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CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TITULO DO RELATÓRIO: Avaliação semiológica em enfermagem 
INTRODUÇÃO: 
Relata (HiDoctor News, 2016) que o exame físico é um elemento importante e 
completo da avaliação do paciente, exigindo um conjunto de procedimentos 
detalhados para detectar sinais e sintomas associados ao diagnóstico e monitorar 
futuras alterações no estado de saúde. Essa técnica começa com a coleta de dados 
básicos, que inclui informações sociodemográficas, histórico clínico e dados sobre 
atividades de vida diária, para construir uma imagem preliminar do paciente . 
O exame inclui então a verificação dos sinais vitais, que são necessários para 
monitorar problemas circulatórios e pulmonares, bem como a avaliação das funções 
mentais, como aparência, comportamento, cognição e processos cognitivos (Morsch, 
2019). É realizado um exame completo dos nervos cranianos e do sistema motor, 
incluindo medições do tamanho, força e tônus muscular, que são essenciais para 
detectar quaisquer anormalidades neuromusculares. 
(Sanarmed, 2019) explica que medidas neurológicas como propriocepção, 
função cerebelar e função sensorial são medidas com os olhos do paciente fechados 
para garantir resultados de teste confiáveis. Outras técnicas básicas incluem testar 
reflexos tendinosos e inspecionar características da pele como cor, umidade, edema, 
lesões e condição do cabelo e das unhas. 
(Semiologia Médica Ufop, 2022) fala para ir verificar e apalpar o crânio, 
pescoço, linfonodos, glândula tireoide, olhos, ouvidos, nariz, boca e seios 
paranasais. Este exame físico é complementado por avaliações específicas das 
mamas, sistemas torácico e pulmonar, cardiovascular, abdominal e geniturinário, 
cada um exigindo procedimentos de inspeção, palpação, percussão e ausculta para 
fornecer uma análise detalhada e abrangente da condição física do paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 1 e 2 e Roteiro 01 Avaliação semiológica em Enfermagem 
O exame físico ofereceu uma oportunidade única de aplicar conhecimento 
acadêmico e, ao mesmo tempo, melhorar as habilidades de avaliação clínica. A 
coleta de dados anamnésicos e sociodemográficos, que são essenciais para 
contextualizar o quadro clínico, foi seguida por exames de sinais vitais que cumpriam 
os padrões de referência. 
O exame neurológico, que incluiu testes de processos mentais e nervos 
cranianos, descobriu que a função neurológica estava normal. A avaliação do 
sistema motor revelou que força, tônus e coordenação eram apropriados para a 
idade. A sensibilidade, os reflexos e a função cerebelar estavam todos dentro dos 
limites normais. 
Um exame completo da pele e das membranas mucosas não revelou 
anormalidades aparentes, como lesões ou diferenças de cor. Uma verificação da 
cabeça e pescoço, incluindo sondagem dos linfonodos e da tireoide, não revelou 
anormalidades. Um exame completo das mamas não encontrou tumores ou 
alterações texturais. 
O tórax e a barriga foram examinados, e os sons respiratórios e cardíacos 
foram considerados normais. A sondagem abdominal não indicou regiões dolorosas 
ou tumores palpáveis. Finalmente, uma avaliação do sistema geniturinário não 
revelou alterações. 
Um exame físico abrangente revelou a necessidade de utilizar um 
procedimento rigoroso e preciso para coleta de dados e avaliação do sistema 
orgânico. A prática clínica enfatizou a necessidade de ser capaz de combinar os 
resultados do exame físico com o histórico clínico, pois isso auxilia no 
desenvolvimento de um diagnóstico preciso e plano de tratamento.
REFERÊNCIAS: 
HiDoctor News. “Exame Físico Na Consulta Médica - Como Realizar E Registrar 
Na Anamnese.” HiDoctor News, 2016, news.hidoctor.com.br/p/software-
medico/prontuario-eletronico/ficha-de-anamnese/1461289/exame-fisico-na-consulta-
medica-como-realizar-e-registrar-na-anamnese.htm. 
Morsch, Dr. José . “Exame Neurológico: O Que é, Para Que Serve E Como 
Fazer.” Telemedicina Morsch: Referência Em Laudo a Distância No Brasil, 6 May 
2019, telemedicinamorsch.com.br/blog/exame-neurologico. 
Sanarmed. “Base Da Avaliação Dos Reflexos Tendíneos Para O Médico 
Generalista | Colunistas.” Sanarmed, 9 Feb. 2021, sanarmed.com/base-da-
avaliacao-dos-reflexos-tendineos-para-o-medico-generalista-colunistas/. 
SEMIOLOGIA MÉDICA UFOP. “COONG + Pescoço.” Ufop.br, 2022, 
semiologiamedica.ufop.br/coong-pesco%C3%A7o. 
 
 
 
 
 
 
 
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RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TITULO DO RELATÓRIO: Avaliação de Sinais Vitais 
INTRODUÇÃO: 
 De acordo com Smeltzer e Bare (2015) a avaliação dos sinais vitais é uma 
fase importante no exame clínico, pois fornece informações básicas sobre a saúde 
e a estabilidade fisiológica do paciente. Inclui monitoramento da pressão arterial, 
avaliação da respiração e frequência cardíaca, medição da temperatura corporal, 
avaliação da dor, exame do pulso e determinação da saturação de oxigênio 
usando oximetria de pulso. 
A medição da temperatura corporal, pode ser realizada de várias maneiras, 
cada uma adaptada a um ambiente específico, e requer equipamento 
especializado para garantir a precisão dos dados (Potter & Perry, 2013). A pressão 
arterial é um marcador significativo na avaliação do sistema cardiovascular, pois 
podem indicar hipertensão, hipotensão e arritmias. A oximetria de pulso, é crucial 
para monitorar o estado respiratório e diagnosticar hipóxia, especialmente em 
pacientes pulmonares e unidades de terapia intensiva (Brunner et al., 2017). 
Além disso, a dor, que McCaffery e Pasero (1999) chamam de "quinto sinal 
vital", deve ser documentada e monitorada com o mesmo rigor que outras 
indicações. Para fazer isso, uma série de escalas adaptadas a diversos públicos 
são utilizadas, permitindo uma avaliação exata da dor em pacientes pediátricos, 
idosos e outros grupos com características distintas de comunicação ou percepção 
da dor. 
Estudos e diretrizes internacionais em prática de enfermagem e cuidados 
médicos (Potter & Perry, 2013; Smeltzer & Bare, 2015) afirmam que conduzir essas 
avaliações de forma contínua, precisa e sensível a mudanças sutis é essencial não 
apenas para a segurança do paciente, mas também para garantir cuidados de 
qualidade e centrados na pessoa. O exame de sinais vitais é um método 
abrangente de avaliação da saúde e bem-estar do paciente. 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO 
Aula 3 e Relatório 2: Avaliação de sinais vitais 
A prática prática de leitura de sinais vitais oferece uma oportunidade fantástica 
de aplicar conhecimento teórico e melhorar habilidades técnicas. Medir pressão 
arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura exigiu atenção 
meticulosa aos detalhes, incluindo o posicionamento correto do manguito e a técnica 
de medição de temperatura. 
A avaliação da dor usando escalas específicas destacou a importância da 
comunicação e da terapia individualizada. A oximetria de pulso demonstrou ser uma 
boa ferramenta para detectar níveis de oxigênio, especialmente em situações que 
necessitam de monitoramento contínuo. 
A prática clínica enfatizou a importância da coleta cuidadosa de dados e do uso 
de uma variedade de marcadores essenciais. A variação em uma única métrica pode 
sugerir a presença de anormalidades fisiológicas significativas que exigem uma 
avaliação mais completa.Ministério da Saúde. (2016). Manual de condutas da hanseníase. 4ª edição. 
Brasília: Ministério da Saúde. 
Santos, M. P. R., & Costa, L. R. (2020). O manejo da hanseníase no contexto da 
Atenção Básica: desafios e perspectivas. Revista de Saúde Pública, 54(3), 246-
256. 
 
 
 
 
 
 
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RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta ao Paciente com HIV 
INTRODUÇÃO: 
A consulta com pacientes infectados pelo HIV requer uma abordagem 
abrangente e complexa que envolve acolhimento, monitoramento clínico e suporte 
psicossocial. O acolhimento é parte fundamental desse processo porque gera 
confiança e desenvolve o vínculo entre o paciente e a equipe de saúde, de acordo 
com os princípios da Política Nacional de Humanização (PNH) (Brasil, 2010). 
A mensuração dos sinais necessários, a revisão da contagem de células T 
CD4+ e dos testes de carga viral do HIV e a documentação do histórico clínico 
ajudam a monitorar a progressão da doença e a eficácia da terapia antirretroviral 
(ARV), que é fundamental para o controle do vírus e a saúde do paciente a longo 
prazo (Ministério da Saúde, 2021). 
A consulta também inclui uma avaliação detalhada de doenças e 
comorbidades passadas, como tuberculose e doença mental, bem como uma 
revisão de fatores de risco e vulnerabilidades, como práticas sexuais e uso de 
drogas. Esta avaliação permite que uma equipe de saúde desenvolva um plano de 
tratamento adaptado às necessidades individuais do paciente, com ênfase na 
redução de danos e na melhoria da saúde geral (Kendall et al., 2018). 
Avaliar a saúde reprodutiva e o histórico familiar são variáveis 
complementares que contribuem para o atendimento personalizado, resultando em 
um atendimento abrangente e bem-sucedido. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 22 e 23 e Roteiro 15 Consulta ao paciente com infecção pelo Vírus da 
Imunodeficiência Humana (HIV) 
Comecei a discussão com um bom olá, me apresentei e expliquei as rotinas 
de cuidados. Com base nos princípios da (PNH), concentrei-me em construir uma 
conexão de confiança desde o início, demonstrando empatia e garantindo ao 
"paciente" que a sessão seria confidencial. Vi que o cuidado era direcionado às 
suas necessidades específicas e oferecia o mais alto nível de cuidado disponível, o 
que contribuiu para uma atmosfera segura e feliz. 
Em seguida, tomei indicadores vitais como temperatura, pressão arterial, 
frequência cardíaca e saturação de oxigênio. Essas observações foram relatadas 
no prontuário médico; pessoas vivendo com HIV podem ser mais sensíveis a 
mudanças nesses parâmetros, especialmente durante infecções secundárias. 
Em seguida, forneci fatos críticos sobre o HIV. Conversei com o "paciente" 
sobre a progressão da doença, o uso de medicamentos (ARV) e a necessidade de 
monitorar regularmente a contagem de células T CD4+ e a carga viral. Também 
discuti o teste de HIV e a necessidade de monitorar a resposta ao tratamento, 
explicando como a contagem de células T CD4+ e a carga viral ajudam a avaliar o 
sucesso da terapia ARV e a manter a saúde. 
Perguntei sobre as condições médicas atuais e passadas do paciente, que 
incluíam tuberculose, problemas de saúde mental e infecções oportunistas. Esta 
pesquisa é importante para planejar um tratamento abrangente, pois detecta 
comorbidades que podem prejudicar a saúde do paciente. 
Ao avaliar riscos e vulnerabilidades, levei em consideração aspectos-chave 
da vida pessoal e comportamental do "paciente", como atividades sexuais e a 
implementação de medidas profiláticas. Questionei sobre o histórico do paciente de 
infecções sexualmente transmissíveis e dependência de substâncias, incluindo 
tabaco, álcool e outros medicamentos. Essas informações são cruciais para 
ensinar o paciente sobre redução de danos e a importância da prevenção. 
Eduquei o "paciente" sobre os serviços de suporte e direitos disponíveis, 
assegurando-lhe que, se necessário, ele seria encaminhado a outros membros da 
equipe multidisciplinar, incluindo psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e 
farmacêuticos. 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. (2010). Política Nacional de Humanização (PNH): Acolhimento e 
classificação de risco nos serviços de urgência. Ministério da Saúde. 
 
Brasil. (2021). Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo da 
infecção pelo HIV em adultos. Ministério da Saúde. 
 
Kendall, C., et al. (2018). Atenção integral ao HIV: Lacunas e melhorias no 
contexto brasileiro. Revista Brasileira de Saúde Pública, 52. 
 
 
 
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RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Terapia Antirretroviral 
INTRODUÇÃO: 
A terapia antirretroviral (TARV) é importante no tratamento da infecção pelo 
HIV porque reduz a carga viral e melhora a qualidade de vida dos pacientes, 
evitando que a doença avance para a AIDS. 
A eficácia dessa terapia depende de uma compreensão completa das classes 
de medicamentos disponíveis, que incluem inibidores da transcriptase reversa, 
inibidores da protease e inibidores de entrada, entre outros, todos os quais têm 
como alvo diferentes estágios do ciclo de replicação do HIV (Organização Mundial 
da Saúde [OMS], 2022). 
Monitorar os efeitos adversos dos medicamentos de TARV, incluindo 
náuseas, anormalidades hepáticas e problemas metabólicos, é uma parte 
importante de seu gerenciamento. O trabalho da equipe de saúde é reconhecer e 
gerenciar os efeitos adversos, alterando a medicação conforme necessário para 
garantir a adesão do paciente (Brasil, 2021). 
Defender a adesão ao tratamento também é fundamental, pois a não adesão 
pode resultar em aumento da carga viral, progressão da doença e desenvolvimento 
de resistência viral, tornando futuras intervenções terapêuticas mais desafiadoras 
(Saberi, Johnson e Neilands, 2015). Como resultado, os profissionais de saúde 
devem aconselhar os pacientes sobre os benefícios da TARV, bem como os riscos 
de interromper a terapia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 24 e Roteiro 16 Terapia antirretroviral 
Na simulação de hoje, participei de uma consulta para monitorar a medicação 
antirretroviral de um paciente com HIV, com um manequim servindo como modelo. O 
objetivo da simulação era me ajudar a entender todo o processo de gerenciamento 
do tratamento, incluindo categorização de medicamentos, monitoramento de efeitos 
colaterais e a importância da adesão à terapia. 
Expliquei ao "paciente" que esses medicamentos têm como alvo muitas fases 
do ciclo de replicação do HIV, incluindo inibidores de transcriptase reversa e 
protease, que são comumente usados para reduzir a carga viral. Isso foi realizado de 
forma básica e informativa, destacando como a administração correta desses 
medicamentos pode controlar o vírus e prevenir a progressão para AIDS, 
aumentando assim a qualidade de vida. 
Durante a simulação, também discuti alguns dos efeitos colaterais mais 
comuns da TAR, incluindo náusea, exaustão e anormalidades metabólicas, como 
colesterol elevado. Expliquei que esses efeitos variam de pessoa para pessoa e que 
quaisquer queixas ou dores devem ser relatadas à equipe de saúde para que a 
terapia possa ser alterada conforme necessário. Queria enfatizar que o 
gerenciamento cuidadoso desses efeitos colaterais é uma parte importante do 
processo,pois ajuda a preservar a qualidade de vida e a terapia. 
A adesão à terapia foi um dos temas mais importantes discutidos. Enfatizei ao 
"paciente" a necessidade de continuar com a medicação antirretroviral para 
minimizar a progressão da doença e a resistência viral. Observei que interromper a 
terapia pode aumentar a carga viral e tornar o tratamento ineficaz, dificultando o 
controle futuro do HIV. Para ajudar na adesão, recomendei desenvolver um plano de 
prescrição e oferecer alternativas para lembrar de tomar os medicamentos, como 
usar alarmes ou lembretes regulares. 
Por fim, discuti as vantagens de longo prazo da TAR e a necessidade da 
equipe de saúde fornecer suporte contínuo durante a terapia. Encerrei a conferência 
pedindo ao "paciente" que procurasse ajuda e fizesse perguntas sobre a terapia, 
enfatizando que a equipe está presente para monitorar cada estágio do 
procedimento. Esta simulação proporcionou uma oportunidade maravilhosa para 
aprender sobre a necessidade de fornecer tratamento abrangente e empático para 
pacientes com HIV. 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. (2021). Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo da 
infecção pelo HIV em adultos. Ministério da Saúde. 
Saberi, P., Johnson, MO e Neilands, TB (2015). Barreiras à adesão à terapia 
antirretroviral e supressão viral entre pessoas infectadas pelo HIV em um 
ambiente clínico urbano. Cuidados com a AIDS, 27(5), 587–597. 
Organização Mundial de Saúde. (2022). Terapia Antirretroviral (TARV) – 
Principais Considerações. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: 
INTRODUÇÃO: 
Testes rápidos para infecções como sífilis, HIV e dengue são essenciais para 
o diagnóstico precoce e controle dessas doenças, limitando assim a transmissão e 
implementando tratamentos o mais rápido possível (Brasil 2020). Esses testes 
fornecem resultados rápidos e são comumente usados em clínicas de saúde e 
programas de triagem populacional. 
No entanto, respeitar a confidencialidade e a privacidade do paciente é 
essencial para realizar o processo de forma ética, manter a confiança do paciente e 
aderir aos padrões de confidencialidade, principalmente ao lidar com distúrbios 
potencialmente estigmatizantes como o HIV (Organização Mundial da Saúde 
[OMS], 2022). 
Além disso, antes do exame, o profissional de saúde deve oferecer 
treinamento que defina o propósito e a importância de cada teste para garantir que 
o paciente entenda o procedimento e as potenciais consequências dos resultados 
(Brasil, 2020). 
Após o teste e a interpretação dos resultados, assistência relevante e 
encaminhamentos para serviços ou tratamentos profissionais são necessários, se 
necessário, para fornecer monitoramento contínuo e completo do paciente 
(Ministério da Saúde, 2021). Este método incentiva o tratamento acolhedor e 
amigável. 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 25 e 26 e Roteiro 17 Testes rápidos 
O exercício de hoje envolveu fornecer testes rápidos para sífilis, HIV e dengue 
para leigos. O serviço começou com uma promessa de confidencialidade, dizendo 
ao "paciente" que todo o processo permaneceria pessoal e privado. 
 
Eduquei o "paciente" sobre a relevância do teste e detalhei o procedimento, 
incluindo o que cada resultado pode significar. Após coletar a amostra, examinei 
cuidadosamente os dados e interpretei as descobertas de forma direta e 
compreensível. Em casos de descoberta positiva, ofereci terapia e acompanhamento 
necessário, mas em casos com resultados ruins, enfatizei a necessidade de 
prevenção. 
 
