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GENÉTICA BÁSICA E EVOLUÇÃO A3: MENDELISMO Elvino Ferreira Antes disso... http://www.guia.heu.nom.br/teoria_das_cordas.htm A primeira vista as ideias de Darwin parecem muito menos ameaçadoras q as (monstruosidades) de Einstein e Werner Heisenberg. A teoria da evolução apoia-se no princípio da sobrevivência do + apto, o q é uma ideia clara e simples. Em contraste, a teoria da relatividade e a mecânica quântica alegam q se pode torcer o tempo e o espaço, q algo pode surgir do nada e q um gato pode estar vivo e morto ao mesmo tempo. A despeito dessas noções zombarem do senso comum, ninguém tenta proteger estudantes inocentes dessas ideias escandalosas. Por quê? Harari (2016) https://www.youtube.com/watch?v=sYPkIWeEYtk h ttp :// ho m e .fu rb .b r/ ru b e n sm /g re go rm e nd e l1 .h tm Uma das páginas do seu manuscrito intitulado “Versuche über Pflanzenhybriden” (experimentos com híbridos de plantas) publicado em “Verhandlungen des Naturforschenden Vereins Brünn 4, 3-47 (1866)” h ttp :/ /h o m e .fu rb .b r/ ru b en sm /g re g o rm en de l1 .h tm MENDELISMO 1866 – Gregor Mendel (Hibridização em ervilhas – Pisum sativum) http://www.fao.org/ag/AGP/AGPC/doc/Gallery/pictures/ pisumsat.htm 1900 – TRABALHOS SEMELHANTES; REDESCOBERTA DAS LEIS DE MENDEL http://timerime.com/en/event/1464513/Hugo+de+Vries+Carl+Correns+y+Erich+von+Tschermak/ http://gracieteoliveira.pbworks.com/w/page/60987201/Biografia%20de%20Mendel Características da espécie utilizada por Mendel em seu experimento: 1- Espécie de autofecundação (obtenção de grau de pureza + rapidamente) 2- Produz muitas sementes/ planta (segurança) 3- Possui apenas reprodução sexuada (todos os descendentes – gametas) 4- Caracteres contrastantes e de fácil reconhecimento (observação) 5- Planta de pqno porte (muitas plantas em pouco espaço) 6- Ciclo curto (obtenção de novas sementes) 7- Plantas de fácil cultivo Características utilizadas por Mendel em seu trabalho (do Método) 1)Escolheu características qualitativas de fácil observação para o estudo a)Porte da planta (alto: 1,50 a 1,80 m e baixo: 0,20 a 0,30 m); b)Cor dos cotilédones (amarelo e verde) c)Posição da flor (axial e terminal) d)Superfície da semente (lisa e rugosa) e)Cor da vagem imatura (verde e amarela) f)Cor do tegumento de semente (colorido e incolor) g)Tipo de vagem (cheia e com constrições) 2) Estudou esses caracteres um a um e depois em conjunto 3) Estudou os resultados obtidos em várias gerações, sem interrupção 4) Escolheu hipóteses numéricas para explicar as proporções observadas Ex.: Porte de planta -Porte alto = autofecundou durante várias gerações -Porte baixo = autofecundou durante várias gerações -Plantas PURAS para os respectivos caracteres e chamou de geração paterna (GP) G.P.: PORTE ALTO X PORTE BAIXO F1: 100% Porte alto F2: 75% ou ¾ porte alto 25% ou ¼ porte baixo 1/3 100% porte alto 100% porte baixo 2/3 75% porte alto 25% porte baixo - Determinante (coisa responsável pela transmissão dos caracteres) - Devem ter dois determinantes (F2) - Determinante de porte alto deve ter um mecanismo que impede a manifestação do determinante de porte baixo (conceito de dominância) - Na gametogênese o determinante para um mesmo par se separam h ttp :/ /w w w .b lo g de b io lo gi a .c om /p rim e ra -le y- d e - m en de l-o -d e -la -s eg re ga ci o n- m on oh ib rid is m o .h tm l 1ª LEI DE MENDEL: Na gametogênese os determinantes de um mesmo par se separam. 