Logo Passei Direto
Buscar

Questão Concurso CHAT

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Questões resolvidas

Prévia do material em texto

Tema "Conceitos Fundamentais do Período Perioperatório”
1- De acordo com a classificação ASA (American Society of Anesthesiologists), um paciente
classificado como ASA III apresenta:
a) Doença sistêmica controlada.
b) Doença sistêmica severa, mas que não é incapacitante.
c) Doença sistêmica incapacitante que representa risco constante à vida.
d) Paciente saudável, sem comorbidades.
2- Qual das opções abaixo é considerada um cuidado essencial no preparo pré-operatório?
a) Suspensão de todos os medicamentos do paciente no dia anterior à cirurgia.
b) Garantir jejum de 12 horas para líquidos claros.
c) Monitorar sinais vitais e revisar os exames laboratoriais mais recentes.
d) Realizar apenas orientações gerais sobre o procedimento.
3- No contexto do mapa cirúrgico, é função do enfermeiro:
a) Definir a anestesia a ser utilizada.
b) Encaminhar o paciente para o bloco cirúrgico sem confirmação da identidade.
c) Garantir que as informações do mapa cirúrgico estejam completas e sejam
compartilhadas com a equipe.
d) Aplicar medicamentos anestésicos antes da chegada do anestesista.
4- Em relação ao diagnóstico de enfermagem Risco de infecção no período pré-operatório,
qual intervenção é a mais indicada?
a) Realizar aspiração traqueal antes da indução anestésica.
b) Orientar a higienização das mãos e assegurar assepsia adequada na inserção de
dispositivos.
c) Administrar antibióticos profiláticos apenas após a cirurgia.
d) Priorizar o isolamento do paciente.
5- Qual é a principal finalidade de realizar o jejum pré-operatório?
a) Diminuir o risco de náuseas e vômitos no pós-operatório.
b) Evitar infecções no local da incisão.
c) Prevenir broncoaspiração durante a indução anestésica.
d) Garantir a eficácia da anestesia geral.
6- A classificação ASA é utilizada para:
a) Determinar a duração do procedimento cirúrgico.
b) Avaliar a necessidade de internação prolongada.
c) Estratificar o risco anestésico baseado nas condições clínicas do paciente.
d) Classificar os tipos de anestesia disponíveis.
7- Um paciente será submetido a uma cirurgia eletiva de médio porte. Segundo
recomendações atuais, o tempo mínimo de jejum para líquidos claros é:
a) 2 horas.
b) 4 horas.
c) 6 horas.
d) 8 horas.
8- Qual modalidade cirúrgica se refere a intervenções planejadas com tempo adequado
para o preparo do paciente?
a) Cirurgia de urgência.
b) Cirurgia de emergência.
c) Cirurgia eletiva.
d) Cirurgia de salvamento.
9- O diagnóstico de enfermagem Risco de desequilíbrio da temperatura corporal está
frequentemente associado a pacientes no pré-operatório devido:
a) Ao uso prolongado de anestésicos voláteis.
b) À exposição prolongada ao ambiente cirúrgico frio.
c) À administração de anticoagulantes antes da cirurgia.
d) À imobilidade no leito pós-cirúrgico.
10- Na orientação familiar durante o preparo pré-operatório, é importante que o enfermeiro:
a) Limite as informações para evitar sobrecarga emocional.
b) Inclua explicações claras sobre os procedimentos e riscos cirúrgicos.
c) Solicite que a família se ausente durante as discussões com o paciente.
d) Delegue essa tarefa exclusivamente ao cirurgião responsável.
Gabarito:
1. **b** 2. **c** 3. **c** 4. **b** 5. **c** 6. **c** 7. **a** 8. **c** 9. **b** 10. **b**
Tema “Centro Cirúrgico”
1- Na arquitetura de um centro cirúrgico, a área que conecta as zonas crítica e semicrítica e
permite o trânsito controlado de profissionais é chamada:
a) Sala de indução anestésica.
b) Sala de recuperação pós-anestésica (SRPA).
c) Átrio ou área de transferência.
d) Sala de escovação.