A experiência foi fundamental para entender a abordagem geral para testes 
rápidos, que incluía clareza, anonimato e atendimento humanizado ao paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. (2020). Manual técnico para diagnóstico da infecção pelo HIV em adultos 
e crianças. Ministério da Saúde. 
Ministério da Saúde. (2021). Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para 
prevenção da transmissão vertical do HIV, sífilis e hepatites virais. 
Organização Mundial da Saúde. (2022). Testes e aconselhamento sobre HIV: 
diretrizes da OMS. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Administração de Medicamentos 
INTRODUÇÃO: 
A administração de medicamentos é uma etapa essencial na prática de 
enfermagem porque fornece a estrutura para tratar uma ampla gama de 
preocupações clínicas. Os métodos de administração são enteral, parenteral e 
tópico, com a rota ideal determinada pela saúde, medicamento e objetivos de 
tratamento do paciente (Marino, 2018). 
Além disso, o cálculo de medicamentos é essencial para reduzir erros de 
dosagem, que podem resultar em efeitos colaterais graves. O cálculo envolve 
calcular a quantidade exata de medicamento a ser administrado, considerando a 
concentração farmacológica e a dose permitida (Smith et al., 2020). 
A diluição e a preparação de medicamentos, principalmente produtos 
farmacêuticos injetáveis ou soluções intravenosas, precisam de precisão técnica 
para garantir que o medicamento seja administrado de forma adequada e segura, 
reduzindo a probabilidade de complicações (Brunner e Suddarth, 2017). 
Como resultado, a distribuição de medicamentos exige amplas habilidades 
técnicas, bem como conhecimento farmacológico atual para garantir que a terapia 
seja bem-sucedida e segura para o paciente. 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 27 e Roteiro 18 Administração de medicamentos 
Hoje, participei de uma simulação na qual a medicação foi fornecida a um 
manequim agindo como um "paciente". O objetivo era usar o conhecimento de vários 
mecanismos de administração para calcular quantidades ótimas e projetar 
medicamentos que fossem seguros e eficazes. 
Comecei o estudo investigando várias técnicas de distribuição de 
medicamentos. Primeiro, disse ao "paciente" que o medicamento pode ser 
administrado por via oral, intravenosa ou intramuscular, dependendo do 
medicamento e do objetivo do tratamento. Para a simulação, usei a abordagem 
intravenosa, que exigiu a preparação de uma solução de infusão. 
Em seguida, calculei a dosagem para garantir que a quantidade adequada de 
medicamento fosse administrada. Para fazer isso, usei a técnica de cálculo de 
medicamentos, levando em consideração a concentração do medicamento e a 
dosagem prescrita. Tomei cuidado extra para garantir que a dosagem fosse precisa, 
sabendo que um erro pode ter efeitos desastrosos para o "paciente". 
Depois de medir precisamente a quantidade, preparei o medicamento, diluindo-
o conforme necessário. A diluição foi feita com cuidado, garantindo que a solução 
tivesse a concentração correta para evitar problemas durante a administração. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Brunner, L. S., & Suddarth, D. S. (2017). Brunner & Suddarth’s Textbook of 
Medical-Surgical Nursing (14ª ed.). Wolters Kluwer. 
Marino, P. L. (2018). The ICU Book (4ª ed.). Wolters Kluwer. 
Smith, T. H., Larson, C., & Thompson, K. L. (2020). Cálculo e administração de 
medicamentos: um guia para estudantes de enfermagem. Journal of Nursing 
Education, 59(4), 206-212. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio CurricularI 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Puericultura (1º Ano de Vida) 
INTRODUÇÃO: 
Segundo a SBP (2019), a consulta de puericultura durante o primeiro ano de 
vida é essencial para o acompanhamento e melhoria da saúde infantil. Ela detecta 
precocemente anormalidades do desenvolvimento e auxilia no crescimento saudável 
da criança. 
Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a frequência dessas 
consultas durante o primeiro ano geralmente recomendadas para a primeira 
semana, segundo, terceiro, quarto, quinto, sexto e décimo segundo mês de vida 
permite a elaboração do perfil individual de saúde da criança e também orienta pais 
e cuidadores. 
Segundo o Ministério da Saúde (2021), a anamnese contém características 
gerais e individuais, além de exames de triagem neonatal, que são fundamentais 
para identificar problemas metabólicos e genéticos que podem ser controlados ou 
tratados precocemente, aumentando assim a qualidade de vida da criança. 
O exame físico inclui um teste de reflexos básicos, que são fundamentais para 
o acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor e a identificação precoce 
de anormalidades. O monitoramento do estado vacinal durante as consultas 
promove um calendário de imunização atualizado, reduzindo doenças e mortes em 
crianças (Ministério da Saúde, 2022). 
Suplementos de vitamina A, ferro e vitamina D podem ser necessários para 
promover a formação óssea e prevenir anemia e outras deficiências nutricionais 
(SBP 2019). 
Por fim, a Caderneta da Criança é uma ferramenta de registro que permite aos 
cuidadores acompanhar o crescimento e o desenvolvimento de seus filhos, ao 
mesmo tempo em que fornece documentação e ajuda (BRASIL, 2021). 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 28 e 29 e Roteiro 19 Consulta de puericultura (1º ano de vida) 
No primeiro ano de vida, o recém-nascido deve fazer check-ups nas idades de 
1ª semana, 1º, 2º, 4º, 6º, 9º e 12º mês, o que possibilita monitorar o desenvolvimento 
e realizar intervenções preventivas quando necessário. Durante a consulta, coletei 
informações gerais e familiares, incluindo dados de triagem neonatal, essenciais 
para traçar um perfil de saúde. Destaquei práticas de higiene (lavagem, troca de 
fraldas, limpeza do coto umbilical), além de orientações de segurança em casa. 
Realizei medições de peso, comprimento e características cranianas, 
documentando os resultados para comparar com as curvas de desenvolvimento. 
Avaliei o tônus muscular, a aparência da pele e o comportamento frente a estímulos, 
observando potenciais sinais de irritação ou sono excessivo. O exame físico incluiu 
palpação abdominal, ausculta cardíaca e pulmonar, e verificação de simetria ocular e 
sinais de infecção. 
Verifiquei reflexos primitivos, como o de preensão palmar e o de Moro, 
fundamentais para monitorar o sistema nervoso. Observei marcos de 
desenvolvimento neuropsicomotor, como controle da cabeça e engatinhar, 
garantindo o crescimento adequado. Confirmei o status vacinal e orientei sobre a 
importância de manter as vacinas atualizadas. 
Enfatizei a amamentação exclusiva até seis meses, com introdução gradual de 
alimentos após essa idade, e prescrevi vitaminas A, D e sulfato ferroso para prevenir 
deficiências e promover o desenvolvimento saudável. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Criança: Orientações para 
o Uso. Brasília: MS, 2021. 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolos de Acompanhamento de Saúde Infantil. 
Brasília: MS, 2022. 
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Manual de Orientação para a Saúde 
Infantil. São Paulo: SBP, 2019. 
 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de puericultura (2º ano de vida e subsequentes) 
INTRODUÇÃO: 
A consulta de puericultura no segundo ano de vida e nos anos subsequentes é 
crucial para avaliar regularmente a saúde e o desenvolvimento da criança (SBP, 
2018). Durante esse período, as inspeções são recomendadas a cada 18 a 24 
meses, com ênfase em áreas críticas para garantir o crescimento sustentado. 
O monitoramento, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), permite 
a detecção precoce de fatores de risco, anomalias do desenvolvimento e assistência 
contínua aos cuidadores, fornecendo instruções precisas sobre a rotina da criança 
(SBP, 2018). 
As medidas antropométricas (peso, altura e perímetro cefálico) são tomadas e 
comparadas com gráficos de crescimento para detectar discrepâncias que podem 
indicar problemas de saúde (Ministério da Saúde, 2021). Avaliações 
comportamentais e físicas também são realizadas, com ênfase em marcos de 
desenvolvimento neuropsicomotor adequados à idade, incluindo habilidades 
motoras, verbais e sociais. 
Outra grande preocupação é o estado vacinal, que deve ser avaliado e 
atualizado de acordo com o calendário de imunização para evitar infecções que 
possam prejudicar a saúde das crianças (Ministério da Saúde, 2022). 
Nutricionalmente, há diretrizes específicas para introdução de novos alimentos 
e manutenção do equilíbrio nutricional durante esse período, como suplementação 
com vitamina A, D e sulfato ferroso conforme necessário para evitar deficiências 
nutricionais comuns (SBP, 2018). 
A ferramenta Child's Capture é usada para capturar todas as informações e 
instruções fornecidas durante a consulta, permitindo o rastreamento longitudinal e o 
envolvimento ativo do cuidador na saúde da criança (Ministério da Saúde, 2021). 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 30 e Roteiro 20 Consulta de puericultura (2º ano de vida e subquentes) 
A consulta de puericultura buscou dar aos participantes métodos práticos para 
medir e acompanhar o crescimento e o desenvolvimento das crianças. 
Comecei com uma anamnese para aprender sobre o histórico familiar da 
criança e as rotinas diárias, como padrões de sono e alimentação. Este foi um 
momento crítico para descobrir quaisquer problemas que pudessem prejudicar a 
saúde e o desenvolvimento da criança. 
Em seguida, conversei com os pais sobre limpeza e segurança, enfatizando a 
necessidade de lavar as mãos, escovar os dentes e tomar medidas para evitar 
acidentes. Medi o peso, a altura e a circunferência da cabeça da criança e anotei os 
resultados no Manual da Criança, explicando como essas medidas auxiliam no 
acompanhamento do crescimento típico. 
Durante o exame físico, avaliei a simetria facial da criança, o tônus muscular e 
a resposta a estímulos. Isso me permitiu estabelecer que ela estava atingindo os 
marcos neuropsicomotores apropriados para sua idade. 
Verifiquei o calendário de vacinação para garantir que todas as vacinas 
estivessem em dia e administrei pílulas de vitamina A, vitamina D e sulfato ferroso 
conforme necessário. Também falamos sobre a necessidade de comer uma dieta 
balanceada, diversa e rica em nutrientes para um crescimento ideal. 
O evento permitiu que os participantes usassem conhecimento teórico e 
melhorassem seus talentos enquanto aconselhavam cuidadores sobre práticas de 
saúde infantil..................................................................................................................
REFERÊNCIAS: 
RASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Criança: Orientações para o 
Uso. Brasília: MS, 2021. 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolos de Acompanhamento de Saúde Infantil. 
Brasília: MS, 2022. 
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Manual de Orientação para a Saúde 
Infantil. São Paulo:SBP, 2018. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Enfermagem Planejamento Familiar 
INTRODUÇÃO: 
Durante a consulta inicial, a enfermeira deve fazer uma avaliação completa da 
saúde da paciente, histórico reprodutivo e requisitos específicos, solicitando exames 
laboratoriais e de imagem necessários, de acordo com as diretrizes. O Ministério da 
Saúde orienta que o planejamento familiar e o acompanhamento reprodutivo sejam 
realizados com base em "protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas" para promover 
a segurança e a eficácia dos métodos contraceptivos (Brasil, 2021). 
Além disso, "a prescrição e administração de tratamentos contraceptivos 
devem estar integrados na prática de enfermagem" (Bezerra & Santos, 2020), com 
foco em medidas preventivas e no incentivo ao uso responsável dos métodos 
escolhidos. 
Durante as visitas de acompanhamento, o enfermeiro deve "avaliar o conforto 
da paciente com o método contraceptivo, investigar quaisquer preocupações com o 
uso e determinar se alguma alteração é necessária" (WHO, 2015). A realização de 
exames ginecológicos e das mamas, conforme as recomendações do Ministério da 
Saúde, é essencial para o monitoramento contínuo da saúde reprodutiva e a 
segurança do método contraceptivo em uso (Brasil, 2018). 
No contexto do planejamento familiar, o papel da enfermeira é "fornecer 
informações claras e completas sobre os benefícios, eficácia e potenciais 
desvantagens dos métodos contraceptivos, permitindo à paciente fazer escolhas 
informadas" (Brasil, 2019). 
Reconhecer sinais de alerta ou contraindicações para o método contraceptivo, 
como "histórico de doenças crônicas e fatores de risco de trombose," é essencial 
para garantir a segurança e a saúde da paciente (Bezerra & Santos, 2020). 
Quando necessário, o enfermeiro deve "encaminhar o paciente para uma 
avaliação especializada" para garantir um cuidado individualizado, conforme descrito 
nas diretrizes para atenção à saúde da mulher (Brasil, 2021). 
Essas abordagens, fundamentadas em protocolos e evidências, "promovem um 
planejamento familiar seguro e eficaz, respeitando as preferências do paciente e 
incentivando seu bem-estar integral” (Brasil, 2018).......................................................
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 21 e Roteiro 21 
As consultas de enfermagem em planejamento familiar são atividades 
importantes para melhorar a saúde sexual e reprodutiva da população, pois 
auxiliam os pacientes na seleção e no uso de métodos contraceptivos adequados. 
Os enfermeiros desempenham um papel essencial nessa atividade, ensinando, 
orientando e monitorando os pacientes, além de garantir a segurança e a eficácia 
dos tratamentos de concepção e contracepção que devem sempre atender aos 
padrões do Ministério da Saúde. 
Durante a consulta inicial, conversei detalhadamente com a paciente para 
saber sobre seu histórico médico, estado reprodutivo e necessidades específicas. 
Com base nessas informações, solicitei os exames laboratoriais e de imagem 
indicados pelas diretrizes clínicas para estabelecer e monitorar a estratégia 
contraceptiva mais eficaz. Aspectos de promoção e proteção da saúde reprodutiva 
também foram abordados, com foco na necessidade de esforços de 
conscientização. 
Com base na primeira avaliação, sugeri e entreguei a estratégia contraceptiva 
mais adequada às necessidades da paciente, dentro do escopo da prática de 
enfermagem. Essa estratégia ofereceu instruções detalhadas para uso correto, 
frequência, possíveis efeitos colaterais e sinais de alerta que exigiam atenção. 
Em encontros futuros, perguntei sobre o conforto da paciente com a 
abordagem escolhida e procurei por quaisquer problemas de adesão ou efeitos 
adversos. Além disso, em conformidade com os requisitos do Ministério da Saúde, 
realizei um exame ginecológico e de mama para garantir que a saúde reprodutiva 
da paciente fosse mantida com segurança e regularidade. 
Trabalhei em campanhas de prevenção e educação sobre planejamento 
familiar, com foco em várias tecnologias e métodos de concepção e contraceptivos. 
Tentei oferecer informações detalhadas sobre a eficácia, segurança e potenciais 
efeitos colaterais de cada procedimento para que a paciente pudesse tomar uma 
decisão informada. 
Ao longo das sessões, procurei por quaisquer sinais de alerta ou 
contraindicações para utilizar a estratégia contraceptiva selecionada, como 
histórico de doenças crônicas, fatores de risco para trombose ou outras 
dificuldades que pudessem colocar em risco a saúde da paciente. 
Quando julguei que o paciente precisava de uma avaliação mais completa ou 
terapia adicional, encaminhei-o para serviços especializados. Essa técnica garante 
que os pacientes recebam cuidados completos, adaptados às suas necessidades 
específicas. 
Consultas de enfermagem em planejamento familiar fornecem uma 
oportunidade ideal para educar e ajudar pacientes a tomar decisões informadas 
sobre alternativas de contracepção, bem como enfatizar a segurança e eficácia do 
planejamento familiar. Este experimento foi revelador porque demonstrou o valor 
de uma abordagem humanística e escuta ativa na melhoria do bem-estar e 
empoderamento dos pacientes ao tomar decisões reprodutivas. 
Como estudante, esta experiência enfatizou o papel crítico dos enfermeiros 
na promoção da saúde sexual e reprodutiva, bem como minha consciência dos 
benefícios da terapia baseada em evidências. 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. Ministério da Saúde. (2018). Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco. 
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Cadernos de 
Atenção Básica, n. 32. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_pre_natal_baixo_risco.
pdf. Acesso em: [dados de acesso]. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2019). Atenção à Saúde do Recém-Nascido: Guia 
para os Profissionais de Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. 
Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_saude_recemnascido_profissionais.
pdf. Acesso em: [dados de acesso] 
Brasil. Ministério da Saúde. (2021). Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas 
para Atenção Integral à Saúde das Mulheres. Secretaria de Atenção Primária à 
Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_clinico_diretrizes_saude_mulhe
res.pdf. Acesso em: [dados de acesso]. 
Bezerra, IMP e Santos, DM (2020). Consulta de Enfermagem no Planejamento 
Familiar: Práticas e Desafios. Revista Brasileira de Enfermagem, 73(supl 1), 
e20200052. 
Organização Mundial de Saúde. (2015). Critérios médicos de elegibilidade para 
uso de anticoncepcionais. 5ª edição. Genebra: OMS. Disponível em: 
https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/181468/9789241549158_eng.pdf. 
Acesso em: [dados de acesso]. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Métodos contraceptivos 
INTRODUÇÃO: 
A enfermagem é essencial nessa situação porque os enfermeiros devem 
compreender os vários tipos de técnicas contraceptivas, incluindo métodos 
comportamentais, de barreira e hormonais, para dar o cuidado adequado às 
pacientes. Além disso, essas operações devem ser adequadamente recomendadas, 
levando em consideração as características únicas de cada paciente, ao mesmo 
tempoem que aderem às normas e protocolos profissionais definidos pelas 
organizações de saúde (Brasil, 2021). 
Técnicas contraceptivas comportamentais, como abstinência periódica e 
ovulação, dependem do conhecimento e autocontrole da mulher, necessitando de 
monitoramento frequente para garantir eficácia e adesão à estratégia selecionada 
(Bezerra & Santos, 2020). Preservativos masculinos e femininos são amplamente 
utilizados para prevenir gravidez e infecções sexualmente transmissíveis. 
Medicamentos hormonais, incluindo comprimidos anticoncepcionais, 
dispositivos intrauterinos (DIUs) e implantes hormonais, interrompem o ciclo 
hormonal feminino, restringindo a ovulação e a concepção (Brasil, 2019). 
Durante a consulta, o enfermeiro deve oferecer informações detalhadas sobre 
os potenciais efeitos adversos de cada técnica contraceptiva, permitindo que a 
paciente avalie as vantagens e desvantagens de sua opção (Brasil, 2018). 
Além disso, o monitoramento contínuo deve ser realizado para avaliar a 
eficácia da estratégia selecionada, com o potencial de fazer modificações ao longo 
do tempo em resposta a mudanças no estado de saúde da paciente ou desejo de 
planejamento familiar (OMS, 2015). 
A prescrição do método contraceptivo deve ser baseada em evidências, com o 
enfermeiro auxiliando a paciente na escolha da técnica ideal para sua saúde e estilo 
de vida para garantir um planejamento familiar seguro e bem-sucedido (Bezerra & 
Santos, 2020).................................................................................................................
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 33 e Roteiro 22 Métodos contraceptivos 
Este estudo analisará uma série de métodos contraceptivos, incluindo opções 
comportamentais, de barreira e hormonais, com foco na prescrição, informações 
sobre efeitos colaterais e avaliação de eficácia. Com base em uma pesquisa de 
fontes confiáveis e recomendações do Ministério da Saúde, tentei compreender a 
aplicação prática dessas táticas no atendimento de enfermagem, com ênfase na 
orientação do paciente e no monitoramento contínuo. 
Estratégias comportamentais, como a abordagem da temperatura basal, 
precisam de maior disciplina da mulher porque dependem do monitoramento do ciclo 
menstrual. Esses medicamentos têm vários graus de eficácia, portanto, é vital que a 
paciente obtenha instruções claras sobre como usá-los de forma eficaz. 
Os preservativos estão prontamente disponíveis, são muito eficazes e têm uma 
baixa taxa de falha quando usados corretamente. A terapia hormonal, como pílulas e 
DIUs hormonais, é bastante eficaz, mas pode ter efeitos colaterais sérios na saúde 
da paciente, como alterações na menstruação e no humor. 
Percebo que a prescrição deve ser baseada no histórico de saúde individual da 
paciente, incluindo suas preferências e quaisquer condições médicas pré-existentes. 
Ao criar o material, percebi o quão vital era educar a paciente sobre como utilizar 
adequadamente o procedimento, monitorá-la quanto a efeitos colaterais e propor 
alternativas caso a estratégia selecionada não fosse bem recebida. 
Um dos aspectos mais interessantes para mim foi avaliar a eficácia dos 
medicamentos contraceptivos. Depois de ler uma variedade de conceitos, incluindo 
aqueles do Ministério da Saúde, descobri que a eficácia é verificada por meio de 
reuniões regulares nas quais a enfermeira verifica se a estratégia está sendo 
aplicada corretamente e se a paciente está satisfeita com a decisão. 
Aprendi que as enfermeiras desempenham um papel crucial no 
aconselhamento e monitoramento do uso de técnicas contraceptivas por suas 
pacientes. O melhor método é determinado após uma revisão completa do histórico 
médico e das preferências da paciente, e é vital fornecer informações precisas sobre 
os riscos e a eficácia de cada cirurgia............................................................................
REFERÊNCIAS: 
Bezerra, I. M. P., & Santos, D. M. (2020). Consulta de Enfermagem no 
Planejamento Familiar: Práticas e Desafios. Revista Brasileira de Enfermagem, 
73(supl 1), e20200052. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2018). Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco. 
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Cadernos de 
Atenção Básica, n. 32. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_pre_natal_baixo_risco.
pdf. Acesso em: [data de acesso]. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2019). Atenção à Saúde do Recém-Nascido: Guia 
para os Profissionais de Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Brasília: 
Ministério da Saúde. Disponível em: 
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_saude_recemnascido_profissionais.
pdf. Acesso em: [data de acesso]. 
World Health Organization. (2015). Medical eligibility criteria for contraceptive 
use. 5th ed. Geneva: WHO. Disponível em: 
https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/181468/9789241549158_eng.pdf. 
Acesso em: [data de acesso]. 
 
