Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

FACULDADE IGUAÇU – FI
LÚCIA CRISTINA AZEVEDO GOIS
EDUCAÇÃO NA AMAZÔNIA
PARÁ
2023
FACULDADE IGUAÇU – FI
LÚCIA CRISTINA AZEVEDO GOIS
EDUCAÇÃO NA AMAZÔNIA
PARÁ
2023
RESUMO
Observando a evolução do ensino nas escolas, fica claro que grandes mudanças são iminentes. Nossa sociedade enfrenta diversos problemas relacionados à leitura, pois o ambiente social e familiar de nossos alunos muitas vezes não é propício para um bom desempenho na leitura e na escrita. É preciso haver políticas educacionais mais coerentes e, principalmente, políticas que não existem no papel, porque sabemos que um país só pode fazer isso se colocar a educação em primeiro lugar e depois o desenvolvimento. Neste trabalho, apenas uma dessas possibilidades será mostrada. Descubra como é difícil tentar atacar os alunos em termos de leitura, compreensão e produção de texto. Acreditamos que com a concretização deste projeto de leitura estaremos a contribuir para um processo de formação de cidadania mais crítico, consciente e participativo, pois pretendemos proporcionar um desenvolvimento geral da leitura e posterior desenvolvimento de outras competências.
Palavras chave: Amazônia. Educação. Evolução das escolas.
INTRODUÇÃO
Observando a evolução do ensino nas escolas, percebe-se que grandes mudanças são urgentes. Nossa sociedade enfrenta diversos problemas relacionados à leitura, pois o ambiente social e familiar de nossos alunos muitas vezes não é propício para um bom desempenho na leitura e na escrita. Há necessidade de políticas educativas mais coerentes e, sobretudo, políticas que não existem no papel porque sabemos que um país só pode se a prioridade de sua ação é a educação, então o desenvolvimento. Neste trabalho, apenas uma dessas possibilidades será mostrada. 
Descubra como é difícil tentar atacar alunos na leitura, compreensão e produção texto. Acreditamos que com a finalização deste projeto de leitura, contribuiremos com o processo de formação cidadã mais crítico, consciente e participativo, pois pretendemos proporcionar o desenvolvimento geral da leitura e, em seguida, o desenvolvimento de outras habilidades.
As escolas devem ser espaços de formação para homens e mulheres não se limitando à busca e compreensão do conhecimento científico, No entanto, para buscar uma melhor convivência entre eus em desenvolvimento, o outro e o mundo, reconhecendo construir boas relações entre os envolvidos no processo obtenha uma educação de trabalho que considera mais do que pessoas como ser humano dotado de inteligência cognitiva, mas também emocional e sociedade. Embora não seja o único espaço para o desenvolvimento os mais diversos saberes, a missão da escola é antes de tudo Instrução da forma escrita da linguagem e desenvolvimento da leitura. 
Por causa de sua localização geográfica, social, Os aspectos econômicos e culturais específicos da região configuram-se em um espaço amplo e não urbano. Não podemos deixar de lembrar aos líderes educacionais e políticos da nação moradores da área, apesar de viverem em um ambiente de baixa densidade a população tem direito de acesso e êxito no processo de educação pública em todos os campos. Isso ainda não é uma realidade para todos. Atualmente, a matrícula e oferta até a 5ª série do ensino fundamental está próxima da universalização. Ganhe favor em um ambiente urbano do 6º ano até o ensino médio.