2- A planta física de um centro cirúrgico deve priorizar:
a) A livre circulação de visitantes para suporte ao paciente.
b) A separação entre áreas limpas, contaminadas e estéreis para controle de infecção.
c) A ventilação cruzada entre as salas para redução de custos com climatização.
d) O uso de materiais porosos para evitar acúmulo de líquidos.
3- Qual é o diagnóstico de enfermagem mais relevante para evitar complicações
relacionadas ao risco de hipotermia intraoperatória?
a) Risco de desequilíbrio eletrolítico.
b) Risco de regulação térmica ineficaz.
c) Risco de mobilidade física prejudicada.
d) Risco de infecção intraoperatória.
4- Sobre a equipe de recursos humanos do centro cirúrgico, é correto afirmar que:
a) A presença do enfermeiro é facultativa em cirurgias de pequeno porte.
b) O técnico de enfermagem é responsável por realizar o checklist cirúrgico.
c) O enfermeiro é indispensável para a supervisão das práticas de segurança e assistência
direta.
d) O anestesiologista é responsável pela posição do paciente na mesa cirúrgica.
5- Durante a SAE no centro cirúrgico, qual intervenção é mais eficaz para reduzir o risco de
lesão por posicionamento?
a) Garantir que o paciente seja posicionado apenas com uso de colchões convencionais.
b) Ajustar o posicionamento do paciente com intervalos regulares, mesmo sob anestesia.
c) Utilizar dispositivos acolchoados e posicionar adequadamente as articulações e
extremidades.
d) Priorizar a posição cirúrgica conforme a preferência do cirurgião, sem ajustes.
6- Para reduzir o risco de infecção intraoperatória, a pressão do ar no centro cirúrgico deve
ser:
a) Igual à pressão do corredor adjacente.
b) Negativa em relação às áreas contaminadas.
c) Positiva em relação às áreas externas e semicríticas.
d) Regulada apenas nas salas de recuperação.
7- O diagnóstico de enfermagem "risco de infecção intraoperatória" pode ser reduzido por
meio de:
a) Realizar a lavagem das mãos apenas após a cirurgia.
b) Restringir a troca de aventais estéreis à presença de fluídos corporais visíveis.
c) Adotar técnica asséptica rigorosa e monitorar a esterilidade de materiais cirúrgicos.
d) Permitir o uso de adornos na sala cirúrgica para maior conforto dos profissionais.
8- No planejamento arquitetônico do centro cirúrgico, as salas cirúrgicas devem ter:
a) Piso e paredes revestidos por materiais de superfície lisa e impermeável.
b) Janelas amplas para ventilação natural constante.
c) Mobiliário fixo e permanente, mesmo que obstrua a circulação.
d) Espaço reservado para visitantes observarem os procedimentos.
9- Qual das intervenções abaixo é mais eficaz para prevenir hipotermia em um paciente
durante o procedimento cirúrgico?
a) Aquecer o paciente exclusivamente durante o pós-operatório.
b) Utilizar cobertores térmicos e controlar a temperatura da sala.
c) Administrar soluções intravenosas em temperatura ambiente.
d) Manter o paciente exposto para facilitar o monitoramento.
10- Sobre a prevenção de lesões por posicionamento durante procedimentos longos, é
essencial:
a) Fixar o paciente com tiras rígidas para evitar movimentos involuntários.
b) Manter a pele em contato direto com superfícies metálicas para prevenir infecção.
c) Garantir suporte anatômico adequado e dispositivos protetores nas áreas de maior
pressão.
d) Priorizar o uso de colchões comuns para todos os tipos de cirurgia.
