Prévia do material em texto
CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TITULO DO RELATÓRIO: Avaliação semiológica em enfermagem INTRODUÇÃO: Relata (HiDoctor News, 2016) que o exame físico é um elemento importante e completo da avaliação do paciente, exigindo um conjunto de procedimentos detalhados para detectar sinais e sintomas associados ao diagnóstico e monitorar futuras alterações no estado de saúde. Essa técnica começa com a coleta de dados básicos, que inclui informações sociodemográficas, histórico clínico e dados sobre atividades de vida diária, para construir uma imagem preliminar do paciente . O exame inclui então a verificação dos sinais vitais, que são necessários para monitorar problemas circulatórios e pulmonares, bem como a avaliação das funções mentais, como aparência, comportamento, cognição e processos cognitivos (Morsch, 2019). É realizado um exame completo dos nervos cranianos e do sistema motor, incluindo medições do tamanho, força e tônus muscular, que são essenciais para detectar quaisquer anormalidades neuromusculares. (Sanarmed, 2019) explica que medidas neurológicas como propriocepção, função cerebelar e função sensorial são medidas com os olhos do paciente fechados para garantir resultados de teste confiáveis. Outras técnicas básicas incluem testar reflexos tendinosos e inspecionar características da pele como cor, umidade, edema, lesões e condição do cabelo e das unhas. (Semiologia Médica Ufop, 2022) fala para ir verificar e apalpar o crânio, pescoço, linfonodos, glândula tireoide, olhos, ouvidos, nariz, boca e seios paranasais. Este exame físico é complementado por avaliações específicas das mamas, sistemas torácico e pulmonar, cardiovascular, abdominal e geniturinário, cada um exigindo procedimentos de inspeção, palpação, percussão e ausculta para fornecer uma análise detalhada e abrangente da condição física do paciente. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 1 e 2 e Roteiro 01 Avaliação semiológica em Enfermagem O exame físico ofereceu uma oportunidade única de aplicar conhecimento acadêmico e, ao mesmo tempo, melhorar as habilidades de avaliação clínica. A coleta de dados anamnésicos e sociodemográficos, que são essenciais para contextualizar o quadro clínico, foi seguida por exames de sinais vitais que cumpriam os padrões de referência. O exame neurológico, que incluiu testes de processos mentais e nervos cranianos, descobriu que a função neurológica estava normal. A avaliação do sistema motor revelou que força, tônus e coordenação eram apropriados para a idade. A sensibilidade, os reflexos e a função cerebelar estavam todos dentro dos limites normais. Um exame completo da pele e das membranas mucosas não revelou anormalidades aparentes, como lesões ou diferenças de cor. Uma verificação da cabeça e pescoço, incluindo sondagem dos linfonodos e da tireoide, não revelou anormalidades. Um exame completo das mamas não encontrou tumores ou alterações texturais. O tórax e a barriga foram examinados, e os sons respiratórios e cardíacos foram considerados normais. A sondagem abdominal não indicou regiões dolorosas ou tumores palpáveis. Finalmente, uma avaliação do sistema geniturinário não revelou alterações. Um exame físico abrangente revelou a necessidade de utilizar um procedimento rigoroso e preciso para coleta de dados e avaliação do sistema orgânico. A prática clínica enfatizou a necessidade de ser capaz de combinar os resultados do exame físico com o histórico clínico, pois isso auxilia no desenvolvimento de um diagnóstico preciso e plano de tratamento. REFERÊNCIAS: HiDoctor News. “Exame Físico Na Consulta Médica - Como Realizar E Registrar Na Anamnese.” HiDoctor News, 2016, news.hidoctor.com.br/p/software- medico/prontuario-eletronico/ficha-de-anamnese/1461289/exame-fisico-na-consulta- medica-como-realizar-e-registrar-na-anamnese.htm. Morsch, Dr. José . “Exame Neurológico: O Que é, Para Que Serve E Como Fazer.” Telemedicina Morsch: Referência Em Laudo a Distância No Brasil, 6 May 2019, telemedicinamorsch.com.br/blog/exame-neurologico. Sanarmed. “Base Da Avaliação Dos Reflexos Tendíneos Para O Médico Generalista | Colunistas.” Sanarmed, 9 Feb. 2021, sanarmed.com/base-da- avaliacao-dos-reflexos-tendineos-para-o-medico-generalista-colunistas/. SEMIOLOGIA MÉDICA UFOP. “COONG + Pescoço.” Ufop.br, 2022, semiologiamedica.ufop.br/coong-pesco%C3%A7o. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TITULO DO RELATÓRIO: Avaliação de Sinais Vitais INTRODUÇÃO: De acordo com Smeltzer e Bare (2015) a avaliação dos sinais vitais é uma fase importante no exame clínico, pois fornece informações básicas sobre a saúde e a estabilidade fisiológica do paciente. Inclui monitoramento da pressão arterial, avaliação da respiração e frequência cardíaca, medição da temperatura corporal, avaliação da dor, exame do pulso e determinação da saturação de oxigênio usando oximetria de pulso. A medição da temperatura corporal, pode ser realizada de várias maneiras, cada uma adaptada a um ambiente específico, e requer equipamento especializado para garantir a precisão dos dados (Potter & Perry, 2013). A pressão arterial é um marcador significativo na avaliação do sistema cardiovascular, pois podem indicar hipertensão, hipotensão e arritmias. A oximetria de pulso, é crucial para monitorar o estado respiratório e diagnosticar hipóxia, especialmente em pacientes pulmonares e unidades de terapia intensiva (Brunner et al., 2017). Além disso, a dor, que McCaffery e Pasero (1999) chamam de "quinto sinal vital", deve ser documentada e monitorada com o mesmo rigor que outras indicações. Para fazer isso, uma série de escalas adaptadas a diversos públicos são utilizadas, permitindo uma avaliação exata da dor em pacientes pediátricos, idosos e outros grupos com características distintas de comunicação ou percepção da dor. Estudos e diretrizes internacionais em prática de enfermagem e cuidados médicos (Potter & Perry, 2013; Smeltzer & Bare, 2015) afirmam que conduzir essas avaliações de forma contínua, precisa e sensível a mudanças sutis é essencial não apenas para a segurança do paciente, mas também para garantir cuidados de qualidade e centrados na pessoa. O exame de sinais vitais é um método abrangente de avaliação da saúde e bem-estar do paciente. RESULTADOS E DISCUSSÃO Aula 3 e Relatório 2: Avaliação de sinais vitais A prática prática de leitura de sinais vitais oferece uma oportunidade fantástica de aplicar conhecimento teórico e melhorar habilidades técnicas. Medir pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura exigiu atenção meticulosa aos detalhes, incluindo o posicionamento correto do manguito e a técnica de medição de temperatura. A avaliação da dor usando escalas específicas destacou a importância da comunicação e da terapia individualizada. A oximetria de pulso demonstrou ser uma boa ferramenta para detectar níveis de oxigênio, especialmente em situações que necessitam de monitoramento contínuo. A prática clínica enfatizou a importância da coleta cuidadosa de dados e do uso de uma variedade de marcadores essenciais. A variação em uma única métrica pode sugerir a presença de anormalidades fisiológicas significativas que exigem uma avaliação mais completa.Ministério da Saúde. (2016). Manual de condutas da hanseníase. 4ª edição. Brasília: Ministério da Saúde. Santos, M. P. R., & Costa, L. R. (2020). O manejo da hanseníase no contexto da Atenção Básica: desafios e perspectivas. Revista de Saúde Pública, 54(3), 246- 256. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta ao Paciente com HIV INTRODUÇÃO: A consulta com pacientes infectados pelo HIV requer uma abordagem abrangente e complexa que envolve acolhimento, monitoramento clínico e suporte psicossocial. O acolhimento é parte fundamental desse processo porque gera confiança e desenvolve o vínculo entre o paciente e a equipe de saúde, de acordo com os princípios da Política Nacional de Humanização (PNH) (Brasil, 2010). A mensuração dos sinais necessários, a revisão da contagem de células T CD4+ e dos testes de carga viral do HIV e a documentação do histórico clínico ajudam a monitorar a progressão da doença e a eficácia da terapia antirretroviral (ARV), que é fundamental para o controle do vírus e a saúde do paciente a longo prazo (Ministério da Saúde, 2021). A consulta também inclui uma avaliação detalhada de doenças e comorbidades passadas, como tuberculose e doença mental, bem como uma revisão de fatores de risco e vulnerabilidades, como práticas sexuais e uso de drogas. Esta avaliação permite que uma equipe de saúde desenvolva um plano de tratamento adaptado às necessidades individuais do paciente, com ênfase na redução de danos e na melhoria da saúde geral (Kendall et al., 2018). Avaliar a saúde reprodutiva e o histórico familiar são variáveis complementares que contribuem para o atendimento personalizado, resultando em um atendimento abrangente e bem-sucedido. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 22 e 23 e Roteiro 15 Consulta ao paciente com infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) Comecei a discussão com um bom olá, me apresentei e expliquei as rotinas de cuidados. Com base nos princípios da (PNH), concentrei-me em construir uma conexão de confiança desde o início, demonstrando empatia e garantindo ao "paciente" que a sessão seria confidencial. Vi que o cuidado era direcionado às suas necessidades específicas e oferecia o mais alto nível de cuidado disponível, o que contribuiu para uma atmosfera segura e feliz. Em seguida, tomei indicadores vitais como temperatura, pressão arterial, frequência cardíaca e saturação de oxigênio. Essas observações foram relatadas no prontuário médico; pessoas vivendo com HIV podem ser mais sensíveis a mudanças nesses parâmetros, especialmente durante infecções secundárias. Em seguida, forneci fatos críticos sobre o HIV. Conversei com o "paciente" sobre a progressão da doença, o uso de medicamentos (ARV) e a necessidade de monitorar regularmente a contagem de células T CD4+ e a carga viral. Também discuti o teste de HIV e a necessidade de monitorar a resposta ao tratamento, explicando como a contagem de células T CD4+ e a carga viral ajudam a avaliar o sucesso da terapia ARV e a manter a saúde. Perguntei sobre as condições médicas atuais e passadas do paciente, que incluíam tuberculose, problemas de saúde mental e infecções oportunistas. Esta pesquisa é importante para planejar um tratamento abrangente, pois detecta comorbidades que podem prejudicar a saúde do paciente. Ao avaliar riscos e vulnerabilidades, levei em consideração aspectos-chave da vida pessoal e comportamental do "paciente", como atividades sexuais e a implementação de medidas profiláticas. Questionei sobre o histórico do paciente de infecções sexualmente transmissíveis e dependência de substâncias, incluindo tabaco, álcool e outros medicamentos. Essas informações são cruciais para ensinar o paciente sobre redução de danos e a importância da prevenção. Eduquei o "paciente" sobre os serviços de suporte e direitos disponíveis, assegurando-lhe que, se necessário, ele seria encaminhado a outros membros da equipe multidisciplinar, incluindo psicólogos, assistentes sociais, nutricionistas e farmacêuticos. REFERÊNCIAS: Brasil. (2010). Política Nacional de Humanização (PNH): Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência. Ministério da Saúde. Brasil. (2021). Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo da infecção pelo HIV em adultos. Ministério da Saúde. Kendall, C., et al. (2018). Atenção integral ao HIV: Lacunas e melhorias no contexto brasileiro. Revista Brasileira de Saúde Pública, 52. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Terapia Antirretroviral INTRODUÇÃO: A terapia antirretroviral (TARV) é importante no tratamento da infecção pelo HIV porque reduz a carga viral e melhora a qualidade de vida dos pacientes, evitando que a doença avance para a AIDS. A eficácia dessa terapia depende de uma compreensão completa das classes de medicamentos disponíveis, que incluem inibidores da transcriptase reversa, inibidores da protease e inibidores de entrada, entre outros, todos os quais têm como alvo diferentes estágios do ciclo de replicação do HIV (Organização Mundial da Saúde [OMS], 2022). Monitorar os efeitos adversos dos medicamentos de TARV, incluindo náuseas, anormalidades hepáticas e problemas metabólicos, é uma parte importante de seu gerenciamento. O trabalho da equipe de saúde é reconhecer e gerenciar os efeitos adversos, alterando a medicação conforme necessário para garantir a adesão do paciente (Brasil, 2021). Defender a adesão ao tratamento também é fundamental, pois a não adesão pode resultar em aumento da carga viral, progressão da doença e desenvolvimento de resistência viral, tornando futuras intervenções terapêuticas mais desafiadoras (Saberi, Johnson e Neilands, 2015). Como resultado, os profissionais de saúde devem aconselhar os pacientes sobre os benefícios da TARV, bem como os riscos de interromper a terapia. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 24 e Roteiro 16 Terapia antirretroviral Na simulação de hoje, participei de uma consulta para monitorar a medicação antirretroviral de um paciente com HIV, com um manequim servindo como modelo. O objetivo da simulação era me ajudar a entender todo o processo de gerenciamento do tratamento, incluindo categorização de medicamentos, monitoramento de efeitos colaterais e a importância da adesão à terapia. Expliquei ao "paciente" que esses medicamentos têm como alvo muitas fases do ciclo de replicação do HIV, incluindo inibidores de transcriptase reversa e protease, que são comumente usados para reduzir a carga viral. Isso foi realizado de forma básica e informativa, destacando como a administração correta desses medicamentos pode controlar o vírus e prevenir a progressão para AIDS, aumentando assim a qualidade de vida. Durante a simulação, também discuti alguns dos efeitos colaterais mais comuns da TAR, incluindo náusea, exaustão e anormalidades metabólicas, como colesterol elevado. Expliquei que esses efeitos variam de pessoa para pessoa e que quaisquer queixas ou dores devem ser relatadas à equipe de saúde para que a terapia possa ser alterada conforme necessário. Queria enfatizar que o gerenciamento cuidadoso desses efeitos colaterais é uma parte importante do processo,pois ajuda a preservar a qualidade de vida e a terapia. A adesão à terapia foi um dos temas mais importantes discutidos. Enfatizei ao "paciente" a necessidade de continuar com a medicação antirretroviral para minimizar a progressão da doença e a resistência viral. Observei que interromper a terapia pode aumentar a carga viral e tornar o tratamento ineficaz, dificultando o controle futuro do HIV. Para ajudar na adesão, recomendei desenvolver um plano de prescrição e oferecer alternativas para lembrar de tomar os medicamentos, como usar alarmes ou lembretes regulares. Por fim, discuti as vantagens de longo prazo da TAR e a necessidade da equipe de saúde fornecer suporte contínuo durante a terapia. Encerrei a conferência pedindo ao "paciente" que procurasse ajuda e fizesse perguntas sobre a terapia, enfatizando que a equipe está presente para monitorar cada estágio do procedimento. Esta simulação proporcionou uma oportunidade maravilhosa para aprender sobre a necessidade de fornecer tratamento abrangente e empático para pacientes com HIV. REFERÊNCIAS: Brasil. (2021). Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo da infecção pelo HIV em adultos. Ministério da Saúde. Saberi, P., Johnson, MO e Neilands, TB (2015). Barreiras à adesão à terapia antirretroviral e supressão viral entre pessoas infectadas pelo HIV em um ambiente clínico urbano. Cuidados com a AIDS, 27(5), 587–597. Organização Mundial de Saúde. (2022). Terapia Antirretroviral (TARV) – Principais Considerações. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: INTRODUÇÃO: Testes rápidos para infecções como sífilis, HIV e dengue são essenciais para o diagnóstico precoce e controle dessas doenças, limitando assim a transmissão e implementando tratamentos o mais rápido possível (Brasil 2020). Esses testes fornecem resultados rápidos e são comumente usados em clínicas de saúde e programas de triagem populacional. No entanto, respeitar a confidencialidade e a privacidade do paciente é essencial para realizar o processo de forma ética, manter a confiança do paciente e aderir aos padrões de confidencialidade, principalmente ao lidar com distúrbios potencialmente estigmatizantes como o HIV (Organização Mundial da Saúde [OMS], 2022). Além disso, antes do exame, o profissional de saúde deve oferecer treinamento que defina o propósito e a importância de cada teste para garantir que o paciente entenda o procedimento e as potenciais consequências dos resultados (Brasil, 2020). Após o teste e a interpretação dos resultados, assistência relevante e encaminhamentos para serviços ou tratamentos profissionais são necessários, se necessário, para fornecer monitoramento contínuo e completo do paciente (Ministério da Saúde, 2021). Este método incentiva o tratamento acolhedor e amigável. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 25 e 26 e Roteiro 17 Testes rápidos O exercício de hoje envolveu fornecer testes rápidos para sífilis, HIV e dengue para leigos. O serviço começou com uma promessa de confidencialidade, dizendo ao "paciente" que todo o processo permaneceria pessoal e privado. Eduquei o "paciente" sobre a relevância do teste e detalhei o procedimento, incluindo o que cada resultado pode significar. Após coletar a amostra, examinei cuidadosamente os dados e interpretei as descobertas de forma direta e compreensível. Em casos de descoberta positiva, ofereci terapia e acompanhamento necessário, mas em casos com resultados ruins, enfatizei a necessidade de prevenção. A experiência foi fundamental para entender a abordagem geral para testes rápidos, que incluía clareza, anonimato e atendimento humanizado ao paciente. REFERÊNCIAS: Brasil. (2020). Manual técnico para diagnóstico da infecção pelo HIV em adultos e crianças. Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. (2021). Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para prevenção da transmissão vertical do HIV, sífilis e hepatites virais. Organização Mundial da Saúde. (2022). Testes e aconselhamento sobre HIV: diretrizes da OMS. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Administração de Medicamentos INTRODUÇÃO: A administração de medicamentos é uma etapa essencial na prática de enfermagem porque fornece a estrutura para tratar uma ampla gama de preocupações clínicas. Os métodos de administração são enteral, parenteral e tópico, com a rota ideal determinada pela saúde, medicamento e objetivos de tratamento do paciente (Marino, 2018). Além disso, o cálculo de medicamentos é essencial para reduzir erros de dosagem, que podem resultar em efeitos colaterais graves. O cálculo envolve calcular a quantidade exata de medicamento a ser administrado, considerando a concentração farmacológica e a dose permitida (Smith et al., 2020). A diluição e a preparação de medicamentos, principalmente produtos farmacêuticos injetáveis ou soluções intravenosas, precisam de precisão técnica para garantir que o medicamento seja administrado de forma adequada e segura, reduzindo a probabilidade de complicações (Brunner e Suddarth, 2017). Como resultado, a distribuição de medicamentos exige amplas habilidades técnicas, bem como conhecimento farmacológico atual para garantir que a terapia seja bem-sucedida e segura para o paciente. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 27 e Roteiro 18 Administração de medicamentos Hoje, participei de uma simulação na qual a medicação foi fornecida a um manequim agindo como um "paciente". O objetivo era usar o conhecimento de vários mecanismos de administração para calcular quantidades ótimas e projetar medicamentos que fossem seguros e eficazes. Comecei o estudo investigando várias técnicas de distribuição de medicamentos. Primeiro, disse ao "paciente" que o medicamento pode ser administrado por via oral, intravenosa ou intramuscular, dependendo do medicamento e do objetivo do tratamento. Para a simulação, usei a abordagem intravenosa, que exigiu a preparação de uma solução de infusão. Em seguida, calculei a dosagem para garantir que a quantidade adequada de medicamento fosse administrada. Para fazer isso, usei a técnica de cálculo de medicamentos, levando em consideração a concentração do medicamento e a dosagem prescrita. Tomei cuidado extra para garantir que a dosagem fosse precisa, sabendo que um erro pode ter efeitos desastrosos para o "paciente". Depois de medir precisamente a quantidade, preparei o medicamento, diluindo- o conforme necessário. A diluição foi feita com cuidado, garantindo que a solução tivesse a concentração correta para evitar problemas durante a administração. REFERÊNCIAS: Brunner, L. S., & Suddarth, D. S. (2017). Brunner & Suddarth’s Textbook of Medical-Surgical Nursing (14ª ed.). Wolters Kluwer. Marino, P. L. (2018). The ICU Book (4ª ed.). Wolters Kluwer. Smith, T. H., Larson, C., & Thompson, K. L. (2020). Cálculo e administração de medicamentos: um guia para estudantes de enfermagem. Journal of Nursing Education, 59(4), 206-212. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio CurricularI NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Puericultura (1º Ano de Vida) INTRODUÇÃO: Segundo a SBP (2019), a consulta de puericultura durante o primeiro ano de vida é essencial para o acompanhamento e melhoria da saúde infantil. Ela detecta precocemente anormalidades do desenvolvimento e auxilia no crescimento saudável da criança. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a frequência dessas consultas durante o primeiro ano geralmente recomendadas para a primeira semana, segundo, terceiro, quarto, quinto, sexto e décimo segundo mês de vida permite a elaboração do perfil individual de saúde da criança e também orienta pais e cuidadores. Segundo o Ministério da Saúde (2021), a anamnese contém características gerais e individuais, além de exames de triagem neonatal, que são fundamentais para identificar problemas metabólicos e genéticos que podem ser controlados ou tratados precocemente, aumentando assim a qualidade de vida da criança. O exame físico inclui um teste de reflexos básicos, que são fundamentais para o acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor e a identificação precoce de anormalidades. O monitoramento do estado vacinal durante as consultas promove um calendário de imunização atualizado, reduzindo doenças e mortes em crianças (Ministério da Saúde, 2022). Suplementos de vitamina A, ferro e vitamina D podem ser necessários para promover a formação óssea e prevenir anemia e outras deficiências nutricionais (SBP 2019). Por fim, a Caderneta da Criança é uma ferramenta de registro que permite aos cuidadores acompanhar o crescimento e o desenvolvimento de seus filhos, ao mesmo tempo em que fornece documentação e ajuda (BRASIL, 2021). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 28 e 29 e Roteiro 19 Consulta de puericultura (1º ano de vida) No primeiro ano de vida, o recém-nascido deve fazer check-ups nas idades de 1ª semana, 1º, 2º, 4º, 6º, 9º e 12º mês, o que possibilita monitorar o desenvolvimento e realizar intervenções preventivas quando necessário. Durante a consulta, coletei informações gerais e familiares, incluindo dados de triagem neonatal, essenciais para traçar um perfil de saúde. Destaquei práticas de higiene (lavagem, troca de fraldas, limpeza do coto umbilical), além de orientações de segurança em casa. Realizei medições de peso, comprimento e características cranianas, documentando os resultados para comparar com as curvas de desenvolvimento. Avaliei o tônus muscular, a aparência da pele e o comportamento frente a estímulos, observando potenciais sinais de irritação ou sono excessivo. O exame físico incluiu palpação abdominal, ausculta cardíaca e pulmonar, e verificação de simetria ocular e sinais de infecção. Verifiquei reflexos primitivos, como o de preensão palmar e o de Moro, fundamentais para monitorar o sistema nervoso. Observei marcos de desenvolvimento neuropsicomotor, como controle da cabeça e engatinhar, garantindo o crescimento adequado. Confirmei o status vacinal e orientei sobre a importância de manter as vacinas atualizadas. Enfatizei a amamentação exclusiva até seis meses, com introdução gradual de alimentos após essa idade, e prescrevi vitaminas A, D e sulfato ferroso para prevenir deficiências e promover o desenvolvimento saudável. REFERÊNCIAS: BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Criança: Orientações para o Uso. Brasília: MS, 2021. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolos de Acompanhamento de Saúde Infantil. Brasília: MS, 2022. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Manual de Orientação para a Saúde Infantil. São Paulo: SBP, 2019. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de puericultura (2º ano de vida e subsequentes) INTRODUÇÃO: A consulta de puericultura no segundo ano de vida e nos anos subsequentes é crucial para avaliar regularmente a saúde e o desenvolvimento da criança (SBP, 2018). Durante esse período, as inspeções são recomendadas a cada 18 a 24 meses, com ênfase em áreas críticas para garantir o crescimento sustentado. O monitoramento, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), permite a detecção precoce de fatores de risco, anomalias do desenvolvimento e assistência contínua aos cuidadores, fornecendo instruções precisas sobre a rotina da criança (SBP, 2018). As medidas antropométricas (peso, altura e perímetro cefálico) são tomadas e comparadas com gráficos de crescimento para detectar discrepâncias que podem indicar problemas de saúde (Ministério da Saúde, 2021). Avaliações comportamentais e físicas também são realizadas, com ênfase em marcos de desenvolvimento neuropsicomotor adequados à idade, incluindo habilidades motoras, verbais e sociais. Outra grande preocupação é o estado vacinal, que deve ser avaliado e atualizado de acordo com o calendário de imunização para evitar infecções que possam prejudicar a saúde das crianças (Ministério da Saúde, 2022). Nutricionalmente, há diretrizes específicas para introdução de novos alimentos e manutenção do equilíbrio nutricional durante esse período, como suplementação com vitamina A, D e sulfato ferroso conforme necessário para evitar deficiências nutricionais comuns (SBP, 2018). A ferramenta Child's Capture é usada para capturar todas as informações e instruções fornecidas durante a consulta, permitindo o rastreamento longitudinal e o envolvimento ativo do cuidador na saúde da criança (Ministério da Saúde, 2021). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 30 e Roteiro 20 Consulta de puericultura (2º ano de vida e subquentes) A consulta de puericultura buscou dar aos participantes métodos práticos para medir e acompanhar o crescimento e o desenvolvimento das crianças. Comecei com uma anamnese para aprender sobre o histórico familiar da criança e as rotinas diárias, como padrões de sono e alimentação. Este foi um momento crítico para descobrir quaisquer problemas que pudessem prejudicar a saúde e o desenvolvimento da criança. Em seguida, conversei com os pais sobre limpeza e segurança, enfatizando a necessidade de lavar as mãos, escovar os dentes e tomar medidas para evitar acidentes. Medi o peso, a altura e a circunferência da cabeça da criança e anotei os resultados no Manual da Criança, explicando como essas medidas auxiliam no acompanhamento do crescimento típico. Durante o exame físico, avaliei a simetria facial da criança, o tônus muscular e a resposta a estímulos. Isso me permitiu estabelecer que ela estava atingindo os marcos neuropsicomotores apropriados para sua idade. Verifiquei o calendário de vacinação para garantir que todas as vacinas estivessem em dia e administrei pílulas de vitamina A, vitamina D e sulfato ferroso conforme necessário. Também falamos sobre a necessidade de comer uma dieta balanceada, diversa e rica em nutrientes para um crescimento ideal. O evento permitiu que os participantes usassem conhecimento teórico e melhorassem seus talentos enquanto aconselhavam cuidadores sobre práticas de saúde infantil.................................................................................................................. REFERÊNCIAS: RASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Criança: Orientações para o Uso. Brasília: MS, 2021. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolos de Acompanhamento de Saúde Infantil. Brasília: MS, 2022. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Manual de Orientação para a Saúde Infantil. São Paulo:SBP, 2018. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Enfermagem Planejamento Familiar INTRODUÇÃO: Durante a consulta inicial, a enfermeira deve fazer uma avaliação completa da saúde da paciente, histórico reprodutivo e requisitos específicos, solicitando exames laboratoriais e de imagem necessários, de acordo com as diretrizes. O Ministério da Saúde orienta que o planejamento familiar e o acompanhamento reprodutivo sejam realizados com base em "protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas" para promover a segurança e a eficácia dos métodos contraceptivos (Brasil, 2021). Além disso, "a prescrição e administração de tratamentos contraceptivos devem estar integrados na prática de enfermagem" (Bezerra & Santos, 2020), com foco em medidas preventivas e no incentivo ao uso responsável dos métodos escolhidos. Durante as visitas de acompanhamento, o enfermeiro deve "avaliar o conforto da paciente com o método contraceptivo, investigar quaisquer preocupações com o uso e determinar se alguma alteração é necessária" (WHO, 2015). A realização de exames ginecológicos e das mamas, conforme as recomendações do Ministério da Saúde, é essencial para o monitoramento contínuo da saúde reprodutiva e a segurança do método contraceptivo em uso (Brasil, 2018). No contexto do planejamento familiar, o papel da enfermeira é "fornecer informações claras e completas sobre os benefícios, eficácia e potenciais desvantagens dos métodos contraceptivos, permitindo à paciente fazer escolhas informadas" (Brasil, 2019). Reconhecer sinais de alerta ou contraindicações para o método contraceptivo, como "histórico de doenças crônicas e fatores de risco de trombose," é essencial para garantir a segurança e a saúde da paciente (Bezerra & Santos, 2020). Quando necessário, o enfermeiro deve "encaminhar o paciente para uma avaliação especializada" para garantir um cuidado individualizado, conforme descrito nas diretrizes para atenção à saúde da mulher (Brasil, 2021). Essas abordagens, fundamentadas em protocolos e evidências, "promovem um planejamento familiar seguro e eficaz, respeitando as preferências do paciente e incentivando seu bem-estar integral” (Brasil, 2018)....................................................... RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 21 e Roteiro 21 As consultas de enfermagem em planejamento familiar são atividades importantes para melhorar a saúde sexual e reprodutiva da população, pois auxiliam os pacientes na seleção e no uso de métodos contraceptivos adequados. Os enfermeiros desempenham um papel essencial nessa atividade, ensinando, orientando e monitorando os pacientes, além de garantir a segurança e a eficácia dos tratamentos de concepção e contracepção que devem sempre atender aos padrões do Ministério da Saúde. Durante a consulta inicial, conversei detalhadamente com a paciente para saber sobre seu histórico médico, estado reprodutivo e necessidades específicas. Com base nessas informações, solicitei os exames laboratoriais e de imagem indicados pelas diretrizes clínicas para estabelecer e monitorar a estratégia contraceptiva mais eficaz. Aspectos de promoção e proteção da saúde reprodutiva também foram abordados, com foco na necessidade de esforços de conscientização. Com base na primeira avaliação, sugeri e entreguei a estratégia contraceptiva mais adequada às necessidades da paciente, dentro do escopo da prática de enfermagem. Essa estratégia ofereceu instruções detalhadas para uso correto, frequência, possíveis efeitos colaterais e sinais de alerta que exigiam atenção. Em encontros futuros, perguntei sobre o conforto da paciente com a abordagem escolhida e procurei por quaisquer problemas de adesão ou efeitos adversos. Além disso, em conformidade com os requisitos do Ministério da Saúde, realizei um exame ginecológico e de mama para garantir que a saúde reprodutiva da paciente fosse mantida com segurança e regularidade. Trabalhei em campanhas de prevenção e educação sobre planejamento familiar, com foco em várias tecnologias e métodos de concepção e contraceptivos. Tentei oferecer informações detalhadas sobre a eficácia, segurança e potenciais efeitos colaterais de cada procedimento para que a paciente pudesse tomar uma decisão informada. Ao longo das sessões, procurei por quaisquer sinais de alerta ou contraindicações para utilizar a estratégia contraceptiva selecionada, como histórico de doenças crônicas, fatores de risco para trombose ou outras dificuldades que pudessem colocar em risco a saúde da paciente. Quando julguei que o paciente precisava de uma avaliação mais completa ou terapia adicional, encaminhei-o para serviços especializados. Essa técnica garante que os pacientes recebam cuidados completos, adaptados às suas necessidades específicas. Consultas de enfermagem em planejamento familiar fornecem uma oportunidade ideal para educar e ajudar pacientes a tomar decisões informadas sobre alternativas de contracepção, bem como enfatizar a segurança e eficácia do planejamento familiar. Este experimento foi revelador porque demonstrou o valor de uma abordagem humanística e escuta ativa na melhoria do bem-estar e empoderamento dos pacientes ao tomar decisões reprodutivas. Como estudante, esta experiência enfatizou o papel crítico dos enfermeiros na promoção da saúde sexual e reprodutiva, bem como minha consciência dos benefícios da terapia baseada em evidências. REFERÊNCIAS: Brasil. Ministério da Saúde. (2018). Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Cadernos de Atenção Básica, n. 32. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_pre_natal_baixo_risco. pdf. Acesso em: [dados de acesso]. Brasil. Ministério da Saúde. (2019). Atenção à Saúde do Recém-Nascido: Guia para os Profissionais de Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_saude_recemnascido_profissionais. pdf. Acesso em: [dados de acesso] Brasil. Ministério da Saúde. (2021). Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral à Saúde das Mulheres. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_clinico_diretrizes_saude_mulhe res.pdf. Acesso em: [dados de acesso]. Bezerra, IMP e Santos, DM (2020). Consulta de Enfermagem no Planejamento Familiar: Práticas e Desafios. Revista Brasileira de Enfermagem, 73(supl 1), e20200052. Organização Mundial de Saúde. (2015). Critérios médicos de elegibilidade para uso de anticoncepcionais. 5ª edição. Genebra: OMS. Disponível em: https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/181468/9789241549158_eng.pdf. Acesso em: [dados de acesso]. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Métodos contraceptivos INTRODUÇÃO: A enfermagem é essencial nessa situação porque os enfermeiros devem compreender os vários tipos de técnicas contraceptivas, incluindo métodos comportamentais, de barreira e hormonais, para dar o cuidado adequado às pacientes. Além disso, essas operações devem ser adequadamente recomendadas, levando em consideração as características únicas de cada paciente, ao mesmo tempoem que aderem às normas e protocolos profissionais definidos pelas organizações de saúde (Brasil, 2021). Técnicas contraceptivas comportamentais, como abstinência periódica e ovulação, dependem do conhecimento e autocontrole da mulher, necessitando de monitoramento frequente para garantir eficácia e adesão à estratégia selecionada (Bezerra & Santos, 2020). Preservativos masculinos e femininos são amplamente utilizados para prevenir gravidez e infecções sexualmente transmissíveis. Medicamentos hormonais, incluindo comprimidos anticoncepcionais, dispositivos intrauterinos (DIUs) e implantes hormonais, interrompem o ciclo hormonal feminino, restringindo a ovulação e a concepção (Brasil, 2019). Durante a consulta, o enfermeiro deve oferecer informações detalhadas sobre os potenciais efeitos adversos de cada técnica contraceptiva, permitindo que a paciente avalie as vantagens e desvantagens de sua opção (Brasil, 2018). Além disso, o monitoramento contínuo deve ser realizado para avaliar a eficácia da estratégia selecionada, com o potencial de fazer modificações ao longo do tempo em resposta a mudanças no estado de saúde da paciente ou desejo de planejamento familiar (OMS, 2015). A prescrição do método contraceptivo deve ser baseada em evidências, com o enfermeiro auxiliando a paciente na escolha da técnica ideal para sua saúde e estilo de vida para garantir um planejamento familiar seguro e bem-sucedido (Bezerra & Santos, 2020)................................................................................................................. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 33 e Roteiro 22 Métodos contraceptivos Este estudo analisará uma série de métodos contraceptivos, incluindo opções comportamentais, de barreira e hormonais, com foco na prescrição, informações sobre efeitos colaterais e avaliação de eficácia. Com base em uma pesquisa de fontes confiáveis e recomendações do Ministério da Saúde, tentei compreender a aplicação prática dessas táticas no atendimento de enfermagem, com ênfase na orientação do paciente e no monitoramento contínuo. Estratégias comportamentais, como a abordagem da temperatura basal, precisam de maior disciplina da mulher porque dependem do monitoramento do ciclo menstrual. Esses medicamentos têm vários graus de eficácia, portanto, é vital que a paciente obtenha instruções claras sobre como usá-los de forma eficaz. Os preservativos estão prontamente disponíveis, são muito eficazes e têm uma baixa taxa de falha quando usados corretamente. A terapia hormonal, como pílulas e DIUs hormonais, é bastante eficaz, mas pode ter efeitos colaterais sérios na saúde da paciente, como alterações na menstruação e no humor. Percebo que a prescrição deve ser baseada no histórico de saúde individual da paciente, incluindo suas preferências e quaisquer condições médicas pré-existentes. Ao criar o material, percebi o quão vital era educar a paciente sobre como utilizar adequadamente o procedimento, monitorá-la quanto a efeitos colaterais e propor alternativas caso a estratégia selecionada não fosse bem recebida. Um dos aspectos mais interessantes para mim foi avaliar a eficácia dos medicamentos contraceptivos. Depois de ler uma variedade de conceitos, incluindo aqueles do Ministério da Saúde, descobri que a eficácia é verificada por meio de reuniões regulares nas quais a enfermeira verifica se a estratégia está sendo aplicada corretamente e se a paciente está satisfeita com a decisão. Aprendi que as enfermeiras desempenham um papel crucial no aconselhamento e monitoramento do uso de técnicas contraceptivas por suas pacientes. O melhor método é determinado após uma revisão completa do histórico médico e das preferências da paciente, e é vital fornecer informações precisas sobre os riscos e a eficácia de cada cirurgia............................................................................ REFERÊNCIAS: Bezerra, I. M. P., & Santos, D. M. (2020). Consulta de Enfermagem no Planejamento Familiar: Práticas e Desafios. Revista Brasileira de Enfermagem, 73(supl 1), e20200052. Brasil. Ministério da Saúde. (2018). Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Cadernos de Atenção Básica, n. 32. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_pre_natal_baixo_risco. pdf. Acesso em: [data de acesso]. Brasil. Ministério da Saúde. (2019). Atenção à Saúde do Recém-Nascido: Guia para os Profissionais de Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_saude_recemnascido_profissionais. pdf. Acesso em: [data de acesso]. World Health Organization. (2015). Medical eligibility criteria for contraceptive use. 5th ed. Geneva: WHO. Disponível em: https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/181468/9789241549158_eng.pdf. Acesso em: [data de acesso]. https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/181468/9789241549158_eng.pdf CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Enfermagem na Saúde o Homem na Atenção Básica INTRODUÇÃO: O objetivo deste relatório é fornecer consultoria de enfermagem em saúde masculina, abordando questões-chave relacionadas à promoção da saúde, prevenção, recuperação e reabilitação com base no conhecimento obtido durante o curso. A primeira parte da consulta consiste em um exame detalhado de preocupações biológicas, psicológicas e sociais que podem ter um impacto direto na saúde masculina. De acordo com o Ministério da Saúde (2019), essa avaliação deve ser abrangente, levando em consideração o histórico de saúde de cada paciente, comportamentos de risco e necessidades específicas, a fim de promover a saúde e a prevenção de doenças. Ao longo da sessão, o enfermeiro deve se concentrar no pré-natal do parceiro, o que está se tornando cada vez mais comum, principalmente em termos de acompanhamento da saúde reprodutiva do casal. Segundo Bezerra e Santos (2020), incluir o homem no pré-natal não só aumenta o conhecimento sobre a parentalidade responsável, mas também beneficia a saúde da mulher e o bem-estar da família. Nesse ambiente, as práticas sexuais e reprodutivas devem ser usadas com cautela e respeito para proteger a segurança e a saúde de todas as partes envolvidas. As consultas de enfermagem também abordam o uso de drogas, um problema prevalente que pode ter um impacto direto na saúde física e emocional dos homens. Os enfermeiros devem ser capazes de reconhecer indicadores de dependência e encaminhar os pacientes para profissionais qualificados. Além disso, a Organização Mundial da Saúde (2015) recomenda que as terapias se concentrem na redução da violência e dos acidentes, que são comuns entre os homens. Durante a consulta, todos os exames necessários devem ser devidamente verificados de acordo com as normas do Ministério da Saúde (2019). O enfermeiro deve prescrever medicamentos ou encaminhar os pacientes para monitoramento especializado, mantendo as necessidades individuais do paciente em mente. Após as descobertas deste estudo, sinto que a consulta de enfermagem na saúde masculina é uma prática essencial para fornecer cuidados completos a este grupo. Os enfermeiros têm um papel importante na promoção da saúde, prevenção de doenças e educação das pessoas sobre boas práticas de vida, tudo isso ajuda a melhorar a qualidade de vida dos homens e a saúde pública....................................... RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 34 e 35 e Roteiro 23 Consulta de Enfermagemna Saúde do Homem Este relatório tem como objetivo fornecer consultoria de enfermagem em saúde masculina abordando tópicos essenciais relacionados à promoção da saúde, prevenção, recuperação e reabilitação, usando as informações obtidas durante o curso. A primeira parte da consulta envolve um exame detalhado de preocupações biológicas, psicológicas e sociais que podem ter um impacto direto na saúde masculina. De acordo com o Ministério da Saúde, essa avaliação deve ser abrangente, levando em consideração o histórico médico de cada paciente, comportamentos de risco e necessidades específicas, com o objetivo de melhorar a saúde e a prevenção. Ao longo da sessão, o enfermeiro deve prestar muita atenção ao pré-natal do parceiro, que é mais popular, especialmente em termos de monitoramento da saúde reprodutiva do casal. Esse ponto de vista considera que os procedimentos sexuais e reprodutivos devem ser abordados com respeito e cuidado para garantir a segurança e a saúde de todas as partes envolvidas. As consultas de enfermagem também abordam o abuso de drogas, um problema comum que pode ter influência direta na saúde física e mental dos homens. Os enfermeiros devem ser capazes de detectar sinais de dependência e encaminhar os pacientes para especialistas apropriados. Além disso, a Organização Mundial da Saúde recomenda que as terapias enfatizem a prevenção da violência e dos acidentes, que são comuns entre os homens. Durante a consulta, todos os exames necessários devem ser devidamente verificados de acordo com as normas do Ministério da Saúde. Se necessário, o enfermeiro deve prescrever medicamentos ou encaminhar os pacientes para monitoramento especializado, mantendo em mente as necessidades individuais do paciente. Como resultado, a consulta de enfermagem se estende além do tratamento de doenças para incluir componentes preventivos e educacionais essenciais para a melhoria da saúde masculina. Os enfermeiros têm um papel importante na promoção da saúde, prevenção de doenças e ensino das pessoas sobre escolhas de estilo de vida saudáveis, tudo isso ajuda a melhorar a qualidade de vida dos homens e a saúde pública................... REFERÊNCIAS: Bezerra, IMP e Santos, DM (2020). Consulta de Enfermagem na Saúde do Homem: Uma Abordagem Integral. Revista Brasileira de Enfermagem, 73(3), 230- 238. Brasil. Ministério da Saúde. (2019). Atenção à Saúde do Homem: Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Brasília: Ministério da Saúde. Organização Mundial de Saúde. (2015). Prevenção de lesões e violência em homens: Uma Perspectiva Global. Genebra: OMS. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Pré-natal do parceiro INTRODUÇÃO: A introdução do pré-natal para o marido visa aumentar a participação do homem nos cuidados de saúde durante toda a gestação, enfatizando seu envolvimento ativo e dedicado à saúde da mãe e do bebê. Acolher o cônjuge no processo é fundamental porque fomenta a confiança e o vínculo com a equipe multidisciplinar, aumentando o conhecimento sobre seu papel na saúde da família (Ministério da Saúde, 2016). O atendimento inicial inclui registro adequado, testes rápidos, anamnese e exames físicos, que fornecem uma visão abrangente da saúde do parceiro e garantem que as vacinas estejam em dia, contribuindo assim para sua proteção e preparação durante toda a gestação (Brasil, 2021). O pré-natal do parceiro também inclui discussões sobre autocuidado e paternidade, promovendo a responsabilidade compartilhada nos cuidados com o recém-nascido e o pós-parto, e enfatizando o direito da mulher de ter um acompanhante durante os períodos de pré-parto, parto e pós-parto, o que promove um ambiente de apoio e fortalecimento emocional para ambos (Ministério da Saúde, 2016). Essa técnica incentiva a participação masculina é associada à melhora da saúde mental e física tanto da mãe quanto do bebê (Brasil, 2021). O Ministério da Saúde aconselhou o cônjuge a comparecer a pelo menos duas consultas pré-natais para garantir que ele ou ela esteja ativamente envolvido durante a gravidez e possa retornar para avaliação de exames e continuidade do tratamento. Essa abordagem atenciosa incentiva a paternidade responsável e fortalece as interações familiares (Brasil, 2016). Essa estratégia é apoiada por sugestões para promover cuidados inclusivos e abrangentes, melhorar a saúde reprodutiva e fortalecer o papel do pai na família (Brasil, 2021).. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 36 e Roteiro 24 Pré-natal do parceiro A discussão focou no cuidado pré-natal do parceiro, enfatizando a necessidade de integrar os homens no monitoramento da gravidez e promover uma parentalidade ativa e responsável. A presença de um parceiro durante toda a gravidez promove mais integração e apoio à saúde da mãe e do bebê, bem como uma melhor compreensão de suas respectivas responsabilidades durante e após o parto. A aceitação do parceiro é fundamental para construir um ambiente seguro e confiável. Esse contato inicial visa envolver o indivíduo no processo, estabelecer uma conexão com a equipe multiprofissional e proporcionar uma experiência positiva e encorajadora desde o início. O professor também enfatizou a necessidade de reunir as informações do parceiro, incluindo testes e procedimentos curtos, como exames físicos e anamnese, que auxiliam no estabelecimento do histórico de saúde do parceiro e na identificação de riscos potenciais. O registro dessas informações contribui para o monitoramento contínuo e de alta qualidade da saúde para ambas as partes. A necessidade de renovar o status de vacinação do parceiro foi enfatizada para garantir que ele esteja totalmente protegido ao acompanhar a futura mãe. Atualizar as imunizações é uma precaução preventiva importante para toda a família, especialmente para o bebê, que pode se beneficiar da imunidade transmitida pelos pais. Essa técnica busca fornecer um ambiente seguro para os neonatos imediatamente após o parto. Além disso, a aula discutiu autocuidado e paternidade. Foi destacado que abordar esses desafios com o cônjuge ajuda a estabelecer um papel de pai mais presente e consciente. O envolvimento ativo no tratamento pré-natal e no suporte pós-parto é essencial para o bem-estar físico e mental da mãe e da criança. Por fim, o professor enfatizou a necessidade de educar o parceiro da mulher sobre seu direito a um acompanhante durante a gravidez, o parto e depois. A palestra enfatizou o conselho do Ministério da Saúde de que o parceiro compareça a pelo menos duas consultas pré-natais para garantir um monitoramento completo e contínuo, fortalecer o vínculo familiar e promover uma parentalidade ativa e responsável. REFERÊNCIAS: BRASIL. Ministério da Saúde. Cadernos de Atenção Básica: Pré-natal e Pós- Parto: Assistência Qualificada e Humanizada. Brasília, 2016. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br. Acesso em: 12 de novembro de 2024 BRASIL. Ministério da Saúde. Manual Técnico: Pré-natal de Baixo Risco. Brasília, 2021. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br. Acesso em: 12 de novembro de 2024. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Enfermagem ao paciente idoso INTRODUÇÃO: Consultas de enfermagem com pacientes idosossão essenciais para avaliar completamente sua saúde física, mental e funcional, principalmente devido aos desafios do envelhecimento. Um histórico de enfermagem e um exame físico completo fornecem uma boa base para avaliar a saúde do paciente e identificar fatores de risco (Brasil, 2020). Um exame completo é então conduzido, o que inclui fatores como funcionalidade geral, sistemas fisiológicos, uso de medicamentos, histórico pessoal e escolhas de estilo de vida. Este método dá uma perspectiva completa da saúde de uma pessoa idosa, levando em consideração elementos ambientais que afetam sua qualidade de vida (Silva et al., 2018). As atividades cotidianas são avaliadas usando metodologias específicas, como as escalas de Katz e Barthel para tarefas simples e as escalas de Lawton e Brody e o questionário de atividades instrumentais de Pfeffer para atividades mais complicadas (Ministério da Saúde, 2017). O exame cognitivo e do estado mental é um componente crítico da consulta. O Mini-Exame do Estado Mental, teste de fluência verbal, teste do relógio, MoCA Brasil e escala de depressão geriátrica são todas avaliações que ajudam os enfermeiros a detectar indicadores de declínio cognitivo ou problemas emocionais típicos de idosos (Brucki et al., 2015). Além disso, a comunicação é avaliada usando testes específicos, como a escala de Snellen modificada para visão, o teste do sussurro para audição e uma otoscopia para inspecionar o canal auditivo. O Índice de Vulnerabilidade Funcional Clínica-20 é usado para avaliar a fragilidade, permitindo a identificação de vulnerabilidades e regimes de tratamento personalizados (Melo et al., 2021). A adequação da medicação é avaliada usando métodos como o MPI e o MAO, que garantem que os idosos recebam medicamentos seguros e eficazes, ao mesmo tempo que reduzem a possibilidade de reações adversas e interações medicamentosas (Cassiani e Galera, 2016). Essa abordagem permite que o enfermeiro reconheça as necessidades de saúde, adote ações preventivas e terapêuticas e ofereça cuidados seguros e de alta qualidade aos pacientes idosos. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 37 e 38 e Roteiro 25 Consulta de Enfermagem ao paciente idoso A aula focou nos componentes importantes das consultas de enfermagem com pacientes mais velhos, enfatizando a necessidade de fazer uma avaliação completa que considere as necessidades e limitações especiais da faixa etária. A consulta começa com um histórico de enfermagem e um exame físico abrangente, que são necessários para avaliar a saúde geral do idoso e detectar fatores de risco ou distúrbios pré-existentes. Este primeiro estágio dá ao enfermeiro uma revisão geral do estado de saúde do paciente, que será seguida por um estudo mais aprofundado das circunstâncias específicas do envelhecimento. Enfatizamos a necessidade de um exame multimodal que considere o funcionamento global, sistemas fisiológicos, uso farmacêutico, histórico pessoal e práticas de vida mais antigas. A importância de usar medidas específicas para avaliar as habilidades funcionais do idoso nas atividades diárias foi sublinhada. Discutimos ferramentas como as escalas de Katz e Barthel, que avaliam atividades diárias, e as escalas de Lawton e Brody e o Questionário de Atividades Instrumentais de Pfeffer, que ajudam a avaliar tarefas mais complexas. Outro assunto importante abordado em aula foi o exame da saúde cognitiva e mental dos idosos. Enfermeiros podem detectar comprometimento cognitivo ou sintomas depressivos com testes, incluindo o Mini Exame do Estado Mental, teste de fluência verbal, teste do relógio, MoCA Brasil e 10CS. Além disso, enfatizou a necessidade de avaliar a mobilidade e o equilíbrio de pacientes idosos para reduzir quedas e aumentar a segurança. Avaliar a mobilidade é crucial, pois quedas são uma causa frequente de hospitalização em idosos e podem ter implicações sérias. Esses testes têm como objetivo descobrir quaisquer problemas que possam estar prejudicando a qualidade de vida e o bem-estar dos idosos. Abordou Índice de Vulnerabilidade Funcional Clínica-20 (IVCF-20), uma ferramenta para avaliar o nível de fragilidade em idosos. Essa avaliação é crucial para classificar o idoso com base em seu risco de vulnerabilidade clínica e funcional, o que permite ao enfermeiro adaptar o plano de cuidados. REFERÊNCIAS: BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno de Atenção Básica: Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa. Brasília, 2020. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br. Acesso em: 12 nov. 2024. BRUCKI, SMD, et al. Sugestões para o uso do Mini-Exame do Estado Mental no Brasil. Arquivos de Neuropsiquiatria, 73(9):702–707, 2015 CASSIANI, S. H. D., GALERA, S. A. F. Uso de Medicamentos em Idosos: Aspectos Clínicos e Terapêuticos. São Paulo: Ateneu, 2016. MELO, R.C., et al. Avaliação da Fragilidade em Idosos através do Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional-20 (IVCF-20). Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 24(1), 2021. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Orientações para a Avaliação Multidimensional da Pessoa Idosa. Brasília, 2017. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br. Acesso em: 12 nov. 2024. SILVA, T.A., et al. Envelhecimento e Qualidade de Vida: Diretrizes para o Cuidado de Enfermagem. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Escalas de avaliação em Geriatria e Gerontologia INTRODUÇÃO: A Escala de Katz, Escala de Barthel, Escala de Lawton e Brody e Questionário de Atividades Instrumentais de Pfeffer são rotineiramente usados para medir a independência do idoso em tarefas diárias, tanto básicas quanto complexas. Essas ferramentas auxiliam na identificação de limitações funcionais e no estabelecimento de regimes de tratamento individualizados (Marques et al., 2019). Um profissional de saúde pode utilizar o Mini-Exame do Estado Mental, Teste de Fluência Verbal, Teste do Relógio, MoCA Brasil, 10CS e Escala de Depressão Geriátrica para identificar deficiências cognitivas, como demência e sintomas depressivos. Essas avaliações são críticas porque a detecção precoce de déficits cognitivos ou emocionais permite a implementação de terapias adequadas, evitando o agravamento dos sintomas e melhorando a qualidade de vida do idoso (Brucki et al., 2015). Além disso, o Clinical Functional Vulnerability Index-20 (IVCF-20) é um instrumento útil para avaliar a fragilidade dos idosos. Essa pontuação destaca vulnerabilidades que podem aumentar o risco de hospitalização, comorbidades e dependência funcional, permitindo um cuidado mais direcionado que enfatiza a saúde e a autonomia dos idosos (Mello et al., 2019). Essas escalas de avaliação servem como uma base firme para o planejamento de cuidados de enfermagem, encorajando uma abordagem abrangente que considera os requisitos especiais de pacientes geriátricos e gerontológicos. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 39 e Roteiro 26 Escalas de avaliação em Geriatria e Gerontologia A aula focou em escalas de avaliação usadas em geriatria e gerontologia, que são essenciais para fornecer tratamento abrangente a pacientes mais velhos. Essas avaliações auxiliam na avaliação de atividades da vida diária, cognição, estado mental e vulnerabilidade funcional, resultando em um plano de tratamento mais personalizado e eficaz. Falamos sobre medidas para avaliar atividades cotidianas, como a Escala de Katz, Escala de Barthel, Escala de Lawton e Brody e o Questionário de Atividades Instrumentais de Pfeffer. Esses testes avaliam a independência de idosos em atividades diáriase ajudam a identificar problemas que podem comprometer sua autonomia. O uso dessas métricas é crucial para direcionar intervenções de enfermagem. O Mini Exame do Estado Mental, Teste de Fluência Verbal, Teste do Relógio, MoCA Brasil, 10CS e a Escala de Depressão Geriátrica foram todos utilizados para avaliar a saúde cognitiva e mental. Esses dispositivos são cruciais para reconhecer os sintomas de demência e depressão, que são comuns entre os idosos. A detecção precoce leva a um tratamento mais eficaz, o que melhora a qualidade de vida do paciente. Por fim, discutimos o Clinical Functional Vulnerability Index-20 (IVCF-20), que avalia a fragilidade entre idosos. Esta ferramenta auxilia na identificação de possíveis problemas e no planejamento de terapia que prioriza a segurança e o bem-estar do paciente idoso. A aula enfatizou a importância dessas escalas na realização de uma avaliação geriátrica bem-sucedida e na criação de planos de cuidados personalizados que apoiem a autonomia e a qualidade de vida dos idosos.................................................. REFERÊNCIAS: BRUCKI, SMD, et al. Sugestões para o uso do Mini-Exame do Estado Mental no Brasil. Arquivos de Neuropsiquiatria, 73(9):702–707, 2015. MARCOS, L. C. S., et al. Instrumentos de Avaliação Funcional e Cognitiva em Geriatria. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 22(2), 2019. MELLO, R. C., et al. Índice de Vulnerabilidade Clínico Funcional-20 (IVCF-20): Validação e Utilização no Brasil. Revista de Saúde Pública, 53(1), 2019. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Enfermagem em agravos de saúde mental na atenção básica INTRODUÇÃO: Medicamentos psicotrópicos são frequentemente usados em pacientes com doenças mentais, e os enfermeiros devem entender seus horários, doses, potenciais efeitos adversos e fornecer instruções claras sobre como administrá-los adequadamente (Campos et al., 2019). O projeto de terapia solo é uma estratégia de tratamento personalizada que visa atender às necessidades específicas do paciente, ao mesmo tempo em que considera suas circunstâncias psicológicas, sociais e culturais, resultando em um atendimento mais eficaz e centrado no paciente (Oliveira et al., 2020). Além disso, a redução de danos é um método essencial na terapia primária de saúde mental, particularmente no cenário de uso de substâncias psicoativas, e se estende além de simplesmente ignorar os efeitos negativos da dependência e do uso indevido de substâncias. Essa técnica pode envolver educação em saúde e assistência psicossocial (Santos et al., 2021)................................................................ RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 40 e 41 e Roteiro 27 Consulta de Enfermagem em agravos de saúde mental na atenção básica A aula centrou-se em consultas de enfermagem para pacientes com problemas de saúde mental na atenção primária, enfatizando a necessidade de acolhimento e escuta qualificada. Foi destacado que os enfermeiros devem promover a conexão com os pacientes e discutir sintomas e históricos familiares para obter um diagnóstico mais preciso. A comunicação terapêutica foi sugerida como uma estratégia importante para construir confiança com os pacientes e ajudá-los a se sentirem mais confortáveis e protegidos ao receber cuidados. Também discutimos o uso de medicamentos psicotrópicos no tratamento de doenças mentais, enfatizando a responsabilidade do enfermeiro em orientar cuidadosamente o paciente durante seu uso. O projeto terapêutico personalizado foi identificado como uma ferramenta importante para adaptar a terapia às necessidades específicas de cada paciente. Além disso, aprendemos sobre o plano de redução de danos para pacientes que usam substâncias psicoativas, bem como a necessidade de encaminhamento para assistência profissional quando necessário. A discussão me ajudou a entender melhor como a enfermagem pode promover a saúde mental ao oferecer cuidados completos e individualizados. Essa experiência me ensinou sobre o papel do enfermeiro na saúde mental, bem como a necessidade de comunicação e escuta ativa em uma terapia eficaz. REFERÊNCIAS: CAMPOS, CL; MENDES, A. T.; SILVA, R. F. Atenção básica à saúde mental: o papel da enfermagem na promoção do cuidado integral. Revista Brasileira de Enfermagem, 2019. OLIVEIRA, M. C.; COSTA, TB; ALMEIDA, F. S. Projeto terapêutico singular na atenção básica: um estudo de caso. Revista de Saúde Coletiva, 2020. SANTOS, L. M.; PEREIRA, DA; SOUZA, J. P. Redução de danos e estratégias de cuidado na atenção básica à saúde mental. Revista de Atenção à Saúde, 2021. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Assistência ao paciente com risco de suicídio INTRODUÇÃO: Cuidar de pacientes com risco de suicídio é uma característica importante da prática de enfermagem, particularmente na assistência básica à saúde, onde os profissionais de saúde são frequentemente os primeiros a notar sintomas de alerta. (Silva et al., 2020) também argumentam que o suicídio é uma das principais causas de mortalidade em muitas partes do mundo, e que evitá-lo requer excelentes técnicas de comunicação e gerenciamento. A comunicação com pacientes suicidas deve ser baseada em empatia, escuta ativa e não julgamento, permitindo que o paciente expresse seu sofrimento e sentimentos (Silva et al., 2020). De acordo com estudos, o reconhecimento precoce de sinais de suicídio, como pensamentos suicidas e mudanças comportamentais, é crucial para uma intervenção eficaz (Nascimento et al., 2019). A enfermagem, como uma profissão que auxilia pacientes em todas as fases da vida, desempenha um papel vital na avaliação de risco e encaminhamento para serviços profissionais quando necessário. Além disso, a abordagem deve incorporar uma compreensão completa do paciente, levando em consideração fatores emocionais, sociais e culturais para fornecer uma intervenção mais eficaz (Costa & Santos, 2021). A avaliação do risco de suicídio deve ser feita regularmente, usando ferramentas específicas, como escalas de avaliação, para monitorar o estado mental do paciente e garantir que ele receba a ajuda necessária. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 42 e Roteiro 28 Assistência ao paciente com risco de suicídio Durante a apresentação, abordamos vários métodos para interagir com pacientes suicidas. O conselho mais importante foi manter uma atitude compassiva e sem julgamentos, que podem espalhar estigma e prejudicar o relacionamento de confiança com o paciente. Por outro lado, descobrimos que a comunicação eficaz requer escuta atenta, validação dos sentimentos do paciente e demonstração de apoio incondicional, estabelecendo assim um ambiente seguro para que eles expressem sua angústia. Outro ponto crucial discutido foi como evitar falar com um paciente suicida. Evitamos usar frases depreciativas ou indiferentes, pois elas podem exacerbar o estado emocional do paciente. O profissional de enfermagem deve estar ciente de como seus comentários podem influenciar a visão do paciente sobre a situação e abster-se de descartar seus sentimentos ou preocupações. A avaliação do risco de suicídio foi considerada uma das fases mais cruciais noatendimento ao paciente. Ensinamos como utilizar ferramentas e testes para detectar fatores de risco, como pensamentos suicidas, tentativas anteriores e mudanças comportamentais, entre outras coisas. O exame deve ser repetido regularmente, pois o risco de suicídio aumenta com o tempo, principalmente em circunstâncias estressantes e exigentes. Nos cuidados primários, o gerenciamento do risco de suicídio deve ser baseado em uma abordagem multifacetada que combine escuta ativa, avaliação de fatores de risco e sugestões de tratamento. O encaminhamento para serviços especializados, como psicólogos e psiquiatras, é uma etapa vital para garantir que o paciente receba o suporte necessário para lidar com seus desafios emocionais e psicológicos. No final do programa, ficou claro que auxiliar pacientes em risco de suicídio exigia compaixão, excelentes habilidades de comunicação e gerenciamento integrado, com foco em cuidados preventivos e contínuos, sempre respeitando os limites e necessidades do paciente. REFERÊNCIAS: COSTA, A. B.; SANTOS, L. P. Abordagem da enfermagem em situações de risco de suicídio: estratégias e cuidados necessários. Revista Brasileira de Enfermagem, 2021. NASCIMENTO, M. F.; ALMEIDA, J. S.; PEREIRA, R. P. Avaliação e manejo do risco de suicídio na atenção primária à saúde: desafios e estratégias. Jornal de Saúde Coletiva, 2019. SILVA, R. D.; OLIVEIRA, M. P.; PEREIRA, S. T. Comunicação terapêutica no cuidado de pacientes em risco de suicídio: um estudo sobre práticas e desafios. Enfermagem em Saúde Mental, 2020. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta de Enfermagem ao paciente com Dengue INTRODUÇÃO: A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que afeta principalmente países tropicais e subtropicais. A doença pode variar de moderada a grave, e o tratamento rápido é essencial para evitar complicações como a síndrome do choque da dengue. As consultas de enfermagem com pacientes com dengue compreendem um histórico detalhado, exame físico e categorização de risco para garantir o sucesso do tratamento e reduzir os riscos de doença (Organização Mundial da Saúde [OMS], 2022). Febre, dores musculares e articulares e evidências de consequências catastróficas, como sangramento, devem ser incluídas no histórico. Um exame físico é essencial para detectar indicações clínicas como erupções cutâneas e edema, que são essenciais para determinar a dengue. A categorização de risco é usada para identificar indivíduos que correm o risco de contrair doenças graves, permitindo um tratamento oportuno e eficaz (Ministério da Saúde, 2021). A categorização de risco ajuda a determinar a gravidade da doença e se cuidados intensivos são necessários. Os cuidados de enfermagem incluem controle da hidratação, tratamento da dor e monitoramento constante do paciente para reduzir as dificuldades e aumentar a recuperação (Oliveira et al., 2020; Pereira & Silva, 2019). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 43 e 44 e Roteiro 29 Consulta de Enfermagem ao paciente com Dengue Durante as consultas de enfermagem com pacientes com dengue, um histórico completo e exame físico eram necessários para identificar os sintomas característicos da doença, que incluíam febre, rigidez muscular e articular e erupção cutânea. O histórico também ajudou a identificar indicações de alerta precoce de doenças graves, como sangramento, que eram essenciais para avaliação de risco e tratamento. A categorização de risco foi essencial para determinar a gravidade da doença e adaptar o plano de tratamento. Pacientes de alto risco foram monitorados regularmente, com ênfase na hidratação e controle dos sinais vitais. Para pessoas de risco moderado ou baixo, água oral e relaxamento foram suficientes como primeiro tratamento. A classificação de risco permite uma resposta mais rápida e eficaz às potenciais consequências relacionadas à dengue. O estadiamento clínico da doença, com base em sinais e sintomas visíveis, também foi necessário para determinar quem precisava de tratamento mais especializado. Pacientes com sintomas graves foram encaminhados para centros de tratamento maiores, resultando em uma estratégia eficaz e segura. Para garantir uma recuperação tranquila, o atendimento de enfermagem incluiu monitoramento constante do paciente, hidratação suficiente e educação pós-consulta. No geral, as consultas de enfermagem com pacientes com dengue têm se mostrado eficazes no diagnóstico precoce de sequelas e no tratamento adequado. Anamnese, exame físico, avaliação de risco e estadiamento clínico são todos parte de uma estratégia holística para melhorar a qualidade do tratamento, minimizando as consequências da doença. REFERÊNCIAS: MOURA, CR; ARAÚJO, M. A. Manejo da dengue: classificação de risco e cuidados de enfermagem. Jornal Brasileiro de Enfermagem, 2019. OLIVEIRA, T. L.; SILVA, RF; CUNHA, L. M. Assistência de enfermagem ao paciente com dengue: abordagem clínica e cuidados essenciais. Revista de Enfermagem e Saúde, 2020. PEREIRA, A. L.; SILVA, J. R. Protocolos de atendimento para dengue: do diagnóstico à assistência de enfermagem. Saúde Coletiva, 2019. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Dengue: Diretrizes para diagnóstico, tratamento, prevenção e controle. Genebra: OMS, 2022. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Procedimentos no Manejo Clínico da Dengue INTRODUÇÃO: O Ministério da Saúde (2021) sugere que pacientes com sintomas moderados iniciem a hidratação oral imediatamente, mas casos mais graves necessitam de reposição intravenosa de fluidos. O monitoramento dos sinais vitais, pressão arterial e diurese durante a terapia é fundamental para prevenir problemas como sobrecarga de fluidos e edema pulmonar (Oliveira et al., 2020). Além da hidratação, o cartão de monitoramento permite que os profissionais de saúde simulem cenários clínicos com pacientes do Grupo A e B, tornando-se uma ferramenta útil para aprimorar decisões diagnósticas e terapêuticas. Segundo Pereira e Silva (2019), essa estratégia é importante na educação em enfermagem, pois ensina os indivíduos a gerenciar os vários estágios da doença e identificar problemas precocemente. O teste do laço é extremamente eficaz na detecção de sintomas de sangramento, como petéquias, que podem indicar doenças graves, como a síndrome do choque da dengue. Este teste deve ser usado em ambientes clínicos para identificar indivíduos que requerem cuidados intensivos (OMS, 2022). Este método aumenta a eficácia e a segurança do tratamento de pacientes com dengue. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 45 e Roteiro 30 Procedimentos no manejo clínico da Dengue Durante a sessão prática sobre cuidados clínicos com dengue, analisamos as formas mais eficazes de tratar pacientes com suspeita ou confirmação de dengue. Começamos com recomendações para hidratação oral, que é necessária para reposição de fluidos em casos leves. Em casos graves, a reposição intravenosa de fluidos foi investigada, com ênfase particular na importância de monitorar sinais vitais, pressão arterial e diurese para evitar complicações como sobrecarga defluidos. A simulação dos casos do Grupo A e B usando o cartão de monitoramento proporcionou experiência prática significativa para avaliação clínica e monitoramento bem-sucedido de pacientes com dengue. Também realizamos o teste de alça, um método básico para detectar indicações de sangramento, como petéquias, que indicam um risco maior de desenvolver casos graves da doença. O treinamento foi maravilhoso porque nos proporcionou experiência prática no gerenciamento da dengue, enfatizando a necessidade de hidratação, monitoramento clínico e o uso de tecnologia como o cartão de monitoramento e o teste de alça para detectar problemas precocemente. REFERÊNCIAS: MINISTÉRIO DA SAÚDE. Protocolo de manejo clínico da dengue. Brasília: Ministério da Saúde, 2021. OLIVEIRA, T. L.; SILVA, RF; CUNHA, L. M. Manejo da dengue: a avaliação à rotina volêmica. Revista Brasileira de Enfermagem, 2020. PEREIRA, A. L.; SILVA, J. R. A importância da hidratação e monitoramento clínico no manejo da dengue. Saúde Pública, 2019. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Dengue: Diretrizes para diagnóstico, tratamento, prevenção e controle. Genebra: OMS, 2022. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Assistência de Enfermagem na Nebulização INTRODUÇÃO: A nebulização é um método comum de tratamento de doenças respiratórias, como asma e bronquite, injetando medicamentos diretamente nas vias aéreas. Para iniciar a terapia, o enfermeiro deve primeiro fazer um histórico médico completo e objetivo e um exame físico para avaliar o estado clínico do paciente (González & Gómez, 2021). O monitoramento dos sinais clínicos do paciente após a nebulização é crucial para avaliar a eficácia do tratamento e detectar alterações no estado de saúde, permitindo que a terapia seja alterada conforme necessário. Além disso, documentar informações no prontuário médico é essencial para o monitoramento contínuo do paciente e a comunicação entre os profissionais de saúde (Macedo et al., 2019). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 46 e 47 e Roteiro 31 Assistência de Enfermagem na nebulização Antes de iniciar a técnica de nebulização, coletamos o histórico médico do paciente e realizamos um exame físico geral. Marcadores vitais, como saturação de oxigênio e frequência respiratória, foram usados para determinar se a nebulização era necessária. A operação de nebulização foi realizada meticulosamente, com o nebulizador corretamente preparado e o medicamento administrado com precisão. Durante todo o procedimento, monitoramos a resposta do paciente em busca de evidências de melhora da respiração e da saturação de oxigênio. Por fim, enfatizamos a necessidade de fazer anotações no prontuário médico e registrar cada estágio da operação para garantir monitoramento contínuo e contato com a equipe de saúde. O programa melhorou as habilidades no monitoramento de indicadores clínicos e na execução do método de nebulização, ao mesmo tempo em que destacou a necessidade de documentação adequada para garantir cuidados seguros e eficazes. REFERÊNCIAS: GONZÁLEZ, MR; GÓMEZ, L. A. Tratamento respiratório: conceitos e práticas em enfermagem. São Paulo: Editora Médica, 2021. MACEDO, D.C. et al. Enfermagem no cuidado de pacientes com distúrbios respiratórios. Revista Brasileira de Enfermagem, 2019. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULODO ROTEIRO: Aplicação de técnica estéril no manuseio de curativos INTRODUÇÃO: O uso de procedimentos estéreis para manuseio de curativos é essencial para prevenir infecções e promover a cicatrização normal de feridas. Essa técnica começa com o curativo, que exige que o profissional de enfermagem use equipamentos de proteção, como luvas, aventais e máscaras para evitar a contaminação do ambiente estéril e proteger o paciente de infecções (Lemos et al., 2020). A assepsia rigorosa é necessária para garantir que o tratamento da ferida seja realizado com segurança. Para reduzir a contaminação do equipamento, é necessário utilizar objetos estéreis, como pinças e compressas estéreis durante a cirurgia. Luvas estéreis devem ser usadas sempre que possível para garantir que o contato com os materiais não comprometa a esterilidade (Silva et al. 2018). Além disso, a abertura cautelosa de recipientes estéreis é necessária para evitar contaminação antes de usar os produtos. Finalmente, o descarte correto dos materiais de curativo é essencial para a terapia porque reduz o perigo de contaminação ambiental, ao mesmo tempo em que protege o paciente e a equipe de saúde. O descarte adequado promove a limpeza e evita doenças (Lemos et al., 2020). Essas medidas são essenciais para garantir eficácia e segurança ao aplicar curativos em qualquer ambiente terapêutico....................................................................................................... RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 48 e Roteiro 32 Aplicação de técnica estéril no manuseio de curativos Começamos o ensino prático sobre protocolos estéreis para manuseio de curativos, e usei luvas, avental e máscara para proteger o paciente e o ambiente ao redor. Após o curativo, abri cuidadosamente os recipientes estéreis para evitar que os produtos fossem contaminados antes do uso. Durante toda a cirurgia, usei pinças estéreis para manter o curativo limpo e o paciente seguro. O uso de luvas estéreis foi crucial para a segurança do paciente e o controle de infecções. No final do tratamento, descartei adequadamente todos os materiais usados, aderindo aos protocolos de segurança para evitar contaminação. Este exercício me ajudou a melhorar minha técnica estéril e a compreender a importância de cada estágio do procedimento de curativo, que tinha como objetivo prevenir infecções e promover a cicatrização ideal da ferida......................................... REFERÊNCIAS: LEMOS, M.A. et al. Técnicas de Enfermagem e Práticas Clínicas em Curativos. São Paulo: Editora Saúde, 2020. SILVA, J. M. et al. Práticas de Enfermagem: Cuidando de Feridas e Prevenindo Infecções. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2018. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Aplicação de técnica estéril no manuseio de curativos INTRODUÇÃO: O cuidado de enfermagem em estomaterapia é crucial para o tratamento de feridas porque permite a seleção adequada de curativos e desbridamentos. O curativo certo é determinado pelo tipo de ferida e estágio de cicatrização, e o enfermeiro deve ter conhecimento sobre coberturas fundamentais para feridas e suas recomendações (Lemos et al., 2020). Alginatos, hidrocoloides e curativos oclusivos são usados para uma série de propósitos, incluindo absorção de exsudato e controle de infecção (Lemos et al., 2020). Cada curativo tem um papel distinto, variando do tratamento de feridas crônicas à prevençãoAlém disso, a experiência prática provou a importância de uma estratégia personalizada que leve em consideração as qualidades únicas de cada paciente e o cenário de tratamento. A prática de coletar sinais vitais foi fundamental para consolidar informações teóricas e melhorar as habilidades clínicas. A experiência adquirida mostra o quão importante essa abordagem é para o diagnóstico precoce de anormalidades, monitoramento do desenvolvimento da doença e tomada de decisões de tratamento. REFERÊNCIAS: Smeltzer, S. C., & Bare, B. G. (2015). Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. Guanabara Koogan. Mccaffery, M., & Pasero, C. (1999). Pain: Clinical manual. Mosby. Potter, P. A., & Perry, A. G. (2013). Fundamentos de Enfermagem. Elsevier. Brunner, L. S., Suddarth, D. S., & Smeltzer, S. C. (2017). Brunner & Suddarth's textbook of medical-surgical nursing. Wolters Kluwer Health. