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INFLUÊNCIA DA ESPESSURA DA ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO NA
RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO AXIAL DE PRISMAS DE BLOCOS CERÂMICOS
Conference Paper · October 2012
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13
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5,659
5 authors, including:
João Manoel de Freitas Mota
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE)
47 PUBLICATIONS   75 CITATIONS   
SEE PROFILE
Romilde Oliveira
Federal University of Pernambuco
47 PUBLICATIONS   165 CITATIONS   
SEE PROFILE
Angelo Just Da Costa e Silva
Universidade de Pernambuco
66 PUBLICATIONS   75 CITATIONS   
SEE PROFILE
Fred Rodrigues Barbosa
Unifavip
36 PUBLICATIONS   46 CITATIONS   
SEE PROFILE
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https://www.researchgate.net/publication/280316300_INFLUENCIA_DA_ESPESSURA_DA_ARGAMASSA_DE_ASSENTAMENTO_NA_RESISTENCIA_A_COMPRESSAO_AXIAL_DE_PRISMAS_DE_BLOCOS_CERAMICOS?enrichId=rgreq-749b5a9649b4cd0c4c5f735d5d813dd6-XXX&enrichSource=Y292ZXJQYWdlOzI4MDMxNjMwMDtBUzoyNTQ3MjkxNzk2Mjc1MjdAMTQzNzc0MzU3NzIzMA%3D%3D&el=1_x_2&_esc=publicationCoverPdf
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ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 1 
INFLUÊNCIA DA ESPESSURA DA ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO 
NA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO AXIAL DE PRISMAS DE BLOCOS 
CERÂMICOS 
INFLUENCE OF THE THICKNESS OF LAYING THE MORTAR IN AXIAL COMPRESSIVE 
STRENGTH OF CERAMIC BLOCK PRISMS 
 
João Manoel de Freitas Mota (1); Romilde Almeida Oliveira (2); Ângelo Just da Costa e Silva (3); 
Fred Rodrigues Barbosa (4); João Ribeiro de Carvalho (5) 
 
(1) Professor Coordenador do Departamento de Engenharia Civil da FAVIP, Doutorando do Departamento 
de Engenharia Civil, UFPE, Pernambuco, Brasil. 
 (2) Professor Doutor, Departamento de Engenharia Civil, UNICAP, Pernambuco, Brasil 
 (3) Professor Doutor, Departamento de Engenharia Civil, UNICAP, Pernambuco, Brasil 
(4)
 
Professor do Departamento de Engenharia Civil da FAVIP, Pernambuco, Brasil 
(5)
 
Aluno de Engenharia Civil da UPE, Pernambuco, Brasil 
 
(1)joao@vieiramota.com.br,(2)romildealmeida@gmail.com 
(3)angelo@tecomat.com.br,(4)fredbarbosa@compesa.com.br,(5)eng.jribeiro@gmail.com 
 
 
Resumo 
 
Alvenaria estrutural é um dos sistemas construtivos mais utilizados em países da Europa, Estados Unidos, 
dentre outros de elevada tecnologia. Nos tempos atuais, a alvenaria tem sido largamente utilizada, tendo em 
vista crescimento substancial na construção de empreendimentos residenciais e comerciais fomentado por 
planos de incentivo governamental. Vale destacar que, diversas patologias advêm da baixa resistência 
mecânica da parede, donde, sabe-se que elevadas espessuras da argamassa de assentamento pode 
mitigar essa propriedade de forma relevante. Portanto, esse trabalho objetiva analisar a influência da 
espessura da argamassa de assentamento em prismas de alvenaria com bloco cerâmico estrutural. 
Utilizaram-se espessuras Nos prismas de 10 mm, 15 mm e 20 mm. Os resultados experimentais indicaram 
redução da capacidade de suporte dos prismas quando se aumenta a espessura da junta de assentamento. 
Palavra-Chave: Alvenaria de vedação e estrutural; espessura da argamassa de assentamento; prismas de alvenaria 
 
 
Abstract 
 
Structural masonry construction systems is one of the most widely used in European countries, United 
States, among other high-tech. Nowadays, the masonry has been widely used in view of substantial growth 
in the construction of residential and commercial fueled by government stimulus plans. It is worth noting that 
various diseases arisingout of the low wall strength, and hence it is known that high thickness of the putty on 
can mitigate this property material. Therefore, this paper aims to analyze the influence of the thickness of the 
mortar prisms seat in structural ceramic masonry block. In thicknesses were used prisms 10 mm, 15 mm and 
20 mm. The experimental results indicated a reduced ability to support the prisms when increasing the 
thickness of the gasket seat. 
Keywords: Masonry no structural and structural, thickness of the laying mortar, masonry of prisms 
 
ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 2 
 
1 Introdução 
 
Há milhares de anos, a alvenaria tem sido usada em larga escala, sendo possivelmente o 
material composto mais utilizado nas edificações antigas e atuais. A alvenaria pode ser 
constituída de tijolos de barro, inicialmente de baixa resistência, ou de pedra, e, concebida 
até o presente predominantemente de projetos empíricos. Entretanto, nos últimos 50 
anos, observa-se que significativas pesquisas vêm-se desenvolvendo, objetivando tratar a 
alvenaria como um material de engenharia fundamentado cientificamente (RAMALHO; 
CORRÊA, 2003). 
 
Nos últimos trinta anos, observam-se resultados de extensos trabalhos de pesquisa na 
alvenaria estrutural, gerando a capacitação dos projetistas e as melhorias da qualidade 
dos materiais. Por conseguinte, avanços significativos no que concerne essa tecnologia é 
verificado na alvenaria estrutural, sendo o método mais utilizado e aceito pelo usuário em 
países como Inglaterra, Austrália, Alemanha e Estados Unidos (ROMAN, 1999). 
 
Algumas propriedades da alvenaria são influenciadas pelas dimensões e forma das 
unidades, arranjos verticais e horizontais das juntas, anisotropia das unidades, qualidade 
da mão de obra, condições de cura e propriedades mecânicas dos materiais constituintes 
(GOMES, 2001). 
 
Sabe-se que, a resistência à compressão é a propriedade mais relevante para alvenaria 
estrutural. O bloco tem influência predominante na resistência à compressão, aumentando 
a resistência da parede com a resistência do bloco. Com relação à resistência à 
compressão das alvenarias, existem três formas básicas normalizadas de ensaios: 
através de ensaios de prismas, paredinhas ou de painéis em escala real (RAMALHO; 
CORRÊA, 2003). 
 
Pode-se estimar a resistência das paredes através dos prismas. Os prismas são 
confeccionados com dois ou três blocos, unidos por juntas de argamassa. As Figuras 1 e 
2 apresentam um modelo de prismas com blocos estruturais e de vedação 
respectivamente (MOTA, 2006). 
 
 
 
 
 
ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 3 
 
Figura 1 - Prisma com blocos estruturais 
 
Figura 2 - Prisma com três blocos de vedação 
 
A NBR 10837 especifica o prisma como resistência básica da alvenaria estrutural e 
apresenta o procedimento para estimar a resistência da parede. Os prismas devem ser 
executados, se possível, nas mesmas condições verificadas nas construções, objetivando 
reproduzir os resultados representativos do que ocorre realmente durante a execução da 
obra (RAMALHO; CORRÊA, 2003, OLIVEIRA, 2004 e CAMACHO, 2001). Vale destacar 
que devido aos custos elevados dos ensaios em paredes de alvenaria estrutural, o ensaio 
de compressão de prismas e paredinhas tornam-se a forma de pesquisa mais viável. O 
ensaio de compressão uniaxial de prismas é aceito como uma forma segura e confiável 
de medir indiretamente a resistência da parede (GOMES, 2001). 
 
É imperativa a relevância da argamassa de assentamento nas alvenarias, donde, essa 
funciona como agente de solidarização e distribuição uniforme das cargas, bem como da 
absorção das tensões de compressão. Quando se aplica carga numa parede, em torno de 
70% das deformações é atribuída à argamassa (OLIVEIRA, 2004). 
 
Destacam-se, como fatores fundamentais na resistência à compressão das paredes, a 
espessura da junta horizontal e a resistência à compressão da argamassa. A junta da 
argamassa de assentamento horizontal deve estar com espessura adequada para que os 
blocos não se toquem, bem como ocorra o estado de confinamento necessário para que a 
argamassa não se rompa. Esse confinamento impõe uma mudança significativa no 
comportamento mecânico da argamassa devido ao estado triaxial de tensões de 
compressão surgidas nas argamassas e o bloco a um estado biaxial de tensões de tração 
(OLIVEIRA, 2001). A Figura 3 apresenta o estado de tensões triaxial. 
 