 
 
https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/181468/9789241549158_eng.pdf
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Enfermagem na Saúde o Homem na Atenção Básica 
INTRODUÇÃO: 
O objetivo deste relatório é fornecer consultoria de enfermagem em saúde 
masculina, abordando questões-chave relacionadas à promoção da saúde, 
prevenção, recuperação e reabilitação com base no conhecimento obtido durante o 
curso. 
A primeira parte da consulta consiste em um exame detalhado de 
preocupações biológicas, psicológicas e sociais que podem ter um impacto direto na 
saúde masculina. De acordo com o Ministério da Saúde (2019), essa avaliação deve 
ser abrangente, levando em consideração o histórico de saúde de cada paciente, 
comportamentos de risco e necessidades específicas, a fim de promover a saúde e 
a prevenção de doenças. 
Ao longo da sessão, o enfermeiro deve se concentrar no pré-natal do parceiro, 
o que está se tornando cada vez mais comum, principalmente em termos de 
acompanhamento da saúde reprodutiva do casal. Segundo Bezerra e Santos (2020), 
incluir o homem no pré-natal não só aumenta o conhecimento sobre a parentalidade 
responsável, mas também beneficia a saúde da mulher e o bem-estar da família. 
Nesse ambiente, as práticas sexuais e reprodutivas devem ser usadas com cautela 
e respeito para proteger a segurança e a saúde de todas as partes envolvidas. 
As consultas de enfermagem também abordam o uso de drogas, um problema 
prevalente que pode ter um impacto direto na saúde física e emocional dos homens. 
Os enfermeiros devem ser capazes de reconhecer indicadores de dependência e 
encaminhar os pacientes para profissionais qualificados. Além disso, a Organização 
Mundial da Saúde (2015) recomenda que as terapias se concentrem na redução da 
violência e dos acidentes, que são comuns entre os homens. 
Durante a consulta, todos os exames necessários devem ser devidamente 
verificados de acordo com as normas do Ministério da Saúde (2019). O enfermeiro 
deve prescrever medicamentos ou encaminhar os pacientes para monitoramento 
especializado, mantendo as necessidades individuais do paciente em mente. 
Após as descobertas deste estudo, sinto que a consulta de enfermagem na 
saúde masculina é uma prática essencial para fornecer cuidados completos a este 
grupo. Os enfermeiros têm um papel importante na promoção da saúde, prevenção 
de doenças e educação das pessoas sobre boas práticas de vida, tudo isso ajuda a 
melhorar a qualidade de vida dos homens e a saúde pública.......................................
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 34 e 35 e Roteiro 23 Consulta de Enfermagemna Saúde do Homem 
Este relatório tem como objetivo fornecer consultoria de enfermagem em saúde 
masculina abordando tópicos essenciais relacionados à promoção da saúde, 
prevenção, recuperação e reabilitação, usando as informações obtidas durante o 
curso. 
A primeira parte da consulta envolve um exame detalhado de preocupações 
biológicas, psicológicas e sociais que podem ter um impacto direto na saúde 
masculina. De acordo com o Ministério da Saúde, essa avaliação deve ser 
abrangente, levando em consideração o histórico médico de cada paciente, 
comportamentos de risco e necessidades específicas, com o objetivo de melhorar a 
saúde e a prevenção. 
Ao longo da sessão, o enfermeiro deve prestar muita atenção ao pré-natal do 
parceiro, que é mais popular, especialmente em termos de monitoramento da saúde 
reprodutiva do casal. Esse ponto de vista considera que os procedimentos sexuais e 
reprodutivos devem ser abordados com respeito e cuidado para garantir a segurança 
e a saúde de todas as partes envolvidas. 
As consultas de enfermagem também abordam o abuso de drogas, um 
problema comum que pode ter influência direta na saúde física e mental dos 
homens. Os enfermeiros devem ser capazes de detectar sinais de dependência e 
encaminhar os pacientes para especialistas apropriados. Além disso, a Organização 
Mundial da Saúde recomenda que as terapias enfatizem a prevenção da violência e 
dos acidentes, que são comuns entre os homens. 
Durante a consulta, todos os exames necessários devem ser devidamente 
verificados de acordo com as normas do Ministério da Saúde. Se necessário, o 
enfermeiro deve prescrever medicamentos ou encaminhar os pacientes para 
monitoramento especializado, mantendo em mente as necessidades individuais do 
paciente. Como resultado, a consulta de enfermagem se estende além do 
tratamento de doenças para incluir componentes preventivos e educacionais 
essenciais para a melhoria da saúde masculina. 
Os enfermeiros têm um papel importante na promoção da saúde, prevenção de 
doenças e ensino das pessoas sobre escolhas de estilo de vida saudáveis, tudo isso 
ajuda a melhorar a qualidade de vida dos homens e a saúde pública...................
REFERÊNCIAS: 
Bezerra, IMP e Santos, DM (2020). Consulta de Enfermagem na Saúde do 
Homem: Uma Abordagem Integral. Revista Brasileira de Enfermagem, 73(3), 230-
238. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2019). Atenção à Saúde do Homem: Política 
Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Brasília: Ministério da Saúde. 
Organização Mundial de Saúde. (2015). Prevenção de lesões e violência em 
homens: Uma Perspectiva Global. Genebra: OMS. 
 
 
 
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ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Pré-natal do parceiro 
INTRODUÇÃO: 
A introdução do pré-natal para o marido visa aumentar a participação do 
homem nos cuidados de saúde durante toda a gestação, enfatizando seu 
envolvimento ativo e dedicado à saúde da mãe e do bebê. Acolher o cônjuge no 
processo é fundamental porque fomenta a confiança e o vínculo com a equipe 
multidisciplinar, aumentando o conhecimento sobre seu papel na saúde da família 
(Ministério da Saúde, 2016). 
O atendimento inicial inclui registro adequado, testes rápidos, anamnese e 
exames físicos, que fornecem uma visão abrangente da saúde do parceiro e 
garantem que as vacinas estejam em dia, contribuindo assim para sua proteção e 
preparação durante toda a gestação (Brasil, 2021). 
O pré-natal do parceiro também inclui discussões sobre autocuidado e 
paternidade, promovendo a responsabilidade compartilhada nos cuidados com o 
recém-nascido e o pós-parto, e enfatizando o direito da mulher de ter um 
acompanhante durante os períodos de pré-parto, parto e pós-parto, o que promove 
um ambiente de apoio e fortalecimento emocional para ambos (Ministério da 
Saúde, 2016). Essa técnica incentiva a participação masculina é associada à 
melhora da saúde mental e física tanto da mãe quanto do bebê (Brasil, 2021). 
O Ministério da Saúde aconselhou o cônjuge a comparecer a pelo menos 
duas consultas pré-natais para garantir que ele ou ela esteja ativamente envolvido 
durante a gravidez e possa retornar para avaliação de exames e continuidade do 
tratamento. Essa abordagem atenciosa incentiva a paternidade responsável e 
fortalece as interações familiares (Brasil, 2016). 
Essa estratégia é apoiada por sugestões para promover cuidados inclusivos e 
abrangentes, melhorar a saúde reprodutiva e fortalecer o papel do pai na família 
(Brasil, 2021).. 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 36 e Roteiro 24 Pré-natal do parceiro 
A discussão focou no cuidado pré-natal do parceiro, enfatizando a necessidade 
de integrar os homens no monitoramento da gravidez e promover uma parentalidade 
ativa e responsável. A presença de um parceiro durante toda a gravidez promove 
mais integração e apoio à saúde da mãe e do bebê, bem como uma melhor 
compreensão de suas respectivas responsabilidades durante e após o parto. 
A aceitação do parceiro é fundamental para construir um ambiente seguro e 
confiável. Esse contato inicial visa envolver o indivíduo no processo, estabelecer 
uma conexão com a equipe multiprofissional e proporcionar uma experiência positiva 
e encorajadora desde o início. 
O professor também enfatizou a necessidade de reunir as informações do 
parceiro, incluindo testes e procedimentos curtos, como exames físicos e anamnese, 
que auxiliam no estabelecimento do histórico de saúde do parceiro e na identificação 
de riscos potenciais. O registro dessas informações contribui para o monitoramento 
contínuo e de alta qualidade da saúde para ambas as partes. 
A necessidade de renovar o status de vacinação do parceiro foi enfatizada para 
garantir que ele esteja totalmente protegido ao acompanhar a futura mãe. Atualizar 
as imunizações é uma precaução preventiva importante para toda a família, 
especialmente para o bebê, que pode se beneficiar da imunidade transmitida pelos 
pais. Essa técnica busca fornecer um ambiente seguro para os neonatos 
imediatamente após o parto. 
Além disso, a aula discutiu autocuidado e paternidade. Foi destacado que 
abordar esses desafios com o cônjuge ajuda a estabelecer um papel de pai mais 
presente e consciente. O envolvimento ativo no tratamento pré-natal e no suporte 
pós-parto é essencial para o bem-estar físico e mental da mãe e da criança. 
Por fim, o professor enfatizou a necessidade de educar o parceiro da mulher 
sobre seu direito a um acompanhante durante a gravidez, o parto e depois. A 
palestra enfatizou o conselho do Ministério da Saúde de que o parceiro compareça a 
pelo menos duas consultas pré-natais para garantir um monitoramento completo e 
contínuo, fortalecer o vínculo familiar e promover uma parentalidade ativa e 
responsável. 
REFERÊNCIAS: 
BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: Pré-natal e Pós-
Parto: Assistência Qualificada e Humanizada. Brasília, 2016. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br. Acesso em: 12 de novembro de 2024 
BRASIL. Ministério da Saúde. Manual Técnico: Pré-natal de Baixo Risco. Brasília, 
2021. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br. Acesso em: 12 de novembro de 
2024. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Enfermagem ao paciente idoso 
INTRODUÇÃO: 
Consultas de enfermagem com pacientes idosossão essenciais para avaliar 
completamente sua saúde física, mental e funcional, principalmente devido aos 
desafios do envelhecimento. Um histórico de enfermagem e um exame físico 
completo fornecem uma boa base para avaliar a saúde do paciente e identificar 
fatores de risco (Brasil, 2020). 
Um exame completo é então conduzido, o que inclui fatores como 
funcionalidade geral, sistemas fisiológicos, uso de medicamentos, histórico pessoal e 
escolhas de estilo de vida. Este método dá uma perspectiva completa da saúde de 
uma pessoa idosa, levando em consideração elementos ambientais que afetam sua 
qualidade de vida (Silva et al., 2018). 
As atividades cotidianas são avaliadas usando metodologias específicas, como 
as escalas de Katz e Barthel para tarefas simples e as escalas de Lawton e Brody e 
o questionário de atividades instrumentais de Pfeffer para atividades mais 
complicadas (Ministério da Saúde, 2017). 
O exame cognitivo e do estado mental é um componente crítico da consulta. O 
Mini-Exame do Estado Mental, teste de fluência verbal, teste do relógio, MoCA Brasil 
e escala de depressão geriátrica são todas avaliações que ajudam os enfermeiros a 
detectar indicadores de declínio cognitivo ou problemas emocionais típicos de idosos 
(Brucki et al., 2015). 
Além disso, a comunicação é avaliada usando testes específicos, como a 
escala de Snellen modificada para visão, o teste do sussurro para audição e uma 
otoscopia para inspecionar o canal auditivo. O Índice de Vulnerabilidade Funcional 
Clínica-20 é usado para avaliar a fragilidade, permitindo a identificação de 
vulnerabilidades e regimes de tratamento personalizados (Melo et al., 2021). 
A adequação da medicação é avaliada usando métodos como o MPI e o MAO, 
que garantem que os idosos recebam medicamentos seguros e eficazes, ao mesmo 
tempo que reduzem a possibilidade de reações adversas e interações 
medicamentosas (Cassiani e Galera, 2016). Essa abordagem permite que o 
enfermeiro reconheça as necessidades de saúde, adote ações preventivas e 
terapêuticas e ofereça cuidados seguros e de alta qualidade aos pacientes idosos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 37 e 38 e Roteiro 25 Consulta de Enfermagem ao paciente idoso 
A aula focou nos componentes importantes das consultas de enfermagem com 
pacientes mais velhos, enfatizando a necessidade de fazer uma avaliação completa 
que considere as necessidades e limitações especiais da faixa etária. A consulta 
começa com um histórico de enfermagem e um exame físico abrangente, que são 
necessários para avaliar a saúde geral do idoso e detectar fatores de risco ou 
distúrbios pré-existentes. 
Este primeiro estágio dá ao enfermeiro uma revisão geral do estado de saúde 
do paciente, que será seguida por um estudo mais aprofundado das circunstâncias 
específicas do envelhecimento. Enfatizamos a necessidade de um exame 
multimodal que considere o funcionamento global, sistemas fisiológicos, uso 
farmacêutico, histórico pessoal e práticas de vida mais antigas. A importância de 
usar medidas específicas para avaliar as habilidades funcionais do idoso nas 
atividades diárias foi sublinhada. 
Discutimos ferramentas como as escalas de Katz e Barthel, que avaliam 
atividades diárias, e as escalas de Lawton e Brody e o Questionário de Atividades 
Instrumentais de Pfeffer, que ajudam a avaliar tarefas mais complexas. Outro 
assunto importante abordado em aula foi o exame da saúde cognitiva e mental dos 
idosos. Enfermeiros podem detectar comprometimento cognitivo ou sintomas 
depressivos com testes, incluindo o Mini Exame do Estado Mental, teste de fluência 
verbal, teste do relógio, MoCA Brasil e 10CS. 
Além disso, enfatizou a necessidade de avaliar a mobilidade e o equilíbrio de 
pacientes idosos para reduzir quedas e aumentar a segurança. Avaliar a mobilidade 
é crucial, pois quedas são uma causa frequente de hospitalização em idosos e 
podem ter implicações sérias. Esses testes têm como objetivo descobrir quaisquer 
problemas que possam estar prejudicando a qualidade de vida e o bem-estar dos 
idosos. Abordou Índice de Vulnerabilidade Funcional Clínica-20 (IVCF-20), uma 
ferramenta para avaliar o nível de fragilidade em idosos. 
Essa avaliação é crucial para classificar o idoso com base em seu risco de 
vulnerabilidade clínica e funcional, o que permite ao enfermeiro adaptar o plano de 
cuidados. 
 