DESENVOLVIMENTO
Desde o início da civilização, os humanos têm procurado por semelhanças. Vivendo juntos. Originalmente entre clãs nômades, de 40.000 a.C., com caça, culinária e outras tarefas, para que os indivíduos passem a viver em grupos maiores, evoluindo assim para comunidades sedentárias. Algumas pessoas competem entre si pelo poder. Ordens, regulamentação, ritos de passagem, costumes locais, ou seja, A primeira é a representação cultural. Neste momento inicial da história humana, a reflexão sobre como os primeiros humanos interagiram com seu ambiente não parece ter tido muito impacto. Atualmente, existem muitas palavras e explicações sobre esse conceito. ambiente. O dicionário dá termo, definido da seguinte forma: meio ambiente é tudo o que envolve ou envolve O lado e constituem o ambiente em que uma pessoa vive. O significado de ambiente é definido como por aspectos bióticos, abióticos e pela cultura humana (sua tecnologia, artefatos, arquitetura, arte, ciência, religião, valores estéticos e morais, ética, política, economia).
A educação, enquanto instituição social, caracterizada por práticas humanas e ideologias, influencia a formação de pessoas que atuarão para atenuar ou agravar as condições e os problemas socioambientais (FOUREZ, 2008; TAN, 2009). Nesse sentido, uma educação que se posicione como neutra, por omissão, contribui para a manutenção dos problemas tal como eles estão. Por exemplo, uma educação que pretenda manter-se neutra com relação às questões de gênero, por não abordar o sexismo explicitamente nos processos de ensino e aprendizagem, que não proporcione discussões sobre consideração moral, alterização, violência de gênero, identidade sexual e determinismo genético, e nas políticas educacionais, não promova a inclusão dessas temáticas no currículo escolar, é uma educação que exclui ou negligencia temas no universo social escolar e deixa de cumprir sua função de capacitar o cidadão para a convivência com o diferente (MORIN, 2003).
“A missão do ensino não é transmitir o mero saber, mas, desenvolver uma cultura que possibilite compreender a condição humana e nos ajude a viver, favorecendo, um modo de pensar aberto e livre” (MORIN, 2003, p.16).
Uma vez que o cenário revela desigualdade na convivência social entre pessoas de diferentes gêneros, em diferentes contextos, Conrado, (2017, p.67) destaca que “tal omissão contribui para a perpetuação de práticas sociais que aumentam a gravidade do problema em questão, como, por exemplo, maior frequência de eventos de preconceito ou segregação de gênero, manifestados concretamente nos atos violentos contra mulheres (CONRADO, 2017,p.67)”. Para Bourdieu, (2007) essa educação cumpre o papel social de reproduzir um modelo de sociedade para a manutenção do status quo vigente.
Neste trabalho, inspiro-me nas convenções citadas acima, na prática cotidiana do Instituto Oca de Política e Educação Ambiental da Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz (ESALQ/USP) e na conjuntura política do país e do mundo. aumentar. Aqui vemos um rápido avanço do conservadorismo, em particular a negação de políticas públicas de direitos humanos, sociais e ambientais e descentralização econômica. Para além da conjuntura, o trabalho está enraizado em utopias que vislumbram uma sociedade mais sustentável (LEFF, 2001; SORRENTINO; NASCIMENTO, 2010) e mais feliz, garantindo o desenvolvimento autônomo da sociedade. Além disso, baseia-se em uma concepção educacional cujo objetivo principal é a libertação humana (BRANDíO, 2013; SORRENTINO et al, 2013; RANCIÈRE, 2015). Contribuíram o Encontro com o Significado Existencial Mais Profundo (SCHUMACHER, 1979; GARAUDY, 1981; KRISHNAMURTI, 199 ; FREIRE, 1997; RUSSEL, 2012; MORIN, 201 ) e o Desenvolvimento da Existência como um Ser Único (BIESTA, 2013). 
Assim: [...] a razão de ser da educação não é apenas o ato de capacitar produtores humanos como um meio em nome da transmissão do conhecimento divino e habilidades utilizáveis. Antes disso, e muito além, molda as pessoas ao longo de sua existência e missão de criar a si mesmas e de compartilhar com os outros a conformação responsável de seu próprio mundo social e cotidiano e gestão (BRANDÃO, 2013, p. 80).
