minutos. Indica-se</p><p>que a aplicação da clorexidina deva</p><p>ser realizada por meio de movimentos de</p><p>vai e vem (mas não com o mesmo lado</p><p>do algodão) e do PVPI com movimentos</p><p>circulares (dentro p/ fora). Aguardar</p><p>secagem espontânea antes da punção.</p><p>Remoção de pelos, quando necessária,</p><p>deverá ser realizada com tricotomizador</p><p>elétrico ou tesouras. Não utilize laminas</p><p>de barbear, pois essas aumentam o risco</p><p>de infecção.</p><p>Limitar no máximo a duas tentativas</p><p>de punção periférica por profissional</p><p>e, no máximo, quatro no total.</p><p>Múltiplas tentativas de punções</p><p>causam dor, atrasam o início do</p><p>tratamento, comprometem o vaso,</p><p>aumentam custos e os riscos de</p><p>complicações. Pacientes com</p><p>dificuldades de acesso requerem</p><p>avaliação minuciosa multidisciplinar p/</p><p>discussão das opções apropriadas.</p><p>Estabilizar o cateter significa</p><p>preservar a integridade do acesso,</p><p>prevenir o deslocamento do</p><p>dispositivo e sua perda.</p><p>A estabilização dos cateteres</p><p>não deve interferir na avaliação e</p><p>monitoramento do sítio de inserção</p><p>ou dificultar/impedir a infusão da</p><p>terapia.</p><p>Ela deve ser realizada utilizando</p><p>técnica asséptica. Não utilize fitas</p><p>adesivas e suturas para estabilizar</p><p>cateteres periféricos. É importante</p><p>ressaltar que fitas adesivas não</p><p>estéreis, como Micropore, não devem</p><p>ser utilizadas para estabilização ou</p><p>coberturas de cateteres. Rolos de</p><p>fitas adesivas não estéreis podem</p><p>ser facilmente contaminados com</p><p>microrganismos patogênicos. Suturas</p><p>estão associadas a acidentes</p><p>percutâneos, bem como favorecem</p><p>a formação de biofilme e</p><p>aumentam o risco de IPCS.</p><p>Considerar dois tipos de</p><p>estabilização dos cateteres</p><p>periféricos: um cateter com meca-</p><p>nismo de estabilização integrado</p><p>combinado com um curativo de</p><p>poliuretano com bordas reforçadas</p><p>ou um cateter periférico tradicional</p><p>combinado a um dispositivo adesivo</p><p>específico para estabilização.</p><p>i: Ii:</p><p>30</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Flushing e Manutenção</p><p>do Catet! P!iférico</p><p>Cuidados com o Sítio</p><p>de Ins!ção :</p><p>Cob!turas</p><p>Qualquer cobertura p/ cateter</p><p>periférico deve ser estéril, podendo</p><p>ser semioclusiva (gaze feita adesiva</p><p>estéril) ou membrana transparente</p><p>semipermeável. Utilizar gaze e fita</p><p>adesiva estéril apenas quando a</p><p>previsão de acesso for menor que 48h.</p><p>Caso a necessidade de manter o</p><p>cateter seja maior que 48h não utilizar</p><p>a gaze para cobertura devido ao risco</p><p>de perda do acesso durante sua troca.</p><p>As coberturas protegem o sítio de</p><p>punção e minimizam a possibilidade de</p><p>infecção, por meio da interface entre</p><p>a superfície do cateter e a pele, e de</p><p>fixar o dispositivo no local e prevenir</p><p>a movimentação do dispositivo com</p><p>dano ao vaso.</p><p>A cobertura não deve ser trocada</p><p>em intervalos pré-estabelecidos.</p><p>Deve ser trocada imediatamente</p><p>se houver suspeita de contaminação e</p><p>sempre quando úmida, solta, suja ou com</p><p>a integridade comprometida. Manter</p><p>técnica asséptica durante a troca.</p><p>Proteger o sítio de inserção e</p><p>conexões com plástico durante o banho.</p><p>Realizar o flushing e aspiração p/</p><p>verificar o retorno de sangue antes de</p><p>cada infusão p/ garantir o funcionamento</p><p>do cateter e prevenir complicações.