REFERÊNCIAS: 
BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Básica: Envelhecimento e 
Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, 2020. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br. 
Acesso em: 12 nov. 2024. 
BRUCKI, SMD, et al. Sugestões para o uso do Mini-Exame do Estado Mental no 
Brasil. Arquivos de Neuropsiquiatria, 73(9):702–707, 2015 
CASSIANI, S. H. D., GALERA, S. A. F. Uso de Medicamentos em Idosos: 
Aspectos Clínicos e Terapêuticos. São Paulo: Ateneu, 2016. 
MELO, R.C., et al. Avaliação da Fragilidade em Idosos através do Índice de 
Vulnerabilidade Clínico Funcional-20 (IVCF-20). Revista Brasileira de Geriatria e 
Gerontologia, 24(1), 2021. 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Orientações para a Avaliação 
Multidimensional da Pessoa Idosa. Brasília, 2017. Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br. Acesso em: 12 nov. 2024. 
SILVA, T.A., et al. Envelhecimento e Qualidade de Vida: Diretrizes para o 
Cuidado de Enfermagem. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Escalas de avaliação em Geriatria e Gerontologia 
INTRODUÇÃO: 
A Escala de Katz, Escala de Barthel, Escala de Lawton e Brody e Questionário 
de Atividades Instrumentais de Pfeffer são rotineiramente usados para medir a 
independência do idoso em tarefas diárias, tanto básicas quanto complexas. Essas 
ferramentas auxiliam na identificação de limitações funcionais e no estabelecimento 
de regimes de tratamento individualizados (Marques et al., 2019). 
Um profissional de saúde pode utilizar o Mini-Exame do Estado Mental, Teste 
de Fluência Verbal, Teste do Relógio, MoCA Brasil, 10CS e Escala de Depressão 
Geriátrica para identificar deficiências cognitivas, como demência e sintomas 
depressivos. Essas avaliações são críticas porque a detecção precoce de déficits 
cognitivos ou emocionais permite a implementação de terapias adequadas, evitando 
o agravamento dos sintomas e melhorando a qualidade de vida do idoso (Brucki et 
al., 2015). 
Além disso, o Clinical Functional Vulnerability Index-20 (IVCF-20) é um 
instrumento útil para avaliar a fragilidade dos idosos. Essa pontuação destaca 
vulnerabilidades que podem aumentar o risco de hospitalização, comorbidades e 
dependência funcional, permitindo um cuidado mais direcionado que enfatiza a 
saúde e a autonomia dos idosos (Mello et al., 2019). 
Essas escalas de avaliação servem como uma base firme para o planejamento 
de cuidados de enfermagem, encorajando uma abordagem abrangente que 
considera os requisitos especiais de pacientes geriátricos e gerontológicos.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 39 e Roteiro 26 Escalas de avaliação em Geriatria e Gerontologia 
A aula focou em escalas de avaliação usadas em geriatria e gerontologia, que 
são essenciais para fornecer tratamento abrangente a pacientes mais velhos. Essas 
avaliações auxiliam na avaliação de atividades da vida diária, cognição, estado 
mental e vulnerabilidade funcional, resultando em um plano de tratamento mais 
personalizado e eficaz. 
Falamos sobre medidas para avaliar atividades cotidianas, como a Escala de 
Katz, Escala de Barthel, Escala de Lawton e Brody e o Questionário de Atividades 
Instrumentais de Pfeffer. Esses testes avaliam a independência de idosos em 
atividades diáriase ajudam a identificar problemas que podem comprometer sua 
autonomia. O uso dessas métricas é crucial para direcionar intervenções de 
enfermagem. 
O Mini Exame do Estado Mental, Teste de Fluência Verbal, Teste do Relógio, 
MoCA Brasil, 10CS e a Escala de Depressão Geriátrica foram todos utilizados para 
avaliar a saúde cognitiva e mental. Esses dispositivos são cruciais para reconhecer 
os sintomas de demência e depressão, que são comuns entre os idosos. A detecção 
precoce leva a um tratamento mais eficaz, o que melhora a qualidade de vida do 
paciente. 
Por fim, discutimos o Clinical Functional Vulnerability Index-20 (IVCF-20), que 
avalia a fragilidade entre idosos. Esta ferramenta auxilia na identificação de 
possíveis problemas e no planejamento de terapia que prioriza a segurança e o 
bem-estar do paciente idoso. 
A aula enfatizou a importância dessas escalas na realização de uma avaliação 
geriátrica bem-sucedida e na criação de planos de cuidados personalizados que 
apoiem a autonomia e a qualidade de vida dos idosos..................................................
REFERÊNCIAS: 
BRUCKI, SMD, et al. Sugestões para o uso do Mini-Exame do Estado Mental no 
Brasil. Arquivos de Neuropsiquiatria, 73(9):702–707, 2015. 
MARCOS, L. C. S., et al. Instrumentos de Avaliação Funcional e Cognitiva em 
Geriatria. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 22(2), 2019. 
MELLO, R. C., et al. Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional-20 (IVCF-20): 
Validação e Utilização no Brasil. Revista de Saúde Pública, 53(1), 2019. 
 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Enfermagem em agravos de saúde mental na 
atenção básica 
INTRODUÇÃO: 
Medicamentos psicotrópicos são frequentemente usados em pacientes com 
doenças mentais, e os enfermeiros devem entender seus horários, doses, potenciais 
efeitos adversos e fornecer instruções claras sobre como administrá-los 
adequadamente (Campos et al., 2019). 
O projeto de terapia solo é uma estratégia de tratamento personalizada que 
visa atender às necessidades específicas do paciente, ao mesmo tempo em que 
considera suas circunstâncias psicológicas, sociais e culturais, resultando em um 
atendimento mais eficaz e centrado no paciente (Oliveira et al., 2020). 
Além disso, a redução de danos é um método essencial na terapia primária de 
saúde mental, particularmente no cenário de uso de substâncias psicoativas, e se 
estende além de simplesmente ignorar os efeitos negativos da dependência e do 
uso indevido de substâncias. Essa técnica pode envolver educação em saúde e 
assistência psicossocial (Santos et al., 2021)................................................................
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 40 e 41 e Roteiro 27 Consulta de Enfermagem em agravos de saúde mental 
na atenção básica 
A aula centrou-se em consultas de enfermagem para pacientes com problemas 
de saúde mental na atenção primária, enfatizando a necessidade de acolhimento e 
escuta qualificada. Foi destacado que os enfermeiros devem promover a conexão 
com os pacientes e discutir sintomas e históricos familiares para obter um 
diagnóstico mais preciso. 
A comunicação terapêutica foi sugerida como uma estratégia importante para 
construir confiança com os pacientes e ajudá-los a se sentirem mais confortáveis e 
protegidos ao receber cuidados. 
Também discutimos o uso de medicamentos psicotrópicos no tratamento de 
doenças mentais, enfatizando a responsabilidade do enfermeiro em orientar 
cuidadosamente o paciente durante seu uso. O projeto terapêutico personalizado foi 
identificado como uma ferramenta importante para adaptar a terapia às 
necessidades específicas de cada paciente. 
Além disso, aprendemos sobre o plano de redução de danos para pacientes 
que usam substâncias psicoativas, bem como a necessidade de encaminhamento 
para assistência profissional quando necessário. A discussão me ajudou a entender 
melhor como a enfermagem pode promover a saúde mental ao oferecer cuidados 
completos e individualizados. 
Essa experiência me ensinou sobre o papel do enfermeiro na saúde mental, 
bem como a necessidade de comunicação e escuta ativa em uma terapia eficaz.
REFERÊNCIAS: 
CAMPOS, CL; MENDES, A. T.; SILVA, R. F. Atenção básica à saúde mental: o 
papel da enfermagem na promoção do cuidado integral. Revista Brasileira de 
Enfermagem, 2019. 
OLIVEIRA, M. C.; COSTA, TB; ALMEIDA, F. S. Projeto terapêutico singular na 
atenção básica: um estudo de caso. Revista de Saúde Coletiva, 2020. 
SANTOS, L. M.; PEREIRA, DA; SOUZA, J. P. Redução de danos e estratégias de 
cuidado na atenção básica à saúde mental. Revista de Atenção à Saúde, 2021. 
 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Assistência ao paciente com risco de suicídio 
INTRODUÇÃO: 
Cuidar de pacientes com risco de suicídio é uma característica importante da 
prática de enfermagem, particularmente na assistência básica à saúde, onde os 
profissionais de saúde são frequentemente os primeiros a notar sintomas de alerta. 
(Silva et al., 2020) também argumentam que o suicídio é uma das principais 
causas de mortalidade em muitas partes do mundo, e que evitá-lo requer 
excelentes técnicas de comunicação e gerenciamento. 
A comunicação com pacientes suicidas deve ser baseada em empatia, escuta 
ativa e não julgamento, permitindo que o paciente expresse seu sofrimento e 
sentimentos (Silva et al., 2020). 
De acordo com estudos, o reconhecimento precoce de sinais de suicídio, como 
pensamentos suicidas e mudanças comportamentais, é crucial para uma intervenção 
eficaz (Nascimento et al., 2019). A enfermagem, como uma profissão que auxilia 
pacientes em todas as fases da vida, desempenha um papel vital na avaliação de 
risco e encaminhamento para serviços profissionais quando necessário. 
Além disso, a abordagem deve incorporar uma compreensão completa do 
paciente, levando em consideração fatores emocionais, sociais e culturais para 
fornecer uma intervenção mais eficaz (Costa & Santos, 2021). A avaliação do risco 
de suicídio deve ser feita regularmente, usando ferramentas específicas, como 
escalas de avaliação, para monitorar o estado mental do paciente e garantir que ele 
receba a ajuda necessária. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 42 e Roteiro 28 Assistência ao paciente com risco de suicídio 
Durante a apresentação, abordamos vários métodos para interagir com 
pacientes suicidas. O conselho mais importante foi manter uma atitude compassiva e 
sem julgamentos, que podem espalhar estigma e prejudicar o relacionamento de 
confiança com o paciente. Por outro lado, descobrimos que a comunicação eficaz 
requer escuta atenta, validação dos sentimentos do paciente e demonstração de 
apoio incondicional, estabelecendo assim um ambiente seguro para que eles 
expressem sua angústia. 
Outro ponto crucial discutido foi como evitar falar com um paciente suicida. 
Evitamos usar frases depreciativas ou indiferentes, pois elas podem exacerbar o 
estado emocional do paciente. O profissional de enfermagem deve estar ciente de 
como seus comentários podem influenciar a visão do paciente sobre a situação e 
abster-se de descartar seus sentimentos ou preocupações. 
A avaliação do risco de suicídio foi considerada uma das fases mais cruciais noatendimento ao paciente. Ensinamos como utilizar ferramentas e testes para 
detectar fatores de risco, como pensamentos suicidas, tentativas anteriores e 
mudanças comportamentais, entre outras coisas. O exame deve ser repetido 
regularmente, pois o risco de suicídio aumenta com o tempo, principalmente em 
circunstâncias estressantes e exigentes. 
Nos cuidados primários, o gerenciamento do risco de suicídio deve ser 
baseado em uma abordagem multifacetada que combine escuta ativa, avaliação de 
fatores de risco e sugestões de tratamento. O encaminhamento para serviços 
especializados, como psicólogos e psiquiatras, é uma etapa vital para garantir que o 
paciente receba o suporte necessário para lidar com seus desafios emocionais e 
psicológicos. 
No final do programa, ficou claro que auxiliar pacientes em risco de suicídio 
exigia compaixão, excelentes habilidades de comunicação e gerenciamento 
integrado, com foco em cuidados preventivos e contínuos, sempre respeitando os 
limites e necessidades do paciente. 
REFERÊNCIAS: 
COSTA, A. B.; SANTOS, L. P. Abordagem da enfermagem em situações de risco 
de suicídio: estratégias e cuidados necessários. Revista Brasileira de 
Enfermagem, 2021. 
NASCIMENTO, M. F.; ALMEIDA, J. S.; PEREIRA, R. P. Avaliação e manejo do 
risco de suicídio na atenção primária à saúde: desafios e estratégias. Jornal de 
Saúde Coletiva, 2019. 
SILVA, R. D.; OLIVEIRA, M. P.; PEREIRA, S. T. Comunicação terapêutica no 
cuidado de pacientes em risco de suicídio: um estudo sobre práticas e 
desafios. Enfermagem em Saúde Mental, 2020. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Enfermagem ao paciente com Dengue 
INTRODUÇÃO: 
A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que 
afeta principalmente países tropicais e subtropicais. A doença pode variar de 
moderada a grave, e o tratamento rápido é essencial para evitar complicações 
como a síndrome do choque da dengue. As consultas de enfermagem com 
pacientes com dengue compreendem um histórico detalhado, exame físico e 
categorização de risco para garantir o sucesso do tratamento e reduzir os riscos de 
doença (Organização Mundial da Saúde [OMS], 2022). 
Febre, dores musculares e articulares e evidências de consequências 
catastróficas, como sangramento, devem ser incluídas no histórico. Um exame 
físico é essencial para detectar indicações clínicas como erupções cutâneas e 
edema, que são essenciais para determinar a dengue. A categorização de risco é 
usada para identificar indivíduos que correm o risco de contrair doenças graves, 
permitindo um tratamento oportuno e eficaz (Ministério da Saúde, 2021). 
A categorização de risco ajuda a determinar a gravidade da doença e se 
cuidados intensivos são necessários. Os cuidados de enfermagem incluem 
controle da hidratação, tratamento da dor e monitoramento constante do paciente 
para reduzir as dificuldades e aumentar a recuperação (Oliveira et al., 2020; 
Pereira & Silva, 2019). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 43 e 44 e Roteiro 29 Consulta de Enfermagem ao paciente com Dengue 
Durante as consultas de enfermagem com pacientes com dengue, um 
histórico completo e exame físico eram necessários para identificar os sintomas 
característicos da doença, que incluíam febre, rigidez muscular e articular e 
erupção cutânea. O histórico também ajudou a identificar indicações de alerta 
precoce de doenças graves, como sangramento, que eram essenciais para 
avaliação de risco e tratamento. 
A categorização de risco foi essencial para determinar a gravidade da doença 
e adaptar o plano de tratamento. Pacientes de alto risco foram monitorados 
regularmente, com ênfase na hidratação e controle dos sinais vitais. Para pessoas 
de risco moderado ou baixo, água oral e relaxamento foram suficientes como 
primeiro tratamento. A classificação de risco permite uma resposta mais rápida e 
eficaz às potenciais consequências relacionadas à dengue. 
O estadiamento clínico da doença, com base em sinais e sintomas visíveis, 
também foi necessário para determinar quem precisava de tratamento mais 
especializado. Pacientes com sintomas graves foram encaminhados para centros 
de tratamento maiores, resultando em uma estratégia eficaz e segura. Para garantir 
uma recuperação tranquila, o atendimento de enfermagem incluiu monitoramento 
constante do paciente, hidratação suficiente e educação pós-consulta. 
No geral, as consultas de enfermagem com pacientes com dengue têm se 
mostrado eficazes no diagnóstico precoce de sequelas e no tratamento adequado. 
Anamnese, exame físico, avaliação de risco e estadiamento clínico são todos parte 
de uma estratégia holística para melhorar a qualidade do tratamento, minimizando 
as consequências da doença. 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
MOURA, CR; ARAÚJO, M. A. Manejo da dengue: classificação de risco e 
cuidados de enfermagem. Jornal Brasileiro de Enfermagem, 2019. 
OLIVEIRA, T. L.; SILVA, RF; CUNHA, L. M. Assistência de enfermagem ao 
paciente com dengue: abordagem clínica e cuidados essenciais. Revista de 
Enfermagem e Saúde, 2020. 
PEREIRA, A. L.; SILVA, J. R. Protocolos de atendimento para dengue: do 
diagnóstico à assistência de enfermagem. Saúde Coletiva, 2019. 
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Dengue: Diretrizes para diagnóstico, 
tratamento, prevenção e controle. Genebra: OMS, 2022. 
 
 
 
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NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
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ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Procedimentos no Manejo Clínico da Dengue 
INTRODUÇÃO: 
O Ministério da Saúde (2021) sugere que pacientes com sintomas moderados 
iniciem a hidratação oral imediatamente, mas casos mais graves necessitam de 
reposição intravenosa de fluidos. O monitoramento dos sinais vitais, pressão 
arterial e diurese durante a terapia é fundamental para prevenir problemas como 
sobrecarga de fluidos e edema pulmonar (Oliveira et al., 2020). 
Além da hidratação, o cartão de monitoramento permite que os profissionais 
de saúde simulem cenários clínicos com pacientes do Grupo A e B, tornando-se 
uma ferramenta útil para aprimorar decisões diagnósticas e terapêuticas. Segundo 
Pereira e Silva (2019), essa estratégia é importante na educação em enfermagem, 
pois ensina os indivíduos a gerenciar os vários estágios da doença e identificar 
problemas precocemente. 
O teste do laço é extremamente eficaz na detecção de sintomas de 
sangramento, como petéquias, que podem indicar doenças graves, como a 
síndrome do choque da dengue. Este teste deve ser usado em ambientes clínicos 
para identificar indivíduos que requerem cuidados intensivos (OMS, 2022). Este 
método aumenta a eficácia e a segurança do tratamento de pacientes com dengue. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 45 e Roteiro 30 Procedimentos no manejo clínico da Dengue 
Durante a sessão prática sobre cuidados clínicos com dengue, analisamos as 
formas mais eficazes de tratar pacientes com suspeita ou confirmação de dengue. 
Começamos com recomendações para hidratação oral, que é necessária para 
reposição de fluidos em casos leves. Em casos graves, a reposição intravenosa de 
fluidos foi investigada, com ênfase particular na importância de monitorar sinais 
vitais, pressão arterial e diurese para evitar complicações como sobrecarga defluidos. 
A simulação dos casos do Grupo A e B usando o cartão de monitoramento 
proporcionou experiência prática significativa para avaliação clínica e 
monitoramento bem-sucedido de pacientes com dengue. Também realizamos o 
teste de alça, um método básico para detectar indicações de sangramento, como 
petéquias, que indicam um risco maior de desenvolver casos graves da doença. 
O treinamento foi maravilhoso porque nos proporcionou experiência prática no 
gerenciamento da dengue, enfatizando a necessidade de hidratação, 
monitoramento clínico e o uso de tecnologia como o cartão de monitoramento e o 
teste de alça para detectar problemas precocemente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de manejo clínico da dengue. Brasília: 
Ministério da Saúde, 2021. 
OLIVEIRA, T. L.; SILVA, RF; CUNHA, L. M. Manejo da dengue: a avaliação à 
rotina volêmica. Revista Brasileira de Enfermagem, 2020. 
PEREIRA, A. L.; SILVA, J. R. A importância da hidratação e monitoramento 
clínico no manejo da dengue. Saúde Pública, 2019. 
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Dengue: Diretrizes para diagnóstico, 
tratamento, prevenção e controle. Genebra: OMS, 2022. 
 
 
 
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NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Assistência de Enfermagem na Nebulização 
INTRODUÇÃO: 
A nebulização é um método comum de tratamento de doenças respiratórias, 
como asma e bronquite, injetando medicamentos diretamente nas vias aéreas. 
Para iniciar a terapia, o enfermeiro deve primeiro fazer um histórico médico 
completo e objetivo e um exame físico para avaliar o estado clínico do paciente 
(González & Gómez, 2021). 
O monitoramento dos sinais clínicos do paciente após a nebulização é crucial 
para avaliar a eficácia do tratamento e detectar alterações no estado de saúde, 
permitindo que a terapia seja alterada conforme necessário. Além disso, 
documentar informações no prontuário médico é essencial para o monitoramento 
contínuo do paciente e a comunicação entre os profissionais de saúde (Macedo et 
al., 2019). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 46 e 47 e Roteiro 31 Assistência de Enfermagem na nebulização 
Antes de iniciar a técnica de nebulização, coletamos o histórico médico do 
paciente e realizamos um exame físico geral. Marcadores vitais, como saturação de 
oxigênio e frequência respiratória, foram usados para determinar se a nebulização 
era necessária. 
A operação de nebulização foi realizada meticulosamente, com o nebulizador 
corretamente preparado e o medicamento administrado com precisão. Durante todo 
o procedimento, monitoramos a resposta do paciente em busca de evidências de 
melhora da respiração e da saturação de oxigênio. Por fim, enfatizamos a 
necessidade de fazer anotações no prontuário médico e registrar cada estágio da 
operação para garantir monitoramento contínuo e contato com a equipe de saúde. 
O programa melhorou as habilidades no monitoramento de indicadores clínicos 
e na execução do método de nebulização, ao mesmo tempo em que destacou a 
necessidade de documentação adequada para garantir cuidados seguros e eficazes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
GONZÁLEZ, MR; GÓMEZ, L. A. Tratamento respiratório: conceitos e práticas 
em enfermagem. São Paulo: Editora Médica, 2021. 
MACEDO, D.C. et al. Enfermagem no cuidado de pacientes com distúrbios 
respiratórios. Revista Brasileira de Enfermagem, 2019. 
 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULODO ROTEIRO: Aplicação de técnica estéril no manuseio de curativos 
INTRODUÇÃO: 
O uso de procedimentos estéreis para manuseio de curativos é essencial 
para prevenir infecções e promover a cicatrização normal de feridas. Essa técnica 
começa com o curativo, que exige que o profissional de enfermagem use 
equipamentos de proteção, como luvas, aventais e máscaras para evitar a 
contaminação do ambiente estéril e proteger o paciente de infecções (Lemos et al., 
2020). A assepsia rigorosa é necessária para garantir que o tratamento da ferida 
seja realizado com segurança. 
Para reduzir a contaminação do equipamento, é necessário utilizar objetos 
estéreis, como pinças e compressas estéreis durante a cirurgia. Luvas estéreis 
devem ser usadas sempre que possível para garantir que o contato com os 
materiais não comprometa a esterilidade (Silva et al. 2018). Além disso, a abertura 
cautelosa de recipientes estéreis é necessária para evitar contaminação antes de 
usar os produtos. 
Finalmente, o descarte correto dos materiais de curativo é essencial para a 
terapia porque reduz o perigo de contaminação ambiental, ao mesmo tempo em 
que protege o paciente e a equipe de saúde. O descarte adequado promove a 
limpeza e evita doenças (Lemos et al., 2020). Essas medidas são essenciais para 
garantir eficácia e segurança ao aplicar curativos em qualquer ambiente 
terapêutico....................................................................................................... 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 48 e Roteiro 32 Aplicação de técnica estéril no manuseio de curativos 
Começamos o ensino prático sobre protocolos estéreis para manuseio de 
curativos, e usei luvas, avental e máscara para proteger o paciente e o ambiente ao 
redor. Após o curativo, abri cuidadosamente os recipientes estéreis para evitar que 
os produtos fossem contaminados antes do uso. 
Durante toda a cirurgia, usei pinças estéreis para manter o curativo limpo e o 
paciente seguro. O uso de luvas estéreis foi crucial para a segurança do paciente e o 
controle de infecções. No final do tratamento, descartei adequadamente todos os 
materiais usados, aderindo aos protocolos de segurança para evitar contaminação. 
Este exercício me ajudou a melhorar minha técnica estéril e a compreender a 
importância de cada estágio do procedimento de curativo, que tinha como objetivo 
prevenir infecções e promover a cicatrização ideal da ferida.........................................
REFERÊNCIAS: 
LEMOS, M.A. et al. Técnicas de Enfermagem e Práticas Clínicas em Curativos. 
São Paulo: Editora Saúde, 2020. 
SILVA, J. M. et al. Práticas de Enfermagem: Cuidando de Feridas e Prevenindo 
Infecções. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2018. 
 
 
 
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NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Aplicação de técnica estéril no manuseio de curativos 
INTRODUÇÃO: 
O cuidado de enfermagem em estomaterapia é crucial para o tratamento de 
feridas porque permite a seleção adequada de curativos e desbridamentos. O 
curativo certo é determinado pelo tipo de ferida e estágio de cicatrização, e o 
enfermeiro deve ter conhecimento sobre coberturas fundamentais para feridas e 
suas recomendações (Lemos et al., 2020). 
Alginatos, hidrocoloides e curativos oclusivos são usados para uma série de 
propósitos, incluindo absorção de exsudato e controle de infecção (Lemos et al., 
2020). Cada curativo tem um papel distinto, variando do tratamento de feridas 
crônicas à prevençãoAlém disso, a experiência prática provou a importância de 
uma estratégia personalizada que leve em consideração as qualidades únicas de 
cada paciente e o cenário de tratamento. 
A prática de coletar sinais vitais foi fundamental para consolidar informações 
teóricas e melhorar as habilidades clínicas. A experiência adquirida mostra o quão 
importante essa abordagem é para o diagnóstico precoce de anormalidades, 
monitoramento do desenvolvimento da doença e tomada de decisões de tratamento.
REFERÊNCIAS: 
Smeltzer, S. C., & Bare, B. G. (2015). Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem 
médico-cirúrgica. Guanabara Koogan. 
Mccaffery, M., & Pasero, C. (1999). Pain: Clinical manual. Mosby. 
Potter, P. A., & Perry, A. G. (2013). Fundamentos de Enfermagem. Elsevier. 
Brunner, L. S., Suddarth, D. S., & Smeltzer, S. C. (2017). Brunner & Suddarth's 
textbook of medical-surgical nursing. Wolters Kluwer Health. 
 
 
 
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NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação e prevenção do câncer de mama 
INTRODUÇÃO 
O rastreamento e a prevenção do câncer de mama são componentes 
essenciais da saúde da mulher porque permitem a detecção precoce de quaisquer 
anormalidades mamárias. Um histórico médico completo é utilizado para identificar 
fatores de risco como idade, menstruação precoce e menopausa tardia (Sociedade 
Americana do Câncer, 2020). Esses fatores são cruciais para avaliar o risco 
específico da paciente e fornecer recomendações para rastreamento e testes 
adicionais. 
A inspeção das mamas, tanto dinâmica quanto estática, é um método 
importante para detectar alterações visuais como nódulos, assimetrias e alterações 
na pele ou cor que podem sinalizar processos patológicos (Ministério da Saúde do 
Brasil, 2015). Um exame dinâmico é realizado com a paciente em uma variedade 
de posturas, enquanto uma inspeção estática é realizada com a paciente em 
repouso para detectar quaisquer alterações sutis. 
Além do exame, as mamas, as redes de linfonodos supraclaviculares, 
infraclaviculares e axilares são palpadas para detectar nódulos, linfonodos 
aumentados e outras anormalidades (Shin et al., 2020). Essa sondagem deve ser 
feita com cuidado e deliberadamente para detectar quaisquer irregularidades. 
Além disso, o sistema de categorização BI-RADS (Breast Imaging Reporting 
and Data System) é usado para padronizar e categorizar dados de exames de 
imagem de mama, como mamografias e ultrassons. (Colégio Americano de 
Radiologia, 2018) relata que essa categorização auxilia os médicos a determinar se 
devem fazer um acompanhamento ou mais estudos. Um exame completo e exato, 
auxilia no diagnóstico precoce do câncer de mama e aumenta a probabilidade de 
tratamento eficaz.......................................................................................................... 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 04 e Roteiro 03 Avaliação e prevenção do câncer de mama 
Durante a sessão prática sobre rastreamento e prevenção do câncer de 
mama, realizei muitos procedimentos críticos para o diagnóstico precoce da 
doença. Comecei perguntando sobre o histórico médico da paciente, que incluía 
fatores de risco como histórico familiar, idade, lesões anteriores e uso de 
hormônios. Esta fase foi crítica para avaliar o risco do indivíduo e orientar as outras 
etapas da avaliação. 
As mamas foram avaliadas tanto dinâmica quanto estaticamente. Durante o 
exame dinâmico, observei a paciente em pé com os braços levantados, procurando 
por anormalidades visuais, como assimetrias ou alterações na pele. Durante o 
exame estático, solicitei que a paciente mantivesse os braços ao lado do corpo 
enquanto eu verificava se havia caroços ou outras alterações nas mamas. 
A palpação foi realizada em movimentos circulares para garantir uma 
avaliação completa das mamas. Por fim, usei a classificação BI-RADS, que é 
baseada em observações mamográficas, para padronizar os dados e explicá-los 
com precisão aos médicos. 
Esta prática foi essencial para aplicar o conhecimento adquirido e entender a 
importância da anamnese, inspeção e palpação no exame clínico. A anamnese 
ajuda a descobrir indivíduos de alto risco, enquanto o exame e a palpação revelam 
alterações aparentes e genuínas. Os linfonodos devem ser palpados para procurar 
metástases, particularmente nas áreas axilar, supraclavicular e infraclavicular. A 
categorização BI-RADS foi crítica na categorização e orientação do monitoramento 
dos achados. 
O exame clínico, combinado com exames de imagem regulares, é crítico para 
o diagnóstico precoce do câncer de mama, o que tem influência direta nas taxas de 
cura e nos resultados do tratamento. 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Sociedade Americana do Câncer. (2020). Fatos e números sobre o câncer de 
mama 2020-2021. Sociedade Americana do Câncer. 
 