2ª LEI DE MENDEL: Altura (Alto – A e baixo – a) Tipos de sementes (L – lisa e l – rugosa) Autofecundação: -Porte alta e sementes lisas -Porte baixa e sementes rugosas 1) Testar a pureza das plantas em relação as suas características 2) Várias gerações G.P.: Porte alto Semente lisa X Porte baixo Semente rugosa F1: 100% porte alto e semente lisa F2: 9/16 porte alto, semente lisa 3/16 porte baixo semente lisa 3/16 porte alto semente rugosa 1/16 porte baixo semente rugosa h ttp :/ /w w w .b lo g de b io lo gi a. co m /s e gu nd a -le y- d e- m e nd el - o -d e -la -d is tr ib u ci o n- in d ep en di e nt e- d ih ib rid is m o. h tm l 1ª HIPÓTESE GP:AALL X aall F1: AaLl 50% “a” e 50% “A” 50% “L” e 50% “l” 50% AL e 50% AL 50% al e 50% al 50% AL 50% AL 50% al 50% al ¾ ou 75% AALL Alto e lisa AaLl AaLl NÃO CORRESPONDE AO OBTIDO ¼ ou 25% aall Baixo e rugosa 2ª HIPÓTESE 50% Al e 50% Al 50% aL e 50% aL 50% Al 50% Al 50% aL 50% aL ¼ ou 25% AAll Alta e rugosa TAMBÉM NÃO CORRESPONDE 2/4 ou 50% AaLl Alta e lisa AOS RESULTAODS OBTIDOS ¼ ou 25% aall Baixa e lisa 3ª HIPÓTESE L--------------------------- AL A l---------------------------- Al L--------------------------- aL a l---------------------------- al AL Al aL al AL Al aL al 1/16 AALL AL 2/16 AALl AL 1/16 AAll AR 2/16 AaLL AL 9/16 alta, lisa 4/16 AaLl AL 3/16 alta, rugosa 2/16 Aall AR 3/16 baixa, lisa 1/16 aaLL bL 1/16 baixa, rugosa 2/16 aaLl bL 1/16 aall bR ENTÃO: Na gametogênese os alelos de um mesmo par combinam-se independentemente com os alelos do outro par. Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a ABELHA - Amarelo (abdome) - preto - Olho escuro - olho branco - asa normal - asa curta - Olhos normais - redução no numero de facetas http://faqbio.blogspot.com/2012/03/quando-uma-abelha-nao-e-uma-abelha.html Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a BICHO da Casulo amarelo Casulo branco SEDA Casulo verde Casulo branco Ovo branco Ovo escuro Ovo cinza Ovo normal (escuro) Pupa preta Pupa âmbar Antena escura Antena branca Asa normal Asa curta (adulto) ht tp s: // re vi s t a g lo b o ru r a l.g lo bo .c o m /v id a- na -f a ze nd a / co m o- cr ia r/ n o tic ia /2 0 13 /1 2 / co m o -c ria r- bi ch o -d a -s ed a .h tm l ht tp s: // tw itt e r. co m /in se to la n d/ st a tu s/ 1 24 73 3 1 43 5 6 24 7 01 95 4 Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a AVES Empenamento lento Rápido (ligado ao sexo) (galinha) Pescoço pelado Emplumado Cinco dedos (polidactilia) Normal (quatro dedos) Pele branca Pele amarela Penas uniforme (Cor) Penas manchadas Normal Ausência