 
 
 
 
ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 4 
 
 
 
 
Figura 3 - Estado triaxiais de tensões no prisma: (a) tensões de compressão devido ao ensaio; (b) tensões 
no bloco e (c) tensões na argamassa (GOMES 2001) 
 
A resistência à compressão da argamassa de assentamento não influencia 
significativamente na resistência da parede, desde que não seja abaixo de 40% da 
resistência do bloco. Essa argamassa de assentamento deve ter resistência entre 70 e 
100% da resistência do bloco. Aumentando a resistência da argamassa de assentamento, 
aumentará a resistência da parede, mas, quando a resistência da argamassa ultrapassar 
3 MPa, o incremento em relação a este valor não mais influenciará significativamente na 
resistência da parede (OLIVEIRA, 2004). 
 
Observa-se que a espessura da argamassa de assentamento deve ser igual a 1 cm, isto 
para alvenaria estrutural, NBR 10837, bem como a cada 0,3 cm de acréscimo na 
espessura da argamassa referida ocasiona uma redução de 15% na resistência da 
parede (RAMALHO; CORRÊA, 2003 e OLIVEIRA, 2004). Por sua vez, Lordsleem (2000) 
diz que as juntas horizontais devem ter 10 mm de espessura, variando entre 8 e 18 mm, 
pois, abaixo desse intervalo, a alvenaria perde a capacidade de absorver as deformações 
e acima perde na resistência mecânica do conjunto, além de haver um maior consumo de 
material desnecessariamente. 
 
Mohamad (1999) analisou em prismas de alvenaria a resistência à compressão variando 
a espessura da argamassa de assentamento. Esse autor verificou que houve uma 
elevação da resistência quando reduziu de 10 mm para 7 mm a espessura da junta. 
 
ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 5 
 
Gross et al. (1980) apud Sabbatini (1984) verificaram que a elevação da espessura da 
argamassa de assentamento de 10 mm para 17 mm reduziu a resistência dos prismas em 
46%, entretanto, produzindo junta para 6,3 mm aumentou a resistência em 12%. 
 
Khalaf (1996) verificou em prismas de blocos de concreto o aumento da junta de 
assentamento de 5 mm para 20 mm diminuiu em 18% a resistência à compressão. 
 
Carvalho (2003) mostrou em sua pesquisa que quando se alterou a espessura da junta de 
assentamento em prismas de alvenaria não se identificou diferença significativa na 
resistência, todavia, verificou-se maior diminuição na resistência quando se aumentou a 
espessura de 10 mm para 25 mm. 
 
Por outro lado Lima (2010) verificou que a elevação da espessura da argamassa de 
assentamento diminui a resistência à compressão dos prismas, para todas as resistências 
das argamassas ensaiadas. Este decréscimo foi de 35% para a resistência da argamassa 
de 7,5 MPa, de 29% para a resistência da argamassa de 10,2 MPa e de 23% para a 
resistência de 18,9 MPa, variando-se a espessura de 10 mm para 20 mm. 
 
 
2 Materiais e método 
 
2.1 Materiais 
 
Os blocos cerâmicos estruturais usados no presente trabalho tinham paredes vazadas, 
com dimensões 14cmx39cmx19cm, provenientes de uma indústria cerâmica do Estado da 
Paraíba (Cerâmica Cincera). Os blocos foram caracterizados determinando-se sua 
resistência à compressão, dimensões e características geométricas, e todos os ensaios 
tiveram como base a norma NBR 15270-3 (ABNT, 2005). 
 
Segundo amostragem especificada pela norma NBR 15270-3 (ABNT, 2005), foram 
escolhidos 13 blocos aleatoriamente de um lote especifico e determinadas suas 
dimensões (largura, altura e comprimento). Os blocos foram capeados com pasta de 
cimento, comespessura em torno de 3 mm, que é o recomendado pela norma. 
 
A argamassa de assentamento utilizada na execução desse trabalho foi dosada pela 
empresa TECOMAT – Tecnologia da construção e materiais), com traço em massa: 
1:0,5:3 (cimento, cal e areia). 
 
Utilizou-se o cimento CPII-F-32. Acerca do agregado miúdo foi utilizada areia natural de 
natureza quartzosa (classificada como média) amplamente encontrada na Região. 
 
 
 
 
ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 6 
 
A água utilizada foi proveniente da rede de abastecimento da Companhia Pernambucana 
de Saneamento (Compesa). Verificou-se que o pH da água no ato de sua utilização 
estava próximo de 6,5. 
 