Gabarito:
1. **c** 2. **b** 3. **b** 4. **c** 5. **c** 6. **c** 7. **c** 8. **a** 9. **b** 10. **c**
Tema “Unidade de Recuperação Pós-Anestésica (URPA)”
1- A função principal da URPA é:
a) Realizar os procedimentos cirúrgicos de pequeno porte.
b) Monitorar e estabilizar pacientes na fase imediata pós-anestésica.
c) Garantir a alta hospitalar no mesmo dia da cirurgia.
d) Administrar os medicamentos prescritos para o pré-operatório.
2- A Escala de Aldrete e Kroulik é utilizada na URPA para:
a) Classificar a gravidade das complicações pós-operatórias.
b) Determinar a recuperação anestésica e indicar o momento da alta da URPA.
c) Avaliar o risco de infecção em pacientes pós-cirúrgicos.
d) Verificar o nível de dor no pós-operatório imediato.
3- Qual parâmetro NÃO é avaliado pela Escala de Aldrete e Kroulik?
a) Frequência respiratória.
b) Saturação de oxigênio.
c) Resposta verbal.
d) Circulação.
4- Um dos elementos do processo de enfermagem na URPA é:
a) Avaliar constantemente os sinais vitais e detectar complicações precoces.
b) Delegar a avaliação do paciente ao anestesista.
c) Permitir que o pacientepermaneça sem supervisão até recuperar a consciência.
d) Encaminhar o paciente diretamente para o leito sem avaliação intermediária.
5- Uma complicação imediata comum em pacientes na URPA é:
a) Infecção de sítio cirúrgico.
b) Hipotensão devido à hipovolemia.
c) Necrose tecidual.
d) Alterações tardias na coagulação.
6- A lista de verificação de cirurgia segura da OMS inclui:
a) Conferência de materiais cirúrgicos apenas após o procedimento.
b) Garantia de que a equipe se apresenta e confirma o plano cirúrgico antes da indução
anestésica.
c) Avaliação do paciente somente no final do procedimento.
d) Suspensão de qualquer intervenção se ocorrer complicação anestésica.
7- Na monitorização pós-operatória imediata, um sinal de alerta é:
a) Pressão arterial levemente reduzida em relação ao basal.
b) Hipotermia persistente associada à bradicardia.
c) Frequência respiratória normal com saturação acima de 95%.
d) Dor leve controlada com analgesia oral.
8- Durante a monitorização do paciente na URPA, é imprescindível acompanhar:
a) Pressão arterial, saturação de oxigênio, frequência cardíaca e temperatura.
b) Apenas o nível de consciência.
c) Exclusivamente a dor e a movimentação dos membros.
d) Apenas sinais de infecção.
9- De acordo com a Escala de Aldrete e Kroulik, um paciente só pode ser transferido da
URPA quando:
a) Obtiver pontuação mínima de 6.
b) Apresentar estabilidade hemodinâmica e pontuação total igual ou superior a 9.
c) Estiver totalmente consciente, independentemente de outros parâmetros.
d) Permanecer 2 horas na URPA, independentemente do quadro clínico.
10- Qual intervenção de enfermagem é mais indicada para prevenir complicações
respiratórias na URPA?
a) Estimular exercícios de deambulação precoce.
b) Posicionar o paciente em decúbito dorsal imediatamente após a cirurgia.
c) Manter a permeabilidade das vias aéreas e monitorar a oximetria de pulso
continuamente.
d) Administrar analgesia potente para reduzir a dor torácica.
Gabarito:
1. **b** 2. **b** 3. **c** 4. **a** 5. **b** 6. **b** 7. **b** 8. **a** 9. **b** 10. **c**
Tema “Pós-operatório”
1- O tempo pós-operatório imediato corresponde ao período:
a) Desde o final da cirurgia até o 7º dia pós-operatório.
b) Desde o término da anestesia até a estabilidade dos sinais vitais do paciente.
c) Após o 30º dia do procedimento cirúrgico.
d) Durante o período de cicatrização completa da ferida cirúrgica.
2- Qual das ações é prioridade no preparo para alta hospitalar no pós-operatório mediato?
a) Realizar educação em saúde direcionada às necessidades do paciente e da família.
b) Prescrever medicações analgésicas e antibióticas.
c) Garantir que o paciente esteja sem dor antes de liberar para casa.
d) Encaminhar diretamente o paciente para acompanhamento ambulatorial.
