Prévia do material em texto
CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL IDENTIFICAÇÃO 1. Acadêmico: THAYNÁ LORENA LACERDA RODRIGUES PORTILHO 2. Matrícula: 4271618 3. Curso: BIOMEDICINA 4. Turma: FLC20741BBI 5. Disciplina: BIOLOGIA MOLECULAR 6. Tutor(a) Externo(a): KARLA ALMEIDA DE OLIVEIRA DADOS DA PRÁTICA 1. Título: HIBRIDIZAÇÃO 2. Semestre: 5 3. Data: 20-05-2024 INTRODUÇÃO A hibridização in situ por fluorescência (FISH) é uma técnica de patologia molecular que detecta alterações genéticas em associação com a morfologia celular, tais como amplificações, fusões e translocações, que podem ser importantes para o diagnóstico, prognóstico e orientação terapêutica de muitos tumores. É uma técnica citogenética que detecta e localiza a presença ou ausência de determinadas sequências de DNA em cromossomos. A FISH pode também ser usada para detecção e localização de alvos específicos de RNA em células circulantes, células tumorais ou amostras de tecido. Neste contexto, pode ajudar a definir os padrões espaço – temporais de expressão gênica em células e tecidos. OBJETIVOS · O objetivo da hibridização in situ por fluorescência (FISH) é detectar e localizar alterações genéticas em associação com a morfologia celular, tais como amplificações fusões e translocações, que podem ser importantes para o diagnóstico, e orientação terapêutica de muitos tumores. A técnica também pode ser usada para detecção e localização de alvos específicos de RNA em células circulantes, células tumorais ou amostras de tecidos, ajudando a definir padrões espaços-temporais de expressão gênica em células e tecidos. · MATERIAIS • 2x SSC; • Álcool a 70%, 90% e 100%; • Amostra DNA referência e DNA teste; • Berço lâmina; • Braçadeira metálica; • Câmara úmida; • Chapa de aquecimento; • Estufa bacteriológica; • H2O destilada; • Hipoclorito de sódio; • Lâmina de vidro e Lamínula aCGH; • Micropipeta 10 μL; • Microscópio de fluorescência; • Notebook; • Óleo de imersão; • Pinça metálica; • Scanner; • Silicone; • Solução DAPI/antifade; • Solução de lavagem 1; • Solução de lavagem 2; • Sonda. METODOLOGIA LIVRO E LABORATÓRIO VIRTUAL RESULTADOS E DISCUSSÕES 1. Qual a diferença do método FISH para o aCGH? O FISH (Hibridização in situ fluorescente) é uma técnica que consiste no aperfeiçoamento da hibridização in situ, tornando-se um dos métodos mais promissores para a citogenética. É uma metodologia sensível e específica, aplicada em diversas áreas, como a citogenética clínica. Algumas das aplicações do FISH incluem o diagnóstico de doenças cromossômicas, diagnóstico pré-natal, reconhecimento de doenças virais, monitoramento pós-transplantes, diagnósticos de leucemias e doenças neuronais, como Alzheimer precoce, análise de diversas síndromes e pesquisa. Já o aCGH (Hibridização Genômica Comparativa em array) é um exame cromossômico molecular que pode detectar todas as alterações cromossômicas microscópicas e sub microscópicas que causam doença (malformações, retardo mental, autismo, cardiopatia e outras), todas as dissomias uniparentais associadas ao atraso de desenvolvimento, cujos sintomas muitas vezes apenas vão se manifestar quando a criança já estiver mais crescida. 1. Quais são as aplicações para esses dois métodos? FISH e aCGH são duas técnicas citogenéticas moleculares que facilitam a detecção de sequências de genes de interesse. O FISH facilita a detecção de sequências específicas de DNA em um cromossomo usando sandas marcadas com fluorescência, enquanto o aCGH em comparação com o método FISH é que o primeiro permite, em um único teste a detecção de alterações numéricas (aneuploidias) em todos os cromossomos. Além disso, reduz os erros potenciais associados à fixação dos blastômeros. REGISTRO FOTOGRÁFICO Durante a prática realize 1 registro fotográfico em que você aparece executando a prática. Você pode tirar um selfie. REFERÊNCIAS PORTAL LEO APP E ROTEIRO, INTERNET. image1.jpeg image2.png