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Mapa Mental
Direito Ambiental
Aplicação dos princípios da
precaução e prevenção
Da constitucionalidade da reserva
legal para alteração e supressão de
espaços territoriais especialmente
protegidos (ADI nº 3.646).
Importante!
Princípio da prevenção: o objetivo final do
princípio da prevenção é evitar que o dano possa
chegar a produzir-se, para tanto, necessário se faz
adotar medidas preventivas. Certeza científica do
impacto ambiental. Conhece e previne.
Princípio da precaução: é a garantia contra os
riscos potenciais que de acordo com o estado
atual do conhecimento, não podendo ser ainda
identificados. Não há certeza científica. Cautela.Direito fundamental ao meio ambiente
ecologicamente equilibrado.
Art. 225 da CF/88
Dica para memorizar:
A FAMA do PAi é conhecida
na ZONA e na SERRA.
FA = Floresta Amazônica
MA = Mata Atlântica
PA = Pantanal mato-grossense
ZONA = Zona Costeira
SERRA = Serra do Mar
Atenção!
Art. 225, § 1º, VIII, da CF/88
Das decisões do STF envolvendo
maus-tratos de animais
Proibição das rinhas de galo: ADI nº 3.776 e
ADI nº 1.856.
Da inconstitucionalidade de “farra do boi”: RE
nº 153.531, vide ADI nº 1.856. 
Da constitucionalidade do sacrifício de
animais nos cultos religiosos de matriz
africana: RE nº 494.601. 
Inconstitucionalidade da vaquejada - ADI nº 4983
Reversão pela Lei nº 13.364/16 + EC nº 96/2017
 
Direito Ambiental na Constituição
Federal e Competências em
Matéria Ambiental
Atenção!
Portanto, até que o STF analise a constitucionalidade 
dessas normas a vaquejada é permitida no Brasil. 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13364.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc96.htm
Competência em matéria
ambiental
A competência legislativa
dos municípios está
adstrita a legislar sobre
interesse local.
Art. 24 da CF/88
Atenção!
A Constituição Federal prevê a competência
legislativa concorrente que toca aos entes
União, Estados e Distrito Federal.
A competência legislativa dos
municípios de interesse local é
estabelecida no art. 30, I, da CF/1988.
A competência exclusiva da União
está disposta no art. 21 da CF/1988.
A competência comum de todos os
entes federados está art. 23 da
CF/88.
A competência residual administrativa e
legislativa dos Estados está prevista no
art. 25, § 1º, da CF/1988. 
Princípios do direito
ambiental
Bens públicos
Princípio do desenvolvimento sustentável;
Princípio da informação;
Princípio da participação ou princípio democrático;
Princípio da educação ambiental;
Princípio da obrigatoriedade da atuação (intervenção) estatal;
Princípio do limite;
Princípio do poluidor-pagador;
Princípio do usuário-pagador;
Princípio da prevenção;
Princípio da precaução;
Princípio da função socioambiental da propriedade;
Princípio da equidade ou solidariedade intergeracional;
Princípio da vedação do retrocesso ecológico (ou non
cliquet ambiental);
Princípio da cooperação entre os povos.
LC nº 140/2011
Art. 20 da CF/88
Art. 26 da CF/88
Direito Ambiental na Constituição
Federal e Competências em
Matéria Ambiental
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Responsabilidade
Ambiental
Art. 225, §3º da CF
Administrativa
Poder de polícia administrativa;
Infração administrativa (art. 70 Lei
9.605/1998) - ação ou omissão que viole:
Uso;
Gozo;
Promoção;
Proteção;
Recuperação do meio ambiente.
Quem lavra o alto de infração
ambiental?
Art. 70, §1º, Lei 9.605/1998.
Quais são as sanções?
Art. 72, Lei 9.605/1998.
Para onde vão os recursos?
Fundo Nacional do Meio Ambiente
- art. 73 Lei 9.605/1998.
Valor da multa?