de esporão Crista caída Normal Crista dupla (bifurcada na parte posterior) Normal Pigmentação Albinismo Normal Pena sem hâmulo (sedosa) https://www.ucs.br/site/midia/arquivos/ palestra2-enzitec-16.pdf https://www.estudokids.com.br/ aprenda-sobre-as-caracteristicas-e- composicao-das-penas/ Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Galinha Normal Ausência de retrizes e remiges d’Angola Pombo Normal “Porco espinho” (penas sem rama) Penas sedosas Normal Olho laranja Olho pérola Olho castanho Olho laranja (ou amarelo) Normal Desnudamento (ausência de penas) Normal Ausência de glândulas uropígeas http://docplayer.com.br/ 161402201-Informacao-de- produtos.html Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Peru Normal Papo distendido e pendulosoNormal Endurecimento da espinha (morte embrionária dos + afetados) Normal Albinismo parcial (gene está no cromossoma sexual) Bronzeado Vermelho Normal Pena sem rama ht tp :/ /a ve s- bi rd s- o is ea u x. b lo g sp o t.c om / 20 11 /0 1/ p er u- m e le ag ris -g a llo pa vo .h tm l ht tp s: //w w w .b io di ve rs ity 4 al l.o rg /ta xa /9 0 6- M e le ag ris -g al lo pa vo Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Cobaio Pigmentado Albino Pelo curto Pelo comprido Normal Valsador Pelo preto Pelo branco Pelo crespo Pelo liso h ttp s: // w w w .d ic io n ar io in fo rm al .c o m .b r/ co b ai o/ ht tp s: // w w w .a ce ss a .c om /in fa nt il/ a rq ui vo / an im ai s/ 20 0 6 /0 2/ 0 8- p o rq u in h o/ Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Gato Polidactilia Normal Pelagem branca uniforme Outras cores Manchas brancas Pelagem uniforme Pelo curto Pelo longo (angorá) Pelo preto Pelo azul (diluição do preto) ht tp s: // b lo g .a p p eg a d a. co m /b lo g /2 69 /g at o s- po lid a ct ilo s- sa o- m u ito -c o m un s- -s ai b a- m ai s ht tp s: // am pl in o. or g /3 5 -im a g en s- irr es is tiv ei s- de -g a to s- fo fo s- p a ra -m e lh o ra r- se u- d ia / Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Coelho Pelo curto Pelo longo (angorá) Pele branca Pele amarela (gordura da pele) Normal Braquidactilia Ausência de incisivos Normal (gene dominante é letal) Mancha normal Valsador Pigmentação Albinismo (encontrado na raça polonesa) ht tp s : // w w w . p et z . co m . b r/ bl o g/ co e l h os / co m -q ua n to s - d i a s - o s - fi l h o t es - d e - co e l h o s- co m e c a m - a -c o m e r / ht tp s : / / w w w . m d ig .c o m .b r / in d e x . p h p ? ite m i d = 3 0 4 09 Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Cão Rabo curto Rabo comprido Pigmentação Albinismo Normal Criptorquídeo Pelo crespo Pelo liso Barbela (raças alemãs) Ausência de barela (Pointer...) Pelo curto Comprimo (Setter; há modificadores) Palato normal Fendido Preto Pelo castanho (várias raças) Vermelho Preto (no Dachshund) Pelagem uniforme Malhas brancas (varias raças) Colorido Pelagem branca (Collies) Prateamento de pelo Não prateado (Doberman) Colho castanho Olho azul Pelagem arlequim (machas brancas irregulares) Ausência