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação e prevenção do câncer de mama INTRODUÇÃO O rastreamento e a prevenção do câncer de mama são componentes essenciais da saúde da mulher porque permitem a detecção precoce de quaisquer anormalidades mamárias. Um histórico médico completo é utilizado para identificar fatores de risco como idade, menstruação precoce e menopausa tardia (Sociedade Americana do Câncer, 2020). Esses fatores são cruciais para avaliar o risco específico da paciente e fornecer recomendações para rastreamento e testes adicionais. A inspeção das mamas, tanto dinâmica quanto estática, é um método importante para detectar alterações visuais como nódulos, assimetrias e alterações na pele ou cor que podem sinalizar processos patológicos (Ministério da Saúde do Brasil, 2015). Um exame dinâmico é realizado com a paciente em uma variedade de posturas, enquanto uma inspeção estática é realizada com a paciente em repouso para detectar quaisquer alterações sutis. Além do exame, as mamas, as redes de linfonodos supraclaviculares, infraclaviculares e axilares são palpadas para detectar nódulos, linfonodos aumentados e outras anormalidades (Shin et al., 2020). Essa sondagem deve ser feita com cuidado e deliberadamente para detectar quaisquer irregularidades. Além disso, o sistema de categorização BI-RADS (Breast Imaging Reporting and Data System) é usado para padronizar e categorizar dados de exames de imagem de mama, como mamografias e ultrassons. (Colégio Americano de Radiologia, 2018) relata que essa categorização auxilia os médicos a determinar se devem fazer um acompanhamento ou mais estudos. Um exame completo e exato, auxilia no diagnóstico precoce do câncer de mama e aumenta a probabilidade de tratamento eficaz.......................................................................................................... RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 04 e Roteiro 03 Avaliação e prevenção do câncer de mama Durante a sessão prática sobre rastreamento e prevenção do câncer de mama, realizei muitos procedimentos críticos para o diagnóstico precoce da doença. Comecei perguntando sobre o histórico médico da paciente, que incluía fatores de risco como histórico familiar, idade, lesões anteriores e uso de hormônios. Esta fase foi crítica para avaliar o risco do indivíduo e orientar as outras etapas da avaliação. As mamas foram avaliadas tanto dinâmica quanto estaticamente. Durante o exame dinâmico, observei a paciente em pé com os braços levantados, procurando por anormalidades visuais, como assimetrias ou alterações na pele. Durante o exame estático, solicitei que a paciente mantivesse os braços ao lado do corpo enquanto eu verificava se havia caroços ou outras alterações nas mamas. A palpação foi realizada em movimentos circulares para garantir uma avaliação completa das mamas. Por fim, usei a classificação BI-RADS, que é baseada em observações mamográficas, para padronizar os dados e explicá-los com precisão aos médicos. Esta prática foi essencial para aplicar o conhecimento adquirido e entender a importância da anamnese, inspeção e palpação no exame clínico. A anamnese ajuda a descobrir indivíduos de alto risco, enquanto o exame e a palpação revelam alterações aparentes e genuínas. Os linfonodos devem ser palpados para procurar metástases, particularmente nas áreas axilar, supraclavicular e infraclavicular. A categorização BI-RADS foi crítica na categorização e orientação do monitoramento dos achados. O exame clínico, combinado com exames de imagem regulares, é crítico para o diagnóstico precoce do câncer de mama, o que tem influência direta nas taxas de cura e nos resultados do tratamento. REFERÊNCIAS: Sociedade Americana do Câncer. (2020). Fatos e números sobre o câncer de mama 2020-2021. Sociedade Americana do Câncer. Brasil, Ministério da Saúde. (2015). Câncer de mama: Diretrizes para a detecção precoce. Ministério da Saúde. Shin, S.J., et al. (2020). Palpação e imagem da mama: principais técnicas na detecção do câncer de mama. Jornal de Oncologia Clínica. Colégio Americano de Radiologia. (2018). Sistema de relatórios e dados de imagens da mama (BI-RADS) Atlas: Sistema de relatórios e dados de imagens da mama. Colégio Americano de Radiologia. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação ginecológica e prevenção do câncer do colo do útero INTRODUÇÃO: Exames ginecológicos e prevenção do câncer cervical são essenciais para a detecção precoce e redução da mortalidade por essa doença, que continua sendo uma das principais causas de morte entre mulheres em muitos países (Brasil, Ministério da Saúde, 2020). O câncer cervical é causado principalmente por infecções crônicas com cepas de alto risco do papilomavírus humano (HPV), e o diagnóstico precoce é possível por meio de exames ginecológicos de rotina (OMS, 2020). O exame ginecológico começa com a preparação adequada da sala e a organização dos materiais necessários, como lâminas histológicas e equipamentos de coleta de amostras (fórmulas de Lugol e ácido acético), que são essenciais para o diagnóstico de alterações celulares no colo do útero (American College of Obstetricians and Gynecologists [ACOG], 2021). Uma anamnese completa é essencial para esta cirurgia, pois variáveis de risco como histórico de IST, número de parceiros sexuais, início sexual precoce e tabagismo podem identificar mulheres com maior probabilidade de desenvolver câncer cervical (Schiffman et al., 2020). Um exame ginecológico completo consiste em uma anamnese, um exame físico abrangente e um estudo da vulva e do ânus para lesões que podem sugerir HPV ou outras infecções. O exame especular consiste em um exame abrangente do colo do útero e da mucosa vaginal, bem como a coleta de amostras citológicas (Papanicolau). O uso de ácido acético e Lugol como procedimentos de inspeção visual visa destacar lesões problemáticas que não seriam vistas durante um exame padrão, auxiliando assim na detecção precoce de anormalidades celulares (Brasil, Ministério da Saúde, 2015). Além das considerações clínicas e laboratoriais, o exame ginecológico adota uma abordagem sindrômica para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), que, se não tratadas, podem aumentar o risco de câncer cervical (OMS, 2020). Examesde infecções (Silva et al., 2018). O desbridamento também é uma parte importante do processo de cicatrização e pode ser feito de três maneiras: autolítico, que permite que o tecido necrótico seja removido naturalmente; enzimático, que usa agentes químicos para acelerar o processo; e mecânico, que usa métodos físicos como irrigação (Lemos et al., 2020). Cada tipo de desbridamento deve ser escolhido após o exame das condições da ferida, com o objetivo de promover a cicatrização e reduzir complicações como infecções (Silva et al. 2018). Esses procedimentos são cruciais para garantir que o paciente receba o tratamento adequado e se recupere rapidamente. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 49 e 50 e Roteiro 33 Assistência de Enfermagem em estomaterapia - Tipos de curativos A sessão de hoje focou na necessidade de cuidados de enfermagem em estomaterapia, incluindo seleção de tecidos e tratamento de feridas. Primeiro, examinamos as coberturas de feridas mais comuns, incluindo curativos de alginato, hidrocoloide e oclusivos, que são selecionados com base nas características da ferida, como absorção de exsudato ou prevenção de infecção. Além disso, pesquisamos terapias de desbridamento e percebemos que há várias opções, incluindo autolítica, enzimática e mecânica. A escolha da forma apropriada de desbridamento é fundamental para remover tecido necrótico e promover a cura. Durante a aula, pudemos praticar os procedimentos de curativo e desbridamento que aprendemos. Essa prática foi crucial para aprender como aplicar corretamente curativos e gerenciar lesões, resultando nos melhores resultados potenciais de cura para os pacientes. REFERÊNCIAS: LEMOS, M.A. et al. Técnicas de Enfermagem e Práticas Clínicas em Curativos. São Paulo: Editora Saúde, 2020. SILVA, J. M. et al. Práticas de Enfermagem: Cuidando de Feridas e Prevenindo Infecções. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2018. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Assistência de Enfermagem em estomaterapia Consulta de Enfermagem INTRODUÇÃO: O primeiro passo para um plano bem-sucedido é uma anamnese completa, que permite ao enfermeiro avaliar o histórico do paciente, as características da ferida e outros fatores que podem atrasar a cicatrização, como comorbidades e medicamentos administrados (Alves et al., 2020). A avaliação da ferida é essencial para determinar o curativo ideal, levando em consideração o exsudato, a infecção e o nível de necrose. O curativo é um dos tratamentos mais importantes na estomaterapia, e os enfermeiros devem aderir aos padrões de esterilidade para garantir a cicatrização adequada e a prevenção de infecções (Lemos et al., 2020). O tipo de curativo usado é determinado pelo estágio da ferida e pode ser hidrofílico, oclusivo ou antibacteriano, dependendo das necessidades individuais do paciente. Além disso, a administração regular de medicamentos e as trocas de curativos são componentes essenciais do cuidado, e o enfermeiro deve aderir às diretrizes profissionais estabelecidas para garantir a eficácia do tratamento (Silva et al. 2018). O monitoramento contínuo do crescimento da ferida é especialmente significativo, pois permite que a terapia seja adaptada à reação do paciente ao tratamento. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 51 e Roteiro 34 Assistência de Enfermagem em estomaterapia - Consulta de Enfermagem A fase inicial da terapia incluiu anamnese e avaliação da ferida, que é um passo importante para aprender sobre o histórico do paciente, o tipo de ferida e quaisquer variáveis que possam influenciar a cicatrização, como uso de medicamentos ou a existência de condições crônicas. Descobrimos que um exame completo da ferida permitiu uma seleção mais exata do curativo e planejamento do tratamento. O segundo procedimento foi a aplicação do curativo, que é fundamental para a proteção e cicatrização da ferida. Na aula prática, aprendi como selecionar o melhor curativo para cada tipo de ferida, levando em consideração o exsudato, a infecção e a necessidade de desbridamento. Os curativos foram administrados assepticamente, seguindo todos os protocolos de controle de infecção. Outra questão abordada foi a prescrição de medicamentos para controle de dor e infecção, bem como as trocas de curativos, que devem ser feitas regularmente com base nas necessidades da ferida e na resposta clínica do paciente. Antibióticos e analgésicos devem ser usados conforme necessário para que a condição melhore. Finalmente, a avaliação da progressão da ferida foi vista como uma etapa importante no tratamento, permitindo que a terapia fosse alterada conforme o processo de cicatrização progredisse. Durante a apresentação, foi enfatizado que o monitoramento contínuo da ferida e a documentação detalhada das alterações são importantes para a eficácia do tratamento. Esta aula foi crucial para consolidar minha compreensão da estomaterapia, e a prática me ajudou a entender os cuidados necessários no tratamento de feridas, desde a avaliação até a administração da medicação adequada. REFERÊNCIAS: ALVES, M. P. et al. Tratamento e Cuidados com Feridas: Práticas de Estomaterapia. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2020. LEMOS, M. A. et al. Técnicas de Enfermagem e Práticas Clínicas em Curativos. São Paulo: Editora Saúde, 2020. SILVA, J. M. et al. Práticas de Enfermagem: Cuidados com Feridas e Prevenção de Infecções. Londres: Oxford University Press, 2018. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Programa Nacional de Imunização e Rede de Frio INTRODUÇÃO: O Programa Nacional de Imunização (PNI) do Brasil é essencial para a prevenção de doenças e promoção da saúde, pois garante o acesso seguro à vacinação. A Cadeia de Frio é essencial nesse processo porque garante que os imunobiológicos sejam armazenados e transportados corretamente, permitindo que as vacinas cheguem com segurança aos locais de aplicação (MS, 2017). A colocação dos imunobiológicos na câmara de vacinação, o gerenciamento da temperatura e o uso de caixas térmicas com bobinas reutilizáveis são etapas importantes para garantir a eficácia da vacina durante o armazenamento e o transporte (ANVISA, 2017). Além disso, a limpeza nas salas de vacinação, incluindo a limpeza contínua e terminal, é crucial para garantir um ambiente seguro, diminuir infecções e proteger a saúde pública (Ministério da Saúde, 2017).................................................................. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 52 e 53 e Roteiro 35 Programa Nacional de Imunização e Rede de Frio Em aula, o professor discutiu como o PNI funciona e sua importância como um dos principais sistemas de saúde pública do Brasil. Ele destacou a necessidade da Cadeia de Frio, que garante que as vacinas sejam armazenadas e disseminadas em temperaturas vitais para sua eficácia. O professor também falou sobre procedimentos seguros de administração de vacinas, como o uso de caixas térmicas e bobinas reutilizáveis para manter as temperaturas estáveis durante o trânsito de imunobiológicos. Ele enfatizou que variações de temperatura podem comprometer a eficácia da vacinação, exigindo monitoramento frequente e cauteloso durante a terapia.Por fim, enfatizamos a necessidade de higiene nas salas de vacinação. O professor distinguiu entre limpeza simultânea, que é realizada regularmente para reduzir o risco de contaminação, e limpeza terminal, que é realizada com mais frequência e cuidado para garantir um ambiente seguro e livre de contaminantes. A apresentação foi prática e instrutiva, fornecendo aos ouvintes uma compreensão completa de como cada estágio da Cadeia de Frio contribui para a segurança e a qualidade das vacinas fornecidas ao público. REFERÊNCIAS: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). (2017). Manual da Rede de Frio: Boas práticas para a sala de vacinação. Brasília: ANVISA. Ministério da Saúde. (2014). Manual de conservação de vacinas. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. (2017). Programa Nacional de Imunizações: 44 anos de história. Brasília: Ministério da Saúde. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Higienização das mãos INTRODUÇÃO: Brasil (2017), Pittet et al. (2000) a higiene das mãos é uma abordagem muito eficaz para prevenir infecções e promover a saúde, principalmente em hospitais e ambientes de saúde. Práticas adequadas de higiene das mãos são essenciais para minimizar a disseminação de bactérias nocivas e, assim, proteger tanto a equipe de saúde quanto os pacientes. Os métodos mais frequentes de higiene das mãos são desinfetante para as mãos à base de álcool e água e sabão, cada um com recomendações exclusivas com base nas circunstâncias. A Organização Mundial da Saúde (OMS, 2009) recomenda lavar as mãos com água e sabão quando estiverem visivelmente sujas e usar desinfetante para as mãos à base de álcool quando não houver sujeira aparente. Para ser eficaz, a rotina de higiene deve incluir medidas precisas, como limpar todas as superfícies das mãos, incluindo entre os dedos e abaixo das unhas. A adesão estrita a essas práticas é essencial para diminuir as infecções associadas à assistência à saúde. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 54 e Roteiro 36 Higiene das mãos O professor abriu a sessão enfatizando a necessidade da limpeza das mãos como uma das maneiras mais eficazes de evitar doenças, principalmente em ambientes hospitalares. Ele discutiu cuidadosamente as duas técnicas principais de higiene das mãos: álcool em gel e água e sabão, incluindo quando cada uma é apropriada. A sessão inclui demonstrações reais nas quais o professor demonstrou técnicas adequadas de lavagem das mãos, como massagear as palmas e limpar as unhas. Ele também destacou os períodos críticos para praticar a higiene das mãos, como antes e depois do contato com pacientes ou objetos perigosos. Ao longo da aula, o professor enfatizou a necessidade de seguir rigorosamente os protocolos para salvaguardar a segurança dos pacientes e da equipe de saúde. REFERÊNCIAS: Organização Mundial da Saúde (OMS). (2009). Manejo da higiene das mãos em serviços de saúde. Genebra: OMS. Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Procedimentos de higienização das mãos: protocolo de segurança do paciente. Brasília: Ministério da Saúde. Pittet, D., et al. (2000). Higiene das mãos e risco de transmissão de agentes infecciosos no ambiente hospitalar. Controle de Infecções Hosp Epidemiol, 21(6), 327-336. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Calendário vacinal da criança INTRODUÇÃO: O calendário de vacinação de crianças e adolescentes é uma das abordagens mais importantes para evitar doenças infecciosas, garantindo que as vacinas sejam administradas de acordo com o PNI. A vacinação é uma das abordagens mais eficazes para proteger indivíduos e comunidades de doenças catastróficas e surtos (Brasil, 2017). De acordo com o Ministério da Saúde (2020), o PNI cria calendários de vacinação que incluem as vacinas a serem administradas a cada faixa etária, bem como os intervalos entre as doses, que variam dependendo das características epidemiológicas do país. O preenchimento correto do cartão de vacinação é fundamental para o monitoramento preciso do status de vacinação e para garantir que todas as doses sejam fornecidas no momento apropriado, evitando assim a falha da imunização. O Programa Nacional de Imunização (PNI) também atualiza frequentemente essas diretrizes para abordar preocupações emergentes de saúde pública, como a disseminação de doenças preveníveis por vacinação. O preenchimento correto do cartão de vacinação permite a verificação e o controle das vacinas administradas, além de servir como um registro vital para o monitoramento da saúde de crianças e adolescentes (Pereira et al., 2019). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 55 e 56 e Roteiro 37 Calendário vacinal da criança e do adolescente O professor começou descrevendo os componentes do calendário de vacinação e enfatizando as imunizações necessárias para cada faixa etária, do nascimento à puberdade. Ele ressaltou que, para garantir que essas vacinas sejam administradas nos momentos apropriados, o Programa Nacional de Imunização as programa com base no risco de exposição e nos requisitos de proteção de cada faixa etária. A descrição do professor sobre os regimes de vacinação, que envolvem doses de reforço e o tempo entre elas, além da dosagem inicial, foi o aspecto mais fascinante. Como nos permite acompanhar os registros de imunização e identificar quaisquer imunizações que ainda estejam pendentes, ele explicou que preencher corretamente o cartão de vacinação é crucial. Para evitar administrar vacinas em intervalos inadequados, o professor enfatizou ainda a necessidade de os médicos ficarem de olho no status de imunização de cada criança ou adolescente. Além de nos dar informações acadêmicas sobre vacinas e calendários de vacinação, demonstrou a necessidade de verificar regularmente o status de imunização usando o cartão de vacinação. Por causa da abordagem prática do professor ao material, fomos capazes de compreender como esse conhecimento pode ser usado na enfermagem normal. REFERÊNCIAS: Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Cartão de vacinação: orientações para o preenchimento. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. (2020). Calendário Nacional de Vacinação 2020. Brasília: Ministério da Saúde. Pereira, M.A., et al. (2019). A importância do cumprimento do calendário vacinal na infância e adolescência. Revista Brasileira de Imunização, 8(4), 221-230. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Calendário vacinal do adulto, da gestante e do idoso INTRODUÇÃO: Para preservar a saúde em todas as fases da vida e oferecer proteção contra doenças infecciosas que podem ser evitadas pela vacinação, adultos, gestantes e idosos devem aderir ao calendário de imunização recomendado. Embora frequentemente associadas às crianças, as imunizações são necessárias em todasas fases da vida, com calendários diferentes para cada faixa etária (Brasil, 2017). Os adultos devem receber vacinas com base em seu estado de saúde atual, histórico de imunizações e fatores de risco, de acordo com o Ministério da Saúde (2020). Para proteger a mãe e a criança, as gestantes devem receber vacinas. Em pontos específicos durante a gravidez, as vacinas recomendadas, como influenza e DTaP (difteria, tétano e coqueluche), devem ser administradas com cautela. Os idosos exigem um calendário de imunização mais rigoroso, pois seus sistemas imunológicos se deterioram com a idade, deixando-os mais vulneráveis a doenças como influenza e pneumonia, para as quais a vacinação é uma das melhores medidas preventivas (Pereira et al., 2019). Para garantir que todas as doses sejam administradas nos momentos corretos e monitorar e regular continuamente o estado de imunização desses grupos, o cartão de vacinação deve ser preenchido corretamente.......................................................................................... RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 57 e Roteiro 38 Calendário vacinal do adulto, da gestante e do idoso Entender a necessidade de vacinação em vários períodos da vida foi facilitado pela apresentação sobre o calendário de imunização para adultos, gestantes e idosos. Ao descrever os regimes de vacinação precisos para cada faixa etária, o palestrante enfatizou a necessidade de imunização contínua, mesmo após a infância, para prevenir infecções graves. O professor começou descrevendo como o calendário de imunização varia dependendo do estágio da vida e se aplica a adultos, gestantes e idosos, além de crianças. Ele destacou que uma variedade de fatores, como a probabilidade de contrair certas doenças, histórico de vacinação anterior e problemas médicos pré- existentes, podem influenciar o regime de imunização de um adulto. O professor enfatizou a importância das vacinas contra gripe e DTaP para gestantes, a fim de proteger a mãe e o feto. Receber essas vacinas durante a gravidez é seguro. Outro assunto importante que foi discutido foi a vacinação de idosos. O professor afirma que, como nossos sistemas imunológicos enfraquecem com a idade, a vacinação é ainda mais crucial para prevenir doenças como gripe, pneumonia e outras infecções respiratórias. Ele também enfatizou para nós a necessidade de preencher corretamente o cartão de vacinação para manter o controle exato sobre o status de imunização de cada paciente e garantir que todas as imunizações sejam administradas nos momentos adequados. Ganhei muito conhecimento na sessão e passei a entender a importância das vacinas para toda a vida de uma pessoa, não apenas quando criança. O professor entrou em muitos detalhes sobre a necessidade de manter um cartão de vacinação atualizado e como cada faixa etária deve receber vacinas de acordo com o calendário de imunização. Hoje, me sinto mais preparado para aconselhar os pacientes sobre o calendário de vacinação e enfatizar a necessidade da vacinação, especialmente para grupos de maior risco, como gestantes e idosos. REFERÊNCIAS: Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Calendário Nacional de Vacinação 2017. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. (2020). Calendário Nacional de Vacinação 2020. Brasília: Ministério da Saúde. Pereira, MA, et al. (2019). A Importância da vacinação em adultos e idosos: estratégias para um envelhecimento saudável. Revista Brasileira de Imunização, 9(2), 115-123. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CCURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Atenção Domiciliar INTRODUÇÃO: Uma abordagem significativa para a assistência à saúde é o atendimento domiciliar (AD), que fornece aos pacientes que podem não precisar de hospitalização um atendimento contínuo e individualizado. Um projeto de tratamento específico, suporte matricial, clínica ampliada e recepção são os componentes essenciais da gestão do cuidado em AD (Almeida & Lima, 2017). O projeto terapêutico personalizado adapta o plano de tratamento às necessidades do paciente, a clínica ampliada e o suporte matricial promovem o trabalho em equipe interdisciplinar, e a recepção ajuda o paciente e o profissional a construir uma conexão (Brasil, 2018). Ao classificar a complexidade do cuidado em AD, a equipe pode verificar o grau de cuidado necessário e modificar a intervenção com base na gravidade e complexidade da condição do paciente (Costa, 2020). Para garantir a continuidade e a segurança do cuidado, o atendimento domiciliar também inclui práticas como curativos e administração de medicamentos, que estão sempre alinhadas à sistematização do processo de trabalho (Ministério da Saúde, 2018). Os cuidados paliativos, que buscam aliviar a agonia do paciente e de sua família e proporcionar conforto, são cruciais na AD, principalmente para pacientes que estão se aproximando do fim de suas vidas (Silva, 2019). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 58 e 59 e Roteiro 39 Atenção domiciliar A aula sobre Atenção Domiciliar foi de grande importância para compreendermos os diferentes aspectos do cuidado à saúde prestado fora dos hospitais. O professor explicou como a atenção domiciliar (AD) abrange vários elementos essenciais para a gestão do cuidado, como o acolhimento, a clínica ampliada, o apoio matricial e o projeto terapêutico singular. O professor iniciou a aula explicando que a Atenção Domiciliar não se limita a oferecer cuidados médicos, mas envolve uma gestão mais ampla e integrada da saúde. Ele destacou o acolhimento como um primeiro passo essencial para a criação de um vínculo entre o profissional de saúde e o paciente, permitindo uma comunicação eficaz e um cuidado personalizado. Outro ponto importante abordado foi o projeto terapêutico singular, que visa elaborar um plano de cuidados adaptado às necessidades específicas de cada paciente. O professor enfatizou que a AD deve ser centrada no paciente, com a participação ativa da família no planejamento e execução do cuidado. A abordagem familiar foi um tema central, e o professor explicou como ferramentas como o genograma e o ecomapa ajudam a mapear as relações familiares e os recursos disponíveis, facilitando o cuidado. A classificação de complexidade do cuidado também foi explicada, onde o professor detalhou como ela ajuda a equipe de saúde a decidir o nível de cuidado necessário para cada paciente, desde os casos de baixa complexidade até os cuidados mais intensivos. Finalmente, o professor falou sobre os cuidados paliativos, que são essenciais em AD, especialmente para pacientes com doenças terminais. A ênfase foi no alívio do sofrimento e na promoção do conforto, tanto para o paciente quanto para a família. A aula foi bastante esclarecedora e me proporcionou uma visão abrangente da Atenção Domiciliar, evidenciando a importância da organização e da personalização do cuidado. Compreendi a relevância de uma abordagem centrada na família e na comunidade, além de entender os diversos elementos que influenciam o cuidado domiciliar, como a classificação de complexidade e os cuidados paliativos. Agora, sinto-me mais preparada para aplicar esses conceitos na prática, principalmente no cuidado a pacientes com necessidades específicas e complexas. REFERÊNCIAS: Almeida, M. & Lima, A. (2017). A abordagem familiar na atenção domiciliar: reflexões para o cuidado. Revista Brasileira de Enfermagem, 70(4), 828-834. Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Atenção Domiciliar: Manual de Implementação. Brasília: Ministério da Saúde.Brasil. Ministério da Saúde. (2018). Atenção Domiciliar: Orientações para a gestão do cuidado e assistência. Brasília: Ministério da Saúde. Costa, R. (2020). Classificação de Complexidade no Cuidado em Atenção Domiciliar: Desafios e Perspectivas. Revista de Saúde Pública, 54(2), 112-118. Silva, M. (2019). Cuidados Paliativos: Práticas na Atenção Domiciliar. São Paulo: Editora da Saúde. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Programa Saúde na Escola INTRODUÇÃO: O Programa Saúde na Escola (PSE) é uma estratégia interinstitucional projetada para melhorar a saúde e o bem-estar de crianças e adolescentes nas escolas, integrando iniciativas de saúde e educação. Além de revisar o calendário de vacinação, a iniciativa visa detectar e tratar doenças negligenciadas, incluindo hanseníase, tuberculose e malária, bem como doenças como hipertensão arterial sistêmica (HAS) (Brasil, 2017). O exame clínico e psicossocial é essencial para a saúde antropométrica, nutricional, oftalmológica, auditiva e odontológica e monitoramento psicológico (Brasil, 2018). Outros pilares importantes que auxiliam na prevenção de doenças relacionadas à desnutrição incluem a promoção da segurança alimentar e a manutenção de uma dieta balanceada. O PSE também inclui iniciativas para prevenir o HIV/AIDS e ISTs e para aumentar a conscientização pública sobre saúde sexual e reprodutiva. Ao desencorajar o uso de álcool, tabaco e outras substâncias, o programa também ensina às crianças a importância de escolher escolhas seguras e saudáveis. Evitar a violência, promover uma cultura de paz e promover a saúde ambiental também são necessários para um ambiente escolar seguro que apoie o crescimento sustentável e a qualidade de vida dos alunos (Ministério da Saúde, 2019). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 60 e Roteiro 40 Programa Saúde na Escola O professor começou a aula destacando o papel fundamental do PSE na identificação e prevenção de doenças prevalentes entre os estudantes, como hipertensão arterial sistêmica, hanseníase, tuberculose e malária. A atualização do calendário vacinal foi enfatizada como uma das ações cruciais para garantir a imunização adequada da população escolar, evitando surtos de doenças evitáveis por vacina. O professor também abordou as avaliações realizadas, como a avaliação antropométrica, nutricional, auditiva, oftalmológica e da saúde bucal, que são essenciais para o acompanhamento da saúde dos estudantes e o diagnóstico precoce de possíveis problemas. Outro ponto importante abordado foi a parte psicossocial do PSE, onde o professor explicou a necessidade de um olhar atento à saúde mental dos estudantes, além de promover ações de acolhimento. O programa também inclui ações voltadas para a segurança alimentar e a promoção da alimentação saudável, enfatizando a importância da educação nutricional nas escolas para prevenir doenças relacionadas à alimentação inadequada. Além disso, o professor detalhou as ações de saúde sexual e reprodutiva, abordando a importância da educação para a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (ISTs) e HIV/aids, além da prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas. Essas ações visam promover a saúde física e mental dos estudantes, incentivando escolhas saudáveis desde a adolescência. A prevenção da violência e a promoção da cultura de paz também foram temas abordados, destacando como as escolas podem ser espaços seguros e acolhedores para o desenvolvimento dos alunos. A aula foi bastante enriquecedora, proporcionando uma visão abrangente do Programa Saúde na Escola e suas diversas ações voltadas para a promoção da saúde e prevenção de doenças. REFERÊNCIAS: Brasil. Ministério da Saúde. (2018). Programa Saúde na Escola: Protocólo de ações de saúde nas escolas. Brasília: Ministério da Saúde. Ministério da Saúde. (2019). Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE): Estratégias de educação e promoção da saúde. Brasília: Ministério da Saúde. Brasil. Ministério da Saúde. (2017). Programa Saúde na Escola: Protocólo de ações de saúde nas escolas. Brasília: Ministério da Saúde.ginecológicos regulares, juntamente com a vacinação contra o HPV, são medidas cruciais para evitar o câncer cervical e melhorar a saúde das mulheres. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 05 e 06 e Roteiro 04 Avaliação ginecológica e prevenção do câncer do colo do útero Durante a sessão prática sobre exame ginecológico e prevenção do câncer cervical, demonstrei vários métodos importantes para identificação precoce de doenças. A primeira etapa foi montar o espaço, o que incluiu reunir os suprimentos essenciais, como lâminas de histologia e ferramentas de exame visual, como ácido acético e Lugol. Esse primeiro cuidado garante tanto a qualidade do exame quanto a segurança da paciente. A anamnese foi a primeira etapa em que avaliei os fatores de risco para câncer cervical, incluindo histórico familiar, número de parceiros sexuais e hábitos de fumar. Essa coleta de dados é fundamental para identificar indivíduos mais propensos a ter alterações cervicais e determinar a necessidade de monitoramento adicional. Em seguida, realizei um exame físico completo, incluindo uma verificação da vulva e do ânus, o que é fundamental para detectar alterações aparentes em doenças sexualmente transmissíveis. Esses distúrbios podem apontar para problemas ginecológicos mais sérios, como câncer cervical. O exame especular me permitiu ver o colo do útero e coletar amostras para análise citológica. Para uma investigação mais completa, empreguei ácido acético e Lugol para descobrir regiões com possíveis alterações celulares, como aquelas induzidas pelo HPV. Essas moléculas auxiliam na detecção de lesões precoces que precisam ser monitoradas. Finalmente, discutimos a abordagem sindrômica para ISTs, que é importante no desenvolvimento do câncer cervical. O tratamento adequado dessas infecções é crucial para evitar complicações futuras. O diagnóstico precoce de ISTs, juntamente com o exame físico e medidas de inspeção visual, pode reduzir significativamente o risco de câncer cervical. Finalmente, a prática foi necessária para desenvolver exames ginecológicos e estratégias de prevenção do câncer cervical. A coleta de histórico, o exame físico, o exame especular e a inspeção com ácido acético e Lugol são etapas necessárias para a detecção precoce e o monitoramento contínuo da saúde ginecológica das mulheres, e desempenham um papel essencial na prevenção do câncer cervical. REFERÊNCIAS: Brasil, Ministério da Saúde. (2015). Prevenção e Controle do Câncer de Colo do Útero. Ministério da Saúde. Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG). (2021). Ginecologia: Exame físico e exames preventivos. ACOG. Organização Mundial da Saúde (OMS). (2020). Prevenção e controle do câncer cervical: um guia para gerentes de programas. Schiffman, M., et al. (2020). Papilomavírus Humano e Câncer Cervical: Evidências para Prevenção e Triagem. Jornal de Oncologia Clínica. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TITULO DO ROTEIRO: Pré-natal 1ª Consulta INTRODUÇÃO: A primeira consulta pré-natal é um marco importante no acompanhamento da gestante, pois representa o início de um cuidado sistemático durante a gestação, com foco na saúde da mãe e do feto. Segundo a (OMS), o pré-natal é fundamental para o diagnóstico precoce de problemas, resultando em uma gestação mais segura e saudável para a mãe e o bebê (OMS, 2016). O pré-natal deve começar no início da gestação, preferencialmente até a 12ª semana, para garantir que a gestante receba as orientações e o acompanhamento necessários (Brasil, 2012). A primeira consulta exige que o profissional de saúde confirme a gestação, colete informações sobre as queixas, desconfortos e sentimentos da gestante e examine a última menstruação (DUM) para determinar a data prevista para o parto (DPP) e a idade gestacional (IG) (Brito & Lima, 2020). Avaliar o estado de imunização, os níveis de pressão arterial e o crescimento do peso, bem como calcular o (IMC) e fazer revisões dietéticas, é fundamental para monitorar a saúde materna e detectar possíveis preocupações (Nogueira et al., 2019). Também é necessário preencher o sistema de informação pré-natal (SIS pré- natal), identificar riscos e solicitar exames laboratoriais, como hemograma, glicemia, testes de IST e ultrassonografias obstétricas (Brasil 2012). Essas ferramentas oferecem monitoramento contínuo e diagnóstico precoce de potenciais complicações na gravidez. Os suplementos de sulfato ferroso e ácido fólico são indicados para prevenir anemia e anormalidades do tubo neural, respectivamente (Figueiredo et al., 2017). Durante a consulta, as mamas são inspecionadas clinicamente, a altura uterina é medida, os batimentos cardíacos fetais são ouvidos e os movimentos fetais são documentados, tudo isso auxilia no rastreamento do crescimento fetal (Medeiros et al., 2018). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 07 e 08 e Roteiro 05 Pré-natal: 1ª consulta Durante a sessão pré-natal inicial, realizada em duplas, confirmamos a gravidez e calculamos a (DPP) e a (IG) com base na última menstruação (DUM), o que é necessário para organizar o acompanhamento da gravidez e testes futuros. Durante a anamnese, a gestante notou sintomas do início da gravidez, como náuseas e fadiga. Reconhecemos suas preocupações e a aconselhamos sobre como lidar com elas, enfatizando a importância do apoio emocional e psicológico neste momento. Investigar sintomas e sensações é uma etapa importante porque nos permite identificar potenciais problemas de saúde mental e física, como ansiedade ou estresse. O check-up físico incluiu testes de pressão arterial e crescimento de peso, que estavam todos dentro das faixas normais. A estimativa do IMC indicou que a gestante estava em boas condições nutricionais e não tinha risco de desenvolver problemas relacionados ao peso. Concluímos a avaliação de risco, que encontrou apenas um pequeno risco, permitindo o monitoramento pré-natal regular sem terapia adicional. Para monitorar a saúde materna e fetal, exames laboratoriais como hemograma, glicemia de jejum, VDRL e HIV foram solicitados. Ultrassonografia obstétrica foi aconselhada para monitorar o progresso fetal. Também recomendamos que a gestante continue tomando sulfato ferroso e ácido fólico, duas vitaminas essenciais para evitar anemia e defeitos do tubo neural. O exame obstétrico incluiu métodos de Leopold para determinar a posição fetal, medir a altura uterina e detectar batimentos cardíacos fetais. Além disso, palpamos as mamas e verificamos se havia edema para fornecer informações sobre sintomas comuns da gravidez. Esta consulta inicial proporcionou uma oportunidade importante para administrar terapia essencial à gestante, fazer testes de rotina e estabelecer um vínculo para monitoramento pré-natal contínuo, tudo com o objetivo de proteger a saúde materna e fetal e a detecção precoce de quaisquer problemas. As consultas em pares permitiram um compartilhamento mais eficaz de conhecimento e aprendizado, resultando em um tratamento mais completo e completo. REFERÊNCIAS: Brasil. (2012). Protocolo de condutas para atenção integral à saúde da mulher. Ministério da Saúde. Brito, LM e Lima, FL (2020). O acompanhamento da gestação: práticas e cuidados na primeira consulta. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 42(7), 445-450. Figueiredo, PP, Silva, CL, & Pereira, AF (2017). Suplementação na gestação: ácido fólico e sulfato ferroso. Revista de Nutrição, 30(3), 327-334. Medeiros, LP, Fernandes, JG, & Gomes, GS (2018). O exame obstétrico: técnicas e aplicações.Revista Brasileira de Medicina, 75(2), 120-125. Nogueira, R. M., Silva, A. L., & Costa, R. A. (2019). A avaliação nutricional na gestação: importância e métodos. Jornal Brasileiro de Nutrição, 22(4), 435-439. OMS. (2016). Recomendações da OMS sobre cuidados pré-natais para uma experiência positiva na gravidez. Organização Mundial de Saúde. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TITULO DO ROTEIRO: Pré-natal Consulta 2º e 3º Trimestre INTRODUÇÃO O monitoramento da gestação no segundo trimestre é fundamental para a saúde da gestante e do feto. Durante esse período, exames pré-natais devem ser realizados para monitorar o crescimento da gestação e descobrir precocemente problemas como hipertensão gestacional e diabetes. O monitoramento contínuo do estado de saúde materno-fetal pode ajudar a reduzir riscos e tratar quaisquer anormalidades clínicas que possam ocorrer (Brasil 2012). O primeiro passo no atendimento é indagar sobre os sintomas, desconfortos e sentimentos da gestante, que são cruciais para estabelecer sua saúde mental e emocional (Mota et al., 2015). Além disso, é necessário revisar o cartão da gestante, que contém informações importantes como seu histórico médico, vacinas e outros fatos relacionados à gestação. A verificação da idade gestacional (IG) com a data da última menstruação (DUM) e ultrassonografia (US) é crucial para avaliar se a gestação está progredindo adequadamente, permitindo um melhor planejamento do tratamento, se necessário (Matos et al., 2017). Durante as consultas do segundo trimestre, exames laboratoriais como o teste de tolerância à glicose (TTG) de 75g, teste de Coombs indireto e testes de repetição de toxoplasmose são realizados com base na saúde da gestante. Esses exames auxiliam na detecção de condições como diabetes gestacional e infecções que podem afetar a gravidez (Brasil, 2015). Pressão arterial, crescimento ponderal e cálculo do IMC são essenciais para avaliar a saúde materna e reconhecer distúrbios como pré-eclâmpsia e desnutrição (Santos et al., 2019). O exame obstétrico inclui os métodos de Leopold para avaliar a posição fetal, auscultar os batimentos cardíacos fetais e medir a altura uterina, todos necessários para monitorar a saúde fetal e diagnosticar anormalidades na posição fetal. Nascimento et al. (2020) fornecem informações sobre os sinais de parto e como escolher uma maternidade de referência para ajudar as gestantes a se prepararem para o parto. .................................................................................................................. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 9 e Roteiro 6 Pré-natal consultas subsequentes do 2º e 3º trimestres Durante as consultas pré-natais do segundo trimestre, foi possível realizar um monitoramento abrangente da saúde da mãe e do feto, além de uma variedade de responsabilidades críticas para acompanhar o progresso da gravidez. O primeiro passo foi perguntar sobre os sintomas, desconfortos e sentimentos da gestante, o que é uma maneira importante de detectar quaisquer problemas psicológicos ou emocionais, como ansiedade ou depressão pré-natal. O exame do cartão da gestante, bem como o cálculo da (IG) usando a data da (DUM) e ultrassonografia (US), garantiram precisão no monitoramento da gravidez, o que é fundamental para determinar o momento do parto e tomar as medidas adequadas. A avaliação da vacinação e a indicação de exames laboratoriais, como o teste de tolerância à glicose, o teste de Coombs indireto e o teste de toxoplasmose, foram usados para detectar doenças, incluindo diabetes gestacional e infecções, que podem ter uma influência direta na gravidez e no bem-estar fetal. A verificação da pressão arterial, a medição do ganho de peso e o cálculo do IMC forneceram uma avaliação do estado nutricional da gestante, o que é fundamental para reconhecer alterações como hipertensão gestacional, pré- eclâmpsia e desnutrição. Os níveis de sulfato ferroso, ácido fólico e hemoglobina foram sugeridos para evitar deficiências nutricionais e anemia materna, todas frequentes no segundo trimestre e que podem afetar a saúde da mãe e do feto. O exame obstétrico, que incluiu manobras de Leopold para identificar a posição fetal, medidas de altura uterina e ausculta dos batimentos cardíacos fetais, permitiu o rastreamento do crescimento fetal. Além disso, movimentos fetais, exames de mama e triagem de edema foram realizados para monitorar a saúde da gestante e do bebê, identificando possíveis problemas como retenção de líquidos ou anormalidades nos sinais vitais fetais. Esta estratégia abrangente e sistemática no segundo trimestre apoia a detecção precoce de problemas, prevenção de doenças e a saúde da gestante e do feto. A combinação de abordagens de monitoramento clínico e laboratorial fornece uma base firme para uma gravidez saudável e segura. REFERÊNCIAS: Brasil. Ministério da Saúde. (2012). Atenção ao pré-natal de baixo risco. Secretaria de Atenção à Saúde. Brasil. Ministério da Saúde. (2015). Manual de condutas em gestação de alto risco. Secretaria de Atenção à Saúde. Matos, M. A., Silva, M. L., & Oliveira, R. L. (2017). O acompanhamento da gestação no segundo trimestre. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, 39(10), 557-563. https://doi.org/10.1055/s-0037-1601505 Mota, C. M. A., Lima, M. D. F., & Souza, M. C. F. (2015). Impacto do acompanhamento psicológico no segundo trimestre de gestação. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 15(3), 365-373. Nascimento, S. A. M., Almeida, C. P., & Pereira, A. P. (2020). A importância do acompanhamento obstétrico no segundo trimestre de gestação. Journal of Maternal Health, 6(1), 45-52. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: 7. Consulta ao Paciente com Diabetes Melittus INTRODUÇÃO: A consulta de Diabetes Mellitus é um aspecto importante do cuidado e gerenciamento dessa condição crônica, que requer monitoramento constante para evitar complicações sérias, incluindo doenças cardiovasculares, neuropatias e insuficiência renal. Diabetes Mellitus é um distúrbio metabólico marcado por altos níveis de glicose no sangue devido à produção ou atividade inadequada de insulina. (American Diabetes Association [ADA], 2020). Organizar o ambiente e fornecer equipamentos de consulta, como fita métrica, luvas, um gliômetro, tiras de teste de glicemia e recipientes adequados para descarte de objetos cortantes são etapas críticas para garantir a segurança e a eficiência do procedimento (Cozzarelli et al., 2018). Uma anamnese completa, que inclui uma avaliação dos fatores de risco, histórico anterior, queixa primária e histórico atual da doença, permite que o profissional de saúde entenda melhor a condição do paciente e detecte comorbidades precocemente (Zimmet et al., 2019). Marcadores clínicos como altura, peso, circunferência da barriga, IMC (índice de massa corporal) e glicemia capilar são essenciais para monitorar o controle glicêmico e a saúde geral do paciente (Bastos et al. 2018). Além disso, testes de sinais vitais, como pressão arterial e frequência cardíaca, fornecem informações importantes sobre a terapia da doença e a presença de distúrbios relacionados, incluindo hipertensão e dislipidemia (Kuo et al., 2020). A orientaçãosobre o uso de um glicosímetro e o automonitoramento da glicemia capilar são essenciais, pois a educação do paciente sobre como regular sua glicemia é um fator importante na eficácia do tratamento da doença (Sacks et al., 2019). Também é essencial promover a adesão a tratamentos farmacológicos e não farmacológicos, como insulina, uma dieta saudável e atividade física regular (Mottalib et al. 2019). Exames laboratoriais como hemograma, função renal e glicemia são solicitados de acordo com protocolos estabelecidos para monitorar o gerenciamento da doença e preocupações relacionadas (National Institute for Health and Care Excellence [NICE], 2021). O Diabetes Mellitus deve ser controlado adequadamente por uma mistura de avaliação clínica rigorosa, aconselhamento educacional e estratégias terapêuticas individualizadas. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 10 e 11 e Roteiro 7 Consulta ao paciente com Diabetes mellitus Durante a consulta laboratorial, a coleta de dados clínicos e a análise de métricas como altura, peso, IMC e glicemia capilar foram essenciais para monitorar o estado glicêmico do paciente. O monitoramento da glicemia capilar, realizado com um glicosímetro, é uma importante ferramenta de diagnóstico e gerenciamento rápido da glicemia para pacientes diabéticos que precisam alterar continuamente sua dieta e medicamentos. Para descobrir prováveis úlceras diabéticas, uma das complicações mais comuns do diabetes mellitus, os membros inferiores tiveram que ser examinados e lesões encontradas. A neuropatia diabética, que normalmente é assintomática, pode prejudicar os membros inferiores. Como resultado, a equipe de saúde deve avaliar a perfusão sanguínea e a sensibilidade dos pés dos pacientes com diabetes para detectar quaisquer irregularidades precocemente e evitar repercussões mais sérias, como amputação. O diabetes exige saber como usar um glicosímetro e automonitorar os níveis de glicemia capilar. Os pacientes podem automonitorar seus níveis de glicemia e tomar decisões informadas sobre nutrição, exercícios e dosagens de prescrição. Ensinar os pacientes a injetar insulina corretamente é outro componente crucial, pois muitos pacientes, particularmente aqueles com diabetes tipo 1, dependem desse medicamento para controle glicêmico. Treinar os pacientes sobre como injetar insulina com segurança e eficácia pode melhorar a adesão ao tratamento e, portanto, o controle da doença. Além disso, promover hábitos alimentares saudáveis e atividade física regular é crucial para o controle da doença sem a necessidade de medicamentos. A consulta enfatizou a importância do controle de peso e evitar refeições com alto índice glicêmico, pois essas ações podem prevenir ou retardar o início de problemas de diabetes, como hipertensão e dislipidemia. Para recapitular, uma visita ao laboratório com um boneco diabético fornece uma oportunidade ideal para monitorar a progressão da doença e tomar as medidas adequadas, reduzindo riscos e evitando consequências. Toda a abordagem, que inclui exames clínicos, recomendações de gerenciamento da doença e solicitações de exames laboratoriais, melhora significativamente o controle do diabetes e a satisfação do paciente. REFERÊNCIAS: Associação Americana de Diabetes (ADA). (2020). Padrões de atendimento médico em diabetes — 2020. Cuidados com diabetes, 43 (Suplemento 1), S66- S76. https://doi.org/10.2337/dc20-S006 Bastos, MT, Silva, RM e Oliveira, TG (2018). Diabetes Mellitus: Abordagem clínica e terapêutica. São Paulo: Editora Manole. Cozzarelli, C., Alva, J., & Ribeiro, M. (2018). Gestão clínica do Diabetes Mellitus: Prática do dia a dia. Rio de Janeiro: Editora Rubio.7 Kuo, CF, Yang, YH e Chang, LS (2020). Manejo clínico do diabetes em idosos. Pesquisa e revisões sobre diabetes e metabolismo, 36(1), e3242. https://doi.org/10.1002/dmrr.3242 Mottalib, A., Rahman, M., & Haque, E. (2019). Adesão às práticas de autocuidado e controle glicêmico entre pacientes com diabetes: uma revisão sistemática. Journal of Diabetes Research, 2019, 1478509. https://doi.org/10.1155/2019/1478509 National Institute for Health and Care Excellence (NICE). (2021). Diabetes em adultos: Gestão. Diretriz NICE [NG28]. Recuperado de https://www.nice.org.uk/guidance/ng28 Sacks, D. B., Arnold, M., & Bakris, G. L. (2019). Diretrizes e recomendações para a medição da hemoglobina glicada na prática clínica. Diabetes Care, 42 (2), 303- 309. https://doi.org/10.2337/dc18-1099 Zimmet, P. Z., Alberti, K. G. M. M., & Shaw, J. E. (2019). Implicações globais e sociais da epidemia de diabetes. Natureza, 414(6865), 782-787. https ://doi.org/10.1038/414782a CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Avaliação do pé diabético INTRODUÇÃO: O exame do pé diabético é uma ferramenta terapêutica essencial para evitar e controlar distúrbios relacionados ao diabetes, particularmente aqueles que envolvem lesões nos pés que podem resultar em amputação. O primeiro estágio é um histórico de saúde dos pés, no qual o especialista avalia o histórico médico do paciente, como úlceras anteriores, amputações e neuropatia (Nascimento et al., 2021). Inspecionar pés e calçados é fundamental para identificar sinais óbvios de lesões, doenças ou anomalias. Escolher o calçado apropriado é crucial para evitar lesões, pois o atrito e a pressão excessiva podem criar grandes problemas (Lopes et al., 2019). Um exame clínico básico do pé, que inclui arquitetura, umidade, cor, temperatura, distribuição dos pelos e integridade das unhas e da pele, pode mostrar anormalidades que indicam problemas circulatórios ou neurológicos (Santos & Lima, 2020). O teste neurológico é uma parte importante do procedimento diagnóstico, particularmente ao determinar a sensibilidade ao toque, dor, temperatura e vibração. Alterações nesses testes podem sugerir neuropatia diabética, que é uma das consequências mais prevalentes do diabetes. O exame também envolve um teste de reflexos tendinosos e função motora, que são essenciais para determinar a saúde do sistema nervoso periférico (Ferreira et al., 2021). Um exame vascular é realizado para verificar pulsos no pé e avaliar a perfusão sanguínea, pois a circulação inadequada pode contribuir para a formação de úlceras e cicatrização retardada (Costa & Almeida 2020). Finalmente, a Sociedade Brasileira de Diabetes define a categorização de risco como uma técnica para categorizar pacientes com base na presença de problemas como neuropatia, vasculopatia ou deformidades, auxiliando assim na criação de estratégias de manejo preventivo e terapêutico. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 12 e Roteiro 8 Avaliação do pé diabético A discussão começou com uma explicação sobre a necessidade de um histórico médico abrangente, com ênfase nos pés do paciente diabético. Aprendi a levar em consideração aspectos como o período desde o diagnóstico de diabetes, episódios anteriores de úlceras ou feridas, a presença de desconforto, problemas de circulação, o uso de calçados inadequados e a adesão à limpeza adequada dos pés. Acreditamos que ter um histórico médico completo ajuda a identificar fatores de risco e permite um monitoramento mais direcionado. Fomos então aconselhados a examinar cuidadosamente os pés da paciente e os sapatos que ela estava usando. Aprendi a avaliar a forma e a condição dos sapatos, procurando por desgaste excessivo ou pontos de pressão que pudessem levar a uma lesão. Examine os pés em busca de calos, rachaduras, micose e hiperqueratose. Essa inspeção é crucial para reconhecer riscospotenciais e aconselhar o paciente sobre o calçado adequado. Durante o exame clínico, verificamos o ressecamento da pele, que pode indicar a existência de fissuras, e sua coloração, procurando por alterações que possam indicar problemas vasculares ou infecções. Também procuramos por sinais de micose, descolamento de unha ou alterações de espessura, bem como fissuras e úlceras na pele. Esse período foi crucial para o desenvolvimento de habilidades de observação clínica, que ajudam a detectar sinais de alerta precoce de doença. Monofilamentos, pequenos estímulos e um diapasão foram utilizados para medir as diferenças. Também avaliamos a função motora examinando o movimento dos dedos, a força da articulação do tornozelo e os reflexos do tendão de Aquiles, que podem ser usados para indicar neuropatia periférica. Esses testes foram essenciais para detectar a perda sensorial, que é uma das principais causas de lesão do pé diabético devido à falta de sensibilidade à dor ou à temperatura. O exame vascular centrou-se na palpação dos pulsos pediosos e tibiais posteriores, que são críticos para medir a circulação do pé. Este exame foi crítico para detectar evidências de insuficiência vascular, que causa danos e retarda a recuperação. REFERÊNCIAS: Costa, L., & Almeida, L. (2020). Avaliação vascular no pé diabético. Revista Brasileira de Medicina, 77(3), 65-70. Ferreira, F., Oliveira, M., & Santos, R. (2021). Testes neurológicos na avaliação do pé diabético. Journal of Diabetic Foot Care, 12(2), 109-114. Lopes, A., Souza, E., & Lima, P. (2019). Importância da inspeção dos pés e calçados no controle do pé diabético. Revista de Endocrinologia e Diabetes, 18(4), 239-245. Nascimento, M., Santos, D., & Silva, P. (2021). História de saúde dos pés no diabetes mellitus. Jornal Brasileiro de Endocrinologia, 24(6), 87-93. Santos, R., & Lima, P. (2020). Avaliação clínica geral dos pés no diabético: exame físico e implicações terapêuticas. Diabetes & Metabolism Journal, 15(5), 56-62. Sociedade Brasileira de Diabetes. (2023). Classificação de risco no pé diabético. Revista Brasileira de Diabetes, 21(2), 23-30. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO::Consulta ao paciente com Hipertensão arterial sistêmica INTRODUÇÃO: Consultar um paciente com hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma etapa crítica na prática clínica, pois permite uma avaliação da saúde do paciente, bem como o estabelecimento de um plano de tratamento eficaz. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a hipertensão é a principal causa de doença cardiovascular, responsável por quase 7,5 milhões de mortes por ano. Como resultado, a consulta deve ser completa e bem pensada. Organizar o ambiente e preparar os materiais são etapas iniciais essenciais. O uso correto de equipamentos, como estetoscópio, esfigmomanômetro e termômetro, permite uma coleta de dados precisa. A American Heart Association (AHA) recomenda um ambiente de consulta tranquilo e sem distrações para melhorar a conversa entre o profissional de saúde e o paciente (AHA 2020). O histórico médico deve ser completo, incluindo informações sociodemográficas, histórico prévio e fatores de risco. De acordo com as Diretrizes de Manejo da Hipertensão (2020), é vital explorar tanto a queixa inicial quanto o histórico da condição atual para ter um melhor conhecimento da situação do paciente. Além disso, avaliar a altura, o peso, a circunferência da barriga e o IMC do paciente pode fornecer informações úteis sobre seu estado nutricional. As medições de glicemia capilar também são utilizadas para detectar potenciais comorbidades. Durante a consulta, é fundamental monitorar e registrar os sinais vitais do paciente nos prontuários médicos. Os sinais vitais de vigilância não apenas auxiliam na avaliação imediata da condição clínica do paciente, mas também servem como um sinal crucial para o monitoramento de longo prazo. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) (2021) orienta que o exame cardiovascular inclua ausculta cardíaca, medição de pulso e confirmação da perfusão capilar. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 13 e 14 e Roteiro 9 Consulta ao paciente com Hipertensão arterial sistêmica Durante uma conversa com um paciente hipertenso, reconheci a necessidade de uma abordagem planejada e precisa que siga as normas estabelecidas, mas ainda honre o relacionamento entre o profissional de saúde e o paciente. A estrutura do ambiente e o desenvolvimento do conteúdo são funções críticas. Um espaço tranquilo e bem equipado que inclua todas as ferramentas necessárias promove uma terapia mais eficaz e segura. Essa preparação reduz perturbações durante a consulta e aumenta a confiança do paciente. A fase de anamnese é significativa porque permite a coleta de informações detalhadas sobre o paciente. Para desenvolver um quadro clínico completo, informações sociodemográficas, histórico anterior, fatores de risco pertinentes e a queixa principal devem ser avaliados. Entender se o paciente tem histórico familiar de doença cardiovascular ou se envolve em escolhas de estilo de vida que podem agravar sua condição, como comportamento sedentário ou dieta insuficiente, é fundamental para um diagnóstico preciso e plano de tratamento. Além disso, estimativas de altura, peso, circunferência da barriga e índice de massa corporal (IMC) são necessárias. Essas estatísticas são marcadores-chave da saúde geral do paciente e podem ajudar a detectar potenciais comorbidades. Os níveis de glicemia capilar também foram avaliados, pois muitos indivíduos hipertensos podem ter diabetes tipo 2 ou resistência à insulina. Verificar e registrar os sinais vitais no prontuário médico é essencial para monitorar o progresso do paciente ao longo do tempo. Durante a consulta, realizei ausculta cardíaca e avaliei os pulsos periféricos e centrais, a perfusão capilar e o edema. Esses exames físicos fornecem informações úteis sobre a saúde cardiovascular do paciente e auxiliam na detecção precoce de problemas. Uma questão fundamental que descobri foi a necessidade de promover a adesão aos tratamentos farmacêuticos e não farmacológicos. É essencial que o paciente reconheça a importância das modificações no estilo de vida, como uma dieta saudável, exercícios regulares e o uso de medicamentos prescritos. REFERÊNCIAS: AHA. (2020). Associação Americana do Coração. Diretrizes para manejo da hipertensão. OMS. (2019). Organização Mundial de Saúde. Estimativas de saúde global: principais causas de morte. Silva et al., (2022). Estratégias Educacionais para Aumento da Adesão em Pacientes Hipertensos. Jornal Brasileiro de Medicina. Sociedade Brasileira de Cardiologia. (2021). Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. Unes et al., (2021). Importância da Anamnese na Adesão ao Tratamento em Hipertensão Arterial. Revista Brasileira de Cardiologia. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Eletrocardiograma INTRODUÇÃO: A eletrocardiografia é um método eficaz para diagnosticar e monitorar uma variedade de doenças cardíacas. Este teste não invasivo detecta a atividade elétrica do coração e a converte em uma representação visual conhecida como eletrocardiograma (ECG). É frequentemente usadoem ambientes clínicos para identificar arritmias, isquemia miocárdica e outras anormalidades cardíacas (Soares, 2015). O posicionamento adequado dos eletrodos é fundamental para produzir um traçado de ECG confiável, pois eletrodos mal posicionados podem distorcer os registros da atividade cardíaca, resultando em interpretações incorretas (Silva & Santos, 2020). De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, o uso de adesivos específicos para ECG melhora a fixação e a precisão do sinal. Quando adesivos específicos não estão disponíveis em simulações de laboratório, adesivos coloridos com o indicador de derivação são recomendados. Este material instrucional ajuda os alunos a relembrar os pontos de aplicação e melhora sua compreensão da arquitetura cardíaca associada a cada derivação, o que é essencial para o desenvolvimento do raciocínio clínico (Oliveira et al. 2018). Além do posicionamento dos eletrodos, compreender os traçados de ECG é uma etapa fundamental no aprendizado da eletrocardiografia. Avaliações escritas, sejam de indivíduos anônimos ou ocorrências hipotéticas, auxiliam os alunos a aprender sobre padrões normais e anormais de atividade cardíaca. Essa abordagem promove o desenvolvimento de habilidades analíticas e melhora a capacidade de detectar sintomas cardíacos, como arritmias, ataques cardíacos e bloqueios de condução (Martins, 2017). A prática com circunstâncias reais ou simuladas estabelece uma base sólida para que futuros profissionais de saúde leiam ECGs com confiança e rapidez, o que é essencial no atendimento de emergência ao paciente (Lima et al., 2019). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 15 e Roteiro 10 Eletrocardiograma No laboratório, pudemos aprender e praticar procedimentos de eletrocardiografia, com foco na inserção adequada de eletrodos e interpretação de traçados de ECG. A sessão começou com instruções para a colocação correta dos eletrodos. Quando ficamos sem suprimentos, usamos os adesivos originais do eletrocardiógrafo e adesivos redondos coloridos como substitutos. Esses adesivos brilhantes foram muito úteis, pois nos permitiram identificar claramente cada derivação. Destacamos locais cruciais no adesivo, como V1, V2 e V3, tornando muito mais fácil lembrar os posicionamentos precisos e destacando a importância de cada derivação na formação do traçado do eletrocardiograma. Foi emocionante investigar como a colocação dos eletrodos afeta o traçado de ECG, pois qualquer erro de posicionamento pode alterar o resultado do teste e comprometer a correção do diagnóstico. Entender a anatomia fundamental dos locais de inserção dos eletrodos me ajudou a compreender a necessidade de um exame completo e as precauções necessárias para que o ECG capture de forma confiável a atividade elétrica do coração. Depois de aprender como posicionar corretamente os eletrodos, examinamos os traçados de ECG. Isso nos permitiu praticar a leitura de um ECG padrão e detectar variações que podem sinalizar uma condição cardíaca. Na prática, trabalhamos juntos para examinar traçados cada vez mais intrincados. Falamos sobre as implicações das variações de traçado com nossos colegas e expressamos nossos pensamentos sobre cada um. Essa técnica analítica colaborativa foi realmente benéfica, pois permitiu que cada um de nós aplicasse nossa experiência clínica e compartilhasse nossos pontos de vista. Examinar traçados com prováveis indicadores de arritmias, bloqueios e alterações de isquemia me ensinou a importância de prestar atenção a cada componente do ECG, pois pequenos desvios podem revelar grandes problemas de saúde que exigem tratamento imediato. REFERÊNCIAS: Lima, M. C., Oliveira, J. M., & Pereira, F. T. (2019). Eletrocardiografia: Teoria e Prática em Saúde. São Paulo: Editora MedSaber. Martins, R. F. (2017). Guia Prático de Eletrocardiografia para Profissionais de Saúde. Rio de Janeiro: EdUFRJ. Oliveira, S. R., Costa, L. M., & Andrade, P. T. (2018). Metodologias de ensino no uso de ECG em práticas de simulação. Revista Brasileira de Educação em Saúde, 12(3), 225-236. Silva, A. L., & Santos, C. F. (2020). A importância do posicionamento dos eletrodos na qualidade dos exames de ECG. Revista de Cardiologia do Brasil, 15(2), 90-96. Soares, D. B. (2015). Fundamentos de Eletrocardiografia Clínica. São Paulo: EdUSP. Sociedade Brasileira de Cardiologia. (2016). Diretrizes para Eletrocardiografia na Prática Clínica. Rio de Janeiro: SBC. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO::Consulta ao paciente com Tuberculose INTRODUÇÃO: A tuberculose é uma doença contagiosa causada pelo Mycobacterium tuberculosis. Ela afeta principalmente os pulmões, mas pode se espalhar para outros órgãos. A detecção e o tratamento precoces são essenciais para o gerenciamento da doença porque diminuem os efeitos e a disseminação. O sistema público de saúde brasileiro (SUS) combate a resistência aos medicamentos usando terapia supervisionada (Brasil, 2021). O atendimento a pacientes com TB exige uma estratégia sistemática e abrangente que envolva organizar adequadamente o ambiente e preparar recursos para garantir a segurança do paciente e do profissional de saúde. De acordo com o estudo, uma anamnese completa é necessária para ajudar no diagnóstico e na terapia, o que inclui uma revisão dos fatores de risco, histórico e desenvolvimento da doença (Souza et al. 2018). Certos testes são necessários para diagnosticar tuberculose ativa e tuberculose latente (LTBI), incluindo o teste molecular rápido para tuberculose (RMT-TB), baciloscopia, cultura, radiografia de tórax e outros. O estudo epidemiológico das relações dos pacientes também pode ajudar no controle da doença, com o objetivo de detectar casos futuros e reduzir a transmissão do Mycobacterium tuberculosis. A terapia da tuberculose é baseada em regimes farmacêuticos padronizados que devem ser adaptados ao peso do paciente e monitorados usando doses controladas (Silva et al., 2019). A educação em saúde é especialmente importante porque ensina os indivíduos sobre os modos de transmissão, os perigos de não procurar atendimento médico e as consequências de doenças não tratadas. Além disso, a notificação de casos é necessária para o monitoramento epidemiológico e programas de gerenciamento de doenças em toda a população (Brasil, 2021). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 16 e 17 e Roteiro 11 Consulta ao paciente com Tuberculose Durante a sessão de laboratório, tivemos a oportunidade de cuidar de um paciente tuberculoso. A atividade começa com a preparação do ambiente e a aquisição de todos os suprimentos necessários. Esta etapa foi necessária para garantir que o ambiente fosse seguro e aceitável para o cuidado, bem como para mostrar como cada item é usado no paciente de cuidado. Em seguida, realizamos uma anamnese, que envolve a obtenção de informações detalhadas sobre o paciente, incluindo informações sociodemográficas, histórico de saúde, fatores de risco de doença e a queixa principal. Este elemento do cuidado nos ajudou a entender melhor o histórico médico e as condições de vida do paciente, bem como identificar quaisquer comorbidades que possam interferir no tratamento da TB. Após o exame clínico, solicitamos os testes necessários para diagnosticar a TB. Usamos testes como TRM-TB, baciloscopia e cultura, bem como procedimentos de imagem como radiografias de tórax, para estabelecer a gravidade da infecção nos pulmões. Também testamos para HIV porque a coinfecção ocorre frequentemente entre os pacientes.Esta etapa foi crucial para verificar o diagnóstico, determinar o estágio da doença e aprender sobre os muitos tipos de testes usados no procedimento diagnóstico. Outra parte significativa do projeto foi a análise epidemiológica das conexões do paciente. Enfatizamos a necessidade de monitorar qualquer pessoa que possa ter sido exposta ao paciente com TB, alertando-a e educando-a sobre o perigo da infecção. Investigar os contatos é uma etapa importante para prevenir a transmissão da doença. Também discutimos opções de tratamento, que incluíam administrar medicamentos com base no peso do paciente para garantir que recebesse a quantidade adequada. Além disso, entendemos a necessidade de informar o paciente sobre a terapia, incluindo o tipo de contágio, transmissão e as implicações de descontinuá-la. REFERÊNCIAS: Brasil. (2021). Manual de Vigilância da Tuberculose e Outras Micobactérias. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. Marques, M. A., Oliveira, L. A., & Costa, R. P. (2020). Diagnóstico e manejo da tuberculose: Avanços e desafios. Revista Brasileira de Pneumologia, 46(2), 118- 125. Silva, C. E., Souza, S. M., & Andrade, L. M. (2019). A adesão ao tratamento da tuberculose e os fatores associados: Um estudo de base populacional. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 45(4), 230-235. Souza, F. R., Pereira, A. F., & Silva, D. B. (2018). O papel da anamnese no diagnóstico precoce da tuberculose. Revista de Saúde Pública, 52(4), 112-118. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Esquema básico de tratamento da tuberculose INTRODUÇÃO: A terapia para tuberculose (TB) é um componente essencial do tratamento da doença, com o objetivo de tratar o paciente evitando a transmissão. A maioria dos pacientes com tuberculose pulmonar ativa é tratada com o regime RIPE, que consiste em rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol (OMS, 2020). A terapia é dividida em duas fases: intensa e contínua. A fase intensa tenta eliminar o máximo possível de bacilos Mycobacterium TB do corpo, enquanto a fase de continuação visa solidificar a cura e prevenir recaídas, reduzindo a dose de pirazinamida (Brasil 2019). O monitoramento da medicação é crucial para garantir a adesão do paciente à terapia. Rifampicina e isoniazida são os medicamentos mais eficazes, embora possam produzir efeitos colaterais importantes, como hepatotoxicidade e neuropatia periférica; a pirazinamida pode afetar as articulações e o fígado; e o etambutol pode causar neurite óptica (Moura et al., 2018). Para evitar resultados catastróficos, é fundamental controlar os efeitos colaterais moderados e graves, monitorando regularmente a saúde do paciente. Além disso, a dose do medicamento deve ser ajustada com base no peso corporal do paciente, uma vez que a eficácia do tratamento depende da obtenção da quantidade certa para evitar subdosagem e atingir a erradicação da infecção (Silva et al., 2020). O controle adequado da tuberculose envolve mais do que simplesmente terapia medicamentosa; também requer conhecimento correto sobre a infecção, sua via de transmissão e as consequências da interrupção do tratamento. O monitoramento e a supervisão constantes da adesão ao tratamento são necessários para garantir a eficácia terapêutica e prevenir a resistência aos medicamentos, que está se tornando um problema sério na luta contra a TB (Brasil, 2020)..................................... RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 18 e Roteiro 12 Esquema básico de tratamento da tuberculose Aprendemos sobre o regime de tratamento fundamental para tuberculose e como ele é usado na prática clínica. Começamos fornecendo uma revisão completa das fases da terapia, que são separadas em intervalos intensivos e contínuos. A fase intensa visa remover a maioria dos bacilos no corpo utilizando o regime RIPE. Um dos aspectos mais intrigantes foi aprender sobre os medicamentos usados na terapia da tuberculose e os efeitos adversos que os acompanham. A rifampicina pode causar hepatotoxicidade e descoloração da urina, mas a isoniazida pode danificar o fígado e produzir neuropatia periférica. A pirazinamida é conhecida por seus efeitos no fígado e nas articulações, enquanto o etambutol pode induzir problemas oculares, como neurite óptica. Durante a discussão, falamos sobre como monitorar esses efeitos colaterais, identificar sinais de alerta de problemas maiores e responder se reações desagradáveis se desenvolverem. A necessidade de monitorar rotineiramente o paciente durante a terapia foi claramente estabelecida, uma vez que muitos dos efeitos colaterais podem ser controlados com medicamentos apropriados, garantindo que o paciente conclua o tratamento sem problemas. Uma parte substancial do treinamento se concentrou em como administrar medicamentos de acordo com o peso do paciente. Falamos sobre como calcular doses para que o paciente receba a quantidade certa de medicamento, levando em consideração como as dosagens mudam com o peso corporal. Essa modificação é essencial para otimizar a eficácia do tratamento, evitando subdosagem e sobrecarga de medicamentos. Encerramos a aula falando sobre maneiras de lidar com efeitos colaterais graves e leves. Para efeitos colaterais mais graves, como hepatotoxicidade ou neuropatia, o medicamento afetado pode precisar ser temporariamente descontinuado e substituído por uma prescrição diferente. A experiência em laboratório foi valiosa, pude aplicar meu conhecimento em um ambiente mais realista, lidando com desafios de gerenciamento da TB, como monitorar efeitos colaterais e adaptar o tratamento às características específicas de cada paciente. REFERÊNCIAS: Brasil. (2019). Diretrizes brasileiras para o tratamento da tuberculose. Ministério da Saúde. Moura, FA, Silva, DF, & Costa, JL (2018). Efeitos adversos do esquema RIPE no tratamento da tuberculose. Revista Brasileira de Pneumologia, 44(4), 267-274. Organização Mundial da Saúde (OMS). (2020). Diretrizes para tratamento da tuberculose: Relatório global. OMS. Silva, JC, Almeida, FL, & Souza, MP (2020). Ajuste de dose no tratamento da tuberculose: a importância do peso corporal. Jornal Brasileiro de Infectologia, 24(5), 407-412. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Consulta ao Paciente com Hanseníase INTRODUÇÃO: A hanseníase (às vezes conhecida como lepra) é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae. Seus alvos principais são a pele, os nervos periféricos, o sistema respiratório superior e os olhos. Embora seja tratável, a descoberta e o tratamento precoces são cruciais para prevenir consequências graves, incluindo malformações e deficiências (Marques et al., 2018). O diagnóstico e o tratamento clínico da hanseníase exigem uma estratégia complexa que envolve exame do paciente, categorização da doença como paucibacilar ou multibacilar e monitoramento rigoroso da progressão dos sintomas e efeitos colaterais dos medicamentos (Brasil, 2017). A categorização da hanseníase como paucibacilar ou multibacilar é crítica para determinar o regime terapêutico mais eficiente com base no número de bacilos presentes no organismo. O tipo paucibacilar tem menos bacilos e é tratado com menos medicamentos, mas a formamultibacilar requer terapia mais intensa devido à maior carga bacilar (Marques et al. 2018). (Brasil, 2020) o objetivo do tratamento, que normalmente inclui poliquimioterapia (PCT), é eliminar a infecção enquanto previne a deterioração da doença. Além disso, o monitoramento regular é necessário para detectar a resposta à terapia, efeitos adversos e a probabilidade de deterioração adicional. Um exame físico abrangente, particularmente uma avaliação neurológica, é fundamental para o diagnóstico precoce de doenças e anomalias. Lesões de pele com sensibilidade diminuída ou ausente, espessamento do nervo periférico e perda de força muscular são todos fortes sinais de progressão da doença. A terapia contínua, juntamente com o ensino sobre como controlar a transmissão e evitar deficiências, é crucial para a eficácia terapêutica e a qualidade de vida do paciente (Brasil, 2017). RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 19 e 20 e Roteiro 13 Consulta ao paciente com Hanseníase No treinamento prático sobre aconselhamento a pacientes com hanseníase, começamos preparando a área e organizando os suprimentos terapêuticos. Usamos uma fita métrica para duplicar a medição da lesão, luvas de procedimento para evitar contato com secreções, um glicosímetro e tiras de glicemia para monitorar os níveis de glicose e itens de descarte de objetos cortantes, como agulhas e seringas. Em seguida, realizamos uma anamnese simulada no paciente, que incluiu uma revisão de dados sociodemográficos, como idade, histórico médico prévio e fatores de risco associados à hanseníase, bem como a queixa principal e o histórico da doença atual. Essa anamnese nos permitiu determinar se o paciente era paucibacilar ou multibacilar e, portanto, a estratégia medicamentosa correta. Apesar de o paciente ser um modelo anatômico (uma boneca), concluímos o exame neurológico, que é recomendado a cada três meses para rastrear a progressão da doença e detectar anormalidades neurológicas. Nós simulamos a existência de lesões cutâneas com sensibilidade reduzida ou ausente, dor e espessura do nervo periférico. Também simulei perda de sensibilidade em áreas inervadas, incluindo mãos, pés e olhos, bem como perda de força em músculos inervados, como pálpebras e membros superiores e inferiores. O exercício incluiu um cenário de orientação ao paciente no qual discutimos a infecção, transmissão e tratamento da hanseníase. Embora não fosse um paciente real, discutimos os perigos de interromper a medicação e a importância de seguir rigorosamente o plano de tratamento para evitar problemas. Também discutimos a prevenção de incapacidades, enfatizando a necessidade de cuidados com acidentes e monitoramento neurológico contínuo. Em seguida, tentei fornecer uma quantidade precisa de medicamento, mantendo registro dos efeitos colaterais e respostas desagradáveis. Embora o paciente fosse um manequim sem sintomas fisiológicos, este exercício destacou a importância do monitoramento contínuo do paciente durante a terapia. Essa experiência prática demonstrou a necessidade de diagnóstico precoce, tratamento adequado e prevenção de incapacidades no tratamento da hanseníase. REFERÊNCIAS: Brasil. (2017). Manual de condutas da hanseníase. Ministério da Saúde. Brasil. (2020). Protocolos de manejo da hanseníase. Ministério da Saúde. Brasil. Ministério da Saúde. (2016). Manual de condutas da hanseníase. 4ª edição. Brasília: Ministério da Saúde. Macedo, MDS e Souza, FM (2019). A hanseníase: diagnóstico e tratamento. Revista Brasileira de Medicina, 76(5), 175-183 Marques, D. S., Oliveira, A. P., & Costa, M. P. (2018). Classificação e tratamento da hanseníase: uma abordagem multidisciplinar. Revista de Infectologia e Saúde, 25(3), 312-317. Organização Mundial da Saúde (OMS). (2019). Atualização global sobre hanseníase, 2018: caminhando para um mundo livre de hanseníase. Registro Epidemiológico Semanal, 94(36), 401-420. Santos, MPR, & Costa, LR (2020). O manejo da hanseníase no contexto da Atenção Básica: desafios e perspectivas. Revista de Saúde Pública, 54(3), 246- 256. CENTRO UNIVERSITÁRIO RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Estágio Curricular I NOME DO ALUNO: Sueli Pereira de Melo MATRÍCULA: UP21209964 POLO: Ji-Paraná DATA: 12/11/2024 ANEXO 01 TÍTULO DO ROTEIRO: Prevenção de deficiências no paciente com Hanseníase INTRODUÇÃO: Embora a doença seja controlável, ela pode ter consequências de longo prazo se não for reconhecida e tratada corretamente. O controle da hanseníase requer a prevenção de deficiências, particularmente aquelas que afetam as funções motoras e sensoriais. A hanseníase pode causar deficiências físicas, particularmente nos olhos, mãos e pés, exigindo uma avaliação abrangente durante o monitoramento do paciente (Brasil 2016). Testes neurológicos simples são essenciais para detectar lesões nervosas periféricas. Ferramentas como SALSA e a Escala de Engajamento avaliam a capacidade funcional do paciente e a participação nas atividades diárias (Santos & Costa, 2020). De acordo com (Santos & Costa, 2020) e (Brasil, 2016), o objetivo dessas avaliações não é apenas identificar problemas precocemente, mas também desenvolver terapias para evitar deficiências e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com hanseníase. Essa estratégia visa garantir que os pacientes recebam terapia adequada, com ênfase na prevenção de repercussões de longo prazo, por meio de monitoramento constante e implementação de métodos terapêuticos especializados. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Aula 21 e Roteiro 14 Prevenção de deficiências no paciente com Hanseníase Durante a sessão prática sobre como evitar deficiência em pacientes com hanseníase, pudemos praticar o atendimento ao paciente com um manequim. O objetivo era usar as informações teóricas obtidas sobre o tratamento da hanseníase e aprender como fazer as avaliações essenciais para prevenir deficiências em pessoas com a doença. O passo inicial foi avaliar o nível de deficiência, com ênfase nas partes mais afetadas pela hanseníase, ou seja, os olhos, as mãos e os pés. Utilizamos um manequim para replicar uma inspeção desses locais, procurando por possíveis lesões ou sintomas de deficiência física. Embora não fosse um paciente genuíno, este exercício nos ensinou como abordar várias seções do corpo durante o exame físico de um paciente real. Em seguida, fizemos um breve exame neurológico. Utilizamos o modelo para avaliar a sensibilidade das mãos e dos pés a fim de detectar quaisquer anormalidades sensoriais associadas à hanseníase, como perda de sensibilidade nas extremidades. Embora o paciente fosse um manequim, repetimos a técnica de coleta de dados para ver como a doença afetava a capacidade do paciente de realizar tarefas diárias. Isso inclui avaliar a função dos membros superiores e inferiores do paciente, bem como sua capacidade de se movimentar. Finalmente, utilizamos a Escala de Engajamento para avaliar o funcionamento geral do paciente, levando em consideração como a hanseníase pode impedir seu engajamento em atividades sociais e diárias. Embora o paciente fosse falso, esta simulação demonstrou como essas avaliações podem auxiliar no planejamento do tratamento e no monitoramento do paciente na prática. Esta experiência foi particularmente benéfica, pois, apesar de usar um modelo anatômico, conseguimos realizar uma série de testes críticos para a detecção precoce e prevenção de complicações da hanseníase. A prática aumentou nossa compreensão dos cuidados necessários para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, bem como a necessidade de detecção precoce e terapia contínua para evitar resultados irreversíveis. REFERÊNCIAS: Brasil.