Mínimo R$50,00 e máximo R$
50.000.000.00 - art. 75, Lei
9.605/1998.
Penal
Dano ambiental: lesão a direito fundamental
de todos de gozar de um meio ambiente
ecologicamente equilibrado – art. 225, CF.
Dano ambiental ecológico puro:
Atinge os componentes essenciais do
ecossistema.
Lato sensu: atinge qualquer
componente do meio ambiente
(sentido amplo).
Individual ou reflexo: atinge interesses
próprios do lesado (microbem).
Responsabilidade civil ambiental: objetiva - art.
927, p. u, CC e art. 14, , §1º, Lei 6.938/1981.
Sujeito ativo: pessoa física ou jurídica.
Atenção! Crimes próprios
Não é aplicável responsabilidade
objetiva!!!
Responsabilidade penal da pessoa
jurídica por delito ambiental (dois
pressupostos cumulativos):
Infração cometida por decisão
de representante legal ou
órgão colegiado;
Infração cometida no interesse
ou benefício de sua entidade.
Crimes em espécie: arts. 29 a 69 da Lei
9.605/1998.
Reparação:
Direta: Dano individual, repara-se
diretamente ao interessado que
sofreu a lesão (indenização).
Indireta: Direitos e interesses difusos
e coletivos, reparação é revertida para
fundo de proteção de interesses
difusos.
Dano patrimonial: possível restituição,
recuperação ou indenização.
Dano extrapatrimonial (moral) ambiental:
compensação pecuniária.
Civil
Lei nº 9.605/98
Lei nº 9.605/98
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406compilada.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406compilada.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%209.605%2C%20DE%2012%20DE%20FEVEREIRO%20DE%201998.&text=Disp%C3%B5e%20sobre%20as%20san%C3%A7%C3%B5es%20penais,ambiente%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%209.605%2C%20DE%2012%20DE%20FEVEREIRO%20DE%201998.&text=Disp%C3%B5e%20sobre%20as%20san%C3%A7%C3%B5es%20penais,ambiente%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
Objetivos da PNMA (PMR)
Instrumentos da Política
Nacional do Meio Ambiente
Art. 4º Lei nº 6.938/1981
Princípios da PNMA
Art. 2º Lei nº 6.938/1981
Do Sistema Nacional de
Meio Ambiente (SISNAMA)
Art. 6º Lei nº 6.938/1981
Art. 9º Lei nº 6.938/1981
Pela servidão ambiental o proprietário rural,
voluntariamente, renuncia à exploração ou
supressão (de parte) dos recursos naturais
localizados em sua propriedade. 
Art. 9º-A Lei nº 6.938/1981
Avaliação de Impacto
Ambiental (EIA e RIMA)
Licenciamento e licença ambiental
Ato administrativo pelo qual o órgão ambiental
competente estabelece as condições, restrições e
medidas de controle ambiental que deverão ser
obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou
jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar
empreendimentos ou atividades utilizadoras dos
recursos ambientais consideradas efetiva ou
potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob
qualquer forma, possam causar degradação ambiental. 
É instituído em três fases: Licença Prévia (LP),Licença
de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO).
ÓRGÃO SUPERIOR - Conselho de Governo.
ÓRGÃO CONSULTIVO E DELIBERATIVO - CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
ÓRGÃO CENTRAL - Ministério do Meio Ambiente.
ÓRGÃOS EXECUTORES - IBAMA e ICMbIO (Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade.
ÓRGÃOS SECCIONAIS - Órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas,
projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação ambiental.
ÓRGÃOS LOCAIS - Órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e fiscalização dessas
atividades, nas suas respectivas jurisdições. 
Em decorrência do princípio da informação, o
relatório (RIMA) deve ser objetivo, sintético e
acessível a todos, porém, deve ser um retrato fiel
do conteúdo do EIA, exposto de uma forma
menos técnica.
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é um
profundo diagnóstico do empreendimento que
está em vias de ser licenciado pelo órgão
ambiental competente.