Estamos diante de um cenário em que a sociedade passa por inúmeras mudanças globais em diversos campos. Os sistemas educacionais, em particular, são moldados (ou estão tentando ser moldados) para, pelo menos, acompanhar as vastas quantidades de conhecimento e informações que circulam em um ritmo sem precedentes. O acesso à educação permite o desenvolvimento humano em muitos aspectos, permitindo aos indivíduosalargar os seus horizontes e alcançar as condições para uma vida digna, capaz de pensar e aprender constantemente, capaz de atender demandas dinâmicas que variam em quantidade e qualidade. A escola também deve desenvolver conhecimentos, habilidades e qualidades para exercer sua cidadania de forma autônoma, consciente e crítica. Para isso, precisamos esclarecer nosso conhecimento do mundo do trabalho e nosso conhecimento do mundo das relações sociais. 
A Constituição Federal de 1988 enfatiza a perspectiva política e o caráter público do sistema educacional não apenas pela clara definição de seus objetivos, mas também pela estrutura do sistema educacional como um todo. O artigo 6º estipula o direito à educação como um direito social. Os artigos 22, XXIV e 2, IX definem a competência legislativa. Dedica todo o seu título de ordem social às responsabilidades nacionais e familiares, tratando do acesso e qualidade, da organização do sistema de ensino, da coordenação do financiamento e da distribuição de responsabilidades e poderes entre as unidades da federação. 
Em seu sentido mais amplo, são questões que buscam apreender a função social dos diversos processos educativos na criação e reprodução das relações sociais. Em um nível mais específico, trata das relações entre estrutura econômica e social, processos de produção, mudança tecnológica, processo e divisão do trabalho, produção e reprodução da força de trabalho e processo de educação ou treinamento.
Pela sua origem, finalidade e função, a educação é um fenómeno social integrado no contexto político, económico, científico e cultural da sociedade historicamente determinado. A partir desta concepção, a educação é um processo constante na história de todas as sociedades, mas nem sempre o mesmo em todos os lugares, e relacionado a projetos humanos e sociais que desejamos emergir através do processo educacional.
A educação é, portanto, um processo social que se enquadra em uma determinada visão de mundo, estabelecendo objetivos a serem alcançados por meio de atos educativos de acordo com as ideias predominantes em uma determinada sociedade. Os fenômenos educativos, portanto, não podem ser entendidos como fragmentados, ou como abstrações temporal e espacialmente válidas, mas como uma realidade holística, incluindo dimensões valorativas, culturais, políticas e econômicas, podendo ser entendidos como uma prática social historicamente posicionada. Nesse sentido, vivemos um período de crise de paradigmas. A nosso ver, ela deve ser estudada como um fenômeno cultural, ainda que relacionada a modelos de produção de conhecimento, mas analisada histórica, política e economicamente. e aspectos sociais (MAESTRELLI, LORENZETTI, 2021).
A quebra da confiança epistemológica no paradigma dominante é causada por uma variedade de fatores, mas, paradoxalmente, os grandes avanços possibilitados pelo conhecimento científico são os principais motores dessa quebra. Toda a estrutura da ciência moderna se baseia na ideia de que todo produto só faz sentido se for o único modelo de conhecimento e se esse modelo for o único modelo de racionalidade. É por isso que também é chamado de científico. Essa noção, agora esmaecida, não sustenta mais a necessidade de negar a possibilidade de coisas novas e diversas em nome de leis universais e imutáveis. 
O conhecimento está se tornando mais rigoroso à luz do paradigma científico dominante, mas o modelo de racionalidade científica está, sem dúvida, em sério risco. No entanto, os indícios só podem inferir os paradigmas emergentes desse período revolucionário desenvolvido principalmente segundo um paradigma, e por isso a educação funciona essencialmente como um meio científico, político, econômico e cultural elemento reprodutor. Aspectos de uma determinada sociedade. 
As referências ao desenvolvimento e reestruturação do capitalismo em vários momentos mostram que a educação tem sido usada como um suporte ideológico para o sistema. É também um fator produtivo. No entanto, essas características às vezes são reconhecidas e provocam reações.