2.2 Método 
Foram produzidos prismas para determinação do desempenho mecânico, variando-se as 
espessuras da argamassa de assentamento, tendo sido testados três tipos de espessuras 
10 mm, 15 mm e 20 mm. 
 
Escolheu-se, nesse trabalho, produzir prismas formados por dois blocos justapostos, 
tendo em vista que a norma brasileira pertinente - NBR 8215 (ABNT, 1983) - descreve a 
produção de prismas com dois blocos, Figura 4. 
 
 
Figura 4 - Prismas de Blocos cerâmicos. 
 
Todos os prismas foram executados pelo mesmo operador, sendo utilizado prumo de face 
e nível para garantir a geometria dos corpos de prova. 
 
 
3 Resultados 
 
De acordo com os resultados mostrados, para os blocos, o valor médio da resistência à 
compressão – após tratamento estatístico - foi de 10,2 MPa. Assim, como o valor mínimo 
de resistência característica à compressão aceitável para o lote é de 4,0 MPa, este lote 
estaria aceito. 
 
De acordo com os resultados, podemos observar que a resistência média à compressão e 
eficiência para os prismas conforme a Tabela 1. 
 
 
ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 7 
 
 
Tabela 1 - Resultado da resistência à compressão dos blocos e prismas 
Resistência dos Blocos 
(MPa) 
Espessura das juntas 
(mm) 
Resistência dos 
Prismas (MPa) 
Eficiência da 
Alvenaria 
10,2 10 5,05 0,5 
10,2 15 4,3 0,42 
10,2 20 2,1 0,21 
 
 
De acordo com os resultados apresentados na tabela acima, verificou-se que o aumento 
da espessura das juntas horizontais de assentamento provoca uma diminuição 
significativa tanto na resistência a compressão dos prismas como na eficiência da 
alvenaria. Nas figuras 5 e 6 visualiza-se através dos gráficos o comportamento dos 
prismas para as diferentes espessuras da junta horizontal da argamassa de 
assentamento. 
 
 
 
Figura 5 - Resistência á compressão dos prismas nas diversas espessuras das argamassas de 
assentamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 8 
 
 
Figura 6 - Resistência média dos prismas em função da espessura da argamassa de assentamento. 
 
 
 
4 Conclusões 
As análises dos resultados conduzem as seguintes conclusões: 
 
Verificou-se que, para prismas produzidos com blocos e argamassa de assentamento 
com mesmas características, quanto maior a espessura da argamassa de assentamento, 
menor será a resistência à compressão dos prismas. 
 
Pode-se dizer que na mesma premissa, o fator de eficiência – relação da resistência do 
prisma e do bloco - reduz com o aumento da junta de assentamento dos prismas. 
Entretanto, para a junta especificada pela norma pertinente, a eficiência corroborou com 
as registradas na literatura, 0,5. 
 
A redução da resistência média dos prismas com 10 mm de espessura da argamassa de 
assentamento quando comparado com os prismas com 15 mm e 20 mm de espessura da 
junta, reduziu em torno de 15% e 58% respectivamente. 
 
Portanto, pode-se dizer que a espessura da argamassa de assentamento de 10 mm deve 
ser praticada, uma vez que, para essa pesquisa, verificou-se maior resistência média e 
maior fator de eficiência. 
 
Sugere-se novas pesquisas com o cunho de se verificar esse efeito em paredinhas e 
paredes, variando o traço e a espessura da argamassa de assentamento. 
 
 
ANAIS DO 54º CONGRESSO BRASILEIRO DO CONCRETO - CBC2012 – 54CBC 9 
 
 
5 Referências 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8215 - Prisma de Bloco 
vazado de concreto simples para alvenaria estrutural: Preparo e ensaio a 
compressão. Rio de Janeiro, 1983. 
 
__________. NBR 15270-2: Componentes cerâmicos – Parte 2: Blocos cerâmicos 
para alvenaria estrutural – Terminologia e requisitos. Rio de Janeiro, 2005. 
__________. NBR 15270-3: Componentes cerâmicos – Parte 3: Blocos cerâmicos 
para alvenaria estrutural e de vedação – Métodos e ensaio. Rio de Janeiro, 2005. 
 
CAMACHO, J. S. Projeto de edifícios de alvenaria estrutural, notas de aula. UNESP. 
Ilha Solteira – SP, 2001. 
 
CARVALHO, J. M. Desempenho estrutural de prismas de blocos cerâmicos com 
diferentes formas e dimensões. Dissertação de mestrado da UFSC. Santa Catarina, 
2003. 
 
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