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existência. Necessário, porém, confrontar isso com o reverso da medalha, ou seja, a política estatal em relação a esse tipo de reivindicação, especialmente para o período que antecede 1930 e que surge para a historiografia como domínio exclusivo das oligarquias. (Jaime Rodrigues, Crise da primeira república: classes médias e Estado na década de 20, com adaptações) I. De acordo com as regras de regência da norma culta, a estrutura “prover os cidadãos do conforto”(l.2 e 3) admite a substituição por assegurar aos cidadãos o conforto. 24 - (AFRF/2002.1) Sob o direito, o administrador público não age contra a lei. Sob a moral, deve satisfazer o preceito da impessoalidade, não distinguindo amigos ou inimigos, partidários ou contrários, no tratamento que lhes dispense ou na atenção às suas reivindicações, com transparência plena de suas condutas em face do povo. Descumprir a lei gera o risco da punição prevista no Código Penal ou de sofrer sanções civis. Quando desatendidos os princípios da certeza moral, aquela que o ser humano em seu justo juízo adota convicto, o descumpridor fere regras de convivência, mas não conflita necessariamente com normas de Direito que lhe sejam aplicáveis. (Walter Ceneviva, Moralidade como Fato Jurídico, com adaptações) Julgue a assertiva em relação ao emprego das palavras e expressões do texto. d) De acordo com as regras de regência da norma culta, a expressão “atenção às suas reivindicações” (l.6) admite a substituição por atenção para as suas reivindicações. 25 - (AFPS/2002) A entrada dos anos 2000 têm trazido a reversão das expectativas de que haveria a inauguração de tempos de fraternidade, harmonia e entendimento da humanidade. Os resultados das cúpulas mundiais alimentaram esperanças que novos tempos trariam novas perspectivas referentes a qualidade de vida e relacionamento humano em todos os níveis. Contudo, o movimento que se observa em nível mundial sinaliza perdas que ainda não podemos avaliar. O recrudescimento do conservadorismo e de práticas autoritárias, efetivadas à sombra do medo, tem representado fonte de frustração dos ideais historicamente buscados. (Roseli Fischmann, Correio Braziliense. 26/08/2002, com adaptações) 46 Julgue as proposições abaixo, a respeito dos elementos do texto. II. Para que o texto fique gramaticalmente correto, é obrigatória a retirada da preposição antes de “que haveria”(l.2). III. Para que o texto fique gramaticalmente correto, é obrigatória a inserção da preposição de diante de “que novos tempos”(l.4). 26 - (Agente do Piauí/ 2001) Assinale a opção que apresenta erro no uso de pronome. a) Já estão sob investigação entidades que compram máquinas e equipamentos no exterior e, por terem o certificado de filantrópicas, não pagam impostos de importação. b) Em vez de serem alojados nas entidades que supostamente lhes importaram, esses produtos acabam tendo como destino as clínicas particulares dos diretores. c) Os técnicos também investigam desvios dessas entidades para burlar a lei que concede isenção de impostos. d) Como as filantrópicas não podem distribuir os lucros entre seus diretores, as entidades acabam comprando imóveis ou veículos em nome delas, mas os bens ficam para uso próprio de seus dirigentes e familiares. e) Esse instrumento acaba sendo uma distribuição indireta dos lucros, afirmou um técnico que participa das investigações. (Itens adaptados de Simone Cavalcanti, www.estadao.com.br 6/2/2001) 27 - (AFC STN/2000) Marque o item que propõe a correção necessária nos elementos sublinhados para que as regras de regência da norma culta sejam respeitadas. Continuo a conferir aos direitos e responsabilidades constitucionais dos meios eletrônicos de comunicação neste ano, em que a televisão passa dos cinqüenta anos. Parto para o tema a contar da Portaria 796, que, tendo respeitado a plena liberdade da informação jornalística, dis- pensa-me de cuidar do parágrafo da Constituição que trata dela. A informação jornalística é inteiramente livre de censura. Não pode, porém, violar a intimidade, a vida privada e a imagem das pessoas comuns, cabendo a reação contra seu abuso apenas aos próprios atingidos. (W. Ceneviva, Limites da TV na Constituição. Folha de São Paulo, 14/10/2000, com adaptações) 47