Da Política Nacional do Meio Ambiente
– Lei nº 6.938/1981
Licença ambiental
Licenciamento ambiental
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm
As unidades de conservação da
natureza dividem-se em unidades de
proteção integral e unidades de uso
sustentável. Esta divisão dá-se
conforme o grau de intensidade da
proteção a ser realizada.
Atenção
Podem integrar o SNUC, excepcionalmente e a
critério do CONAMA, unidades de conservação
estaduais e municipais que, concebidas para
atender a peculiaridades regionais ou locais,
possuam objetivos de manejo que não possam
ser satisfatoriamente atendidos por nenhuma
categoria prevista na Lei nº 9.985/2000 e cujas
características permitam, em relação a estas,
uma clara distinção.
O SNUC é formado pelo conjunto
das unidades de conservação de
todos os entes federados
As ações e a responsabilidade
por todos os atos que dizem
respeito à política nacional de
unidades de conservação da
natureza passaram a ser
atribuição do Instituto Chico
Mendes de Conservação da
Biodiversidade (ICMBio), a partir
da Lei nº 11.516/2007. 
O SNUC será gerido pelos seguintes órgãos, com as
respectivas atribuições:
Órgão consultivo e deliberativo: Conselho Nacional do Meio
Ambiente (CONAMA), com as atribuições de acompanhar a
implementação do Sistema.
Órgão central: Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade
de coordenar o Sistema.
Órgãos executores: o Instituto Chico Mendes e o IBAMA, em
caráter supletivo, os órgãos estaduais e municipais, com a
função de implementar o SNUC, subsidiar as propostas de
criação e administrar as unidades de conservação federais,
estaduais e municipais, nas respectivas esferas de atuação. 
Importante:
A Lei nº 9.985/2000, que cria
o SNUC, regulamenta os
incisos I, II, III e VII do § 1º do
art. 225 da CF/1988.
Estação ecológica:
Reserva biológica:
Parque nacional: 
Monumento natural:
Refúgio da vida silvestre: 
Art. 9º da Lei 9.985/2000.
Art. 10 da Lei nº 9.985/2000.
Art. 11 da Lei nº 9.985/2000.
Art. 12 da Lei nº 9.985/2000.
Art. 13 da Lei nº 9.985/2000.
As categorias que compreendem as
unidades de uso sustentável são: 
Área de proteção ambiental:
Área de relevante interesse ecológico:
Floresta nacional:
Reserva extrativista:
Reserva de fauna:
Reserva de desenvolvimento sustentável:
Reserva particular do patrimônio natural:
Art. 15 da Lei nº 9.985/2000
Art. 16 da Lei nº 9.985/2000
Art. 17 da Lei nº 9.985/2000
Art. 18 da Lei nº 9.985/2000
Art. 19 da Lei nº 9.985/2000
Art. 20 da Lei nº 9.985/2000
Art. 21 da Lei nº 9.985/2000
Da criação, implantação e
gestão das unidades de
conservação
Art. 22 da Lei nº 9.985/2000
A criação de unidades de conservação da natureza
pode ser realizada por lei ou por decreto do chefe do
Poder Executivo federal, estadual, do Distrito Federal
ou municipal.
A supressão e a alteração do
regime de proteção com fins
de diminuir a tutela só
poderão ocorrer mediante a
edição de uma lei ordinária,
conforme determina o art.
225, § 1º, III da CF/1988.
Sistema Nacional de Unidades
de Conservação
As categorias de unidades de proteção
integral são as seguintes: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11516.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Competência
Competência concorrente
da União, Estados e
Distrito Federal.
Artigo 24, VI, CF
Princípios
Artigo 1º-A, p. u.,
Código Florestal
Área de Preservação Permanente (APP)
Área protegida, coberta ou não por vegetação
nativa, com a função ambiental de preservar os
recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade
geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo
gênico de fauna e flora, proteger o solo e
assegurar o bem-estar das populações humanas;
São fixadas por Lei;
Podem ser urbanas ou rurais - art. 4° a 6°, Código
Florestal;
Permissão de acesso para:
Obtenção de água;
Atividades de baixo
impacto ambiental.
