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Conhecendo o mundo da fotografia digital FotografiaFotografia Fotografia Fotografia Fo to gr af ia Fotografia Fotografia Fotografia Fo to gr af ia Fotografia Fo to gr af ia Como é o processo de captura de imagem? Através de quatro elementos fundamentais: a luz, o espelho, o penta prisma e o sensor. Temos dois processos diferentes. Primeiro processo : Quando nós não estamos fotografando, não estamos apertando o botão. Então o que acontece? A luz entra através da lente, encontra o primeiro espelho. Esse espelho está em uma angulação de 45º, ele reflete para o penta prisma. Esse penta prisma inverte a imagem e aí nós conseguimos enxergar através do viewfinder, que é aqui onde colocamos o olho para ver o que estamos fotografando. Esse penta prisma inverte a imagem e aí nós conseguimos enxergar através do viewfinder, que é aqui onde colocamos o olho para ver o que estamos fotografando. Aí essa imagem é refletida e nós conseguimos ver ela do jeito que ela é Segundo processo : é quando nós apertamos o botão da câmera para poder tirar a foto, aí quando apertamos o botão para tirar foto, nós escutamos um barulho normalmente. Esse barulho significa que o espelho está levantando. Então a luz entra, como no segundo esquema, através da lente, nós apertamos o botão, o espelho levanta. Quando esse espelho levanta, a luz encontra o sensor e é esse sensor que vai capturar essa luz e vai transformá-la na imagem digital. O que é penta mirror (penta prisma)? O penta mirror é o jogo de espelhos na parte superior da câmera, normalmente encontrado em câmeras que são semi profissionais. Estrutura da Câmera Lentes olho de peixe - lentes como milimitragens pequenas e distorcem a imagem. Grande angulares - tem haver com o angulo de visão. Tem angulo de visão amplo. Normais - se asemelham ao olhar humano (50mm) Teleobjetivas- lentes que vão mais longes PS.: Lentes zoom perde um pouco de qualidade. Tipos de lente: zoom E fixa Simulador de objetivas: https://www.camerasim.com/original-camerasim https://www.camerasim.com/original-camerasim O que é o diafragma? O diafragma é um conjunto de lâminas que permitem maior ou menor passagem de luz dentro da câmera. O que são lentes claras? Lentes com diafragmas que conseguem abrir bastante, que tem valores pequenos, 1.0, 1.2, 1.4, 1.8. Lente zoom tem uma variação do diafragma de 4.5 a 5.6, então ela é considerada uma lente escura. O que isso quer dizer? Lentes escuras, em geral, por terem mais barreiras, elas entregam menos qualidade ótica do que lentes claras. Lentes fixas são mais leves, possuem maior qualidade óptica, possuem apenas uma distância focal e são menos versáteis. JPEG - menor e mais rápido no processamento, arquivo universal. Arquivos comprimidos, joga fora todos arquivos que não acha importante. RAW - Arquivo cru, contém todas as infromações captadas. Aquivo mais pesado. TIPOS DE ARQUIVOS Damos o nome “conjunto óptico” ao que popularmente conhecemos como lente. Esse nome existe porque esse equipamento não é uma peça única, muito menos é constituído de apenas uma lente. A quantidade de lentes utilizada na montagem de um conjunto óptico varia de acordo com o seu tipo e tamanho, e pode haver vários modelos de construção. Vários detalhes definem o nível de qualidade de uma lente, os principais são: a qualidade do cristal utilizado, a sua lapidação, o seu polimento, a sua luminosidade, as aberrações óticas e cromáticas e a sua montagem (se a objetiva é montada com material plástico ou com metais nobres ou também se refere a qual o bocal ela utiliza). A Distância Focal é uma característica muito importante da objetiva, porque é a partir dela que se define qual o campo de visão se deseja trabalhar. A Distância Focal de uma lente é determinada pela distância em milímetros do centro óptico da lente até o sensor da