de arlequim Normal Ausência de dentes https://guiaanimal.net/articles/1244 ht tp s: //w w w .p at a sd ac a sa .c o m .b r/ no tic ia /d ac hs h un d -c ar ac te ris tic a s- co m po rt a m en to -e -c u id a do s- co m -a - sa ud e- sa ib a- tu d o- so b re -a -r a ca - sa ls ic ha _a 29 1/ 1 ht tp s: //g ui aa n im al .n e t/a rt ic le s/ 1 24 4 Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Ovinos Normal Perna curta (Ancon) Cauda normal (fina) Cauda grossa e com gordura (raças persas) Chifre Mocho (influenciado pelo sexo) Cauda curta Cauda comprida Branco Preto (da raça Karakul é dominante) Coleira branca (raças russas) Ausência de colera Depósito de gordura na pela Gordura amarela Ventre branco Uniforme (cor) Perfil convexo Perfil reto Orelha curta Orelha comprida Normal Ausência de orelha Pelo lanoso Pelo curto Cinza (letal) Preto (Karakul) https://docs.ufpr.br/~freitasjaf/artigosovinos/ Sistprodovinos.pdf https://stringfixer.com/pt/Fat-tailed_breed https://www.cpt.com.br/cursos-ovinos/artigos/ovinos- morada-nova-historico-caracteristicas-e-aptidoes-da- raca https://garden-pt.desigusxpro.com/ovtsy/karakulskaya-poroda.html Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Caprinos Brinco Ausência Presença de chifre Mocho (Angorá) Normal Criptorquídeo (+de 1 par de genes) Mocho Chifrudo Lã curta Lã longa (+de 1 par de genes) ht tp s: //c ap ril vi rt u a l.c om .b r/ d ic as /c a te go ry / cu rio si d ad es / Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Suínos Normal Anoftalmia Casco de burro Normal Preto Vermelho Branco Preto (branco recessivo fx das raças) Branco Vermelho Cinta branca (New Hampshire) Ausência de cinta (vários modificadores) Cara longa e comprida Cara curta e concava (Berkshire) Normal (tetas evertidas) Tetas invertidas Frente reta (porco selvagem) Testa proeminente Normal Criptorquídeo https://silo.tips/download/ curso-de-suinocultura https:// blog.biofaces.c om/conheca-o- simpatico- cateto-pecari- tajacu-o-porco- do-mato/ https://www.conhecer.org.br/enciclop/2011a/agrarias/ fisiopatologia.pdf https://www.3tres3.com.br/artigos/hernias-e- criptorquidia-4-5_923/ http://www.sossuinos.com.br/ consultas/cascoburro.htm Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Bovinos Mocho Chifrudo Cinta branca Ausência (vários fatores influencia na largura da cinta) Pigmentação Albinismo Pelagem uniforme Pelagem malhada Orelha recortada (Ayrshire) Orelha normal Cupim Ausência (as vezes se observa falta de dominância) Cauda normal Retrocida (em Jersey) Polidactilia Normal Vassoura preta Vassoura branca Chifre com ponta preta Com ponta clara https://www.youtube.com/watch?v=nx4V5ImqvOs https://www.comprerural.com/confira-as-racas-zebuinas- que-mais-crescem-no-brasil/ https://wp.ufpel.edu.br/nupeec/files/2018/02/Ra%C3%A7as- sinteticas-de-bovinos-de-corte.pdf https://blog.mfrural.com.br/racas-zebuinas/ Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Equinos Tordilhamento Não tordilhando Rosilhamento Não rosilhando Normal Presença de