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d) A Constituição exige a observância do critério da "universalidade", cujo significado é o de que todo tipo de rendimento será tributável. e) Economia fiscal verdadeira seria a eliminação ou a redução do bueiro em que se esvai o volume incalculável de recursos públicos chamada renúncia fiscal da União. (Baseado em Edgard de Proença Rosa, "O Congresso é a casa do contribuinte", Correio Braziliense, 02/12/2003) 19 - (AFRF/2003) Julgue a assertiva abaixo em relação aos aspectos gramaticais. e) Não nos esqueçamos que a construção do autoritarismo, que marcou profundamente nossas estruturas sociais, configurou o sistema político imprescindível para a manutenção e reprodução dessa dependência. 20 - (AFTb/2003) Julgue a correção gramatical da asserção abaixo. c) Na América Latina, por exemplo, “a integração global aumentou ainda mais as desigualdades salariais”, e há uma preocupação generalizada que o processo esteja levando uma maior desigualdade no próprio interior dos países. Essa desigualdade já alcançou os Estados em suas relações assimétricas. 21 - (Assistente de Chancelaria/2002) O século XX foi o mais assassino na história registrada. O número total de mortes causadas por ou associadas a suas guerras foi estimado em 187 milhões. O equivalente a mais de 10% da população mundial em 1913. Entendido como tendo-se iniciado em 1914, foi um século de guerra quase ininterrupta, com poucos e breves períodos sem conflito armado organizado em algum lugar. Foi dominado por guerras mundiais: quer dizer, por guerras entre Estados territoriais ou alianças de Estados. Apesar disso, o século não pode ser tratado como um bloco único, seja cronológica, seja geograficamente. Cronologicamente, ele se distribui em três períodos: a era de guerras mundiais centrada na Alemanha, a era de confronto entre as duas superpotências e a era desde o fim do sistema de poder internacional clássico. Chamarei a esses períodos de 1, 2 e 3. Geograficamente, o impacto das operações militares tem sido desigual. Com uma exceção (a Guerra do Chaco), não houve guerras entre Estados significantes (em oposição a guerras civis) no hemisfério Ocidental no último século. Em contrapartida, guerras entre Estados, não necessariamente desconectadas do confronto global, 44 permaneceram endêmicas ao Oriente Médio e ao sul da Ásia, e guerras maiores diretamente resultantes do confronto global aconteceram no leste e no sudeste da Ásia. Mais impressionante é a erosão da distinção entre combatentes e não-combatentes. As duas guerras mundiais da primeira metade do século envolveram toda a população dos países beligerantes; tanto combatentes quanto não- combatentes sofreram. (Eric Hobsbawn, A epidemia da guerra, com adaptações) Julgue a asserção abaixo em relação ao emprego das palavras e expressões do texto. e) Como a preposição a, empregada diante de “Oriente Médio”(l.21) e “sul da Ásia”(l.21-22), é exigência da regência de “endêmicas” (l.21), a retirada deste adjetivo exige a substituição de “ao” por em. 22 - (Procurador BACEN/2002) Uma crise bancária pode ser comparada a um vendaval. Suas conseqüências são imprevisíveis sobre a economia das famílias e das empresas. Os agentes econômicos relacionam-se em suas operações de compra, venda e troca de mercadorias e serviços, de modo que, a cada fato econômico, seja ele de simples circulação, de transformação ou de consumo, corresponde, ao menos, uma operação de natureza monetária realizada junto a um intermediário financeiro, em regra um banco comercial, que recebe um depósito, paga um cheque, desconta um título ou antecipa a realização de um crédito futuro. A estabilidade do sistema que intermedeia as operações monetárias, portanto, é fundamental para a própria segurança e estabilidade das relações entre os agentes econômicos. (www.bcb.gov.br) Julgue a assertiva abaixo, em seus aspectos gramaticais. d) Em “a cada fato econômico”(l.5) a presença da preposição “a” justifica-se pela regência da palavra “corresponde”(l.7). 23 - (Procurador BACEN/2002) Julgue a afirmação a respeito do emprego das estruturas lingüísticas do texto. Do ponto de vista do “pai de família pobre” da década de 20 ou 30, o Estado aparece como aquele que deve prover os cidadãos do conforto material mínimo à sobrevivência, na forma de emprego ou de outras condições mais diretas, como moradia, saúde ou educação. Não se trata de emitir um juízo de valor sobre esta concepção, mas de constatar sua 45