câmera. PILARES DA FOTOGRAFIA ISO VELOCIDADE DO OBTURADOR DIAFRAGMA sensibilidade do sensor da câmara à luz diâmetro de abertura da lente, quem permite a passagem e o controle da quantidade de luz que entra na câmera, funcionando como uma janela (quanto mais aberto, mais luz será captada pelo sensor e quanto menos aberto, menos luz). é o período de tempo durante o qual o obturador da sua câmara permanece aberto e, por conseguinte, o período de tempo durante o qual o sensor é exposto à luz. Quanto mais tempo estiver aberto, mais luz atinge o sensor e mais brilhante fica a imagem. (f) O ISO é a sensibilidade do obturador, o quanto esse obturador capta de luz, se ele vai captar mais luz ou menos luz. Temos um esquema que começa com baixo ruído/muita luminosidade no número 100 e termina em muito ruído/pouca luminosidade no número 25600, com variações de 100. Com ele, nós podemos ver como os valores do ISO podem variar. normalmente câmeras de entrada tem o ISO que varia do 100 até o 1600. Câmeras pró e mais avançadas normalmente tem ISO que vão de 50 a 25600. is o Ele vai variando de duas vezes, 100, 200, 400, sempre multiplicando por dois. O que isso quer dizer? Que cada vez que nós mudar um ponto de ISO, nós estamos expondo o sensor a duas vezes mais luz. Câmeras mais pró normalmente tem esses números quebrados, que podem ser por meio ponto ou um terço. Por exemplo, 100, 125, 160, isso é bom porque você acaba podendo refinar mais a sua foto, você tem mais possibilidades de escolhas, mas, enfim, o que temos que entender é que ISO baixo como 100 te proporcionam maior qualidade de imagem. São imagens mais limpas, mais nítidas e com mais qualidade. ISO maiores, tipo 25600, ou propriamente 1600 na câmera de entrada, tornam imagens com menos qualidade, menos nítidas, imagens mais sujas e com mais ruído. Quando nós usamos esse ISO mais baixo, esse ISO mais alto? Quando nós temos muita luz, nós podemos usar um ISO mais baixo, nós não precisamos expor tanto o sensor. O que nós precisamos entender sobre o ISO? Quando nós estamos em uma situação que tem pouca luz, está uma sombra, um lugar muito escuro, normalmente nós aumentamos o valor desse ISO para poder expor esse sensor a mais luminosidade e a foto ficar mais exposta. Porém, quando vamos aumentando o nosso ISO vai acontecendo um fenômeno: granulação da imagem. É uma imagem feita com diferentes valores de ISO em uma superfície neutra e escura, o fenômeno que acontece é a granulação da imagem, é esse ruído. Que nem rádio quando nós estamos tentando sintonizar e fica um chiado, é a mesma coisa que acontece com a foto. Na imagem ao lado, vemos a diferença entre o ISO 100 e o ISO 3200. O quanto a imagem da esquerda está limpa, clara e nítida, e o quanto a imagem da direita já está mais suja, granulada. Enfim, com menos nitidez. É uma imagem feita com diferentes valores de ISO em uma superfície neutra e escura, o fenômeno que acontece é a granulação da imagem, é esse ruído. Que nem rádio quando nós estamos tentando sintonizar e fica um chiado, é a mesma coisa que acontece com a foto. Quando nós aumentamos o valor do ISO vai aparecendo um chiado, o sensor vai apresentando pixels coloridos nas fotos para poder compensar essa exposição. Consequentemente, quanto mais ruído, mais sujeira fica na foto e menos nítida fica a foto. Mas uma coisa importante de nós pensarmos é que o ruído pode ser uma escolha também. Diafragmas com número maiores, permitem menos passagem de luz, portanto eles ficam mais fechados. É que nem a pupila do nosso olho, nós podemos pensar que quando estamos na sombra, em um lugar escuro, normalmente a pupila do nosso olho fica super dilatada e grande para permitir maior passagem de luz. Quando nós estamos em uma praia, em um lugar com muito luminosidade, a nossa pupila fica pequena para proteger o nosso olho. O diafragma funciona da mesma forma. D