certo sinais (estrela, cordão) Melanina preta Melanina castanha Diluição da cor do pelo Ausência de diluição Cronage Normal Normal Hemorragia nasal (Puro Sangue Inglês) Trote Andadura Chanfro convexo Côncavo bl o g .r od eo w e st .c om .b r/ an i m a i s/ q u ai s - sa o - r ac as - ca v a lo -m a i s -f a m os a s/ https://cavalus.com.br/saude-animal/saiba-o-que-e-a-epistaxe-equina/ https://blog.7mboots.com.br/2019/07/04/pelagem-de- cavalos-entenda-mais-sobre-cores-e-caracteristicas// Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). A a Homem Olho (íris) castanho Azul PTC (+) PTC (-) Nariz aquilino Nariz reto Encanecimento precoce Normal Hipospadia (não localização da uretra na extremidade do pênis) Normal Ptose (pálpebra caída) Normal Normal Anaftalmia Cílios longos Cílio curtos Presença de sardas AusênciaPolidactilia Normal Capacidade de enrolar a língua Incapacidade Normal Hipotricose Cabelo lanoso Normal Normal Ataxia Sobrancelha espessa Normal Normal Alcaptunuria Queixo proeminente Normal https://doctorhoogstra.com/pt/wiki/alcaptonuria-e-ocronose-2/ Alcaptonúria: doença hereditária autossômica recessiva, caracterizada pela deposição do ácido homogentísico em vários órgãos e tecidos. O termo ocronose refere-se à coloração ocre observada à microscopia dos tecidos acometidos. GENERALIZAÇÃO DO MENDELISMO AO POLIHIBRIDISMO 1-Método para obtenção de gametas de um genótipo qualquer AA A Aa A A a B AB A b Ab AaBb B aB a b ab AaBbDd ??? C AbC A b c Abc AabbCc C abC a b c abc 2-Método para obtenção dos GENÓTIPOS e respectivas frequências de uma geração F2 AA BB Aa Aa Bb Bb aa bb ¼ CC – 1/64 AABBCC ¼ BB 1/16 AABB 2/4 Cc -2/64 AABBCc ¼ AA 2/4 Bb 2/16 AABb ¼ cc – 1/64 AABBcc ¼ bb 1/16 AAbb ¼ BB 2/16 AaBB 2/4 Aa 2/4 Bb 4/16 AaBb ¼ bb 2/16 Aabb ¼ BB 1/16 aaBB ¼ aa 2/4 Bb 2/16 aaBb ¼ bb 1/16 aabb 3-Método para obtenção dos FENÓTIPOS e respectivas frequências de uma geração F2 AA ¾ A BB ¾ B Aa Aa Bb Bb aa ¼ a bb ¼ b AaBb ¾ C – 27/64 ABC ¾ B 9/16 AB ¾ A ¼ c – 9/64 ABc ¼ b 3/16 Ab ¾ B 3/16 aB ¼ a ¼ b 1/16 ab 4-CONSTANTES NUMÉRICAS DO MENDELISMO A)Números de tipos diferentes de GAMETAS produzidos pelos F1 (Híbrido) A Aa a 1 par 2 tipos 21 2 pares 4 tipos 22 3 pares 8 tipos 23 4 pares 16 tipos 24 n pares n tipos 2n “n” = número de pares em heterozigose AaBbccDD 22 4 tipos B)Números de FENÓTIPOS diferentes em F2 1 par 2 fenótipos 2 pares 4 fenótipos 3 pares 8 fenótipos 4 pares 16 fenótipos 2n “n” = número de pares em heterozigose AaBbccDD 22 4 fenótipos diferentes A B-----c-----D ABcD b-----c-----D AbcD a B-----c-----D aBcD b-----c-----D abcD C)Números de GENÓTIPOS diferentes em F2 1 par 3 genótipos 2 pares 9 genótipos 3 pares 27 genótipos 4 pares 81 genótipos 3n “n” = número de pares em heterozigose AaBbccDD 32 9 genótipos diferentes D)Números de tipos de homozigotos em F2 1 par 2 genótipos AA e aa 2 pares 4 genótipos 3 pares 8 genótipos 4 pares 16 genótipos 2n “n” = número de pares em heterozigose do indivíduo que deu origem a descendência (F1) E)Números de indivíduos em F2 