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164 112. (CESGRANRIO – 2018) O perímetro de segurança da técni- ca de defesa em profundidade é formado por componentes de segurança que funcionam de forma integrada para proteger a rede. O componente que visa a intermediar a comunicação do nível de aplicação entre as estações da rede interna e os servidores da rede externa é o a) IPS b) IDS c) Gateway VPN d) Firewall de Estado e) Firewall Proxy 113. (CESGRANRIO – 2018) Para proteger as redes de dados, as empresas criam perímetros de segurança formados por com- ponentes que avaliam o tráfego de ingresso e egresso. O com- ponente que utiliza listas de controle de acesso formadas por regras que determinam se um pacote pode ou não atravessar a barreira é a(o) a) Firewall b) Proxy c) DMZ d) IDS e) IPS 114. (CESGRANRIO – 2018) O perímetro de segurança é formado por componentes que visam a proteger a rede de dados. O com- ponente que monitora e analisa o tráfego de rede para identifi- car atividades maliciosas com base em métodos de detecção de anomalia e assinaturas, e que é capaz de executar contramedi- das, é conhecido como a) Firewall sem estado b) Firewall com estado c) Firewall Proxy d) NIPS e) DMZ 115. (CESGRANRIO – 2018) O perímetro de segurança da rede é formado por vários componentes que operam de forma inde- pendente ou em conjunto para validar o tráfego de ingresso e egresso. O componente que opera no nível de aplicação e visa a interme- diar a comunicação entre clientes da rede interna e servidores da rede externa, para impor a política de segurança da empresa, é o a) Filtro de pacote b) Firewall com estado c) Proxy d) IDS e) IPS 116. (CESGRANRIO – 2014) O perímetro de segurança deve ser formado por componentes independentes e posicionado entre a rede externa e a rede interna da empresa. O componente que faz a comunicação em nome das estações da rede interna com os servidores externos é o a) Firewall de estado b) Firewall Proxy c) IDS d) IPS e) Gateway VPN 117. (CESGRANRIO – 2014) O perímetro de segurança de rede é formado por componentes de segurança capazes de monitorar o tráfego de ingresso e egresso na rede da empresa. O componente capaz de identificar e impedir o ingresso do trá- fego TCP de ACK forjado por entidades hostis e destinado a enti- dades da rede interna é o a) Firewall Stateless b) Firewall Stateful c) Firewall Proxy d) IDS e) IPS 118. (CESGRANRIO – 2013) Uma empresa de serviços foi contra- tada para montar um equipamento de segurança que também melhore a performance de acesso a internet. Esse equipamento deve mascarar os endereços locais da rede, utilizar duas placas de rede e ser usado como cache de conteúdo web. O equipamento a ser montado por essa empresa é um a) servidor honeypot b) servidor proxy c) sistema de prevenção de invasão d) sniffer de rede e) switch camada 2 119. (CESGRANRIO – 2013) Um firewall simples foi montado em uma empresa de comércio eletrônico para prevenir e bloquear ataques. Contudo, observou-se que vários ataques aconteceram. Um tipo de ataque existente que o uso do firewall NÃO consegue evitar é um(a) a) acesso a sites externos que pertençam à lista interna de negação de acesso. b) hacker qualquer tentando fazer scan de várias portas da rede externa. c) pacote TCP externo marcado com um indicador SYN. d) transmissão de dados via rede, originados de sites ou locais externos. e) modificação de código do site por usuário interno para per- mitir SQL injection. 120. (CESGRANRIO – 2013) Em muitos ambientes, as estações de clientes que usam a Internet estão posicionadas dentro de regiões protegidas por firewalls. Como se trata de estações de clientes, não é incomum que as regras do firewall impeçam a entrada de solicitações externas para o estabelecimento de conexões TCP (via SYN) com essas estações. Esse cenário gera um problema para o protocolo FTP, já que o servidor FTP é, nor- malmente, o encarregado de abrir uma conexão de dados com o cliente sempre que um comando STOR ou RETR é recebido atra- vés da conexão de controle. Uma solução para esse problema é a) habilitar, no firewall, o recebimento de solicitações externas para estabelecer conexões TCP com portas 80, 81, 8080 e 8081 do cliente. b) habilitar no firewall, o recebimento de solicitações externas para estabelecer conexões TCP com a porta 21 do cliente. c) usar o FTP em modo ativo, pois isso fará com que o cliente passe a aceitar todas as conexões solicitadas em suas portas 20 e 21, eliminado o bloqueio do firewall nessas situações. d) usar o FTP em modo passivo, pois isso fará com que o servi- dor, em vez de solicitar a conexão pela porta de dados, fique à espera (listen) de uma solicitação de conexão vinda do cliente. e) usar um firewall com estado (stateful firewall), já que isso permitirá guardar o estado de conexões já estabelecidas (controle e dados) e, a partir daí, admitir as solicitações ade- quadas para conexão com a porta de dados do FTP do cliente.