As mudanças tecnológicas e científicas são baseadas em inúmeros eventos nos negócios e na política. Fenômenos como a globalização do mundo, a ascensão dos meios de produção, a flexibilização da produção, o desemprego em decorrência da mecanização do trabalho e o enorme progresso tecnológico levaram as escolas a pensar na necessidade de qualificação humana. Considerar. , é um cidadão flexível e adaptável na exploração do mercado. O ambiente escolar apresenta-se assim de duas formas, por um lado como órgão reprodutor e por outro como agente de transformação (DO NASCIMENTO, DA SILVA MALHEIRO, 2022). 
O aumento do uso de novas tecnologias aumenta a produção, reduz o trabalho humano, aumenta o desemprego, conflitos intermináveis ​​entre proprietários de terras e sem-teto, salários, precárias condições de trabalho e vida urbana (roubo, suicídio, levando a anomalias rurais como abandono familiar e violência). Apesar do crescimento dos setores agrícola, industrial e de serviços, que estão em processo de retração e retração, os empregos reorganizados ou criados neste setor não superaram o desemprego causado por outros setores. 
Além da revolução científica e tecnológica, a revolução da informação também é iminente. Baseia-se no desenvolvimento das comunicações, mídia e novas tecnologias de informação, especialmente a Internet. Uma característica fundamental dessa revolução é o papel central da informação na sociedade. 
Ao destruir as fronteiras nacionais e lutar pela livre circulação de pessoas, mercadorias e capitais em uma espécie de mercado universal, as mudanças que ocorreram na sociedade atual levaram à tendência internacional do capitalismo, a globalização, uma economia de mercados globais irrestritos, competição irrestrita e minimização do estado na esfera econômica e social são impostas aos países vizinhos.
A aprendizagem significativa ocorre quando os alunos recebem novas informações e são capazes de racionalizá-las para criar interações entre o que já sabem e o que acabaram de aprender. Um elemento fundamental e crucial na organização do ensino é uma teoria da aprendizagem significativa, estabelecendo como referência clara o conhecimento prévio da disciplina. O estabelecimento de uma pré-organização dos conceitos pelos pré-organizadores é necessário primeiramente para facilitar a aprendizagem significativa. Sua principal função é definir limites entre o que os alunos já sabem e o que eles precisam. 
Se eu tivesse que reduzir toda a psicologia educacional a um princípio, diria: O fator mais influente é o que o aluno já sabe. Esses pesquisadores sugerem que o conhecimento prévio do que foi aprendido na escola influencia e influencia a aprendizagem de novos conteúdos como parte da rotina, família e aquisição cultural. A ideia de que o conhecimento prévio influencia a aprendizagem parece simples, mas as implicações são complexas. O que uma pessoa sabe pertence a estruturas cognitivas e é de natureza singular. Isso significa que fazer uma avaliação e agir de acordo com ela não é um processo fácil. No entanto, é possível encontrar evidências. 
Isso requer traduzir o conhecimento prévio em ação e expressá-lo de forma falada, escrita ou simbólica. É um erro do professor subestimar a experiência pessoal do aluno, pois a educação é baseada na própria experiência do aluno. Refere-se à situação de ancoragem ao lidar com conhecimentos prévios, processo de integração de novos conteúdos à estrutura cognitiva do sujeito. A visão cognitiva moderna da aprendizagem significativa está no sentido de que o conhecimento prévio é fundamental, pois os modelos mentais são construídos sobre o conhecimento que os indivíduos já possuem em suas estruturas cognitivas e o que percebem do novo, o que também é compatível com a visão clássica. Este novo conhecimento da situação quer através da percepção direta da situação quer através da descrição ou representação da situação. 