Reserva legal
Área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural;
Delimitação – art. 12, Código Florestal.
Cadastro Ambiental Rural (CAR)
Art. 29, Código Florestal
Registro público eletrônico obrigatório para
todos os imóveis rurais;
Finalidade: integrar informações ambientais de
posses e propriedades rurais.
Tem a função de:
Assegurar o uso econômico de modo sustentável
dos recursos naturais do imóvel rural;
Auxiliar a conservação e a reabilitação dos
processos ecológicos e promover a conservação
da biodiversidade, bem como o abrigo e a
proteção de fauna silvestre e da flora nativa.
Código Florestal - Lei nº 12.651/2012
Regime de proteção - art. 7º e 8º, Código Florestal;
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
Princípio da predominância
dos interesses
União: 
Objetivos
Proteger, defender e conservar o
meio ambiente;
Instrumentos de
cooperação
Competências
Da Competência Administrativa
Ambiental - LC nº 140/2011 
Consórcios públicos;
Interesse regional.Interesse local.
Art. 3º, LC 140/2011
Garantir o equilíbrio do
desenvolvimento socioeconômico;
Harmonizar políticas e ações
administrativas;
Garantir a uniformidade da
política ambiental do país.
Art. 4º, LC 140/2011
Convênios;
Comissão Tripartite (nacional e
estaduais) e Comissão Bipartite DF;
Fundos públicos e privados e outros
instrumentos econômicos;
Delegação de atribuições entre entes
federativos;
Delegação da execução de ações
administrativas entre entes federativos.
Conferir artigos 6º a
10, LC 140/2011
Interesse nacional.
Estado: 
Município:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm#:~:text=III%20%2D%20inexistindo%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ambiental%20capacitado,Art.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm#:~:text=III%20%2D%20inexistindo%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ambiental%20capacitado,Art.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm#:~:text=III%20%2D%20inexistindo%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ambiental%20capacitado,Art.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm#:~:text=III%20%2D%20inexistindo%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ambiental%20capacitado,Art.
Política Nacional sobre
Mudança do Clima
Art. 2º da Lei 10.257/2001
Planos nacionais, regionais e estaduais;
Institutos jurídicos e políticos.
Ordenar o pleno
desenvolvimento das
funções sociais da cidade
e da propriedade urbana.
Art. 4º da Lei 10.257/2001
Planejamento de regiões metropolitanas;
Planejamento municipal;
Institutos tributários e financeiros;
Efeito estufa: 
Mudança de clima: 
“Todos têm o dever de atuar, em
benefício das presentes e
futuras gerações, para a redução
dos impactos decorrentes das
interferências antrópicas sobre o
sistema climático” – art. 3º, I, da
Lei 12.187/2009.
Plano Nacional sobre a Mudança do Clima;
Fundo Nacional sobre a Mudança do Clima;
Planos de Ação para Prevenção e Controle do
Desmatamento nos biomas;
Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro
das nações Unidas sobre Mudança do Clima.
Lei n° 12.187/2009
Instrumentos – art. 6º
Estatuto da
Cidade
Lei nº 10.257/2001
Objetivo
Instrumentos
Conceitos importantes
Estatuto da Cidade e
Política Nacional sobre
Mudança do Clima
Constituintes gasosos, naturais ou antrópicos, que, na
atmosfera, absorvem e reemitem radiação infravermelha;
Que possa ser direta ou indiretamente atribuída à
atividade humana que altere a composição da atmosfera
mundial e que se some àquela provocada pela
variabilidade climática natural observada ao longo de
períodos comparáveis.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12187.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12187.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12187.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12187.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm
Gestão das
florestas públicas
Proteção à Fauna e Gestão
das Florestas Públicas
Arts. 29 a 37 da Lei
n° 9.605/1998
Proteção à fauna
Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu
desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro. 