Brasil, Ministério da Saúde. (2015). Câncer de mama: Diretrizes para a detecção 
precoce. Ministério da Saúde. 
 
Shin, S.J., et al. (2020). Palpação e imagem da mama: principais técnicas na 
detecção do câncer de mama. Jornal de Oncologia Clínica. 
 
Colégio Americano de Radiologia. (2018). Sistema de relatórios e dados de 
imagens da mama (BI-RADS) Atlas: Sistema de relatórios e dados de imagens 
da mama. Colégio Americano de Radiologia. 
 
 
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DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação ginecológica e prevenção do câncer do colo do 
útero 
INTRODUÇÃO: 
Exames ginecológicos e prevenção do câncer cervical são essenciais para a 
detecção precoce e redução da mortalidade por essa doença, que continua sendo 
uma das principais causas de morte entre mulheres em muitos países (Brasil, 
Ministério da Saúde, 2020). 
O câncer cervical é causado principalmente por infecções crônicas com cepas 
de alto risco do papilomavírus humano (HPV), e o diagnóstico precoce é possível por 
meio de exames ginecológicos de rotina (OMS, 2020). 
O exame ginecológico começa com a preparação adequada da sala e a 
organização dos materiais necessários, como lâminas histológicas e equipamentos 
de coleta de amostras (fórmulas de Lugol e ácido acético), que são essenciais para 
o diagnóstico de alterações celulares no colo do útero (American College of 
Obstetricians and Gynecologists [ACOG], 2021). 
Uma anamnese completa é essencial para esta cirurgia, pois variáveis de risco 
como histórico de IST, número de parceiros sexuais, início sexual precoce e 
tabagismo podem identificar mulheres com maior probabilidade de desenvolver 
câncer cervical (Schiffman et al., 2020). 
Um exame ginecológico completo consiste em uma anamnese, um exame 
físico abrangente e um estudo da vulva e do ânus para lesões que podem sugerir 
HPV ou outras infecções. O exame especular consiste em um exame abrangente do 
colo do útero e da mucosa vaginal, bem como a coleta de amostras citológicas 
(Papanicolau). 
O uso de ácido acético e Lugol como procedimentos de inspeção visual visa 
destacar lesões problemáticas que não seriam vistas durante um exame padrão, 
auxiliando assim na detecção precoce de anormalidades celulares (Brasil, Ministério 
da Saúde, 2015). 
Além das considerações clínicas e laboratoriais, o exame ginecológico adota 
uma abordagem sindrômica para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), que, 
se não tratadas, podem aumentar o risco de câncer cervical (OMS, 2020). 
Examesde infecções (Silva et al., 2018). 
O desbridamento também é uma parte importante do processo de cicatrização 
e pode ser feito de três maneiras: autolítico, que permite que o tecido necrótico seja 
removido naturalmente; enzimático, que usa agentes químicos para acelerar o 
processo; e mecânico, que usa métodos físicos como irrigação (Lemos et al., 2020). 
Cada tipo de desbridamento deve ser escolhido após o exame das condições 
da ferida, com o objetivo de promover a cicatrização e reduzir complicações como 
infecções (Silva et al. 2018). Esses procedimentos são cruciais para garantir que o 
paciente receba o tratamento adequado e se recupere rapidamente.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 49 e 50 e Roteiro 33 Assistência de Enfermagem em estomaterapia - Tipos de 
curativos 
A sessão de hoje focou na necessidade de cuidados de enfermagem em 
estomaterapia, incluindo seleção de tecidos e tratamento de feridas. Primeiro, 
examinamos as coberturas de feridas mais comuns, incluindo curativos de alginato, 
hidrocoloide e oclusivos, que são selecionados com base nas características da 
ferida, como absorção de exsudato ou prevenção de infecção. 
Além disso, pesquisamos terapias de desbridamento e percebemos que há 
várias opções, incluindo autolítica, enzimática e mecânica. A escolha da forma 
apropriada de desbridamento é fundamental para remover tecido necrótico e 
promover a cura. 
Durante a aula, pudemos praticar os procedimentos de curativo e 
desbridamento que aprendemos. Essa prática foi crucial para aprender como aplicar 
corretamente curativos e gerenciar lesões, resultando nos melhores resultados 
potenciais de cura para os pacientes. 
REFERÊNCIAS: 
LEMOS, M.A. et al. Técnicas de Enfermagem e Práticas Clínicas em Curativos. 
São Paulo: Editora Saúde, 2020. 
SILVA, J. M. et al. Práticas de Enfermagem: Cuidando de Feridas e Prevenindo 
Infecções. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2018. 
 
 
 
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ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Assistência de Enfermagem em estomaterapia Consulta de 
Enfermagem 
INTRODUÇÃO: 
O primeiro passo para um plano bem-sucedido é uma anamnese completa, 
que permite ao enfermeiro avaliar o histórico do paciente, as características da 
ferida e outros fatores que podem atrasar a cicatrização, como comorbidades e 
medicamentos administrados (Alves et al., 2020). A avaliação da ferida é essencial 
para determinar o curativo ideal, levando em consideração o exsudato, a infecção e 
o nível de necrose. 
O curativo é um dos tratamentos mais importantes na estomaterapia, e os 
enfermeiros devem aderir aos padrões de esterilidade para garantir a cicatrização 
adequada e a prevenção de infecções (Lemos et al., 2020). O tipo de curativo 
usado é determinado pelo estágio da ferida e pode ser hidrofílico, oclusivo ou 
antibacteriano, dependendo das necessidades individuais do paciente. 
Além disso, a administração regular de medicamentos e as trocas de 
curativos são componentes essenciais do cuidado, e o enfermeiro deve aderir às 
diretrizes profissionais estabelecidas para garantir a eficácia do tratamento (Silva et 
al. 2018). O monitoramento contínuo do crescimento da ferida é especialmente 
significativo, pois permite que a terapia seja adaptada à reação do paciente ao 
tratamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 51 e Roteiro 34 Assistência de Enfermagem em estomaterapia - Consulta de 
Enfermagem 
A fase inicial da terapia incluiu anamnese e avaliação da ferida, que é um 
passo importante para aprender sobre o histórico do paciente, o tipo de ferida e 
quaisquer variáveis que possam influenciar a cicatrização, como uso de 
medicamentos ou a existência de condições crônicas. Descobrimos que um exame 
completo da ferida permitiu uma seleção mais exata do curativo e planejamento do 
tratamento. 
O segundo procedimento foi a aplicação do curativo, que é fundamental para a 
proteção e cicatrização da ferida. Na aula prática, aprendi como selecionar o melhor 
curativo para cada tipo de ferida, levando em consideração o exsudato, a infecção e 
a necessidade de desbridamento. Os curativos foram administrados 
assepticamente, seguindo todos os protocolos de controle de infecção. 
Outra questão abordada foi a prescrição de medicamentos para controle de 
dor e infecção, bem como as trocas de curativos, que devem ser feitas regularmente 
com base nas necessidades da ferida e na resposta clínica do paciente. Antibióticos 
e analgésicos devem ser usados conforme necessário para que a condição 
melhore. 
Finalmente, a avaliação da progressão da ferida foi vista como uma etapa 
importante no tratamento, permitindo que a terapia fosse alterada conforme o 
processo de cicatrização progredisse. Durante a apresentação, foi enfatizado que o 
monitoramento contínuo da ferida e a documentação detalhada das alterações são 
importantes para a eficácia do tratamento. 
Esta aula foi crucial para consolidar minha compreensão da estomaterapia, e a 
prática me ajudou a entender os cuidados necessários no tratamento de feridas, 
desde a avaliação até a administração da medicação adequada. 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
ALVES, M. P. et al. Tratamento e Cuidados com Feridas: Práticas de 
Estomaterapia. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2020. 
LEMOS, M. A. et al. Técnicas de Enfermagem e Práticas Clínicas em Curativos. 
São Paulo: Editora Saúde, 2020. 
SILVA, J. M. et al. Práticas de Enfermagem: Cuidados com Feridas e Prevenção 
de Infecções. Londres: Oxford University Press, 2018. 
 
 
 
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DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Programa Nacional de Imunização e Rede de Frio 
INTRODUÇÃO: 
O Programa Nacional de Imunização (PNI) do Brasil é essencial para a prevenção de 
doenças e promoção da saúde, pois garante o acesso seguro à vacinação. A Cadeia 
de Frio é essencial nesse processo porque garante que os imunobiológicos sejam 
armazenados e transportados corretamente, permitindo que as vacinas cheguem 
com segurança aos locais de aplicação (MS, 2017). 
A colocação dos imunobiológicos na câmara de vacinação, o gerenciamento da 
temperatura e o uso de caixas térmicas com bobinas reutilizáveis são etapas 
importantes para garantir a eficácia da vacina durante o armazenamento e o 
transporte (ANVISA, 2017). 
Além disso, a limpeza nas salas de vacinação, incluindo a limpeza contínua e 
terminal, é crucial para garantir um ambiente seguro, diminuir infecções e proteger a 
saúde pública (Ministério da Saúde, 2017)..................................................................
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 52 e 53 e Roteiro 35 Programa Nacional de Imunização e Rede de Frio 
Em aula, o professor discutiu como o PNI funciona e sua importância como um 
dos principais sistemas de saúde pública do Brasil. Ele destacou a necessidade da 
Cadeia de Frio, que garante que as vacinas sejam armazenadas e disseminadas em 
temperaturas vitais para sua eficácia. 
O professor também falou sobre procedimentos seguros de administração de 
vacinas, como o uso de caixas térmicas e bobinas reutilizáveis para manter as 
temperaturas estáveis durante o trânsito de imunobiológicos. Ele enfatizou que 
variações de temperatura podem comprometer a eficácia da vacinação, exigindo 
monitoramento frequente e cauteloso durante a terapia.Por fim, enfatizamos a necessidade de higiene nas salas de vacinação. O 
professor distinguiu entre limpeza simultânea, que é realizada regularmente para 
reduzir o risco de contaminação, e limpeza terminal, que é realizada com mais 
frequência e cuidado para garantir um ambiente seguro e livre de contaminantes. A 
apresentação foi prática e instrutiva, fornecendo aos ouvintes uma compreensão 
completa de como cada estágio da Cadeia de Frio contribui para a segurança e a 
qualidade das vacinas fornecidas ao público. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). (2017). Manual da Rede de 
Frio: Boas práticas para a sala de vacinação. Brasília: ANVISA. 
Ministério da Saúde. (2014). Manual de conservação de vacinas. Brasília: 
Ministério da Saúde. 
Ministério da Saúde. (2017). Programa Nacional de Imunizações: 44 anos de 
história. Brasília: Ministério da Saúde. 
 
 
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NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
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ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Higienização das mãos 
INTRODUÇÃO: 
Brasil (2017), Pittet et al. (2000) a higiene das mãos é uma abordagem muito 
eficaz para prevenir infecções e promover a saúde, principalmente em hospitais e 
ambientes de saúde. Práticas adequadas de higiene das mãos são essenciais para 
minimizar a disseminação de bactérias nocivas e, assim, proteger tanto a equipe de 
saúde quanto os pacientes. Os métodos mais frequentes de higiene das mãos são 
desinfetante para as mãos à base de álcool e água e sabão, cada um com 
recomendações exclusivas com base nas circunstâncias. 
A Organização Mundial da Saúde (OMS, 2009) recomenda lavar as mãos com 
água e sabão quando estiverem visivelmente sujas e usar desinfetante para as mãos 
à base de álcool quando não houver sujeira aparente. Para ser eficaz, a rotina de 
higiene deve incluir medidas precisas, como limpar todas as superfícies das mãos, 
incluindo entre os dedos e abaixo das unhas. A adesão estrita a essas práticas é 
essencial para diminuir as infecções associadas à assistência à saúde.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 54 e Roteiro 36 Higiene das mãos 
O professor abriu a sessão enfatizando a necessidade da limpeza das mãos 
como uma das maneiras mais eficazes de evitar doenças, principalmente em 
ambientes hospitalares. Ele discutiu cuidadosamente as duas técnicas principais de 
higiene das mãos: álcool em gel e água e sabão, incluindo quando cada uma é 
apropriada. 
A sessão inclui demonstrações reais nas quais o professor demonstrou 
técnicas adequadas de lavagem das mãos, como massagear as palmas e limpar as 
unhas. Ele também destacou os períodos críticos para praticar a higiene das mãos, 
como antes e depois do contato com pacientes ou objetos perigosos. 
Ao longo da aula, o professor enfatizou a necessidade de seguir rigorosamente 
os protocolos para salvaguardar a segurança dos pacientes e da equipe de saúde.
REFERÊNCIAS: 
Organização Mundial da Saúde (OMS). (2009). Manejo da higiene das mãos em 
serviços de saúde. Genebra: OMS. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Procedimentos de higienização das mãos: 
protocolo de segurança do paciente. Brasília: Ministério da Saúde. 
Pittet, D., et al. (2000). Higiene das mãos e risco de transmissão de agentes 
infecciosos no ambiente hospitalar. Controle de Infecções Hosp Epidemiol, 21(6), 
327-336. 
 
 
 
 
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ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Calendário vacinal da criança 
INTRODUÇÃO: 
O calendário de vacinação de crianças e adolescentes é uma das abordagens 
mais importantes para evitar doenças infecciosas, garantindo que as vacinas sejam 
administradas de acordo com o PNI. A vacinação é uma das abordagens mais 
eficazes para proteger indivíduos e comunidades de doenças catastróficas e surtos 
(Brasil, 2017). 
De acordo com o Ministério da Saúde (2020), o PNI cria calendários de 
vacinação que incluem as vacinas a serem administradas a cada faixa etária, bem 
como os intervalos entre as doses, que variam dependendo das características 
epidemiológicas do país. O preenchimento correto do cartão de vacinação é 
fundamental para o monitoramento preciso do status de vacinação e para garantir 
que todas as doses sejam fornecidas no momento apropriado, evitando assim a 
falha da imunização. 
O Programa Nacional de Imunização (PNI) também atualiza frequentemente 
essas diretrizes para abordar preocupações emergentes de saúde pública, como a 
disseminação de doenças preveníveis por vacinação. O preenchimento correto do 
cartão de vacinação permite a verificação e o controle das vacinas administradas, 
além de servir como um registro vital para o monitoramento da saúde de crianças e 
adolescentes (Pereira et al., 2019). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 55 e 56 e Roteiro 37 Calendário vacinal da criança e do adolescente 
O professor começou descrevendo os componentes do calendário de 
vacinação e enfatizando as imunizações necessárias para cada faixa etária, do 
nascimento à puberdade. Ele ressaltou que, para garantir que essas vacinas sejam 
administradas nos momentos apropriados, o Programa Nacional de Imunização as 
programa com base no risco de exposição e nos requisitos de proteção de cada 
faixa etária. 
A descrição do professor sobre os regimes de vacinação, que envolvem doses 
de reforço e o tempo entre elas, além da dosagem inicial, foi o aspecto mais 
fascinante. Como nos permite acompanhar os registros de imunização e identificar 
quaisquer imunizações que ainda estejam pendentes, ele explicou que preencher 
corretamente o cartão de vacinação é crucial. Para evitar administrar vacinas em 
intervalos inadequados, o professor enfatizou ainda a necessidade de os médicos 
ficarem de olho no status de imunização de cada criança ou adolescente. 
Além de nos dar informações acadêmicas sobre vacinas e calendários de 
vacinação, demonstrou a necessidade de verificar regularmente o status de 
imunização usando o cartão de vacinação. Por causa da abordagem prática do 
professor ao material, fomos capazes de compreender como esse conhecimento 
pode ser usado na enfermagem normal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Cartão de vacinação: orientações para o 
preenchimento. Brasília: Ministério da Saúde. 
Ministério da Saúde. (2020). Calendário Nacional de Vacinação 2020. Brasília: 
Ministério da Saúde. 
Pereira, M.A., et al. (2019). A importância do cumprimento do calendário vacinal 
na infância e adolescência. Revista Brasileira de Imunização, 8(4), 221-230. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Calendário vacinal do adulto, da gestante e do idoso 
INTRODUÇÃO: 
Para preservar a saúde em todas as fases da vida e oferecer proteção contra 
doenças infecciosas que podem ser evitadas pela vacinação, adultos, gestantes e 
idosos devem aderir ao calendário de imunização recomendado. Embora 
frequentemente associadas às crianças, as imunizações são necessárias em todasas fases da vida, com calendários diferentes para cada faixa etária (Brasil, 2017). 
Os adultos devem receber vacinas com base em seu estado de saúde atual, 
histórico de imunizações e fatores de risco, de acordo com o Ministério da Saúde 
(2020). Para proteger a mãe e a criança, as gestantes devem receber vacinas. Em 
pontos específicos durante a gravidez, as vacinas recomendadas, como influenza e 
DTaP (difteria, tétano e coqueluche), devem ser administradas com cautela. 
Os idosos exigem um calendário de imunização mais rigoroso, pois seus 
sistemas imunológicos se deterioram com a idade, deixando-os mais vulneráveis a 
doenças como influenza e pneumonia, para as quais a vacinação é uma das 
melhores medidas preventivas (Pereira et al., 2019). Para garantir que todas as 
doses sejam administradas nos momentos corretos e monitorar e regular 
continuamente o estado de imunização desses grupos, o cartão de vacinação deve 
ser preenchido corretamente..........................................................................................
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 57 e Roteiro 38 Calendário vacinal do adulto, da gestante e do idoso 
Entender a necessidade de vacinação em vários períodos da vida foi facilitado 
pela apresentação sobre o calendário de imunização para adultos, gestantes e 
idosos. Ao descrever os regimes de vacinação precisos para cada faixa etária, o 
palestrante enfatizou a necessidade de imunização contínua, mesmo após a 
infância, para prevenir infecções graves. 
O professor começou descrevendo como o calendário de imunização varia 
dependendo do estágio da vida e se aplica a adultos, gestantes e idosos, além de 
crianças. Ele destacou que uma variedade de fatores, como a probabilidade de 
contrair certas doenças, histórico de vacinação anterior e problemas médicos pré-
existentes, podem influenciar o regime de imunização de um adulto. O professor 
enfatizou a importância das vacinas contra gripe e DTaP para gestantes, a fim de 
proteger a mãe e o feto. Receber essas vacinas durante a gravidez é seguro. 
Outro assunto importante que foi discutido foi a vacinação de idosos. O 
professor afirma que, como nossos sistemas imunológicos enfraquecem com a 
idade, a vacinação é ainda mais crucial para prevenir doenças como gripe, 
pneumonia e outras infecções respiratórias. Ele também enfatizou para nós a 
necessidade de preencher corretamente o cartão de vacinação para manter o 
controle exato sobre o status de imunização de cada paciente e garantir que todas 
as imunizações sejam administradas nos momentos adequados. 
Ganhei muito conhecimento na sessão e passei a entender a importância das 
vacinas para toda a vida de uma pessoa, não apenas quando criança. O professor 
entrou em muitos detalhes sobre a necessidade de manter um cartão de vacinação 
atualizado e como cada faixa etária deve receber vacinas de acordo com o 
calendário de imunização. Hoje, me sinto mais preparado para aconselhar os 
pacientes sobre o calendário de vacinação e enfatizar a necessidade da vacinação, 
especialmente para grupos de maior risco, como gestantes e idosos.
REFERÊNCIAS: 
Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Calendário Nacional de Vacinação 2017. 
Brasília: Ministério da Saúde. 
Ministério da Saúde. (2020). Calendário Nacional de Vacinação 2020. Brasília: 
Ministério da Saúde. 
Pereira, MA, et al. (2019). A Importância da vacinação em adultos e idosos: 
estratégias para um envelhecimento saudável. Revista Brasileira de Imunização, 
9(2), 115-123. 
 