3- No pós-operatório tardio, uma preocupação comum é:
a) O risco de infecção no sítio cirúrgico.
b) O desenvolvimento de aderências ou complicações tardias, como hérnias.
c) A reversão dos efeitos anestésicos.
d) A estabilização dos sinais vitais.
4- Uma intervenção essencial para prevenir complicações respiratórias durante a
recuperação cirúrgica é:
a) Estimular exercícios respiratórios e o uso do inspirômetro de incentivo.
b) Manter o paciente em decúbito dorsal por 48 horas após a cirurgia.
c) Suspender a monitorização contínua após 2 horas de estabilidade.
d) Adiar a mobilização precoce para evitar desconforto.
5- A Comissão de Curativos em instituições hospitalares tem como principal objetivo:
a) Supervisionar e padronizar a realização de curativos, promovendo a redução de
infecções.
b) Determinar os materiais que serão utilizados na sala de cirurgia.
c) Realizar curativos exclusivamente em pacientes críticos.
d) Decidir sobre a indicação de alta hospitalar com base no aspecto da ferida cirúrgica.
6- Sobre os cuidados com o curativo pós-operatório, é correto afirmar:
a) A troca deve ser feita sempre em ambiente não estéril, para maior conforto do paciente.
b) Feridas cirúrgicas limpas devem ser mantidas ocluídas por no mínimo 7 dias.
c) Deve-se priorizar técnica asséptica rigorosa e observar sinais precoces de infecção.
d) O curativo só deve ser trocado em caso de saturação completa pelo exsudato.
7- No preparo para alta hospitalar, é importante que o enfermeiro:
a) Oriente apenas o paciente, excluindo a família, para evitar sobrecarga de informações.
b) Utilize técnicas de ensino individualizadas e avalie a compreensão do paciente e dos
familiares.
c) Apenas entregue material informativo escrito, sem necessidade de explicações
adicionais.
d) Evite abordar possíveis complicações pós-operatórias para não causar ansiedade.
8- O período pós-operatório mediato é caracterizado por:
a) Recuperação hemodinâmica e estabilização clínica.
b) Mobilização precoce e início do retorno às atividades cotidianas.
c) Avaliação da cicatrização da ferida e reabilitação funcional.
d) A transição para o atendimento ambulatorial e reavaliação contínua.
9- Uma complicação comum no pós-operatório imediato que deve ser monitorada é:
a) Deiscência da ferida cirúrgica.
b) Infecção no sítio cirúrgico.
c) Hemorragia ou hipotensão súbita.
d) Desenvolvimento de hérnia incisional.
10- O monitoramento pós-operatório imediato deve incluir:
a) Apenas avaliação do curativo.
b) Verificação contínua de sinais vitais, nível de consciência e dor.
c) Intervenções exclusivas em casos de instabilidade clínica.
d) Avaliação do paciente apenas no momento da alta da URPA.
Gabarito:
1. **b** 2. **a** 3. **b** 4. **a** 5. **a** 6. **c** 7. **b** 8. **a** 9. **c** 10. **b**
Tema “Cuidados de Enfermagem ao Cliente em Situações Cirúrgicas
Gastrointestinais”
1- Um diagnóstico de enfermagem comum em pacientes no pós-operatório de cirurgias
gastrointestinais é:
a) Mobilidade física prejudicada.
b) Nutrição desequilibrada: menor que as necessidades corporais.
c) Risco de intolerância à atividade.
d) Perfusão tissular periférica ineficaz.
2- Durante o planejamento do cuidado a um paciente idoso no pós-operatório de cirurgia
gastrointestinal, é essencial considerar:
a) A redução da sensibilidade à dor, comum em idosos.
b) A diminuição da resposta inflamatória, que pode mascarar sinais de infecção.
c) O aumento da capacidade de regeneração tecidual.
d) O uso reduzido de medicamentos para evitar interação com suplementos alimentares.