A Lei n° 5.197/1967 proíbe a caça profissional (art. 2º) e o
comércio de espécimes, inclusive produtos e objetos que
impliquem em caça, perseguição, destruição ou apanha (art. 3º).
Florestas naturais ou plantadas, localizadas
nos diversos biomas brasileiros, em bens da
União, Estados, Municípios, Distrito Federal
ou entidades da administração indireta (art.
3º, I, da Lei n° 11.284/2006).
Florestas públicas
Serviços florestais
Turismo e outras ações ou
benefícios decorrentes do
manejo e conservação da
floresta.
Concessão florestal
Delegação onerosa.
Gestão de florestas públicas
Criação de florestas (nacionais,
estaduais e municipais);
Destinação às comunidades
locais;
Concessão florestal.
Art. 4º da Lei n° 11.284/2006 Lei n° 11.284/2006
Crimes contra a fauna
Constituem a fauna
Seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado,
sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha
(art. 1º da Lei n° 5.197/1967).
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm
Política Nacional de Recursos Hídricos
Fundamentos (PNRH)
Bem de
domínio
público
(água).
Art. 1º da Lei 9.433/1997
Recurso natural
limitado - com
valor econômico
(água).
Escassez: prioridade
consumo humano e
dessedentação de
animais (água).
Uso
múltiplo
(água).
Bacia
hidrográfica =
unidade
territorial.
Gestão
descentralizada.
Assegurar
disponibilidade de
água com qualidade
(presentes e futuras
gerações).
Utilização
racional e
integrada dos
recursos
hídricos.
Prevenção e
defesa contra
eventos
hidrológicos.
Incentivar e
promover captação,
preservação e
aproveitamento de
águas pluviais.
Objetivos
Art. 2º da Lei 9.433/1997
Outorga de direitos de
uso de recursos hídricos
Assegurar o controle quantitativo
e qualitativo dos usos da água e
direitos de acesso à água.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9433.htm#:~:text=%C2%A7%201%C2%BA%20O%20Poder%20Executivo,h%C3%ADdrico%20de%20dom%C3%ADnio%20da%20Uni%C3%A3o.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9433.htm#:~:text=%C2%A7%201%C2%BA%20O%20Poder%20Executivo,h%C3%ADdrico%20de%20dom%C3%ADnio%20da%20Uni%C3%A3o.
a) Abastecimento de água potável;
b) Esgotamento sanitário;
c) Limpeza urbana e manejo de
resíduos sólidos;
d) Drenagem e manejo das águas
pluviais urbanas.
Recursos hídricos não
integram os serviços públicos
de saneamento básico!
Destina-se às pessoas físicas ou jurídicas, de
direito público ou privado, responsáveis
pela geração de resíduos sólidos e as que
desenvolvam ações relacionadas à gestão
integrada ou ao gerenciamento de resíduos
sólidos. 
Atenção!
Diretrizes Nacionais de
Saneamento Básico
Lei nº 11.445/2000
Política Nacional de
Resíduos Sólidos
Não se aplica
aos rejeitos
radioativos!
Material, substância, objeto ou
bem descartado resultante de
atividades humanas em sociedade
em estados sólido, semissólido,
gases em recipientes e líquidos
que sejam inviável o lançamento
em esgotos/corpos d'água.
Resíduos sólidos que não apresentam outra
possibilidade que não a disposição final
ambientalmente adequada (após esgotadas as
possibilidades de tratamento e recuperação).
Art. 33 da Lei n° 12.305/2010
Política Nacional de Resíduos
Sólidos e Diretrizes Nacionais
de Saneamento Básico
Agrotóxicos;
Pilhas e baterias;
Pneus;
Óleos lubrificantes;
Lâmpadas fluorescentes;
Produtos eletroeletrônicos.
Rejeitos
Lei n° 12.305/2010
Para quem?
Logística reversa
Resíduos sólidos
Serviços de saneamento básico
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11445.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm

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