1 par 4 genótipos 2 pares 16 genótipos 3 pares 64 genótipos 4 pares 256 genótipos 4n “n” = número de pares em heterozigose F)Números de tipos de heterozigotos em F2 1 par 1 tipo 2 pares 5 tipos 3 pares 19 tipos 4 pares 65 tipos 3n - 2n = número de tipos de heterozigoto G)Total de indivíduos heterozigotos em F2 1 par 2 indivíduos heterozigotos 2 pares 12 indivíduos heterozigotos 3 pares 56 indivíduos heterozigotos 4 pares 240 indivíduos heterozigotos 4n - 2n = número de indivíduos heterozigotos H)Relação Fenotípica do F2 (3/4 : 1/4)n “n” = número de pares em heterozigose AaBb AaBbCc 3:1 3:1 9:3:3:1 9:3:3:1 9: 3: 3: 1 = 16 27: 9: 9: 3: 9: 3: 3: 1 = 64 Proporção de indivíduos que apresentaram AaBbCcDd (X) o fenótipo: A B c D = 27/256 ¾ ¾ ¼ ¾ para AaBbCCDd(X) A B C D = 27/64 ¾ ¾ 1 ¾ 81:27:27:9:27:9:9:3:27:9:9:3:9:3:3:1=256 H)Relação Genotípica do F2 (1 : 2 : 1)n “n” = número de pares em heterozigose AaBb 1: 2 :1 1: 2 :1 1: 2: 1: 2: 4: 2: 1: 2: 1 AaBbCc(X): AA Bb Cc = 4/64 ¼ 2/4 2/4 aaBbCc(X) aa BB cc = 1/16 1 ¼ ¼ AÇÃO GÊNICA ENTRE ALELOS h ttp :/ /b lo gd o en em .c o m .b r/ b io lo g ia -g en et ic a -le i-m en de l/ a) DOMINÂNCIA COMPLETA Dominância completa do pai maior Dominância completa do pai menor b) AUSÊNCIA DE DOMINÂNCIA ht tp :/ /p ro fe ss o r- a de ls o n. bl o gs po t.c o m .b r/ 20 15 /0 8/ re cu pe ra ca o- se m es tr a l-3 -a n o -a bs -2 0 15 .h tm l http://q uib io leg a l.b lo g s p o t.com .b r/20 1 3 /0 4 /v a ria co es-d e -m o no ib ri dism o .htm l Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). Espécie AUSÊNCIA DE DOMINÂNCIA Alelos Heterozigoto Homem Antígeno A – antígeno B Antígenos A e B Homem Antígeno M – antígeno N Antígenos M e N Coelho Preto-branco Mescla (raça Dinamarquesa) Cobaio Amarelo-branco Creme Galinha Preto-branco Azul (raça Andaluza e outras) Cão Cara comprida curta Média (vários genes?) Bovinos Vermelho-branco (Shorthorn) Vermelho-branco (+ de 1 par?) Bovinos Preto-branco (Welsh-Shorthorn) Azul (Raça Albion) Cavalo Pelo no casco-ausência Intermediário Carneiro Normal-ausência de orelha Rudimentar b.1) CODOMINÂNCIA ht tp :// w w w .c a nn on em ar ia .a lte rv is ta .o rg /W eb 2/ A N A T O M IA % 20 U M A N A /R o sa S is te m a. h tm h tt p: // q ui b io le g al .b lo gs po t. co m .b r/ 2 0 13 /0 4/ va ria co e s- d e -m on o ib rid is m o. h tm l h tt ps :// w w w .v e to ria l.n e t/ ~ sh or th or n/ p el ag en s. h tm http://www.uel.br/portal/index.php? pagina=404&urlProcurada=www.uel.br/ pessoal/rogerio/genetica/respostas/ pratica_08.html https://www.vetorial.net/~shorthorn/pelagens.htm c) DOMINÂNCIA PARCIAL Do pai maior Do pai menor AA Aa aa Aa Aa Caracteres controlados por um par de alelos nos animais domésticos e no Homem. (Briquet Jr., R. Lições de Genética. Serviço de Informações Agrícolas – MA, RJ/ Brasil. Série Didática, n. 22, 1965). DOMINÂNCIA PARCIAL Animal Alelo Gene parcialmente dominante Hereford Ausência Manchas brancas na cara Exhequer Leghorn Preto Plumagem branca Galinha Normal Pena arrepiada Galinha Normal Presença de suíças ou barbas Galinha Normal Braquidactilia Pointer Pé de lebre (aberto) Pé de gato (compacto) Cães (Mexicanos, do Ceilão...) Presença Ausência de pelos Suínos Ausência (nú) Normal (presença de cerdas) Gato (Manx) Cauda normal Ausência de cauda Carpinos Orelha curta Orelha longa https://www.purina.pt/gatos/galeria-de-racas/manx h ttp s: // w w w .m yp et ch ic ke n. co m / ca ta lo g/ B a by -C h ic ks /D a y- O ld -C hi ck s- E xc he q ue r- Le g ho rn -p 5 7 7. a sp x https://petcaramelo.com/racas-de-cachorro/ xoloitzcuintli-pelado-mexicano/ ht tp s: //w w w .f ac eb o o k. co m /g a l o n o rt e /p h o to s / g a l in h a - ca ip ira - a rr e p ia d a- f r iz z l ec h i ck e n -g al in ha c a ip ira - ch ic ke n st a g r a m -in st ac h ic /3 8 9 3 7 0 12 97 3 3 8 1 9 3/ c) DOMINÂNCIA PARCIAL Do pai maior Do pai menor d) SOBREDOMINÂNCIA Do pai maior Do pai menor http://www.seednews.inf.br/_html/site/content/reportagem_capa/index.php? edicao=56ht tp :/ /w w w .u e nf .b r/ U e nf /D o w nl oa d s/ L M G V _ 5 20 8 _1 3 0 99 6 4 62 3 .p df AA Aa aa AA Aa aa Aa Aa Aa Aa ht tp :// fis io lv e ge ta l.b lo g sp ot .c o m .b r/ http://www.ufv.br/dbg/LabGen/gbol13.htm GENÉTICA COMPORTAMENTO X PROGRAMAÇÃO (EVOLUÇÃO) ht tp :// w w w .s a m pe xd e se n tu pi do ra .c om .b r/ bl o g/ cu rio si da des/ co m o- e- u m -f or m ig u ei ro -p o r- d en tr o/ h tt p: //c ur io si d ad es ec u ltu ra s. b lo gs p ot .c o m .b r/ 2 01 1 /1 0 /m u lh e re s- g ira fa s- da - th ai la n di a .h tm l F = G + E + 2Covge ht tp s: // ca m in h od ap si co lo gi a .w eb n od e .c o m .p t/ be ha vi o ris m o- w at so n / JOHN WATSON Autoridade em puericultura (década 1920) “Nunca abracem e beijem [seus filhos], nunca deixem q se sentem em seu colo...” ht tp s: // w w w .g o od re ad s. co m /b o ok /s h ow /4 33 7 6 98 - ps yc ho lo g ic a l-c a re -o f- in fa nt -a n d- ch ild O segredo de criar filhos era manter a disciplina e suprir suas necessidades materiais segundo um rígido programa diário... R = f(s) Resposta f situação https://timeline.com/little-albert-fear-experiment-9152586f245?gi=806cd12d3b13 ht tp s: //m ad is o n. co m /h a rr y- h a rlo w -w ith -b a b y- m on ke y- an d -s u rr og a te /im a ge _ 8 ab 4 3 d9 8 -1 7 2f - 11 e4 -a 1 68 -0 01 a4 b cf 8 8 7a .h tm l HARRY HARLOW Décadas de 1950 e 1960 Importância central das necessidades emocionais Exptos de separação de macacos de suas mães logo após o nascimento e os isolou em pqnas jaulas... Esses macacos bebês sabiam algo q John Watson e os especialistas da Infant Care não conseguiam perceber: os mamíferos não podem viver apenas de alimento. Eles precisam =mente de ligações emocionais. Milhões de anos de evolução pré-programaram os macacos com esse desejo irresistível. ASSOCIAÇÃO PARASITO-HOSPEDEIRO E MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS = COEVOLUÇÃO??? Ex.: Pulga + Yersinia pestis Triatomideos + Trypanosoma rangeli Flebotomideos + Leishimania spp Ex.: Camundongos + plasmodium (