3- No plano de alta para pacientes submetidos a cirurgia gastrointestinal, é importante
incluir orientações sobre:
a) Evitar qualquer tipo de mobilização até a consulta de revisão médica.
b) O retorno imediato à dieta regular, sem restrições alimentares.
c) Sinais de alerta como febre, dor abdominal intensa e drenagem purulenta.
d) Uso de antibióticos por período indefinido, mesmo sem prescrição médica.
4- Um paciente submetido à colectomia apresenta diagnóstico de risco de desequilíbrio de
volume de líquidos. Qual intervenção de enfermagem é prioritária?
a) Monitorar a presença de sons intestinais a cada 8 horas.
b) Administrar líquidos por via oral mesmo na presença de náuseas.
c) Acompanhar rigorosamente o balanço hídrico e avaliar sinais de desidratação.
d) Incentivar o paciente a evitar ingestão de líquidos nas primeiras 24 horas.
5- Quais intervenções são indicadas para prevenir complicações respiratórias no
pós-operatório de cirurgias abdominais?
a) Mobilização precoce, exercícios respiratórios e uso do inspirômetro de incentivo.
b) Manter o paciente em posição de Trendelenburg por 6 horas após a cirurgia.
c) Administrar sedativos para garantir repouso absoluto.
d) Evitar que o paciente se levante antes de 48 horas.
6- Entre os fatores que podem influenciar o cuidado de enfermagem ao paciente idoso no
pós-operatório gastrointestinal estão:
a) Maior risco de perda proteica, atraso na cicatrização e redução da imunidade.
b) Aumento da absorção medicamentosa devido à maior mobilidade gastrointestinal.
c) Redução das necessidades nutricionais, especialmente de proteínas.
d) Rápida reabilitação em comparação aos pacientes mais jovens.
7- No pós-operatório de cirurgias gastrointestinais,o diagnóstico de enfermagem mobilidade
física prejudicada pode ser causado por:
a) Dor e presença de dispositivos invasivos, como drenos e cateteres.
b) Hiperatividade no sistema nervoso autônomo.
c) Melhora súbita dos sinais vitais.
d) Necessidade de dieta enteral precoce.
8- Para um paciente com ostomia intestinal, o plano de alta deve incluir:
a) Técnicas para evitar a troca do equipamento de ostomia até a próxima consulta médica.
b) Orientação sobre a dieta adequada, cuidados com a pele ao redor do estoma e sinais de
complicações.
c) Suspensão de qualquer tipo de mobilização até a cicatrização completa.
d) Garantia de que a equipe médica seja responsável por todas as trocas de curativo.
9- Um idoso submetido a uma cirurgia gastrointestinal apresenta risco aumentado de delírio
pós-operatório. Qual estratégia de enfermagem é indicada para prevenir essa complicação?
a) Manter o paciente em isolamento completo para evitar estímulos externos.
b) Garantir hidratação adequada, controle da dor e presença de familiares para orientação
no ambiente.
c) Administrar sedativos de rotina para evitar agitação.
d) Restringir o acesso do paciente a informações sobre o procedimento realizado.
10- Ao avaliar os resultados de enfermagem em pacientes submetidos a cirurgias
gastrointestinais, qual desfecho é considerado ideal no pós-operatório mediato?
a) Controle adequado da dor, retorno da função intestinal e cicatrização sem sinais de
infecção.
b) Retorno imediato à dieta sólida sem náuseas.
c) Estabilização cardiovascular e eliminação de todos os drenos cirúrgicos no primeiro dia.
d) Mobilidade independente dentro de 6 horas após o procedimento.
Gabarito:
1. **b** 2. **b** 3. **c** 4. **c** 5. **a** 6. **a** 7. **a** 8. **b** 9. **b** 10. **a**
Tema “Cuidados de Enfermagem ao Cliente em Situações Cirúrgicas Torácicas”
1- Um diagnóstico de enfermagem comum em pacientes submetidos a cirurgias torácicas é:
a) Risco de perfusão periférica ineficaz.
b) Troca de gases prejudicada.
c) Risco de integridade cutânea prejudicada.
d) Nutrição desequilibrada: menor que as necessidades corporais.