 
 
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CCURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Atenção Domiciliar 
INTRODUÇÃO: 
Uma abordagem significativa para a assistência à saúde é o atendimento 
domiciliar (AD), que fornece aos pacientes que podem não precisar de 
hospitalização um atendimento contínuo e individualizado. Um projeto de 
tratamento específico, suporte matricial, clínica ampliada e recepção são os 
componentes essenciais da gestão do cuidado em AD (Almeida & Lima, 2017). 
O projeto terapêutico personalizado adapta o plano de tratamento às 
necessidades do paciente, a clínica ampliada e o suporte matricial promovem o 
trabalho em equipe interdisciplinar, e a recepção ajuda o paciente e o profissional a 
construir uma conexão (Brasil, 2018). 
Ao classificar a complexidade do cuidado em AD, a equipe pode verificar o 
grau de cuidado necessário e modificar a intervenção com base na gravidade e 
complexidade da condição do paciente (Costa, 2020). 
Para garantir a continuidade e a segurança do cuidado, o atendimento 
domiciliar também inclui práticas como curativos e administração de 
medicamentos, que estão sempre alinhadas à sistematização do processo de 
trabalho (Ministério da Saúde, 2018). 
Os cuidados paliativos, que buscam aliviar a agonia do paciente e de sua 
família e proporcionar conforto, são cruciais na AD, principalmente para pacientes 
que estão se aproximando do fim de suas vidas (Silva, 2019). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 58 e 59 e Roteiro 39 Atenção domiciliar 
A aula sobre Atenção Domiciliar foi de grande importância para 
compreendermos os diferentes aspectos do cuidado à saúde prestado fora dos 
hospitais. O professor explicou como a atenção domiciliar (AD) abrange vários 
elementos essenciais para a gestão do cuidado, como o acolhimento, a clínica 
ampliada, o apoio matricial e o projeto terapêutico singular. 
O professor iniciou a aula explicando que a Atenção Domiciliar não se limita a 
oferecer cuidados médicos, mas envolve uma gestão mais ampla e integrada da 
saúde. Ele destacou o acolhimento como um primeiro passo essencial para a 
criação de um vínculo entre o profissional de saúde e o paciente, permitindo uma 
comunicação eficaz e um cuidado personalizado. 
Outro ponto importante abordado foi o projeto terapêutico singular, que visa 
elaborar um plano de cuidados adaptado às necessidades específicas de cada 
paciente. O professor enfatizou que a AD deve ser centrada no paciente, com a 
participação ativa da família no planejamento e execução do cuidado. A abordagem 
familiar foi um tema central, e o professor explicou como ferramentas como o 
genograma e o ecomapa ajudam a mapear as relações familiares e os recursos 
disponíveis, facilitando o cuidado. 
A classificação de complexidade do cuidado também foi explicada, onde o 
professor detalhou como ela ajuda a equipe de saúde a decidir o nível de cuidado 
necessário para cada paciente, desde os casos de baixa complexidade até os 
cuidados mais intensivos. Finalmente, o professor falou sobre os cuidados paliativos, 
que são essenciais em AD, especialmente para pacientes com doenças terminais. A 
ênfase foi no alívio do sofrimento e na promoção do conforto, tanto para o paciente 
quanto para a família. 
A aula foi bastante esclarecedora e me proporcionou uma visão abrangente da 
Atenção Domiciliar, evidenciando a importância da organização e da personalização 
do cuidado. Compreendi a relevância de uma abordagem centrada na família e na 
comunidade, além de entender os diversos elementos que influenciam o cuidado 
domiciliar, como a classificação de complexidade e os cuidados paliativos. Agora, 
sinto-me mais preparada para aplicar esses conceitos na prática, principalmente no 
cuidado a pacientes com necessidades específicas e complexas. 
 
REFERÊNCIAS: 
Almeida, M. & Lima, A. (2017). A abordagem familiar na atenção domiciliar: 
reflexões para o cuidado. Revista Brasileira de Enfermagem, 70(4), 828-834. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Atenção Domiciliar: Manual de 
Implementação. Brasília: Ministério da Saúde.Brasil. Ministério da Saúde. (2018). Atenção Domiciliar: Orientações para a 
gestão do cuidado e assistência. Brasília: Ministério da Saúde. 
Costa, R. (2020). Classificação de Complexidade no Cuidado em Atenção 
Domiciliar: Desafios e Perspectivas. Revista de Saúde Pública, 54(2), 112-118. 
Silva, M. (2019). Cuidados Paliativos: Práticas na Atenção Domiciliar. São Paulo: 
Editora da Saúde. 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Programa Saúde na Escola 
INTRODUÇÃO: 
O Programa Saúde na Escola (PSE) é uma estratégia interinstitucional 
projetada para melhorar a saúde e o bem-estar de crianças e adolescentes nas 
escolas, integrando iniciativas de saúde e educação. Além de revisar o calendário de 
vacinação, a iniciativa visa detectar e tratar doenças negligenciadas, incluindo 
hanseníase, tuberculose e malária, bem como doenças como hipertensão arterial 
sistêmica (HAS) (Brasil, 2017). 
O exame clínico e psicossocial é essencial para a saúde antropométrica, 
nutricional, oftalmológica, auditiva e odontológica e monitoramento psicológico 
(Brasil, 2018). Outros pilares importantes que auxiliam na prevenção de doenças 
relacionadas à desnutrição incluem a promoção da segurança alimentar e a 
manutenção de uma dieta balanceada. 
O PSE também inclui iniciativas para prevenir o HIV/AIDS e ISTs e para 
aumentar a conscientização pública sobre saúde sexual e reprodutiva. Ao 
desencorajar o uso de álcool, tabaco e outras substâncias, o programa também 
ensina às crianças a importância de escolher escolhas seguras e saudáveis. Evitar a 
violência, promover uma cultura de paz e promover a saúde ambiental também são 
necessários para um ambiente escolar seguro que apoie o crescimento sustentável 
e a qualidade de vida dos alunos (Ministério da Saúde, 2019). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 60 e Roteiro 40 Programa Saúde na Escola 
O professor começou a aula destacando o papel fundamental do PSE na 
identificação e prevenção de doenças prevalentes entre os estudantes, como 
hipertensão arterial sistêmica, hanseníase, tuberculose e malária. A atualização do 
calendário vacinal foi enfatizada como uma das ações cruciais para garantir a 
imunização adequada da população escolar, evitando surtos de doenças evitáveis 
por vacina. 
O professor também abordou as avaliações realizadas, como a avaliação 
antropométrica, nutricional, auditiva, oftalmológica e da saúde bucal, que são 
essenciais para o acompanhamento da saúde dos estudantes e o diagnóstico 
precoce de possíveis problemas. Outro ponto importante abordado foi a parte 
psicossocial do PSE, onde o professor explicou a necessidade de um olhar atento à 
saúde mental dos estudantes, além de promover ações de acolhimento. 
O programa também inclui ações voltadas para a segurança alimentar e a 
promoção da alimentação saudável, enfatizando a importância da educação 
nutricional nas escolas para prevenir doenças relacionadas à alimentação 
inadequada. Além disso, o professor detalhou as ações de saúde sexual e 
reprodutiva, abordando a importância da educação para a prevenção de doenças 
sexualmente transmissíveis (ISTs) e HIV/aids, além da prevenção ao uso de álcool, 
tabaco e outras drogas. 
Essas ações visam promover a saúde física e mental dos estudantes, 
incentivando escolhas saudáveis desde a adolescência. A prevenção da violência e 
a promoção da cultura de paz também foram temas abordados, destacando como as 
escolas podem ser espaços seguros e acolhedores para o desenvolvimento dos 
alunos. A aula foi bastante enriquecedora, proporcionando uma visão abrangente do 
Programa Saúde na Escola e suas diversas ações voltadas para a promoção da 
saúde e prevenção de doenças. 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. Ministério da Saúde. (2018). Programa Saúde na Escola: Protocólo de 
ações de saúde nas escolas. Brasília: Ministério da Saúde. 
Ministério da Saúde. (2019). Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): Estratégias 
de educação e promoção da saúde. Brasília: Ministério da Saúde. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Programa Saúde na Escola: Protocólo de 
ações de saúde nas escolas. Brasília: Ministério da Saúde.ginecológicos regulares, juntamente com a vacinação contra o HPV, 
são medidas cruciais para evitar o câncer cervical e melhorar a saúde das mulheres.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 05 e 06 e Roteiro 04 Avaliação ginecológica e prevenção do câncer do colo do 
útero 
Durante a sessão prática sobre exame ginecológico e prevenção do câncer 
cervical, demonstrei vários métodos importantes para identificação precoce de 
doenças. A primeira etapa foi montar o espaço, o que incluiu reunir os suprimentos 
essenciais, como lâminas de histologia e ferramentas de exame visual, como ácido 
acético e Lugol. Esse primeiro cuidado garante tanto a qualidade do exame quanto 
a segurança da paciente. 
A anamnese foi a primeira etapa em que avaliei os fatores de risco para 
câncer cervical, incluindo histórico familiar, número de parceiros sexuais e hábitos 
de fumar. Essa coleta de dados é fundamental para identificar indivíduos mais 
propensos a ter alterações cervicais e determinar a necessidade de monitoramento 
adicional. 
Em seguida, realizei um exame físico completo, incluindo uma verificação da 
vulva e do ânus, o que é fundamental para detectar alterações aparentes em 
doenças sexualmente transmissíveis. Esses distúrbios podem apontar para 
problemas ginecológicos mais sérios, como câncer cervical. 
O exame especular me permitiu ver o colo do útero e coletar amostras para 
análise citológica. Para uma investigação mais completa, empreguei ácido acético 
e Lugol para descobrir regiões com possíveis alterações celulares, como aquelas 
induzidas pelo HPV. Essas moléculas auxiliam na detecção de lesões precoces 
que precisam ser monitoradas. 
Finalmente, discutimos a abordagem sindrômica para ISTs, que é importante 
no desenvolvimento do câncer cervical. O tratamento adequado dessas infecções é 
crucial para evitar complicações futuras. O diagnóstico precoce de ISTs, 
juntamente com o exame físico e medidas de inspeção visual, pode reduzir 
significativamente o risco de câncer cervical. 
Finalmente, a prática foi necessária para desenvolver exames ginecológicos e 
estratégias de prevenção do câncer cervical. A coleta de histórico, o exame físico, o 
exame especular e a inspeção com ácido acético e Lugol são etapas necessárias 
para a detecção precoce e o monitoramento contínuo da saúde ginecológica das 
mulheres, e desempenham um papel essencial na prevenção do câncer cervical. 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil, Ministério da Saúde. (2015). Prevenção e Controle do Câncer de Colo do 
Útero. Ministério da Saúde. 
Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG). (2021). Ginecologia: 
Exame físico e exames preventivos. ACOG. 
Organização Mundial da Saúde (OMS). (2020). Prevenção e controle do câncer 
cervical: um guia para gerentes de programas. 
Schiffman, M., et al. (2020). Papilomavírus Humano e Câncer Cervical: 
Evidências para Prevenção e Triagem. Jornal de Oncologia Clínica. 
 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TITULO DO ROTEIRO: Pré-natal 1ª Consulta 
INTRODUÇÃO: 
A primeira consulta pré-natal é um marco importante no acompanhamento da 
gestante, pois representa o início de um cuidado sistemático durante a gestação, 
com foco na saúde da mãe e do feto. Segundo a (OMS), o pré-natal é fundamental 
para o diagnóstico precoce de problemas, resultando em uma gestação mais 
segura e saudável para a mãe e o bebê (OMS, 2016). O pré-natal deve começar no 
início da gestação, preferencialmente até a 12ª semana, para garantir que a 
gestante receba as orientações e o acompanhamento necessários (Brasil, 2012). 
A primeira consulta exige que o profissional de saúde confirme a gestação, 
colete informações sobre as queixas, desconfortos e sentimentos da gestante e 
examine a última menstruação (DUM) para determinar a data prevista para o parto 
(DPP) e a idade gestacional (IG) (Brito & Lima, 2020). Avaliar o estado de 
imunização, os níveis de pressão arterial e o crescimento do peso, bem como 
calcular o (IMC) e fazer revisões dietéticas, é fundamental para monitorar a saúde 
materna e detectar possíveis preocupações (Nogueira et al., 2019). 
Também é necessário preencher o sistema de informação pré-natal (SIS pré-
natal), identificar riscos e solicitar exames laboratoriais, como hemograma, 
glicemia, testes de IST e ultrassonografias obstétricas (Brasil 2012). Essas 
ferramentas oferecem monitoramento contínuo e diagnóstico precoce de potenciais 
complicações na gravidez. 
Os suplementos de sulfato ferroso e ácido fólico são indicados para prevenir 
anemia e anormalidades do tubo neural, respectivamente (Figueiredo et al., 2017). 
Durante a consulta, as mamas são inspecionadas clinicamente, a altura uterina é 
medida, os batimentos cardíacos fetais são ouvidos e os movimentos fetais são 
documentados, tudo isso auxilia no rastreamento do crescimento fetal (Medeiros et 
al., 2018). 
 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 07 e 08 e Roteiro 05 Pré-natal: 1ª consulta 
Durante a sessão pré-natal inicial, realizada em duplas, confirmamos a 
gravidez e calculamos a (DPP) e a (IG) com base na última menstruação (DUM), o 
que é necessário para organizar o acompanhamento da gravidez e testes futuros. 
Durante a anamnese, a gestante notou sintomas do início da gravidez, como 
náuseas e fadiga. Reconhecemos suas preocupações e a aconselhamos sobre 
como lidar com elas, enfatizando a importância do apoio emocional e psicológico 
neste momento. Investigar sintomas e sensações é uma etapa importante porque 
nos permite identificar potenciais problemas de saúde mental e física, como 
ansiedade ou estresse. 
O check-up físico incluiu testes de pressão arterial e crescimento de peso, que 
estavam todos dentro das faixas normais. A estimativa do IMC indicou que a 
gestante estava em boas condições nutricionais e não tinha risco de desenvolver 
problemas relacionados ao peso. Concluímos a avaliação de risco, que encontrou 
apenas um pequeno risco, permitindo o monitoramento pré-natal regular sem 
terapia adicional. 
Para monitorar a saúde materna e fetal, exames laboratoriais como 
hemograma, glicemia de jejum, VDRL e HIV foram solicitados. Ultrassonografia 
obstétrica foi aconselhada para monitorar o progresso fetal. Também 
recomendamos que a gestante continue tomando sulfato ferroso e ácido fólico, duas 
vitaminas essenciais para evitar anemia e defeitos do tubo neural. 
O exame obstétrico incluiu métodos de Leopold para determinar a posição 
fetal, medir a altura uterina e detectar batimentos cardíacos fetais. Além disso, 
palpamos as mamas e verificamos se havia edema para fornecer informações sobre 
sintomas comuns da gravidez. 
Esta consulta inicial proporcionou uma oportunidade importante para 
administrar terapia essencial à gestante, fazer testes de rotina e estabelecer um 
vínculo para monitoramento pré-natal contínuo, tudo com o objetivo de proteger a 
saúde materna e fetal e a detecção precoce de quaisquer problemas. As consultas 
em pares permitiram um compartilhamento mais eficaz de conhecimento e 
aprendizado, resultando em um tratamento mais completo e completo. 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. (2012). Protocolo de condutas para atenção integral à saúde da mulher. 
Ministério da Saúde. 
Brito, LM e Lima, FL (2020). O acompanhamento da gestação: práticas e 
cuidados na primeira consulta. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 
42(7), 445-450. 
Figueiredo, PP, Silva, CL, & Pereira, AF (2017). Suplementação na gestação: 
ácido fólico e sulfato ferroso. Revista de Nutrição, 30(3), 327-334. 
Medeiros, LP, Fernandes, JG, & Gomes, GS (2018). O exame obstétrico: técnicas 
e aplicações.Revista Brasileira de Medicina, 75(2), 120-125. 
Nogueira, R. M., Silva, A. L., & Costa, R. A. (2019). A avaliação nutricional na 
gestação: importância e métodos. Jornal Brasileiro de Nutrição, 22(4), 435-439. 
OMS. (2016). Recomendações da OMS sobre cuidados pré-natais para uma 
experiência positiva na gravidez. Organização Mundial de Saúde. 
 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
 
ANEXO 01 
TITULO DO ROTEIRO: Pré-natal Consulta 2º e 3º Trimestre 
INTRODUÇÃO 
O monitoramento da gestação no segundo trimestre é fundamental para a 
saúde da gestante e do feto. Durante esse período, exames pré-natais devem ser 
realizados para monitorar o crescimento da gestação e descobrir precocemente 
problemas como hipertensão gestacional e diabetes. O monitoramento contínuo do 
estado de saúde materno-fetal pode ajudar a reduzir riscos e tratar quaisquer 
anormalidades clínicas que possam ocorrer (Brasil 2012). 
O primeiro passo no atendimento é indagar sobre os sintomas, desconfortos e 
sentimentos da gestante, que são cruciais para estabelecer sua saúde mental e 
emocional (Mota et al., 2015). 
Além disso, é necessário revisar o cartão da gestante, que contém informações 
importantes como seu histórico médico, vacinas e outros fatos relacionados à 
gestação. A verificação da idade gestacional (IG) com a data da última menstruação 
(DUM) e ultrassonografia (US) é crucial para avaliar se a gestação está progredindo 
adequadamente, permitindo um melhor planejamento do tratamento, se necessário 
(Matos et al., 2017). 
Durante as consultas do segundo trimestre, exames laboratoriais como o teste 
de tolerância à glicose (TTG) de 75g, teste de Coombs indireto e testes de repetição 
de toxoplasmose são realizados com base na saúde da gestante. Esses exames 
auxiliam na detecção de condições como diabetes gestacional e infecções que 
podem afetar a gravidez (Brasil, 2015). 
Pressão arterial, crescimento ponderal e cálculo do IMC são essenciais para 
avaliar a saúde materna e reconhecer distúrbios como pré-eclâmpsia e desnutrição 
(Santos et al., 2019). 
O exame obstétrico inclui os métodos de Leopold para avaliar a posição fetal, 
auscultar os batimentos cardíacos fetais e medir a altura uterina, todos necessários 
para monitorar a saúde fetal e diagnosticar anormalidades na posição fetal. 
Nascimento et al. (2020) fornecem informações sobre os sinais de parto e como 
escolher uma maternidade de referência para ajudar as gestantes a se prepararem 
para o parto. ..................................................................................................................
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 9 e Roteiro 6 Pré-natal consultas subsequentes do 2º e 3º trimestres 
Durante as consultas pré-natais do segundo trimestre, foi possível realizar um 
monitoramento abrangente da saúde da mãe e do feto, além de uma variedade de 
responsabilidades críticas para acompanhar o progresso da gravidez. O primeiro 
passo foi perguntar sobre os sintomas, desconfortos e sentimentos da gestante, o 
que é uma maneira importante de detectar quaisquer problemas psicológicos ou 
emocionais, como ansiedade ou depressão pré-natal. 
O exame do cartão da gestante, bem como o cálculo da (IG) usando a data da 
(DUM) e ultrassonografia (US), garantiram precisão no monitoramento da gravidez, o 
que é fundamental para determinar o momento do parto e tomar as medidas 
adequadas. A avaliação da vacinação e a indicação de exames laboratoriais, como o 
teste de tolerância à glicose, o teste de Coombs indireto e o teste de toxoplasmose, 
foram usados para detectar doenças, incluindo diabetes gestacional e infecções, que 
podem ter uma influência direta na gravidez e no bem-estar fetal. 
A verificação da pressão arterial, a medição do ganho de peso e o cálculo do 
IMC forneceram uma avaliação do estado nutricional da gestante, o que é 
fundamental para reconhecer alterações como hipertensão gestacional, pré-
eclâmpsia e desnutrição. Os níveis de sulfato ferroso, ácido fólico e hemoglobina 
foram sugeridos para evitar deficiências nutricionais e anemia materna, todas 
frequentes no segundo trimestre e que podem afetar a saúde da mãe e do feto. 
O exame obstétrico, que incluiu manobras de Leopold para identificar a posição 
fetal, medidas de altura uterina e ausculta dos batimentos cardíacos fetais, permitiu 
o rastreamento do crescimento fetal. Além disso, movimentos fetais, exames de 
mama e triagem de edema foram realizados para monitorar a saúde da gestante e 
do bebê, identificando possíveis problemas como retenção de líquidos ou 
anormalidades nos sinais vitais fetais. 
Esta estratégia abrangente e sistemática no segundo trimestre apoia a 
detecção precoce de problemas, prevenção de doenças e a saúde da gestante e do 
feto. A combinação de abordagens de monitoramento clínico e laboratorial fornece 
uma base firme para uma gravidez saudável e segura. 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. Ministério da Saúde. (2012). Atenção ao pré-natal de baixo risco. 
Secretaria de Atenção à Saúde. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2015). Manual de condutas em gestação de alto 
risco. Secretaria de Atenção à Saúde. 
Matos, M. A., Silva, M. L., & Oliveira, R. L. (2017). O acompanhamento da 
gestação no segundo trimestre. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 
39(10), 557-563. https://doi.org/10.1055/s-0037-1601505 
Mota, C. M. A., Lima, M. D. F., & Souza, M. C. F. (2015). Impacto do 
acompanhamento psicológico no segundo trimestre de gestação. Revista 
Brasileira de Saúde Materno Infantil, 15(3), 365-373. 
Nascimento, S. A. M., Almeida, C. P., & Pereira, A. P. (2020). A importância do 
acompanhamento obstétrico no segundo trimestre de gestação. Journal of 
Maternal Health, 6(1), 45-52. 
 