ia fr ag m as Nessa segunda imagem nós conseguimos entender bem essa relação de diafragmas com numerações pequenas, a quantidade de luz como está na foto e podemos ver essa folhasuper exposta. Diafragmas muito altos, como o 22, com uma luz bem escura. Nessa imagem também, nós vemos que aparece um F na frente, é a nomenclatura que nós damos para o diafragma. Então quando queremos falar sobre ele, nós falamos F1.8, F2.8, F22 e é assim que nós vamos ver na nossa câmera e na literatura. Outra coisa muito importante que nós precisamos entender sobre o diafragma é que ele vai alterar a nossa profundidade de campo. O que é a profundidade de campo? É o que vai estar em foco na sua foto. Na imagem ao lado nós podemos ver com o diafragma funciona. Diafragmas abertos e com numerações menores, como nessa primeira imagem, vão dar uma profundidade de campo muito pequena. Isso quer dizer que só a flor está no foco e todo o resto está desfocado. Conforme nós vamos aumentando o valor desse diafragma e ele vai ficando cada vez mais fechado, mais elementos vão entrando em foco na sua imagem. p r o fu n d id ad e d e c am p o Então aqui na primeira flor está tudo desfocado, já na última, no F/22, nós temos o gramado focado, a parte do fundo focado e é assim que funciona. Porém, a profundidade de campo também é influenciada por outros dois fatores, não só pelo diafragma. Como nós podemos ver aqui na próxima imagem, essa profundidade de campo vai ser afetada pela proximidade que nós temos do objeto fotografado também. Mesmo com diafragmas médios, como aqui no exemplo, tipo f1.8, quando nós estamos muito próximo do objeto, essa profundidade de campo vai ser menor. Conforme nós vamos nos afastando do objeto em metros, essa profundidade de campo vai aumentando, mesmo com o diafragma igual para todos. Nesse exemplo tem um metro de distância, cinco metros de distância, cinco metros de distância com o mesmo diafragma, aí nós conseguimos perceber que essa profundidade vai sendo alterada conforme o distanciamento. Outro fator também que afeta essa profundidade de campo é qual é a objetiva que você está usando. Então, nesse exemplo, nós estamos com o mesmo diafragma, que também é o f1.8, o objeto a ser fotografo está no mesmo lugar a dez metros de distância, porém nós temos exemplos com 28mm, 70mm e 200mm. Grandes angulares vão ter profundidade de campo maior, você vai ter mais cenário em foco. E lentes teleobjetivas, que são aquelas lentes que nós conseguimos ver mais longe e, consequentemente, ela aproxima o objeto de nós, nós vamos ter uma profundidade de campo menor. Exatamente por isso, por ela ser uma lente que aproxima, então ela acaba desfocando mais o ambiente. Então são as coisas que temos que levar em consideração, que o diafragma vai aumentar a nossa exposição ou diminuir a nossa exposição, mas ele também vai afetar na profundidade de campo. Como acontece o tempo de exposição do obturador? A luz entra pela lente, passa pelo diafragma e chega no obturador. O obturador é composto por duas cortinas, quando nós apertamos o botão para ele levantar e expor o sensor, ele levanta uma cortina primeiro, a luz passa e depois ele fecha a segunda cortina. Encerrando aí o processo. v e lo c id ad e d o o b t u r ad o r Aí o que nós entendemos? Essa velocidade é medida em segundos, então normalmente as câmeras vão de 30 segundos a 4 mil, 8 mil partes de segundo. A descrição, normalmente, nós vamos ver o 30 seguido por duas aspas do lado. Isso quer dizer que são 30 segundos. A partir de determinado momento nós vamos ver esse número fracionado, 1/8, 1/2, 1/4000. O que isso quer dizer? Isso quer dizer que aquele segundo está sendo dividido quatro mil vezes, então a velocidade do obturador vai ser uma parte dessa divisão de quatro mil. Então vou dar um exemplo para vocês. Quando nós colocamos a câmera com segundos muito baixos, por