Prévia do material em texto
Mapa Mental Direito Ambiental Aplicação dos princípios da precaução e prevenção Da constitucionalidade da reserva legal para alteração e supressão de espaços territoriais especialmente protegidos (ADI nº 3.646). Importante! Princípio da prevenção: o objetivo final do princípio da prevenção é evitar que o dano possa chegar a produzir-se, para tanto, necessário se faz adotar medidas preventivas. Certeza científica do impacto ambiental. Conhece e previne. Princípio da precaução: é a garantia contra os riscos potenciais que de acordo com o estado atual do conhecimento, não podendo ser ainda identificados. Não há certeza científica. Cautela.Direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. Art. 225 da CF/88 Dica para memorizar: A FAMA do PAi é conhecida na ZONA e na SERRA. FA = Floresta Amazônica MA = Mata Atlântica PA = Pantanal mato-grossense ZONA = Zona Costeira SERRA = Serra do Mar Atenção! Art. 225, § 1º, VIII, da CF/88 Das decisões do STF envolvendo maus-tratos de animais Proibição das rinhas de galo: ADI nº 3.776 e ADI nº 1.856. Da inconstitucionalidade de “farra do boi”: RE nº 153.531, vide ADI nº 1.856. Da constitucionalidade do sacrifício de animais nos cultos religiosos de matriz africana: RE nº 494.601. Inconstitucionalidade da vaquejada - ADI nº 4983 Reversão pela Lei nº 13.364/16 + EC nº 96/2017 Direito Ambiental na Constituição Federal e Competências em Matéria Ambiental Atenção! Portanto, até que o STF analise a constitucionalidade dessas normas a vaquejada é permitida no Brasil. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13364.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc96.htm Competência em matéria ambiental A competência legislativa dos municípios está adstrita a legislar sobre interesse local. Art. 24 da CF/88 Atenção! A Constituição Federal prevê a competência legislativa concorrente que toca aos entes União, Estados e Distrito Federal. A competência legislativa dos municípios de interesse local é estabelecida no art. 30, I, da CF/1988. A competência exclusiva da União está disposta no art. 21 da CF/1988. A competência comum de todos os entes federados está art. 23 da CF/88. A competência residual administrativa e legislativa dos Estados está prevista no art. 25, § 1º, da CF/1988. Princípios do direito ambiental Bens públicos Princípio do desenvolvimento sustentável; Princípio da informação; Princípio da participação ou princípio democrático; Princípio da educação ambiental; Princípio da obrigatoriedade da atuação (intervenção) estatal; Princípio do limite; Princípio do poluidor-pagador; Princípio do usuário-pagador; Princípio da prevenção; Princípio da precaução; Princípio da função socioambiental da propriedade; Princípio da equidade ou solidariedade intergeracional; Princípio da vedação do retrocesso ecológico (ou non cliquet ambiental); Princípio da cooperação entre os povos. LC nº 140/2011 Art. 20 da CF/88 Art. 26 da CF/88 Direito Ambiental na Constituição Federal e Competências em Matéria Ambiental https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Responsabilidade Ambiental Art. 225, §3º da CF Administrativa Poder de polícia administrativa; Infração administrativa (art. 70 Lei 9.605/1998) - ação ou omissão que viole: Uso; Gozo; Promoção; Proteção; Recuperação do meio ambiente. Quem lavra o alto de infração ambiental? Art. 70, §1º, Lei 9.605/1998. Quais são as sanções? Art. 72, Lei 9.605/1998. Para onde vão os recursos? Fundo Nacional do Meio Ambiente - art. 73 Lei 9.605/1998. Valor da multa? Mínimo R$50,00 e máximo R$ 50.000.000.00 - art. 75, Lei 9.605/1998. Penal Dano ambiental: lesão a direito fundamental de todos de gozar de um meio ambiente ecologicamente equilibrado – art. 225, CF. Dano ambiental ecológico puro: Atinge os componentes essenciais do ecossistema. Lato sensu: atinge qualquer componente do meio ambiente (sentido amplo). Individual ou reflexo: atinge interesses próprios do lesado (microbem). Responsabilidade civil ambiental: objetiva - art. 927, p. u, CC e art. 14, , §1º, Lei 6.938/1981. Sujeito ativo: pessoa física ou jurídica. Atenção! Crimes próprios Não é aplicável responsabilidade objetiva!!! Responsabilidade penal da pessoa jurídica por delito ambiental (dois pressupostos cumulativos): Infração cometida por decisão de representante legal ou órgão colegiado; Infração cometida no interesse ou benefício de sua entidade. Crimes em espécie: arts. 29 a 69 da Lei 9.605/1998. Reparação: Direta: Dano individual, repara-se diretamente ao interessado que sofreu a lesão (indenização). Indireta: Direitos e interesses difusos e coletivos, reparação é revertida para fundo de proteção de interesses difusos. Dano patrimonial: possível restituição, recuperação ou indenização. Dano extrapatrimonial (moral) ambiental: compensação pecuniária. Civil Lei nº 9.605/98 Lei nº 9.605/98 https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406compilada.