 
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NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: 7. Consulta ao Paciente com Diabetes Melittus 
INTRODUÇÃO: 
A consulta de Diabetes Mellitus é um aspecto importante do cuidado e 
gerenciamento dessa condição crônica, que requer monitoramento constante para 
evitar complicações sérias, incluindo doenças cardiovasculares, neuropatias e 
insuficiência renal. Diabetes Mellitus é um distúrbio metabólico marcado por altos 
níveis de glicose no sangue devido à produção ou atividade inadequada de insulina. 
(American Diabetes Association [ADA], 2020). 
Organizar o ambiente e fornecer equipamentos de consulta, como fita métrica, 
luvas, um gliômetro, tiras de teste de glicemia e recipientes adequados para 
descarte de objetos cortantes são etapas críticas para garantir a segurança e a 
eficiência do procedimento (Cozzarelli et al., 2018). 
Uma anamnese completa, que inclui uma avaliação dos fatores de risco, 
histórico anterior, queixa primária e histórico atual da doença, permite que o 
profissional de saúde entenda melhor a condição do paciente e detecte 
comorbidades precocemente (Zimmet et al., 2019). 
Marcadores clínicos como altura, peso, circunferência da barriga, IMC (índice 
de massa corporal) e glicemia capilar são essenciais para monitorar o controle 
glicêmico e a saúde geral do paciente (Bastos et al. 2018). Além disso, testes de 
sinais vitais, como pressão arterial e frequência cardíaca, fornecem informações 
importantes sobre a terapia da doença e a presença de distúrbios relacionados, 
incluindo hipertensão e dislipidemia (Kuo et al., 2020). 
A orientaçãosobre o uso de um glicosímetro e o automonitoramento da 
glicemia capilar são essenciais, pois a educação do paciente sobre como regular sua 
glicemia é um fator importante na eficácia do tratamento da doença (Sacks et al., 
2019). Também é essencial promover a adesão a tratamentos farmacológicos e não 
farmacológicos, como insulina, uma dieta saudável e atividade física regular 
(Mottalib et al. 2019). 
Exames laboratoriais como hemograma, função renal e glicemia são solicitados 
de acordo com protocolos estabelecidos para monitorar o gerenciamento da doença 
e preocupações relacionadas (National Institute for Health and Care Excellence 
[NICE], 2021). O Diabetes Mellitus deve ser controlado adequadamente por uma 
mistura de avaliação clínica rigorosa, aconselhamento educacional e estratégias 
terapêuticas individualizadas. 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 10 e 11 e Roteiro 7 Consulta ao paciente com Diabetes mellitus 
Durante a consulta laboratorial, a coleta de dados clínicos e a análise de 
métricas como altura, peso, IMC e glicemia capilar foram essenciais para monitorar o 
estado glicêmico do paciente. O monitoramento da glicemia capilar, realizado com 
um glicosímetro, é uma importante ferramenta de diagnóstico e gerenciamento 
rápido da glicemia para pacientes diabéticos que precisam alterar continuamente 
sua dieta e medicamentos. 
Para descobrir prováveis úlceras diabéticas, uma das complicações mais 
comuns do diabetes mellitus, os membros inferiores tiveram que ser examinados e 
lesões encontradas. A neuropatia diabética, que normalmente é assintomática, pode 
prejudicar os membros inferiores. Como resultado, a equipe de saúde deve avaliar a 
perfusão sanguínea e a sensibilidade dos pés dos pacientes com diabetes para 
detectar quaisquer irregularidades precocemente e evitar repercussões mais sérias, 
como amputação. 
O diabetes exige saber como usar um glicosímetro e automonitorar os níveis 
de glicemia capilar. Os pacientes podem automonitorar seus níveis de glicemia e 
tomar decisões informadas sobre nutrição, exercícios e dosagens de prescrição. 
Ensinar os pacientes a injetar insulina corretamente é outro componente crucial, pois 
muitos pacientes, particularmente aqueles com diabetes tipo 1, dependem desse 
medicamento para controle glicêmico. Treinar os pacientes sobre como injetar 
insulina com segurança e eficácia pode melhorar a adesão ao tratamento e, 
portanto, o controle da doença. 
Além disso, promover hábitos alimentares saudáveis e atividade física regular é 
crucial para o controle da doença sem a necessidade de medicamentos. A consulta 
enfatizou a importância do controle de peso e evitar refeições com alto índice 
glicêmico, pois essas ações podem prevenir ou retardar o início de problemas de 
diabetes, como hipertensão e dislipidemia. 
Para recapitular, uma visita ao laboratório com um boneco diabético fornece 
uma oportunidade ideal para monitorar a progressão da doença e tomar as medidas 
adequadas, reduzindo riscos e evitando consequências. Toda a abordagem, que 
inclui exames clínicos, recomendações de gerenciamento da doença e solicitações 
de exames laboratoriais, melhora significativamente o controle do diabetes e a 
satisfação do paciente. 
REFERÊNCIAS: 
Associação Americana de Diabetes (ADA). (2020). Padrões de atendimento 
médico em diabetes — 2020. Cuidados com diabetes, 43 (Suplemento 1), S66-
S76. https://doi.org/10.2337/dc20-S006 
Bastos, MT, Silva, RM e Oliveira, TG (2018). Diabetes Mellitus: Abordagem clínica 
e terapêutica. São Paulo: Editora Manole. 
Cozzarelli, C., Alva, J., & Ribeiro, M. (2018). Gestão clínica do Diabetes Mellitus: 
Prática do dia a dia. Rio de Janeiro: Editora Rubio.7 
Kuo, CF, Yang, YH e Chang, LS (2020). Manejo clínico do diabetes em idosos. 
Pesquisa e revisões sobre diabetes e metabolismo, 36(1), e3242. 
https://doi.org/10.1002/dmrr.3242 
Mottalib, A., Rahman, M., & Haque, E. (2019). Adesão às práticas de autocuidado 
e controle glicêmico entre pacientes com diabetes: uma revisão sistemática. 
Journal of Diabetes Research, 2019, 1478509. https://doi.org/10.1155/2019/1478509 
National Institute for Health and Care Excellence (NICE). (2021). Diabetes em 
adultos: Gestão. Diretriz NICE [NG28]. Recuperado de 
https://www.nice.org.uk/guidance/ng28 
Sacks, D. B., Arnold, M., & Bakris, G. L. (2019). Diretrizes e recomendações para 
a medição da hemoglobina glicada na prática clínica. Diabetes Care, 42 (2), 303-
309. https://doi.org/10.2337/dc18-1099 
Zimmet, P. Z., Alberti, K. G. M. M., & Shaw, J. E. (2019). Implicações globais e 
sociais da epidemia de diabetes. Natureza, 414(6865), 782-787. https 
://doi.org/10.1038/414782a 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação do pé diabético 
INTRODUÇÃO: 
O exame do pé diabético é uma ferramenta terapêutica essencial para evitar e 
controlar distúrbios relacionados ao diabetes, particularmente aqueles que envolvem 
lesões nos pés que podem resultar em amputação. O primeiro estágio é um histórico 
de saúde dos pés, no qual o especialista avalia o histórico médico do paciente, como 
úlceras anteriores, amputações e neuropatia (Nascimento et al., 2021). 
Inspecionar pés e calçados é fundamental para identificar sinais óbvios de 
lesões, doenças ou anomalias. Escolher o calçado apropriado é crucial para evitar 
lesões, pois o atrito e a pressão excessiva podem criar grandes problemas (Lopes et 
al., 2019). 
Um exame clínico básico do pé, que inclui arquitetura, umidade, cor, 
temperatura, distribuição dos pelos e integridade das unhas e da pele, pode mostrar 
anormalidades que indicam problemas circulatórios ou neurológicos (Santos & Lima, 
2020). 
O teste neurológico é uma parte importante do procedimento diagnóstico, 
particularmente ao determinar a sensibilidade ao toque, dor, temperatura e vibração. 
Alterações nesses testes podem sugerir neuropatia diabética, que é uma das 
consequências mais prevalentes do diabetes. O exame também envolve um teste de 
reflexos tendinosos e função motora, que são essenciais para determinar a saúde do 
sistema nervoso periférico (Ferreira et al., 2021). 
Um exame vascular é realizado para verificar pulsos no pé e avaliar a perfusão 
sanguínea, pois a circulação inadequada pode contribuir para a formação de úlceras 
e cicatrização retardada (Costa & Almeida 2020). Finalmente, a Sociedade Brasileira 
de Diabetes define a categorização de risco como uma técnica para categorizar 
pacientes com base na presença de problemas como neuropatia, vasculopatia ou 
deformidades, auxiliando assim na criação de estratégias de manejo preventivo e 
terapêutico. 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 12 e Roteiro 8 Avaliação do pé diabético 
A discussão começou com uma explicação sobre a necessidade de um 
histórico médico abrangente, com ênfase nos pés do paciente diabético. Aprendi a 
levar em consideração aspectos como o período desde o diagnóstico de diabetes, 
episódios anteriores de úlceras ou feridas, a presença de desconforto, problemas de 
circulação, o uso de calçados inadequados e a adesão à limpeza adequada dos pés. 
Acreditamos que ter um histórico médico completo ajuda a identificar fatores de risco 
e permite um monitoramento mais direcionado. 
Fomos então aconselhados a examinar cuidadosamente os pés da paciente e 
os sapatos que ela estava usando. Aprendi a avaliar a forma e a condição dos 
sapatos, procurando por desgaste excessivo ou pontos de pressão que pudessem 
levar a uma lesão. Examine os pés em busca de calos, rachaduras, micose e 
hiperqueratose. Essa inspeção é crucial para reconhecer riscospotenciais e 
aconselhar o paciente sobre o calçado adequado. 
Durante o exame clínico, verificamos o ressecamento da pele, que pode indicar 
a existência de fissuras, e sua coloração, procurando por alterações que possam 
indicar problemas vasculares ou infecções. Também procuramos por sinais de 
micose, descolamento de unha ou alterações de espessura, bem como fissuras e 
úlceras na pele. Esse período foi crucial para o desenvolvimento de habilidades de 
observação clínica, que ajudam a detectar sinais de alerta precoce de doença. 
Monofilamentos, pequenos estímulos e um diapasão foram utilizados para 
medir as diferenças. Também avaliamos a função motora examinando o movimento 
dos dedos, a força da articulação do tornozelo e os reflexos do tendão de Aquiles, 
que podem ser usados para indicar neuropatia periférica. Esses testes foram 
essenciais para detectar a perda sensorial, que é uma das principais causas de 
lesão do pé diabético devido à falta de sensibilidade à dor ou à temperatura. 
O exame vascular centrou-se na palpação dos pulsos pediosos e tibiais 
posteriores, que são críticos para medir a circulação do pé. Este exame foi crítico 
para detectar evidências de insuficiência vascular, que causa danos e retarda a 
recuperação.
REFERÊNCIAS: 
Costa, L., & Almeida, L. (2020). Avaliação vascular no pé diabético. Revista 
Brasileira de Medicina, 77(3), 65-70. 
Ferreira, F., Oliveira, M., & Santos, R. (2021). Testes neurológicos na avaliação 
do pé diabético. Journal of Diabetic Foot Care, 12(2), 109-114. 
Lopes, A., Souza, E., & Lima, P. (2019). Importância da inspeção dos pés e 
calçados no controle do pé diabético. Revista de Endocrinologia e Diabetes, 
18(4), 239-245. 
Nascimento, M., Santos, D., & Silva, P. (2021). História de saúde dos pés no 
diabetes mellitus. Jornal Brasileiro de Endocrinologia, 24(6), 87-93. 
Santos, R., & Lima, P. (2020). Avaliação clínica geral dos pés no diabético: 
exame físico e implicações terapêuticas. Diabetes & Metabolism Journal, 15(5), 
56-62. 
Sociedade Brasileira de Diabetes. (2023). Classificação de risco no pé diabético. 
Revista Brasileira de Diabetes, 21(2), 23-30. 
 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO::Consulta ao paciente com Hipertensão arterial sistêmica 
INTRODUÇÃO: 
Consultar um paciente com hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma etapa 
crítica na prática clínica, pois permite uma avaliação da saúde do paciente, bem 
como o estabelecimento de um plano de tratamento eficaz. De acordo com a 
Organização Mundial da Saúde (OMS), a hipertensão é a principal causa de doença 
cardiovascular, responsável por quase 7,5 milhões de mortes por ano. Como 
resultado, a consulta deve ser completa e bem pensada. 
Organizar o ambiente e preparar os materiais são etapas iniciais essenciais. O 
uso correto de equipamentos, como estetoscópio, esfigmomanômetro e termômetro, 
permite uma coleta de dados precisa. A American Heart Association (AHA) 
recomenda um ambiente de consulta tranquilo e sem distrações para melhorar a 
conversa entre o profissional de saúde e o paciente (AHA 2020). 
O histórico médico deve ser completo, incluindo informações 
sociodemográficas, histórico prévio e fatores de risco. De acordo com as Diretrizes 
de Manejo da Hipertensão (2020), é vital explorar tanto a queixa inicial quanto o 
histórico da condição atual para ter um melhor conhecimento da situação do 
paciente. Além disso, avaliar a altura, o peso, a circunferência da barriga e o IMC do 
paciente pode fornecer informações úteis sobre seu estado nutricional. As medições 
de glicemia capilar também são utilizadas para detectar potenciais comorbidades. 
Durante a consulta, é fundamental monitorar e registrar os sinais vitais do 
paciente nos prontuários médicos. Os sinais vitais de vigilância não apenas auxiliam 
na avaliação imediata da condição clínica do paciente, mas também servem como 
um sinal crucial para o monitoramento de longo prazo. A Sociedade Brasileira de 
Cardiologia (SBC) (2021) orienta que o exame cardiovascular inclua ausculta 
cardíaca, medição de pulso e confirmação da perfusão capilar. 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 13 e 14 e Roteiro 9 Consulta ao paciente com Hipertensão arterial sistêmica 
 Durante uma conversa com um paciente hipertenso, reconheci a necessidade 
de uma abordagem planejada e precisa que siga as normas estabelecidas, mas 
ainda honre o relacionamento entre o profissional de saúde e o paciente. 
A estrutura do ambiente e o desenvolvimento do conteúdo são funções críticas. 
Um espaço tranquilo e bem equipado que inclua todas as ferramentas necessárias 
promove uma terapia mais eficaz e segura. Essa preparação reduz perturbações 
durante a consulta e aumenta a confiança do paciente. 
A fase de anamnese é significativa porque permite a coleta de informações 
detalhadas sobre o paciente. Para desenvolver um quadro clínico completo, 
informações sociodemográficas, histórico anterior, fatores de risco pertinentes e a 
queixa principal devem ser avaliados. 
Entender se o paciente tem histórico familiar de doença cardiovascular ou se 
envolve em escolhas de estilo de vida que podem agravar sua condição, como 
comportamento sedentário ou dieta insuficiente, é fundamental para um diagnóstico 
preciso e plano de tratamento. 
Além disso, estimativas de altura, peso, circunferência da barriga e índice de 
massa corporal (IMC) são necessárias. Essas estatísticas são marcadores-chave da 
saúde geral do paciente e podem ajudar a detectar potenciais comorbidades. Os 
níveis de glicemia capilar também foram avaliados, pois muitos indivíduos 
hipertensos podem ter diabetes tipo 2 ou resistência à insulina. 
Verificar e registrar os sinais vitais no prontuário médico é essencial para 
monitorar o progresso do paciente ao longo do tempo. Durante a consulta, realizei 
ausculta cardíaca e avaliei os pulsos periféricos e centrais, a perfusão capilar e o 
edema. Esses exames físicos fornecem informações úteis sobre a saúde 
cardiovascular do paciente e auxiliam na detecção precoce de problemas. 
Uma questão fundamental que descobri foi a necessidade de promover a 
adesão aos tratamentos farmacêuticos e não farmacológicos. É essencial que o 
paciente reconheça a importância das modificações no estilo de vida, como uma 
dieta saudável, exercícios regulares e o uso de medicamentos prescritos.
REFERÊNCIAS: 
AHA. (2020). Associação Americana do Coração. Diretrizes para manejo da 
hipertensão. 
OMS. (2019). Organização Mundial de Saúde. Estimativas de saúde global: 
principais causas de morte. 
Silva et al., (2022). Estratégias Educacionais para Aumento da Adesão em 
Pacientes Hipertensos. Jornal Brasileiro de Medicina. 
Sociedade Brasileira de Cardiologia. (2021). Diretrizes Brasileiras de Hipertensão 
Arterial. 
Unes et al., (2021). Importância da Anamnese na Adesão ao Tratamento em 
Hipertensão Arterial. Revista Brasileira de Cardiologia. 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Eletrocardiograma 
INTRODUÇÃO: 
A eletrocardiografia é um método eficaz para diagnosticar e monitorar uma 
variedade de doenças cardíacas. Este teste não invasivo detecta a atividade elétrica 
do coração e a converte em uma representação visual conhecida como 
eletrocardiograma (ECG). É frequentemente usadoem ambientes clínicos para 
identificar arritmias, isquemia miocárdica e outras anormalidades cardíacas (Soares, 
2015). 
O posicionamento adequado dos eletrodos é fundamental para produzir um 
traçado de ECG confiável, pois eletrodos mal posicionados podem distorcer os 
registros da atividade cardíaca, resultando em interpretações incorretas (Silva & 
Santos, 2020). De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o uso de 
adesivos específicos para ECG melhora a fixação e a precisão do sinal. 
Quando adesivos específicos não estão disponíveis em simulações de 
laboratório, adesivos coloridos com o indicador de derivação são recomendados. 
Este material instrucional ajuda os alunos a relembrar os pontos de aplicação e 
melhora sua compreensão da arquitetura cardíaca associada a cada derivação, o 
que é essencial para o desenvolvimento do raciocínio clínico (Oliveira et al. 2018). 
Além do posicionamento dos eletrodos, compreender os traçados de ECG é 
uma etapa fundamental no aprendizado da eletrocardiografia. Avaliações escritas, 
sejam de indivíduos anônimos ou ocorrências hipotéticas, auxiliam os alunos a 
aprender sobre padrões normais e anormais de atividade cardíaca. Essa abordagem 
promove o desenvolvimento de habilidades analíticas e melhora a capacidade de 
detectar sintomas cardíacos, como arritmias, ataques cardíacos e bloqueios de 
condução (Martins, 2017). 
A prática com circunstâncias reais ou simuladas estabelece uma base sólida 
para que futuros profissionais de saúde leiam ECGs com confiança e rapidez, o que 
é essencial no atendimento de emergência ao paciente (Lima et al., 2019). 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 15 e Roteiro 10 Eletrocardiograma 
No laboratório, pudemos aprender e praticar procedimentos de 
eletrocardiografia, com foco na inserção adequada de eletrodos e interpretação de 
traçados de ECG. A sessão começou com instruções para a colocação correta dos 
eletrodos. Quando ficamos sem suprimentos, usamos os adesivos originais do 
eletrocardiógrafo e adesivos redondos coloridos como substitutos. 
Esses adesivos brilhantes foram muito úteis, pois nos permitiram identificar 
claramente cada derivação. Destacamos locais cruciais no adesivo, como V1, V2 e 
V3, tornando muito mais fácil lembrar os posicionamentos precisos e destacando a 
importância de cada derivação na formação do traçado do eletrocardiograma. 
Foi emocionante investigar como a colocação dos eletrodos afeta o traçado de 
ECG, pois qualquer erro de posicionamento pode alterar o resultado do teste e 
comprometer a correção do diagnóstico. Entender a anatomia fundamental dos 
locais de inserção dos eletrodos me ajudou a compreender a necessidade de um 
exame completo e as precauções necessárias para que o ECG capture de forma 
confiável a atividade elétrica do coração. 
Depois de aprender como posicionar corretamente os eletrodos, examinamos 
os traçados de ECG. Isso nos permitiu praticar a leitura de um ECG padrão e 
detectar variações que podem sinalizar uma condição cardíaca. 
Na prática, trabalhamos juntos para examinar traçados cada vez mais 
intrincados. Falamos sobre as implicações das variações de traçado com nossos 
colegas e expressamos nossos pensamentos sobre cada um. Essa técnica analítica 
colaborativa foi realmente benéfica, pois permitiu que cada um de nós aplicasse 
nossa experiência clínica e compartilhasse nossos pontos de vista. 
Examinar traçados com prováveis indicadores de arritmias, bloqueios e 
alterações de isquemia me ensinou a importância de prestar atenção a cada 
componente do ECG, pois pequenos desvios podem revelar grandes problemas de 
saúde que exigem tratamento imediato. 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Lima, M. C., Oliveira, J. M., & Pereira, F. T. (2019). Eletrocardiografia: Teoria e 
Prática em Saúde. São Paulo: Editora MedSaber. 
Martins, R. F. (2017). Guia Prático de Eletrocardiografia para Profissionais de 
Saúde. Rio de Janeiro: EdUFRJ. 
Oliveira, S. R., Costa, L. M., & Andrade, P. T. (2018). Metodologias de ensino no 
uso de ECG em práticas de simulação. Revista Brasileira de Educação em Saúde, 
12(3), 225-236. 
Silva, A. L., & Santos, C. F. (2020). A importância do posicionamento dos 
eletrodos na qualidade dos exames de ECG. Revista de Cardiologia do Brasil, 
15(2), 90-96. 
Soares, D. B. (2015). Fundamentos de Eletrocardiografia Clínica. São Paulo: 
EdUSP. 
Sociedade Brasileira de Cardiologia. (2016). Diretrizes para Eletrocardiografia na 
Prática Clínica. Rio de Janeiro: SBC. 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO::Consulta ao paciente com Tuberculose 
INTRODUÇÃO: 
A tuberculose é uma doença contagiosa causada pelo Mycobacterium 
tuberculosis. Ela afeta principalmente os pulmões, mas pode se espalhar para 
outros órgãos. A detecção e o tratamento precoces são essenciais para o 
gerenciamento da doença porque diminuem os efeitos e a disseminação. O 
sistema público de saúde brasileiro (SUS) combate a resistência aos 
medicamentos usando terapia supervisionada (Brasil, 2021). 
O atendimento a pacientes com TB exige uma estratégia sistemática e 
abrangente que envolva organizar adequadamente o ambiente e preparar recursos 
para garantir a segurança do paciente e do profissional de saúde. De acordo com o 
estudo, uma anamnese completa é necessária para ajudar no diagnóstico e na 
terapia, o que inclui uma revisão dos fatores de risco, histórico e desenvolvimento 
da doença (Souza et al. 2018). 
Certos testes são necessários para diagnosticar tuberculose ativa e 
tuberculose latente (LTBI), incluindo o teste molecular rápido para tuberculose 
(RMT-TB), baciloscopia, cultura, radiografia de tórax e outros. O estudo 
epidemiológico das relações dos pacientes também pode ajudar no controle da 
doença, com o objetivo de detectar casos futuros e reduzir a transmissão do 
Mycobacterium tuberculosis. 
A terapia da tuberculose é baseada em regimes farmacêuticos padronizados 
que devem ser adaptados ao peso do paciente e monitorados usando doses 
controladas (Silva et al., 2019). A educação em saúde é especialmente importante 
porque ensina os indivíduos sobre os modos de transmissão, os perigos de não 
procurar atendimento médico e as consequências de doenças não tratadas. 
Além disso, a notificação de casos é necessária para o monitoramento 
epidemiológico e programas de gerenciamento de doenças em toda a população 
(Brasil, 2021). 
 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 16 e 17 e Roteiro 11 Consulta ao paciente com Tuberculose 
Durante a sessão de laboratório, tivemos a oportunidade de cuidar de um 
paciente tuberculoso. A atividade começa com a preparação do ambiente e a 
aquisição de todos os suprimentos necessários. Esta etapa foi necessária para 
garantir que o ambiente fosse seguro e aceitável para o cuidado, bem como para 
mostrar como cada item é usado no paciente de cuidado. 
Em seguida, realizamos uma anamnese, que envolve a obtenção de 
informações detalhadas sobre o paciente, incluindo informações sociodemográficas, 
histórico de saúde, fatores de risco de doença e a queixa principal. Este elemento do 
cuidado nos ajudou a entender melhor o histórico médico e as condições de vida do 
paciente, bem como identificar quaisquer comorbidades que possam interferir no 
tratamento da TB. 
Após o exame clínico, solicitamos os testes necessários para diagnosticar a 
TB. Usamos testes como TRM-TB, baciloscopia e cultura, bem como procedimentos 
de imagem como radiografias de tórax, para estabelecer a gravidade da infecção 
nos pulmões. Também testamos para HIV porque a coinfecção ocorre 
frequentemente entre os pacientes.Esta etapa foi crucial para verificar o diagnóstico, 
determinar o estágio da doença e aprender sobre os muitos tipos de testes usados 
no procedimento diagnóstico. 
Outra parte significativa do projeto foi a análise epidemiológica das conexões 
do paciente. Enfatizamos a necessidade de monitorar qualquer pessoa que possa 
ter sido exposta ao paciente com TB, alertando-a e educando-a sobre o perigo da 
infecção. Investigar os contatos é uma etapa importante para prevenir a transmissão 
da doença. Também discutimos opções de tratamento, que incluíam administrar 
medicamentos com base no peso do paciente para garantir que recebesse a 
quantidade adequada. 
Além disso, entendemos a necessidade de informar o paciente sobre a terapia, 
incluindo o tipo de contágio, transmissão e as implicações de descontinuá-la. 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. (2021). Manual de Vigilância da Tuberculose e Outras Micobactérias. 
Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. 
Marques, M. A., Oliveira, L. A., & Costa, R. P. (2020). Diagnóstico e manejo da 
tuberculose: Avanços e desafios. Revista Brasileira de Pneumologia, 46(2), 118-
125. 
Silva, C. E., Souza, S. M., & Andrade, L. M. (2019). A adesão ao tratamento da 
tuberculose e os fatores associados: Um estudo de base populacional. Jornal 
Brasileiro de Pneumologia, 45(4), 230-235. 
Souza, F. R., Pereira, A. F., & Silva, D. B. (2018). O papel da anamnese no 
diagnóstico precoce da tuberculose. Revista de Saúde Pública, 52(4), 112-118. 
 