Há um entendimento de que a aprendizagem ocorre não como uma simplesassimilação do conhecimento ensinado pelo professor, mas como um processo complexo denominado reorganização e desenvolvimento do conhecimento prévio do aluno, ou mudança conceitual. As ações que os professores desenvolvem em sala de aula são qualitativamente diferentes daquelas baseadas apenas na transferência passiva e aceitação do conhecimento, visando uma aprendizagem significativa por parte dos alunos. A aprendizagem significativa é um conceito bastante atual, embora tenha sido proposto há mais de 0 anos. Entretanto, por sua complexidade e aspecto crítico, um novo olhar se faz necessário. Muitas vezes, o conhecimento prévio do aluno é trazido para a aula, mas não articulado claramente com o conteúdo que está sendo abordado (SANTOS, GUIMARÃES, 2021). 
O uso ou esclarecimento entre o que os alunos já sabem e o tema da aula apresentado ainda representa uma barreira para o desenvolvimento de estratégias de ensino bem-sucedidas como: nas aulas de ciências. Portanto, estratégias educacionais precisam ser ajustadas. Recomenda-se planejar os aspectos pessoais e sociais do conhecimento a serem abordados em sala de aula. Independentemente de onde vem o aluno, o conhecimento prévio do aluno precisa ser o ponto de partida para que os professores desenvolvam um processo de mudança conceitual no aluno com o objetivo de fazer com que o aluno pense diferente do seu pensamento cotidiano.
CONCLUSÃO
Acreditamos que a abordagem adotada para preparar este estudo, Possibilitar a visibilidade de informações valiosas sobre a realidade dos sujeitos rurais Amazônia em seu contexto e realidade. Além da possibilidade de reflexão A singularidade e complexidade de nossa região amazônica, tudo relacionado extensão territorial, a importância das águas dos rios que banham a cidade, distância entre as comunidades, sobre as dinâmicas que precisam ser possível garantir o direito à educação nessas disciplinas. Também consideramos significativo que, em relação formação de professores no contexto amazônico e sua relação com a educação na região amazônica. Essa relação é necessária na construção de propostas de cursos relacionar-se com os povos da Amazônia, especialmente os povos e comunidades da região as áreas protegidas precisam considerar o engajamento em seu contexto desenvolvimento nestas áreas.
REFERÊNCIAS 
CHERUBINI, Karina Gomes; SAMPAIO, Rubens Jesus; DA SILVA, Paulo Sávio Damásio. Breve Histórico da Educação Ambiental, sua Adoção no Ordenamento Jurídico Brasileiro e Possíveis Reflexos das Atuais Mudanças Políticas. Pesquisa em Educação Ambiental, v. 16, n. 1, p. 10-32, 2021. 
CHERUBINI, Karina Gomes; SAMPAIO, Rubens Jesus; DA SILVA, Paulo Sávio Damásio. Breve Histórico da Educação Ambiental, sua Adoção no Ordenamento Jurídico Brasileiro e Possíveis Reflexos das Atuais Mudanças Políticas. Pesquisa em Educação Ambiental, v. 16, n. 1, p. 10-32, 2021.
CHERUBINI, Karina Gomes; SAMPAIO, Rubens Jesus; DA SILVA, Paulo Sávio Damásio. Breve Histórico da Educação Ambiental, sua Adoção no Ordenamento Jurídico Brasileiro e Possíveis Reflexos das Atuais Mudanças Políticas. Pesquisa em Educação Ambiental, v. 16, n. 1, p. 10-32, 2021.
CHERUBINI, Karina Gomes; SAMPAIO, Rubens Jesus; DA SILVA, Paulo Sávio Damásio. Breve Histórico da Educação Ambiental, sua Adoção no Ordenamento Jurídico Brasileiro e Possíveis Reflexos das Atuais Mudanças Políticas. Pesquisa em Educação Ambiental, v. 16, n. 1, p. 10-32, 2021.
CONRADO, Dália Melissa. Questões Sociocientíficas na Educação CTSA: contribuições de um modelo teórico para o letramento científico crítico. 2017.