</p><p>Realizar o flushing antes de cada</p><p>administração para prevenir a mistura</p><p>de medicamentos incompatíveis.</p><p>Utilizar soluções de cloreto de</p><p>sódio o,9% isenta de conservantes</p><p>para flushing e lock dos cateteres</p><p>periféricos. Usar o volume mínimo</p><p>equivalente a duas vezes o lúmen</p><p>interno do cateter mais a extensão</p><p>p/ flushing. Assim como os volumes</p><p>maiores (como 5 ml p/ periféricos e</p><p>10 ml p/ cateteres centrais) podem</p><p>reduzir depósitos de fibrina,</p><p>drogas precipitadas e outros debris</p><p>do lúmen. No entanto, alguns</p><p>fatores devem ser considerados</p><p>na escolha do volume, como tipo</p><p>e tamanho do cateter, idade do</p><p>paciente, restrição hídrica e tipo</p><p>de terapia infusional. Infusões</p><p>de hemoderivados, nutrição</p><p>parenteral, contrastes e outras</p><p>soluções viscosas podem requerer</p><p>volumes maiores. Não utilizar água</p><p>estéril para realização do flushing</p><p>e lock dos cateteres.</p><p>Utilizar frascos de dose única ou</p><p>seringas preenchidas comercialmente</p><p>disponíveis para a prática de flushing e</p><p>lock do cateter. Seringas preenchidas</p><p>podem reduzir o risco de ICSRC e</p><p>otimizam o tempo da equipe assistencial.</p><p>Avaliar o sítio de inserção do</p><p>catéter periférico e áreas</p><p>adjacentes quanto à presença de</p><p>rubor, edema e drenagem de</p><p>secreções por inspeção visual e</p><p>palpação sobre o curativo intacto e</p><p>valorizar as queixas do paciente em</p><p>relação a qualquer sinal de</p><p>desconforto, como dor e parestesia.</p><p>A frequência ideal de avaliação do</p><p>sítio de inserção é a cada 4 horas ou</p><p>conforme a criticidade do paciente.</p><p>Pacientes de qualquer idade em</p><p>terapia intensiva, por exemplo,</p><p>sedados ou com déficit cognitivo:</p><p>avaliar a cada 1-2 horas.</p><p>Pacientes pediátricos: avaliar no</p><p>mínimo 2 vezes por turno.</p><p>Paciente em unidades de internação:</p><p>avaliar 1 vez por turno.</p><p>i. Iii</p><p>31</p><p>Licenciado para - A</p><p>na B</p><p>eatriz da S</p><p>ilva - 70276423445 - P</p><p>rotegido por E</p><p>duzz.com</p><p>Remoção do Catet! :</p><p>Avaliação de necessidades de permanência do cateter deve ser diária.</p><p>Remover o cateter periférico tão logo não haja medicamentos</p><p>endovenosos prescritos se caso nesse meio tempo o mesmo não tenha</p><p>sido utilizado nas últimas 24 horas.</p><p>O cateter periférico instalado em situação de emergência com</p><p>comprometimento da técnica asséptica deve ser trocado por conseguinte</p><p>tão logo quanto possível.</p><p>Remover por fim, o cateter periférico na suspeita de</p><p>contaminação, complicações ou mau funcionamento.</p><p>Rotineiramente o cateter periférico não deve ser trocado logo após</p><p>um período inferior a 96h.</p><p>A decisão de estender a frequência de troca p/ prazos superiores ou</p><p>quando clinicamente indicado dependerá da adesão da instituição às boas</p><p>práticas recomendadas nesse documento, em conclusão: avaliação rotineira</p><p>e frequente das condições do paciente, sítio de inserção, integridade da</p><p>pele e do vaso, duração e tipo de terapia prescrita, local de atendimento,</p><p>integridade e permeabilidade do dispositivo, integridade da cobertura</p><p>estéril e estabilização estéril.</p><p>Em contraste com pacientes neonatais e</p><p>pediátricos, não trocar o cateter rotineiramente.</p><p>É imprescindível que os serviços garantam as boas práticas recomendadas</p><p>neste documento, tais como: avaliação rotineira e frequente das condições do</p><p>paciente, sítio de inserção,</p>

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