 
 
 
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CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Esquema básico de tratamento da tuberculose 
INTRODUÇÃO: 
A terapia para tuberculose (TB) é um componente essencial do tratamento da 
doença, com o objetivo de tratar o paciente evitando a transmissão. A maioria dos 
pacientes com tuberculose pulmonar ativa é tratada com o regime RIPE, que 
consiste em rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol (OMS, 2020). 
A terapia é dividida em duas fases: intensa e contínua. A fase intensa tenta 
eliminar o máximo possível de bacilos Mycobacterium TB do corpo, enquanto a fase 
de continuação visa solidificar a cura e prevenir recaídas, reduzindo a dose de 
pirazinamida (Brasil 2019). 
O monitoramento da medicação é crucial para garantir a adesão do paciente à 
terapia. Rifampicina e isoniazida são os medicamentos mais eficazes, embora 
possam produzir efeitos colaterais importantes, como hepatotoxicidade e neuropatia 
periférica; a pirazinamida pode afetar as articulações e o fígado; e o etambutol pode 
causar neurite óptica (Moura et al., 2018). 
Para evitar resultados catastróficos, é fundamental controlar os efeitos 
colaterais moderados e graves, monitorando regularmente a saúde do paciente. 
Além disso, a dose do medicamento deve ser ajustada com base no peso corporal 
do paciente, uma vez que a eficácia do tratamento depende da obtenção da 
quantidade certa para evitar subdosagem e atingir a erradicação da infecção (Silva 
et al., 2020). 
O controle adequado da tuberculose envolve mais do que simplesmente terapia 
medicamentosa; também requer conhecimento correto sobre a infecção, sua via de 
transmissão e as consequências da interrupção do tratamento. O monitoramento e a 
supervisão constantes da adesão ao tratamento são necessários para garantir a 
eficácia terapêutica e prevenir a resistência aos medicamentos, que está se 
tornando um problema sério na luta contra a TB (Brasil, 2020).....................................
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 18 e Roteiro 12 Esquema básico de tratamento da tuberculose 
Aprendemos sobre o regime de tratamento fundamental para tuberculose e 
como ele é usado na prática clínica. Começamos fornecendo uma revisão completa 
das fases da terapia, que são separadas em intervalos intensivos e contínuos. A 
fase intensa visa remover a maioria dos bacilos no corpo utilizando o regime RIPE. 
Um dos aspectos mais intrigantes foi aprender sobre os medicamentos 
usados na terapia da tuberculose e os efeitos adversos que os acompanham. A 
rifampicina pode causar hepatotoxicidade e descoloração da urina, mas a 
isoniazida pode danificar o fígado e produzir neuropatia periférica. A pirazinamida é 
conhecida por seus efeitos no fígado e nas articulações, enquanto o etambutol 
pode induzir problemas oculares, como neurite óptica. 
Durante a discussão, falamos sobre como monitorar esses efeitos colaterais, 
identificar sinais de alerta de problemas maiores e responder se reações 
desagradáveis se desenvolverem. A necessidade de monitorar rotineiramente o 
paciente durante a terapia foi claramente estabelecida, uma vez que muitos dos 
efeitos colaterais podem ser controlados com medicamentos apropriados, 
garantindo que o paciente conclua o tratamento sem problemas. 
Uma parte substancial do treinamento se concentrou em como administrar 
medicamentos de acordo com o peso do paciente. Falamos sobre como calcular 
doses para que o paciente receba a quantidade certa de medicamento, levando em 
consideração como as dosagens mudam com o peso corporal. Essa modificação é 
essencial para otimizar a eficácia do tratamento, evitando subdosagem e 
sobrecarga de medicamentos. 
Encerramos a aula falando sobre maneiras de lidar com efeitos colaterais 
graves e leves. Para efeitos colaterais mais graves, como hepatotoxicidade ou 
neuropatia, o medicamento afetado pode precisar ser temporariamente 
descontinuado e substituído por uma prescrição diferente. 
A experiência em laboratório foi valiosa, pude aplicar meu conhecimento em 
um ambiente mais realista, lidando com desafios de gerenciamento da TB, como 
monitorar efeitos colaterais e adaptar o tratamento às características específicas de 
cada paciente. 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. (2019). Diretrizes brasileiras para o tratamento da tuberculose. Ministério 
da Saúde. 
Moura, FA, Silva, DF, & Costa, JL (2018). Efeitos adversos do esquema RIPE no 
tratamento da tuberculose. Revista Brasileira de Pneumologia, 44(4), 267-274. 
Organização Mundial da Saúde (OMS). (2020). Diretrizes para tratamento da 
tuberculose: Relatório global. OMS. 
Silva, JC, Almeida, FL, & Souza, MP (2020). Ajuste de dose no tratamento da 
tuberculose: a importância do peso corporal. Jornal Brasileiro de Infectologia, 
24(5), 407-412. 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta ao Paciente com Hanseníase 
INTRODUÇÃO: 
A hanseníase (às vezes conhecida como lepra) é uma doença infecciosa 
crônica causada pelo Mycobacterium leprae. Seus alvos principais são a pele, os 
nervos periféricos, o sistema respiratório superior e os olhos. Embora seja tratável, 
a descoberta e o tratamento precoces são cruciais para prevenir consequências 
graves, incluindo malformações e deficiências (Marques et al., 2018). 
O diagnóstico e o tratamento clínico da hanseníase exigem uma estratégia 
complexa que envolve exame do paciente, categorização da doença como 
paucibacilar ou multibacilar e monitoramento rigoroso da progressão dos sintomas 
e efeitos colaterais dos medicamentos (Brasil, 2017). 
A categorização da hanseníase como paucibacilar ou multibacilar é crítica 
para determinar o regime terapêutico mais eficiente com base no número de 
bacilos presentes no organismo. O tipo paucibacilar tem menos bacilos e é tratado 
com menos medicamentos, mas a formamultibacilar requer terapia mais intensa 
devido à maior carga bacilar (Marques et al. 2018). 
(Brasil, 2020) o objetivo do tratamento, que normalmente inclui 
poliquimioterapia (PCT), é eliminar a infecção enquanto previne a deterioração da 
doença. Além disso, o monitoramento regular é necessário para detectar a 
resposta à terapia, efeitos adversos e a probabilidade de deterioração adicional. 
Um exame físico abrangente, particularmente uma avaliação neurológica, é 
fundamental para o diagnóstico precoce de doenças e anomalias. Lesões de pele 
com sensibilidade diminuída ou ausente, espessamento do nervo periférico e perda 
de força muscular são todos fortes sinais de progressão da doença. A terapia 
contínua, juntamente com o ensino sobre como controlar a transmissão e evitar 
deficiências, é crucial para a eficácia terapêutica e a qualidade de vida do paciente 
(Brasil, 2017). 
 
 
 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 19 e 20 e Roteiro 13 Consulta ao paciente com Hanseníase 
No treinamento prático sobre aconselhamento a pacientes com hanseníase, 
começamos preparando a área e organizando os suprimentos terapêuticos. 
Usamos uma fita métrica para duplicar a medição da lesão, luvas de procedimento 
para evitar contato com secreções, um glicosímetro e tiras de glicemia para 
monitorar os níveis de glicose e itens de descarte de objetos cortantes, como 
agulhas e seringas. 
Em seguida, realizamos uma anamnese simulada no paciente, que incluiu 
uma revisão de dados sociodemográficos, como idade, histórico médico prévio e 
fatores de risco associados à hanseníase, bem como a queixa principal e o 
histórico da doença atual. Essa anamnese nos permitiu determinar se o paciente 
era paucibacilar ou multibacilar e, portanto, a estratégia medicamentosa correta. 
Apesar de o paciente ser um modelo anatômico (uma boneca), concluímos o 
exame neurológico, que é recomendado a cada três meses para rastrear a 
progressão da doença e detectar anormalidades neurológicas. Nós simulamos a 
existência de lesões cutâneas com sensibilidade reduzida ou ausente, dor e 
espessura do nervo periférico. Também simulei perda de sensibilidade em áreas 
inervadas, incluindo mãos, pés e olhos, bem como perda de força em músculos 
inervados, como pálpebras e membros superiores e inferiores. 
O exercício incluiu um cenário de orientação ao paciente no qual discutimos a 
infecção, transmissão e tratamento da hanseníase. Embora não fosse um paciente 
real, discutimos os perigos de interromper a medicação e a importância de seguir 
rigorosamente o plano de tratamento para evitar problemas. Também discutimos a 
prevenção de incapacidades, enfatizando a necessidade de cuidados com 
acidentes e monitoramento neurológico contínuo. 
Em seguida, tentei fornecer uma quantidade precisa de medicamento, 
mantendo registro dos efeitos colaterais e respostas desagradáveis. Embora o 
paciente fosse um manequim sem sintomas fisiológicos, este exercício destacou a 
importância do monitoramento contínuo do paciente durante a terapia. 
Essa experiência prática demonstrou a necessidade de diagnóstico precoce, 
tratamento adequado e prevenção de incapacidades no tratamento da hanseníase. 
REFERÊNCIAS: 
Brasil. (2017). Manual de condutas da hanseníase. Ministério da Saúde. 
Brasil. (2020). Protocolos de manejo da hanseníase. Ministério da Saúde. 
Brasil. Ministério da Saúde. (2016). Manual de condutas da hanseníase. 4ª 
edição. Brasília: Ministério da Saúde. 
Macedo, MDS e Souza, FM (2019). A hanseníase: diagnóstico e tratamento. 
Revista Brasileira de Medicina, 76(5), 175-183 
Marques, D. S., Oliveira, A. P., & Costa, M. P. (2018). Classificação e tratamento 
da hanseníase: uma abordagem multidisciplinar. Revista de Infectologia e 
Saúde, 25(3), 312-317. 
Organização Mundial da Saúde (OMS). (2019). Atualização global sobre 
hanseníase, 2018: caminhando para um mundo livre de hanseníase. Registro 
Epidemiológico Semanal, 94(36), 401-420. 
Santos, MPR, & Costa, LR (2020). O manejo da hanseníase no contexto da 
Atenção Básica: desafios e perspectivas. Revista de Saúde Pública, 54(3), 246-
256. 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I 
 
 
NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo 
 
 
MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná 
 
 
DATA: 12/11/2024 
ANEXO 01 
TÍTULO DO ROTEIRO: Prevenção de deficiências no paciente com Hanseníase 
INTRODUÇÃO: 
Embora a doença seja controlável, ela pode ter consequências de longo prazo 
se não for reconhecida e tratada corretamente. O controle da hanseníase requer a 
prevenção de deficiências, particularmente aquelas que afetam as funções motoras 
e sensoriais. A hanseníase pode causar deficiências físicas, particularmente nos 
olhos, mãos e pés, exigindo uma avaliação abrangente durante o monitoramento do 
paciente (Brasil 2016). 
Testes neurológicos simples são essenciais para detectar lesões nervosas 
periféricas. Ferramentas como SALSA e a Escala de Engajamento avaliam a 
capacidade funcional do paciente e a participação nas atividades diárias (Santos & 
Costa, 2020). 
De acordo com (Santos & Costa, 2020) e (Brasil, 2016), o objetivo dessas 
avaliações não é apenas identificar problemas precocemente, mas também 
desenvolver terapias para evitar deficiências e melhorar a qualidade de vida dos 
pacientes com hanseníase. Essa estratégia visa garantir que os pacientes recebam 
terapia adequada, com ênfase na prevenção de repercussões de longo prazo, por 
meio de monitoramento constante e implementação de métodos terapêuticos 
especializados.
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
Aula 21 e Roteiro 14 Prevenção de deficiências no paciente com Hanseníase 
Durante a sessão prática sobre como evitar deficiência em pacientes com 
hanseníase, pudemos praticar o atendimento ao paciente com um manequim. O 
objetivo era usar as informações teóricas obtidas sobre o tratamento da 
hanseníase e aprender como fazer as avaliações essenciais para prevenir 
deficiências em pessoas com a doença. 
O passo inicial foi avaliar o nível de deficiência, com ênfase nas partes mais 
afetadas pela hanseníase, ou seja, os olhos, as mãos e os pés. Utilizamos um 
manequim para replicar uma inspeção desses locais, procurando por possíveis 
lesões ou sintomas de deficiência física. Embora não fosse um paciente genuíno, 
este exercício nos ensinou como abordar várias seções do corpo durante o exame 
físico de um paciente real. 
Em seguida, fizemos um breve exame neurológico. Utilizamos o modelo para 
avaliar a sensibilidade das mãos e dos pés a fim de detectar quaisquer 
anormalidades sensoriais associadas à hanseníase, como perda de sensibilidade 
nas extremidades. 
Embora o paciente fosse um manequim, repetimos a técnica de coleta de 
dados para ver como a doença afetava a capacidade do paciente de realizar 
tarefas diárias. Isso inclui avaliar a função dos membros superiores e inferiores do 
paciente, bem como sua capacidade de se movimentar. 
Finalmente, utilizamos a Escala de Engajamento para avaliar o funcionamento 
geral do paciente, levando em consideração como a hanseníase pode impedir seu 
engajamento em atividades sociais e diárias. Embora o paciente fosse falso, esta 
simulação demonstrou como essas avaliações podem auxiliar no planejamento do 
tratamento e no monitoramento do paciente na prática. 
Esta experiência foi particularmente benéfica, pois, apesar de usar um modelo 
anatômico, conseguimos realizar uma série de testes críticos para a detecção 
precoce e prevenção de complicações da hanseníase. A prática aumentou nossa 
compreensão dos cuidados necessários para melhorar a qualidade de vida dos 
pacientes, bem como a necessidade de detecção precoce e terapia contínua para 
evitar resultados irreversíveis. 
 
 
REFERÊNCIAS: 
Brasil.

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