CONRADO, Dália Melissa; EL-HANI, Charbel Niño; DE FREITAS NUNES-NETO, Nei. Sobre a ética ambiental na formação do biólogo. REMEA-Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v. 30, n. 1, p. 120-139, 2013.
COSENZA, Angélica; MARTINS, Isabel. Contribuições da abordagem CTS para a Educação Ambiental: Os “lugares” do ambiente na produção científica sobre CTS. Atas do 6 Encontro de Pesquisa em Educação Ambiental, p. 1-16, 2011.
CUMPLIDO, Diego C. O.; PRIETO, Nara G. Educação Ambiental Escolar: Um Processo Contínuo na Formação do Cidadão Consciente. 2009.
DA COSTA, César Augusto Soares. Educação ambiental crítica e interdisciplinaridade: Premissas para o debate. Derecho y Cambio Social, v. 10, n. 34, p. 27, 2013.
DA SILVA ANDRADE, Maria Aparecida et al. Abordagem sobre agrotóxicos em uma sequência didática colaborativa baseada em questões sociocientíficas. Indagatio Didactica, v. 8, n. 1, p. 1083-1097, 2016.
DA SILVA CANTANHEDE, Severina Coelho; et al. Epistemologia de Paulo Freire e Edgar Morin como suporte para construção de uma proposta CTSA. Góndola, Enseñanza y Aprendizaje de las Ciencias, v. 18, n. 1, 2023.
DA SILVA SANTIAGO, Debora Dalila; NUNES, Albino Oliveira; ALVES, Leonardo Alcântara. O estado do conhecimento de pesquisas sobre formação de professores com enfoque CTSA no Brasil. South American Journal of Basic Education, Technical and Technological, v. 7, n. 2, p. 596-615, 2020.
DA SILVA, Adilson Xavier; CUSATI, Iracema Campos; GUERRA, Maria das Graças Gonçalves Vieira. Interdisciplinaridade e transdisciplinaridade: dos conhecimentos e suas histórias. Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação, p. 979-996, 2018.
DE CAMPOS TOZONI-REIS, Marília Freitas. Educação ambiental: natureza, razão e história. Autores Associados, 2008.
DE LIMA, Leonardo Alves et al. O Ensino de Biologia com enfoque CTSA: uma abordagem sobre Educação Ambiental e Sustentabilidade no Ensino Médio da rede pública do Estado do Ceará. Revista Insignare Scientia-RIS, v. 3, n. 2, p. 406-427, 2020.
DE OLIVEIRA FARIAS, Carmen Roselaine; DE FREITAS, Denise. Educação ambiental e relações CTS: uma perspectiva integradora. Ciência & Ensino (ISSN 1980-8631), v. 1, 2008.
DE QUADROS, Ana Luiza; DA COSTA FERREIRA, Dalva Ester; CORRÊA, Roberta Guimarães. Eu só quero criar peixes! A construção de significados para conceitos químicos em um curso de aquacultura. Revista Internacional de Educação Superior, v. 9, p. e023004-e023004, 2023.
DE SOUSA GIFFONI, Joel; DA SILVA BARROSO, Maria Cleide; DE GOIS SAMPAIO, Caroline. Aprendizagem significativa no ensino de Química: uma abordagem ciência, tecnologia e sociedade. Research, Society and Development, v. 9, n. 6, p. e13963416-e13963416, 2020.
DIAS FREIRE, GENEBALDO. Educação Ambiental Princípios e Práticas. Editora Gaia, São Paulo, p. 226, 2003.
DIAS, Andréia Cristina Parizatto. O Projeto Político-Pedagógico e sua influência no planejamento docente. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia), 67f. Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação, 2011.
DO NASCIMENTO, Anderson Thiago; DA SILVA MALHEIRO, João Manoel. Conteúdos de Ciências: uma análise dos livros didáticos da EJA na perspectiva da abordagem CTSA. Research, Society and Development, v. 11, n. 15, p. e407111537353-e407111537353, 2022.

Mais conteúdos dessa disciplina