2- No planejamento do cuidado a pacientes submetidos a cirurgia torácica, qual é a
prioridade no pós-operatório imediato?
a) Mobilizar o paciente para evitar trombose venosa profunda.
b) Manter a permeabilidade das vias aéreas e prevenir atelectasia.
c) Garantir dieta sólida precoce para recuperação energética.
d) Suspender medicações analgésicas para avaliar a resposta clínica.
3- Uma intervenção de enfermagem fundamental para prevenir complicações respiratórias
no pós-operatório de cirurgia torácica é:
a) Incentivar o uso de inspirômetro de incentivo e realizar fisioterapia respiratória.
b) Manter o paciente em decúbito dorsal por 48 horas.
c) Administrar sedativos para evitar agitação e dor.
d) Restringir líquidos para evitar congestão pulmonar.
4- No plano de alta para pacientes que realizaram cirurgia torácica, é essencial orientar
sobre:
a) Evitar qualquer atividade física por no mínimo 3 meses.
b) Realizar exercícios respiratórios regularmente e monitorar sinais de infecção.
c) Suspender completamente a medicação prescrita após 1 semana.
d) Consumir alimentos ricos em sódio para acelerar a cicatrização.
5- Entre as considerações gerontológicas para pacientes idosos submetidos a cirurgia
torácica, destaca-se:
a) A menor tolerância à dor, que exige redução do uso de analgesia.
b) A maior fragilidade dos tecidos pulmonares e o risco aumentado de complicações
respiratórias.
c) A capacidade aumentada de regeneração tecidual e recuperação acelerada.
d) O menor risco de infecções devido à imunossenescência.
6- Um paciente no pós-operatório de cirurgia torácica apresenta drenagem torácica. A
principal intervenção de enfermagem é:
a) Trocar o curativo apenas quando saturado.
b) Garantir que o sistema de drenagem permaneça fechado e abaixo do nível do tórax.
c) Retirar o dreno assim que a quantidade de secreção reduzir.
d) Evitar manipulação para prevenir deslocamento acidental.
7- A dor pós-operatória em cirurgias torácicas pode impactar negativamente na:
a) Mobilização precoce.
b) Troca gasosa e eficácia dos exercícios respiratórios.
c) Cicatrização da ferida cirúrgica.
d) Recuperação nutricional.
8- Um desfecho esperado para pacientes em pós-operatório de cirurgia torácica é:
a) Eliminação completa de secreções pulmonares no primeiro dia.
b) Respiração eficaz sem sinais de hipoxemia e mobilidade funcional progressiva.
c) Alta hospitalar dentro de 12 horas, independentemente da função respiratória.
d) Suspensão completa do oxigênio suplementar no pós-operatório imediato.
9- No planejamento de enfermagem, qual intervenção ajuda a evitar complicações
associadas à imobilidade no pós-operatório de cirurgia torácica?
a) Realizar mudanças de decúbito regularmente e estimular deambulação precoce.
b) Prolongar o repouso absoluto para evitar sobrecarga cardíaca.
c) Reduzir o uso de dispositivos de suporte respiratório para estimular esforço espontâneo.
d) Manter o paciente em jejum prolongado.
10- Um paciente idoso no pós-operatório de cirurgia torácica está mais suscetível a
complicações respiratórias devido:
a) À menor elasticidade pulmonar e fraqueza muscular respiratória.
b) À alta resistência à dor, que dificulta a identificação de desconfortos.
c) À ausência de resposta inflamatória significativa.
d) Ao aumento da produção de secreções, comum na idade avançada.
Gabarito:
1. **b** 2. **b** 3. **a** 4. **b** 5. **b** 6. **b** 7. **b** 8. **b** 9. **a** 10. **a**

Mais conteúdos dessa disciplina