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406compilada.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%209.605%2C%20DE%2012%20DE%20FEVEREIRO%20DE%201998.&text=Disp%C3%B5e%20sobre%20as%20san%C3%A7%C3%B5es%20penais,ambiente%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm#:~:text=LEI%20N%C2%BA%209.605%2C%20DE%2012%20DE%20FEVEREIRO%20DE%201998.&text=Disp%C3%B5e%20sobre%20as%20san%C3%A7%C3%B5es%20penais,ambiente%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm Objetivos da PNMA (PMR) Instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente Art. 4º Lei nº 6.938/1981 Princípios da PNMA Art. 2º Lei nº 6.938/1981 Do Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA) Art. 6º Lei nº 6.938/1981 Art. 9º Lei nº 6.938/1981 Pela servidão ambiental o proprietário rural, voluntariamente, renuncia à exploração ou supressão (de parte) dos recursos naturais localizados em sua propriedade. Art. 9º-A Lei nº 6.938/1981 Avaliação de Impacto Ambiental (EIA e RIMA) Licenciamento e licença ambiental Ato administrativo pelo qual o órgão ambiental competente estabelece as condições, restrições e medidas de controle ambiental que deverão ser obedecidas pelo empreendedor, pessoa física ou jurídica, para localizar, instalar, ampliar e operar empreendimentos ou atividades utilizadoras dos recursos ambientais consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental. É instituído em três fases: Licença Prévia (LP),Licença de Instalação (LI) e Licença de Operação (LO). ÓRGÃO SUPERIOR - Conselho de Governo. ÓRGÃO CONSULTIVO E DELIBERATIVO - CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente). ÓRGÃO CENTRAL - Ministério do Meio Ambiente. ÓRGÃOS EXECUTORES - IBAMA e ICMbIO (Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade. ÓRGÃOS SECCIONAIS - Órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas, projetos e pelo controle e fiscalização de atividades capazes de provocar a degradação ambiental. ÓRGÃOS LOCAIS - Órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e fiscalização dessas atividades, nas suas respectivas jurisdições. Em decorrência do princípio da informação, o relatório (RIMA) deve ser objetivo, sintético e acessível a todos, porém, deve ser um retrato fiel do conteúdo do EIA, exposto de uma forma menos técnica. O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é um profundo diagnóstico do empreendimento que está em vias de ser licenciado pelo órgão ambiental competente. Da Política Nacional do Meio Ambiente – Lei nº 6.938/1981 Licença ambiental Licenciamento ambiental http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938compilada.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6938.htm As unidades de conservação da natureza dividem-se em unidades de proteção integral e unidades de uso sustentável. Esta divisão dá-se conforme o grau de intensidade da proteção a ser realizada. Atenção Podem integrar o SNUC, excepcionalmente e a critério do CONAMA, unidades de conservação estaduais e municipais que, concebidas para atender a peculiaridades regionais ou locais, possuam objetivos de manejo que não possam ser satisfatoriamente atendidos por nenhuma categoria prevista na Lei nº 9.985/2000 e cujas características permitam, em relação a estas, uma clara distinção. O SNUC é formado pelo conjunto das unidades de conservação de todos os entes federados As ações e a responsabilidade por todos os atos que dizem respeito à política nacional de unidades de conservação da natureza passaram a ser atribuição do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a partir da Lei nº 11.516/2007. O SNUC será gerido pelos seguintes órgãos, com as respectivas atribuições: Órgão consultivo e deliberativo: Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), com as atribuições de acompanhar a implementação do Sistema. Órgão central: Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de coordenar o Sistema. Órgãos executores: o Instituto Chico Mendes e o IBAMA, em caráter supletivo, os órgãos estaduais e municipais, com a função de implementar o SNUC, subsidiar as propostas de criação e administrar as unidades de conservação federais, estaduais e municipais, nas respectivas esferas de atuação. Importante: A Lei nº 9.985/2000, que cria o SNUC, regulamenta os incisos I, II, III e VII do § 1º do art. 225 da CF/1988. Estação ecológica: Reserva biológica: Parque nacional: Monumento natural: Refúgio da vida silvestre: Art. 9º da Lei 9.985/2000. Art. 10 da Lei nº 9.985/2000. Art. 11 da Lei nº 9.985/2000. Art. 12 da Lei nº 9.985/2000. Art. 13 da Lei nº 9.985/2000. As categorias que compreendem as unidades de uso sustentável são: Área de proteção ambiental: Área de relevante interesse ecológico: Floresta nacional: Reserva extrativista: Reserva de fauna: Reserva de desenvolvimento sustentável: Reserva particular do patrimônio natural: Art. 15 da Lei nº 9.985/2000 Art. 16 da Lei nº 9.985/2000 Art. 17 da Lei nº 9.985/2000 Art. 18 da Lei nº 9.985/2000 Art. 19 da Lei nº 9.985/2000 Art. 20 da Lei nº 9.985/2000 Art. 21 da Lei nº 9.985/2000 Da criação, implantação e gestão das unidades de conservação Art. 22 da Lei nº 9.985/2000 A criação de unidades de conservação da natureza pode ser realizada por lei ou por decreto do chefe do Poder Executivo federal, estadual, do Distrito Federal ou municipal. A supressão e a alteração do regime de proteção com fins de diminuir a tutela só poderão ocorrer mediante a edição de uma lei ordinária, conforme determina o art. 225, § 1º, III da CF/1988. Sistema Nacional de Unidades de Conservação As categorias de unidades de proteção integral são as seguintes: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11516.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Competência Competência concorrente da União, Estados e Distrito Federal. Artigo 24, VI, CF Princípios Artigo 1º-A, p. u., Código Florestal Área de Preservação Permanente (APP) Área protegida, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas; São fixadas por Lei; Podem ser urbanas ou rurais - art. 4° a 6°, Código Florestal; Permissão de acesso para: Obtenção de água; Atividades de baixo impacto ambiental. Reserva legal Área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural; Delimitação – art. 12, Código Florestal. Cadastro Ambiental Rural (CAR) Art. 29, Código Florestal Registro público eletrônico obrigatório para todos os imóveis rurais; Finalidade: integrar informações ambientais de posses e propriedades rurais. Tem a função de: Assegurar o uso econômico de modo sustentável dos recursos naturais do imóvel rural; Auxiliar a conservação e a reabilitação dos processos ecológicos e promover a conservação da biodiversidade, bem como o abrigo e a proteção de fauna silvestre e da flora nativa. Código Florestal - Lei nº 12.651/2012 Regime de proteção - art. 7º e 8º, Código Florestal; https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm Princípio da predominância dos interesses União: Objetivos Proteger, defender e conservar o meio ambiente; Instrumentos de cooperação Competências Da Competência Administrativa Ambiental - LC nº 140/2011 Consórcios públicos; Interesse regional.Interesse local. Art. 3º, LC 140/2011 Garantir o equilíbrio do desenvolvimento socioeconômico; Harmonizar políticas e ações administrativas; Garantir a uniformidade da política ambiental do país. Art. 4º, LC 140/2011 Convênios; Comissão Tripartite (nacional e estaduais) e Comissão Bipartite DF; Fundos públicos e privados e outros instrumentos econômicos; Delegação de atribuições entre entes federativos; Delegação da execução de ações administrativas entre entes federativos. Conferir artigos 6º a 10, LC 140/2011 Interesse nacional. Estado: Município: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm#:~:text=III%20%2D%20inexistindo%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ambiental%20capacitado,Art. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm#:~:text=III%20%2D%20inexistindo%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ambiental%20capacitado,Art. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm#:~:text=III%20%2D%20inexistindo%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ambiental%20capacitado,Art. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp140.htm#:~:text=III%20%2D%20inexistindo%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ambiental%20capacitado,Art. Política Nacional sobre Mudança do Clima Art. 2º da Lei 10.257/2001 Planos nacionais, regionais e estaduais; Institutos jurídicos e políticos. Ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana. Art. 4º da Lei 10.257/2001 Planejamento de regiões metropolitanas; Planejamento municipal; Institutos tributários e financeiros; Efeito estufa: Mudança de clima: “Todos têm o dever de atuar, em benefício das presentes e futuras gerações, para a redução dos impactos decorrentes das interferências antrópicas sobre o sistema climático” – art. 3º, I, da Lei 12.187/2009. Plano Nacional sobre a Mudança do Clima; Fundo Nacional sobre a Mudança do Clima; Planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento nos biomas; Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das nações Unidas sobre Mudança do Clima. Lei n° 12.187/2009 Instrumentos – art. 6º Estatuto da Cidade Lei nº 10.257/2001 Objetivo Instrumentos Conceitos importantes Estatuto da Cidade e Política Nacional sobre Mudança do Clima Constituintes gasosos, naturais ou antrópicos, que, na atmosfera, absorvem e reemitem radiação infravermelha; Que possa ser direta ou indiretamente atribuída à atividade humana que altere a composição da atmosfera mundial e que se some àquela provocada pela variabilidade climática natural observada ao longo de períodos comparáveis. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12187.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12187.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12187.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12187.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10257.htm Gestão das florestas públicas Proteção à Fauna e Gestão das Florestas Públicas Arts. 29 a 37 da Lei n° 9.605/1998 Proteção à fauna Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro. A Lei n° 5.197/1967 proíbe a caça profissional (art. 2º) e o comércio de espécimes, inclusive produtos e objetos que impliquem em caça, perseguição, destruição ou apanha (art. 3º). Florestas naturais ou plantadas, localizadas nos diversos biomas brasileiros, em bens da União, Estados, Municípios, Distrito Federal ou entidades da administração indireta (art. 3º, I, da Lei n° 11.284/2006). Florestas públicas Serviços florestais Turismo e outras ações ou benefícios decorrentes do manejo e conservação da floresta. Concessão florestal Delegação onerosa. Gestão de florestas públicas Criação de florestas (nacionais, estaduais e municipais); Destinação às comunidades locais; Concessão florestal. Art. 4º da Lei n° 11.284/2006 Lei n° 11.284/2006 Crimes contra a fauna Constituem a fauna Seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha (art. 1º da Lei n° 5.197/1967). https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9605.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11284.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5197.htm Política Nacional de Recursos Hídricos Fundamentos (PNRH) Bem de domínio público (água). Art. 1º da Lei 9.433/1997 Recurso natural limitado - com valor econômico (água). Escassez: prioridade consumo humano e dessedentação de animais (água). Uso múltiplo (água). Bacia hidrográfica = unidade territorial. Gestão descentralizada. Assegurar disponibilidade de água com qualidade (presentes e futuras gerações). Utilização racional e integrada dos recursos hídricos. Prevenção e defesa contra eventos hidrológicos. Incentivar e promover captação, preservação e aproveitamento de águas pluviais. Objetivos Art. 2º da Lei 9.433/1997 Outorga de direitos de uso de recursos hídricos Assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e direitos de acesso à água. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9433.htm#:~:text=%C2%A7%201%C2%BA%20O%20Poder%20Executivo,h%C3%ADdrico%20de%20dom%C3%ADnio%20da%20Uni%C3%A3o. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9433.htm#:~:text=%C2%A7%201%C2%BA%20O%20Poder%20Executivo,h%C3%ADdrico%20de%20dom%C3%ADnio%20da%20Uni%C3%A3o. a) Abastecimento de água potável; b) Esgotamento sanitário; c) Limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos; d) Drenagem e manejo das águas pluviais urbanas. Recursos hídricos não integram os serviços públicos de saneamento básico! Destina-se às pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis pela geração de resíduos sólidos e as que desenvolvam ações relacionadas à gestão integrada ou ao gerenciamento de resíduos sólidos. Atenção! Diretrizes Nacionais de Saneamento Básico Lei nº 11.445/2000 Política Nacional de Resíduos Sólidos Não se aplica aos rejeitos radioativos! Material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade em estados sólido, semissólido, gases em recipientes e líquidos que sejam inviável o lançamento em esgotos/corpos d'água. Resíduos sólidos que não apresentam outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada (após esgotadas as possibilidades de tratamento e recuperação). Art. 33 da Lei n° 12.305/2010 Política Nacional de Resíduos Sólidos e Diretrizes Nacionais de Saneamento Básico Agrotóxicos; Pilhas e baterias; Pneus; Óleos lubrificantes; Lâmpadas fluorescentes; Produtos eletroeletrônicos. Rejeitos Lei n° 12.305/2010 Para quem? Logística reversa Resíduos sólidos Serviços de saneamento básico https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11445.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm