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Muitos testes e formas de análises são realizados atualmente para caracterizar propriedades que possam ajudar o projetista ou operador de uma prensa para que a produção ocorra com o mínimo possível de defeitos e de forma otimizada. Não existe um teste apenas que possa fornecer as informações necessárias. De um modo geral empregam-se vários tipos de ensaios. Nenhum produto pode ser fabricado em condições otimizadas, tanto no que se refere as exigências de qualidade, como na sua forma mais econômica possível (menor custo) sem que paralelamente seus responsáveis técnicos (pelo projeto, pela fabricação e pelo controle de qualidade) estejam cientes de que os parâmetros de processos tenham sido especificados dentro de conceitos tecnológicos ideais. Os principais testes que se dispõe para a caracterização da estampabilidade das chapas são: > Os convencionais testes de tração que dão origem à curva tensão (σ) vs. deformação (ε) indicando as propriedades mecânicas (tensão de escoamento, tensão máxima, tensão de ruptura, módulo de elasticidade, ductilidade, energia por unidade de volume, etc...) > A curva de escoamento que fornece a informação sobre o modo de encruamento do material. A curva de escoamento também pode ser construída a partir de um ensaio de tração simples de uma chapa. > O Índice de Anisotropia que caracteriza a influência das propriedades relacionadas com os efeitos das direções de conformação do processo de laminação das chapas. > As Curvas Limite de Conformação que demonstram os limites máximos de deformações relacionadas com as três direções principais de deformação. > Os testes tecnológicos que procuram explicar os efeitos da combinação dos testes acima. > Os testes para a determinação do coeficiente de atrito que também fornecem uma importante informação sobre a eficiência dos lubrificantes. A importância dos testes mencionados é ainda imprescindível para a utilização dos recentes programas computacionais de simulação (3D) nos processos de conformação de chapas envolvendo muitas vezes ferramentas extremamente complexas. 2 6 3 ∗ 𝜑1 2 + 𝜑1 ∗ 𝜑2 + 𝜑2 2 𝜑1 = −𝜑2 𝜑2 = 0𝜑1 = −2𝜑2 𝜑1 = 𝜑2 𝛽 Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 41 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45