exemplo, aqui tá 100 segundos, essa velocidade vai ser bem mais baixa. Nós conseguimos expor esse sensor durante bastante tempo. Quando nós colocamos uma velocidade bem mais alta, a exposição é bem menor. Nós conseguimos entender a diferença. Outra coisa importante é que às vezes nós queremos expor o obturador a mais de 30 segundos, é possível fazer isso? É possível fazer isso com a função bulb da câmera. Nós conseguimos expor esse sensor durante bastante tempo. Quando nós colocamos uma velocidade bem mais alta, a exposição é bem menor. Nós conseguimos entender a diferença. Outra coisa importa função bulb da câmera é você rodando, no caso da Nikon a rodela de trás, até passar dos trinta segundos. Quando passa dos trinta segundos aparece a função bulb da câmera e aí você fica apertando e o sensor fica exposto o quanto de tempo que você ficar apertando o botão de disparar. Para que isso funciona, por exemplo? Tem muita gente que gosta de fazer fotografias de estrelas, por exemplo, de céus, galáxias. Para isso, precisa de longas exposições, então você vai lá, normalmente a câmera vai estar em um tripé para não tremer e vai deixar essa exposição o tempo que você achar necessário. Uma coisa interessante que acontece quando falamos sobre velocidade de obturador é que alguns fenômenos na imagem começam a acontecer e isso é muito interessante porque é um momento que nós conseguimos criar bastante, inventar coisas novas, trazer um olhar mais artísticos para nossa fotografia. Velocidades altas congelam objetos e velocidades muito baixas, como trinta segundos, conseguem capturar o movimento dos objetos. Então como podemos ver nessa imagem, por exemplo, uma velocidade muito baixa, que é o 1/2, que é bem lento, se você estiver fotografando uma pessoa correndo, ela vai aparecer em movimento. Se você colocar uma velocidade bem mais rápida, você vai congelar aquela imagem e nós temos infinitas possibilidades para poder brincar com esse recurso. Como podemos ver, por exemplo, na próxima imagem. Nós temos provavelmente uma velocidade muito alta no primeiro, que você vai congelar o catavento e, no segundo, nós conseguimos ver o movimento das cores. Trazendo um olhar artístico. Outra coisa que as pessoas adoram saber é como fazer aquelas fotografias de cachoeira com a água parecendo um véu. Para isso nós usamos uma velocidade muito baixa. Provavelmente a foto tem que estar em um tripé também para não movimentar e não ficar tudo borrado, aí nós botamos uma velocidade baixa e consegue capturar essa água como um véu. Uma outra coisa muito legal que podemos fazer com velocidade é uma fotografia chamada panning, que é como podemos ver nessa imagem. É um objeto que está em movimento parado e tudo ao redor em movimento. Como que nós fazemos isso? Velocidade baixa, câmera na mão enquanto nós apertamos, nós acompanhamos o objeto me movimento. Ele vai sair congelado e o fundo vai sair em movimento. Dá um efeito super legal. Uma outra coisa que normalmente a galera adora é o light painting. O light painting também é feito com velocidades baixas. Então o que acontece, você bota um objeto parado, você bota exposições grandes e vem com uma tocha de luz, uma lanterna, enfim, um LED e vai fazendo desenhos na imagem. Por a pessoa estar em movimento, ela provavelmente não vai aparecer, mas o desenho da luz fica registrado e fica super legal. É uma brincadeira super legal de fazer. Uma outra coisa interessante para baixa exposição é para fotografia de arquitetura, por exemplo, a foto ao lado é uma fotografia feita no AquaRIO, no aquário do Rio de Janeiro. Como tinham muitas luzes, muitas diferenças, uma situação muito complicado, o que nós fazemos? Bota a câmera em um tripé para poder não movimentar e os objetos ficarem parados e usa baixas velocidades para poder capturar bastante luz. Normalmente em fotografia de arquitetura nós precisamos de grandes profundidades de campo, então nós usamos um diafragma alto que, consequentemente, diminui a luz. Então como que nós compensamos isso? Com uma velocidade baixa, mas é necessário realizar testes com a câmera. Simulador de exposição: https://bethecamera.com/ https://bethecamera.com/ Nessa imagem vocês podem ver que o diafragma, que é essa abertura que deixa passara luz, quando nós temos numerações pequenas, tipo 1.4, ele passa muita luz, mas consequentemente nós temos uma profundidade de campo menor. Quando nós vamos aumentando esse número, o diafragma vai fechando, nós temos uma profundidade de campo maior, porém passa menos luz. Então, nós vamos para a segunda, que é a velocidade do obturador. Como você podem ver aí, velocidades pequenas do obturador, tipo 1/2 você vai pegar o movimento da imagem e vai ter muita luz entrando. Conforme nós vamos aumentando essa velocidade, como aí 1000, por exemplo, nós vamos ter o objeto congelo, mas vai passar menos luz. O ISO é o inverso. Numerações menores de ISO deixam a imagem mais escura, porém com mais qualidade e sem ruído. Conforme nós vamos aumentando o valor desse ISO, essa imagem vai obtendo mais ruído, porém mais claridade. Como nós fazemos para juntar tudo isso e ter uma exposição correta da nossa imagem? Porque cada parâmetro desse vai influenciar diretamente na exposição da nossa imagem. Nós temos na nossa câmera um ajudante, o fotômetro. O fotômetro é esse leitor de luz e é o que vai nos dizer se a foto está subexposta, superexposta ou está com uma exposição correta. Como ele se apresenta para nós? Ele se apresenta para nós com essa régua. Nós podemos ver ele tanto no viewfinder, quanto no LCD, quanto nessa tela lateral da câmera também. Então conforme nós vamos mudando os nossos parâmetros, essa régua vai nos mostrando se a sua foto está subexposta ou superexposta. Como ela faz isso? Como vocês podem ver aí, existe um ponto central que é o zero, que é a câmera nos dizendo que quando a seta que aparece embaixo está nesse zero, nós teríamos uma imagem com uma exposição correta. Seria uma imagem equilibrada. Conforme você vai indo para o +1, você vai tendo mais luz na sua imagem e a sua foto vai ficando mais superexposta. Conforme nós vamos indo para o menos, a sua imagem está mais escura e mais subexposta. Então vocês vão poder ver isso perfeitamente na câmera. Como vocês podem ver aqui, conforme nós vamos mudando os parâmetros, as setas embaixo dessa régua vão mudar. Então nós mudando aqui na velocidade ou mudando aqui a abertura de campo, essa seta vai indo para um lado ou para o outro. Isso nos ajuda a identificar o que estamos fazendo de correto ou de errado. Vale lembrar também que, assim, didaticamente é importante começarmos a treinar tentando deixar a nossa seta no zero, porque assim nós vamos entender melhor como funcionam os parâmetros. Pode acontecer que depois, mais para frente, quando tiver com tudo interiorizado, nós vamos podendo brincar um pouco mais com esse fotômetro. Situações de uma luz um pouco mais complexa, que nós precisamos subexpor um pouco mais a foto ou super expor um pouco mais a foto, para poder ter os elementos de sombra com mais qualidade ou os realces com mais qualidade. Aí nós vamos poder deixar essa seta um pouco mais para lá ou um pouco mais apra cá, mas no início nós vamos sempre buscar o zero. Nessa segunda imagem nós conseguimos ver direito como isso funciona. Então, assim, na primeira imagem é uma imagem subexposta, a seta está tendendo ao negativo. A fotografia do meio seria uma fotografia que a câmera considera com uma exposição correta e a da direita é uma foto superexposta, super estourada com esse sol estourando na frente e a seta vai estar perto do mais, mais perto do três. Fonte bibliografica: Alura. (n.d.). Fotografia: Conhecendo o mundo da fotografia digital. Curso online